INTERPRETAÇÕES CALIGRÁFICAS DAS CANÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTERPRETAÇÕES CALIGRÁFICAS DAS CANÇÕES"

Transcrição

1

2

3 INTERPRETAÇÕES CALIGRÁFICAS DAS CANÇÕES um projeto de KLEITON & KLEDIR curador Luís Augusto Fischer patrocínio apoio culturall produção financiamento

4 DO QUE SÃO FEITAS AS ALMÔNDEGAS Luís Augusto Fischer Fora do eixo Rio São Paulo. Longe demais das capitais. Me perguntaram se eu sou gaúcho, está na cara, repare o meu jeito. Estética do frio. Amigo, boleie a perna, puxe um banco e vá sentando: foi bom você ter chegado, eu tinha que lhe falar um gaúcho apaixonado precisa desabafar. Ah, não sei se o senhor sabe, mas ter nascido longe custa. Custa quando se permanece nesse longe, e custa mais ainda se a gente quiser sair desse longe. Ou melhor, corrijo: se a gente quiser continuar nesse longe mas com direito a sair dele, e vice-versa, se quiser sair para viver em outra parte, noutra lonjura, lá no centro dos acontecimentos, mas com direito de voltar ao longe original. Qual longe? Quão longe? Assunto que podemos ir conversando. Boleie a perna, vamos tomar um mate. Estamos num bar do Bom Fim, em Porto Alegre. Ou estamos na praia de Ipanema, Rio de Janeiro. Ou estamos num bar da Vila Madalena, São Paulo. Estamos onde calhar, não importa: aceite um mate. O assunto aqui é um novo capítulo na vida de uma já calejada dupla de artistas, cantores e compositores, cancionistas para dizer de modo simples e direto. Seus nomes, o senhor já viu na capa, não preciso repetir. Mas digo que são irmãos de sangue, nascidos de mesmo pai e mesma mãe, na mesma cidade longe pra burro. Pelotas, cidade cosmopolita ao sul do Rio Grande do Sul. Tão ao sul que quase não dá para ser mais sul, porque em seguida já vem o Uruguai, acabou o Brasil. A história é longa mas pode ser sumariada assim: música em casa, gosto apurado com aulas de instrumentos, convivência com tango platino e samba brasileiro, mais folclore gauchesco falando de campos e gados, mas tudo isso modulado pelos anos 60 que se traduz em rock n roll estrangeiro e brasileiro, ácido ou romântico, bossa nova, MPB, tropicalismo, black music norte-americana e brasileira, modalidades nascidas em contextos diversos mas todas, rigorosamente todas, conversando entre si e gerando coisas inesperadas e sensacionais. Aí os dois irmãos, junto com amigos, em meados dos anos 70, em Porto Alegre capital do estado, mas ainda longe demais, resolvem acreditar que o bololô sonoro dava pé, agradava e abria caminhos. Ajudaram a inventar um grupo com o críptico nome de Almôndegas. O senhor sabe, eu sei, almôndegas se fazem de mistura. Tem carne moída, tem temperos, tem farinha, e se der liga vai pra frigideira ou o forno. Dizendo de outro modo: tem carne, mas não é churrasco; tem tempero, mas não é forte como se usa na Bahia; tem farinha, mas não é um pão, daqueles que compõem o clássico café da manhã brasileiro. É uma mistura, mas já é outra coisa. Síntese, é o que é. Isso tudo faz tanto tempo... Já dá até para contar a história assim, rapidinho. Mas o que importa é que estamos falando de um processo longo, um verdadeiro movimento da história cultural, daque- les clássicos em que, a cada momento, os protagonistas não tinham a menor clareza sobre o que ia dar e o que não ia dar certo, e portanto não tinham certeza da correção e da precisão de cada tiro que precisavam dar a cada tanto. Mas deu certo, da maneira como as coisas dão certo meio almôndega, que olhando de longe não tem lá uma cara tão atraente, mas provando é satisfação garantida. (Parêntese: um dos dois, ponhamos o nome, o Kledir, é vegetariano, e em homenagem justa a ele devemos lembrar que existe almôndega sem carne. Olha aí, Kledir.) O certo que deu foi os dois irmãos o já nomeado Kledir mais o Kleiton, o do violino, do cabelo crespo, entendeu? saíram pelo mundo brasileiro a cantar, fazendo sucessos com fado, sátira, lirismo, saudade do sul, refrães pregnantes, e um bom humor muito raro, um astral de amizade e gentileza que, pensando bem, representa um naco do melhor que o país tem, de sul a norte. Quantos anos se passaram desde então? Meu Deus, meu deus, muito tempo. Décadas! No meio delas, ocorreram casamentos, filhos, viagens, temporadas em que a dupla se separou, mais shows e discos. Morreu o elepê, veio o cedê, que também se foi dando lugar ao inefável, agora o devedê que convive com outros elepês e cedês, mais a rede mundial e tudo isso alimentado por canções que alimentavam a vida, como sempre ocorre quando a coisa é boa, a mistura dá certo. Almôndega. Não é querer forçar a conta ou dar relevo ao que não tem, mas 2014 representa quarenta anos de arte para os dois. Eu sei, o senhor olha pra eles e não diz, mas são sim quarenta anos de, como se diz, estrada. O endereço habitual dos dois, cada qual com sua família e tal, é Rio de Janeiro, mas eles andam para cima e para baixo, para o oeste e de volta ao leste na geografia do Brasil. E nunca param de lembrar que tudo nasceu longe demais das capitais. Nunca renegam esse pertencimento e nunca deixaram de se entregar ao mundo, numa dialética que, preste atenção, é rara, para gaúchos. Confira comigo no replay. Ao longo do tempo, artistas nascidos no Rio Grande do Sul ou bem permaneciam aqui e eram reconhecidos como gaúchos, ou iam para outra parte (Rio de Janeiro, quase sempre) e perdiam o título de gaúchos. Isso, claro, vista a coisa pela lente de quem ficava no Rio Grande do Sul. Mas havia uma contrapartida maluca, compondo um tipo particular de torcicolo cultural: os que ficavam, ao mesmo tempo em que eram vistos como da casa, não tinham passado pela dura prova de ir lá, no centro cultural do país, e vencer, ser reconhecido como brasileiro, como um dos grandes; na mão oposta, os que tinham ido embora e dado certo por lá, mesmo sem ganhar o carinho dos ressentidos que aqui ficavam, ostentavam a aura dos