Coordenação Geral de Tributação

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1 Fl. 14 Fls. 1 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 19 Data 12 de setembro de 2012 Origem COORDENAÇÃO GERAL DE GESTÃO DE CADASTRO (COCAD) Assunto: Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ITR Ementa: ITR. ARREMATAÇÃO EM HASTA PÚBLICA. TRANSFERÊNCIA DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS. Não há transferência de responsabilidade pelo crédito tributário do ITR, para o adquirente de imóvel rural, constituído antes ou depois do evento de aquisição por arrematação em hasta pública, mas desde que referentes a fatos geradores anteriores ao evento da arrematação em hasta pública, tendo em vista o seu efeito de excluir qualquer ônus obrigacional sobre o imóvel para o arrematante, transferindo o livremente de qualquer encargo ou responsabilidade tributária. Se o valor arrecadado na arrematação em hasta pública não for suficiente para pagar o valor integral das dívidas tributárias, o saldo remanescente permanecerá exigível em relação ao antigo proprietário do imóvel. OBRIGAÇÃO DE APRESENTAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DO ITR. Inexiste a obrigação do adquirente de apresentar Declarações do ITR (DITR) não apresentadas para os fatos geradores anteriores ao evento da arrematação em hasta pública, tendo em vista a impossibilidade de se imputar ao adquirente qualquer encargo ou responsabilidade tributária referente a este bem imóvel porque entre o arrematante e o anterior proprietário do bem não se estabelece nenhuma relação jurídica, não havendo nenhuma forma de sucessão tributária. PROVA DA OCORRÊNCIA DA ARREMATAÇÃO EM HASTA PÚBLICA. A carta de arrematação é o instrumento de prova da ocorrência da aquisição do bem imóvel por meio de hasta pública, sendo aquela o meio utilizado para fins de registro do imóvel em cartório. EXTENSÃO DO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 130 DO CTN ÀS DEMAIS FORMAS DE EXPROPRIAÇÃO PREVISTAS NO CPC. Não é possível extensão da aplicabilidade das disposições legais tributárias referentes à arrematação em hasta pública aos demais casos de expropriação previstos no CPC, como a adjudicação, a venda judicial e o usufruto. Dispositivos Legais: arts. 647, inciso III, 693, 694 e 703 da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil (CPC); art. 167, item 26, da Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973 Lei do Registro Público 1

2 Fl. 15 Fls. 2 Relatório (LRP); arts. 97, inciso I, 111, inciso I, e 130, parágrafo único, da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 Código Tributário Nacional (CTN). (Protocolo E Processo nº / ) A Coordenação Geral de Gestão de Cadastro (Cocad) encaminhou a esta Coordenação Geral de Tributação () a Consulta Interna Cocad sem número, de 1º de junho de 2012, solicitando o posicionamento desta Coordenação Geral a respeito do tratamento a ser dado aos imóveis rurais adquiridos por arrematação em hasta pública no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), bem como a definição a respeito das obrigações tributárias principal e acessória que são atribuídas ao arrematante quanto ao Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). 2. Após examinar a legislação sobre o assunto, a Cocad apresentou os seguintes questionamentos: 1. Qual o tratamento a ser dado quanto aos créditos tributários de ITR constituídos antes ou depois do evento de aquisição por arrematação em hasta pública, mas desde que referentes a exercícios anteriores ao evento? 2. Existe ou não a obrigação do adquirente de apresentar Declarações do ITR (DITR) que não foram apresentadas para os exercícios anteriores ao evento de aquisição? 3. Quais as formas de se provar que a aquisição de imóvel decorreu de uma arrematação em hasta pública? 4. As disposições a respeito da arrematação em hasta pública são aplicáveis aos demais casos de expropriação previstos no Código de Processo Civil, que são a adjudicação, a venda judicial e o usufruto? 3. Por fim, a Cocad apresenta o seguinte posicionamento para a solução da consulta em referência: 1. Não há transferência de responsabilidade pelo crédito tributário para o adquirente de imóvel rural sob a modalidade de alienação em hasta pública, em razão da arrematação em leilão, praça ou outro meio previsto em lei, independentemente do crédito tributário estar ou não constituído quando da efetiva alienação; 2. O adquirente do imóvel rural em razão de arrematação em hasta pública não está obrigado e, além disso, não deve apresentar declarações do ITR para fatos geradores anteriores ao exercício em que se verificou a aquisição da propriedade ou a imissão na posse; 3. A prova da aquisição da propriedade ou da imissão de posse em decorrência de arrematação em hasta pública dar se á mediante a apresentação da carta de arrematação acompanhada de documento que comprove o registro da arrematação no CRI ou a imissão do arrematante na 2

