AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CORROSÃO EM FOLHAS-DE-FLANDRES COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO INTERNO, UTILIZADAS EM CONSERVAS DE PÊSSEGOS.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CORROSÃO EM FOLHAS-DE-FLANDRES COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO INTERNO, UTILIZADAS EM CONSERVAS DE PÊSSEGOS."

Transcrição

1 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CORROSÃO EM FOLHAS-DE-FLANDRES COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO INTERNO, UTILIZADAS EM CONSERVAS DE PÊSSEGOS. Paulo Eduardo Masselli Bernardo Universidade Federal de Itajubá -UNIFEI Cléber Di-Tano Camargo Universidade Federal de Itajubá -UNIFEI Necésio Gomes Costa Universidade Federal de Itajubá -UNIFEI 6 COTEQ Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos 22 CONBRASCORR Congresso Brasileiro de Corrosão Salvador Bahia 19 a 21 de agosto de 2002 As informações e opiniões contidas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade dos autores

2 SINÓPSE Folha-de-Flandres é o material mais utilizado na fabricação de embalagens metálicas. Na industria de embalagens para alimentos a folha-de-flandres pode ser utilizada com ou sem revestimento orgânico interno. Esse trabalho avaliou o contato de pêssegos em calda com embalagens de folha-de-flandres com e sem revestimento orgânico interno. Os resultados obtidos fornecem informações objetivas sobre o processo corrosivo do material e a qualidade dos pêssegos acondicionados nos dois tipos de embalagens. Palavra Chaves: folhas-de-flandres, embalagens metálicas, ensaios eletroquímicos de polarização, pêssegos em calda.

3 1. INTRODUÇÃO Atualmente, as embalagens sem revestimento orgânico interno são utilizadas no mercado europeu para conservas de pêssego, entretanto, no mercado nacional são utilizadas as embalagens revestidas internamente. A utilização de revestimentos orgânicos nas embalagens tem como objetivo principal evitar o contato do metal com o produto alimentício, além disso, o revestimento orgânico possibilita a folha de aço ser revestida com uma camada de estanho de menor espessura sem o comprometimento da qualidade do produto mantendo o mesmo desempenho, em termos de resistência a corrosão. O processo de corrosão de folha-de-flandres é muito complexo por ser um material muito heterogêneo. A presença de ferro e estanho em maior quantidade na folha-deflandres e a falta de continuidade dos revestimentos orgânicos ou metálicos, permite que o material acondicionado na lata entre em contato com estes dois metais, formando uma pilha galvânica onde o alimento atua como eletrólito. Estes metais condutores em contato com alimento constituem um polietrodo, onde se estabelece uma passagem de corrente elétrica (corrente de corrosão), cuja intensidade e orientação dependem das características físico-químicos do sistema embalagem/alimento. Com o decorrer do tempo ocorre uma variação microestrutural na folha-de-flandres, conseqüência do mecanismo de corrosão e deterioração do material.(5,9,13) O processo corrosivo do material foi avaliado através de curvas de polarização anódica, catódica, análise superficial da folha-de-flandres e de estudo de prateleira onde estudou a migração de ferro e estanho para o alimento durante a estocagem das latas num período de 90 dias a temperatura ambiente através da técnica de absorção atômica por espectrofotometria. A influência da migração metálica nas características sensoriais, principalmente a cor do alimento, também foi estudada. 2. EXPERIMENTAL A folha-de-flandres utilizada foi retirada de embalagem tipo lata de três peças, constituída de corpo, tampa e fundo com um formato cilíndrico. A embalagem nacional é produzida totalmente em folhas-de-flandres e revestida internamente com revestimento orgânico. A embalagem importada da Grécia tem o corpo da lata produzido com folhade-flandres, a tampa e o fundo com folha cromada, sendo todas as partes da lata sem nenhum revestimento orgânico interno. Em todos os ensaios utilizou-se uma célula eletroquímica do tipo ASTM, conforme a Figura 1. Os eletrodos de trabalho consistiram de uma parte metálica da folha-deflandres com 5,0 cm de comprimento, 3,0 cm de largura e uma área exposta de 1,0 cm 2 na folha sem revestimento e 4,0 cm 2 na folha revestida. A área foi limitada por fita adesiva impermeável, conforme esquematizado na Figura 2.

4 Na célula eletroquímica utilizou-se o eletrodo de calomelano saturado como o eletrodo de referência e um eletrodo auxiliar de platina (contra-eletrodo) com área exposta de 16 cm 2. Todas as medidas de polarização foram efetuadas no potencial de corrosão, à temperatura ambiente e sem desaeração do meio conforme esquematizado na Figura 3. O eletrólito utilizado foi à própria calda de pêssego. Parte desta calda de pêssego foi destinada para a análise da migração metálica de ferro e estanho durante o período de estocagem. O instrumental utilizado foi um potenciostato/galvanostato da marca Sensortechnik Meinsberg GmbH, Modelo PS-5 conforme a Figura 4, um computador do tipo PC foi conectado ao potenciostato e através de um software apropriado da marca PSremote foram obtidos pares de valores (ÄI, ÄE) por meio de experimentos potenciostáticos. Foi utilizado um espectrofotômetro de absorção atômica da marca Varian para análise de migração metálica e um microscópio óptico da marca Zeiss para uma visualização superficial da folha-de-flandres. 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES 3.1. Processo corrosivo em folhas-de-flandres com revestimento Na Figura 5 é apresentada uma micrografia da folha-de-flandres sem revestimento orgânico interno. Verifica-se que ocorreu um desestanhamento uniforme no corpo lata. Na Figura 6 pode-se observar que uma maior concentração de estanho se dissolveu no alimento e a concentração de ferro manteve-se praticamente a mesma. Este feito prova a inversão de polaridade onde o estanho atuou como anodo de sacrifício e o ferro como catodo. De acordo com os potenciais eletroquímicos do ferro, E Fe/Fe +2 = -0,44 V, e do estanho, E Sn/Sn +2 = -0,14V, principais constituintes da folha-de-flandres, o ferro deveria atuar como anodo da pilha galvânica formada por ser o metal mais eletronegativo, enquanto que o estanho deveria ser o catodo. Entretanto, para a grande maioria dos alimentos enlatados em latas sem revestimento interno, particularmente os vegetais e frutas, se observam uma inversão de polaridade do sistema sendo que o estanho atua como anodo (de sacrifício), protegendo o aço. Esta é à base da proteção eletroquímica do ferro e a causa da elevada resistência à corrosão da folha-de-flandres (5,6,8,9). Na Figura 7 é apresentada a curva de polarização anódica e catódica obtida no modo potencistático com uma varredura de 250mV a 250mV em relação ao potencial de corrosão do material, Ecorr =-575mV com uma velocidade de 0,1 mv/seg. O resultado é uma curva de polarização com o logaritmo da densidade de corrente (ma/ cm 2 ) versus potencial (mv). As retas de Tafel foram extrapoladas nas curvas de polarização buscando um coeficiente de correlação linear próximo do valor 1. A Tabela 1 apresenta os parâmetros eletroquímicos referente a folha-de-flandres com revestimento orgânico interno

