Curso de Especialização Saúde da Família. Unidade 2 - Obrigatórios Gerais

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1 Curso de Especialização Saúde da Família Unidade 2 - Obrigatórios Gerais 1

2 Unidade 2 Obrigatórios Gerais Módulo 3 Cuidado Integral da Saúde do Adulto Autores do Módulo: Augusto Cézar Florêncio Costa Celeste Aida Nogueira Silveira Vera Regina Fernandes da Silva Marães 2

3 Créditos Governo Federal Presidenta da República Ministro da Saúde Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) Diretora do Dep. de Gestão da Educação na Saúde (DEGES/SGTES) Responsável Técnico pelo Projeto UNA-SUS Universidade de Brasília Reitor Vice-Reitor Decano de Pesquisa e Pós-Graduação Dilma Rousseff Alexandre Padilha Mozart Sales Mônica Sampaio Francisco Campos José Geraldo de Sousa Junior Jõao Batista de Sousa Denise Bomtempo Birche de Carvalho Faculdade de Medicina Diretor Vice-Diretor Paulo César de Jesus Joel Paulo Russomano Veiga Faculdade de Ciências da Saúde Diretora Vice-Diretor Lilian Marly de Paula Edgar Merchan Hamann Faculdade de Ceilândia Diretora Vice-Diretor Diana Lúcia Pinho Araken dos S. Werneck Comitê Gestor Coordenadora Geral Coordenador Administrativo Coordenadora Pedagógica Coordenador de Tecnologias Coordenadora de Tutoria Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso Coordenador de Assuntos Acadêmicos Celeste Aida Nogueira Silveira Márcio Florentino Pereira Rafael Mota Pinheiro Maria Glória Lima Natan Monsores de Sá Ana Valeria Mendonça Patrícia Taira Nakanishi Antonio José Costa Cardoso José Antônio Iturri Juliana de Faria Fracon e Romão Centeias Coordenadora Vice-Coordenador Equipe Técnica Gerente de TI Moodologista Moodologista Técnico de Vídeo Conferência Web Designer Ana Valéria Mendonça Carlos Henrique G. Zanetti Júlio César Cabral Thamires Alencar Donizete Moreira João Paulo Fernandes Andrea Lisboa Revisão Gramatical Simone Sabóia Betoni 3

4 Sumário Apresentação do Curso Lição 1: Estilo de Vida Saudável Estilo de Vida Atividade 1 Caso Clínico 1 Atividade 2 Bibliografia da Lição Lição 2: Hipertensão Arterial Apresentação Hipertensão Arterial Sistêmica Avaliando o risco cardiovascular Caso Clínico 2 Atividade 3 Reflexão- Caso Clínico Caso Clínico Atividade 4 15 Tratamento farmacológico Bibliografia da lição

5 Lição 3: Tuberculose Apresentação Introdução - Tuberculose Atividade 5 Caso Clínico 4 Atividade 6 Caso Clínico 4 - Parte 2 Atividade 7 Caso Clínico 4 - Parte 3 Atividade 8 Bibliografia da Lição Lição 4: Diabetes 21 Apresentação Manifestações clínicas Tratamento do DM tipo 2 Tratamento do DM tipo 1 Complicações Crônicas Atividade 9 Bibliografia da Lição

6 Apresentação Prezados estudantes do I Curso de Especialização em Saúde da Família modalidade à distância da Universidade de Brasília, sejam bem-vindos ao Módulo Integral Saúde do Adulto. Este módulo visa estimular as discussões sobre temas relevantes e prevalentes relacionados à saúde do adulto, no âmbito da Atenção Básica/Estratégia Saúde da Família, visando construir plano de cuidados no contexto individual, familiar e comunitário. Dividimos os conteúdos em seis lições, dentro de cada lição teremos os temas específicos que serão trabalhados e atividades a serem desenvolvidas. Os conteúdos abordados serão: Estilo de vida saudável, diabetes, hipertensão arterial, asma e tuberculose. Lição Atividade Produtos esperados 01 Atividade 1 Questionário Respondido Atividade 2 Questionário Respondido 02 Atividade 3 Questionário Respondido Atividade 4 Questionário Respondido 03 Atividade 5 Questionário Respondido Atividade 6 Questionário Respondido Atividade 7 Questionário Respondido Atividade 8 Questionário Respondido 04 Atividade 9 Questionário Respondido Critérios de avaliação Peso/ nota do módulo Preenchimento de dados 5 Preenchimento de dados 10 Preenchimento de dados 10 Preenchimento de dados 10 Preenchimento de dados 10 Preenchimento de dados 10 Preenchimento de dados 10 Preenchimento de dados 10 Preenchimento de dados 30 6