vencedores. Ponhamos nomes na conversa. Do primeiro time, os ficantes, Mário Quintana, Teixeirinha, Vasco Prado, Nelson Coelho de Castro, Bebeto Alves, Nei Lisboa todos eles artistas de obra de primeira em seus respectivos campos e públicos, todos eles sem o carimbo dos grandes centros, vistos quase como gente da família mas com histórias complicadas de rejeição ou insucesso junto ao mundo externo. Do segundo time, os partintes, Augusto Meyer, Raul Bopp, Carlos Nejar, Elis Regina idem, todos muito bons no que faziam (e fazem), ostentando o tal carimbo, com histórias de sucesso lá fora para contar, mas vistos como gente que renegou o pago. Certo, nada é tão restrito assim, e casos como o de Erico Verissimo e Iberê Camargo, celebrados dentro e fora dos limites da província, estão aí para comprovar. Talvez se possa dizer o mesmo acerca de Lupicínio. Para eles há apreciadores em toda parte. É possível, até provável, que essa esquizofrenia cultural tenha acabado nos tempos atuais, ou ao menos tenha esmaecido fortemente. Escritores das novas gerações tendem a viver essa tensão de modo bem mais leve, tendo antes de si os exemplos bem-sucedidos dos mais experientes Luis Fernando Verissimo e Moacyr Scliar, Lya Luft, Caio Fernando Abreu e João Gilberto Noll; especialmente cancionistas mais recentes experimentam um à-vontade notável no trânsito entre cá e lá. Humberto Gessinger e os Engenheiros do Hawaii, cujo primeiro disco se chamava Longe demais das capitais. As bandas Cachorro Grande e Bidê ou Balde. Adriana Calcanhoto. Antônio Villeroy. Vitor Ramil. Parágrafo para esse último. Irmão mais novo da mesma família em que brotaram Kleiton e Kledir, Vitor não apenas viveu esse processo como formulou um conhecido ensaio sobre ele, a partir da manchete que inventou e que fez carreira a Estética do Frio. Vivendo no Rio na época e experimentando já um relativo sucesso, fruto de seu trabalho e talento, mas inegavelmente caminhando pelas picadas abertas pelos irmãos mais velhos, Vitor se deu conta de que não tinha sentido nem cabimento renegar o Sul, sua arte e suas contingências, para tornar-se outra coisa, que um provinciano pensa como oposta à condição provincial. (Essa outra coisa é ser brasileiro.) Kleiton e Kledir, esse é o nosso ponto. Mais um mate? Estavam postos em relativo sossego os dois irmãos,desfrutando de uma carreira que funciona em toda parte, cantando e recantando Maria Fumaça, Navega coração, Deu pra ti, Fonte da saudade, Vira virou, Paixão, Nem pensar, tantos sucessos acumulados nas ditas quatro décadas de carreira ao lado de novas composições, sem contar os projetos paralelos de um e de outro, sempre acesos e criativos Kleiton fazendo um mestrado em Música em Paris, Kledir publicando livros, para só citar dois exemplos, quando foram mais uma vez mordidos pela inquietação, essa mosca insaciável que atormenta os artistas e os leva para adiante. Mosca que se apresenta sob várias formas e cores, a inquietação que os mordeu conduziu-os a um território que, bem pesadas as coisas, tem com o mundo da canção uma relação de estranheza e intimidade, muito parecida com aquela que há entre o Rio Grande do Sul isolado e o Brasil como um todo conduziu-os ao território da literatura. O senhor pergunta se são mesmo territórios distintos, o da canção e o da criação literária? Tem profunda razão de ser a dúvida. Compartilho dela. Dependendo da distância que se toma para observar o fenômeno, a canção faz parte do reino da literatura, ou ao menos é vizinho. Ambos são artes da palavra, e por aí a literatura e a canção são aparentadas também do teatro, da ópera, da tirinha, das histórias em quadrinhos, tudo isso e mais alguma coisa. Mas não dá pra esquecer que, a despeito dessa afinidade, a canção é simultaneamente uma arte dos sons e ritmos. Ela só existe na medida em que é as duas coisas, equilibra uma na outra, a outra na uma, e vai levando. (A imagem do equilíbro foi formulada por um excelente pensador da canção, Luiz Tatit, por sinal também cancionista.) Kleiton e Kledir se propuseram uma nova viagem, dentro desse território das artes da palavra, ou então, se quisermos, entre duas províncias desse território, a província da canção e a da literatura de livro. Resolveram inventar um percurso novo: não se tratava de pedir letras, poemas, trechos prontos de texto, para escritores e, então, compor melodia, inventar harmonia, propor instrumentos para acompanhar. O que passou pela cabeça dos irmãos era convidar escritores de livros para compor canções junto com eles. Nada óbvio, como se vê. Uma coisa é o carinha pegar um poema, um trecho de texto, e brincar com ele, tentando encontrar aquele equilíbrio entre letra e melodia. Nem era o caso oposto, oferecer uma melodia para os escritores inventarem alguma letra que ali coubesse, que ali se equilibrasse. Essas duas modalidades de composição de canções funcionam, e há casos muito bem sucedidos, no Brasil e fora dele. Mas era outra onda, outro caminho. Os irmãos queriam se acercar de escritores, especificamente escritores gaúchos pela afinidade óbvia, mas também por outro motivo, que adiante explico, para compor com eles. O tempo todo, desde o começo, ao lado de cada um dos escritores convidados. Corte para uma cena concreta. Certo dia, meados de 2013, recebo um recado do Vitor Ramil: o Kledir queria conversar comigo, para um projeto. Sim, claro, passa meus contatos para ele. E tu sabes o que é, de que se trata? Não, o Vitor não sabia. Alguns dias mais tarde, era o inverno ainda, recebo o honroso telefonema anunciado. O Kledir queria uma conversa ao vivo, tinha uma ideia e queria saber se eu topava ajudar. Claro que sim, respondi. E marcamos uma conversa para o mesmo dia; por facilidade geral, numa área de alimentação de um shopping. E lá, enquanto o Kledir comia uma massa (sem carne, que ele não come, já contei), comecei a saber das intenções. Queriam, ele e o