5 3.2. Processo corrosivo em folhas-de-flandres sem revestimento O processo de corrosão em latas revestidas internamente é mais complexo do que o de latas sem revestimento e depende das características de resistividade e porosidade do verniz aplicado. A eficácia do verniz está diretamente relacionada a sua habilidade em agir como barreira a gases, vapores, íons e líquidos, impedindo a interação do eletrólito com a superfície protegida (5, 6, 8,9). Na Figura 8, observa-se no revestimento orgânico aplicado na superfície folha-deflandres presença de poros e descontinuidade. Em certas ocasiões, muito mais freqüentes em latas com revestimento, nos locais de descontinuidade da camada de verniz, a corrosão por pites pode se desenvolver no aço base, ocorrendo à perfuração da lata (5,6,9). Na Figura 9, verifica-se que a concentração de ferro dissolvida no alimento aumentou durante a estocagem. Comparando as Figuras 6 e 9, observa-se uma maior migração de ferro e uma menor migração de estanho para a calda de pêssego armazenada na lata revestida internamente, conseqüentemente neste processo corrosivo o estanho não atuou como anodo de sacrifício. De acordo com vários pesquisadores as latas envernizadas por ausência de substâncias complexantes do estanho ou pela presença de complexantes estáveis do ferro e como conseqüência da proporção das áreas expostas dos metais ser mais equilibrada mantém-se a ordem teórica dos potenciais do par Sn/Fe, o ferro atua como anodo de sacrifício e o estanho como catodo, conseqüentemente ocorre uma maior migração de ferro para o eletrólito em relação ao estanho (5, 6, 8,9). Na Figura 10 é apresentada a curva de polarização anódica e catódica para a folha com revestimento foram obtidas no modo potenciostático com uma varredura de 200mV a 200mV em relação ao potencial de corrosão do material, Ecorr=-584mV com uma velocidade de 0,1mV/seg. O resultado foi uma curva de polarização com logaritmo da densidade de corrente (ma/ cm 2 ) versus potencial (mv) versus. As retas de Tafel foram extrapoladas nas curvas de polarização anódica e catódica buscando uma coeficiente de correlação linear próximo do valor 1. A Tabela 2 apresenta os parâmetros eletroquímicos referente a folha-de-flandres com revestimento orgânico interno Parâmetros eletroquímicos de folha-de-flandres com e sem revestimento As Tabelas (1) e (2) apresentam os valores das constantes de Tafel anódica (âa) obtido por extrapolação da reta de Tafel anódica e a constante de Tafel catódica (âc) pela extrapolação da reta de Tafel catódica. Com os valores das constantes âa e âc foi possível calcular a corrente de corrosão média (Icorr) da folha-de-flandres sem revestimento e com revestimento. Comparando os parâmetros eletroquímicos das Tabela 1 e 2, observa-se uma menor corrente de corrosão (Icorr) de 519 na para a folha-de-flandres com revestimento orgânico e um processo corrosivo mais lento, em relação a corrente de corrosão (Icorr) de 1996 na encontrada para a folha-de-flandres sem revestimento orgânico. Foi

6 observado também um pequena variação na constante de Tafel catódica (âc) e uma grande variação na constante de Tafel anódica ( âa), provando a importância e influência da constante de Tafel anódica (âa) no cálculo da taxa de corrosão Influência da migração metálica Na Figura 11a, observou-se uma leve mudança de coloração dos pêssegos em calda acondicionados em latas com revestimento orgânico interno. Essa mudança na coloração pode comprometer a qualidade do produto armazenado num período de estocagem longo, em uma fase onde o processo corrosivo esteja num patamar mais avançado, conforme já constatado em outros trabalhos (5, 11). Na Figura 11b, observa-se claramente o efeito benéfico do estanho na preservação da cor. Os pêssegos da lata revestida e sem revestimento foram armazenados a uma temperatura próxima de 5 C num período de 3 dias, esse processo de certa forma acelerou a degradação dos pêssegos em relação ao acondicionamento na lata. 4. CONCLUSÕES Nas condições avaliadas, a lata sem revestimento interno apresentou um processo corrosivo mais agressivo, apresentando áreas de total desestanhamento, porém os pêssegos apresentaram uma melhor aparência e melhor coloração. Foi observado nas latas revestidas internamente um processo corrosivo menos agressivo, no entanto, os pêssegos acondicionados neste modelo de lata apresentaram uma coloração comprometida.

7 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (1) American Society for Testing and Materials ASTM, Standard Specification for Tin Mill Products-General Requirements, ASTM A a, Philadelphia,01.06, ,1991. (2) American Society for Testing and Materials ASTM, Method for Determination of Iron Solution Value on Electrolytic Tinplate, ASTM A a Part 3, Philadelphia, 01.06, ,1991. (3) American Society for Testing and Materials ASTM, Standard Test Method for Evaluation Degree of Rusting on Painted Steel Surfaces, ASTM, Philadelphia,[s.d.], 64-66, (4) Companhia Siderúrgica Nacional CSN, Folhas Metálicas, catálogo de produtos da CSN, Rio de Janeiro,[s.d.], 1-24, [s.d.]. (5) Dantas S.T., Gatti J.A.B. e Saron E.S., Embalagens Metálicas e a sua Interação com Alimentos e Bebidas, CETEA/ITAL, Campinas, [s.d.],1-232, (6) Montanari A., Milanese G. e Cassara A., Corrosion Problems of Tinplate for Antichore Packs, 5th International Tinplate Conference, International Tin Research Institute, London, Paper No. 18, 1-26, (7) Ogata H., Kikuchi T., Morito N. e Ishida T., Morphological Investigation of a Tin- Plated Surface with an Atomic Force Microscope, 5th International Tinplate Conference, International Tin Research Institute, London, Paper No. 26, 1-12, (8) Zumelzu E. e Cabezas C., Tinplate Functionality Characterization by Electron Microscopy for Quality Control of Tinplate Cans, X Congresso Nacional de Ciencia y Tecnología de Alimentos, Chile, [s.d.],1-2, (9) Zumelzu E. e Cabezas C., Observation on the Influence of Microstructure on Electrolytic Tinplate Corrosion, Elsevier Science, Chile, 34, , (10) González S., Mirza Rosca I.C. e Souto R.M., Investigation of the Corrosion Resistance Characteristics of Pigments in Alkyd Coatings on Steel, Elsevier Science, Spain, 43, , (11) Reznik D., Oxidation of Foods in Enamelled Cans and Plastic Containers, The Canmaker & Canner, West Sussex, 6,32-34, (12) Dantas S.T., Gatti J.A.B., Anjos V.D.A. e Segantini E., Avaliação da Qualidade de Embalagens Metálicas: Aço e Alumínio, CETEA/ITAL, Campinas, [s.d.],1-313, 1996.

8 (13) Harrison W. e Landriault F. W., Electrochemical Aspects of Tinplate Corrosion, Proc.11th International Tinplate Conference, London, [s.d.], , FIGURAS Figura 1. Célula eletroquímica do tipo ASTM. Figura 2. Representação esquemática da folha-de-flandres como eletrodo de trabalho. Figura 3. Aparelho Potenciostato/Galvanostato modelo PS 5 interligado a célula eletroquímica. Figura 4. Representação esquemática para medida de polarização potenciostática. ET = eletrodo de trabalho, ER = eletrodo de referencia, EA = eletrodo auxiliar. 8

9 Figura 5. Microestrutura da folha-de-flandres sem revestimento orgânico interno com aumento de 100x. 0,8 0,6 0,4 0,2 Estanho Ferro 0 45 DIAS 90 DIAS Figura 6. Concentração de estanho e ferro em ppm, dissolvidos nas latas sem revestimento orgânico interno durante 90 dias de estocagem.