7 Lição 1: Estilo de Vida Saudável Profª. Drª Vera Regina F. S. Marães Objetivos: 1) Identificar as possíveis definições de estilo de vida saudável; 2) Fazer autorreflexão sobre os conceitos de estilo de vida saudável e identificar as características deste estilo; 3) Reconhecer a influência cultural na percepção de um estilo de vida saudável; 4) Identificar os fatores determinantes de uma vida saudável; 5) Descrever pelo menos 10 orientações para promover um estilo de vida saudável para os usuários. Estilo de Vida Estilo de vida é uma expressão moderna que se refere à estratificação da sociedade por meio de aspectos comportamentais, expressos geralmente sob a forma de padrões de consumo, rotinas, hábitos ou uma forma de vida adaptada ao dia-a-dia. (Fonte: Nos últimos anos, tem havido um grande debate sobre as diversas formas de abordagem da Educação para a Saúde e da Promoção da Saúde. Estas perspectivas têm sido estruturadas em diversos "modelos", que se diferenciam entre si, essencialmente, pelos objetivos e pelos métodos de trabalho utilizados. É neste contexto que nos surge uma questão crucial: dever-se-á dar ênfase à persuasão para que as pessoas alterem os seus comportamentos e estilos de vida para uma vida mais saudável, ou dever-se-á dar ênfase à alteração do ambiente físico e socioeconômico naturalmente conducente a uma vida mais saudável? A tradicional Educação para a Saúde tem-se preocupado, essencialmente, com a alteração dos estilos de vida, ou seja, tem vindo a persuadir as pessoas a alterarem os seus hábitos para se "encaixarem" no ambiente em que vivem. Este modelo de educação, para a saúde, tem como objetivo que as pessoas cumpram o programa/proposta que lhes é apresentado, conduzindo à "culpabilização da vítima" quando o indivíduo insiste em não alterar o seu comportamento, por opção e vontade própria ou não. São diversas as alternativas a este modelo tradicional que se podem sintetizar em duas perspectivas diferentes e complementares de educação e promoção da saúde: por um lado, o desenvolvimento de opção informada das pessoas para que possam optar conscientemente e por escolha própria, e por outro, a criação de ambientes infraestruturais (físicos e socioeconômicos) favoráveis à promoção de estilos de vida saudáveis. 7

8 Nesta comunicação discutem-se diversos modelos de educação e promoção da saúde, dando especial ênfase não só à importância da opção informada e da emancipação dos indivíduos e das populações para assumirem atitudes conscientes e responsáveis quanto à sua saúde, mas também à importância da criação de ambientes estruturais favoráveis para a promoção de estilos de vida saudáveis. (PEREIRA, Beatriz Oliveira ; CARVALHO, Graça Simões de - Actividade Física, Saúde e Lazer : A Infância e Estilos de Vida Saudáveis. Lisboa : Lidel Edições Técnicas Lda, ISBN p ). Atividade 1 1) Quais as estratégias estabelecidas em sua equipe para o cuidado a um estilo de vida saudável? 2) Pesquise os conceitos de estilo de vida saudável e faça uma análise comparativa entre os conceitos encontrados. Caso clínico 1 Sr. Joaquim, 25 anos, casado, reside em um sobrado de equina com um bar, mora com a esposa dona Maria de 22 anos que é diarista e a filha Jéssica de 3 anos. Ele é pedreiro e recebe um salário mínimo por mês, mais auxílio transporte e refeição. Sua esposa complementa a renda com faxinas, que não são muito regulares. Trabalha oito horas por dia e sempre no final do dia passa no bar na equina de sua casa para tomar algumas doses de bebida. Recentemente fez seus exames, que o médico da família orientou que estava tudo sobre controle, apenas o colesterol um pouco alterado. Ele não realiza outras atividades físicas porque considera que a sua profissão já é bem desgastante fisicamente. Dona Maria considera-se saudável, após o nascimento de sua filha não conseguiu voltar ao seu peso ideal, é assistida pelo SF e sempre que precisa visita UBS que fica próxima à sua casa para sanar alguns problemas relacionados a uma dor na coluna e também para consultas eventuais a sua filha Jéssica. Foi encaminhada a um grupo onde ela recebe várias informações/orientações, tanto dos profissionais da ESF, quanto de profissionais voluntários (fisioterapeutas, nutricionistas, educadores físicos), e faz exercícios físicos orientados por alguns desses profissionais. A filha do casal, Jéssica, é uma criança saudável, alimenta-se bem e quase não apresenta agravos à saúde. Teve seu desenvolvimento dentro da normalidade e atualmente frequente a creche no período matutino. 8