5 Kleiton, que eu os ajudasse na conversa inicial com alguns escritores do Rio Grande do Sul queriam fazer um disco, que seria um dvd e um show e uma turnê, sabe-se lá mais o quê, nesse novo projeto que se abria. Fiz as perguntas que me ocorreram (iam pedir poemas aos escritores? iam levar melodias para eles?), mas mais que tudo saudei a ideia. Ali estava algo realmente original, no mundo das artes da palavra. Mundo que tem já no Brasil uma história respeitável, tanto na canção quanto nas várias modalidades de literatura de livro, mundo no qual, portanto, não se produzem novidades assim no mais. Aqui explico o outro motivo da força dessa ideia. Mas preciso de um tempo para botar de pé a explicação. Mais um mate? Ali está a literatura, no sentido tradicional dessa palavra: os livros, os romances, os leitores, os poemas, etc. Desse lado, o Rio Grande do Sul tem experiência forte e, em termos brasileiros e sul-americanos, bastante profunda. Sem ir muito longe na descrição, veja-se que no estado gaúcho floresceram escritores de excelente qualidade, como Simões Lopes Neto e Erico Verissimo, mas mais que isso costuma existir uma forte ligação entre os escritores, grandes ou não, e o público leitor. Espera, não é óbvio isso: não é toda parte, cá na América do Sul, e particularmente cá no Brasil, que conta com um circuito forte, estável e em constante renovação, em matéria de produção e leitura de autores do próprio estado, da própria região. Por que isso? Literatura, no Rio Grande do Sul, rima com sonho de autonomia: subproduto culto da desejada e derrotada República do Piratini, a cultura letrada entre nós se encarregou de veicular uma variedade de interpretações desse sonho, dessa utopia, que tendo morrido na vida real ganhou a força dos desejos reprimidos, para o bem e para o mal. Rima também com outros fatores. Terra de governos republicanos de certa radicalidade, a palavra escrita tem prestígio na escola. Região fria, é propícia para o recolhimento que dá ensejo à leitura e à reflexão. Província que acolheu imigrantes europeus que prestigiavam a leitura e a escrita, o Rio Grande do Sul vê no escritor, assim como no professor, uma figura de relevo público. Assim, quando Kleiton e Kledir pensaram em se aproximar de escritores com o generoso projeto, estavam fazendo um gesto de reconhecimento dessa antiga força. Mas tem o outro lado. Compor uma canção, tenho convicção disto, implica encontrar o ponto de mediação entre a fala e o canto (estou seguindo os passos do argumento de Luiz Tatit, acima citado). Sem esse ponto, a canção pode existir, claro, mas ela não terá a força da melhor tradição cancional brasileira. Foi justamente o encontro dessa mediação que permitiu a existência de Noel Rosa, de Lupicínio Rodrigues, de Chico Buarque, de Caetano Veloso, de Paulinho da Viola: a gente ouve o que eles compuseram e sabe, intimamente, que ali alguém está cantando uma fala, alguém extraiu da fala familiar alguns elementos-chave, estabilizou-os e, com isso, permitiu que todo mundo reconheça nesse canto a dicção, ou melhor, a entoação da vida. Por isso é que a canção é tão mais significativa quanto mais bem faz essa ponte entre a vida e a arte, entre a arte e a vida. Sendo isso uma verdade geral, como creio, segue-se uma dúvida, antes de voltar ao relato acima suspenso: a fala gaúcha, ou as falas gaúchas, encontraram já seus compositores ideais, tanto quanto, digamos, Noel Rosa encontrou para a fala classe-média carioca, Adoniram Barbosa idem para a fala de pobre paulistano? A resposta nos encaminha para o começo desta já longa conversa: para a fala gaúcha moderna urbana, que envolve algo do mundo rural e do folclore mas já é posterior à Bossa Nova, quem primeiro encontrou o ponto de mediação foram os Almôndegas, e em seguida a dupla Kleiton e Kledir. A nova ideia deles, assim, trazia desde sempre uma força por assim dizer histórica das mais expressivas. Tinha tudo para dar certo. Minha participação na história, assim, foi bastante simples e em todos os momentos muito agradável. Eles tinham um conjunto de escritores já em mente, e eu propus uns nomes de alguns outros, de vez em quando apresentando gente que os dois desconheciam pessoalmente mas de quem conheciam algo da obra. Listei traços da personalidade literária de uma série de escritores, pensando em abrangência: gente mais velha, gente mais nova; gente de escrita mais convencional, gente de ousadia formal; gente dedicada apenas ao mundo urbano contemporâneo, gente que frequenta temas do passado rural. (Ah, sim, esqueci de dizer: na hora zero da conversa toda, o Kledir contou que esse projeto tinha a ver com uma bela história do passado: desde os anos 70, Caio Fernando Abreu e Kledir mantiveram uma boa amizade, que se complementou com uma parceria, envolvendo em seguida o Kleiton, numa canção que leva o nome de Lixo e purpurina. Isso andou por conversas e cartas, por anos, e é a raiz de todo o projeto, agora completado. Foi esse caso que deu ao Kledir a certeza de que escritores de prosa poderiam ser excelentes parceiros em canções. A única pena é que o Caio não está mais aqui para ouvir e curtir.) Minhas sugestões, então, passaram a ser um acréscimo a essa pedra angular, a parceria com o Caio. E assim foi. Fiz contatos iniciais apresentando a ideia aos escritores. Quase todos aceitaram de primeira, mesmo quando reticentes. Em outras palavras, alguns me responderam usando um argumento forte para terem resistência como é que um escritor, no fim das contas um solitário, um praticante de uma arte fria, tramada e depois lida em esfera sempre individual e isolada, poderia se meter na composição de canções, para palco, para a estridência da performance, para o âmbito público que ela respira? O Kleiton e o Kledir, com a humildade dos sábios, entraram em campo, feito esse primeiro contato e estabelecida a hipótese de parceria. E o que aconteceu? Bem um último mate, agora?, o resultado está aqui, neste trabalho, que honra uma longa tradição, aliás, duas, a da literatura e a da canção, inventando uma síntese nova. Os dois irmãos conversaram, perguntaram, propuseram, ofereceram seu comprovado talento para uma aliança toda nova, toda promissora, toda bela. E saiu cada coisa... Luis Fernando Verissimo, Leticia Wierzschowski, Martha Medeiros, Lourenço Cazarré, Daniel Galera, Fabrício Carpinejar, Claudia Tajes, Alcy Cheuiche, Paulo Scott, mais o Caio F., todos e cada um com Kleiton e Kledir. O mundo entra em novos eixos, se espalha em nova geografia, quando a arte funciona. Nova síntese, almôndega inédita. Olha aí. Escuta aí. Coisa de Netuno em Libra Kleiton & Kledir Porto Alegre, anos 70. Caio Fernando Abreu lançando seus primeiros livros. Nós, Kleiton & Kledir, gravando nossos primeiros discos com Almôndegas. Foi nessa época que, entusiasmados, começamos a conversar sobre a ideia de fazer uma música em parceria. A vida nos levou para lugares diferentes, distantes, mas sempre que nos encontrávamos o assunto era o mesmo: E a nossa música? Anos 90. Caio estava lançando Ovelhas Negras e um dos textos do livro falava exatamente sobre o tema que queríamos retratar. Era o toque que faltava. Começamos a esboçar a melodia e Caio se dedicou a reescrever a ideia em forma de letra de música. Fomos trocando figurinhas e finalmente nasceu a canção que tínhamos passado mais de 20 anos tentando fazer. Lixo e Purpurina fala da nossa geração, nós os que nascemos com um trânsito de Netuno no signo de Libra. Uma geração que detonou com todos os tabus de comportamento e sonhou com um mundo de paz e amor. Caio foi embora e por muito tempo guardamos a música com carinho, sem saber muito bem o que fazer com ela. A ideia que surgiu foi este projeto. Com o auxílio luxuoso de Luís Augusto Fischer na curadoria, convidamos escritores contemporâneos - gaúchos como nós - e propusemos a eles o desafio de repetir a experiência do Caio: escrever versos para uma canção. O resultado é surpreendente. E original. Gente da palavra escrita escrevendo palavras para serem ouvidas. O processo foi mais ou menos o mesmo para todos. Um primeiro encontro para entender o gosto musical do escritor. A partir dessa referência, procuramos criar uma música que refletisse isso e enviamos para que escrevesse uma letra. Em geral, na medida em que foram chegando os textos, foi preciso fazer um trabalho de lapidação para poder encaixar as letras na melodia, segundo as regras da canção popular: métrica, prosódia e rima. Processo delicado, pois tínhamos consciência de que estávamos mexendo com pedras preciosas. Surgiram temas variados, personagens raros, histórias únicas. Martha Medeiros, que já foi diagnosticada como portadora de felicidade crônica, escreveu sobre tomar a iniciativa e determinou: É hoje que eu sou feliz!. Claudia Tajes imaginou uma história de amor com começo, meio e fim que durava apenas uma noite. Fabrício Carpinejar inventou um personagem atrapalhado, sufocado por tanta felicidade, cansado de ser feliz. Alcy Cheuiche escreveu versos escancarados em que um pai abençoa a relação de amor de sua filha com outra mulher. Leticia Wierzchowski enxergou seu reflexo no próprio filho, através da paixão comum pela natação. Retratos originais das famílias do nosso tempo. Lourenço Cazarré, pelotense como nós, trouxe à tona lembranças de infância com mistérios, fantasmas, loucos de rua e molecagens sem fim. Histórias que certamente caberiam dentro do bule monstro que ficava pendurado na fachada de uma loja, na esquina da Sete com a Andrade Neves. Paulo Scott escreveu sobre um cara que tenta estabelecer as bases de um novo relacionamento, com os encontros e desencontros que fazem parte do dia a dia. Sua paixão pelo hip-hop transbordou os limites dos versos cantados e surgiu também um texto falado, próprio do ritmo e poesia. Com Daniel Galera foi um pouco diferente. Partimos de alguns esboços musicais que ele havia criado e inventamos uma melodia para um deles, Ventotto Spazzolini da Denti. O título em italiano remetia a um antigo conto que ele havia escrito, em que um casal briga por causa de uma escova de dentes. Na letra, por fim, entrelaçando ainda mais os universos de música e literatura, Galera reconta a história da briga do casal, agora ambientada no verão escaldante de 2014 em Porto Alegre. Luis Fernando Verissimo, por sua vez, entrou por um olho mágico e descobriu que há um outro mundo por trás desse que se vê. Uma viagem lírica, uma revelação, um olhar poético e iluminado sobre as entrelinhas da natureza humana. Alguns autores sugeriram musicarmos poesias que já estavam prontas, mas insistimos com a ideia de que deveriam escrever palavras para serem ouvidas. Foi um enorme desafio. Como diz Verissimo em seu depoimento, escrever letra de música é outra coisa. Somos agradecidos a todos pela coragem e generosidade de aceitarem participar dessa aventura. A contribuição que trouxeram é inestimável. São escritores que dominam com talento a prosa de ficção e abriram mão da segurança para participar de um vôo no escuro, sem rede. Ou melhor, uma rede frágil sustentada por dois guris do interior do Rio Grande que sempre gostaram de ler e cantar. Compor com estes autores que tanto admiramos foi um privilégio. Estamos muito felizes. Caio deve estar sorrindo.

