Unidade II. Administração. Prof. Ms. Livaldo dos Santos

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1 Unidade II Administração de Suprimentos Prof. Ms. Livaldo dos Santos

2 Administração de Suprimentos Objetivos da Unidade Analisar os principais conceitos sobre: A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Entendimento da movimentação de Entendimento da movimentação de materiais

3 Medição do desempenho - Conceitos Desempenho: informação sobre os resultados obtidos dos processos e produtos permitem avaliar e comparar com metas, padrões, resultados do passado e a outros processos e produtos. Quantifica uma ação: Quais aspectos medir? Como medir tais aspectos? Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

4 Medição do desempenho na cadeia de suprimentos - PNQ Prêmio Nacional da Qualidade PNQ, O sistema de avaliação deve focar resultados Orientação pelos anseios dos stakeholders clientes, funcionários, acionistas, fornecedores, parceiros, a sociedade e a comunidade Para evitar conflitos estratégia da empresa apresenta as necessidades de todas as partes interessadas harmoniza e garante que ações e planos atendam às diferentes necessidades

5 Medição do desempenho - Medição Medir desempenho ao longo de uma cadeia de suprimentos tem caráter mais diagnóstico que ferramental Visa a implementar objetivos estratégicos Alinhamento de objetivos ao longo da cadeia. Começar pela adaptação de modelos existentes nas empresas que formam a cadeia Definir coletivamente um conjunto de indicadores para medir o desempenho de negócios-chave

6 Medição do desempenho Lógica de Medição Lógica da medição de desempenho na cadeia de suprimentos

7 Medição do desempenho na cadeia de suprimentos - Terceirização Com a terceirização: as empresas foram capazes de aproveitar as capacidades dos fornecedores e clientes. Com a cadeia desmembrada em diversos donos: a coordenação é mais complicada levando cada estágio a trabalhar para si próprio Dificultando a consecução dos objetivos da cadeia.

8 Medição do desempenho na cadeia de suprimentos - Globalização Com a abertura comercial global, as cadeias de suprimentos são globais, gerando muitos benefícios oferta de produtos melhores e mais econômicos que no país de origem A distância entre os elos da cadeia tornam a coordenação mais difícil ainda

9 Medição do desempenho na cadeia de suprimentos - Estratégia A criação de uma estratégia de cadeia de suprimentos bem sucedida não é fácil Tornando a intenção de medir o desempenho ainda mais árdua.

10 Interatividade Com a abertura comercial global, as cadeias de suprimentos oferecem produtos melhores e mais econômicos, ao mesmo tempo em que a distância entre seus elos, torna a coordenação mais difícil. A partir deste raciocínio, pode-se concluir que: a) Participar de uma cadeia de suprimentos pode ser muito perigoso b) Deve existir um espírito de colaboração para melhorar a coordenação c) É melhor não fazer parte da cadeia de suprimentos e só comprar os produtos mais econômicos d) Não existem cadeias de suprimento globais e) Somente grandes corporações podem participar de cadeias de suprimentos

11 Balanced Score Card na cadeia de suprimentos - Conceitos Balanced Score Card = BSC Compõe o conceito de Inteligência dos Negócios (Business Inteligence) É utilizado para medir valor nas organizações São necessárias métricas quantitativas que informem: Onde estão Com que velocidade estão se movimentando Quando atingirão metas

12 Aplicação do Balanced Score Card na cadeia de suprimentos - Foco O foco do BSC é descobrir e tratar conflitos Quatro as perspectivas organizacionais, cada uma com suas métricas: Perspectiva financeira Perspectiva do cliente Perspectiva dos processos internos Perspectiva do conhecimento e do crescimento

13 Aplicação do Balanced Score Card na cadeia de suprimentos - Adaptação Adaptação do BSC como instrumento a serviço da medição de desempenho da cadeia de suprimentos Novas exigências: As quatro perspectivas do BSC precisam considerar a cadeia e não cada empresa isolada Cada empresa deve se alinhar com a visão e estratégia da cadeia Cada empresa deve conciliar esse alinhamento com as outras cadeias de que participa

