FISIOTERAPIA NA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

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1 1 FISIOTERAPIA NA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR THE PHYSIOTHERAPY IN THE HOME CARE Natalia Lopes Magalhães Colodetti 1, Rosimany Sabrine da Silva Pardim 2, Rosyane Soares Vieira 3, Sabrina Gomes de Morais Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares- MG Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares- MG Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares- MG Professora Orientadora do curso de fisioterapia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares-MG. Resumo: A assistência domiciliar é um conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e continuadas. Desenvolvidas em domicilio com ações que buscam a prevenção de um agravo à saúde, a sua manutenção por meio de elementos que fortaleçam os fatores benéficos ao indivíduo e, concomitantemente, a recuperação do cliente já acometido por uma doença ou seqüela. Esse trabalho tem como objetivo discutir a respeito dos serviços de assistência domiciliar e a atuação do fisioterapeuta nesse setor seja ela na saúde suplementar ou pública. Trata-se de um trabalho de revisão de literatura elaborado por meio de pesquisas realizadas nas bases de dados: LILACS, PUBMED, SciELO, Google Acadêmico e acervo de livros e revistas da biblioteca da Universidade Vale do Rio Doce. A assistência domiciliar no Brasil atualmente pode ser realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou de forma privada. No sistema público é realizado através do NASF (Núcleo de Apoio a Saúde da Família) e no setor privado é subdividido em suplementar e liberal clássico. O liberal clássico é composto por serviço autônomo. A fisioterapia na assistência domiciliar é de extrema importância para a população, seja ela no setor privado ou pelo SUS (Sistema Único de Saúde). No entanto, foram encontrados poucos estudos sobre fisioterapia domiciliar. Mais estudos se tornam necessários para aumentar as evidências científicas desta forma de atuação. Palavras-chave: Atendimento domiciliar. NASF. Fisioterapia. Reabilitação Abstract: The Home care is a set of ambulatory activities programmed and continued developed at home with actions which seek the preservation from a health problem, its maintenance through elements that strengthens good factors to the person and, at the same time, the recovery of the client already affected by a disease or a sequel. This work has as an objective discuss doubts about the services of home care and the action of the physiotherapist in this sector, whether in the supplemental health or public. This is a work of literature revision done by searches realized, on the websites LILACS, PUBMED, SciELO, Google Academic, and in the collection of books and magazines of the library from Universidade Vale do Rio Doce. The home care in Brazil, nowadays, may be realized by the Unique Health System (SUS) or by the private. In the Public System it is realized through NASF (Center for Family Support), and in the Private it is subsidies in supplemental and liberal classical. The liberal classical is composed by autonomous service and the additional. The physiotherapy in the home care is extremely important for the population both in the private sector and in SUS (Unique Health System). However, few studies were found about the home physiotherapy. More studies are necessary to increase the scientific evidences of this way of action. Keywords: Home Care. Physiotherapy. Rehabilitation

2 INTRODUÇÃO Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), assistência domiciliar é um conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e continuadas desenvolvidas em domicílio. É, portanto, um conjunto de ações que busca a prevenção de um agravo à saúde, a sua manutenção por meio de elementos que fortaleçam os fatores benéficos ao indivíduo e, concomitantemente, a recuperação do cliente já acometido por uma doença ou seqüela (LACERDA et al., 2006). Os termos atendimento domiciliar, assistência domiciliar e atenção domiciliar são empregados no sentido amplo de home care, compreendendo uma gama de serviços realizados no domicílio e destinados ao suporte terapêutico do paciente (FLORIANI e SCHRANM, 2004; TAVOLARI, FERNANDES e MEDINA, 2000), diferentemente da internação