3 Fl. 16 Fls. 3 Fundamentos posse do imóvel. A carta de arrematação pode ser substituída por declaração do CRI atestando o seu registro; 4. A disposição prevista no parágrafo único do art. 130 do CTN aplica se, exclusivamente, à forma de expropriação prevista no inciso III do art. 647 do CPC, denominada alienação em hasta pública. Às demais formas de expropriação previstas no art. 647 do CPC, que são adjudicação, alienação por iniciativa privada e usufruto, bem como a qualquer outro tipo de transferência de propriedade, domínio útil ou posse, aplica se a regra geral prevista no caput do art. 130 do CTN; 4. Primeiramente, ressalta se que o art. 97, inciso I, da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 Código Tributário Nacional (CTN), dispõe que somente a lei pode estabelecer sobre a extinção de tributos. 5. Nesse sentido, o art. 130 do CTN traz a regra de subrrogação na pessoa dos respectivos adquirentes em relação aos impostos cujo fato gerador seja a propriedade, o domínio útil ou a posse de bens imóveis, salvo quando conste do título a prova de sua quitação No entanto, o próprio dispositivo trouxe, no parágrafo único, uma exceção à regra para os casos de arrematação em hasta pública, em que, neste caso, a subrrogação ocorre apenas sobre o respectivo preço Verifica se que a arrematação de bem em hasta pública é considerada como aquisição originária, inexistindo relação jurídica entre o arrematante e o anterior proprietário do bem, pois os créditos relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade subrrogam se sobre o respectivo preço quando arrematados em hasta pública, não sendo o adquirente responsável pelos tributos que oneraram o bem até a data da realização deste evento. 6. Desta maneira, no caso da hasta pública, o arrematante recebe o bem livre do ônus relativo ao crédito tributário, pois não há dúvidas de que a arrematação em hasta pública é forma de aquisição originária da propriedade pelo arrematante, conforme inciso III do art. 647 da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil (CPC) Segundo o senhor Ministro Cordeiro Guerra, do Supremo Tribunal Federal (STF): "não é certo, nem legítimo, pracear o Estado um bem, receber o preço da arrematação, e exigir do arrematante que responda, também, sobre os débitos do executado. O arrematante não está obrigado a pagar os tributos incidentes sobre o imóvel arrematado, para obter a expedição da Carta de Arrematação, uma vez que o preço depositado responde pelos impostos e taxas devidos". 7. Portanto, para o adquirente de imóvel rural, entende se que não há transferência de responsabilidade pelo crédito tributário do ITR, constituído antes ou depois da aquisição por arrematação em hasta pública, mas desde que referentes a fatos geradores anteriores ao evento da arrematação em hasta pública, tendo em vista o seu efeito de excluir qualquer ônus obrigacional sobre o imóvel para o arrematante, transferindo o livremente de qualquer encargo ou responsabilidade tributária Cabe ressaltar que, remanescendo dívidas tributárias, não quitadas à época da arrematação, estas dívidas permanecerão exigíveis em relação ao antigo proprietário do imóvel, 3