10 Figura 7. Curva de polarização anódica e catódica experimental obtida para a folha-de-flandres sem revestimento orgânico interno. Figura 8. Superfície da folha-de-flandres com revestimento orgânico interno com aumento de 100x. 0,6 0,45 0,3 0,15 Estanho Ferro 0 45 DIAS 90 DIAS Figura 9. Concentração de estanho e ferro em ppm, dissolvidos nas latas com revestimento orgânico interno durante 90 dias de estocagem.

11 Figura 10.Curva de polarização anódica e catódica experimental obtida para a folha-deflandres com revestimento orgânico interno. a) b) Figura 11. Foto dos pêssegos após a abertura da lata revestida internamente e da lata sem revestimento interno, estocadas num período de 90 dias a temperatura ambiente. a) Na bandeja à esquerda pêssegos armazenados na lata com revestimento orgânico interno e à direita pêssegos armazenados na lata sem revestimento orgânico interno. b) Foto do pêssego da lata sem revestimento orgânico interno (esquerda) e do pêssego com revestimento orgânico interno (à direita) após estocagem a uma temperatura de 5 C num período de 3 dias.

12 7. TABELAS Tabela 1. Parâmetros eletroquímicos da folha-de-flandres sem revestimento orgânico interno. E corr âc âa Icorr (médio) -604 mv -188, , na Tabela 2. Parâmetros eletroquímicos da folha-de-flandres com revestimento orgânico interno. E corr âc âa Icorr (médio) -584 mv -189, , na

CORROSÃO. Química Geral Prof a. Dr a. Carla Dalmolin

CORROSÃO. Química Geral Prof a. Dr a. Carla Dalmolin CORROSÃO Química Geral Prof a. Dr a. Carla Dalmolin CORROSÃO - DEFINIÇÃO Ferrugem Deterioração Oxidação Perda de material ASTM G15: Reação química ou eletroquímica entre um material (geralmente metálico)

Leia mais

ESTUDO DO DESEMPENHO DE EMBALAGENS METÁLICAS PARA ACONDICIONAMENTO DE CAFÉ SOLÚVEL

ESTUDO DO DESEMPENHO DE EMBALAGENS METÁLICAS PARA ACONDICIONAMENTO DE CAFÉ SOLÚVEL Industrialização ESTUDO DO DESEMPENHO DE EMBALAGENS METÁLICAS PARA ACONDICIONAMENTO DE CAFÉ SOLÚVEL Sílvia Tondella DANTAS - ITAL/CETEA, e-mail: silviatd@ital.org.br Jozeti A. Barbutti GATTI - ITAL/CETEA

Leia mais

GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS

GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPT 26 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS MINIMIZAÇÃO

Leia mais

FILMES FINOS DE ÓXIDO DE CROMO PARA PROTEÇÃO DE HASTES DE BOMBEIO DO ATAQUE CORROSIVO DO CO 2. 49100-000 São Cristóvão SE E-mail: mmacedo@ufs.

FILMES FINOS DE ÓXIDO DE CROMO PARA PROTEÇÃO DE HASTES DE BOMBEIO DO ATAQUE CORROSIVO DO CO 2. 49100-000 São Cristóvão SE E-mail: mmacedo@ufs. FILMES FINOS DE ÓXIDO DE CROMO PARA PROTEÇÃO DE HASTES DE BOMBEIO DO ATAQUE CORROSIVO DO CO 2 R. M. Silva a, M. A. Macêdo a, F. C. Cunha a, J. M. Sasaki b G. S. Pimenta c, F. A. C. Oliveira d a Universidade

Leia mais

CAPÍTULO 5. Materiais e Métodos 97. Errar é humano. Botar a culpa nos outros, também. Millôr Fernandes (76 anos), humorista brasileiro

CAPÍTULO 5. Materiais e Métodos 97. Errar é humano. Botar a culpa nos outros, também. Millôr Fernandes (76 anos), humorista brasileiro Materiais e Métodos 97 CAPÍTULO 5 Errar é humano. Botar a culpa nos outros, também. Millôr Fernandes (76 anos), humorista brasileiro Toda a empresa precisa ter gente que erra, que não tem medo de errar

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DECAPAGEM E DE PASSIVAÇÃO E APLICAÇÃO DE PINTURA EM AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DECAPAGEM E DE PASSIVAÇÃO E APLICAÇÃO DE PINTURA EM AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DECAPAGEM E DE PASSIVAÇÃO E APLICAÇÃO DE PINTURA EM AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO Marli Ohba João Carlos Lazarini RHODIA DO BRASIL LTDA Davi Dianes RHODIA INC 6 COTEQ Conferência

Leia mais

ANÁLISE DE DESCONTINUIDADES EM REVESTIMENTOS DE CARBETOS SOBRE AÇO. Haroldo de Araújo Ponte UNIVERSIDADE FEDER AL DO PARANÁ LESC

ANÁLISE DE DESCONTINUIDADES EM REVESTIMENTOS DE CARBETOS SOBRE AÇO. Haroldo de Araújo Ponte UNIVERSIDADE FEDER AL DO PARANÁ LESC ANÁLISE DE DESCONTINUIDADES EM REVESTIMENTOS DE CARBETOS SOBRE AÇO Haroldo de Araújo Ponte UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ LESC hponte@engquim.ufpr.br Lígia Fernanda Kaefer UNIVERSIDADE FEDER AL DO PARANÁ

Leia mais

Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1

Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1 Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1 CORROSÃO METÁLICA: É a deterioração e a perda de material devido a ação química ou eletroquímica do meio ambiente,

Leia mais

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS 1) Numa célula eletroquímica a solução tem que ser um eletrólito, mas os eletrodos

Leia mais

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO De acordo com o meio corrosivo e o material, podem ser apresentados diferentes mecanismos. Os principais são: MECANISMO QUÍMICO

Leia mais

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis Formas localizadas de corrosão Os aços carbono sofrem de corrosão generalizada, onde grandes áreas da superfície

Leia mais

3 Estudo de caso: um processo de laminação a frio

3 Estudo de caso: um processo de laminação a frio 35 3 Estudo de caso: um processo de laminação a frio Neste capítulo é apresentado um estudo de caso em um processo de laminação a frio que produz chapas para a confecção de latas de bebidas. Trata-se de

Leia mais

Resumo. Autores Authors

Resumo. Autores Authors Campinas, v. 15, n. 2, p. 110-117, abr./jun. 2012 http://dx.doi.org/10.1590/s1981-67232012005000001 Estabilidade de molho de tomate em embalagens metálicas com baixo revestimento de estanho Stability of

Leia mais

Efeito da embalagem na conservação de produtos minimamente processados Nilda de Fátima Ferreira Soares*

Efeito da embalagem na conservação de produtos minimamente processados Nilda de Fátima Ferreira Soares* Efeito da embalagem na conservação de produtos minimamente processados Nilda de Fátima Ferreira Soares* Os produtos minimamente processados são geralmente reconhecidos como alimentos submetidos a pequenas

Leia mais

SISTEMAS DE SOLO COMPÓSITO/BETÃO: CARACTERIZAÇÃO DA INTERFACE GEOCOMPÓSITO-SOLO

SISTEMAS DE SOLO COMPÓSITO/BETÃO: CARACTERIZAÇÃO DA INTERFACE GEOCOMPÓSITO-SOLO SISTEMAS DE SOLO COMPÓSITO/BETÃO: CARACTERIZAÇÃO DA INTERFACE GEOCOMPÓSITO-SOLO SOIL COMPOSITE /CONCRETE SYSTEMS: CHARACTERIZATION OF THE GEOCOMPOSITE- SOIL INTERFACE Carlos, Karina Gonçalves, UM, Guimarães,