domiciliar que é uma oferta de tecnologia e recursos humanos para pacientes em estados mais complexos que demandam assistência semelhante à oferecida no hospital (LACERDA et al., 2006; TAVOLARI, FERNANDES e MEDINA, 2000). O crescimento do atendimento domiciliar (AD) no Brasil é recente, datando da última década do século XX (FLORIANI e SCHRANM, 2004). A primeira forma organizada de assistência domiciliar foi o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU), criado em 1949 (FEUERWERKER e MERHY, 2008). A assistência domiciliar no Brasil atualmente pode ser realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou de forma privada. A difusão desta modalidade de prestação de serviços ocorre tanto no setor privado quanto no setor público, ambos buscando saídas para diminuição de gastos com a internação hospitalar (FLORIANI e SCHRANM, 2004; AMARAL et al., 2001). Hoje, o serviço de assistência domiciliar, ofertado pelo SUS, acontece de forma multiprofissional através do Programa Saúde da Família (PSF). A equipe do Saúde da Família é composta basicamente por um médico de família, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde, podendo ser complementado por um dentista, um auxiliar de consultório dentário e um técnico em higiene dental (MINISTÉRIO DA SAÚDE - A, 2009). Mais recentemente a assistência domiciliar pública passou a contar com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), criado em 2008, podendo contar em sua forma mais completa, com Psicólogo; Assistente Social; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Educador Físico; Nutricionista; Terapeuta Ocupacional; Médico Ginecologista; Médico Homeopata; Médico Acupunturista; Médico Pediatra e Médico Psiquiatra (MINISTÉRIO DA SAÚDE - B, 2009). Já na assistência domiciliar privada a equipe de profissionais que compõe esses serviços é definido por cada empresa. Este tipo de assistência pode ser oferecida por planos de saúde, empresas privadas ou de forma particular. O atendimento fisioterapêutico domiciliar, tanto no setor privado quanto no público, tem como o objetivo melhorar o entendimento da realidade do paciente no ambiente em que ele vive; realizar a prevenção de agravos; fornecer cuidados paliativos e a reabilitação do paciente incapaz de locomover-se até a unidade de saúde (RAGASSON et al., 2006; ALBUQUERQUE e CARVALHO, 2009).

3 3 Porém a literatura é escassa a respeito da atuação da fisioterapia nesse tipo de assistência à saúde. Por esse motivo e também pelo crescimento e eficácia desta modalidade de atendimento, esse trabalho pretende discutir a respeito dos serviços de assistência domiciliar e a atuação do fisioterapeuta nesse setor. 2.0 METODOLOGIA Trata-se de um estudo de revisão de literatura elaborado por meio de pesquisas realizadas nas bases de dados LILACS, PUBMED, SciELO, Google Acadêmico, e no acervo de livros e revistas da biblioteca da Universidade Vale do Rio Doce. Os artigos utilizados foram publicados entre os anos 2000 e 2009 em português e inglês. As palavras-chave utilizadas na busca foram: atendimento domiciliar, NASF, fisioterapia, reabilitação e seus similares em inglês. 3.0 REVISÃO DE LITERATURA 3.1 Atendimento domiciliar público A saúde no Brasil passou por grandes mudanças no final do século passado, com a realização da VIII Conferência Nacional de Saúde em 1986 e posteriormente o surgimento do SUS (Sistema Único de Saúde) em 1988, que surge como uma estratégia descentralizada para a atenção e o cuidado à saúde, baseado nos princípios da universalidade, eqüidade, integralidade e participação da sociedade. Em 1994 o Ministério da Saúde criou o PSF, com o objetivo de reorganizar o modelo de atenção vigente, baseado exclusivamente na doença, desenvolvendo a partir de então um trabalho fundamentado em práticas sanitárias, preventivas e com participação da comunidade (GIACOMOZZI e LACERDA, 2006; TRELHA et al., 2007). Neste sentido e visando melhorar a resolutividade da Atenção Básica o Ministério da Saúde criou o Núcleo de Apoio à Saúde da Família - NASF, com a Portaria GM nº 154, de 24 de Janeiro de 2008, republicada em 04 de Março de O NASF tem como objetivo buscar a interdisciplinaridade, a intersetorialidade, a educação popular, a integralidade, o controle social, a educação permanente em saúde, a promoção da saúde e a humanização (BRASIL, 2008). Os Núcleos de