6 lixo e purpurina CAIO FERNANDO ABREU gabriel meave méxico felizes para sempre CLAUDIA TAJES volnei matté brasil olho mágico LUIS FERNANDO VERiSSIMO cláudio gil brasil piscina LETICIA WIERZCHOWSKI alexandre salomon brasil vinte e oito escovas de dente DANIEL GALERA Roberto de Vicq de Cumptich estados unidos pingos nos is MARTHA MEDEIROS fiz com giz juliana zarattini + marina rosso brasil lado a lado alcy cheuiche alejandro paul argentina cansado de ser feliz fabrício carpinejar jaime de albarracín peru mistérios do bule monstro lourenço cazarré joão brandão portugal rochas paulo scott guilherme menga brasil

7 Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Caio Fernando Abreu arte Gabriel Meave

8

9 arte Volnei Matté Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Claudia Tajes

10

11 Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Luis Fernando Verissimo arte Cláudio Gil

12

13 eu sou jovem outra vez o tempo em mim é sempre assim renasce ao sol das manhãs Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Leticia Wierzchowski a água em ti renova em mim braços e mãos nas manhãs quando te olho me vejo em ti a água e o tempo fluindo em mim outra vez eu sou jovem outra vez eu inocente vencendo em ti a vida inteira fluindo em mim outra vez arte Alexandre Salomon

14 e na água, na água, na água que dança entre os dedos eu sei que vou e na água, na água, na água o teu riso revela o que eu sei que sou e na água, na água, na água que dança em teu corpo eu sei que vou e na água, na água, na água o teu brilho reflete e eu sei quem sou

15 Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Daniel Galera arte Roberto de Vicq de Cumptich

16

17 Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Martha Medeiros arte Fiz com Giz Juliana Zarattini + Marina Rosso

18

19 Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Alcy Cheuiche arte Alejandro Paul

20

21 Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Fabrício Carpinejar arte Jaime de Albarracín

22

23 arte João Brandão Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Lourenço Cazarré

24

25 Kleiton Ramil / Kledir Ramil / Paulo Scott arte Guilherme Menga

26

27 Caio Fernando Abreu

28 Luis Fernando Verissimo Claudia Tajes Vou falar não só pelos gaúchos, mas também pelos demais povos: é difícil encontrar um vivente que não tenha alguma ligação com a música dos ilustríssimos Kleiton & Kledir. Pode ser pelo começo inesquecível nos Almôndegas (nome de banda sensacional), pode ser porque, depois que saíram em carreira solo, ou melhor, duplamente solo, os dois nunca mais pararam de criar sucessos. Importante: não sucessos vazios, desses com melodia pobre e letra indigente - como virou moda pelo mundo -, mas música de verdade, trabalhada na letra e na harmonia, coisa cada vez mais rara de se ouvir. Por essas e muitas outras, o convite para participar do projeto Com todas as letras foi uma grande honra. Nunca cometi uma poesia, nada sei de prosódia, minhas rimas são capengas. Tudo isso, claro, até o texto cair nas mãos do Kleiton e do Kledir e virar uma delicadeza para escutar. O processo todo foi bem complicado. Rabiscada a letra, era preciso experimentar, construir, tentar. E dê-lhe desencontros. Quando K&K estavam em Porto Alegre, eu sumia. No fim das contas, os s e telefonemas acabaram substituindo as tardes que deveríamos ter passado juntos e ao vivo. Pela generosa paciência e pela fina parceria, meus mais sinceros aplausos. E de pé. Letra de música não é prosa nem poesia, é outra coisa. Não me perguntem que outra coisa é essa, passei muito tempo depois que o Kledir me pediu uma letra tentando descobrir como se fazia. Consegui, finalmente, mas não sei o que fiz. A experiência só aumentou minha admiração pela dupla K&K e outros letristas como o Vinicius, o Chico, o Aldir Blanc, o Caetano e outros mestres da outra coisa. Poesia pode ser musicada, claro. Em Nova York vi um espetáculo extraordinário, a cantora e atriz Audra McDonald interpretando Billie Holiday e cantando, entre outras músicas, numa imitação perfeita, Strange fruit, canção que nasceu como um poema de protesto contra o racismo no Sul dos Estados Unidos, inspirado na imagem de corpos de negros linchados pendendo de árvores como frutos estranhos. Há outros exemplos de poemas que viraram música, mas acho que a tese se sustenta. Letra é outra coisa. Leticia Wierzchowski Os desafinados também têm um coração Se tivessem me perguntado qual dom eu gostaria de ter, lá na grande repartição das almas ainda não-encarnadas, eu teria dito que gostaria de saber cantar. Durante a adolescência, flertei com a música e, por fim, ganhei um violão dos meus pais. Fiz uns dois anos de aulas, mas o problema todo era que, quando chegava em casa, ao tocar para minha plateia ansiosa, ninguém reconhecia a música. O professor era um hábil diversionista, enganando-me quanto à minha total falta de ouvido e ao meu desafinamento atroz. Aquele mundo charmoso do "um banquinho e um violão" não era mesmo pra mim, e aposentei o instrumento que, anos depois, virou fetiche dos meus filhos pequenos. Depois, comecei a escrever, enveredando pela vida de personagens ficcionais com muito mais afinação do que pelas cordas do meu violão esquecido no quartinho de guardados. Mas sempre admirei o poder de passar uma ideia, um sentimento, com uma letra de música. A precisão cirúrgica de provocar uma emoção em poucos minutos, e o que deve ser a energia de gerar uma emoção coletiva, vendo as pessoas cantarem em coro uma música - nós, escritores, escrevemos na solidão, esperamos meses, talvez anos, que o livro seja publicado, e depois dá-lhe solidão de novo, enquanto o leitor, lá na sua casa inimaginada, lê o nosso livro e experimenta as suas próprias emoções. Tudo exige muito tempo, e muita solidão. E não vou mentir que desgosto... Mas então os guris do K&K vieram com esta ideia de fazer música com escritor. Eles vieram com a sua alegria - não existe baixo astral com esses dois - e foram pacientes com os meus medos, com a minha timidez escorregadia e com as minhas pequenas e inúmeras bobagens - e então, dessas paciências todas, mais um pouco de cloro e tardes de sol, outro tanto de humor e de boas conversas, pois mate não teve, já que sou uma gaúcha de araque, foi que nasceu Piscina.

