PORTARIA NORMATIVA no /PR

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1 PORTARIA NORMATIVA no /PR o Presidente do Instituto de Assist~ncia dos Servidores do Estado de Goias - IPASGO, no uso de suas atribuiyoes legais e regimentais, e, Considerando que a finalidade precipua do IPASGO eo pronto e eficaz atendimento dos seus usuarios por sua rede de entidades credenciadas; Considerando a manuteny80 da politica de constante melhoria e ampliay80 dos serviyos disponibilizados aos usuarios do sistema assistencial; Considerando 0 regime juridico-administrativo a que se submete 0 IPASGO. no exercicio de sua atribuiy80 legal, notadamente 0 princlpio da impessoalidade; Considerando 0 teor da solicitac;80 e as sugestoes constantes do Memorando no /DAS/DS da Diretoria de Assist~ncia ao Servidor, fundamentando a necessidade de implanta980 do Programa de Reabilita~ao e Cuidados Especiais - PRCE. estruturado em diferentes formas de atendimentos extra-hospitalares; Considerando que a Oiretoria do IPASGO pauta sua atua980 na permanente busca pelo equilibrio entre receitas e despesas; Considerando, ainda, a necessidade de cumprimento da norma NBR ISO 9001 :2008, estabelecida pelo Sistema de Gestao da Qualidade - SGQ -, RESOLVE Art. 1 Fica Instituido 0 Programa de ReabilitaC;80 e Cuidados Especiais - PRCE, no ambito do Ipasgo, estruturado em diferentes formas de atendimentos extra-hospitalares. como 0 Gerenciamento de Doenyas - GO -. e Gerenciamento de Casos Cr6nicos - GC, Interna980 Domiciliar - Home Care, Cuidados Paliativos - CP e Atendimento Domiciliar em Terapias Complementares, descritos nesta Portaria, Paragrafo unico. 0 PRCE sera desenvolvido com fundamento nos seguintes procedimentos e princrpios basicos: I - reavaliayoes mensais de acordo com pianos de cuidado para manutenc;8o ou alta do programa; II - avaliay80 dos indicadores adotados; III - utiliza980 do prontuario eletronico; IV - ViS80 clara dos objetivos da assist~ncia; V - comunica98o e interay80 do prestador, Ipasgo, paciente e familia; VI - papeis definidos do prestador e familia; VII - prazos previamente definidos; VIII - consentimento do usuario ou familia para a presta980 dos serviyos nos moldes estabelecidos na presente Portaria e demais atos regulamentares pertinentes. Disposi90es Gerais para Execu9ao do PRCE Art. 2 Para credenciar-se como prestador de serviyos do Programa de Reabilitacao e Cuidados Especiais - PRCE, os interessados deverao apresentar os documentos previstos no Regulamento Geral do Sistema de Credenciamento do Ipasgo. alem da lista atualizada de seu corpo clinico, bem como dos equipamentos medicos. Art. 3 Alem das Iicenyas exigidas pelos 6rgaos sanitarios competentes, 0 credenciamento dependera de aprovayao previa da Diretoria de AssistEmcia ao Servidor que avaliara cas a caso, mediante visita previa e a conformidade da documentayao apresentada.

2 ... or'... ""..",' GOVERNODE, Faundo 0melhorpra 'Iod. Oas Oisposic;oes Gerais para Execuc;ao dos Programas de Gerenciamento de Ooenc;as - GO e de Casos Cronicos - GC Art. 4 0 programa de GO e GC instituldo nesta Porta ria Normativa consiste no monitoramento do usuario do Ipasgo que, ap6s avaliac;ao, for considerado paciente cr6nico, por equipe especffica, composta por medicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais que se fizerem necessarios e sera executado por prestador de servic;o credenciado junto ao Ipasgo. Art. 5 Os pacientes eleglveis para 0 GO e GC sao usuarios ativos do Sistema Ipasgo Saude, com idade superior a 60 (sessenta) anos, ou classificados em qualquer nlvel de doenc;a cr6nica nao transmisslvel ou com hist6rico de custo medio mensal nos ultimos 12 (dose) meses superior a R$ ,00 (dez mil reais). Art. 6 A Oiretoria de Assisti'lncia ao Servidor - OAS, e responsavel pela aprovac;ao de Iistas de usuarios eleglveis, contendo lotes com no maximo 200 (duzentos) a indivlduos que serao submetidos a avaliac;ao inicial e c1assificac;ao. A Oiretoria de Gestao, Planejamento e Financ;as - OGPF, emitira parecer com referencia a capacidade e viabilidade financeira para a execuc;ao da correspondente despesa. Oa Avaliac;ao Inicial e Classificac;ao de Usuarios Elegiveis ao GO e GC Art. 7 Os usuarios eleglveis serao avaliados por meio de escalas que identifiquem os fatores de risco e a mensurac;ao de gravidade das comorbidades, mediante utilizac;ao dos seguintes indicadores: I - antecedentes pessoais e familiares; II - habitos pessoais, hist6rico de saude; III - funcionalidade e grau de dependi'lncia (escalas de Katz e Pfeffer); IV - risco de ulcera por pressao (Braden); V - risco de internac;6es hospitalares (Pakala); VI -classificac;ao de risco cardiovascular (Framingham), para diabeticos, hipertensos, asmaticos e portadores de OPOC. 1 Como resultado da avaliac;ao inicial serao produzidas as classificac;6es dos usuarios eleglveis ao ingresso no programa de acordo com 0 respectivo Plano de Cuidados e os termos desta Porta ria. 2 Para os efeitos da presente normativa 0 Plano de Cuidados e formulario individual para registro do diagn6stico das patologias identificadas, definic;6es de acompanhamento e intervenc;6es necessarias a prevenc;ao e reabilitac;ao do paciente. 0 Plano de cuidados e documento imprescindlvel ao inlcio da prestac;ao dos servic;os. 3 A aprovac;ao da Classificac;ao dos usuarios nos respectivos grupos (GO e GC) e Plano de Cuidados, pelo Ipasgo, indicara a permissao para inlcio do atendimento. Art. 8 A mudanc;a do paciente de um nlvel de classificac;ao para outro, tanto para progressao quanta para regressao, somente sera efetivada ap6s aprovac;ao da Coordenac;ao de Auditorias em Gerenciamento de Cr6nicos (COAGC). Art. 9 A adesao ao programa e facultativa e dependera da manifestac;ao expressa do segurado ou de um familiar responsavel mediante assinatura do Termo de Adesao, que e 0 documento imprescindlvel ao inicio da prestac;ao dos servic;os e sera apresentado no mes subsequente ao mes de inicio dos atendimentos. Paragrafo unico. Todos os dados pertinentes aos usuarios elegiveis, desde ~O Avaliac;ao Inicial, serao continuamente disponibilizados ao Ipasgo,.em meio eletr6nico. ffi MISSAO (j~renciar. de forma rflcleflle ~ ~ficaz. urn I5I~11\3 de as.:.islenc.1a i saude buscando. na boa r~ com 05 ~ad0r5. a sausfi Io!k 5aJS usuanos (rev t8jtl7/1j) INSTITUTO DE ASSIS CIA DO SERVIDORE PUBLICOS DO ESTADO DE -IPASGO Av. Pnmclra RadIal, no Selor Pedro Ludovico - CEP Goidnia IGO. PABX: (62) \\w\dnasgogo gq\'br