9 Ultimamente, o Sr Joaquim está muito preocupado com alguns problemas no emprego e por isso tem chegado mais tarde em casa, ficando um pouco mais no bar. E quando chega em casa, por vezes, encontra a família dormindo, isso causa um distanciamento dos membros da família. O agente comunitário visitou a família de Sr Joaquim e dona Maria relatou que todos são saudáveis, tentam fazer todas as refeições do dia, não fumam e não apresentam nenhuma doença Crônica. Dona Maria relatou ao agente o fato de não encontrar quase com o seu marido em virtude do horário que ele tem chegado em casa. O agente comunitário de saúde solicita que você faça uma visita a essa família, pois está preocupado com a situação da família, que aparentemente não apresenta problemas em seu estilo de vida. Atividade 2 1) Elabore a lista de problemas do caso descrito. 2) Como se organiza os atendimentos em grupo em sua área de abrangência? Como você os organiza? Quais são os grupos existentes? 3) Quais fatores de risco para doenças que você identifica nesse caso? 4) Refletindo sobre um estilo de vida saudável quais os fatores que a ESF orientaria para atingir este estilo? Bibliografia da lição Referências Complementares: 1- Adriano, J.R.; Werneck, G.A.F; Santos, A.M.; Souza, R.C. A construção de cidades saudáveis: uma estratégia viável para a melhoria da qualidade de vida? Ciência e Saúde Coletiva, 5(1):53-62, Oliveira, D.A. A Nova saúde pública e a promoção da saúde via educação: entre a tradição e a inovação. Rev Latino-am Enfermagem 2005 maio-junho; 13(3): Carvalho, S.R. As contradições da promoção à saúde em relação à produção de sujeitos e a mudança social. Ciência & Saúde Coletiva, 9(3): , Pitanga, F.J.G. Epidemiologia, atividade física e saúde. Rev. Bras. Ciên. e Mov. Brasília v.10 n. 3 p.49-54, julho

10 Lição 2: Hipertensão Arterial Apresentação Professora Celeste Aida Nogueira Silveira Sumário: 1) Epidemiologia; 2) Aferição da pressão arterial; 3) Conceito e classificação; 4) Avaliando o risco cardiovascular; 5) Tratamento não farmacológico; 6) Tratamento farmacológico; 7) Atribuições e competência da equipe de saúde; 8) Critérios de encaminhamento para referência e contra-referência. Ao final o profissional deverá ser capaz de: Observar a maneira correta da aferição da Pressão Arterial; Confirmar e classificar os pacientes hipertensos no seu ambiente de trabalho; Identificar fatores de risco para doença cardiovasculares; Propor medidas não farmacológicas para redução da pressão arterial; Acompanhar o tratamento farmacológico e não-farmacológico dos pacientes hipertensos; Encaminhar para às unidades de referências secundária e terciária pessoas com hipertensão arterial graves refratarias ao tratamento e lesão importantes em órgãos-alvo. Hipertensão Arterial Sistêmica Epidemiologia Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é problema de saúde pública no Brasil e no mundo. É considerada um dos fatores de risco mais importante para o aumento de mortalidade por doenças cardiovasculares, encefálica e renais crônicas. Em 2001, cerca de 7,6 milhões de mortes no mundo foram atribuídas a hipertensão arterial, na maioria, em países de baixo e médio desenvolvimento econômico. A faixa etária de 45 a 69 anos é a mais acometida. No Brasil, em 2007, ocorreram óbitos por doenças do aparelho circulatório, sendo a principal causa de óbito 1, 2 (Fig.1). Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde mostrou que a Hipertensão Arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6% em 2006, para 23,3% em 2010³. 10

