A ENFERMAGEM FRENTE AO PROCESSO DE MORTE E MORRER EM HOME CARE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ENFERMAGEM FRENTE AO PROCESSO DE MORTE E MORRER EM HOME CARE"

Transcrição

1 Centro Universitário de Brasília - UniCEUB Faculdade de Ciências da Saúde - FACS Curso de Enfermagem A ENFERMAGEM FRENTE AO PROCESSO DE MORTE E MORRER EM HOME CARE Kaelly Thamara de Sousa Brasília/ DF Maio de 2007

2 Kaelly Thamara de Sousa A ENFERMAGEM FRENTE AO PROCESSO DE MORTE E MORRER E HOME CARE Monografia apresentada como requisito para conclusão do curso de Enfermagem do UniCeub Centro Universitário de Brasília. Orientadora: Prof. MSc Josiane Maria de Oliveira. Brasília/DF

3 Maio de 2007 Kaelly Thamara de Sousa A Enfermagem Frente ao Processo de Morte e Morrer em Home Care. Monografia como requerimento parcial para a obtenção do grau em Enfermagem do Centro Universitário de Brasília, pela seguinte banca. Prof. MSc Jaqueline Reis Linhares Prof. MSc Rosângela Garcia Jaramillo Prof. MSc Rita de Cássia Minetto Prof. MSc Fátima Aparecida Cardoso Prof. MSc Josiane Maria de Oliveira

4 Quando em meu peito rebentar-se a fibra que enlaça o espírito vivente, não derramem nenhuma lágrima em pálpebra demente, nem desfolhem na matéria impura a flor que adormece ao vento, não quero que nenhuma nota de alegria se cale por meu triste passamento. ( Álvares de Azevedo )

5 Dedico este trabalho: - A Deus meu guia e fonte de inspiração, pela oportunidade de concluir mais uma etapa na minha caminhada rumo ao conhecimento. - Aos meus pais que me proporcionaram a alegria de graduar-me no curso e minha escolha.

6 Agradecimentos: - Aos meus pais por toda dedicação e amor ao longo dos anos, pelo apoio nas adversidades e por toda contribuição para a minha formação como enfermeira e como ser humano. - Ao meu irmão querido por todo amor e colaboração tão importantes para mim. - Ao meu namorado pela apoio, amor e alegria que traz a minha vida. - Aos meus familiares, em especial mina avó, minha madrinha e afilhada, sempre presentes em minha vida. - A professora Josiane, minha orientadora pela paciência e colaboração tão importantes para a execução deste trabalho. - Aos professores do curso de enfermagem do UniCEUB. - As enfermeiras que colaboraram para a realização desta pesquisa. - A todos os amigos, em especial: Edinete, Desirée, Poliana, Fernanda, Viviane, Ludmilla e Márcia. - As irmãs do pensionato Lar Madre Eugênia Ravasco que me acolheram durantes os anos de realização deste curso.

7 SUMÁRIO II - Dedicatória III - Agradecimentos IV Lista de Tabelas V- Resumo 1- Introdução Justificativa 3 2- Objetivos Objetivo Geral Objetivo Específico 4 3- Revisão de Literatura O homem diante da morte A morte Hoje Home Care Metodologia Apresentação e Discussão dos Resultados Considerações Finais Referências Bibliográficas Anexos Resolução COFEN 267/ Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº Apêndices Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Formulário Carta de Aprovação 47

8 LISTA DE QUADROS Quadro 1- Perfil dos sujeitos da pesquisa 15 Quadro 2- Divisão e Subdivisão das questões abertas 16 Quadro 3 Relação de enfermeiras que receberam treinamento prévio e acompanhamento psicológico das empresas de Home Care. 18 Quadro 4- Significação da necessidade de acompanhamento psicológico e treinamento. 18 Quadro 5 Concepção da morte. 19 Quadro 6 Sentimentos frente ao processo de morte do paciente assistido. 20 Quadro 7 Percepção sobre a relação entre enfermagem, morte e Home Care. 21 Quadro 8 Sugestões para a melhoria da relação entre morte, enfermagem e Home Care. 22

9 RESUMO SOUSA, K.T. A enfermagem frente ao processo de morte e morrer em home care. Brasília, [ monografia ]. Faculdade de Ciências da Saúde Enfermagem, Centro Universitário de Brasília. Apesar de todos os avanços tecnológicos na área da medicina, sabemos que a morte nos foge ao controle, podendo apenas ser adiada por alguns instantes. Isso faz com que esta seja um interdito e fato que amedronta para a maioria das pessoas. Sendo assim traçamos como objetivo deste estudo: investigar o enfrentamento dos enfermeiros atuantes em empresas de home care do Distrito Federal ao lidar com o processo de morte e morrer dos seus pacientes, sendo os específicos: explorar as experiências e sentimentos vivenciados pelos enfermeiros diante do processo de morte de seus pacientes em home care; verificar como o ambiente domiciliar influencia no processo do morrer e colaborar para discussão, divulgação e enfrentamento do processo de morte e morrer entre os enfermeiros. Pela natureza dos objetivos, este estudo é do tipo quanti-qualitativo. Os participantes são enfermeiros que trabalham em empresas de home care. Os dados foram coletados através de um formulário com respostas abertas e fechadas. Os resultados indicam que o enfrentamento da morte no ambiente domiciliar tem aspectos positivos e negativos, sendo que os positivos se sobressaem. Concluímos então que os profissionais de enfermagem gozam de um enfrentamento da morte relativamente bom diante do contexto domiciliar. Por haverem citações negativas mesmo que poucas, recomenda-se que haja preparação para o dito enfrentamento desde a graduação, que seja proporcionado a família e ao profissional acompanhamento psicológico e ainda discussões e cursos sobre o tema. Palavra chave: Enfermagem. Morte. Home Care

10 1 1. INTRODUÇÃO O termo Home Care é de origem inglesa. A palavra "Home" significa "lar", e a palavra "Care" traduz-se por "cuidados". Portanto, a expressão Home Care designa literalmente: cuidados no lar. O termo Assistência Domiciliar também é utilizado como sinônimo de Home Care ( MENDES, 2001 ). Nos Estados Unidos antes do século XX, a assistência domiciliar era prestada pelos médicos em caráter individual mediante pagamento direto pelo usuário. O primeiro registro de uma atuação organizada na Assistência domiciliar, foi no Estado da Carolina do Sul, no século XIX, por intermédio de mulheres da Sociedade Beneficente de Charleston, que desenvolviam programas de atendimento a doentes pobres ( DIECKMANN, J. apud MENDES, 2001 ). As mudanças introduzidas por Florence Nightingale, na Inglaterra, produziram um importante impacto na formação das enfermeiras nos Estados Unidos e, por conseqüência, nas empresas de assistência domiciliar que eram formadas principalmente por profissionais de enfermagem. Nesse contexto foi criada a Visiting Nurses Association ( VNAA ), que congrega as várias agências de assistência domiciliar criadas a partir da virada do século XIX ( MENDES, W ). Atualmente a Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº11, de 26 de janeiro de 2006 dispões sobre o Regulamento Técnico de Funcionamento de Serviços que prestam Atenção Domiciliar, estabelecendo os requisitos de funcionamento pra o mesmo, sendo, que, a empresa deverá possuir alvará expedido pelo órgão sanitário competente. A equipe que presta assistência em Home Care é multidisciplinar, contando com serviços médicos, de enfermagem, psicologia, fisioterapia e outros. Segundo a resolução COFEN-267/2001, define se por Enfermagem em Domicílio - Home Care, a prestação de serviços de saúde ao cliente, família e grupos sociais em domicílio, e de acordo com a resolução COFEN nº256 de 12 de julho de 2001, esta modalidade assistencial exprime significativamente, a autonomia e o caráter liberal do profissional Enfermeiro. Assim como os profissionais que atuam na área hospitalar, os profissionais que trabalham em serviços de Home Care precisam estar preparados para lidar com a morte de seus pacientes. Antes do século XX as pessoas morriam em casa, ao lado de seus familiares. A partir da metade deste mesmo século, o local da morte

