Sistemas de Seguro Depósito: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantidor de Créditos *

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1 Sstemas de Seguro Depósto: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantdor de Crédtos * Ana Carla Abrão Costa Resumo Sstemas explíctos de seguro depósto vêm sendo adotados por países de todo o mundo, prncpalmente nesta últma década. Fruto de uma preocupação crescente dos governos em evtar corrdas bancáras e crses fnanceras sstêmcas, a prolferação de estruturas garantdoras de depósto desencadeou toda uma dscussão voltada à mportânca do modelo adotado para a mnmzação dos problemas de assmetra de nformação gerados pela presença de contratos de depósto segurados. Este trabalho analsa a estrutura do sstema braslero de seguro depósto e sugere mudanças que permtam ncorporar melhoras dentfcadas em resultados teórcos e empírcos da lteratura recente, com o objetvo de aumentar a efcênca do sstema em soluconar quebras bancáras e mnmzar problemas de rsco moral assocados ao atual modelo. Palavras-chave: bancos; seguro depósto; rsco moral Abstract Explct Depost nsurance Systems have been adopted by many countres, especally durng the last decade, followng an ncreasng concern n avodng bank runs and systemc fnancal crss. Recently the lterature has turned to the mportance of the depost nsurance system desgn for mtgatng asymmetrc nformaton problems lnked to nsured depost contracts. Ths paper analyses the structure of Brazlan depost nsurance system and suggests changes towards a more effcent model for resolvng bankng falures and mtgatng moral hazard problems assocated to the current desgn. Key words: bankng; depost nsurance; moral hazard Área ANPEC 04 Classfcação JEL: D8 * Agradeço os comentáros do Prof. Marcos de Barros Lsboa da EPGE/FGV. As vsões expressas e os erros remanescentes são de mnha ntera responsabldade. FEA/USP

2 1. ntrodução Ao longo da década de noventa, sstemas de seguro depósto prolferaram no mundo. Dada uma crescente preocupação dos governos em fortalecer a rede de proteção ao sstema fnancero, o estabelecmento de agêncas seguradoras de crédto contra nsttuções nsolventes passou a ser uma tendênca, explctando-se assm mecansmos de garantas com fundeamento, cobertura e admnstração própros, ndependentes da atuação dos bancos centras como emprestadores de últma nstânca. A proteção do depostante e a prevenção contra o efeto contágo gerado pela nsolvênca de uma nsttução fnancera são atualmente os objetvos de estruturas formalmente cradas em mas de 70 países. No campo teórco a defesa do seguro depósto como mecansmo de prevenção contra corrdas bancáras tem no trabalho semnal de Damond e Dybvg (1983) o seu marco. Baseados em um modelo dscreto, com três períodos, um contínuo de agentes e bancos estruturados como coalsões de ndvíduos, os autores concluem que, se corrdas bancáras ameaçam a establdade do sstema (ndvíduos pacentes e mpacentes decdem sacar seus recursos no segundo período), contratos de depósto com seguro é uma polítca ótma. Dentro desse contexto, a garanta de lqudez ntroduzda pelo seguro evta que depostantes cuja utldade margnal do consumo é maor amanhã, decdam sacar seus recursos hoje por temerem que o banco se torne líqudo. Busca-se resolver assm uma fragldade ntrínseca do regme bancáro de reservas fraconáras. A partr daí a lteratura passa a abordar os mpactos dos contratos de depósto com garanta sobre a saúde do sstema bancáro. Ganha força o argumento de que, como toda estrutura seguradora, o estabelecmento de sstemas garantdores de depóstos gera problemas de rsco moral e tem como consequênca a fraglzação do sstema fnancero como um todo. Surge então o clássco trade-off entre ncentvos corretos e dvsão ótma de rsco, segundo a lnha abordada nos modelos com assmetra de nformação. Trabalhos teórcos e empírcos seguram nessa lnha, buscando mostrar não só que a cração de estruturas de garantas têm mpactos negatvos sobre a saúde fnancera dos bancos mas, prncpalmente, que o desenho do mecansmo garantdor pode mnmzar ou exarcerbar tas mpactos. Embora em alguns casos teora e evdênca empírca tenham dentfcado mpactos dferentes, determnadas característcas passam a ser defenddas como mportantes fatores de mnmzação de problemas de seleção adversa, captura e rsco moral, sendo agrupadas por Garca (1999) no que ele denomnou de estrutura de melhores prátcas. O Brasl, acompanhando a tendênca mundal, adotou um sstema explícto de seguro depósto em 1995, em plena crse de lqudez do sstema bancáro. Com a establzação econômca ncada em 1994 e a consequente nterrupção das transferêncas nflaconáras, os bancos que operavam no país sofreram uma queda acentuada nos lucros, tendo que se adaptar a uma realdade nova onde a concessão de crédto e a cobrança por servços bancáros substtuíssem os ganhos antes vnculados ao float nflaconáro. 1 Os mpactos dessa nova orentação, alados a um patamar de juros mas alto e a uma natural dfculdade em rapdamente reduzr custos admnstratvos, levaram o setor bancáro a apresentar uma stuação de fragldade, ndcando o rsco de crse fnancera sstêmca. Dentro desse contexto e com as lmtações e necessdades que a gravdade da stuação mpunha, o FGC Fundo 1 As transferêncas nflaconaras totas para o setor bancáro comercal braslero foram da ordem de USD9.480 blhões em valores anualzados, no período compreenddo entre janero de 1990 e junho de No ano medatamente subsequente ao Plano Real houve uma redução de cerca de USD8.6 blhões em relação aos valores do ano anteror. Ou seja, as transferêncas nflaconaras para o setor bancáro sofreram uma redução expressva relatvamente aos anos pré-establzação. Para maores detalhes vde Cysne, R. P. (1998).