4 Fl. 17 Fls. 4 ou seja, se o valor arrecadado na arrematação em hasta pública não for suficiente para pagar o valor integral das dívidas tributárias, o saldo remanescente permanecerá exigível em relação ao antigo proprietário do imóvel. 8. Constata se o mesmo entendimento na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), conforme ementas colacionadas abaixo: PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. EXECUÇÃO FISCAL. IPTU SOBRE IMÓVEL ARREMATADO EM HASTA PÚBLICA. EXCEÇÃO DE PRÉ EXECUTIVIDADE. ILEGITIMIDADE PASSIVA. DÉBITOS TRIBUTÁRIOS. SUB ROGAÇÃO QUE OCORRE SOBRE O PREÇO. PARÁGRAFO ÚNICO, DO ART. 130, DO CTN. IMPOSSIBILIDADE DE IMPUTAR SE AO ARREMATANTE ENCARGO OU RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA. OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PENDENTE, QUE PERSISTE PERANTE O FISCO, DO ANTERIOR PROPRIETÁRIO. 1. O crédito fiscal perquirido pelo fisco deve ser abatido do pagamento, quando do leilão, por isso que, finda a arrematação, não se pode imputar ao adquirente qualquer encargo ou responsabilidade tributária. Precedentes: (Resp /PR, Rel. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI, PRIMEIRA TURMA, julgado em 09/12/2008, DJe 17/12/2008; REsp SP, Relatora Ministra ELIANA CALMON, Segunda Turma, DJ de 22 de março de 2006; REsp AC, Relator Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS, Primeira Turma, DJ de 05 de novembro de 2001; REsp SP, Relator Ministro SÁLVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA, Quarta Turma, DJ de 04 de outubro der 1.999). 2. Os débitos tributários pendentes sobre o imóvel arrematado, na dicção do art. 130, parágrafo único, do CTN, fazem persistir a obrigação do executado perante o Fisco, posto impossível a transferência do encargo para o arrematante, ante a inexistência de vínculo jurídico com os fatos jurídicos tributários específicos, ou com o sujeito tributário. Nesse sentido: Se o preço alcançado na arrematação em hasta pública não for suficiente para cobrir o débito tributário, nem por isso o arrematante fica responsável pelo eventual saldo. (BERNARDO RIBEIRO DE MORAES, Compêndio de Direito Tributário, 2º vol., Rio de Janeiro: Forense, 1995, p. 513). 3. A regência normativa em tela é a do CTN, parágrafo único do art. 130, dispositivo especial quanto ao caput, posto ser este aplicado nas relações obrigacionais de transferência de domínio ou posse de imóvel. In casu, a situação é especialíssima e adversa, não havendo que se falar em transferência de domínio por fins de aquisição dentro relações obrigacionais civis, seja de compra e venda, cessão, doação etc. 4. Deveras, revela se inadequado imprimir à questão contornos obrigacionais, sendo impróprio aduzir se a alienante e adquirente, mas sim em executado e arrematante, respectivamente, diante da inexistência de vínculo jurídico com os fatos jurídicos tributários específicos, ou com o sujeito tributário. O executado, antigo proprietário, tem relação jurídicotributária com o Fisco, e o arrematante tem relação jurídica com o Estadojuiz. 5. Assim, é que a arrematação em hasta pública tem o efeito de expurgar qualquer ônus obrigacional sobre o imóvel para o arrematante, transferindoo livremente de qualquer encargo ou responsabilidade tributária. 4

5 Fl. 18 Fls Recurso especial desprovido. (REsp /RS, Rel. Min. LUIZ FUX, Primeira Turma, DJe 7/10/09) (Grifou se) TRIBUTÁRIO. IMÓVEL ADQUIRIDO EM HASTA PÚBLICA. SUB ROGAÇÃO QUE OCORRE SOBRE O PREÇO. PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 130, DO CTN. IMPOSSIBILIDADE DE IMPUTAR SE AO ADQUIRENTE ENCARGO OU RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA. 1. A sub rogação do crédito tributário deve ser realizada sobre o preço pago, oportunidade em que adquirido o imóvel em hasta pública. 2. O crédito fiscal perquirido pelo fisco deve ser abatido do pagamento, quando do leilão, por isso que, finda a arrematação, não se pode imputar ao adquirente qualquer encargo ou responsabilidade tributária. Precedentes: Resp SP, Relatora Ministra ELIANA CALMON, Segunda Turma, DJ de 22 de março de 2006; REsp AC, Relator Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS, Primeira Turma, DJ de 05 de novembro de 2001; (REsp SP, Relator Ministro SÁLVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA, Quarta Turma, DJ de 04 de outubro der 1.999). 2. Recurso especial desprovido. (REsp /SP, Rel. Min. FRANCISCO FALCÃO, Rel. p/ acórdão Min. LUIZ FUX, Primeira Turma, DJ 25/9/06). (Grifou se) 9. Diante das ementas colacionadas acima, pode se afirmar, também, que, em relação ao questionamento nº 2, não existe a obrigação do adquirente de apresentar Declarações do ITR (DITR) não apresentadas para os fatos geradores anteriores ao evento da arrematação em hasta pública, tendo em vista a impossibilidade de se imputar ao adquirente qualquer encargo ou responsabilidade tributária referente a este bem imóvel porque entre o arrematante e o anterior proprietário do bem não se estabelece nenhuma relação jurídica, não havendo nenhuma forma de sucessão tributária. 10. Ao se tratar do questionamento nº 3, cabe transcrever os arts. 693, 694 e 703 do CPC: Art A arrematação constará de auto que será lavrado de imediato, nele mencionadas as condições pelas quais foi alienado o bem. (Redação dada pela Lei nº , de 2006). Parágrafo único. A ordem de entrega do bem móvel ou a carta de arrematação do bem imóvel será expedida depois de efetuado o depósito ou prestadas as garantias pelo arrematante. (Incluído pela Lei nº , de 2006). Art Assinado o auto pelo juiz, pelo arrematante e pelo serventuário da justiça ou leiloeiro, a arrematação considerar se á perfeita, acabada e irretratável, ainda que venham a ser julgados procedentes os embargos do executado. (Redação dada pela Lei nº , de 2006). (...) Art A carta de arrematação conterá: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º ) 5