11 A HAS, além da alta prevalência cursa, na maioria das vezes, de forma assintomática, o diagnóstico e o tratamento é frequentemente negligenciado, somado ainda a baixa adesão, por parte do paciente, ao tratamento prescrito. Tais fatores, portanto, tornam a hipertensão um desafio para a equipe de saúde da família e para a comunidade. A necessidade de manejo individual e pessoal durante um longo período de tempo exige uma organização de serviço de atendimento e habilidade de comunicação. Aferição da Pressão Arterial Estudos mostram discrepâncias consideráveis entre as medições de Pressão Arterial (PA) obtidas por médicos, por enfermeiros e por examinadores treinados. Parte dessa inexatidão se deve a falha nos equipamentos ou falhas nas técnicas usadas. Conceito e classificação A hipertensão arterial sistêmica é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial 1. É definida como pressão arterial sistólica maior ou igual a 140 mmhg e uma pressão arterial diastólica maior ou igual a 90 mmhg, em indivíduos que não estão fazendo uso de medicação anti-hipertensiva. Recomenda-se aferir a PA em diferentes períodos antes de rotular o indivíduo hipertenso, principalmente para reduzir a ocorrência da hipertensão do avental branco, que consiste em elevação da PA ante a simples presença do profissional de saúde no momento da aferição. Uma vez identificados os pacientes com HA, devem ser acompanhado, pois correm o risco de desenvolverem lesões em órgãos-alvo. A avaliação clínica e laboratorial tem como objetivos: Confirmar o diagnóstico de HA por medida da pressão arterial; Identificar fatores de risco para doenças cardiovasculares; Pesquisar lesões clínicas em órgãos-alvo; Pesquisar presença de outras doenças associadas; Estratificar o risco cardiovascular global; Avaliar indícios do diagnóstico de HA secundária. 11

12 Para tanto realiza-se: a) história clínica considerando sexo, idade, raça, tabagismo, sobrepeso e obesidade, historia familiar de HA e doenças vasculares e encefálica, ingestão de sal e álcool, prática de exercícios físicos, dentre outros fatores de risco para hipertensão; b) exame físico enfatizando medida da PA, peso, altura, circunferência abdominal, acurado exame cardiorrespiratório e fundo de olho; c) avaliação laboratorial de rotina análise de urina, dosagem de potássio, glicemia de jejum, lipidograma, eletrocardiograma; d) avaliação complementar quando houver indícios de lesão em órgãos-alvo. Além da elevação persistente da pressão arterial, considerar os fatores de risco individual, comorbidades e avaliar lesões em órgãos-alvos. Até o momento nenhum dos instrumentos disponíveis para estratificação de risco foi desenvolvido ou adaptado para o contexto brasileira, porém, estimase estes riscos com escores de predição. Avaliando o risco cardiovascular A estratificação do risco cardiovascular é fundamental para orientar a conduta terapêutica e o prognóstico do paciente. Costuma-se classificar os indivíduos em três níveis de risco baixo, moderado e alto para desenvolvimento de eventos cardiovasculares maiores e das lesões em órgãos-alvos, avaliado pelo cálculo de escore de Framingham, conforme quadro abaixo do Caderno de Atenção Básica. Fonte: Brasil. Ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica, Hipertensão Arterial Sistêmica, Caderno de Atenção Básica, no. 15, pag. 22, O Escore de Framingham é avaliado segundo as variáveis: pressão arterial, tabagismo, colesterol total, HDL-C, LDL-C, intolerância a glicose e idade. Consulte o Caderno da Atenção Básica no. 14 (no link, abaixo), nas páginas 18 a 20, na biblioteca do módulo. Caso Clínico 2 Visite a cidade virtual e localize a família do senhor Paulo Senhor Paulo, 62 anos, hipertenso, tabagista e com sobrepeso chega a Unidade Básica de Saúde para o grupo de caminhada, que ocorre toda segunda, quarta e sexta, pela manhã, de 7h30 às 8h15. Antes da saída, todos têm a pressão aferida e Seu Paulo estava com 150x100mmHg. Josie, técnica de enfermagem da equipe pergunta: - O que houve Senhor Paulo? Sua pressão sempre é boa? - Minha filha, não dormi direito a noite toda. Uma mijação. - O Sr. está tomando o remédio direito? - Claro! Aquele miudinho branquinho eu tomo de manhã, o outro é de noite... 12