14 Aplicação do Balanced Score Card na cadeia de suprimentos

15 Aplicação do Balanced Score Card na cadeia de suprimentos - Medição Medir o desempenho da cadeia de suprimentos é diferente de medir o desempenho de cada empresa da cadeia. O BSC deve dar ênfase para entender: como um grupo de empresas atua para criar valor para os clientes finais As empresas devem atuar de forma colaborativa O sistema de medição deve incentivar o ambiente de colaboração Cada empresa deve focar o atendimento do cliente final da cadeia em todas suas dimensões

16 Barreiras para a aplicação do Balanced Score Card Existes barreiras naturais para a implementação do BSC na cadeia de Suprimentos: Desconfiança Falta de entendimento Falta de controle Diferentes metas e objetivos Sistemas de informação Falta de medidas de desempenho padronizadas Dificuldade em vincular medidas ao valor percebido pelo cliente Decidir onde começar

17 Logística na cadeia de suprimentos Logística Parte do processo da cadeia de suprimentos que Planeja, Implementa e Controla: Armazenagem Fluxo de distribuição Fluxo reverso Serviços Informações entre o ponto de origem até o ponto de consumo Para atingir o nível de serviço desejado pelo consumidor

18 Logística na cadeia de suprimentos Elementos da gestão logística

19 Logística na cadeia de suprimentos Tempo da Operação Lead time: cada vez mais se exige menor prazo de entrega e desempenho das entregas: Redução do ciclo de vida dos produtos Estoques cada vez mais reduzidos Mercados voláteis

20 Práticas de Logística - Reversa Logística reversa: pensa-se sempre no sentido fornecedor para consumidor, ou no fluxo dos materiais. Existem dois outros fluxos a tratar: Embalagens e recipientes para transporte Descarte de produtos após sua vida útil Em geral vem do consumidor para o fornecedor.

21 Práticas de Logística Cross-Docking Cross-docking - prática logística a serviço das cadeias de suprimentos Reduz estoques em armazéns e aumenta o fluxo de materiais Melhora a utilização dos recursos financeiros Reduz lead time. O foco é a transposição da carga ao invés de armazená-la.

22 Práticas de Logística Milk Run Milk Run : antiga prática de logística de abastecimento (inbound) com origem atribuída aos produtores de leite e as usinas de beneficiamento. considera existir um sistema de abastecimento com roteiros e horários predefinidos para a coleta dos materiais junto aos fornecedores.

23 Práticas de Logística - Transit Point Transit Point :Considera transportar uma carga consolidada em veículos grandes como uma carreta rodoviária Repassadas em local predeterminado Repassadas em local predeterminado para outros veículos menores VUC s veículos urbanos de carga

24 Práticas de Logística Merge in Transit Merge in Transit : aplicada no processo de distribuição com crescente uso no âmbito dos produtos de alto valor agregado e curtos ciclos de vida Com produção globalizada feita em várias fábricas Exemplo: computadores. Coordenar a distribuição de macro componentes do produto final Oriundos de diversos fornecedores Reunião (consolidação) em um ponto próximo do consumidor final Evita estoques e transportes redundantes

25 Interatividade Logística é a parte do processo da cadeia de suprimentos que planeja, implementa e controla algumas atividades. Entre elas temos: a) A atividade de definir o design da embalagem do produto. b) Administrar o fluxo reverso. c) Fazer o treinamento de novos funcionários. d) Garantir a disponibilidade dos equipamentos produtivos através da manutenção preventiva. e) Promover os produtos nos pontos de distribuição.

26 Práticas de Logística Just in Sequence Just in Sequence : prática logística contemporânea, para abastecimento (inbound) É uma evolução do processo de abastecimento da lógica do just in time prover o cliente com a coisa certa, na quantidade certa e no momento certo Acrescenta a questão da entrega na seqüência certa. Entregas JIS: itens de alto valor agregado entregues diretamente ou ao lado de linhas de montagem finais.