29 Martha Medeiros O que é que eu posso te dizer? E, antes de levantar-me para escrever a sequência, vi nitidamente o quadro Mademoiselle Outros músicos já adaptaram poemas meus, porém num processo que nunca exigiu grande envolvimento: eu cedia os versos e eles voltavam com a canção pronta. Mas com a dupla dinâmica K&K, logo vi que não seria essa Gachet, um dos últimos pintados por Van Gogh; só que, em lugar de uma jovem, enxerguei duas naquele jardim. O que aconteceu, a seguir, é de total responsabilidade do talento geminado dos meus queridos irmãos. moleza: eles me fizeram colocar a mão na massa, pediram referências dos meus sons preferidos, me estimularam Fabrício Carpinejar Daniel Galera Pouca gente sabe, até porque não faço questão de comentar, mas tentei ser músico antes de escrever. Tinha catorze anos quando comecei a ter aulas de violão clássico e popular, e minha ambição, além de tocar em rodinhas nas viagem de colégio, era compor. Até aprendi a tocar direitinho, mas esbarrei numa dificuldade enorme, e finalmente intransponível, para escrever letras para as minhas músicas. A canção, como a poesia, não estava a meu alcance. Algum tempo depois encontrei minha vocação na prosa de ficção e segui tocando violão apenas como hobby, até esquecer o assunto. a palpitar à vontade durante a adaptação da letra. Moça obediente, segui todas as instruções e acabei recebendo, em troca, momentos que costumam ser incluídos na série me belisca. Entre eles, audições privadas em pleno sofá da minha sala. Os guris cantaram, compuseram e se divertiram com a farra da criação. Show privado. Foi quando a escritora aqui abandonou o papel de coautora e voltou a ser apenas a fã de sempre, aquela que escutava no rádio sucessos como Deu pra ti e Nem pensar e que nem em sonhos imaginava que um dia iria partilhar dessa intimidade, virando amiga dos caras. Pois virei, viramos e outras histórias virão. Este é apenas o primeiro entre muitos pingos nos is que espalharemos por aí. Alcy Cheuiche Nossa canção nasceu após algumas horas de um encontro memorável. Foi aqui onde moro, na parte alta de Porto Alegre, onde um dia giraram os moinhos de vento, que recebi a visita dos irmãos Kleiton e Kledir. A missão: sintonizarmos nosso processo criativo, antes de colocar esse mecanismo misterioso Quando fui convidado para compor com Kleiton e Kledir, fingi que não era nada. Juro, tratei como se não fosse nada. Para evitar colapso nervoso. Fiz de conta que não era a dupla que fez meu coração nos anos 80, quando era adolescente, e que me inspirou a escrever descaradamente de Porto Alegre e jamais disfarçar o "tu" gritado. Tratei como se fosse um convite para correr com um amigo ou para tomar uma cerva num bar qualquer. Algo singelo. Eu evitei transmitir o meu contentamento de piá. Forjei voz de adulto, sério e espaçado, imitando desinteresse. Falseei de tão emocionado. Agüentei bonito até criar a letra com eles. Daí foi um deus me acuda, um deus dará, a admiração virou amizade, dei vexame, falei o que Por isso o convite para compor uma canção em parceria com o em funcionamento. não devia e me emocionei como nunca imaginei. Kleiton e o Kledir me pareceu não apenas uma ideia estimulante, Sem compromisso com nenhum tema, começamos falando da mas uma chance de aprendizado. Eles souberam adaptar o grande exposição dos quadros de Van Gogh no Museu d Orsay (eu método de trabalho aos meus potenciais e limitações. chegara havia poucos dias de Paris) e saboreamos nossa admiração Como ponto de partida, aproveitamos uma pequena pelo pintor. Depois, contei da minha chegada à França, como jovem composição instrumental que gravei no computador em 2003 e o estudante, exatamente no dia em que Edith Piaf morreu. Trocamos tema de um dos meus primeiros contos publicados, "Intimidade". opiniões sobre ela, sua voz e interpretação incomparáveis, e os Rascunhei os primeiros versos, incorporando elementos novos grandes cantores que revelou: Charles Aznavour e Yves Montand. que situavam a situação vivida pelo casal de personagens no Kleiton recordou uma linda canção que compôs em Paris. Kledir escaldante e pós-apocalíptico verão porto-alegrense de A juntou em palavras todas aquelas imagens que nos encantam, letra foi retrabalhada várias vezes. Nos encontros presenciais, abrindo o caminho que iríamos percorrer. Depois, fizemos um selfie desdobramos os acordes e melodias iniciais em algo novo e mais para registrar a alegria de estarmos juntos, e eles me deixaram com complexo, moldado pelo cativante estilo sonoro da dupla. a missão de escrever a letra... Escutar as primeiras versões foi como conhecer um fragmento Na madrugada do dia seguinte, me acordei com os dois perdido de um caminho que eu próprio, sozinho, não pude seguir. primeiros versos que nasciam: Se tu gostas dela, minha bela /

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

Não é o outro que nos

Não é o outro que nos 16º Plano de aula 1-Citação as semana: Não é o outro que nos decepciona, nós que nos decepcionamos por esperar alguma coisa do outro. 2-Meditação da semana: Floresta 3-História da semana: O piquenique

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões 8 Passos para o Recrutamento Eficaz Por Tiago Simões Uma das coisas que aprendi na indústria de marketing de rede é que se você não tem um sistema de trabalho que comprovadamente funcione, muito provavelmente

Leia mais

Autor (a): Januária Alves

Autor (a): Januária Alves Nome do livro: Crescer não é perigoso Editora: Gaivota Autor (a): Januária Alves Ilustrações: Nireuda Maria Joana COMEÇO DO LIVRO Sempre no fim da tarde ela ouvia no volume máximo uma musica, pois queria

Leia mais

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Carnaval 2014 A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Nesta noite vamos fazer uma viagem! Vamos voltar a um tempo que nos fez e ainda nos faz feliz, porque afinal como

Leia mais

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma.

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. PERTO DE TI Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. Jesus! Perto de ti, sou mais e mais. Obedeço a tua voz. Pois eu sei que tu és Senhor, o

Leia mais

Existe espaço para os covers mostrarem seus trabalhos? As pessoas dão oportunidades?