13 Desconfiada, Josie resolve: - Tudo bem, depois da caminhada vamos falar com o doutor e agendar uma consulta? Algumas perguntas para reflexão Quantos adultos hipertensos você tem cadastrado na sua área? Você saberia dizer quantos, aproximadamente, estão descompensados? O que a equipe tem feito com relação a adesão ao tratamento medicamentoso e não medicamentoso? Há grupos de hipertensos e diabéticos? Qual o objetivo dos grupos? Há alguma classificação de risco para eventos cardiovasculares? Quantos acamados ou pessoas com alguma restrição domiciliar você tem na sua área de abrangência, decorrentes de sequela de evento cardiovascular? Eles têm acompanhamento multiprofissional em domicilio? Há atenção odontológica para eles? Há mudança nos indicadores de saúde da sua área, desde que você está lá? Quais? Após a caminhada, Josie aguarda o Senhor Paulo, junto ao Dr. Rui. Ele desconfia que o Senhor Paulo deva estar tomando o diurético à noite, confundindo com o comprimido de enalapril. Para sanar as dúvidas, resolvem que a tomada da medicação será pela manhã, apenas. Os exames do Senhor Paulo também chegaram, assim, vamos poder classificar o risco cardiovascular, usando a escala de Framingham: Glicemia de jejum 88 mg/dl; LDL: 160mg/dl; HDL: 55mg/dl. Vamos calcular o risco cardiovascular usando o Escore de Framingham para o Sr. Paulo? Atividade 3 1) O risco cardiovascular, usando o Escore de Framingham, para o Sr. Paulo é de? a) 44 = 99% b) 22 = 66% c) 25 = 25% d) 11 = 33% e) 1 = 3% 13

14 Reflexão- Caso Clínico Quantos adultos hipertensos você tem cadastrado na sua área? Você saberia dizer quantos, aproximadamente, estão descompensados? O que a equipe tem feito com relação a adesão ao tratamento medicamentoso e não medicamentoso? Há grupos de hipertensos e diabéticos? Qual o objetivo dos grupos? Há alguma classificação de risco para eventos cardiovasculares? Quantos acamados ou pessoas com alguma restrição domiciliar você tem na sua área de abrangência, decorrentes de sequela de evento cardiovascular? Eles têm acompanhamento multiprofissional em domicilio? Há atenção odontológica para eles? Há mudança nos indicadores de saúde da sua área, desde que você está lá? Quais? Caso Clínico 3 Tratamento não farmacológico Visite a cidade virtual e localize a família do senhor Antônio. Senhor Antônio tem 47 anos é vigia noturno há 15 anos, trabalha uma noite e descansa outra. É solteiro e possui três filhos que não moram com ele. Pelo fato de morar sozinho, se alimenta com uma marmita que o motoboy entrega todos os dias em sua casa. Geralmente faz três refeições por dia: café da manhã, almoço e jantar. No fim de semana é adepto ao churrasco e cervejinha com os vizinhos e amigos. Sua mãe faleceu aos 60 anos vítima de um AVC, seu pai é vivo e tem diabetes Mellitus descompensada. Atualmente, o senhor Antônio é fumante e em duas visita do agente de saúde foi verificado que a pressão arterial era de 145/95 mmhg. Ele consultou o médico de família que solicitou alguns exames laboratoriais e um teste ergométrico. Além disso, foi constatado que o Senhor Antônio está com um IMC de 27 kg/m2, medida da circunferência da cintura de 120 cm e sedentarismo por mais 20 anos. Após 30 dias, o Senhor Antônio retornou a consulta médica e a PA foi aferida em 140/90 mmhg. Constatou-se dislipidemia e intolerância a glicose (Glicemia de jejum: 110 mg/dl). O ECG repouso: normal. 14