Leia mais

CORROSÃO DOS MATERIAIS METÁLICOS

CORROSÃO DOS MATERIAIS METÁLICOS Capítulo 8 CORROSÃO DOS MATERIAIS METÁLICOS 8.1 Conceitos gerais A corrosão pode ser definida como a dissolução eletroquímica de metais em íons, liberando elétrons, que ocorre quando metais dessemelhantes

Leia mais

Ensaios para Avaliação das Estruturas

Ensaios para Avaliação das Estruturas ENSAIOS PARA INSPEÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO Prof. Eliana Barreto Monteiro Ensaios para Avaliação das Estruturas Inspeção visual Ensaios não destrutivos Ensaios destrutivos Ensaios para Avaliação das

Leia mais

MINIMIZAÇÃO DO DESGASTE EROSIVO E CORROSIVO EM TROCADORES DE CALOR DE USINAS TERMOELÉTRICAS A CARVÃO

MINIMIZAÇÃO DO DESGASTE EROSIVO E CORROSIVO EM TROCADORES DE CALOR DE USINAS TERMOELÉTRICAS A CARVÃO MINIMIZAÇÃO DO DESGASTE EROSIVO E CORROSIVO EM TROCADORES DE CALOR DE USINAS TERMOELÉTRICAS A CARVÃO L.C. Zanini (IC) 1, R. Miranda (IC) 2, C. C. Zanelatto (IC) 1,, R. Furlan (IC) 1, E. Angioletto (PQ)

Leia mais

Educação Química CINÉTICA QUÍMICA

Educação Química CINÉTICA QUÍMICA CINÉTICA QUÍMICA É a parte da química que estuda a rapidez ou taxa de variação das reações e os fatores que nela influem. - Antigamente denominada de velocidade 1, é uma medida da rapidez com que são consumidos

Leia mais

CORROSÃO EM MEIO DE DIESEL DO AÇO CARBONO REVESTIDO COM COBRE. Danielle Cristina Silva (Universidade Estadual do Centro-Oeste - Brasil)

CORROSÃO EM MEIO DE DIESEL DO AÇO CARBONO REVESTIDO COM COBRE. Danielle Cristina Silva (Universidade Estadual do Centro-Oeste - Brasil) CORROSÃO EM MEIO DE DIESEL DO AÇO CARBONO REVESTIDO COM COBRE Danielle Cristina Silva (Universidade Estadual do Centro-Oeste - Brasil) Julian Johann (Universidade Estadual do Centro-Oeste - Brasil) Maico

Leia mais

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE Curso: Disciplina: Aula 1 PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS METAIS POR QUÊ ESTUDAR? A determinação e/ou conhecimento das propriedades mecânicas é muito importante

Leia mais

INSPEÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO UTILIZANDO ENSAIO DE ULTRA- SOM COMPUTADORIZADO E A NORMA API RP 579.

INSPEÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO UTILIZANDO ENSAIO DE ULTRA- SOM COMPUTADORIZADO E A NORMA API RP 579. INSPEÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO UTILIZANDO ENSAIO DE ULTRA- SOM COMPUTADORIZADO E A NORMA API RP 579. Celso Mário Ferreira dos Santos PETROBRAS/UN-BA/ST/EMI. Antonio Alves Gama PETROBRAS/UN-BA/APMG/SMS. José

Leia mais

Resumo. Autores Authors

Resumo. Autores Authors Campinas, v. 15, n. 3, p. 228-236, jul./set. 2012 http://dx.doi.org/10.1590/s1981-67232012005000016 Estabilidade de extrato de tomate em embalagens metálicas com baixo revestimento de estanho Stability

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS

A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS C. R. RODRIGUES VELOSO 1, R. GEDRAITE 2 1 Bolsista PIBIC FAPEMIG/UFU, discente do curso de Engenharia Química 2 Professor da Faculdade de

Leia mais

Resumo. 1. Introdução

Resumo. 1. Introdução Considerações Sobre a Utilização das Rochas Ornamentais em Revestimentos de Pisos e Fachadas com Base nos Seus Valores de Índices Físicos e Desgaste AMSLER Millena Basilio da Silva Bolsista do Programa

Leia mais

3 FORMAS DE CORROSÃO 3.1. CLASSIFICAÇÃO DA CORROSÃO. 3.1.1. Mecanismos. 3.1.2. Morfologia

3 FORMAS DE CORROSÃO 3.1. CLASSIFICAÇÃO DA CORROSÃO. 3.1.1. Mecanismos. 3.1.2. Morfologia 44 3 FORMAS DE CORROSÃO Neste capítulo serão apresentadas as classificações utilizadas para corrosão em dutos considerando o mecanismo, morfologia, fenomenologia, dimensionamento e gerenciamento. 3.1.

Leia mais

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 Capítulo I CONCEITOS GERAIS SOBRE EMBALAGEM 1. Introdução 2 2. As funções da embalagem 2 3. Classificação das embalagens 5 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 5. O ambiente e a embalagem

Leia mais

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Propriedades Mecânicas Definem a resposta do material à aplicação de forças (solicitação mecânica). Força (tensão) Deformação Principais

Leia mais

Estudo das Propriedades Físico Mecânicas do Papel a ser submetido ao 4º EETCG- Encontro de Engenharia e Tecnologia dos Campos Gerais

Estudo das Propriedades Físico Mecânicas do Papel a ser submetido ao 4º EETCG- Encontro de Engenharia e Tecnologia dos Campos Gerais Estudo das Propriedades Físico Mecânicas do Papel a ser submetido ao 4º EETCG- Encontro de Engenharia e Tecnologia dos Campos Gerais Pâmila Thais Heitkoeter de Melo (FATEB Faculdade de Telêmaco Borba)

Leia mais

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS UMA EXPERIÊNCIA PRÁTICA Luciano Pereira da Silva Francisco

Leia mais

Estudo Da Potencialidade De Redução Do Teor De Cromo Em Moinhos Do Tipo Rolo Sobre Pista Da Termoelétrica Jorge Lacerda

Estudo Da Potencialidade De Redução Do Teor De Cromo Em Moinhos Do Tipo Rolo Sobre Pista Da Termoelétrica Jorge Lacerda 1 Estudo Da Potencialidade De Redução Do Teor De Cromo Em Moinhos Do Tipo Rolo Sobre Pista Da Termoelétrica Jorge Lacerda P. Ortega, UFSC; P. Bernardini, UFSC e L.A, Torres, TRACTEBEL Resumo- O presente

Leia mais

FUNDAMENTOS DA CORROSÃO

FUNDAMENTOS DA CORROSÃO FUNDAMENTOS DA CORROSÃO Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 INTRODUÇÃO Os metais raramente são encontrados no estado puro. Eles quase sempre são encontrados em combinação com um ou mais elementos não-metálicos

Leia mais

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos Aula 08 Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) e Termo-Químicos Prof. Me. Dario de Almeida Jané Tratamentos Térmicos Parte 2 - Introdução - - Recozimento - Normalização - Têmpera - Revenido

Leia mais

2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS

2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS 2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS PROTEÇÃO CONTRA A CORROSÃO MARINHA - COMPARAÇÃO DE REVESTIMENTOS DE ALUMÍNIO DEPOSITADOS POR ASPERSÃO TÉRMICA COM AR COMPRIMIDO, ARGÔNIO E NITROGÊNIO Regina