3 1=,lpas,.,,,... O{ l~...,,,.,... GOVERNODE, Faundo 0 mtlhorpra vocf. Art. 10 As dalas dos evenlos de inclusao, alia, desislencia e falecimenlo de pacienles deverao, necessariamenle, ser regislradas nos pronluarios individuais. Cabera a COAGC a confirma9ao das dalas dos evenlos. Paragrafo unico. As guias com regislro de que 0 usuario/pacienle nao complelou os 30 dias de acompanhamenlo, serao aplicadas glosa parcial, conlabilizada conforme alendimenlos realizados ale a dala do evenlo informado. Art. 11 No caso de guia em que a juslificaliva de alendimenlo ocorreu por indisponibilidade ou nao auloriza9ao do usuario, sera aplicada glosa parcial, conlabilizada conforme alendimenlos efelivamenle realizados. Nas reincidencias, os casos serao reavaliados e reclassificados e se for 0 caso, levara ao desligamenlo do usuario do programa, conforme defini9ao em parecer da audiloria. Art. 12 A ocorrencia de inlerna9ao dos usuarios em acompanhamento nos termos desta Portaria Normaliva implica no desligamento do programa ate a finaliza9ao do referido evento. Panigrafo unico. A Empresa sera comunicada da ocorrencia pela COAGC e a conlinuidade do acompanhamento ap6s alia hospitalar sera definida pela COAGC. Art. 13 Considerando que cada usuario incluldo no programa requer acompanhamenlo diferenciado, e de acordo com as respectivas necessidades, fica eslabetecido que a carteira de pacienles de cada empresa credenciada sera gerenciada observando os procedimenlos abaixo detalhados: I - Os recursos basicos serao definidos conforme c1assifica90es e plano de cuidados; II - acompanhamento mensai de enfermagem para lodos os usuarios elegiveis; III - nos Gerenciamentos GC1, GC2 e GC 3 as previsoes de recursos basicos serao discriminadas por especialidades (medicos, fonoaudi610gos, psic610gos, fisioterapeulas e nutricionistas) na sua tolalidade e serao reservados alendimentos prevenlivos e de inlerven9ao, de acordo com as necessidades individuais, definidas nos respectivos Pianos de Cuidados; IV - necessidade de visita/sessao adicional de medico, enfermagem e equipe inlerdisciplinar serao avaliados previamente pelo prestador e COAGC; V - curativos e terapia medicamenlosa (endovenosalintramuscularlsubcutanea) poderao ser realizados conforme auloriza9ao e serao remunerados conforme demanda. Pan3grafo unico. 0 Programa de Gerenciamenlo de Casos nao inclui 0 fornecimenlo de material, medicamento, loca9ao de equipamenlo e rem09ao de pacienles. Art. 14 A remunera9ao pela presla9ao dos servi90s de Gerenciamenlo de Doen9as (Casos 1, 2 e 3), da Assislencia Domiciliar (Nlveis A, B e C) e Cuidados Paliativos sera tratada de forma individualizada e particular, seguindo os parametros estabelecidos, observados os valores discriminados no Anexo unico desla Porta ria Normativa. Art. 15 Quando da ocorrencia de glosas serao consideradas as previsoes de recursos em sua totalidade nas seguintes areas: medicos, psic610gas, nutricionisla, fisiolerapeutas e fonoaudi610gos, observada a seguinte propor9ao: % Servi90s Executados % Glosa 100% (cem por cenlo) 90% (navenla por cenlo) 10% (dez por cenlo) 50% (cinquenla por cenlo) 50% (cinquenla por cento) Paragrafo unico. Nos casos especificos em que 50% (cinquenta por cento) d~s servi90s, ou menos, fai executado, a empresa sera chamada a preslar esclarecimentos e podera se descredenciada por descumprimento do conlralado. MISSAQ Gc:rencmf. de fomla eficlente c d;cnz.. urn Sistema de asslslencia asaudi:' buscnndo. "" boa rcla 30 com os esladort:s. 8 S811Sfi 110 de scus usu:lnos. (rev. I8f INSTITUTO DE ASSIST NCIA DO SERVIDORES I'UBLICOS DO ESTADO DE IPASGO Av. Primeira Radial SClOr Pedro Ludovico - CEP Goilblia IGO - PABX: (62)