11 2 passou a ser os hospitais, frequentemente longe dos familiares, tornando a morte um processo mais doloroso. Mas o que se observa atualmente é uma tendência a voltar aos antigos procedimentos, propiciando atenção e cuidados especiais aos enfermos e sua família. Mesmo vivendo em uma época de grandes descobertas na área da saúde, a morte é um mistério, tema desconcertante e para alguns tabu. No entanto, cedo ou tarde os enfermeiros irão se deparar com um paciente em fase terminal, e a maneira como ele reagirá a este momento poderá influenciar sua vida profissional de maneira negativa ou positiva. Entretanto, quando se fala de morte em Home Care não podemos olhar apenas as necessidades do paciente, há que se refletir igualmente sobre as percepções, anseios e medo dos familiares diante deste processo, a reação familiar poderá exercer influência sobre o profissional que presta os cuidados. A seguir será apresentado um estudo de natureza quanti-qualitativa, que tem por objetivo investigar o enfretamento dos enfermeiros de graduação superior atuantes em empresas de home care no Distrito Federal ao lidar com o processo de morte e morrer de seus pacientes; assim poderemos explorar os sentimentos e experiências dos sujeitos da pesquisa, verificar como o ambiente familiar influencia no processo de morrer e colaborar para a divulgação do tema morte entre os enfermeiros.

12 JUSTIFICATIVA Abordar o tema MORTE, é um desafio, tendo vista o interdito e o tabu que esta palavra carrega. Especialmente na área da saúde, onde todas as ações são voltadas para o viver, a morte traz consigo o estigma de fracasso, de impotência, onde os atos realizados para manutenção da vida não foram eficazes. Entretanto, considero de extrema relevância que esta temática seja abordada, tendo em vista que a morte é companheira constante daqueles que trabalham com a assistência em saúde; seja na área hospitalar ou domiciliar. Enquanto acadêmicos, não nos é ensinado como agir diante da perda de um paciente; no máximo aprendemos a como tentar evitar a morte com técnicas adequadas e posteriormente em como preparar o corpo daquele que não mais está entre nós. Não há uma discussão sobre nossos medos, sentimentos ou aspectos éticos e morais diante de tal fato, ao contrário, orienta-se até mesmo a não envolverse emocionalmente. Pesquisando sobre as possíveis áreas de atuação para enfermagem, me interessei muito por uma modalidade que vem se expandindo bastante, a assistência domiciliar ou Home Care, modalidade na qual os cuidados ao paciente são prestados em sua residência. Assim comecei a refletir em como seria a questão da morte e morrer em todo o seu contexto domiciliar. Se no âmbito hospitalar era algo às vezes triste, às vezes banalizado, como seria no domicílio do paciente? No entanto, cada qual vivencia a experiência do morrer à sua própria maneira, sendo influenciada por sua cultura, religião e vínculo afetivo com o enfermo. Tentaremos, então, através deste estudo analisar se o ambiente domiciliar interfere sobre as percepções do enfermeiro diante do paciente em fase terminal, e desta maneira propor medidas para um melhor enfrentamento, caso as pesquisas revelem que este seja negativo.

13 4 2. OBJETIVOS 2.1. OBJETIVO GERAL: Investigar o enfrentamento dos enfermeiros atuantes em empresas de home care no Distrito Federal ao lidar com o processo de morte e morrer de seus pacientes OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Explorar as experiências e sentimentos vivenciados pelos enfermeiros diante do processo de morte de seus pacientes em home care. Verificar como o ambiente domiciliar influencia no processo do morrer. Colaborar para discussão, divulgação e enfrentamento do processo de morte e morrer entre os enfermeiros.

14 5 3. REFERENCIAL TEÓRICO 3.1. O homem diante da morte Através de toda a história da humanidade, vimos os homens mudarem de atitude diante de fatos cotidianos, como em relação à sexualidade, a mulher, a religião e com o tema morte, isso não foi diferente. Veremos nas páginas a seguir como era a relação do homem com a morte na antiguidade e como esta acabou se transformando algo tão temido e um interdito nos dias atuais. Segundo Ariés ( 2003 ), podemos dizer que em épocas medievais a morte era domada. O moribundo sentia que iria morrer; sua hora era esperada no leito. Todo o rito fúnebre, era um ato público e presidido pelo próprio enfermo. Família, amigos, vizinhos, todos eram convidados e participar da agonia do moribundo, até mesmo crianças. O enfermo entrava em um processo nostálgico, relembrava-se de experiências vividas, pedia perdão aos companheiros que ali estavam e também era perdoado. Escolhia o local do sepultamento, confessava a Deus seus pecados e era ungido pelo padre; os demais assistentes recitavam orações para que o moribundo gozasse de uma boa morte e se livrasse dos demônios ( ZIEGLER, 1977 ). Deste modo, pode-se inferir que os rituais vivenciados pelo enfermo, familiares e amigos que ali estavam, era um processo sem dramatização excessiva ou temor. Todos aceitavam o fato de que se tratava de um processo natural; assim a morte era familiar. Esta atitude diante da morte opõe-se radicalmente a dos dias atuais, na qual a morte é algo que não deve ser nem mesmo mencionado. Apesar de sua familiaridade com a morte, estes povos temiam que os mortos viessem a perturbar os vivos. Surge então em Roma a Lei das Doze Tábuas que proibia o enterro no interior das cidades. Sendo assim os cemitérios eram situados fora das cidades, a beira das estradas ( ÁRIÉS, 2003 ). Cuide de nunca erguer um túmulo dentro da cidade. Se alguém deixasse um cadáver no lugar em que dormes e comes, o que não farias? E entretanto deixas os cadáveres não onde dormes e comes, mas nos membros de Cristo, ou seja, nas igrejas ( CRISÓSTOMO apud ARIÉS, p. 37 ).