Leia mais

Logistica e Distribuição. Definição de embalagem. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993. Outras funções da embalagem são:

Logistica e Distribuição. Definição de embalagem. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993. Outras funções da embalagem são: Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Embalagem Primárias Apoio 1 2 Definição de embalagem A embalagem é um recipiente ou envoltura que armazena produtos temporariamente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MATERIAIS ENGENHARIA METALURGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MATERIAIS ENGENHARIA METALURGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MATERIAIS ENGENHARIA METALURGICA LUIS FERNANDO L. S. JÁCOME EFEITO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS NAS PROPRIEDADES

Leia mais

3.1. Esta especificação faz referência aos seguintes documentos:

3.1. Esta especificação faz referência aos seguintes documentos: 1/7 1. OBJETIVO: 1.1. Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir as características e estabelecer os critérios para a fabricação e aceitação do Sistema para Cabeamento Interno Aparente em Ambiente

Leia mais

Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento

Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento Rodrigo Cézar Kanning rckanning@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

Aula 5_1. Corrente Elétrica. Capítulo 5. (Eletrodinâmica) Prof. Cláudio Graça. Física Geral e Experimental III

Aula 5_1. Corrente Elétrica. Capítulo 5. (Eletrodinâmica) Prof. Cláudio Graça. Física Geral e Experimental III Aula 5_1 Corrente Elétrica (Eletrodinâmica) Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 5 Conteúdo Corrente elétrica Dinâmica do movimento Velocidade de deriva Lei de Ôhm Resistência

Leia mais

Encontro e Exposição Brasileira de tratamento de superficie III INTERFINISH Latino Americano

Encontro e Exposição Brasileira de tratamento de superficie III INTERFINISH Latino Americano Revestimento de alumínio obtido pelo método sol-gel para a proteção contra a corrosão de superfícies metálicas Jucimara Kulek de Andrade 1, Larissa Oliveira Berbel 1, Maico Taras da Cunha 1, Marilei Fátima

Leia mais

RELAÇÃO DO TEMPO DE SINTERIZAÇÃO NA DENSIFICAÇÃO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM CÉLULAS À COMBUSTÍVEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior

RELAÇÃO DO TEMPO DE SINTERIZAÇÃO NA DENSIFICAÇÃO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM CÉLULAS À COMBUSTÍVEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior RELAÇÃO DO TEMPO DE SINTERIZAÇÃO NA DENSIFICAÇÃO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM CÉLULAS À COMBUSTÍVEL Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior INTRODUÇÃO Célula à combustível é um material eletroquimico em

Leia mais

Escolha sua melhor opção e estude para concursos sem gastar nada

Escolha sua melhor opção e estude para concursos sem gastar nada Escolha sua melhor opção e estude para concursos sem gastar nada VALORES DE CONSTANTES E GRANDEZAS FÍSICAS - aceleração da gravidade g = 10 m/s 2 - calor específico da água c = 1,0 cal/(g o C) = 4,2 x

Leia mais

Como a Zerust trabalha para você

Como a Zerust trabalha para você Como a Zerust trabalha para você Presente há mais de 30 anos, com expressiva liderança no mercado de produtos com qualidade para solução de corrosão, a Zerust / Excor tem o compromisso em fornecer consultoria

Leia mais

Pavimentação - imprimação

Pavimentação - imprimação MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Estudo de Corrosão em Fundação de Torres Estaiadas

Estudo de Corrosão em Fundação de Torres Estaiadas Estudo de Corrosão em Fundação de Torres Estaiadas Neusvaldo Lira de Almeida 1, Sidney O. Pagotto Jr. 2, Leandro Santos Escudero 3 Marcus Garbelotti 4, José Antonio Jardini 5, Mário Masuda 6 Resumo - Estruturas

Leia mais

Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento

Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento Norma Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento Confidencial, todos os direitos reservados. Proteção de dados conforme ISO 16016. Outubro 2014

Leia mais

Princípios e métodos de esterilização

Princípios e métodos de esterilização Princípios e métodos de esterilização FUNDAMENTOS DE ESTERILIZAÇÃO Bactérias (forma vegetativa ou esporulada) São os menores organismos vivos; Existem em maior número; São as maiores responsáveis pelos

Leia mais

Divisão Elétrica/Hidráulica

Divisão Elétrica/Hidráulica Divisão Elétrica/Hidráulica CARBINOX. O Brasil passa por aqui. Elétrica/Hidráulica A Carbinox é uma empresa que atua há 30 anos fornecendo soluções sob medida para impulsionar o desenvolvimento da economia.

Leia mais

TRATAMENTO DE EFLUENTE DE LAVAGEM DE CARROS POR ELETROCOAGULAÇÃO/ELETROFLOTAÇÃO USANDO ELETRODOS DE FERRO

TRATAMENTO DE EFLUENTE DE LAVAGEM DE CARROS POR ELETROCOAGULAÇÃO/ELETROFLOTAÇÃO USANDO ELETRODOS DE FERRO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE LAVAGEM DE CARROS POR ELETROCOAGULAÇÃO/ELETROFLOTAÇÃO USANDO ELETRODOS DE FERRO Fernanda Silvestrin Matsunaka (CNPq-UEL), João Paulo Dias (IC/Fund. Araucária), Bárbara Sthéfani

Leia mais

EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO

EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO 1. CONCEITOS ENVOLVIDOS Convecção de calor em escoamento externo; Transferência de calor em escoamento cruzado; Camada limite térmica; Escoamento

Leia mais

Corrosão sob tensão em aço aspergido termicamente utilizado em componentes de estruturas offshore

Corrosão sob tensão em aço aspergido termicamente utilizado em componentes de estruturas offshore Corrosão sob tensão em aço aspergido termicamente utilizado em componentes de estruturas offshore Leila M. F. Gomes 1 & Iduvirges L. Müller 2 1 Departamento de Materiais e Construção FURG, Rio Grande,

Leia mais

EVALUATION OF SENSITIZATION OF FERRITICS STAINLESS STEELS STABILIZED AND NOT STABILIZED USING ELECTROCHEMICAL TECHNIQUES IN SULPHURIC ENVIRONMENT

EVALUATION OF SENSITIZATION OF FERRITICS STAINLESS STEELS STABILIZED AND NOT STABILIZED USING ELECTROCHEMICAL TECHNIQUES IN SULPHURIC ENVIRONMENT doi: 10.4322/tmm.00302008 AVALIAÇÃO DA SENSITIZAÇÃO EM AÇOS INOXIDÁVEIS FERRÍTICOS ESTABILIZADOS E NÃO ESTABILIZADOS USANDO-SE A TÉCNICA REATIVAÇÃO ELETROQUÍMICA POTENCIOCINÉTICA EM MEIO SULFÚRICO Resumo

Leia mais

LAUDO TÉCNICO ESTRUTURAL COBERTURA ANHEMBI

LAUDO TÉCNICO ESTRUTURAL COBERTURA ANHEMBI LAUDO TÉCNICO COB. ANHEMBI 01 REVISÃO GERAL ISAQUE 20-11 - 09 00 EMISSÃO INICIAL ISAQUE 05-11 - 09 N O DESCRIÇÃO POR CONF. APROV. DATA REVISÕES LAUDO TÉCNICO ESTRUTURAL COBERTURA ANHEMBI TIPO DE EMISSÃO

