AUTONOMIA DO ENFERMEIRO NO HOME-CARE

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1 AUTONOMIA DO ENFERMEIRO NO HOME-CARE Cristiane Karla Silva Nilvo Retka Andréia Centenaro RESUMO: O presente estudo teve por finalidade desenvolver uma breve revisão da literatura, sobre a autonomia do enfermeiro no home-care. Devido ao desconhecimento sobre as atividades do enfermeiro no atendimento domiciliar, identificamos a necessidade de verificarmos opiniões positivas e as atividades de domínio do sistema de saúde em relação ao gerenciamento e mediação, tanto nos níveis secundário e terciário. Atividades descritas circunscrevem um campo limitado, característico da área hospitalar, sendo necessário o resgate das experiências baseadas em modelos extrahospitalares, holísticos e plurais para o enfermeiro em home-care como sua inserção no mercado de trabalho, como profissional autônomo. O cuidado domiciliar está surgindo como um novo campo de conhecimentos e habilidades do enfermeiro. No sentido de ampliar e regulamentar este campo, fugindo às representações do senso comum sobre a prática profissional do enfermeiro no domicílio do cliente, entidades como a Sociedade Brasileira de Enfermagem em home-care têm mantido reuniões constantes com outros órgãos normativos da classe de enfermagem; isto porque o cenário da atenção à saúde está mudando, do espaço público tradicional (hospital, posto de saúde) a atenção à saúde da clientela está passando para o espaço privado (domicílio, lar) de uma forma tão rápida que as instituições ainda não foram capazes de compreender e regulamentar este processo. O estudo permitiu conhecer as atividades desenvolvidas pelo enfermeiro no home-care, comprometendo o processo de regulamentação da atividade, assim como o desenvolvimento da autonomia do profissional. PALAVRAS CHAVE: Enfermeiro; autonomia; home-care. INTRODUÇÃO Por mais de um século, o home-care tem sido considerado algo muito natural nos EUA, algo pertencente à família e associado à noção de conforto, compaixão e segurança. Famílias têm aceitado a grande responsabilidade de cuidar daqueles entes queridos que se encontram enfermos, nos ambientes de suas residências. Com isto, os

2 familiares e amigos procuraram cada vez mais os serviços de home-care, para obterem o apoio necessário. No Brasil, por mais de uma década, o serviço de home-care vem tentado se estabelecer, mesmo enfrentando muitas das barreiras anteriormente colocadas contra colegas profissionais de saúde em outros países. O home-care no Brasil encontra-se em sua adolescência. Catalisados por profissionais de saúde que se tornaram pioneiros nesta área, sendo eles: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, farmacêuticos, nutricionistas e assistentes sociais, os quais se dispuseram a introduzir um atendimento inovador e revolucionário na área de saúde, contando, com boa intenção. Porém, muitas vezes, o profissional possui pouco aprofundamento na complexidade em que o home-care significa. O home-care pode ser apresentado de forma simples e breve, o qual tem como objetivo dar uma noção clara da cronologia dos eventos que marcaram o progresso desta modalidade no Brasil e em outros países. Home-care é uma denominação para uma empresa que oferece todos os serviços acima citados e muitos outros. Após uma análise cuidadosa da aplicação da terminologia em alguns países, como, por exemplo, no Brasil, constatamos que os termos: home-care, internamento domiciliar de saúde, atendimento domiciliar de saúde, "Case", assistência domiciliar de saúde, "deshospitalização", assim como outros termos, que há muito tempo vêm sendo utilizados pelos usuários desse serviço, causaram uma confusão de entendimento, a ponto de ser comum ouvir críticas que o home-care não funciona, por ser sinônimo de assistencialismo, ou que um determinado paciente não esteja qualificado para os serviços de home-care, quando na verdade, o que se quer realmente dizer, é que a fonte pagadora não dá cobertura para um serviço ou um produto específico oferecido pela empresa de home-care, por não ter este tipo de benefício previsto em contrato com o usuário. O presente estudo é centrado na autonomia do enfermeiro no atendimento domiciliar no home-care. Essa autonomia deve ser considerada dentro de um quadro em que os problemas de saúde da população são uma realidade dinâmica, para a qual o profissional de saúde deve estar atento, bem como exige constantemente uma busca