4 ... ~, 0\"1... "",..,' GOVER NO OE, Fazrndo 0 melhorpra vod. Do Gerenciamento de Doenc;as - GD Art. 16 Para os efeitos desta Portaria Normativa 0 gerenciamento de doenc;as e "um sistema de intervenc;oes e de comunicac;oes coordenadas de cuidados de saude para populac;oes, com condic;oes nas quais os esforc;os de auto cuidados sao significativos" segundo definic;ao da Disease Management Association of America. 1 0 Gerenciamento de Doenc;as - GD e destinado aos pacientes portadores de doenc;as cronicas sem lesao de 6rgao alvo e totalmente independentes para atividades de vida diaria e, tem como objetivo a prevenc;ao da evoluc;ao das doenc;as preexistentes. alem da identificac;ao dos fatores de riscos de novas comorbidades, cuja atuac;ao dar-se-a pela promoc;ao da saude com foco no auto cuidado e modificac;ao do estilo de vida. 2 Os usuarios serao avaliados por meio de escalas para identificac;ao dos fatores de risco e mensurac;ao da gravidade das comorbidades dos pacientes eleglveis para 0 programa. Para classificac;ao dos riscos e complexidade serao adotados os seguintes indicadores: I - antecedentes pessoais e familiares; II - habitos pessoais, hist6rico de saude; III - funcionalidade e grau de dependencia (escalas de Katz e Pfeffer); IV - risco de ulcera por pressao (Braden); V - risco de internac;oes hospitalares (Pakala),; VI - classificac;ao de risco cardiovascular (Framingham), para diabeticos, hipertensos, asmaticos e portadores de doenc;a pulmonar obstrutiva cronica. indicadores: 3 A efetividade do programa sera mensurada mediante adoc;ao dos seguintes I - taxa de sedentarismo; II - taxa de adesao a dieta; III - taxa de queda de tabagismo; IV - taxa de obesidade; V - taxa de alcoolismo. 4 0 atendimento ora regulamentado sera indicado para os pacientes portadores de mais de uma doenc;a cronica, sem lesao de 6rgao alvo, totalmente independentes para atividades de vida diaria e que necessitam do acompanhamento para garantir a adesao ao tratamento, evitando a progressao das doenc;as. 5 0 acompanhamento sera realizado por equipe multidisciplinar, definida a partir da avaliac;ao inicial, quando sao identificados os principals fatores de riscos, com previsao de recursos basicos para a assistencia composta por: I - enfermeiro: uma visita inicial de avaliac;ao; II - equipe interdisciplinar (enfermeiro ou fisioterapeuta ou nutricionista ou fonoaudi610go ou psic610go ou terapeuta ocupacional): uma visita mensal de membro da equipe, devendo haver 0 apontamento dos seguintes exemplos que indicam os grupos de riscos com 0 respective profissional indicado para 0 seguimento cllnico: a) diabetico - nutricionista; b) portador de doenc;a pulmonar obstrutiva cronica - DPOC/asma - fisioterapeuta; c) cardiopata - enfermeiro. 6 Para os pacientes inscritos no PRCE sera disponibilizado acompanhamento telefonico mensal, reavaliac;ao semestral e tele-orientac;ao por membro de equipe especializada. Do Gerenciamento de Casos Cronicos GC Art Gerenciamento de Casos CrOnicos e um processo cooperativo que diagnostica, planeja, implementa, coordena, monitora, orienta e avalia opc;oes e servic;os, de acordo com as necessidades de MISSAO G~mle,ar. d~ ronna ~fie'enl~ ~ cficaz. urn S'Sl~ll1a <k ass1slinc.ja i saudc buscando. rnl boa rei Ao com os est3d0re5. a saus Ao de SClLS 1l5uin05 (rev 1&'07/13) INSTITUTO DE ASSIST NCIA DOS SERVIDORE PUBLICO DO ESTADO DE -IPA GO Av. Priml::ira Radial, n.o ClOr Pedro Ludovico - CEP Goidnia IGO PABX: (62) br

5 1~lpas... 0 / " \', I.../"...". GOVERNO DE, Faztndo 0 mtlhor pra yoel. saude de uma pessoa, por meio de um plano de cuidados especfficos e individualizados a fim de promover resultados custolefetivos e de qualidade. 1 0 Gerenciamento de casos e indicado aos pacientes portadores de doen~as cronicas que, por descompensa~oes frequentes, utilizam de forma inadequada os recursos de saude disponfveis e sao responsaveis pela maioria das despesas medico assistenciais. 2 0 acompanhamento permanente por equipe multiprofissional de saude e de cuidadores bem treinados permitira antecipar e prevenir complica~oes, motivar os pacientes para 0 autocuidado, promovendo melhoria da qualidade de vida e redu~ao dos custos assistenciais a curto prazo. 3 Para classifica~o dos riscos e complexidade serao utilizados os seguintes indicadores: I - antecedentes pessoais e familiares; II - Mbitos pessoais, hist6rico de saude; III funcionalidade e grau de dependencia (escalas de Katz e Pfeffer); IV - risco de ulcera por pressao (Braden); V - risco de interna~oes hospitalares (Pakala); VI - c1assifica~ao de risco cardiovascular (Framingham), para diabeticos, hipertensos, asmaticos e portadores de OP~C. 4 Para assegurar 0 exito do programa sera realizada pesquisa especffica ao conhecimento do perfil da carteira de usuarios monitorados, alem do acompanhamento dos indicadores. Art. 18 Ap6s avalia~ao dos pacientes, sera realizada uma analise preliminar da popula~ao a ser assistida, mediante relat6rio especifico, que devera conter os seguintes dados: I - perfil epidemiol6gico conforme: a) sexo; b) idade; c) escolaridade. II - perfii clfnico conforme: a) distribui~ao por doen~as; b) numero de patologias por indivlduos; c) numero de medicamentos por indivlduos. III - mudan~a de estilo de vida: a) percentual de sedentarismo; b) percentual de adesao a dieta; c) percentual de queda de tabagismo; d) percentual de obesidade; e) percentual de afcoolismo; f) avalia~ao por parte dos pacientes, acerca da pr6pria saude; g) fndice de massa corporal. Art. 19 A efetividade do programa sera mensurada por meio do acompanhamento dos seguintes indicadores: I - de acompanhamento: a) idas ao PA (Posto de Atendimento); b) interna~ao clfnica/cirurgica; c) interna~ao em Centro de Terapia Intensiva. II - eventos adversos: a) taxa de infec~ao; b) taxa de quedas; c) taxa de lesao cutanea; d) taxa de 6bitos totais; e) taxa de 6bitos domiciliares. MISSAO Ger~nc13r. de forma diclente c: eficaz. urn sistema de ll5slslenc'8 asalkk buscando. na boa rei com os estadores. II Slllisfi de stu5 L1Suinos rev I 01,13 I STiTUTO DE ASSI T NCIA DO SERVIDORES PUBLICO DO ESTADO DE -IPA GO Av. Pnmeira Radial, n. D Setar Pedro Ludo\,jco - CEI) Goifulia IGO - PABX: (62) W\\'\\',ipn.;;go.gQ.go\'.br