15 Atividade 4 Reflexão- Caso Clínico 1) Elabore uma lista de problemas do caso descrito. 2) Qual o papel da Equipe de Saúde da Família diante do senhor Antônio? 3) Quais são os objetivos e as condutas a serem tomadas, visando um tratamento não-farmacológico? Tratamento farmacológico A decisão terapêutica não é baseada apenas no nível da PA, considera-se também, presença de fatores de riscos, lesão de órgão alvo e/ou doença cardiovasculares. Vamos voltar ao caso do Sr. Paulo. Com o cálculo do Escore de Framingham e baseado na tabela acima, como você classificaria o risco do Sr. Paulo, baixo, moderado ou alto? Volte ao Caderno de Atenção Básica no. 15, página 28, leia o capítulo IX sobre tratamento farmacológico da hipertensão. Atribuições e Competência da Equipe de Saúde O manejo da hipertensão arterial sistêmica não é questão médica isolada. Equipes multidisciplinares para o atendimento e acompanhamento podem atingir com maior eficiência o controle adequado da hipertensão arterial. A equipe de saúde deve atuar de forma integrada e com níveis de competência bem estabelecidos. Baseado nos Cadernos de Atenção Básica sobre Hipertensão Arterial Sistêmica, Ministério da Saúde Critérios de Encaminhamento para referência e contra referência Os pacientes que apresentarem hipertensão refratária ou suspeita de causas secundárias devem ser encaminhados para a rede de referência e contra referência. Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Básica. Hipertensão Arterial Sistêmica para o Sistema Único de Saúde, Brasília,

16 Bibliografia da Lição 1) VI Diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial. Revista Brasileira de Hipertensão, 17(1),1-64, ) Malta DC, Moura L, Souza FM, Rocha FM, Fernandes FM. Doenças crônicas não transmissíveis: mortalidade e fatores de risco no Brasil, 1990 a In: Saúde Brasil 2008 Ministério da Saúde, Brasília p ) Ministério da Saúde, Hipertensão Arterial -http://portal. Saúde.gov.br, acesso em 3/9/2012 4) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Básica. Departamento de Atenção à saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica para o Sistema Único de Saúde, Caderno de Atenção Básica no. 15, Brasília, ) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Básica. Departamento de Atenção à Saúde. Prevenção clínica de doenças cardiovascular, cerebrovascular e renal. Caderno de Atenção Básica no. 14, Brasília, ) Projeto Diretrizes. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina- Hipertensão Arterial, abordagem geral, ) Lopes, Heno Ferreira; Barreto-Filho, José Augusto S; Riccio, Grazia Maria Guerra. Tratamento não-medicamentoso da hipertensão arterial / Non-pharmacological treatmet of hypertension. Rev. Soc. Cardiol. Estado de São Paulo;13(1): , ) Passos, Valéria Maria de Azevedo; Assis, Tiago Duarte; Barreto, Sandhi Maria. Hipertensão arterial no Brasil: estimativa de prevalência a partir de estudo de base populacional. Epidemiologia e Serviço de Saúde, 15 (1): 35-45, ) Marchi-Alves, Leila Maria; Nogueira, Maria Suely; Mendes, Isabel Amélia Costa, Godoy, Simone. Leptina, hipertensão arterial e obesidade: importância das ações de enfermagem. Acta Paul Enferm, 23(2):286-90,