15 6 Apesar das proibições pré-existentes, os mortos entrarão nas cidades, de onde sempre estiveram afastados durante milênios. Este processo se deu com o culto dos mártires, de origem africana. Estes eram enterrados nas necrópoles extraurbanas, suas tumbas eram locais venerados e atraíam as sepulturas. Os mártires cuidarão de nós, enquanto vivermos com nossos corpos, e se encarregarão de nós quando tivermos deixado nossos corpos ( TURIN apud ARIÉS, p. 38 ). A partir de então não houve mais diferença entre a igreja e o cemitério. O fato dos mortos começarem a ser enterrados no interior e nas medições das igrejas, não impediu que estes se tornassem locais públicos. Ali se instalavam tendas e mercadores com jogos, danças, música, charlatães e outros; entretanto, começa-se a observar no fim do século XVII certa intolerância a este tipo de comportamento ( ARIÉS, 2003 ). Vós entrais na catedral gótica de Paris, caminhais sobre pedras mal reunidas, desniveladas. Foram mil vezes erguidas para que sob elas se atirassem caixões com cadáveres. Passai pelo abatedouro que chamam de Saint-Innocent. É um amplo recinto consagrado a peste. Os pobres que morem com freqüência de doenças contagiosas ali são enterrados de qualquer maneira; os cães vão as vezes roer-lhe os ossos. Um vapor espesso, cadavérico, infectado dali se evola. ( VOLTAIRE apud ZIEGLER, p. 134 ). Como observou Ziegler ( 1977 ) em sua obra, através do estudo dos ritos fúnebres, podemos refletir sobre a questão da desigualdade social existente na época. Ser enterrado próximo a relíquia dos santos, era um benefício reservado aos de classe alta, os pobres eram enterrados em fossas comuns. A certeza da morte e a conscientização a respeito da fragilidade da vida estavam presentes no fim da idade média, estes homens resignavam-se ao fato de sermos mortais. Mas a partir do século XVIII, o homem começa a dramatizar esta experiência, dando a morte um novo sentido. Passa-se a dar importância a morte do outro, a saudade. Assim começam a surgir os cultos aos cemitérios no século XIX e XX. Mais tarde, o tema morte passa a ser relacionado ao amor e até mesmo ao erotismo, Tanatos e Eros. Assim, a morte é cada vez mais considerada uma transgressão ( ARIÉS, 2003 ). A partir da segunda metade do século XVII, surge um novo fato que vai exacerbar ainda mais o temor da morte; é o medo de ser enterrado vivo e a ameaça

16 7 da morte aparente. Na verdade, o medo da morte aparente foi a primeira forma reconhecida e aceitável de medo da morte ( ARIÉS, 2003 ). Segundo o mesmo autor, ocorre também uma mudança no que diz respeito aos ritos precedentes à morte. Este passa a ser dominado pela emoção, choro. A idéia da separação comove. O mesmo ocorre com o luto; antes com o tempo e tipo de emoção pré-fixados para não haver excessos e agora sem limites e até mesmo histéricos (ARIÉS, 2003 ). A morte, tão presente no passado e tão familiar, vai tornando-se vergonhosa e repulsiva. Antes ninguém se esquivaria dos ritos fúnebres, hoje estes são evitados. Foi uma grande mudança nas relações entre o homem e a morte. Crianças que presenciavam o processo de morte e morrer, acreditando que tinham nascido de um repolho, são hoje esclarecidas sobre as questões de sexualidade desde pequenos, entretanto, são privadas da experiência da morte. Ao sentir falta dos que partiram, recebem como respostas que estes foram morar em um jardim cheio de flores ou ainda que foram passear com papai do céu. Qualquer traço da certeza da morte ou da socialização da mesma, é logo vetada ( ZIEGLER, 1977 ). Entre 1930 e 1950 observaremos uma nova mudança que irá interferir no já citado rito da morte: o deslocamento do local onde a mesma ocorre. Já não se more em casa, em meio aos seus, mas sim no hospital, sozinho. Isso porque o hospital passa a ser o local onde são realizados cuidados especializados; é o local de luta contra a morte.( ARIÉS, 2003 ). Neste contexto surgem os tanatocratas como define Ziegler ( 1977 ). O médico passa a ser o senhor da máquina terapêutica, é ele quem decide sobre a continuação da vida ou sobre a hora de se desligar os aparelhos que sustentam aquele moribundo. A morte no hospital, não é mais uma cerimônia ritualística presidida pelo moribundo, ela passa a ser um fenômeno técnico, onde o enfermo passa de protagonista e senhor de sua própria morte a objeto de uma tanatopráxis. A vida é uma busca permanente da verdade, uma impaciência sempre crescente de conhecer a verdadeira natureza das coisas. A morte abre a porta do saber absoluto. A alma, finalmente liberta do corpo, pode aceitar o conhecimento absoluto. ( SÓCRATES apud ZIEGLER, 1977, p. 221). Disse Jankelevitch apud ZIEGLER, ( 1977, p. 306 ): a morte, é para a consciência, um obstáculo absoluto, uma fronteira última e determinante. Mas para

17 8 aquém desse limite o homem pode quase tudo, ou mais precisamente, é por causa dela que o homem tenta quase tudo A morte hoje Apesar de todos os avanços científicos na área da medicina, a morte constitui um grande obstáculo e tabu para os profissionais da saúde e demais pessoas da sociedade; no entanto, negar o único fato do qual temos certeza não irá prorrogar nosso tempo sobre a terra: mais cedo ou mais tarde a morte nos encontra. Hoje é vergonhoso falar da morte e do dilaceramento que provoca como antigamente era vergonhoso falar do sexo e seus prazeres. (... ) à medida que a interdição em torno do sexo foi se relaxando, a morte foi se tornando um tema proibido, uma coisa inominável. A obscenidade não reside mais nas alusões as coisas referentes ao início da vida, mais sim aos fatos relacionados ao seu fim. ( MARANHÃO, p. 9 ) A definição clássica de morte surgiu por volta de 500 anos a.c. e foi formulada por Hipócrates médico grego conhecido por ser considerado o fundador da medicina. Testa enrugada e árida, olhos cavos, nariz saliente, cercados de coloração escura, têmporas deprimidas, cavas e enrugadas, queixo franzido e endurecido, epiderme seca, lívida e plúmbea, pêlos na narina e dos cílios recobertos por uma espécie de poeira de um branco fosco, fisionomia nitidamente contornada e irreconhecível ( ZIEGLER, p. 174 ). Mais tarde, os médicos procuraram determinar o momento da morte somática, onde as funções do organismo cessam sem possibilidade de reversão. Após o acontecimento do primeiro transplante de coração em 1967, houve a necessidade de se aprimorar a definição do instante da morte; no entanto as organizações médicas e a Organização Mundial de Saúde não entravam em um acordo a respeito do tema. Assim a Harvard Medical School, organizou um comitê para examinar a definição de morte cefálica e em 5 de agosto de 1968, divulgou os novos critérios que, a partir de então determinariam o estado de coma irreversível; são eles: não receptividade, ausência de movimentos, ausência de reflexos e encefalograma plano. Estes critérios são utilizados ainda hoje. ( ZIEGLER, 1977 ).