Existe espaço para os covers mostrarem seus trabalhos? As pessoas dão oportunidades? A Estação Pilh@ também traz uma entrevista com Rodrigo Teaser, cover do Michael Jackson reconhecido pela Sony Music. A seguir, você encontra os ingredientes da longa história marcada por grandes shows,

Leia mais

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207 OLHAR GLOBAL Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas A poeira do renascimento 36 Fotografe Melhor n o 207 Olivier convida pessoas que encontra na rua ou na internet para posarem

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Crianças e Meios Digitais Móveis Lisboa, 29 de novembro de 2014 TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Educação para o uso crítico da mídia 1. Contexto

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

Desafio para a família

Desafio para a família Desafio para a família Família é ideia de Deus, geradora de personalidade, melhor lugar para a formação do caráter, da ética, da moral e da espiritualidade. O sonho de Deus para a família é que seja um

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES:

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES: Atividades gerais: Verbos irregulares no - ver na página 33 as conjugações dos verbos e completar os quadros com os verbos - fazer o exercício 1 Entrega via e-mail: quarta-feira 8 de julho Verbos irregulares

Leia mais

MÚSICAS. Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé

MÚSICAS. Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé MÚSICAS Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé Hino da Praznik Do Fá Gosto de aqui estar Sol Do E contigo brincar E ao fim vou arranjar

Leia mais

Fotos: Luís Antônio Rodrigues. No Perfil Ché & Colin

Fotos: Luís Antônio Rodrigues. No Perfil Ché & Colin Fotos: Luís Antônio Rodrigues No Perfil & Perfil Em meio às gravações no estúdio Brothers da Lua do músico, juntamente com o gravamos uma entrevista, onde eles nos contam como começou essa amizade e parceria,

Leia mais

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Apresentaremos 4 lições, que mostram algum personagem Bíblico, onde as ações praticadas ao longo de sua trajetória abençoaram a vida de muitas

Leia mais

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos Lição 3: Alegria LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos RESUMO BÍBLICO Gálatas 5:23; Gálatas 6:1; 2 Timóteo 2:25; Tito 3; 1 Pedro 3:16 Como seres humanos estamos sempre à mercê de situações sobre

Leia mais

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da Escola Municipal Jornalista Jaime Câmara e alusiva à visita às unidades habitacionais do PAC - Pró-Moradia no Jardim do Cerrado e Jardim Mundo

Leia mais

Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada.

Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada. Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada. Cláudia Barral (A sala é bastante comum, apenas um detalhe a difere de outras salas de apartamentos que se costuma ver ordinariamente: a presença de uma câmera de vídeo

Leia mais

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto.

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto. Boa tarde a todos, para quem não me conhece sou o Ricardo Aragão Pinto, e serei o Presidente do Concelho Fiscal desta nobre Fundação. Antes de mais, queria agradecer a todos por terem vindo. É uma honra

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Alexandre da Silva França. Eu nasci em 17 do sete de 1958, no Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu sou tecnólogo em processamento de dados. PRIMEIRO DIA

Leia mais

Lista de Diálogo - Cine Camelô

Lista de Diálogo - Cine Camelô Lista de Diálogo - Cine Camelô Oi amor... tudo bem? Você falou que vinha. É, eu tô aqui esperando. Ah tá, mas você vai vir? Então tá bom vou esperar aqui. Tá bom? Que surpresa boa. Oh mano. Aguá! Bolha!

Leia mais

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br Eu queria testar a metodologia criativa com alunos que eu não conhecesse. Teria de

Leia mais

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso 6D Estúdio promessa de ir além das 3 dimensões Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso ao design em movimento, em vídeo ou internet. Eles unem diferentes conhecimentos técnicos

Leia mais

MULHER SOLTEIRA. Marcos O BILAU

MULHER SOLTEIRA. Marcos O BILAU MULHER SOLTEIRA REFRÃO: Ei, quem tá aí Se tem mulher solteira dá um grito que eu quero ouvir Ei, quem tá aí Se tem mulher solteira dá um grito que eu quero ouvir (Essa música foi feita só prás mulheres

Leia mais

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 TESOUREIRO 41 ANOS DE TRABALHO Empresa Horizonte Nascido em Itapipoca, Ceará Idade: 76 anos Esposa: Maria Pinto de Oliveira Praciano Filhos: Lucineide Eu entrei na Empresa

Leia mais

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956).

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956). 1. INTRODUÇÃO 1.1. MINHA RELAÇÃO COM A FOTOGRAFIA Meu pai tinha uma câmara fotográfica. Ele não era fotógrafo profissional, apenas gostava de fotografar a família e os amigos (vide Foto 1). Nunca estudou

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

Ima. Sempre. em Frente. Eric Peleias

Ima. Sempre. em Frente. Eric Peleias Ima Sempre em Frente Eric Peleias Baseado em uma história real CAPÍTULO 1 LETÔNIA, DÉCADA DE 1940. 8 PODEM PARAR DE CAVAR! QUERO TODOS ENFILEIRADOS! O QUE ESTÃO ESPERANDO? ENFILEIRADOS, ANDEM LOGO! MUITO

Leia mais

O USO DE DROGAS (Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas). Vale a pena ler Tudo começou quando eu tinha

O USO DE DROGAS (Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas). Vale a pena ler Tudo começou quando eu tinha O USO DE DROGAS (Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas). Vale a pena ler Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de experimenta,

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE Mesmo não acreditando na Educação Criativa, o professor pode fazer uma experiência para ver o resultado. É o caso da professora deste relato. Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

Leia mais

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Palestrante: Pedro Quintanilha Freelapro Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Quem sou eu? Eu me tornei um freelancer

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

HISTÓRIA DE LINS. - Nossa que cara é essa? Parece que ficou acordada a noite toda? Confessa, ficou no face a noite inteira?

HISTÓRIA DE LINS. - Nossa que cara é essa? Parece que ficou acordada a noite toda? Confessa, ficou no face a noite inteira? HISTÓRIA DE LINS EE PROF.PE. EDUARDO R. de CARVALHO Alunos: Maria Luana Lino da Silva Rafaela Alves de Almeida Estefanny Mayra S. Pereira Agnes K. Bernardes História 1 Unidas Venceremos É a história de

Leia mais

Sinopse I. Idosos Institucionalizados

Sinopse I. Idosos Institucionalizados II 1 Indicadores Entrevistados Sinopse I. Idosos Institucionalizados Privação Até agora temos vivido, a partir de agora não sei Inclui médico, enfermeiro, e tudo o que for preciso de higiene somos nós

Leia mais

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO.

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. Roteiro de Telenovela Brasileira Central de Produção CAPÍTULO 007 O BEM OU O MAL? Uma novela de MHS. PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. AGENOR ALBERTO FERNANDO GABRIELE JORGE MARIA CLARA MARIA CAMILLA MARÍLIA

Leia mais

coleção Conversas #14 - outubro 2014 - e r r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #14 - outubro 2014 - e r r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. não Eu Não r que o f existe coleção Conversas #14 - outubro 2014 - a z fu e r tu r uma fa o para c ul m d im ad? e. Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção

Leia mais

A DIVERSIDADE NA ESCOLA

A DIVERSIDADE NA ESCOLA Tema: A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS. A DIVERSIDADE NA ESCOLA Quando entrei numa escola, na 1ª série, aos 6 anos, tinha uma alegria verdadeira com a visão perfeita, não sabia ler nem escrever, mas

Leia mais

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA INTENÇÃO: LEVANTAR HIPÓTESES SOBRE A AUTORA, SOBRE O LIVRO, INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO Para o professor Ou isto

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

Lúmini Art Centro de Pesquisa, Cultura e Ação Social. O Projeto Social Luminando

Lúmini Art Centro de Pesquisa, Cultura e Ação Social. O Projeto Social Luminando Lúmini Art Centro de Pesquisa, Cultura e Ação Social O Projeto Social Luminando O LUMINANDO O Luminando surgiu como uma ferramenta de combate à exclusão social de crianças e adolescentes de comunidades

Leia mais

10 segredos para falar inglês

10 segredos para falar inglês 10 segredos para falar inglês ÍNDICE PREFÁCIO 1. APENAS COMECE 2. ESQUEÇA O TEMPO 3. UM POUCO TODO DIA 4. NÃO PRECISA AMAR 5. NÃO EXISTE MÁGICA 6. TODO MUNDO COMEÇA DO ZERO 7. VIVA A LÍNGUA 8. NÃO TRADUZA

Leia mais

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão Jorge Esteves Objectivos 1. Reconhecer que Jesus se identifica com os irmãos, sobretudo com os mais necessitados (interpretação e embora menos no

Leia mais

CANDIDATO BANCADO PELOS PAIS

CANDIDATO BANCADO PELOS PAIS CANDIDATO BANCADO PELOS PAIS Desânimo total Acho que minhas forças estão indo abaixo, ando meio desmotivado!!!! Não quero desanimar, mas os fatores externos estão superando minha motivação... cobrança

Leia mais

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE.