27 Movimentação de materiais na cadeia de suprimentos Para que a matéria-prima possa transformar-se ou ser beneficiada elementos básicos de produção devem movimentar-se homem, máquina ou material Na maioria dos processo industriais o material é o elemento que se movimenta. Na construção pesada (aviões, navios, etc.) ou seja montagem, homem e máquina é que se movimentam

28 Movimentação de materiais - Custos Os custos de movimentação de materiais influem diretamente no produto, afetando o custo final. O acréscimo no custo do produto, no caso da movimentação, não contribui em nada com o produto. Transporte não agrega valor ao produto.

29 Movimentação de materiais na cadeia de suprimentos - Modais Os transportes de cargas possuem diversos tipos de modais Com custos e características operacionais próprias Mais adequados para certos tipos de operações e produtos, que para outros Todas as modalidades tem suas vantagens e desvantagens. Algumas são adequadas para um determinado tipo de mercadorias e outras não.

30 Movimentação de materiais Tipos de Modais Modais

31 Movimentação de materiais Modal Aéreo Transporte adequado para mercadorias de alto valor agregado, pequenos volumes ou com urgência na entrega Vantagens: É o transporte mais rápido. Não necessita embalagem mais reforçada (manuseio mais cuidadoso). Desvantagens: Menor capacidade de carga. Valor do frete mais elevado em relação aos outros modais.

32 Movimentação de materiais - Modal Ferroviário Vantagens: Adequado para longas distâncias e grandes quantidades. Menor custo de seguro. Menor custo de frete. Desvantagens: Diferença na largura de bitolas. Menor flexibilidade no trajeto. Necessidade maior de transbordo.

33 Movimentação de materiais - Modal Aquaviário Fluvial Hidrovia Tietê-Paraná papel importante na logística das matérias primas produzidas no Estado movimentação de graneis e seus insumos. Com a interligação Tietê - Paraná, 1999 em direção ao sul, através da Eclusa de Jupiá Hidrovia ampliou seu raio de ação em mais de 700 km, totalizando km entre rotas principais e secundárias possibilita o transporte de mercadorias entre os países do Mercosul.

34 Movimentação de materiais - Modal Aquaviário Marítimo É o modal mais utilizado no comércio internacional ou longo curso. Inclui tanto os navios que realizam tráfego regular, pertencentes a: Conferências de Frete, Acordos Bilaterais e os outsiders, como aqueles de rota irregular, os tramps. Vantagens:maior capacidade de carga. Vantagens:maior capacidade de carga. Desvantagens: necessidade de transbordo no porto.

35 Movimentação de materiais - Modal Terrestre Rodoviário Caracteriza-se pela simplicidade de funcionamento. Vantagens: adequado para curtas e médias distâncias. simplicidade no atendimento das demandas e agilidade no acesso às cargas. menor manuseio da carga e menor exigência de embalagem.

36 Movimentação de materiais - Modal Terrestre Rodoviário Vantagens: Serviço porta-a-porta: mercadoria sofre apenas uma operação de carga (ponto de origem) e outra de descarga (local de destino). Maior freqüência e disponibilidade de vias de acesso. Maior agilidade e flexibilidade na manipulação das cargas. Facilidade na substituição de veículos, no caso de acidente ou quebra. Ideal para viagens de curta e média distâncias.

37 Movimentação de materiais - Modal Terrestre Rodoviário Desvantagem: Fretes mais altos em alguns casos. Menor capacidade de carga entre todos os outros modais. Menos competitivo para longas distâncias

38 Interatividade O modal que tem como desvantagem uma menor capacidade de carga e um valor do frete mais elevado, em relação aos outros modais, é o modal: a) Marítimo b) Naval c) Lacustre d) Aéreo e) Rodoviário

39 Movimentação de materiais - Embalagem As embalagens de carga são de duas categorias: Primária: utilizada para embalar o produto diretamente, dando uma forma para sua proteção, manipulação, apresentação e comercialização. Secundária: Essencial para o transporte, manipulação e armazenagem da carga. Tem os mais variados tamanhos e formatos e pode ser de vários tipos de materiais.