17 Lição 3: Tuberculose Apresentação Objetivos: Identificar sintomáticos respiratórios; Diagnosticar e propor tratamento para tuberculose. Apresentar medidas para o controle da tuberculose Introdução - Tuberculose Tuberculose Dados da OMS indicam que as doenças respiratórias se constituem na quarta principal causa de morte em todo o mundo. No Brasil, estima-se que cerca de 40% dos atendimentos em serviços de saúde se devam a problemas respiratórios. O atraso no diagnóstico de casos de doenças respiratórias pode ocorrer devido à procura tardia de serviço de saúde ou pela inadequada avaliação de indivíduos com sintomas respiratórios pelo profissional de saúde. Estudo realizado em Recife exemplifica essa afirmação, a mediana do tempo entre o início dos sintomas e do tratamento para tuberculose foi de 12 semanas (Santos, 2005). No intuito de apresentar uma estratégia para o enfrentamento da situação, a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem recomendado a estratégia PAL - Practical Approach to Lung Health, Abordagem Sistematizada do Sintomático Respiratório - (WHO, 2005). Trata-se de uma iniciativa que estimula a realização sistematizada do diagnóstico e do tratamento das doenças respiratórias a ser empregada pelos profissionais de saúde envolvidos em toda a linha de cuidados prestados à saúde. Leituras obrigatórias 1) Controle da Tuberculose: uma proposta de integração ensino e serviço; 2) Capítulo 1 A Saúde no novo Milênio páginas 17 a 24. Atividade 5 1) Quais as práticas da equipe de saúde da família preconizadas para o de controle da tuberculose? 17

18 Caso Clínico 4 O Sr. Manoel Isidro, com 25 anos de idade, mora em uma casa localizada na invasão da Cachoeirinha. Trata-se de uma residência com 50 m², dividida em sala, cozinha, banheiro e dois quartos onde vivem sua esposa Maria Ferreira, com 25 anos de idade, e seus três filhos Lucas, Mateus e Madalena, respectivamente com as idades de 5,4 e 3 anos. Possui geladeira, fogão e televisão em casa. O Sr. Manoel trabalha como auxiliar em serviços gerais e no momento presta serviço em uma obra de um prédio comercial no Centro da Cidade. Tem o primeiro grau incompleto. Rubinho, o agente de saúde, visita a casa do Sr. Manoel. Rubinho: Sr. Manoel esta tosse do senhor está feia, quanto tempo faz que está tossindo? Sr. Manoel: Umas quatro semanas. No começo era tosse seca, agora tem um catarro amarelo meio verde. Rubinho: O senhor tem febre? Sr. Manoel: Ultimamente deu para aparecer uma febre, uma moleza no corpo que eu tenho vontade de ficar só deitado. É no final da tarde quando eu chego do trabalho. A Maria fica dizendo que é por causa das pingas que eu tomo nos finais de semana. Rubinho: O senhor bebe muito? Desde quando? Sr. Manoel: Mais ou menos duas a três garrafas de pinga, só no fim de semana, desde os 14 anos de idade. Rubinho: Tem mais gente tossindo no seu trabalho? Sr. Manoel: Não, só eu. Rubinho: Sr. Manoel o senhor precisa ir comigo até o Posto de Saúde para o Dr. João examinar o senhor. Sr. Manoel: Preocupa não Rubinho, isto é só uma gripe, já, já vai passar. Sr. Manoel acompanha o agente de saúde e pede desculpas por importunar a equipe de saúde para tratar de uma simples gripe e diz que só veio pela insistência de Rubinho. O Sr. Manoel se considera uma pessoa saudável, nunca teve que procurar médico a não ser quando criança. Ia ao posto de saúde para se vacinar. Nunca fumou. 18

19 Atividade 6 1) Que elementos dessa história devem ser valorizados para a formulação de explicações sobre o estado de saúde do Sr. Manoel? 2) Considera alguma das informações acima importantes? Por quê? Caso Clínico 4 - Parte 2 O Dr. João achou o Sr. Manoel emagrecido, pesando 50 kg e altura de 1,75m. Não tinha febre, a PA de 120x80 mmhg, frequência respiratória de 28 incursões respiratórias por minuto, frequência cardíaca de 80 batimentos por minuto. No exame do pulmão encontrou murmúrio vesicular diminuído associado à crepitações inspiratórias em porção apical do pulmão direito. O restante do exame apresentou-se sem alterações. Consulte: a) Controle da Tuberculose: uma proposta de integração ensino e serviço - cap. 66 b) Diretrizes SBPT (págs a 1030). Atividade 7 1) Como analisa as alterações do exame físico encontradas no paciente? 2) Que exames complementares seriam necessários para se oferecer um diagnóstico para o problema do paciente? 3) O que fazer com os familiares do Sr. Manoel? 19