18 9 O enfrentamento da morte tanto por parte dos profissionais, quanto por parte dos pacientes, depende da cultura, religião e personalidade de cada um. Em seu livro Sobre a Morte e o Morrer ( 1998 ), a psiquiatra suíça Elizabeth Kübler Ross descreve as fases vivenciadas por pacientes em eminência de morte. Segundo a autora, embora cada qual vivencie sua experiência de maneira particular, podemos identificar estágios comuns ao processo de morrer. São eles: NEGAÇÃO: ocorre quando o paciente recebe o seu prognóstico. Aqui encontramos a expressão: Não, não eu, não pode ser verdade. Não convencidos de seu diagnóstico, muitos procuram outros médicos; isso constitui uma forma de defesa. RAIVA: quando não é mais possível permanecer negando a doença, aparece a revolta, o ressentimento. O paciente então se faz a seguinte pergunta: Por que eu?. Normalmente o alvo da revolta destes pacientes é Deus, sendo que muitas vezes, as enfermeiras ( os ) também o são. BARGANHA: vendo que a negação e os apelos raivosos de nada adiantaram, o paciente tenta um tipo de acordo, geralmente com Deus, para obter um maior tempo de vida. Se me for concedido x meses a mais, prometo realizar y ação. Estes acordos normalmente são mantidos em segredo. DEPRESSÃO: neste momento o paciente se conscientiza de que não existe mais a possibilidade de cura, uma vez que se sente cada vez mais debilitado, logo se deprime e muitas vezes fecha-se ao diálogo. ACEITAÇÃO: depois de tanto lutar o paciente finalmente aceita o seu destino, muitas vezes deixa seus negócios resolvidos, faz testamento. Assim encontra a paz para seus últimos momentos. A existência destas etapas, não que dizer que todos os pacientes irão passar por todas as fases. Alguns pacientes simplesmente vivenciam um estágio, não conseguido ou não tendo tempo de mudar para outro.

19 10 Em contrapartida a negação e ao temor da morte, ouvimos hoje falar em eutanásia. Este é um termo grego para boa morte, hoje é usado para designar morte intencional, por ato ou omissão de um ser humano dependente, para o seu benefício alegado ( BUNNER & SUDDARTH, 2006 ). Encontramos ainda a definição deste ato como prática que consiste em provocar, através de medicamentos ou do desligamento de aparelhos que sustentam, a vida, a morte precoce de doentes para os quais não existem possibilidades de cura ( Dicionário de Termos Técnicos de Saúde, 2006 ). Existe uma grande discussão acerca da validade deste ato. Há quem seja a favor, alegando que um indivíduo com uma doença em fase terminal passa por momentos de muito sofrimento, não vivendo com dignidade e paz seus últimos dias. No entanto, esta ainda é uma prática proibida no Brasil e na maioria dos países. A vida humana é sagrada, o homem é de certo modo seu gerente, mas não seu próprio soberano. Não pode dela dispor, nem suprimi-la à vontade. Ela é de fato a vida de uma pessoa, criada imediatamente por Deus e para Deus. Desta criação, o homem e a mulher são colaboradores indispensáveis, não os autores. Condicionam a personalidade do filho com a reação biológica e a educação, não a cria. Não lhe conferem também o senso de seu destino. Deste princípio decorrem o respeito pela vida, proibição da eutanásia e do aborto. ( CROIX KÄELIN apud ZIEGLER, p. 225 ) Embora as patologias dos doentes em fase terminal estejam fora da hipótese de cura, ainda há muito que se fazer com o objetivo de aliviar a dor daquele que sofre tanto física como psicologicamente. É aqui que entra o cuidar ou cuidado, que está presente desde a pré-história mesmo que de maneira rudimentar. Cuidado segundo o minidicionário Silveira Bueno ( Bueno, 2000, p. 210) significa: precaução, cautela, desvelo. Quem primeiro praticou a medicina e o cuidar foi a mulher; primeiro devido a sua conexão com a terra e conhecimento das plantas, depois dos cuidados inerentes a capacidade reprodutiva, além de serem historicamente responsáveis pelo cuidados do lar e doentes da família ( WALDOW, 2001 ). As atividades da mulher, tradicionalmente tomar conta, cuidar, tratar, na verdade, correspondem a garantir ou compensar funções vitais e que essencialmente se organizam em torno de dois pólos, quais sejam, do nascimento à morte. ( COLLIÉRE apud WALDOW, p. 22 )

20 11 WALDOW ( 2001 ) define o cuidados como sendo uma atitude ética, uma forma de viver em que seres humanos, tentariam harmonizar os seus desejos de bem-estar próprio em relação a seus próprios atos em função do bem estar dos outros. A enfermagem é caracterizada historicamente pelo cuidado, no entanto ultimamente o cuidado técnico vem prevalecendo, deixando o cuidado humano menos visível ou sentido. O não cuidado leva a desencantos e angústias tanto para quem não o recebe e posteriormente para quem não deu, pois, como disse Vicente Augusto de Carvalho apud ZORZO... há muita vida naquele que está morrendo e essa vida deve ser levada em conta e cuidada. Constantemente ouvimos também que, muitos - não todos - que gozam de certa religiosidade, normalmente enfrentam o processo da morte de forma mais serena. Estes, frequentemente, têm o apoio de um grupo religioso além de crerem que esta é apenas uma passagem para a vida eterna, para o encontro com Deus. Entendem também que, foi através da morte que Cristo nos concedeu a vida eterna, talvez por isso, na antiguidade onde a religiosidade estava mais presente a morte era familiar e não temida. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos e foi feito as primícias dos que dormem... Porque assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. ( BÍBLIA SAGRADA, Primeiro Coríntios 15; ) 3.3. Home Care O conceito de Home Care é abrangente. Este é um termo de origem inglesa. A palavra Home significa lar, e a palavra Care traduz-se por cuidados ; o termo assistência domiciliar também pode ser utilizado como sinônimo ( Mendes, 2001 ). De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( ANVISA ), assistência domiciliar é um termo genérico que envolve ações de promoção a saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio. Estamos passando por um período onde se observa o envelhecimento da população e consequentemente a cronificação de certas doenças. Estes aspectos fazem com que cada vez mais se desenvolva esta nova modalidade de assistência a saúde denominada Home Care. A assistência domiciliar vem sendo vista como uma estratégia capaz de proporcionar um atendimento personalizado ao paciente. A