Apoio a Saúde da Família possuem duas classificações: NASF 1, que conta com no mínimo cinco profissionais de formação não coincidentes, e o NASF 2, que conta com no mínimo três profissionais de formação não coincidentes. O fisioterapeuta está inserido em ambos (BRASIL, 2008). O fisioterapeuta, dentro do NASF, é responsável por acolher os usuários que requeiram cuidados de reabilitação, realizando orientações, atendimento, acompanhamento, de acordo com a necessidade e a capacidade instalada do PSF. Dentre suas atribuições encontra-se a assistência domiciliar cujo objetivo é realizar reabilitação, orientações, adaptações e acompanhamento das pessoas que estão impossibilitadas de saírem de casa (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). O fisioterapeuta, assim como os demais profissionais que trabalham no NASF, é contratado por meio de um processo seletivo simplificado, não possuindo vínculo efetivo com o município, estado ou governo federal, apenas um contrato de serviço (BRASIL, 2008). A remuneração no NASF é realizada por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, na qual vinte mil reais são enviados pelo governo federal e o restante é complementado com verba

4 4 municipal. O salário a ser pago a cada profissional é definido por cada município (BRASIL, 2008). 3.2 Atendimento domiciliar privado Os serviços de saúde privados no Brasil são subdivididos em liberal clássico e suplementar (FREITAS, 2006). O subsetor liberal clássico é composto por serviços autônomos, onde os próprios profissionais fazem a captação da clientela e estabelecem os meios de tratamento e remuneração. Esse tipo de atendimento é uma prática muito antiga na fisioterapia ainda bastante presente atualmente, configurando-se como uma alternativa informal de trabalho, bastante lucrativa, segundo Freitas (2006). Na prática observa-se que esta forma de atendimento domiciliar constitui-se uma dos primeiros meios de atuação do profissional recém formado e ainda um grande mercado ao longo de toda sua vida profissional apesar de ser pouco estudado (FREITAS, 2006). Ainda dentro do atendimento privado, existe a saúde suplementar que é composta pelos serviços financiados pelos planos e seguros de saúde, regulados e fiscalizados pela Agencia Nacional de Saúde Suplementar, (ANS) (PIETROBON, PRADO E CAETANO, 2008). No entanto a prática da assistência domiciliar na saúde suplementar, não é regulamentada nem fiscalizada pela ANS, cabendo isso à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) (FRANCO E MERHY, 2008), que por meio da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC nº11, de janeiro de 2006) dispõe sobre as responsabilidades das prestadoras de serviços de assistência domiciliar e sobre o papel da ANVISA em sua fiscalização (BRASIL, 2006). Diferentemente do que acontece no serviço autônomo, na assistência domiciliar privada é relatado que a inclusão do cliente para atendimento fisioterapêutico domiciliar é realizada por meio de indicação médica ou da enfermeira. Posteriormente, juntamente com toda a equipe multiprofissional, incluindo o fisioterapeuta, são avaliadas as possibilidades de inclusão desse cliente na assistência domiciliar e o plano de tratamento a ser seguido (FRANCO E MERHY, 2008; FABRÍCIO et al., 2004). Para regulamentar os honorários do fisioterapeuta existe o Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos, no qual consta para atendimento domiciliar o valor de 250 CHF, sendo que cada CHF vale R$0,30 o que corresponde a R$75,00 cada sessão. Esses valores poderão ser reajustados em até 20% dependendo da região (COFFITO, 2009). Apesar de já ter sido regulamentado pelo COFFITO, este referencial de honorários ainda precisa ser adotado pela ANS. 3.3 Experiências da fisioterapia na assistência domiciliar Independente de qual modalidade de intervenção é praticada no setor público ou no privado, o fisioterapeuta visa à reabilitação do paciente no aspecto funcional por meio de medidas terapêuticas que possibilitem manter a independência para a realização de atividades do dia-a-dia e retorno para atividades de trabalho e lazer (FERNANDES et al., 2008). Em um estudo realizado por Rocha, Paula e Kretzer (2004), no qual foi pesquisada a prevalência de deficiências e incapacidade em um PSF de São Paulo, foi evidenciado que 25% da população atendida eram idosos.