6 ..., \ '. 0 / ',..,...,,' 1\ GOVERNOOE, Fazendo 0 melhor pra voce. Art. 20 Considerando a complexidade e os indicadores para a classificayllo dos riscos, serllo criados tres nlveis de atendimento para os pacientes, denominados GC1,GC2 e GC3. Do Gerenciamenlo de Casos 1 - GC1 Art Gerenciamento de Casos 1 e destinado aos portadores de doenyas cronicas estaveis, sendo frequentemente idosos ou adultos com pequena sequela neurol6gica, demencia em fase inicial ou demais comprometimentos da sua saude que: I - necessitem de monitoramento menos intensivo, dependentes parciais ou sllo independentes de seus Cuidadores; II - possuem pouca dificuldade de acesso a rede de atenyllo; III - apresentam hist6rico de internayoes sucessivas de curta durayllo, evitaveis; IV - geram repetiyllo de procedimentos e exames; e, V - sllo pacientes e cuidadores desinformados sobre os cuidados necessarios para prevenir a exacerbayllo da doenya. 1 A previsllo de recursos basicos para a assistencia sera de: I - medico: uma visita inicial de avaliayllo e visitas trimestrais de acompanhamento; II - enfermeiro: uma visita inicial de avaliayllo e visitas mensais de acompanhamento; III - equipe interdisciplinar (fisioterapeuta ou nutricionista ou fonoaudi610go ou psic610go ou terapeuta ocupacional) - uma visita mensal de membro da equipe, definido conforme plano de cuidados individualizado. 2 Para os pacientes do GC1 sera disponibilizado 0 acompanhamento telefonico mensal, reavaliayllo semestral e tele-orientayllo. Do Gerenciamenlo de Casos 2 - GC2 Art Gerenciamento de Casos 2 e destinado aos portadores de doenyas cronicas com lesllo de 6rgllo alvo, sendo frequentemente idosos frageis ou adultos com sequela neurol6gica, demencia em fase intermediaria e sem uso de dispositivos ou demais comprometimentos da sua saude que: I - necessitem de monitoramento intensivo; II - sejam dependentes parciais de seus cuidadores e que por esta condiyllo tem consideravel dificuldade de acesso a rede de atenyao; III - apresentam hist6rico de internayoes sucessivas evitaveis, que geram repetiyllo de procedimentos e exames invasivos;e IV - apresentam infecyoes de repetiyllo. 1 A previsllo de recursos basicos para a assistencia sera de: I - medico: uma visita inicial de avaliayllo e visitas bimestrais de acompanhamento; II - enfermeiro: uma visita inicial de avaliayllo e visitas mensais de acompanhamento; III - equipe interdisciplinar (fisioterapeuta ou nutricionista ou fonoaudi610go ou psic61ogo ou terapia ocupacional) - duas visitas mensais um membro da equipe, definido conforme plano de cuidados individualizado. 2 Para os pacientes do GC2 sera disponibilizado 0 acompanhamento telefonico mensal, reavaliayllo semestral e tele-orientayllo. Do Gerenciamenlo de Casos 3 - GC3 Art Gerenciamento de Casos 3 e destinado aos portadores de doenyas cronicas de dificil contrale, com lesllo de 6rgllo alvo, que: I - sejam dependentes totais de seus cuidadores, com uso de dispositivos e dificuldade de 9~ acesso a rede; 2\ MlssAo Germcmr. de ronna efkltnle e eficaz. WIl sistema de 8SS1S1CncIA asaudi: buscando. na boa rdl Ao com 05 prestadors. a 58Usr!t 30 de se\i$ usuarios. (rev 1&07/13) I STITUTO DE AS ISTENCIA DOS SERVIDORE PUBLICOS DO ESTADO DE IPASGO Av. Primcira Rodinl, Selor Pedro Ludovico - CEP Goil\nia IGO PABX: (62)

7 1=,lpas O(. ~~I:.~..."".,. GOVERNODE, fazendo 0 melhor pra vod. II - apresentam hist6rico de internacoes sucessivas evitaveis, que geram repeticao de procedimentos e exames invasivos; III - receberam alta recente, estao estaveis, com quadro cllnico delicado e com alto risco de descompensacao. 1 A previsao de recursos basicos para a assistt'!ncia sera de: I - medico: uma visita inicial de avaliacao e visitas mensais, conforme plano de cuidados; II - enfermeiro: uma visita inicial de avaliacao e visitas mensais de acompanhamento; III - equipe interdisciplinar (fisioterapeuta ou nutricionista ou fonoaudi610go ou psic61ogo ou terapeuta ocupacional) - trt'!s visitas mensais de membro da equipe, definido conforme plano de cuidados individualizado. 2 Na execucao do Programa de Gerenciamento de Casos serao observados, ainda, os seguintes procedimentos, acoes e ou providt'!ncias: I - disponibilidade de medico e enfermeiro para intercorrt'!ncias - Plantao 24f7; II - os recursos basicos serao definidos individualmente conforme plano de cuidados; III - visita/sessao adicional de medico, enfermagem e equipe interdisciplinar serao remuneradas conforme a demanda; IV - curativos e terapia medicamentosa (endovenosalintramuscular/subcutilnea) poderao ser realizados conforme autorizacao e serao remunerados conforme demanda. 3 Sera disponibilizado, para estes pacientes, acompanhamento telef6nico mensal, reavaliacao semestral e tele-orientacilo. 4 0 Programa de Gerenciamento de Casos nao inclui 0 fornecimento de materiais, medicamentos, 10caCao de equipamentos e remocao de pacientes. Oa avaliacao semestral GO e GC Art. 24 Os usuarios em acompanhamento no programa, serao reavaliados a cada semestre, pela empresa credenciada, que indicara, conforme 0 caso, sugestao de alta, continuidade, mudanca no tipo de acompanhamento ou migracao para outro programa, devendo a COAGC realizar a averiguacao/auditoria da reavaliacao e produzir os documentos para conhecimento do usuario, do credenciado e da Oiretoria de Assistt'!ncia de Saude. Oa Internacao Domiciliar - HOME CARE Art. 25 Trata-se de um processo de internacao em ambiente domiciliar, por tempo preestabelecido ou estimado, destinado a pacientes com incapacidade temporaria ou perrnanente, que necessitam de cuidados de equipe multidisciplinar, sendo estabelecido que 0 conjunto de atividades desenvolvidas pelos profissionais devera ser sempre supervisionado pela equipe medica. 1 A triagem de usuarios eleglveis para a internacilo em ambiente domiciliar denominada Home Care, devera obedecer os seguintes criterios: I - usuario hospitalizado e de longa permant'!ncia (mais de 15 dias) e acamados e totalmente dependentes com incapacidade temporaria ou definitiva para a atividade de vida diaria; II - estabilidade cllnica para se manter em casa; III - residir na area de abrangt'!ncia (Goiilnia, Aparecida de Goiilnia, Trindade e Anapolis); IV - necessita cuidados de vida, continuos e diarios e/ou monitorizacilo por pessoa treinada na area de saude. 2 Os pacientes eleglveis ao Home Care deverao ser classificados seguindo-se as normas editadas pela AssociaCao Brasileira de Medicina Domiciliar - ABMID -, conforme escalonamento abaixo: 9~ I - baixa complexidade - Plantao de tecnico de enfermagem 6H; f5\ MIS Ao GcrenCl3r. de roftrul diclt'nlc e cficaz.. urn sisletna de assistenck'l $Dude buscando, na boa rdo1 OO com os PJ!S!adofes. a safisr8!o de sew; USUiinos (rev ) lnstituto DE ASSISTENCIA DOS SERVlooRES "UBLICOS 00 ESTADO DE GOIA - IPASGO Av Primeira Radinl. n.(i Setor Pedro Ludovico - CEP 74820~300 - Goidnia / 0 ~ PABX: (62) WWW,lpasgo.go gov br