40 Movimentação de materiais - Embalagem : Cálculo do Frete É importante considerar: o volume que a mercadoria terá após embalada o frete, nos diversos modais, tem uma base de cálculo Peso (por tonelada) Volume.

41 Movimentação de materiais Embalagem: Materiais Utilizados As embalagens mais comuns utilizadas para os transportes e os materiais usados: Caixas: Madeira, Papelão, Metal, Plástico, Fibra e outros Engradados: Madeira Tambores: Madeira, Metal, Plástico, Fibra Barris: Madeira, Metal, Plástico, Fibra Fardos: Metal, Corda, Tiras plásticas Sacos: Plástico, Papel, Juta Pallets: Madeira, Plástico, Papelão

42 Movimentação de materiais Embalagem: Unitização A carga deve ser unitizada para facilitar: manuseio, armazenagem e transporte Unitização: agrupar um ou vários volumes em um único recipiente maior facilita o manuseio, armazenagem, transporte, movimentação, embarque e desembarque, mecanicamente Recipientes mais usados: caixas, pallet, big bag, container, sacos, tambores e fardos

43 Movimentação de materiais Embalagem: Unitização Vantagens: Redução dos volumes a manipular; Menor manuseio da carga; Menor utilização de mão-de-obra; Uso de mecanização; Melhoria do tempo de operação e custos nos embarques e desembarques; Redução de custo com embalagens; Diminuição de avarias de mercadorias; Aplicação do sistema door-to-door (porta-a-porta); Padronização internacional dos recipientes de unitização.

44 Movimentação de materiais Embalagem: Pallet Recipiente semelhante a um estrado Plano, construído de madeira, metal, plástico, fibra, ou polipropileno Facilita a unitização, armazenagem, movimentação mecânica e transporte de pequenos volumes. Padronização das dimensões dos pallets feitas pela ISO - INTERNATIONAL STANDARD ORGANIZATION.

45 Movimentação de materiais Embalagem: Container É primordialmente uma caixa construída em aço ou alumínio Criado para o transporte de carga unitizada Suficientemente forte para resistir ao seu uso constante Seu uso é baseado em legislação internacional Considerado um equipamento do veículo transportador (do navio) O Brasil acompanha a legislação internacional

46 Movimentação de materiais Embalagem: Tamanho do Container Unidades de medidas utilizadas para padronização de dimensões dos containers Pés ( ) e Polegadas ( ) Exemplo: Container de 20 (20 pés): 6,00mx2,34mx2,40m ( CxLxA) Payload (capacidade de carga): 24/28tons

47 Movimentação de materiais Embalagem: Tamanho do Container TEU = Twenty-Foot Equivalent Unit (equivalente um container de 20 ) Um container de 40, equivale a dois TEU. Os navios que transportam containers são dimensionados em termos de número de TEU s que podem transportar Os portos são conhecidos também pela capacidade de movimentação de containers medida em termos de TEU s.

48 Incoterms Incoterms determinam os direitos e obrigações mínimas do exportador e do importador quanto a fretes, seguros movimentação em terminais liberações em alfândegas obtenção de documentos. Essas obrigações estão diretamente ligadas ao custo de uma operação, Daí o significado de sua importância.

49 Incoterms Exemplo: EXW (EX Works) Toda a responsabilidade da carga é do importador

50 Incoterms FOB (Free on Board) Exportador entrega a carga desembaraçada a bordo do navio As despesas no país de origem são do exportador Gastos, como frete e seguro, movimentação da carga no destino, correm por conta do importador

51 Incoterms CIF (Cost, Insurance and Freight) Modalidade onde o exportador é responsável seguro Tem que entregar a carga a bordo do navio, no porto de embarque, com frete e seguro pagos

52 Interatividade Incoterms determinam detalhes quanto a fretes, seguros, movimentação em terminais, liberações em alfândegas e obtenção de documentos. Esses detalhes estão diretamente ligadas: a) Ao modal marítimo exclusivamente b) Às dificuldades de comunicação c) A problemas de pirataria d) Ao custo de desembaraço aduaneiro e) Aos direitos e obrigações mínimas do Transportador

53 ATÉ A PRÓXIMA!

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