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA A CORROSÃO

PROTEÇÃO CONTRA A CORROSÃO PROTEÇÃO CONTRA A CORROSÃO Aços resistentes à corrosão atmosférica Pág 2 Galvanoplastia Pág 6 Pinturas Pág 11 Há uma tendência natural do ferro constituinte do aço retornar ao seu estado primitivo de minério,

Leia mais

CURSO DE PROCESSAMENTO DE MATERIAIS MÉDICO-HOSPITALARES EDUCAÇÃO CONTINUADA MÓDULO II E ODONTOLÓGICOS

CURSO DE PROCESSAMENTO DE MATERIAIS MÉDICO-HOSPITALARES EDUCAÇÃO CONTINUADA MÓDULO II E ODONTOLÓGICOS CURSO DE PROCESSAMENTO DE MATERIAIS MÉDICO-HOSPITALARES E ODONTOLÓGICOS EDUCAÇÃO CONTINUADA MÓDULO II Autoclave Vapor saturado sob pressão Denise Demarzo Curitiba, 17 de novembro de 2010-2010 CME Uso Esterilização,

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA TENACIDADE E RESISTÊNCIA A CORROSÃO POR PITE DO AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX UNS S31803 (SAF2205) APÓS SOLDAGEM

CARACTERIZAÇÃO DA TENACIDADE E RESISTÊNCIA A CORROSÃO POR PITE DO AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX UNS S31803 (SAF2205) APÓS SOLDAGEM CARACTERIZAÇÃO DA TENACIDADE E RESISTÊNCIA A CORROSÃO POR PITE DO AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX UNS S31803 (SAF2205) APÓS SOLDAGEM Paulo Melo Modenezi 1 RESUMO ABSTRACT Izabela Ferreira Girão 2 Rodrigo Magnabosco

Leia mais

PROPOSTA EXPERIMENTAL PARA SEPARAÇÃO MECÂNICA E ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE MATERIAIS PARTICULADOS

PROPOSTA EXPERIMENTAL PARA SEPARAÇÃO MECÂNICA E ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE MATERIAIS PARTICULADOS PROPOSTA EXPERIMENTAL PARA SEPARAÇÃO MECÂNICA E ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE MATERIAIS PARTICULADOS Giovani Renato Zonta 1 Cristian Bernardi 2 Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI RESUMO Diversos

Leia mais

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção. Revisão Data Página 1/6 5 08/03/13 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA SUPERIOR

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção. Revisão Data Página 1/6 5 08/03/13 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA SUPERIOR 2000 1/6 VISTA LATERAL ESC. 1:20 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 900 0 VISTA SUPERIOR ESC. 1:20 900 PAINEL DE FUNDO CHAPA 24 (0,6mm) PAINEL LATERAL CHAPA 24 (0,6mm) 0 2/6 2000 13 400 400 1 13 0 0 40 VISTA SUPERIOR

Leia mais

INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO TÉRMICO E DO ph NO COMPORTAMENTO ELETROQUÍMICO DO Ti c.p. E DA LIGA Ti -6Al-4V

INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO TÉRMICO E DO ph NO COMPORTAMENTO ELETROQUÍMICO DO Ti c.p. E DA LIGA Ti -6Al-4V INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO TÉRMICO E DO ph NO COMPORTAMENTO ELETROQUÍMICO DO Ti c.p. E DA LIGA Ti -6Al-4V Ivanira A. Perrenoud, Fábio E.C. Aguiar, Eduardo N. Codaro e Roberto Z. Nakazato Grupo de Eletroquímica

Leia mais

Dados Técnicos Set / 2010. 525 540 550FC 551 560 Mono componente/ -Sem mistura cura com umidade. x x x x x -Aplicação simples Fixa diferentes

Dados Técnicos Set / 2010. 525 540 550FC 551 560 Mono componente/ -Sem mistura cura com umidade. x x x x x -Aplicação simples Fixa diferentes Série 500 Selantes de Poliuretano: 3M TM Selante de PU 525 3M TM Selante de PU 540 3M TM Adesivo Selante de PU Cura Rápida 550 3M TM Adesivo Selante de PU 551 3M TM Adesivo Selante de PU 560 Dados Técnicos

Leia mais

ASPECTOS DA CORROSÃO DE TUBOS GALVANIZADOS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

ASPECTOS DA CORROSÃO DE TUBOS GALVANIZADOS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL RESUMO ASPECTOS DA CORROSÃO DE TUBOS GALVANIZADOS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Fernando B. Mainier 1, Gilson B.A. Lima 2, Oswaldo L.G. Quelhas 3 (1) mainier@nitnet.com.br; (2) gilson@civil.uff.br, (3)

Leia mais

PRÁTICA 12: VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS

PRÁTICA 12: VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS PRÁTICA 12: VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS Viscosidade é uma característica dos líquidos que está relacionada com a sua habilidade de fluir. Quanto maior a viscosidade de um líquido (ou de uma solução) mais difícil

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE NÍQUEL ELETRODEPOSITADO NA PRESENÇA DE NANOTUBOS DE CARBONO (NTC)

CARACTERIZAÇÃO DE NÍQUEL ELETRODEPOSITADO NA PRESENÇA DE NANOTUBOS DE CARBONO (NTC) CARACTERIZAÇÃO DE NÍQUEL ELETRODEPOSITADO NA PRESENÇA DE NANOTUBOS DE CARBONO (NTC) A.C.Lopes a,e.p.banczek a, I.Costa c, M.Terada b, M.T.Cunha a, P.R.P. Rodrigues a a Universidade Estadual do Centro-Oeste,

Leia mais

Anexo Um: Elasticidade e Plasticidade avaliada através do ensaio de tração I.1 Generalidades sobre o Ensaio de Tração Figura I.1

Anexo Um: Elasticidade e Plasticidade avaliada através do ensaio de tração I.1 Generalidades sobre o Ensaio de Tração Figura I.1 ANEXOS Anexo Um: Elasticidade e Plasticidade avaliada através do ensaio de tração 1. Generalidades sobre o ensaio de tração 2. Parâmetros Mensuráveis 3. Variantes do Ensaio 4. Fatores de Influência 5.

Leia mais

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil ESTRATÉGIAS DE CONTROLE PARA FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO A. A. Alcantara E. A. Tannuri (3) (1), (2) (1) Sun Metais Ltda. Rua Brasiliense, 79 Santo Amaro CEP 04729-110 - São Paulo - SP - alexaalcantara@gmail.com

Leia mais

PRIMEIRA PATENTE BRASILEIRA DE ÓLEO DIELÉTRICO VEGETAL PARA TRANSFORMADORES

PRIMEIRA PATENTE BRASILEIRA DE ÓLEO DIELÉTRICO VEGETAL PARA TRANSFORMADORES PRIMEIRA PATENTE BRASILEIRA DE ÓLEO DIELÉTRICO VEGETAL PARA TRANSFORMADORES JOSÉ O. B. CARIOCA1 PAULO C. M. CARVALHO1 RAIMUNDO G. C. CORRÊA1 LUIZ G. COELHO, JR.2 ROSA F. A. ABREU3 FRANCISCO A. B. BERNARDO1

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO SOLIDOR

INSTRUÇÕES DE USO EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO SOLIDOR INSTRUÇÕES DE USO EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO SOLIDOR Importador: Lamedid Comercial e Serviços Ltda. Endereço: Av. Gupê, nº 10767 Galpão 20, Bloco IV Jardim Belval Município: Barueri SP -CEP: 06422-120

Leia mais

INFLUÊNCIA DA ADIÇÃO DE METACAULIM NAS PROPRIEDADES DE ARGAMASSAS INORGÂNICAS

INFLUÊNCIA DA ADIÇÃO DE METACAULIM NAS PROPRIEDADES DE ARGAMASSAS INORGÂNICAS Tema 3 Caracterización de materiales INFLUÊNCIA DA ADIÇÃO DE METACAULIM NAS PROPRIEDADES DE ARGAMASSAS INORGÂNICAS João Manoel Freitas Mota 1,a, Romilde Almeida de Oliveira 2,b, Aluízio Caldas e Silva

Leia mais

Resolução RDC nº 91, de 11 de maio de 2001(*)

Resolução RDC nº 91, de 11 de maio de 2001(*) SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE EM ALIMENTOS E BEBIDAS Resolução RDC nº 91, de 11 de maio de 2001(*) Republicada no D.O.U. de 13/6/2001 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS SUBMETIDAS A CICLOS DE FADIGA TÉRMICA.