3 por adequações, conforme as necessidades encontradas no domicílio. Considerando o usuário nos aspectos biopsicossocial, há um consenso sobre um atendimento que valorize o usuário de forma global e humanizada, necessariamente incluindo a família como alvo da assistência. No entanto, se o futuro do mundo aponta para novos espaços e novas relações de trabalho, o futuro da enfermagem em atendimento domiciliar passa necessariamente por uma revisão do método de trabalho empregado na prestação do cuidado e das formas contratuais exercidas até o momento. Também existe a necessidade de haver ainda a superação das práticas do modelo curativo, mobilizando os cursos da área de saúde com a busca de novas estruturas que permitam uma conquista pela população, bem como o aumento de qualidade de vida e de saúde. Para tanto, ocorre a operacionalização da assistência conforme a organização do sistema de saúde em seus diversos níveis, no qual o hospital consiste no nível terciário ou quaternário, sendo de importância singular na assistência curativa ou durante a reabilitação. Muito se tem trabalhado no sentido de dinamizar o espaço de atenção à saúde, de forma que possamos expandir os limites para a comunidade, maximizando o uso dos recursos no alcance dos resultados. Nessa perspectiva, a valorização do domicílio como espaço de atenção profissional à saúde, de forma integrada, pode ser considerada como um modo avançado de atenção à saúde no âmbito social. A prática assistencial de atenção no domicílio é tão antiga quanto à própria sociedade, e pode ser considerada uma alternativa valiosa na redução da demanda hospitalar, redução de custos, humanização da assistência, diminuição de riscos e ainda um novo espaço de atuação, especialmente para a enfermagem. Faz-se necessário esclarecer que a internação domiciliar é uma modalidade de assistência diferente, mas não substitutiva da internação hospitalar quando esta for absolutamente necessária. O hospital pode ser considerado um espaço de recuperação que concentra recursos tecnológicos em saúde, especialmente equipamentos avançados de manutenção da vida e serviço de apoio-diagnóstico conforme seu nível de complexidade. A importância de um centro dotado de infra-estrutura capaz de tratar

4 com eficácia e/ou estabilizar problemas de saúde ocupa posição estratégica para o sistema de saúde. Percebe-se uma demanda superior à capacidade máxima do serviço, devido à organização do sistema de saúde, além da obrigação de atribuições que lhe são exclusivas costuma assumir demandas extras, como resultado da organização do sistema. Vários são os fatores que contribuem para a grande demanda por leitos hospitalares, mas alguns são reconhecidamente decorrentes da nãoresolutividade de níveis anteriores de assistência, especialmente o nível primário. O hospital deve ser considerado um importante símbolo da tecnologia em saúde, dotado de grande prestígio pela população, mas claramente deve assumir demanda que lhe seja exclusiva. Ao hospital não cabe assumir demanda de nível primário ou secundário ou mesmo problemas acumulativos decorrentes da deficiência de níveis assistenciais anteriores que obriguem a atuar como modelo de assistencial. Isso porque esse sistema hospitalar é altamente custoso, escasso, organizado em função da assistência curativa ou de recuperação e de curto alcance de tempo. Portanto, devem ser usados com racionalização, bem como a demanda com critérios reais de indicação e a demanda não solucionada por outros níveis. Um dos atuais desafios encontrados consiste na estruturação de modelos alternativos que possam gerir problemas de saúde, os quais não exclusivamente dependentes a todo o tempo dos recursos hospitalares. Sendo uma das alternativas mais promissoras, já testado com sucesso, é a internação domiciliar, também conhecida como home-care. Sendo que é imperativo que haja uma integração da assistência a nível domiciliar de forma coordenada com outros diferentes níveis de assistência sociossanitários. Fato que se propõe, consiste em um modelo integrado com os diversos níveis assistenciais, com os quais o paciente possa interagir sempre que necessitar. Machado (2005) considera que boa parte dos pacientes em condições clínicas estáveis, quando necessitam de hospitalização, podem optar pelo conforto do lar e a companhia de seus familiares ao mesmo tempo em que se recuperam de um problema de saúde. Portanto é necessário que seja atendido por um sistema que garanta a continuidade da assistência durante a sua recuperação domiciliar, e, quando necessitar fazer uso de um nível de assistência de maior tecnologia, isso pode ser perfeitamente atendido por meio