21 12 tendência é que a hospitalização seja feita apenas diante de casos e intervenções mais complexas ( MESQUITA, 2007 ) A enfermeira faz parte da equipe que atua na assistência domiciliar, e segundo a resolução COFEN 267/2001, Enfermagem em Domicílio Home Care, é a prestação de serviços de saúde ao cliente, família e grupos sociais em domicílio; e é de competência privativa do enfermeiro que atua neste setor atuar na área assistencial, administrativa, educativa e de pesquisa. Em seu artigo, Horácio Arruda Falcão ( 1999 ) ex-professor de nefrologia da UFRJ, relata que os últimos dados americanos de 1997 mostraram existir atualmente cerca de empresas de Home Care nos Estados Unidos, sendo que o número de pacientes que receberam este tipo de cuidado no mesmo período foi estimado em 7,4 milhões de pessoas. O mesmo relata ainda que uma recente pesquisa feia pelos americanos mostrou que 9 entre cada 10 pacientes optariam pelo Home Care a outro cuidado médico institucionalizado. Não há registro formal da história da assistência domiciliar no Brasil. Diferentemente dos Estados Unidos onde a assistência domiciliar teve uma origem comunitária, no Brasil houve a presença do Estado Brasileiro. Outro ponto divergente é a presença da enfermagem. Se nos Estados Unidos esta foi fundamental, no Brasil agia apenas para o controle da cadeia de transmissão de doenças infecto-contagiosas sob coordenação do serviço público de saúde ( MENDES, 2001 ) Provavelmente a primeira atividade planejada de assistência domiciliar à saúde no Brasil foi o Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência ( Samdu ), criado em 1949, ligado inicialmente ao Ministério do Trabalho. Segundo o médico Nildo Aguiar, que dirigiu o primeiro hospital com assistência domiciliar no Rio de Janeiro, os principais responsáveis pela criação desse serviço foram os sindicatos de trabalhadores, principalmente os de transportes marítimos, insatisfeitos com o atendimento vigente. Um dado importante a ser mencionado é a ocorrência de visitas domiciliares regulares por médicos a previdenciários com doenças crônicas ( MENDES, 2001 ). Segundo trabalho elaborado pelo Núcleo Nacional das Empresas de Assistência Médica Domiciliar ( NEAD ) e publicado no Jornal O Estado de São Paulo em 14 de fevereiro de 2006,o Brasil conta com 170 empresas especializadas em assistência domiciliar, sendo a maioria destas localizadas em São Paulo; 73%

22 13 tem como clientes planos de saúde e 20% são serviços do SUS. Em Brasília existem aproximadamente seis empresas do tipo Home Care, não existindo dados oficiais a este respeito até o momento. De acordo com uma entrevista concedida pelo Sr. Ari Bolnheizi NEAD, estima-se que o setor de home care tenha movimentado em 2005 cerca de 240 milhões de reais. Para 2006 espera-se um incremento de 15% em relação a 2005, com uma movimentação aproximada de 276 milhões. Na mesma entrevista, José De Rosa, da consultoria HCPC Consult, relata que em 2005 houve atendimento à 264 mil pacientes pelas empresas de Home Care ( Disponível no site ; acessado em 23 de abril de 2007 às 9:30 ). A maioria dos pacientes em Home Care são idosos com mais de 65 anos de idade. As enfermidades mais freqüentes são aquelas advindas do progressivo envelhecimento da população tais como: alzenheimer, câncer, esclerose e outras ( FALCÃO, 1999). Em contrapartida ao modelo hospitalocêntrico, a assistência domiciliar vem se tornando uma forte modalidade de assistência à saúde. Temos como benefício deste modelo: redução do tempo da doença, ausência de infecção hospitalar, educação em saúde não só do paciente mais também da família ( FALCÃO, 1999 ). Podemos citar ainda a humanização do processo de morrer. O que percebemos é que com tantos avanços tecnológicos na área da saúde, os profissionais passaram a se preocupar com os aparelhos, verificar se estão funcionando, se estão sendo eficazes na manutenção da vida e se esqueceram que por trás de tosos aqueles monitores e fios existe um ser humano, carente de cuidados humanos mesmo que esteja inconsciente. A morte tornou-se mecânica; sustenta-se a vida do moribundo a todo custo, pois contamos com todos os equipamentos necessários, no entanto os pacientes muitas vezes sobrevivem em condições penosas. Assim sustenta-se a vida biofisiológica, esquecendo-se da dignidade. Os povos antigos desfrutavam de todo o tempo para ficar com seus entes queridos, uma vez que se morria em casa; agora, com o costume que se criou de enviar o doente para o hospital, geralmente tem-se apenas alguns minutos para vêlo e muitas vezes sem nenhuma privacidade. Ziegler ( 1977 ) subentende das afirmações de Kyle e Caldwell que, bastaria que o doente morresse em casa para que a dignidade intrínseca de sua agonia lhe

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM.

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. RESUMO Karyn Albrecht SIQUEIRA, 1. Aline MASSAROLI, 2. Ana Paula LICHESKI, 2. Maria Denise Mesadri GIORGI, 3. Introdução: Com os diversos avanços

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

Metodologia da Pesquisa

Metodologia da Pesquisa BACHARELADO EM ENFERMAGEM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Prof. Me. Eurípedes Gil de França Metodologia da Pesquisa AULA 5 Refere-se ao como vou fazer a pesquisa. É a parte mecânica da pesquisa. Por meio

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO.

CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO. CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO. PINOTTI, Elaine Cristina 1 GAZZOLA, Ms.Rangel Antonio 2 RESUMO O objetivo deste estudo é apresentar como os cuidados paliativos podem promover o bem estar e a qualidade de

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO O transplante cardíaco é uma forma de tratamento para os pacientes com insuficiência cardíaca

Leia mais

RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 - REVOGADA PELA RESOLUÇÃO 306/2006

RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 - REVOGADA PELA RESOLUÇÃO 306/2006 Página 1 de 5 Publicado Portal do Cofen - Conselho Federal de Enfermagem (http://site.portalcofen.gov.br) Início > RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 - REVOGADA PELA RESOLUÇÃO 306/2006 RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 -

Leia mais

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO A IMPORTÂNCIA DO VOLUNTARIADO NO PROCESSO DO HUMANIZAR FERNANDO BASTOS fernandobastosmoura@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E PROFISSIONAIS DE SAÚDE DIAGNÓSTICO

Leia mais

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000)

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000) Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: As dimensões do Cuidar e as Competências da

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES

CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES Simone Lemos 1 ; Suzei Helena Tardivo Barbosa 2 ; Giseli

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Júlio César Coelho do Nascimento (Enfermeiro Pós-graduando em Oncologia Clínica- Centro de Especialização em Enfermagem

Leia mais

OS EFEITOS DAS EMOÇÕES NEGATIVAS NA SAÚDE DE NOSSO CORPO

OS EFEITOS DAS EMOÇÕES NEGATIVAS NA SAÚDE DE NOSSO CORPO 1 RESUMO OS EFEITOS DAS EMOÇÕES NEGATIVAS NA SAÚDE DE NOSSO CORPO Glória Maria A. F. Cristofolini Nada se passa na mente que o corpo não manifeste, cita Hermógenes. Quando a medicina ocidental passou a

Leia mais

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE Rosimery Cruz de Oliveira Dantas Universidade Federal de Campina Grande Campus Cajazeiras. Symara Abrantes Albuquerque

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM nº 1.668/2003

RESOLUÇÃO CFM nº 1.668/2003 RESOLUÇÃO CFM nº 1.668/2003 (Publicada no D.O.U. 03 Junho 2003, Seção I, pg. 84) Dispõe sobre normas técnicas necessárias à assistência domiciliar de paciente, definindo as responsabilidades do médico,

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

BOAS PRÁTICAS. para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais. Boas práticas para humanizar o atendimento

BOAS PRÁTICAS. para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais. Boas práticas para humanizar o atendimento BOAS PRÁTICAS para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais ÍNDICE Introdução 3 Explique e difunda a importância do termo 4 A humanização e o ambiente físico 6 Aperfeiçoamento