8 ,...,... 0 ",t; ',."".,.",' II - media complexidade - Plantao de tecnico de enfermagem 12H; III - alta complexidade - Plantao de tecnico de enfermagem 24H. GOVERNO DE, Fazendo 0 melhof pra vod. famllia/cuidador; 3 Das etapas para admissao do paciente no Home Care: I - relat6rio e consentimento do medico assistente para encaminhamento ao Home Care; II - consentimento do paciente e/ou familia do usuario. Identificacao do interlocutor da III - avaliacao de complexidade pela auditoria medica e de enfermagem do Ipasgo; IV - comunicac1lo a empresa para fazer avaliacao e orcamento; V - avaliacao das condicoes do domicilio, de acessibilidade, seguranca do elaboracao do plano terapeutico pela empresa credenciada. local e 4 as pacientes serao mensalmente reavaliados pelas equipes do Ipasgo e empresa credenciada para adequacao dos recursos necessarios a realizacao da assistencia domiciliar. seguintes: 5 as indicadores estabelecidos para acompanhamento na assistencia domiciliar sao os I - percentual de pacientes de baixa, media e alta complexidade; II - taxa de alta e de internacoes hospitalares; III - taxa de 6bitos domiciliares; IV - taxa de infeccao; V - taxa de ulcera por pressao; VI - taxa de queda; e, VII - custos monetarios mensais. Art. 26 a Plano de Cuidados mensai do paciente deve ser individualizado e disponibilizado eletronicamente pela empresa, para visualizac1lo pela auditoria do Ipasgo. Art. 27 As autorizacoes para realizacao dos orcamentos de internacao domiciliar serao distribuldas de forma isonomica para cada prestador, respeitando a ordem de autorizacao e nlveis de complexidade, devendo, obrigatoriamente, ser encaminhadas para avaliac1lo dos auditores medicos da Gerencia de Auditoria de Procedimento. O 10 Ap6s autorizacao do orcamento, a Coordenacao de Auditoria em Atencao Domiciliar solicitara a empresa contratada, 0 envio do Plano de Cuidados mensal, bem como do termo de adesao assinado pero responsavellegal. 2 A autorizacao para 0 inlcio do atendimento domiciliar sera efetivada ap6s a avaliacao da pertinente documentacao solicitada pela Coordenacao de AUditoria em Atencao Domiciliar. Art. 28 A previs1lo de recursos basicos para a assistencia domiciliar sera realizada conforme 0 nlvel do paciente, sendo que 0 Nivel A contara com: I - tecnico de enfermagem - 6h (seis horas) por dia; II - medico - visitas mensais, conforme plano de cuidados; III - enfermeiro - visita inicial de avaliac1lo e visitas semanais de acompanhamento; IV - equipe interdisciplinar (enfermeiro ou fisioterapeuta ou nutricionista ou fonoaudi610go ou psic610go ou terapia ocupacional) - duas visitas semanais por um membro da equipe. 1 Aos pacientes da assistencia domiciliar do Nivel A sera disponibilizado acompanhamento telef6nico mensal, reavaliac1lo semestral e tele-orientacao. 2 Para acompanhamento dos pacientes do Nlvel A de assistencia serao disponibilizados os seguintes equipamentos, para realizac1lo dos procedimentos pertinentes a assiste'!ncia domiciliar: I - ambu com mascara; II - aparelho de aspiracao; III - aparelho de para afericao de pressao arterial; IV - cama hospitalar; MI sao Gerenc.ar. de room eric.enle e efica7.. urn SI$lerna de 3SSIS(rnCla Ii $Jude bu.scando. na boa relas:ao com 05 prestadorts. 8 salisrac!o de sew: usuanos. (rev ) INSTITUTO DE ASSI TE CIA DOS SERVIDORE PUBLICO DO ESTADO DE GoIA -IPASGO Av. Primeim Radial Selor I)edro Ludovico - CEP Goiania IGO - PABX: (62) w,vw.jpa.~go.gq.gqv.br

9 1~lpa5., C/,,,I}... :<1. v - nebulizador; VI - suporte para soro. GOVERNO DE, Fazendo 0 mtlhorpra voce. 3 A equipe responsavel pelos pacientes do Nivel A de assisumcia devera levar a efeito os seguintes procedimentos: I - banho no leito; II - curativo pequeno; III - coleta de lixo hospitalar; IV - aspirac;:ao; V - medicac;:ao IM/EV. Art. 29 A previsao de recursos basicos para a assistencia domiciliar no Nivel B - contara com: I - tecnico de enfermagem - 12h (doze horas) por dia; II - medico - visitas quinzenais, conforme plano de cuidado; III - enfermeiro - visita inicial de avaliac;:ao e visitas semanais de acompanhamento; IV - equipe interdisciplinar (enfenmeiro ou fisioterapeuta ou nutricionista ou fonoaudi610go ou psic610go ou terapia ocupacional) - duas visitas semanais de fisioterapeuta e uma visita quinzenal do nutricionista, alem de visita, se necessario. de outros membros da equipe. 1 Para acompanhamento dos pacientes do Nivel B de assistencia domiciliar deverao ser disponibilizados os seguintes equipamentos, para realizac;:ao dos procedimentos pertinentes a assistencia domiciliar: I - ambu com mascara; II - apareiho de aspirac;:ao; III - aparelho de para aferic;:ao de pressao arterial; IV - cama hospitalar; nebulizador; V - suporte para soro. 2 A equipe responsavel pelos pacientes do Nivel B de assistencia domiciliar devera levar a efeito os seguintes Procedimentos: I - banho no leito; II - curativo pequeno, medio ou grande; III - coleta de lixo hospitalar; IV - aspirac;:ao; V - alimentac;:ao enteral; VI - sondagem nasogastrica-vesical; VII - medicac;:ao Intra muscular/endovenosa. 3 Aos pacientes em assistencia domiciliar, sera disponibilizado acompanhamento telefonico mensal, reavaliac;:ao semestral e disponibilidade de tele-orientac;:ao. Art. 30 A previsao de recursos basicos para a assistencia domiciliar no Nivel C - contara com: I - tecnico de Enfermagem - 24h (vinte e quatro horas) por dia; II - medico - visitas semanais. conforme plano de cuidado; III - enfermeiro - visita inicial de avaliac;:ao e visitas semanais de acompanhamento; IV - equipe Interdisciplinar (enfermeiro ou fisioterapeuta ou nutricionista ou fonoaudi610go ou psic610go ou Terapia Ocupacional) - Ires visitas semanais de fisioterapeuta e uma visita quinzenal do nutricionista, alem de visita, se necessario. de outros membros da equipe. 1 Aos pacientes do Nivel C serao disponibilizados os seguintes equipamentos, para realizac;:ao dos procedimentos pertinentes a assistencia domiciliar: I - ambu com mascara; II - aparelho de aspirac;:ao; III - aparelho de para aferic;:ao de pressao arterial; IV - cama hospitalar; MlssAo Gertnclar. de (anna eftclenle c e6ca7~ urn sistema ck lwlsltnclli' 5a~ buscando, na boa rd to com os 1~. a sallsr8 10 &:.seus usuinos (~\ 1&;0113) INSTITUTO DE ASSIST NCIA DOS ERVIDORES PUBLICOS DO ESTADO DE -IPASGO Av. l7imcira RadIal, n.o Setor I>edro Ludovico - CEP Goifinia IGO PABX: (62) www ipasgo.gq.gov.br