5 de um sistema de cuidados domiciliares ou home-care. Fuente et al. (1998), em estudo coordenado pelo Instituto de Investigación en Servicios de Salud (IISS) - Espanha, comparou a internação domiciliar com a internação hospitalar, considerando os aspectos da necessidade de cuidados e tempo despendido, bem como concluíram não haver diferenças significativas entre ambos. Entretanto, quantificaram como menor volume de cuidados a domicílio, porém superando o hospital em sua duração. Os autores atribuem a redução no número basicamente à participação dos familiares no cuidado do paciente, principalmente nos cuidados básicos. Já o aumento da duração foi correlacionado com maior necessidade de comunicação empregado na educação em saúde e capacitação ao auto-cuidado de modo a identificar diariamente sinais e sintomas de risco. Além destas vantagens, outro estudo apresentado por Roubice et al. (1998), sobre um programa de internação domiciliar vinculado a um hospital privado de grande porte, por um período de 26 meses de atividade, demonstrou uma redução de custos em torno de 70%, quando comparado à internação convencional em clínica médica, incluindo honorários da equipe multiprofissional, medicamentos e materiais. Os autores apontam, ainda que, o custo poderia ser ainda menor caso houvesse maior ocupação do serviço que ficou em torno de 63%. Pressupomos que o processo de enfermagem é o método de trabalho do enfermeiro especialista em home-care em relação ao cliente. Para a finalidade deste estudo, definimos a enfermagem domiciliar como o diagnóstico e o tratamento das respostas do cliente/família aos problemas de saúde ou processos vitais, em seu espaço territorial, seja ele o domicílio, seja ele o próprio hospital. Assim, o método de trabalho do enfermeiro em home-care consiste do histórico, diagnóstico, prescrição e evolução, sendo estas atividades orientadas por um referencial teórico de enfermagem, preferencialmente. O histórico em home-care refere-se a um roteiro sistematizado para entrevista e exame físico do cliente, permitindo ainda a avaliação da família e do domicílio. Com base no histórico, o diagnóstico de enfermagem define os fenômenos do cliente/família que são da competência do enfermeiro tratar, propiciando uma linguagem única intra e

6 interprofissional, necessária inclusive para fins de valorização monetária do trabalho do enfermeiro. As prescrições de enfermagem, em home-care, corrigem os diagnósticos identificados e definem a essência do cuidado prestado, constituindo uma das bases, junto com o diagnóstico, para a valorização monetária do trabalho e conseqüente formulação de honorários. Por fim, a importância da evolução de enfermagem compreendida como um resultado esperado reside na possibilidade de avaliação da resolutividade do cuidado de enfermagem em home-care. Estas atividades diferem do que se compreende até o momento por metodologia da assistência por representarem comportamentos, ações e habilidades do enfermeiro que são realizados segundo um referencial teórico ou filosófico. Ainda que o modelo de assistência de enfermagem na maioria dos hospitais brasileiros não contemple o cuidado direto enfermeiro-cliente e, portanto, o processo de enfermagem, é fundamental que este modelo seja utilizado na casa do cliente no período da internação domiciliar, garantindo, as ações cuidativas na privacidade e segurança da casa do cliente. A Sociedade Brasileira de Enfermagem em home-care está atenta não só às instituições privadas de prestação de cuidados de saúde, prevalentes ainda na atual conjuntura, mas também ao mercado profissional existente para o atendimento domiciliar dentro do SUS público. Portanto, independente da fonte de recursos ser privada ou pública, temos como pressuposto que o atendimento domiciliar acontece nos níveis primário, secundário e terciário de atenção à saúde (CRUZ, BARROS, ALVES, 2002). OBJETIVO Realizar uma revisão da literatura sobre a autonomia do enfermeiro no atendimento domiciliar em home-care. METODOLOGIA