5 5 Com o crescimento da população idosa, a preocupação em relação à capacidade funcional vem surgindo como novo destaque para a estimativa da saúde desse segmento etário. Esse aumento gera maior probabilidade de ocorrência de doenças crônicas e, com isso, o desenvolvimento de incapacidades associadas ao envelhecimento (RICCI, KUBOTA e CORDEIRO, 2005). As doenças reumáticas (artrite, artrose e poliartrite reumática) afetam 50% dos idosos, sendo uma importante causa de sofrimento e restrição de atividades (ARAÚJO e BACHION, 2004) podendo restringir esta população cada vez mais ao domicílio e aumentar a demanda por atendimento fisioterapêutico domiciliar. Em um estudo realizado por Mitchell et al., (2005) 65 pacientes submetidos à artroplastia total de joelho realizaram fisioterapia domiciliar pré e pós operatória. Foram realizados antes da cirurgia técnicas para aumento da flexão e extensão do joelho, alívio da dor, reeducação da marcha e adaptações na casa e nas funções realizadas pelo paciente. Após a cirurgia, além da conduta já adotada foi empregado também técnicas para redução do edema e mobilização de tecidos moles. Como resultado esses paciente tiveram um tempo de recuperação menor, necessitando de menos tempo de reabilitação que o grupo controle. Além das doenças reumáticas, é crescente o número de idosos acometidos por patologias neurológicas. Em um estudo realizado por Felício et al., (2005), foi relatado que um dos objetivos da fisioterapia na reabilitação de pacientes com doenças neurológicas crônicas no domicílio é alcançar maior grau de independência. A motivação do paciente e a aceitação no que diz respeito às alterações do seu estilo de vida são fatores relevantes para o sucesso da reabilitação. A conduta não deve ser restrita ao protocolo de tratamento, mas também a boa avaliação, monitorização do progresso e orientação aos parentes nos cuidados e na convivência com o doente. Pacientes com paralisia cerebral, muitas vezes, demandam assistência domiciliar. Em um estudo realizado por Furtado et al., (2009), sobre um programa domiciliar de fortalecimento muscular com três pacientes com diplegia espástica, foi observado uma melhora na marcha, em subir e descer de escadas, função motora grossa e desempenho funcional. Segundo os pais a participação do programa melhorou a auto-estima dos filhos, que se tornaram mais independentes na realização de tarefas usuais. Parenti et al., (2005), relatam a assistência domiciliar em pessoas que apresentam Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Em seu estudo eles encontraram a presença de déficit motor incapacitante em 41% dos pacientes indicados para o serviço pelo Serviço de Assistência Domiciliar Terapêutica do município de Contagem - MG o que justifica a necessidade de uma intervenção fisioterapêutica. Diante do exposto percebe-se a importância da atuação do fisioterapeuta na realização de atendimentos domiciliares em pacientes portadores de enfermidades crônicas e/ou degenerativas, pacientes acamados ou impossibilitados de sair do domicílio. Os casos de maior complexidade, quando necessário, devem ser encaminhados a serviços especializados (RAGASSON et al., 2006). Segundo Brasil et al., (2005), a atuação do fisioterapeuta na assistência domiciliar, independente da patologia atendida, envolve

6 6 também a abordagem da família e ações de prevenção e promoção à saúde. A proposta do programa é educar e capacitar membros da família para os cuidados com os pacientes no domicílio frisando que a atuação fisioterapêutica em domicílio vai além da atenção direta ao paciente, envolvendo também a família e os cuidadores. (FELÍCIO et al., 2005) No estudo realizado por Felício et al., (2005), envolvendo cuidadores de pacientes neurológicos com e sem suporte fisioterapêutico na assistência domiciliar, constatou-se menor presença de algia e parestesia no grupo de cuidadores que recebiam atendimento fisioterapêutico. Estes