10 l:rlpas op-'~'!'o,, Of I} ' 't,,,."'- v -nebulizador; VI - suporte para soro. GOVERNODE, fazendo 0 melhorpra voet. 2 A equipe responsavel pelos pacientes do Nivel C de assist~ncia devera levar a efeito os seguintes procedimentos: I - banho no leito; II - curativo pequeno, medio ou grande; III - curativo de traqueostomia; IV - coleta de Iixo hospitalar; V - aspiracao; VI - alimentacao enteral; VII - sondagem nasogastrica-vesical; VIII - instilacao de Soro; IX - medicacao IM/EV. 3 Aos pacientes da assist~ncia domiciliar sera disponibilizado acompanhamento telefonico mensal, reavaliacao semestral e tele-orientacao. 4 0 usuario em internacao domiciliar com enfermagem 06, 12 ou 24 horas, nao tem autorizacao para sair da resid~ncia para atividades de lazer (tais como: passeios, parques, festas, viagens ou deslocamentos fora do local de atendimento) sem a expressa autorizacao da equipe assistente. Art. 31 A mudanca de nlvel de complexidade do tratamento sera analisada pela Coordenacao de Auditoria em Atencao Domiciliar, ap6s solicitacao da empresa mediante relat6rio medico e visita tecnica dos profissionais do Ipasgo. Art. 32 Para a alta do paciente serao observados os seguintes criterios: I - a estabilidade clinica, sendo posslvel 0 auto cuidado; II - nao adesao pela familia aos cuidados com 0 paciente; III - 6bito; IV - exclusao do Sistema Ipasgo Saude; V - mudanca de domicilio para local sem abrang~ncia de atendimento; VI - aus~ncia de cuidador; VII - necessidade de internacao hospitalar. Dos Cuidados Paliativos - CP Art Programa de Cuidados Paliativos visa melhorar as condicoes de vida dos pacientes e familiares que enfrentam situacoes relacionadas a doenca terminal. A finalidade preclpua do programa e aliviar a dor, integrando aspectos psicol6gicos e de suporte no cuidado do doente em final de vida. 1 0 atendimento em cuidados paliativos sera disponibilizado mediante as seguintes condicoes e ou procedimentos: I - prestacao de cuidados interdisciplinares; II - 0 paciente e os familiares devem ser envolvidos no processo de tomada de decisoes; III - registros sistematicos de deteccao precoce e monitoramento de problemas; IV - plano de cuidados mensal; V - consentimento informado/registrado; VI - privacidade e sigilo; 2 Para realizacao dos procedimentos relativos aos cuidados paliativos deverao ser disponibilizados os seguintes recursos basicos: cuidados; I - medico: uma vislta Iniclal de avaliacao e visltas quinzenais, conforme plano de~ II - enfermelro: uma visita Inicial de avaliacao e visitas mensais de acompanhamento; III - psic610go. visitas semanais, com no minimo um atendimento p6s-6bito para a familia; MISSAO GCfOlCIAf. de forma c.ficlenle e eficaz. urn SlS1cm3 de 85S.I5tencla a tide buscando. na boa rei 10 com os tadores. 15aIlSU io de sal USu3nos (~ /13l I STITUTO DE AS IS NCIA DO SERVIDORES l'ubl1cos DO ESTADO DE -IPA GO Av. Prilllcira Radial Setar Pedro Ludovico - CEP Goiunia IGO - PABX: (62) www lqi!s&o.go.gov.br

11 ."... 1::,lpas c(,~) IV - equipe Interdisciplinar (fisioterapeuta ou ocupacional): visitas mensais um membro da equipe. nutricionista ou fonoaudi610go GOVERNODE" Fazendo 0melhor pta voce. ou terapia 3 Para os pacientes sob cuidados paliativos sera disponibilizado 0 acompanhamento telefonico mensal e tele-orienta9ao. 4 Considerando a evolu9ao da doen9a, a migra9ao para interna9ao domiciliar com necessidade de suporte tecnico e administra9ao de medicamento parenteral para controle adequado dos sintomas, sera avaliada pelo Ipasgo. 5 0 Programa de Cuidados Paliativos devera observar, ainda, os seguintes procedimentos, a90es ou providencias: I - disponibilidade de medico e enfermeiro para intercorrencias Plantao 2417; II os recursos basicos serao definidos individualmente conforme plano de cuidado; III - visita/sessao adicional de medico, enfermagem e equipe interdisciplinar serao remuneradas conforme demanda; IV - realiza9ao de curativos e terapia medicamentosa (endovenosal intramuscularl subcutanea) poderao ser realizados conforme autoriza9ao e remunerados conforme demanda. 6 0 Programa de Cuidados Paliativos nao inclui 0 fornecimento de material, medicamento, loca9ao de equipamento e remo9lio de paciente. Do Atendimento Domiciliar em Terapias Complementares Art. 34 Os atendimentos de Terapias Complementares - TC, referem-se ao grupo de abordagens nao consideradas parte da medicina tradicional e englobam diversas praticas de aten9lio a saude, consistindo em processo terapeutico com objetivo na corre9ao, conserva9ao, desenvolvimento ou restabelecimento das habilidades flsicas e emocionais, necessarias para 0 exerclcio funcional das atividades de vida diaria. 1 No atendimento domiciliar em Terapias Complementares as ciencias da fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional serao adotadas como referencia nas praticas adotadas, com vistas a reabilita9ao dos pacientes. 2 Eo de responsabilidade das unidades de Coordena9aO de Auditoria de Terapias Complementares e da Coordena9aO de Auditoria em Aten9aO Domiciliar de A90es Terapeuticas as seguintes providencias: I - gerenciar, fiscalizar e auditar os servi90s prestados pelas empresas credenciadas, prestadoras de servi90 domiciliar em terapias complementares. II - realizar 0 encaminhamento do usuario ao prestador; III - acompanhar as etapas do atendimento, bem como avaliar a qualidade do servi90 prestado ao usuario. Das Indica90es para Atendimento Domiciliar Art atendimento de Terapias Complementares - TC, em domicllio destina-se aos usuarios temporariamente acamados, ou que possuam impossibilidade flsica de 10comQ9ao ate a unidade de salide, e que necessitam de cuidados com maior frequencia, bem como de acompanhamento continuo para reabilita9ao de evento agudo advindo de doen9a. Dos Criterios para 0 Atendimento Domiciliar em TC Art atendimento domiciliar em TC sera disponibilizado ao usuario que comprove ser portador de: I - diagn6stico firmado, com indica9ao do atendimento domiciliar para terapias complementares, mediante relat6rio do medico assistente; e; II - dependencia flsica, acometido por problemas de salide agudos, que dificultem 0 impossibilitem sua locom09ao ate um ambulat6rio. MlssAo Gercnclar. de fomla eficlenlc c cfiea lim Sistema de 115SISh~nCla a saude buscando. na boa rei So com os resladores. Slltisfa Ao de ~us USuari05 (rev 181()7/1 INSTITUTO DE A SISTENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS DO ESTADO DE IPASGO Av, Primclra Radial. n," Setor Pedro Ludovico - CEP Goiilnia IGO PAI3X: (62) www inasoq.go.gov br