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE. OS 4 PASSOS PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA HIGHSTAKESLIFESTYLE. Hey :) Gabriel Goffi aqui. Criei esse PDF para você que assistiu e gostou do vídeo ter sempre por perto

Leia mais

Arthur de Carvalho Jaldim Rubens de Almeida Oliveira CÃO ESTELAR. EDITORA BPA Biblioteca Popular de Afogados

Arthur de Carvalho Jaldim Rubens de Almeida Oliveira CÃO ESTELAR. EDITORA BPA Biblioteca Popular de Afogados Arthur de Carvalho Jaldim Rubens de Almeida Oliveira O CÃO ESTELAR EDITORA BPA Biblioteca Popular de Afogados Texto e Pesquisa de Imagens Arthur de Carvalho Jaldim e Rubens de Almeida Oliveira O CÃO ESTELAR

Leia mais

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER)

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER) REGÊNCIA DO ALÉM FADE IN SEQUÊNCIA # 01: CENA 01: EXT. IMAGENS DA CIDADE DE ARARAS DIA. Imagem do Obelisco da praça central da cidade, da igreja Matriz, Centro Cultural, rodoviária, Lago Municipal e cemitério.

Leia mais

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1 Entrevista G1.1 Entrevistado: E1.1 Idade: Sexo: País de origem: Tempo de permanência 51 anos Masculino Cabo-verde 40 anos em Portugal: Escolaridade: Imigrações prévias : São Tomé (aos 11 anos) Língua materna:

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

por ano para trocar o sangue. Page leu todos os livros do Aleister Crowley. Em 1977, eles já tinham se tornado a banda definitiva de iniciação.

por ano para trocar o sangue. Page leu todos os livros do Aleister Crowley. Em 1977, eles já tinham se tornado a banda definitiva de iniciação. O Led Zeppelin sempre foi complicado. Esse era o problema inicial deles. Os shows deles sempre tinham violência masculina. Isso foi um desvio nos anos 1970, que foi uma época muito estranha. Era uma anarquia

Leia mais

Gostava de redacções, como gostava! Dos seis filhos da família Santos apenas ele e a Nazaré (que andava no 9. ano) gostavam de escrever; de resto

Gostava de redacções, como gostava! Dos seis filhos da família Santos apenas ele e a Nazaré (que andava no 9. ano) gostavam de escrever; de resto 1 Gostava de redacções, como gostava! Dos seis filhos da família Santos apenas ele e a Nazaré (que andava no 9. ano) gostavam de escrever; de resto eram também os únicos que passavam horas a ler, nos tempos

Leia mais

internetsegura.fde.sp.gov.br

internetsegura.fde.sp.gov.br PROJETO: HISTORIA: PÁGINA: ANO:! internetsegura.fde.sp.gov.br Internet Segura. Bom para você! Olá! A campanha Internet Segura. Bom para você! apresenta duas histórias em quadrinhos em que seus personagens

Leia mais

HERÓIS SEM ROSTOS - A Saga do Imigrante para os EUA Autor: Dirma Fontanezzi - dirma28@hotmail.com

HERÓIS SEM ROSTOS - A Saga do Imigrante para os EUA Autor: Dirma Fontanezzi - dirma28@hotmail.com HERÓIS SEM ROSTOS - A Saga do Imigrante para os EUA Autor: Dirma Fontanezzi - dirma28@hotmail.com TRECHO: A VOLTA POR CIMA Após me formar aos vinte e seis anos de idade em engenharia civil, e já com uma

Leia mais

Narrador Era uma vez um livro de contos de fadas que vivia na biblioteca de uma escola. Chamava-se Sésamo e o e o seu maior desejo era conseguir contar todas as suas histórias até ao fim, porque já ninguém

Leia mais

ANDERSON CAVALCANTE. Meu pai, meu herói

ANDERSON CAVALCANTE. Meu pai, meu herói ANDERSON CAVALCANTE Meu pai, meu herói Dedicatória Ao meu pai, Eraldo, meu herói e minha referência de vida. 5 Agradecimentos A Deus, por sempre me ajudar a cumprir minha missão. A todos os pais que são

Leia mais

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER Atividades Lição 5 NOME: N º : CLASSE: ESCOLA É LUGAR DE APRENDER 1. CANTE A MÚSICA, IDENTIFICANDO AS PALAVRAS. A PALAVRA PIRULITO APARECE DUAS VEZES. ONDE ESTÃO? PINTE-AS.. PIRULITO QUE BATE BATE PIRULITO

Leia mais

(PI): 01 - O 01 (A1):

(PI): 01 - O 01 (A1): Tema do Projeto: Composição Musical em Banda Pop/Rock em contexto extracurricular Que aprendizagens e motivações são desenvolvidas no projeto de composição de canções a partir de sequências harmónicas

Leia mais

!!!!! Castelo neuschwanstein/neuschwanenstein em Fussen. host family que recebeu minha irmã em 2010/2011 em Augsburg

!!!!! Castelo neuschwanstein/neuschwanenstein em Fussen. host family que recebeu minha irmã em 2010/2011 em Augsburg Alemanha Eu cheguei na Alemanha no dia 14 de Agosto de 2014, e desde então moro em Potsdam, a capital de Brandeburgo e 30 minutos de Berlim A minha host family me buscou no aeroporto e desde o primeiro

Leia mais

Unidade 4: Obedeça ao Senhor Neemias e o muro

Unidade 4: Obedeça ao Senhor Neemias e o muro Histórias do Velho Testamento 3 a 6 anos Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse Unidade 4: Obedeça ao Senhor Neemias e o muro O Velho Testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas e verdadeiras.

Leia mais

Rotary International Distrito 4570 Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens

Rotary International Distrito 4570 Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens Rotary International Distrito 4570 Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens Depoimentos de Intercambistas Brasileiros 2 Carolina Castro foi aos Estados Unidos em 2011 Programa Longa Duração O ano

Leia mais

Uma Conexão Visual entre Trabalhadores da Lavoura de Cana-de-Açúcar, no Brasil, e Suas Famílias

Uma Conexão Visual entre Trabalhadores da Lavoura de Cana-de-Açúcar, no Brasil, e Suas Famílias 1/35 Pai, Estou Te Esperando Uma Conexão Visual entre Trabalhadores da Lavoura de Cana-de-Açúcar, no Brasil, e Suas Famílias Fotos de Emma Raynes, 2007 2/35 Retratos dos Trabalhadores da Lavoura de Cana-de-Açúcar

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?)