Leia mais

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO HU/UFJF SERVIÇO SOCIAL. Anna Cláudia Rodrigues Alves. Chefe do Serviço Social HU/UFJF Mestre em Saúde Coletiva / UFJF

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO HU/UFJF SERVIÇO SOCIAL. Anna Cláudia Rodrigues Alves. Chefe do Serviço Social HU/UFJF Mestre em Saúde Coletiva / UFJF HOSPITAL UNIVERSITÁRIO HU/UFJF SERVIÇO SOCIAL Anna Cláudia Rodrigues Alves Chefe do Serviço Social HU/UFJF Mestre em Saúde Coletiva / UFJF FALSO VERDADES E INVERDADES SOBRE O SERVIÇO SOCIAL VERDADEIRO

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

Sexualidade e Câncer de Mama

Sexualidade e Câncer de Mama Sexualidade e Câncer de Mama LÚCIO FLAVO DALRI GINECOLOGIA MASTOLOGIA CIRURGIA PÉLVICA MÉDICO EM RIO DO SUL - SC PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA REGIONAL DE SC CHEFE DO SERVIÇO DE MASTOLOGIA

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.805/06

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.805/06 1 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.805/06 Ementa: Na fase terminal de enfermidades graves e incuráveis, é permitido ao médico limitar ou suspender procedimentos e tratamentos que prolonguem a vida do doente, garantindo-lhe

Leia mais

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde Valdir Reginato Espiritualidade

Leia mais

HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA: um desafio para a equipe de saúde

HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA: um desafio para a equipe de saúde HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA: um desafio para a equipe de saúde Jorge Luiz Lima Objetivos da conversa: Discutir sobre os aspectos variados envolvidos no processo de humanização, ressaltando a atuação do

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA DAL BEN: SUA PARCEIRA EM CUIDADOS ASSISTENCIAIS A saúde no Brasil continua em constante transformação. As altas taxas de ocupação dos hospitais brasileiros demandam dos profissionais

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

Eutanásia e Luto. dos responsáveis em Oncologia Veterinária. Profa. Dra. Renata A Sobral

Eutanásia e Luto. dos responsáveis em Oncologia Veterinária. Profa. Dra. Renata A Sobral Eutanásia e Luto dos responsáveis em Oncologia Veterinária Profa. Dra. Renata A Sobral Oncologia Relação direta! Cancêr : Morte O medo. A apreensão. Veterinário oncologista - ponto de vista particular!

Leia mais

DIFICULDADES PARA FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM NAS ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES

DIFICULDADES PARA FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM NAS ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES DIFICULDADES PARA FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM NAS ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES Julianny de Vasconcelos Coutinho Universidade Federal da Paraíba; email: juliannyvc@hotmail.com Zirleide

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei n 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei n 5.905/73 DECISÃO COREN-RS Nº 006/2009 Dispõe sobre as normatizações para o exercício do profissional Enfermeiro em relação à constituição e funcionamento das Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs).

Leia mais

A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DO HOSPITAL E DA HOSPITALIZAÇÃO M E S T R E E M E N F E R M A G E M ( U E R J )

A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DO HOSPITAL E DA HOSPITALIZAÇÃO M E S T R E E M E N F E R M A G E M ( U E R J ) A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DO HOSPITAL E DA HOSPITALIZAÇÃO MARIA DA CONCEIÇÃO MUNIZ RIBEIRO M E S T R E E M E N F E R M A G E M ( U E R J ) A palavra hospital origina-se do latim hospitalis, que significa "ser

Leia mais

Relatório de Atividades

Relatório de Atividades 1 Relatório de Atividades 2013 2 1- Identificação Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (GPACI) Rua Antônio Miguel Pereira, 45 Jardim Faculdade Sorocaba São Paulo CEP: 18030-250 Telefone:

Leia mais

Faculdade da Alta Paulista

Faculdade da Alta Paulista CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Área: Estágio de Enfermagem em Saúde do Adulto I e II Campo de Atuação: Santa Casa de Tupã; Instituto de Psiquiatria de Tupã e Hospital São

Leia mais

HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Eveline de Oliveira Barros (UFPB). evinhabarros@gmail.com Fabiana Medeiros de Brito (UFPB). fabianabrito_@hotmail.com

Leia mais

Título do Projeto: Triagem das Principais Causas de Cegueira em uma Unidade de Atenção Básica de Saúde de Goiânia através da Telemedicina.

Título do Projeto: Triagem das Principais Causas de Cegueira em uma Unidade de Atenção Básica de Saúde de Goiânia através da Telemedicina. Título do Projeto: Triagem das Principais Causas de Cegueira em uma Unidade de Atenção Básica de Saúde de Goiânia através da Telemedicina. Título do Plano de Trabalho: Avaliação das Percepções de Pacientes

Leia mais

TERMINALIDADE NORMA Nº 643

TERMINALIDADE NORMA Nº 643 Página: 1/7 1- OBJETIVO 1.1- Garantir os Direitos dos pacientes relacionados aos seus valores pessoais, preservando sua individualidade e sua dignidade humana, tais como: 1.2- Diminuir o sofrimento do

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DOS FAMILIARES DE IDOSOS PORTADORES DO VÍRUS HIV

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DOS FAMILIARES DE IDOSOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DOS FAMILIARES DE IDOSOS PORTADORES DO VÍRUS HIV Jamira Martins dos Santos (1); Camila Mendes da Silva (2); Gerlane Ângela da C. Moreira Vieira (3); Ana Claudia Torres de Medeiros

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE: UM ALICERCE PARA O ENVELHECIMENTO ATIVO. Profª Dra Leoni Zenevicz Universidade Federal da Fronteira Sul -UFFS

A ESPIRITUALIDADE: UM ALICERCE PARA O ENVELHECIMENTO ATIVO. Profª Dra Leoni Zenevicz Universidade Federal da Fronteira Sul -UFFS I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE ENVELHECIMENTO ATIVO A ESPIRITUALIDADE: UM ALICERCE PARA O ENVELHECIMENTO ATIVO Profª Dra Leoni Zenevicz Universidade Federal da Fronteira Sul -UFFS ESTAÇÕES DA VIDA... PRIMAVERA..