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS SUBMETIDAS A CICLOS DE FADIGA TÉRMICA. AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS SUBMETIDAS A CICLOS DE FADIGA TÉRMICA. Rodrigo Freitas Guimarães 1, José Airton Lima Torres 2, George Luiz Gomes de Oliveira 3, Hélio Cordeiro de

Leia mais

Engenhocas: Psicrômetro Grupo weed street

Engenhocas: Psicrômetro Grupo weed street Engenhocas: Psicrômetro Grupo weed street Isabela de Almeida Flávio Salvador Gustavo Ragi Vivian Martins Professora drª Maria Lúcia Pereira Maio/2014 Objetivos Nosso objetivo foi a elaboração de um instrumento

Leia mais

OBSERVAÇÃO DE ESTRUTURAS DE BETÃO DE ELEVADOS DESEMPENHOS ATRAVÉS DE ENSAIOS IN SITU NÃO-DESTRUTIVOS

OBSERVAÇÃO DE ESTRUTURAS DE BETÃO DE ELEVADOS DESEMPENHOS ATRAVÉS DE ENSAIOS IN SITU NÃO-DESTRUTIVOS Encontro Nacional Betão Estrutural 2004 1 OBSERVAÇÃO DE ESTRUTURAS DE BETÃO DE ELEVADOS DESEMPENHOS ATRAVÉS DE ENSAIOS IN SITU NÃO-DESTRUTIVOS E. N. B. S. JÚLIO Prof. Auxiliar FCTUC Coimbra P. A. FERNANDES

Leia mais

A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL. Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV.

A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL. Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV. A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV 1 - Introdução A embalagem é hoje em dia uma presença tão constante no

Leia mais

ES-05. Estante para exposição. Mobiliário. Atenção 3 08/03/13. Revisão Data Página 1/6 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA LATERAL ESC.

ES-05. Estante para exposição. Mobiliário. Atenção 3 08/03/13. Revisão Data Página 1/6 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA LATERAL ESC. Mobiliário 2000 1/6 VISTA LATERAL 0 VISTA FRONTAL 0 900 0 VISTA SUPERIOR 0 A A Mobiliário 900 PAINEL DE FUNDO CHAPA 24 (0,6mm) PAINEL LATERAL CHAPA 24 (0,6mm) 0 40 COLUNA CHAPA 1 (2,25mm) VISTA SUPERIOR

Leia mais

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta *

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta * 40 Capítulo VI Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta * A ABNT NBR 15749, denominada Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície

Leia mais

TESTES DE VIDA EM FRESAMENTO COM REDUÇÃO DO NÚMERO DE FERRAMENTAS

TESTES DE VIDA EM FRESAMENTO COM REDUÇÃO DO NÚMERO DE FERRAMENTAS TESTES DE VIDA EM FRESAMENTO COM REDUÇÃO DO NÚMERO DE FERRAMENTAS André Richetti Jovani Panato Márcio Bacci da Silva Álisson Rocha Machado Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Engenharia Mecânica,

Leia mais

O Conceito de Corrosão Engenharia SACOR, setembro/1999

O Conceito de Corrosão Engenharia SACOR, setembro/1999 O Conceito de Corrosão Engenharia SACOR, setembro/1999 A corrosão é a deterioração de metais e ligas por ação química do meio ambiente. Sendo este meio a água do mar ou o solo, metais e ligas que nele

Leia mais

Cortec VpCI 395. Para a limpeza das ferramentas utilizadas, basta lavar as ferramentas com água e sabão neutro.

Cortec VpCI 395. Para a limpeza das ferramentas utilizadas, basta lavar as ferramentas com água e sabão neutro. Cortec VpCI 395 Descrição do Produto VpCI 395 é um revestimento epóxi de alta performance, ele fornece proteção superior contra corrosão em ambientes com níveis agressivos de contaminantes como o marítimo

Leia mais

6 Constituição dos compósitos em estágio avançado da hidratação

6 Constituição dos compósitos em estágio avançado da hidratação 6 Constituição dos compósitos em estágio avançado da hidratação Este capítulo analisa a constituição dos compósitos com CCA com base nos resultados de análise termogravimétrica e microscopia. As amostras

Leia mais

DILATAÇÃO TÉRMICA. A figura mostra uma barra metálica, em duas temperaturas diferentes: Verifica-se, experimentalmente, que:

DILATAÇÃO TÉRMICA. A figura mostra uma barra metálica, em duas temperaturas diferentes: Verifica-se, experimentalmente, que: DILATAÇÃO TÉRMICA Uma variação de temperatura pode alterar o valor das grandezas de um corpo, tais como: a pressão de um gás, cor e um metal, a resistência elétrica de um condutor de eletricidade, a altura

Leia mais

- CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES

- CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES MATERIAIS ELÉTRICOS Prof. Rodrigo Rimoldi - CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES (Aula 6) Metais Mercúrio (Hg) Metais Único metal líquido à temperatura ambiente; Resistividade relativamente elevada (95 10-8

Leia mais

APLICAÇÃO POLIKOTE 100 REVESTIMENTO EM SUBSTRATO DE CONCRETO

APLICAÇÃO POLIKOTE 100 REVESTIMENTO EM SUBSTRATO DE CONCRETO Sistema da Qualidade Páginas: 1 de 11 APLICAÇÃO POLIKOTE 100 REVESTIMENTO EM SUBSTRATO DE CONCRETO Sistema da Qualidade Páginas: 2 de 11 SUMÁRIO Página 1. OBJETIVO... 03 2. PREPARAÇÃO DAS SUPERFÍCIES...

Leia mais

Guia do Professor. Olá Professor(a)! Este Guia tem por finalidade ajudar você a conduzir as atividades propostas para o estudo da Corrosão!