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ação nº41/2012 Formadora: Madalena Moniz Faria Lobo San-Bento Formanda: Rosemary Amaral Cabral de Frias Introdução Para se contar histórias a crianças,

Leia mais

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia O livro Vanderney Lopes da Gama 1 Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia enfurnado em seu apartamento moderno na zona sul do Rio de Janeiro em busca de criar ou

Leia mais

Para início de conversa 9. Família, a Cia. Ltda. 13. Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35. Cardápio de lembranças 53

Para início de conversa 9. Família, a Cia. Ltda. 13. Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35. Cardápio de lembranças 53 Rio de Janeiro Sumário Para início de conversa 9 Família, a Cia. Ltda. 13 Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35 Cardápio de lembranças 53 O que o homem não vê, a mulher sente 75 Relacionamentos: as Cias.

Leia mais

Seja um incentivador da arte e da cultura brasileira

Seja um incentivador da arte e da cultura brasileira Seja um incentivador da arte e da cultura brasileira Um de Bananal, outra de Piracicaba, um nasceu há 100 anos, outra há 29, um aos nove anos foi pro Rio de Janeiro e apesar do pouco reconhecimento se

Leia mais

PHELIPE AGNELLI. Baterista Percussionista Compositor. Músico Brasileiro!

PHELIPE AGNELLI. Baterista Percussionista Compositor. Músico Brasileiro! PHELIPE AGNELLI Baterista Percussionista Compositor Músico Brasileiro 1 ENTREVISTA "Inspirando e sendo inspirado" Phelipe Agnelli é músico e compositor, nascido a 50 minutos de São Paulo, na cidade de

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

"A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente e esquecendo o passado se foi triste"

A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente e esquecendo o passado se foi triste "A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente e esquecendo o passado se foi triste" John Ruskin "O Instituto WCF-Brasil trabalha para promover e defender os direitos das crianças e

Leia mais

ALEGRIA ALEGRIA:... TATY:...

ALEGRIA ALEGRIA:... TATY:... ALEGRIA PERSONAGENS: Duas amigas entre idades adolescentes. ALEGRIA:... TATY:... Peça infanto-juvenil, em um só ato com quatro personagens sendo as mesmas atrizes, mostrando a vida de duas meninas, no

Leia mais

WWW.MUSICALLEIZER.COM.BR

WWW.MUSICALLEIZER.COM.BR WWW.MUSICALLEIZER.COM.BR Índice Índice Prefácio Sobre o autor Introdução Como ser produtivo estudando corretamente Você já organizou o seu tempo e os seus dias para estudar? Definir o que vai estudar Organizando

Leia mais

Bartolomeu Campos Queirós. Agradecemos aos parceiros que investem em nosso projeto. I SBN 85-7694 - 111-2

Bartolomeu Campos Queirós. Agradecemos aos parceiros que investem em nosso projeto. I SBN 85-7694 - 111-2 Ficava intrigado como num livro tão pequeno cabia tanta história. O mundo ficava maior e minha vontade era não morrer nunca para conhecer o mundo inteiro e saber muito da vida como a professora sabia.

Leia mais

1. Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim não 4 19

1. Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim não 4 19 1. Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim não 4 19 Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim 17% não 83% 2. O que achou da transformação do Largo de Pinheiros? Diferente, muito

Leia mais

Coaching para pessoas disponíveis, ambos

Coaching para pessoas disponíveis, ambos Nota da Autora 1001 maneiras de ser Feliz, é o meu terceiro livro. Escrevi Coaching para mães disponíveis e Coaching para pessoas disponíveis, ambos gratuitos e disponíveis no site do Emotional Coaching.

Leia mais

ENTRE FRALDAS E CADERNOS

ENTRE FRALDAS E CADERNOS ENTRE FRALDAS E CADERNOS Entre Fraldas e Cadernos Proposta metodológica: Bem TV Educação e Comunicação Coordenação do projeto: Márcia Correa e Castro Consultoria Técnica: Cláudia Regina Ribeiro Assistente

Leia mais

O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br

O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br A U A UL LA O céu Atenção Aquela semana tinha sido uma trabalheira! Na gráfica em que Júlio ganhava a vida como encadernador, as coisas iam bem e nunca faltava serviço. Ele gostava do trabalho, mas ficava

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

Entrevistado por Maria Augusta Silva. Entrevista realizada na ocasião em que recebeu o Prémio Nacional de Ilustração.

Entrevistado por Maria Augusta Silva. Entrevista realizada na ocasião em que recebeu o Prémio Nacional de Ilustração. ANDRÉ LETRIA Entrevistado por Maria Augusta Silva Entrevista realizada na ocasião em que recebeu o Prémio Nacional de Ilustração. Um traço sinónimo de qualidade. Desenho e cor para a infância. Aos 26 anos

Leia mais

Realização e Organização. www.vamaislonge.com.br

Realização e Organização. www.vamaislonge.com.br Realização e Organização www.vamaislonge.com.br Quem somos... Leonardo Alvarenga, tenho 23 anos, sou criador do Não Tenho Ideia e do #VáMaisLonge. Sou formado em Educação Física mas larguei tudo logo após

Leia mais

Atividade: Leitura e interpretação de texto. Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto

Atividade: Leitura e interpretação de texto. Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto Atividade: Leitura e interpretação de texto Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto Orientações: 1- Leia o texto atentamente. Busque o significado das palavras desconhecidas no dicionário. Escreva

Leia mais

Vivendo e aprendendo em família

Vivendo e aprendendo em família Vivendo e aprendendo em família VERSÍCULO BÍBLICO Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado

Leia mais

Músicas Para Casamento

Músicas Para Casamento Músicas Para Casamento 01. Você e Eu - Eliana Ribeiro 7M 7M C#m7 F#7/5+ F#7 Bm7 Quero estar com você, / Lembrar de cada momento bom; C#m7 m7 C#m7 #m7 Em7 7/9 Reviver a nossa história, nosso amor. 7M #m7/5-

Leia mais

O Livro de informática do Menino Maluquinho

O Livro de informática do Menino Maluquinho Coleção ABCD - Lição 1 Lição 1 O Livro de informática do Menino Maluquinho 1 2 3 4 5 6 7 8 Algumas dicas para escrever e-mails: 1. Aprender português. Não adianta fi car orgulhoso por mandar um e-mail

Leia mais

Agrupamento de Escolas Pioneiras da Aviação Portuguesa EB1/JI Vasco Martins Rebolo

Agrupamento de Escolas Pioneiras da Aviação Portuguesa EB1/JI Vasco Martins Rebolo Era uma vez a família Rebolo, muito simpática e feliz que vivia na Amadora. Essa família era constituída por quatro pessoas, os pais Miguel e Natália e os seus dois filhos Diana e Nuno. Estávamos nas férias

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

Entrevista com Entrevista com Max Matta, vocalista da banda Caps Lock

Entrevista com Entrevista com Max Matta, vocalista da banda Caps Lock Entrevista com Entrevista com Max Matta, vocalista da banda Caps Lock POUCA E BOAS DA MARI - Max, você, o Sté e o Carlinhos tocam juntos desde 2003. Em 2005, o Thiago entrou na banda, foi quando surgiu

Leia mais

Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe!

Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe! Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe! *MELHOR MÃE DO MUNDO Coaching para Mães Disponíveis, www.emotionalcoaching.pt 1 Nota da Autora Olá, Coaching

Leia mais

JOSÉ DE SOUZA CASTRO 1

JOSÉ DE SOUZA CASTRO 1 1 JOSÉ DE SOUZA CASTRO 1 ENTREGADOR DE CARGAS 32 ANOS DE TRABALHO Transportadora Fácil Idade: 53 anos, nascido em Quixadá, Ceará Esposa: Raimunda Cruz de Castro Filhos: Marcílio, Liana e Luciana Durante

Leia mais