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO Eliane de Sousa Leite/Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. E-mail: elianeleitesousa@yahoo.com.br Jeruzete Almeida de Menezes/ Universidade

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 191 - DOE de 10/10/09 - Seção 1 - p.95

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 191 - DOE de 10/10/09 - Seção 1 - p.95 Regimento Interno Capítulo I Das Finalidades Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 191 -

Leia mais

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Aline Paula

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Cuidados Paliativos em Câncer

Cuidados Paliativos em Câncer Cuidados Paliativos em Câncer Temos assistido nas últimas décadas a um envelhecimento progressivo da população, assim como o aumento da prevalência do câncer. O avanço tecnológico alcançado, associado

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

Psicopedagogia Institucional. Profa. Ms. Cintia Perez Duarte cperezduarte@yahoo.com.br

Psicopedagogia Institucional. Profa. Ms. Cintia Perez Duarte cperezduarte@yahoo.com.br Psicopedagogia Institucional Profa. Ms. Cintia Perez Duarte cperezduarte@yahoo.com.br O psicopedagogo dentro da empresa atua diretamente com o interrelacionamento entre todos com o aprendizado, com o desempenho

Leia mais

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR Jaqueline de Carvalho Gasparotto 1 ; Jeferson Dias Costa 1, João Ricardo Vissoci

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DO BRINCAR NA HOSPITALIZAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS COM CÂNCER 1

A CONTRIBUIÇÃO DO BRINCAR NA HOSPITALIZAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS COM CÂNCER 1 A CONTRIBUIÇÃO DO BRINCAR NA HOSPITALIZAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS COM CÂNCER 1 REIS, Thamiza L. Da Rosa dos 2 ; BIN, Aline 3 ; ANTUNES, Bibiana Sales 4 ; FERREIRA, Emanuelli Manico 5 1 Trabalho de

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

Uma proposta de atuação humanizada. RESUMO:

Uma proposta de atuação humanizada. RESUMO: PROJETO DE ACOLHIMENTO E HUMANIZAÇÃO PARA ACOMPANHANTES: A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL E DA ENFERMAGEM DE UMA INSTITUIÇÃO FEDERAL DE GRANDE PORTE. 1 Uma proposta de atuação humanizada. RESUMO: O presente

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores.

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Joyce Santiago Ferreira Orientador: Profa. Dra. Claci Fátima Weirich Faculdade de Enfermagem, Goiânia-GO,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Nesta unidade, analisaremos os aspectos específicos referentes

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre.

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 38/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ENFERMAGEM, REGIME SERIADO SEMESTRAL, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso

Leia mais

A INTERVENÇÃO RIME COMO RECURSO PARA O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM OSTOMIA EM PÓS- OPERATÓRIO MEDIATO

A INTERVENÇÃO RIME COMO RECURSO PARA O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM OSTOMIA EM PÓS- OPERATÓRIO MEDIATO A INTERVENÇÃO RIME COMO RECURSO PARA O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM OSTOMIA EM PÓS- OPERATÓRIO MEDIATO Roberta Oliveira Barbosa Ribeiro- Instituto do Câncer do Estado de São Paulo - São Paulo. Ana Catarina

Leia mais

NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA VOLUNTÁRIA ESPIRITUAL MS / INCA / HCI. José Adalberto F. Oliveira (ilhaterceira@hotmail.com) Secretaria do NAVE 32071718

NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA VOLUNTÁRIA ESPIRITUAL MS / INCA / HCI. José Adalberto F. Oliveira (ilhaterceira@hotmail.com) Secretaria do NAVE 32071718 NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA VOLUNTÁRIA ESPIRITUAL MS / INCA / HCI José Adalberto F. Oliveira (ilhaterceira@hotmail.com) Secretaria do NAVE 32071718 COMO TUDO COMEÇOU: Demanda da Coordenadora do Voluntariado

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA MUSICOTERAPIA NO TRATAMENTO DE PACIENTES DEPRESSIVOS *

A CONTRIBUIÇÃO DA MUSICOTERAPIA NO TRATAMENTO DE PACIENTES DEPRESSIVOS * A CONTRIBUIÇÃO DA MUSICOTERAPIA NO TRATAMENTO DE PACIENTES DEPRESSIVOS * Camila Lima e Silva.. Musicoterapeuta pela Universidade Federal de Goiás.. Musicoterapeuta no Despertar Núcleo Educacional e Terapêutico.

Leia mais

CUIDADO PALIATIVO: INTERFACES SOBRE MORTE, MORRER E COMUNICAÇÃO. Sandra Regina Gonzaga Mazutti

CUIDADO PALIATIVO: INTERFACES SOBRE MORTE, MORRER E COMUNICAÇÃO. Sandra Regina Gonzaga Mazutti CUIDADO PALIATIVO: INTERFACES SOBRE MORTE, MORRER E COMUNICAÇÃO. Sandra Regina Gonzaga Mazutti MORTE- ANTIGUIDADE DOMADA Evento público, Social Casa ao lado dos familiares e amigos Espaço para dor e sofrimento,

Leia mais

SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA ESPAÇO 178 GUIA 2014. Para estagiários e supervisores

SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA ESPAÇO 178 GUIA 2014. Para estagiários e supervisores SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA ESPAÇO 178 GUIA 2014 Para estagiários e supervisores SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 I. APRESENTAÇÃO... 3 II. EQUIPE DO SEP...

Leia mais

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL?

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? Aline Fernanda Sartori Kanegusuku¹; Marina Tiemi Kobiyama Sonohara 1 ; Angélica Aparecida Valenza¹; Nemerson José Jesus¹; Sandra Diamante² RESUMO Para compreender

Leia mais

Doenças Graves Doenças Terminais

Doenças Graves Doenças Terminais MINISTÉRIO DA SAÚDE Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP Universidade Federal de Minas Gerais Doenças Graves Doenças Terminais José Antonio Ferreira Membro da CONEP/ MS Depto de Microbiologia

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

PROGRAMA TERAPÊUTICO

PROGRAMA TERAPÊUTICO CENTRO DE RECUPERAÇÃO CAMINHO DA VIDA MARECHAL CÂNDIDO RONDON PARANÁ CNPJ: 03.507.934/0001-02 CEP. 85960-000 MARECHAL CÂNDIDO RONDON PR. VILA CURVADO PROGRAMA TERAPÊUTICO 1. INTRODUÇÃO O Programa Terapêutico

Leia mais

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba:

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Tem por objetivo prestar atendimento aos pacientes internados ou de forma ambulatorial no Hospital, bem como aos seus familiares,

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial Eliane Maria Monteiro da Fonte DCS / PPGS UFPE Recife PE - Brasil Pesquisa realizada pelo NUCEM,

Leia mais

Discussão de caso clínico Paciente Terminal. Lara Torreão

Discussão de caso clínico Paciente Terminal. Lara Torreão Discussão de caso clínico Paciente Terminal Lara Torreão Caso clínico E.M.S, 3 anos, sexo masculino, natural e procedente de Salvador, foi admitido na enfermaria de Pediatria do Hospital Universitário

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS Leidyanny Barbosa de Medeiros 1 Moema Brandão de Albuquerque 2 Oriana Deyze Correia Paiva Leadebal 3 Jordana de Almeida

Leia mais

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Tec. de Enfermagem Claudia Sterque claudiasterque@yahoo.com.br 11 de novembro de 2010 VISÃO DO TÉCNICO ESPECIALISTA Quando comecei

Leia mais

Objetivos do Curso: Público alvo:

Objetivos do Curso: Público alvo: Formação em Coaching Com Abordagem Neurocientífica, Psicofisiológica, Filosófica e Comportamental. Destinado aos Profissionais das Áreas de Saúde, Educação e Gestão de Pessoas Coaching é a palavra inglesa

Leia mais

A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI

A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI 1 A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI INTRODUÇÃO Maria do Socorro Oliveira Guimarães - NOVAFAPI Paula Cristina Santos Miranda Queiroz - NOVAFAPI Rosania Maria de Araújo -