12 GOVERNODE, Faundo 0 melhor pra vod. 1 as usuarios eleglveis ao atendimento domiciliar serilo avaliados pela equipe da Coordena<;:ilo de Auditoria de Terapias Complementares e pela Coordena<;:ilo de AUditoria em Aten<;:ao Domiciliar Terapeutica, do Ipasgo, caso em que sera adotada a Escata Modificada de Barthel, para a mensura<;:ilo do grau de dependencia para a adesilo ao Atendimento em Terapias Complementares, nas seguintes situa<;:oes: I - de 0 a 25 = totalmente dependente; II - de 26 a 50 = dependencia severa. 2 A autoriza<;:ilo para as demais especialidades de atendimento domiciliar em Terapias Complementares e condicionada a necessidade do atendimento da especialidade de Fisioterapia. Art. 37 a atendimento domiciliar dar-se-a somente ap6s a assinatura do termo de adesilo e da expressa autoriza<;:ilo da Coordena<;:ilo de Auditoria de Terapias Complementares e da apresenta<;:ilo do piano de cuidados individual. 1 a plano de cuidados mensal sera entregue na Coordena<;:ao de Auditoria de TC, pete prestador credenciado, 2 as atendimentos serilo autorizados em numero maximo de: I - 12 sessoes para execu<;:ao em um perlodo de 30 dias para Fisioterapia; II - 12 sessoes para execu<;:ao em um periodo de 30 dias para Fonoaudiologia; III - 5 sess6es para execu<;:ao em um perlodo de 30 dias para Psicologia; IV - 5 sessoes para execu<;:ilo em um perlodo de 30 dias para Terapia Ocupacional. 3 Em caso de depende!ncia severa ou total, sessoes extras de fisioterapia e fonoaudiologia poderao ser autorizadas nao ultrapassando 0 limite de 20 sessoes mensais, sendo que a necessidade de aumento do numero de atendimentos deve ser comprovada mediante a apresenta<;:ao de relat6rio medico detalhado com a justificativa da necessidade, seguida da analise da auditoria. 4 As demais terapias deverao permanecer com numero de sessoes estabelecido na normativa, independentemente da apresenta<;:ilo de rerat6rio medico. Dos C6digos Autorizados Art. 38 a Atendimento Domiciliar e autorizado no c6digo , no valor de CH, e conslilui procedimento suplementar, representando a remunera<;:ilo dos custos de deslocamento do preslador, incluldo na guia de procedimento fisioterapeutico, fonoaudiol6gico, psicol6gico, em Terapia Ocupacional, multiplicado pelo numero de sessoes autorizadas, 1 as atendimentos serilo realizados mediante a relirada de guia, pelo usuario, com coparticipa<;:ilo de 30% do valor total. 2 Associados ao c6digo , sao admitidos no atendimento domiciliar, as seguintes c6digos em: I - fisioteraoia: (Ataxias) 125,02,006-4 (Mlopatias) 25.02,008-0 (Paraplegia e Paraparesia) (Dislurbios circulat6rios arteria venosos e linfaticos) 25, (Doen",s pulmonares 25,02,003 0 (Hemiplegia e Hemlparesla) (Parkinson e Alzheimer) atendidas em ambulat6rio) (Lesao nervosa periferica afetando (Recupera~o funcional p6s mais de urn nerva com alterac6es sensitivas ou (Quadriplegia e operat6rio au p6s imobilizacjo fratura ou motoras) Quadriparesia) luxacao - mais de 1 membra) (Paciente com DPOC em (Recupera<;ao luncional p6s (Altera,oes degenerativas au atendimento ambulatorial necess~ando operat6rio au pas imobilizayao - fratura ou inflamat6rias afetando segmentos da coluna reeduca~ao e reabiljta~o respirat6ria) luxa~o - 1 membro) vertebral e membros) "'=~.,..._.,._...._. _. _~_. _., a_a _._ ~'W"" I STiTlITO DE ASSI T 'NCIA DO ERVIDORES PUBLICOS DO ESTADO DE GOlAs -IPA GO Av. Primeira Radial Setor Pedro Ludovlco - CEP Goiania IGO - PABX: (62) W\\'\\'.lQa~gogo.gQv.hr ~

13 GOVERNOOE, Faundo 0 melhorpfj yoel. 1/ - fonoaudiologia: (Disturbios de Motricidade Orofacial) (Dislurblos de Linguagem) (Psicoterapia individual) ia: IV - teradia ocuoacional: (Atendimento Individual em I.O. Desordens Funcionais (Atendimento Individual em T.O. - Desordens de Origem NeurolOgica) Funclonais de Origem Traumato-Ortopedica) Do Periodo de Dura~ao do Atendimento Domiciliar em Terapias Complementares Art. 39 Para 0 atendimento domiciliar em Terapias Complementares sera fixado um periodo maximo de 03 meses para pacientes em P6s- Operat6rio e de 06 meses para os demais casos. conforme indica9ao da auditoria do Ipasgo. 1 Em casos de pacientes acamados, com comprometimento respirat6rio agudo e interna9ao recente, sem patologia respirat6ria de base. sera autorizado 0 c6digo para tratamento de doen~a respirat6ria associado ao de tratamento motor por periodo maximo de 03 meses. 2 Ap6s 0 desligamento do usuario do programa de atendimento domiciliar em TC, nao sera permitido nova adesao em decorrencia do mesmo evento de doen~a. 3 Antes do termino do periodo maximo autorizado pela auditoria e. havendo necessidade da continuidade do acompanhamento, 0 usuario podera ser reavaliado uma unica vez. podendo ser mantido no atendimento domiciliar em Terapias Complementares - TC, pelos periodos determinados neste arligo ou encaminhado para a equipe de Gerenciamento de Cronicos. para analise da possibilidade de migra~ao para outro programa. Valida~ao das Sessoes de Atendimento Domiciliar em TC Art. 40 Para fins de comprova~ao da execu~ao dos servi90s os profissionais da rede credenciada deverao realizar a valida9ao das sessoes de atendimento. observados os seguintes procedimentos: I - emissao da guia de atendimento ambulatorial com a quanlidade de sessoes autorizadas no periodo; II - it cada sessao realizada. 0 prestador acessara 0 sistema de emissao de guias, no campo de Usta de Autoriza~oes Terapias e localizara a ultima guia emitida para realizar a valida~ao. utilizando 0 carlao do usuario. 1 0 procedimento de valida~ao de sessoes nao gera nenhum onus ao usuario. 2 Nao sera autorizada a realiza~ao de mais de uma sessao por dia, para 0 mesmo usuario. 3 As guias serao automaticamente corrigidas pelo sistema e os pagamentos aos prestadores sera realizado de acordo com as valida~oes efetivadas. 0 faturamento das respectivas guias obedecera as regras especificas ao procedimento. Da Responsabilidade da Familia no Atendimento Domiciliar Art. 41 A familia/cuidador deve parlicipar ativamente dos cuidados, sendo responsavel pelas atividades diarias do usuario (alimenta~ao. vestuario. banho. higiene, comodidade lazer, etc.), para 0 que sera devidamente orientada quanta aos cuidados e demais atividades necessaria MlssAO QerenClaT. de fornla ('liel nle (' ('tical urn SIstema de assl51~ncia a saudi: busc<tndo. nil boa rei 00 com os ladores a salls(1l 0 de 5eUS usuanos rev 18107/1 INSTITUTO DE ASSIST NCIA DO SERVIDORE PUBLICOS DO ESTADO DE IPASGO Av. Primeira Radial. n." Selor Pedro Ludovico - CEP Goianiu IGO - PABX: (62)