7 Foi realizada uma revisão da literatura, revisão que segundo POLIT et al. (2004) tem por objetivo geral reunir conhecimentos sobre um determinado assunto entendendo que a utilização desse conhecimento poderá ser aplicada de diversas formas. Em nosso estudo, esta revisão teve como propósito orientação sobre o que é, e o que não é conhecido em uma área de investigação, para confirmar que a pesquisa pode trazer melhor contribuição para o conhecimento. Para Santos (2000. p. 29), a revisão da literatura consiste num conjunto de materiais escritos/gravados, mecânica ou eletronicamente, que contém informações já elaboradas e publicadas por outros autores. Segundo LoBiondo-Wood, Haber, (2001), a revisão da literatura tem como propósito criar uma forte base de conhecimento para realizar pesquisa e outras atividades especializadas nos cenários da prática clínica e educacional, mantendo uma revisão sistemática e crítica das literaturas especializadas mais importantes publicadas a respeito de um tópico específico. Manzo citado por Markoni e Lakatos (1996, p. 66), nos expõe que a bibliografia pertinente [...] oferece meios para definir, resolver não somente problemas já conhecidos, como também explorar novas áreas. Dessa forma, a pesquisa bibliográfica [...] não é mera repetição do que já foi dito ou escrito sobre certo assunto, mas propicia a visão do mesmo sobre um novo enfoque ou abordagem, chegando a conclusões inovadoras. Nesta pesquisa, buscou-se pesquisar na literatura sobre autonomia do profissional enfermeiro no atendimento domiciliar através do homecare. RESULTADOS Home-care é o termo que, em língua inglesa, significa "cuidados no lar ou cuidados domiciliares", utilizado também, erroneamente, com o significado global de atendimento, internamento, assistência, atenção domiciliária de saúde. Deve ser substituído pelo termo SEIS ou Serviço Extra-institucional de Saúde por não representar claramente a essência deste serviço. Um dos serviços mais importantes de uma empresa de home-care é o internamento domiciliar de saúde. Esse internamento visa atender às necessidades dos pacientes

8 que precisam de internamento hospitalar, mas que apresentam um quadro clínico estável, suficiente para permanecer em ambiente extra-hospitalar. Para ser mais bem compreendido, o serviço de internamento domiciliar de saúde pode ser visto como um hospital no lar. O paciente que tem necessidade de internamento hospitalar, também pode ser "hospitalizado" (internado) em casa, dependendo do seu quadro clínico. Devemos compreender que esse conceito é fundamental, tanto para a fonte pagadora, quanto para o cuidador, bem como para o paciente, pois ajuda a evitar os aborrecimentos relativos a questionamentos sobre a cobertura de benefícios e à expectativa de cuidados de longo prazo. Ao considerarmos o serviço de internamento domiciliar de saúde como um "internamento hospitalar", os critérios de inclusão e de alta são, em sua maioria, os mesmos. Porém, com algumas diferenças, as quais são basicamente técnicas e dizem respeito à estabilidade ou gravidade do quadro clínico do paciente. No decorrer do estudo, por meio da revisão da literatura encontrada, verificamos que a atuação do profissional enfermeiro no atendimento domiciliar por meio do home-care é de fundamental importância, porém esta é uma área de atuação nova, que possui muitas limitações no dia-a-dia, pois, além de termos pouca bibliografia acerca do tema, poucas universidades abordam este assunto, bem como a população está acostumada com o modelo de saúde hospitalocêntrico. Os cuidados de saúde domiciliário organizado iniciaram-se nos EUA, em um momento da história em que o ser humano enfermo tinha como seu ambiente de tratamento, o lar. Sendo que os profissionais de enfermagem procuravam prestar os cuidados necessários, muitas vezes, devido ao nível de pobreza da época, sob condições precárias de trabalho. Este foi um momento dominado por doenças infecto-contagiosas e por altas taxas de mortalidade, porém também consiste numa época de grandes avanços na área de ciências, da medicina e da saúde pública. Embora as origens do hospital possam ser traçadas muito antes dessa época, a doença sempre foi um infortúnio para a maioria dos lares. Com a chegada do profissional treinado, facilitou-se o cotidiano dos familiares que possuíam papel de cuidadores informais. Nesta época, o home-care já possuía um papel importante na