Leia mais

A declaração antecipada de vontade no Brasil (testamento vital) Letícia Franco Maculan Assumpção

A declaração antecipada de vontade no Brasil (testamento vital) Letícia Franco Maculan Assumpção A declaração antecipada de vontade no Brasil (testamento vital) Letícia Franco Maculan Assumpção 2015 Viver e não poder se expressar A DAV é um instrumento para a vida, não para após a morte. Vamos viver

Leia mais

Parecer 006/2015 CREFITO-4

Parecer 006/2015 CREFITO-4 Parecer 006/2015 CREFITO-4 ASSUNTO: Parecer do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 4ª Região acerca do prontuário fisioterapêutico e/ou multidisciplinar do paciente e do direito

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

Igreja Amiga da criança. Para pastores

Igreja Amiga da criança. Para pastores Igreja Amiga da criança Para pastores Teste "Igreja Amiga da Criança" O povo também estava trazendo criancinhas para que Jesus tocasse nelas. Ao verem isso, os discípulos repreendiam aqueles que as tinham

Leia mais

Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo CREMESP rayer@usp.br

Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo CREMESP rayer@usp.br Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo CREMESP rayer@usp.br Podemos pensar em duas éticas: a ética do próprio indivíduo e a ética do outro. Das diferenças e semelhanças entre elas é que surgirá

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS CÂMARA TÉCNICA DA ATENÇÃO BÁSICA COREN MG 2006, 2007, 2008 e 2009 PROTOCOLOS ASSISTENCIAS DA ATENÇÃO BÁSICA DEFINIÇÕES Protocolo, do grego protókollon, primeira

Leia mais

Cartilha de Direitos e Deveres dos Usuários das Unidades de Saúde da SMS

Cartilha de Direitos e Deveres dos Usuários das Unidades de Saúde da SMS Cartilha de Direitos e Deveres dos Usuários das Unidades de Saúde da SMS 1 2 OS USUÁRIOS EM TRATAMENTO NOS HOSPITAIS E POSTOS DE ATENDIMENTO DA REDE MUNICIPAL DEVERÃO TER ASSEGURADO OS SEGUINTES DIREITOS:

Leia mais

PERÍODO DA ENFERMAGEM NO BRASIL. PROFª Mestre Maria da Conceição Muniz Ribeiro

PERÍODO DA ENFERMAGEM NO BRASIL. PROFª Mestre Maria da Conceição Muniz Ribeiro PERÍODO DA ENFERMAGEM NO BRASIL PROFª Mestre Maria da Conceição Muniz Ribeiro PRIMÓRDIOS DA ENFERMAGEM NO BRASIL No Brasil, a organização da enfermagem iniciou-se no período colonial, quando os cuidados

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

COMO AJUDAR QUEM PERDEU PESSOAS QUERIDAS

COMO AJUDAR QUEM PERDEU PESSOAS QUERIDAS COMO AJUDAR QUEM PERDEU PESSOAS QUERIDAS OPÇÕES DE LOGO 1. Psicotraumatologia Clínica 2. PSICOTRAUMATOLOGIA CLÍNICA psicotraumatologia clínica Todos já perdemos ou perderemos pessoas queridas e, geralmente,

Leia mais

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO Objetivou-se neste estudo discutir a utilização do processo de

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR MANUAL 1 E L A B O R A Ç Ã O HGWA: Fernanda Azevedo de Souza: Coordenação, UCE Adulto (UCE I e AVC Subagudo) e Cuidados Paliativos Isabelle de Freitas Luz - Clínica Pediátrica, UCE Pediátrica e PAD Pediátrico

Leia mais

Florence Nightingale: obras, ensinamentos e contribuições Séc XIX

Florence Nightingale: obras, ensinamentos e contribuições Séc XIX UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE BACHARELADO EM ENFERMAGEM HISTÓRIA E TEORIAS DA ENFERMAGEM Prof. Eurípedes Gil de França Aula 6 Enfermagem Moderna Florence Nightingale: obras, ensinamentos e

Leia mais

CONCEITOS Humanização:

CONCEITOS Humanização: CONCEITOS Humanização: representa um conjunto de iniciativas que visa à produção de cuidados em saúde capaz de conciliar a melhor tecnologia disponível com promoção de acolhimento e respeito ético e cultural

Leia mais

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012.

Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012. Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) NORMAS DE FUNCIONAMENTO E HABILITAÇÃO DO SERVIÇO HOSPITALAR DE REFERÊNCIA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Diário Oficial da União

Leia mais

ECCE HOMO A Morte. Resumo. Palavras-chave. Nível de ensino. Modalidade. Componente curricular

ECCE HOMO A Morte. Resumo. Palavras-chave. Nível de ensino. Modalidade. Componente curricular ECCE HOMO A Morte Resumo Documentário que concebe o conceito da morte em diferentes momentos históricos e sociais. Apresenta comentários de estudiosos e especialistas, proporciona visualização de ritos

Leia mais

O Renal é um ser humano como todos e tem seu direito de ser respeitado e não ter vergonha de ser renal. Jaderson

O Renal é um ser humano como todos e tem seu direito de ser respeitado e não ter vergonha de ser renal. Jaderson Jaderson é um garoto de 11 anos, portador de insuficiência renal crônica, paciente do Serviço de Hemodiálise Pediátrica do Hospital Roberto Santos em Salvador-BA. É uma criança muito inteligente e talentosa,

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 60 2011 Rede de Atenção Psicossocial Minuta de portaria que aprova as normas de funcionamento e habilitação do Serviço Hospitalar de Referência para atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno

Leia mais

Guia das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da USFCar

Guia das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da USFCar Guia das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da USFCar Organizado e escrito pelo Grupo de Trabalho das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da UFSCar em Setembro de 2010 sendo baseado no Guia para Construção

Leia mais

A RELEVÂNCIA DO CUIDADO DA ENFERMAGEM PARA SAÚDE MENTAL DO IDOSO

A RELEVÂNCIA DO CUIDADO DA ENFERMAGEM PARA SAÚDE MENTAL DO IDOSO A RELEVÂNCIA DO CUIDADO DA ENFERMAGEM PARA SAÚDE MENTAL DO IDOSO Ianine Alves da Rocha¹, Aralinda Nogueira Pinto¹, L enilma Bento de Araújo Meneses¹, Lucineide Alves Vieira Braga¹, Ana Neri A lves da Rocha¹,

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

MEDO INFANTIL: A SAÚDE MENTAL DA CRIANÇA HOSPITALIZADA- UM DEVER DE TODOS

MEDO INFANTIL: A SAÚDE MENTAL DA CRIANÇA HOSPITALIZADA- UM DEVER DE TODOS MEDO INFANTIL: A SAÚDE MENTAL DA CRIANÇA HOSPITALIZADA- UM DEVER DE TODOS Carolina Soares Debom Cristiane Dias Waischunng Fernanda Jaeger Priscila Moura Serratte Orientadora: Profª Ms. Cláudia Galvão Mazoni

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Cargo: ENFERMEIRO/ÁREA 1. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios, navios, postos de saúde e em domicílio, realizar consultas e procedimentos

Leia mais