14 i" ~, O, \', 1..."".,. GOVERNO DE, Faztndo 0 melhor pr.1 Yo<l ao bem estar do usuario, sendo que e de responsabilidade do prestador credenciado a realizayao do treinamento. Paragrafo unico. Para agilizar as validayoes das sessoes realizadas pelos profissionais 0 Cuidador deve manter 0 cartao do usuario em local de facil acesso e de conhecimento previa pelos demais familiares porventura envolvidos no acompanhamento do paciente. Art. 42 Eo de responsabilidade da familialcuidador providenciar 0 Cuidador (familiar ou contratado), bem como as demais condiyoes e ou adaptayoes na residencia, que sejam necessarias para 0 inicio e a continuidade do alendimento do usuario. Art. 43 A aquisiyao de medicamentos de uso cronico, locayao ou aquislyao de materiais, aparelhos e equipamentos individuais, como: nebulizador, aspirador, termomelro, cama hospitalar, cadeira de rodas, de banho, denlre outros, que 0 paciente tenha necessidade, e de responsabilidade da familia. Art. 44 Todo usuario deve possuir um prontuario/pasta destinado ao arquivamento das evoluyoes e relat6rios da equipe que realiza os atendimentos. Paragrafo unico. A guarda e a conservayao do pronluario/pasta do usuario e de responsabilidade da familia, que devera levar 0 referido documento em todas as consultas e ou exames, visando 0 fornecimento das informayoes registradas, que servirao a auxiliar no atendimento e na continuidade do tratamenlo. Criterios para Alta ou Exclusao do Usuario do Programa de Atendimento Domiciliar Art. 45 A alta/exclusao do usuario inscrito no Programa de Atendimenlo Domiciliar dar-se-a no caso de: I - exclusao do Ipasgo Saude; II - 6bito; III - nao adesao ao tratamento por parte da familia elou usuario; IV - ausencia de Cuidador; V - notavel evoluyao clinica, com reabilitayao funcional total ou parcial que possibilite o autocuidado e 0 deslocamento para clinicas de reabilitayao; VI - usuario que deixe de atender aos criterios de admissao; VII - mudanya para regiao nao contemplada pelo alendimenlo em domicilio; VIII - inlernayao hospitalar. Das Disposiyoes Finais Da Remunerayoes e Glosa nos Atendimentos do Home Care Art. 46 Os prontuarios serao auditados de acordo com pianos de cuidados individualizados apresenlados pelas empresas. 1 Caso haja necessidade de sessoes ex1ras de fisioterapia elou de fonoaudiologia devera ser solicitado aulorizayao com justificativa medica detalhando numero de sessoes e periodo de lempo a Coordenayao de Auditoria em Atenyao Domiciliar. Da Avaliayao de Efetividade do PRCE Art. 47 A efetividade do PRCE programa sera mensurada por meio dos indicadores definidos nesta Porta ria, a cada 6 meses e, para assegurar 0 exito do programa, a COAGC e respectiva Gerencia expedira relat6rio de pesquisa especifica da populayao assislida, a luz das eslalislicas dos indicadores, com a conclusao sobre os resultados e objetivos propostos, cujo documento final devera sm encaminhando a DAS. ~ MlssAo Gcn:IIClllr, de (anna e!iclcnte e eficaz. 11m sistema de asslslencill a saudi.! buscando. lis boa rda Ao com os sladores. a sallsfa '0 de sells usuarios. l'ev.18107/j3) IN TlTUTO DE ASSIST NCIA DOS SERVIDORES PUBLICO DO ESTADO DE IPASGO Av. PrimClnl Radial. n.o Setor Pedro Ludovico - CEP Goiania IGO PABX: (62)

15 GOVEANO DE, fuendo 0 mflhor pia Yod. Art. 48 Todos os Registros de Atendimentos em Meio Eletr6nico gerados pelos servi<;os que integram os programas de que trata esta Portaria Normativa, servirao de fonte de informac;;ao clfnica e administrativa para subsidlar a tomada de declsoes, e ainda, de meio de comunica<;ao compartilhado. Art. 49 Fica revogada a Portaria Normativa n 03, de 7 de maio de Art. 50 Esta Porta ria Normativa entra em vigor na data de sua publica<;ao no endere<;o eletr6nico do Ipasgo, Gablnete do Instituto de Assistencia dos Servidores Pliblicos do Estado de Golas IPASGO.,m Go""". '" 11 d1" do 7:~ Francisco Taveira Neto Presidente ANEXO UNICO TABELA DE PRE~OS Item Unidade de referencia Valor em Reais 1 Gerenciamento de Doencas mes R$ 120, Gerenciamento de casos 1 mes R$ 315, Gerenciamento de casos 2 mes R$ 405, Gerenciamento de casos 3 mes R$ 522, Home Care Nivel A dia R$ 171, Home Care Nivel B dia R$ 225, Home Care Nivel C dia R$ 350,00 7 Cuidados Paliativos mes R$ 855,00 MISSAO Gcrenctar. de ron118 eliclcnu: e efica"~ 11m sl51cma de IlSSISlenC13 a saudi: buscando. nil boa relacao com 05l?fcstadores. 8 sallsfacllo de SCU!l usuanos (rcv,18j07i1j) INSTITUTO DE A SISTENCIA DOS ERVIDORES PlJBLlCO DO ESTADO DE -IPASGO Av PTlmelra Radin!, n,'" Setar I)edro ludovico - CEP 74820~300 - Goiania IGO - PABX: (62) ",,,,no ipllsgo go.govbr

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