9 educação de novas e futuras mães que passaram a contar com a ajuda dos profissionais visitantes para ensiná-las a gerenciar suas novas situações. O estudo demonstrou que a internação domiciliar foi capaz de assumir com eficácia a maioria dos problemas crônico-degenerativos e cuidados paliativos. Isto confirma a importância da hospitalização domiciliar, sua eficácia e contribuição para a humanização da assistência e participação familiar, estimulando-os ao auto-cuidado e a prevenção de risco. Várias pesquisas realizadas no Brasil, já comprovaram os benefícios da internação domiciliar. Também observamos que a mesma propicia uma posição de destaque profissional para a qual deve haver uma preparação sólida e continuada, em nível de pós-graduação, tendo em vista que a maior parte das decisões sobre os cuidados é tomada por sua iniciativa, com autonomia e sob sua responsabilidade técnica e legal. Porém, o não-desenvolvimento das atividades potenciais da profissão, nos diversos níveis de atenção à saúde, poderá nos alijar deste mercado que exige um modelo de assistência de enfermagem diferente do atual modelo hospitalar de assistência, tanto para a atenção ao cliente quanto para a remuneração dos serviços prestados; serviço este que lança uma luz sobre o atendimento domiciliar pela ótica do enfermeiro que atua no cuidado do cliente e da família em domicílio. Segundo Machado (2005), o home-care deve ser compreendido como uma modalidade de emprego contínuo de serviços na área de saúde, cujas atividades são dedicadas aos pacientes/clientes e a seus familiares em um ambiente extra-hospitalar. O propósito do home-care é promover, manter e/ou restaurar a saúde, maximizando o nível de independência do cliente/paciente, enquanto minimiza os efeitos debilitantes das várias patologias e condições que gerencia. Este tipo de serviço é direcionado não somente aos pacientes, como também, de forma diferenciada, aos seus familiares em qualquer fase de suas vidas; seja para aqueles que aguardam seu restabelecimento e retorno às suas atividades normais, ou para os que necessitam de gerenciamento constante de suas atividades como também, para pacientes que necessitam de acompanhamento em sua fase terminal. No gerenciamento desses serviços devem ser usados critérios técnico-científicos e as

10 decisões devem ser baseadas no melhor nível de evidência clínica possível, para cada procedimento. Esta prática é necessária em função da complexidade do meio ambiente do paciente, dos tipos de cuidados médicos exigidos, dos recursos, das condições psicofísicas do cliente/paciente e das patologias a serem gerenciadas. O internamento domiciliar de saúde, portanto, não pode ser visto apenas como um serviço de longa permanência, assim como a hospitalização, também não o é. Quando o paciente encontra-se estabilizado em sua condição de saúde, os cuidados de longa permanência podem ser ministrados por meio de serviços especializados, pelos próprios cuidadores informais (familiares, amigos) ou, ainda, por profissionais de saúde capacitados. Contudo, a meta principal de uma hospitalização ou internamento domiciliar é estabilizar e, quando possível, curar o paciente da enfermidade ou condição patológica em que se apresenta. Sabemos que, em medicina, nem todas as enfermidades ou condições de saúde são passíveis de cura. Muitas condições ou enfermidades jamais obterão cura. Quando isso acontece, muda-se então a meta da gestão do caso, que passa a ter enfoque nos cuidados de manutenção. Esses cuidados visam à sustentação da melhor condição de vida possível. Entretanto, apesar dos obstáculos está provado que as inúmeras vantagens da hospitalização domiciliar, além da humanização e da mudança do modelo assistencial é apontado como um projeto viável do ponto de visa econômico, bem como mais eficaz no aspecto da prevenção e educação em saúde. Fuente, et. al, (1998), em estudo coordenado pelo Instituto de Investigación en Servicios de Salud (IISS) - Espanha, comparou a internação domiciliar com a internação hospitalar sobre aspectos da necessidade de cuidados e tempo despendido e concluíram não haver diferenças significativas. Entretanto quantificaram como menor o volume de cuidados a domicílio, porém superando o hospital em sua duração. Os autores atribuem a redução no número basicamente a participação dos familiares no cuidado do paciente, principalmente nos cuidados básicos. Já o aumento da duração correlacionaram com maior necessidade de comunicação empregado na educação em saúde e capacitação ao auto-cuidado de modo a identificar sinais e sintomas de risco.