Guia do Professor. Olá Professor(a)! Este Guia tem por finalidade ajudar você a conduzir as atividades propostas para o estudo da Corrosão! Olá Professor(a)! Este Guia tem por finalidade ajudar você a conduzir as atividades propostas para o estudo da Corrosão! O vídeo A Química na corrosão... faz parte do Programa A Química nossa de cada dia,

Leia mais

ANÁLISE DO BALANÇO DE FASES FERRITA/AUSTENITA NO METAL DE SOLDA DO AÇO INOXIDÁVEL DUPLEX UNS S 32205 SOLDADO COM TIG

ANÁLISE DO BALANÇO DE FASES FERRITA/AUSTENITA NO METAL DE SOLDA DO AÇO INOXIDÁVEL DUPLEX UNS S 32205 SOLDADO COM TIG ANÁLISE DO BALANÇO DE FASES FERRITA/AUSTENITA NO METAL DE SOLDA DO AÇO INOXIDÁVEL DUPLEX UNS S 32205 SOLDADO COM TIG W.R.V.Sanita, J. L. Padilha, C.R.Sokey, R.C.Tokimatsu, V.A.Ventrella UNESP Departamento

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA*

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* Eng Elie Setton Engenheiro Metalurgista - Depto. da Qualidade - Inoxtubos S/A. Resumo Tubos em aços inoxidáveis podem ser

Leia mais

LAMINAÇÃO E SIMULAÇÃO DE ESTRUTURA E PROPRIEDADES DE CHAPAS DE ALUMÍNIO

LAMINAÇÃO E SIMULAÇÃO DE ESTRUTURA E PROPRIEDADES DE CHAPAS DE ALUMÍNIO LAMINAÇÃO E SIMULAÇÃO DE ESTRUTURA E PROPRIEDADES DE CHAPAS DE ALUMÍNIO Prof. Dr.-Ing. Jürgen Hirsch Hydro Aluminium Deutschland GmbH - R&D / Bonn - Germany e-mail : Juergen.Hirsch@hydro.com 1 Simpósio

Leia mais

SurTec 875 Cromo Duro de Alta Eficiência

SurTec 875 Cromo Duro de Alta Eficiência SurTec 875 Cromo Duro de Alta Eficiência 1- DESCRIÇÃO Alta eficiência de corrente, larga faixa de deposição; Catalisador livre de fluoretos, não ataca o metal base; Depósitos brilhantes, duros e microfissurados

Leia mais

SOLDA A LASER EM CHAPAS FINAS DE AÇO BAIXO CARBONO

SOLDA A LASER EM CHAPAS FINAS DE AÇO BAIXO CARBONO SOLDA A LASER EM CHAPAS FINAS DE AÇO BAIXO CARBONO Luiz Carlos Vicentin Maria Clara F. Ierardi Amauri Garcia Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Engenharia de Materiais, CP 6122, 13083-97,

Leia mais

Norma Técnica Interna SABESP NTS 036

Norma Técnica Interna SABESP NTS 036 Norma Técnica Interna SABESP NTS 036 Qualificação de produtos e materiais para revestimento Procedimento São Paulo Outubro: 2014 Revisão 1 NTS 036: 2014 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 OBJETIVO...

Leia mais

Componentes Eletrônicos. Resistores, Capacitores e Indutores J.R.Kaschny (2013)

Componentes Eletrônicos. Resistores, Capacitores e Indutores J.R.Kaschny (2013) Componentes Eletrônicos Resistores, Capacitores e Indutores J.R.Kaschny (2013) Resistores Símbolos comuns: Fixos Variáveis Potenciômetros Tipos usuais: Parâmetros relevantes: Modelo realístico: Fixos fio,

Leia mais

INFLUÊNCIA DOS GASES DE PROTEÇÃO EMPREGADOS NO PROCESSO MIG/MAG SOBRE AS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO METAL DE SOLDA

INFLUÊNCIA DOS GASES DE PROTEÇÃO EMPREGADOS NO PROCESSO MIG/MAG SOBRE AS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO METAL DE SOLDA INFLUÊNCIA DOS GASES DE PROTEÇÃO EMPREGADOS NO PROCESSO MIG/MAG SOBRE AS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO METAL DE SOLDA Resumo: Pelo processo MIGMAG foram realizados depósitos de solda utilizando-se várias misturas

Leia mais

GUIA DE SOLUÇÕES PARA SOLDAGEM COM ELETRODOS REVESTIDOS

GUIA DE SOLUÇÕES PARA SOLDAGEM COM ELETRODOS REVESTIDOS 01/14 VENDAS SUDESTE São Paulo Tel. (11) 3094-6600 Fax (11) 3094-6303 e-mail: atendimentogerdau.sp@gerdau.com.br Rio de Janeiro Tel. (21) 3974-7529 Fax (21) 3974-7592 e-mail: atendimentogerdau.rj@gerdau.com.br

Leia mais

MDP e MDF Conceito dos produtos e seus principais USOS & APLICAÇÕES

MDP e MDF Conceito dos produtos e seus principais USOS & APLICAÇÕES MDP e MDF Conceito dos produtos e seus principais USOS & APLICAÇÕES Características MDF MDP O que é Painel de média densidade Painel de média densidade produzido a partir de fibras produzido a partir de

Leia mais

Ligas Inoxidáveis. Estudo comparativo entre os aços inoxidáveis dúplex e os inoxidáveis AISI 304L/316L. Abstract. Resumo.

Ligas Inoxidáveis. Estudo comparativo entre os aços inoxidáveis dúplex e os inoxidáveis AISI 304L/316L. Abstract. Resumo. Enrico José Giordani et al. Ligas Inoxidáveis Estudo comparativo entre os aços inoxidáveis dúplex e os inoxidáveis AISI 304L/316L Marcelo Senatore Engenheiro Metalurgista - Sandvik Materials Technology

Leia mais

PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR. Automotiva Indústria

PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR. Automotiva Indústria PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR www.rehau.com.br Construção Automotiva Indústria DESIGN PARA MÓVEIS DA REHAU: SOLUÇÕES INOVADORAS DE SISTEMAS NO MESMO LOCAL A REHAU se estabeleceu como a principal

Leia mais

ESTUDO DA SENSITIZAÇÃO CAUSADA PELO CICLO TÉRMICO DE SOLDAGEM NO AÇO INOXIDÁVEL SUPERFERRÍTICO AISI 444

ESTUDO DA SENSITIZAÇÃO CAUSADA PELO CICLO TÉRMICO DE SOLDAGEM NO AÇO INOXIDÁVEL SUPERFERRÍTICO AISI 444 ESTUDO DA SENSITIZAÇÃO CAUSADA PELO CICLO TÉRMICO DE SOLDAGEM NO AÇO INOXIDÁVEL SUPERFERRÍTICO AISI 444 Cleiton Carvalho Silva 1, João Paulo Sampaio Eufrásio Machado 1, Hosiberto Batista de Sant Ana 2,

Leia mais

Ata da Reunião do Grupo Temático 15 Instalações Prediais e Iluminação Pública

Ata da Reunião do Grupo Temático 15 Instalações Prediais e Iluminação Pública Ata da Reunião do Grupo Temático 15 Instalações Prediais e Iluminação Pública Data: 30 e 31 de março de 2009 Local: Centro de Convenções Israel Pinheiro - Brasília - DF OBJETIVO DA REUNIÃO A reunião foi

Leia mais

Determinação da Relação Entre a Pressão de Vapor e a Temperatura

Determinação da Relação Entre a Pressão de Vapor e a Temperatura Determinação da Relação Entre a Pressão de Vapor e a Temperatura Flávio Faccin, Pablo Ricardo Barrera, Paulo Cezar dos Santos QUI03319 - Físico-Química Experimental I - Grupo 62 UFRGS - Universidade Federal

Leia mais

CORROSÃO Análise de Falhas UFPR Prof. Scheid

CORROSÃO Análise de Falhas UFPR Prof. Scheid Análise de Falhas UFPR Prof. Scheid Energia Definições a corrosão é o processo inverso da metalurgia extrativa, em que o metal retorna ao seu estado original, ou seja, ao minério do qual foi extraído.

Leia mais