cuidadores também afirmaram ter orientações em maior número em comparação ao grupo que não recebia essa assistência. O atendimento domiciliar possibilita ao fisioterapeuta conhecer a realidade na qual o paciente está inserido, podendo adequar a sua conduta e realizar as orientações necessárias, que vão desde orientações de saúde em geral até técnicas de estímulos sensório-motor, termoterapia, cinesioterapia e o uso de próteses e órteses. (TRELHA et al., 2007) 4.0 CONCLUSÃO A atuação fisioterapêutica pode ser desenvolvida em todos os níveis de atenção à saúde, por ter sua abordagem prática voltada para a prevenção, o tratamento e a reabilitação de distúrbios cinéticos funcionais. A fisioterapia na assistência domiciliar é de extrema importância para a população, seja ela no setor privado ou pelo SUS visando uma saúde mais plena e humanizada. No entanto, foram encontrados poucos estudos sobre fisioterapia domiciliar. Mais estudos se tornam necessários para aumentar as evidências científicas desta forma de atuação. 5.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE, M., A.,L.; CARVALHO, V., C.,P. O Papel do Fisioterapeuta no Programa Saúde da Família. Revista Inspirar, Curitiba, v. 1, n. 2, p , AMARAL, N., N.; CUNHA, M., C., B.; LABRONICI, R., H., D., D. et al. Assistência Domiciliar à Saúde (Home Health Care): sua História e sua Relevância para o Sistema de Saúde Atual. Revista Neurociências, São Paulo, v. 9, n. 3, p , ARAÚJO, L., A., O.; BACHION, M., M. Programa Saúde da Família: perfil de idosos assistidos por uma equipe. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 57, n. 5, p , BRASIL, A.C.O.; BRANDÃO, J.A.M.; SILVA, M.O.N. et al. O papel do fisioterapeuta do programa saúde da família do município de Sobral - Ceará. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, Fortaleza, v. 18, n. 1, p. 3-6, disponível em: < Acesso em: 20 de setembro de BRASIL. Portaria 154, de 24 de Janeiro de Cria os Núcleos de Apoio ao Saúde da família NASF, Brasília, DF. Disponível em: <http://dtr2004.saude.gov.br/dab/docs/legislacao/ portaria154_04_03_08_re.pdf>. Acesso em: 25 de setembro de BRASIL. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n 11, de Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Funcionamento de Serviços que Prestam Atenção Domiciliar, Brasília, DF. Disponível em: <http://elegis.anvisa.gov.br/leisref/public/showact.php?id =20642&word>. Acesso em: 30 de setembro de CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Resolução COFFITO nº. 367, de 20 de maio de Adota o Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos como padrão mínimo remuneratório-deontológico para o exercício profissional do Fisioterapeuta, Brasília, DF. Disponível em: <http://www.coffito.org.br/conteudo/con_view.asp?secao=32>. Acesso em : 17 de novembro de 2009.

7 7 FABRÍCIO, S. C. C; WEHBE, G.; NASSUR, F. B. et al. Assistência domiciliar: a experiência de um hospital privado do interior paulista. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 12, n. 5, p , FELÍCIO, D. N. L.; FRANCO, A. L. V.; TORQUATO, M. E. A. et al. Atuação do fisioterapeuta no atendimento domiciliar de pacientes neurológicos: a efetividade sob a visão do cuidador. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, Fortaleza, v. 18, n. 2, p , disponível em: <http://www.unifor.br/rbps>. Acesso em: 20 de setembro de FERNANDES, B. G.; BARBOSA, S.F.; TERGILENE, T. K. O. et al. Abordagens domiciliares da fisioterapia na atenção básica: revisão de literatura f. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Fisioterapia) - Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade Vale do Rio Doce. Governador Valadares, FEUERWERKER, L.C.M.; MERHY, E.E. A Contribuição da atenção domiciliar para a configuração de redes substitutivas de saúde: desinstitucionalização e transformação de práticas. Rev. Panamericana de Salud Pública, v. 24, n. 3, p , FLORIANI, C. A.; SCHRAMM, F. R. Atendimento domiciliar ao idoso: problema ou solução? Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 4, p , FRANCO, T.B.; MERHY, E. E. Atenção domiciliar na saúde na saúde suplementar: dispositivos da reestruturação produtiva. Revista Ciência e Saúde Coletiva, Manguinhos, v. 13, n. 5, p , Disponível em: < c&pid= &lng=pt&nrm=iso >. Acesso em: 22 de agosto de FREITAS, S. M. A atenção básica como campo de atuação da fisioterapia no Brasil: as Diretrizes Curriculares resignificando a prática profissional f. Monografia ( Doutorado em Política, Planejamento e Administração em Sáude) Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, FURTADO, C. R. S.; VAZ, V. D.; MANCINI, C. M. et al. Programa domiciliar de fortalecimento muscular em adolescente com diplegia espástica. Revista Fisioterapia em Movimento, Curitiba, v. 22, n. 3, p , GIACOMOZZI, C., M.; LACERDA, M., R. A prática da assistência domiciliar dos profissionais da Estratégia de Saúde da Familia. Revista Texto e Contexto de Enfermagem, Santa Catarina, v. 15, n. 4, p , LACERDA, M.R.; GIACOMOZZI, C. M.; OLINISKI, S. R. et al. Atenção à Saúde no Domicílio: modalidades que fundamentam sua prática. Revista Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 15, n. 2, p , Disponível em: <http://www.apsp.org.br/saudesociedade/index.a spx>. Acesso em: 22 de agosto de MINISTERIO DA SAUDE - B. Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Departamento de atenção básica, Brasília, DF. Disponível em: <http://dtr2004.saude.gov.br/dab/nasf.php>. Acesso em: 20 de setembro de MINISTÉRIO DA SAÚDE - A. Atenção básica e a Saúde da Família. Departamento de atenção básica, Brasília, DF. Disponível em: < hp#equipes>. Acesso em: 20 de setembro de MITCHELL, C.; WALKER, J.; WALTERS, S. et al. Costs and effectiveness of pre- and postoperative home physiotherapy for total knee replacement: randomized trial. Journal of Evaluation in Clinical Practice, v. 11, n. 3, p , PARENTI, C., F.; PEREIRA, L., M., R.; BRANDÃO, Z., S. et al. Perfil dos pacientes com AIDS acompanhados pelo Serviço de Assistência Domiciliar Terapêutica do Município de Contagem, Estado de Minas Gerais, Brasil, Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 14, n. 2, p , PIETROBON, L.; PRADO, M. L.; CAETANO, J.C. Saúde Suplementar no Brasil: o papel da Agência Nacional de Saúde Suplementar na regulação do setor. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 18, n. 4, p , Disponível em: <ttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issueto c&pid= &lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20 de setembro de RAGASSON, C. A. P.; ALMEIDA, D. C. S.; COMPARIN, K. et al. Atribuições do fisioterapeuta no Programa de Saúde da Família: reflexões a partir da prática profissional. Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Região 5, Rio Grande do Sul, Disponível em: <http://www.crefito5.com.br/web/downs/psf_ado_ fisio.pdf>. Acesso em: 01 de outubro de 2009.

8 8 RICCI, A. N.; KUBOTA, T. M.; CORDEIRO, C. R. Concordância de observações sobre a capacidade funcional de idosos em assistência domiciliar. Revista Saúde Pública, São Paulo, v. 39, n. 4, p , ROCHA, E., F.; PAULA, A., R.; KRETZER, M., R. O estudo de prevalência de deficiências e incapacidades como instrumento de planejamento das atividades de atenção à saúde e reabilitação no Programa Saúde da Família. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, São Paulo, v. 15, n. 1, p. 1-10, TAVOLARI, C., E., L.; FERNANDES, F.; MEDINA, P. O desenvolvimento do Home Health Care no Brasil. Revista de Administração em Saúde, São Paulo, v. 3, n. 9, p , TRELHA, C. S.; SILVA, D. W.; ILDA, L. M. et al. O fisioterapeuta no programa de saúde da família em Londrina (PR). Revista Espaço para a Saúde, Londrina, v. 8, n. 2, p , Disponível em: <http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v8n2/ar t%203%20_v8%20n2_.pdf>. Acesso em : 22 de agosto de 2009.

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