11 Silva, et. al (2005), disserta sobre a internação domiciliar no âmbito do SUS, e aponta conclusão semelhante no sentido de mudança no modelo assistencial rumo a dês-hospitalização e humanização da assistência; descreve a internação domiciliar como uma estratégia na reversão da atenção centralizada nos hospitais para a construção de nova lógica com enfoque em promoção e prevenção à saúde, diminuição de riscos e humanização da atenção e, como tal, devem ser engendradas estratégias para permitir sua implantação na rede pública. Esperamos que novas e mais extensas pesquisas sejam feitas para que tanto o COREN/COFEN quanto a Sociedade Brasileira de Enfermagem em home-care possam ter subsídios para regulamentação do exercício profissional, no que diz respeito à autonomia do enfermeiro e à atuação deste no home-care. CONCLUSÕES Em síntese, verificamos, neste estudo, que as atividades descritas circunscrevem um campo muito limitado de atuação profissional no Brasil, bem como de sua autonomia. Visando à ampliação deste campo, devemos resgatar as nossas experiências com pesquisa e assistência de enfermagem baseada em modelos não convencional, isto é, modelos extra-hospitalares, holísticos e plurais, úteis para o estabelecimento de protocolos e instrumentos voltados para a especialidade de enfermagem em homecare. O home-care existe no mundo há mais de 120 anos. Nos EUA, desde 1798, e no Brasil, aproximadamente, há 16 anos, sendo que o sistema de internamento domiciliar, é um serviço do home-care, que ainda está na adolescência, enfrentando inúmeras barreiras e desafios, muitos dos quais originados pela falta de uma melhor compreensão sobre o uso desse serviço. A noção errônea de que o home-care é somente internamento domiciliar, leva certos pacientes e cuidadores a pensar que o plano de saúde é obrigado a custear todos os serviços de home-care, inclusive após a alta do internamento. Muitas dessas incompreensões às vezes são alimentadas pelos próprios profissionais