20 Caso Clínico 4 - Parte 3 Depois dos resultados dos exames: Escaro: BAAR +++; Radiografia do tórax: opacificações nodulares agrupadas e cavitação única localizada no lobo apical do pulmão direito. O Dr. João informou ao Sr. Manoel que ele está com tuberculose pulmonar. Inicialmente, o paciente resiste à notícia dizendo que não tem tuberculose, pois toma banho todo o dia e se alimenta bem. Depois passa a questioná-lo sobre a possibilidade de morrer da doença. Em seguida se preocupa com o estado de saúde da mulher e de seus filhos. Por fim, passa a dizer que vai dormir do lado de fora da casa e separar suas coisas. Os filhos do Sr. Manoel foram vacinadas com BCG e todas as vacinas PNI. Consulte: a) Controle da Tuberculose : uma proposta de integração ensino e serviço - cap. 5 b) Diretrizes SBPT (pág. 1030) Atividade 8 1) Que argumentos devem ser oferecidos ao paciente para tranquilizá-lo e motivá-lo para o tratamento? Elabore um plano terapêutico. Bibliografia da Lição 1. Santos MAPS; Albuquerque MFP; Ximenes RAA; Lucena-Silva NLCL; Braga C; CampeloARL; Dantas OMS; Montarroyos UR; Souza WV; Kawasaki AM; Rodrigues LC, Risk factors for treatment delay in pulmonary tuberculosis in Recife, Brazil. BMC Public Health;5: WHO, Practical Approach to Lung Health (PAL). Edited by: Salah-Eddine Ottmani,Scherpbier, R, Pio, A, Chaulet, P, Khaled, NA, Blanc, L, Khaltaev, N and Raviglione,M. Disponível em:www.who.int/entity/tb/dots/planningframeworks/ stb_pal_strategy.pp 3. Brasil, Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, Centro de Referência Professor Hélio Fraga; Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Controle da Tuberculose: uma proposta de integração ensino-serviço. 5ª Edição; Rio de Janeiro, Conde, M et al: III Diretrizes de Tuberculose. JBP 35, ,

21 Lição 4: Diabetes Apresentação DIABETES MELLITUS Prof. Dr. Augusto Cézar Florêncio Costa Introdução O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença conhecida desde os primórdios da humanidade. Existem relatos da doença desde o Antigo Egito e a denominação da doença é derivada da Antiga Grécia, tendo como significado Sifão de Mel. Atualmente o DM é uma doença de alta prevalência, estimando-se que cerca de 17 milhões de Norte Americanos (prevalência de 8% - Brasil =12milhões, prevalência de 7%) tenham a doença estabelecida ou ainda indetectada, gerando custos da ordem de 130 bilhões de dólares anuais (ano 2000, USA), principalmente alocados para o tratamento das complicações crônicas. Além do custo financeiro, a doença gera impactos sociais e emocionais importantes, destacando-se então a importância do diagnóstico precoce. Cerca de 90% dos casos são relacionados ao DM tipo 2, com importante aspecto hereditário e associado a obesidade, cuja etiopatogenia relaciona se à resistência a insulina, com mecanismos ainda não completamente conhecidos. O DM tipo 2 também é uma doença que manifesta-se predominantemente após os 40 anos de idade. Porém, com a epidemia da obesidade observada atualmente, tanto em países desenvolvidos com em desenvolvimento, a prevalência da doença vem aumentando exponencialmente e diagnóstico de DM tipo 2 já não é raro em adolescente obesos. O DM tipo 1 é uma doença de natureza auto-imune, acometendo predominantemente crianças e adolescentes, podendo porém, manifestar-se em qualquer idade. Ocorre destruição imuno-mediada das células beta, responsáveis pela produção de insulina. A pedra fundamental no tratamento do DM tipo 1 é a insulinoterapia. 21

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