6 Fl. 19 Fls. 6 I a descrição do imóvel, com remissão à sua matrícula e registros; (Redação dada pela Lei nº , de 2006). II a cópia do auto de arrematação; e (Redação dada pela Lei nº , de 2006). III a prova de quitação do imposto de transmissão. (Redação dada pela Lei nº , de 2006). (...) Grifou se. 11. Isto posto, constata se que a carta de arrematação é o instrumento de prova da ocorrência da aquisição do bem imóvel por meio de hasta pública, sendo aquela o meio utilizado para fins de registro do imóvel em cartório. 12. Nesse sentido, o art. 167, item 26, da Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973 Lei do Registro Público (LRP),dispõe que serão feito os registros da arrematação em hasta pública no registro de imóveis. 13. No que diz respeito ao questionamento nº 4, referente à aplicabilidade das disposições legais tributárias da arrematação em hasta pública aos demais casos de expropriação previstos no CPC, verifica se que não há como se falar em extensão desta exceção, pois se o CTN quisesse dar o mesmo tratamento da hasta pública para as demais formas, como a adjudicação, traria a lei esta exceção de forma literal, tendo em vista o disposto no inciso I do art. 111 do CTN, o qual determina que a exclusão do crédito tributário interpreta se literalmente. Conclusão 15. Diante do exposto, conclui se que: Não há transferência de responsabilidade pelo crédito tributário do ITR, para o adquirente de imóvel rural, constituído antes ou depois da aquisição por arrematação em hasta pública, mas desde que referentes a fatos geradores anteriores ao evento da arrematação em hasta pública, tendo em vista o seu efeito de excluir qualquer ônus obrigacional sobre o imóvel para o arrematante, transferindo o livremente de qualquer encargo ou responsabilidade tributária. Se o valor arrecadado na arrematação em hasta pública não for suficiente para pagar o valor integral das dívidas tributárias, o saldo remanescente permanecerá exigível em relação ao antigo proprietário do imóvel; Inexiste a obrigação do adquirente de apresentar Declarações do ITR (DITR) não apresentadas para os fatos geradores anteriores ao evento da arrematação em hasta pública, tendo em vista a impossibilidade de se imputar ao adquirente qualquer encargo ou responsabilidade tributária referente a este bem imóvel porque entre o arrematante e o anterior proprietário do bem não se estabelece nenhuma relação jurídica, não havendo nenhuma forma de sucessão tributária; 6

7 Fl. 20 Fls. 7 A carta de arrematação é o instrumento de prova da ocorrência da aquisição do bem imóvel por meio de hasta pública, sendo aquela o meio utilizado para fins de registro do imóvel em cartório; Não é possível a extensão da aplicabilidade das disposições legais tributárias referentes à arrematação em hasta pública aos demais casos de expropriação previstos no CPC, como a adjudicação, a venda judicial e o usufruto. À consideração superior. (assinado digitalmente) MANAIÁ MACEDO ROMEU Auditora Fiscal da Receita Federal do Brasil (RFB) De acordo. À consideração do Coordenador Geral de Tributação. (assinado digitalmente) NEWTON RAIMUNDO BARBOSA DA SILVA Auditor Fiscal da RFB Chefe da Divisão de Impostos sobre a Renda de Pessoa Física e a Propriedade Rural (Dirpf) Despacho de aprovação nº 22 Data: 12 de setembro de 2012 Aprovo a Solução de Consulta Interna. Encaminhe se à Coordenação Geral de Gestão de Cadastro (Cocad) para ciência e demais providências que se fizerem necessárias. Dê se ciência, ainda, mediante correio eletrônico, às Divisões de Tributação (Disit), às Superintendências Regionais da Receita Federal do Brasil (SRRF), às Delegacias da Receita Federal do Brasil de Julgamento (DRJ), à Coordenação Geral de Fiscalização (Cofis) e à Coordenação Geral de Arrecadação e Cobrança (Codac), bem como se providencie a divulgação na Internet da RFB. (assinado digitalmente) FERNANDO MOMBELLI Auditor Fiscal da RFB Coordenador Geral da 7

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