12 da área que, pelo emprego indevido da terminologia, geram, não intencionalmente, expectativas falsas aos beneficiários. Existem ainda aqueles que prestam serviços de "saúde em casa" e, enganosamente, se apresentam como empresa de home-care. Esses serviços prejudicam o melhor conhecimento da modalidade, por não ter e não aplicar a metodologia correta, inerente à verdadeira prática deste sistema de tratamento domiciliar. Trabalham sem nenhuma preocupação com o risco que estão transferindo à fonte pagadora e sem ter um plano de alta específico, visando apenas explorar indevidamente as fontes pagadoras, que, muitas vezes, não possuem profissionais encarregados pelos serviços de home-care devidamente habilitados e que possam ter uma noção real de como o paciente deve ser gerenciado em um ambiente extra-institucional. Estas empresas, conscientes ou inconscientemente, exploram planos de saúde por intermédio de internamentos meramente sociais, induzindo as fontes pagadoras a subsidiar serviços de saúde que deveriam ser custeados de forma particular. Ora, este serviço em particular, visa apenas a dar repouso e minimizar o custo dos cuidadores. Entretanto, embora as barreiras criadas pela má interpretação, pelo uso indevido da terminologia, pela falta de adoção de um critério rígido de credenciamento de empresas de home-care, e pela invasão de serviços ilegítimos sejam prejudiciais, não chegam a ser tão danosas, quanto certas interpretações judiciais distorcidas. Algumas decisões judiciais estão facilitando a prática de pacientes que, após terem sido notificados da alta do internamento domiciliar, recorrem ao Poder Judiciário (infelizmente, com êxito na obtenção de liminares), para obrigar a fonte pagadora a custear os serviços por tempo indeterminado, mesmo após terem legalmente recebido alta do internamento domiciliar. Entendemos que, se tais situações não forem urgentemente revistas, e que se todos os pacientes resolverem recorrer ao que pensam ser o seu direito, o futuro do home-care no Brasil está ameaçado. Isto porque algumas autoridades obrigam liminarmente a fonte pagadora a custear os cuidados de enfermagem particular para pacientes estáveis. Esta prática tem levado os planos de saúde a uma "fobia justificada" quanto à utilização do home-care, o que, inevitavelmente, reduz a utilização desses serviços.

13 Cabe ao profissional,de forma multidisciplinar, avaliar e gerenciar as necessidades individuais dos pacientes e cuidadores. Deve investir tempo e recursos significativos, bem como dar atenção ao desenvolvimento de relações duradouras com a família, para a qual deve dispensar cuidados e tratamentos. Também é de responsabilidade do profissional, compreender os fatores que estressam e sobrecarregam o cuidador. Estes devem reconhecer que esta prática, embora demande tempo, é indispensável ao bom tratamento do paciente e do cuidador no sistema home-care. Direta ou indiretamente, o profissional de saúde provê treinamentos para o cuidador, particularmente na área de gerenciamento de comportamentos dificultosos, para tanto realiza a validação do papel do cuidador e, por intermédio do home-care, age como um gerenciador de tratamento. Os membros da família e os cuidadores, desempenham uma função essencial nos cuidados de saúde e gerenciamento do tratamento daqueles que, por motivo de doenças crônicas e degenerativas devem ser submetidos a um tratamento domiciliar, proporcionado a humanização da assistência, maior interação cliente-família estimulando o auto-cuidado e conseqüente melhorando a qualidade de vida. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CRUZ, I. C. F; BARROS, S. R. T. P.; ALVES, P. C. Atendimento domiciliar na ótica do enfermeiro especialista. Revista de enfermagem da UERJ. v. 10, n. 1, p Rio de Janeiro: 2002 FUENTE, D. O.; PEIRÓ, S. M.; MARCHAN, C. R.; RIDAO, M. L. Cuidados de enfermería en hospitalización a domicilio y hospitalización convencional. Revista Española de Salud Publica. V. 72, n. 6, Madrid: nov./dez., MACHADO, W. C. A. Reabilitação domiciliar: uma questão de saúde pública. In FIGUEIREDO, N.M.A.. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul, SP:

14 Yendis, Cap. 16, MARCONI, M. A.; LAKATUS, E. M.. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 3. ed. São Paulo: Atlas, POLIT, D. F.; BECK, C. T.; HUNGLER, B. P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, ROUBICE, J. K; SALVATORE, A.; KAVKA, G. Y; WIERSB, C. Servicio de internación domiciliaria para pacientes con enfermedades agudas. Revista Panamericana de Salud Publica. V 6, n. 3, Washington: set., SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 5 ed. Rio de Janeiro: DPEA, SILVA, K. L.; SENA, R.; CARVALHO, J. A. L.; TERENZI, C. S.; MARTINS, A. G. Internação domiciliar no Sistema Único de Saúde. Revista de Saúde Pública. v. 39, n. 3. São Paulo: jun., 2005 WOOD, G. L.; HABER, J. Pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação crítica e utilização. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A., 2001.

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