3 Garantdor de Crédtos é crado com o objetvo explícto de garantr os pequenos depostantes no caso de quebras bancáras. Este trabalho tem como objetvo analsar o desenho adotado pelo Brasl quando da cração do FGC e os possíves mpactos de rsco moral gerados pela estrutura escolhda. A partr daí busca-se aqu sugerr mudanças estruturas e nsttuconas no sstema braslero de seguro depósto, vsando ganhos de efcênca e adequação à nova realdade braslera, muto dferente do período em que ele fo crado. Defende-se, do ponto de vsta estrutural, o ajustamento ao rsco do prêmo de seguro pago pelas nsttuções contrbuntes e, do ponto de vsta nsttuconal, a amplação da atuação do FGC, ncorporando funções que permtam a mnmzação do custo de resolução de quebras bancáras. Para tanto, uma rápda descrção das estruturas amercana a mas antga delas e a canadense é feta, com objetvo de dentfcar aspectos postvos que os sstemas amercano e canadense possam oferecer. A prmera parte do trabalho faz uma ntrodução teórca, apresentando os resultados do trabalho clássco de Damond e Dybvg (1983), abordando o problema de rsco moral em um modelo smples de comportamento do banco e ntroduzndo uma déa básca de regulação de solvênca como mnmzadora de problemas nformaconas. A segunda parte se concentra na descrção dos modelos braslero, amercano e canadense de seguro depósto, precedda por uma rápda dscussão sobre a rede de proteção ao sstema fnancero naconal no Brasl. Fnalmente, conclusões e sugestões são expostas na últma seção.. nterlúdo Teórco Corrdas bancáras são, desde o níco da década de vnte, objeto de preocupação para os formuladores de polítca econômca. A justfcatva para tanto são os mpactos que uma crse fnancera sstêmca tem sobre a economa real e portanto os custos fscas - e consequentemente socas decorrentes da quebra de bancos. Fo nesse contexto que surgu a necessdade de se buscar mecansmos que evtassem, ou ao menos mnmzassem, o efeto domnó da quebra de um banco sobre o sstema bancáro como um todo. A déa era crar um mecansmo de proteção aos depostantes que neutralzasse os efetos de quebras eventuas, através do seu solamento, ou seja, um mecansmo que evtasse a propagação de uma quebra sobre todo o sstema, que aparece sob a forma de corrdas bancáras. Fo com essa vsão que, no níco da década de 30, fo nsttuído nos Estados Undos o prmero sstema de seguro depósto explícto que se tem regstro, orgnado na preocupação gerada pelas corrdas bancáras pré Grande Depressão. No níco da década de 80, Damond e Dybvg (1983) publcam um trabalho clássco de modelagem de corrda bancára e concluem que a adoção de sstemas de seguros depóstos é uma polítca ótma em stuações em que corrdas bancáras ameaçam a establdade fnancera. O modelo se basea na formalzação do banco como entdade cujo papel é o de transformar atvos líqudos em passvos líqudos, provendo a economa ou mas especfcamente os depostantes da lqudez que eles demandam. Em um prmero passo eles demonstram que a presença dos bancos melhora o mercado compettvo na medda em que dvde o rsco dos projetos a serem fnancados entre dversos depostantes. ndo além, o contrato de depósto que gera essa melhora tem város equlíbros, entre eles um em que todos os depostantes sacam seus recursos medatamente, mesmo aqueles que não querem consumr naquele momento, o que leva a quebra do banco. Fnalmente, Damond e Dybvg mostram que tas corrdas levam a problemas econômcos pos bancos saudáves também podem

4 quebrar, o que provoca uma nterrupção no fnancamento de projetos e consequentemente do nvestmento produtvo. Trata-se de um modelo de três períodos, com uma tecnologa que produz R = -1 em T = 0, R = 0 ou R = 1 no período 1 e R = R >1 ou R = 0 no período, de acordo com o nvestmento ncal que é feto em T = 1. A déa sendo que o nvestmento de longo prazo tem uma caracterzação de rreversbldade. Em T = 0 todos os consumdores são dêntcos e têm o rsco de serem do tpo 1 (mpacentes) ou do tpo (pacentes), que é uma nformação prvada. Em T = 1 cada um aprende o seu tpo. Damond and Dybvg buscam encontrar os contratos de depósto ótmos em relação à dvsão de rsco entre depostantes. Duas são as proposções dervadas no modelo: 1. Contratos bancáros de depósto não alcançam a dvsão de rsco ótma quando t (fração de depostantes que é de tpo 1) é estocástco e tem dstrbução degenerada.. Contratos de depósto com seguro alcançam o ótmo rrestrto em um únco equlíbro de Nash (na verdade um equlíbro de estratégas domnantes) se o governo fxa um mposto ótmo para fnancar o seguro depósto. O modelo aborda de forma sucnta a questão do fnancamento prvado (que por ser menos crível tem a necessdade de manter reservas em estoque e portanto apresentara uma desvantagem comparatva em relação ao seguro governamental) e ntroduz o questonamento referente ao problema de pergo moral. Combata-se assm um problema específco do sstema bancáro que era o efeto de contágo entre bancos com problemas e bancos saudáves. Mas surgam, paralelamente, outros problemas, todos eles advndos da stuação de assmetra de nformação presente na relação banco/tomador e banco/depostante. A ntrodução de problemas de seleção adversa, captura e rsco moral passam a domnar a dscussão, levantando questonamentos quanto aos custos vs-à-vs aos ganhos do estabelecmento de esquemas de proteção a depostantes. Um modelo estátco smples pode formalzar essa dscussão, especfcamente no que se refere a problemas de rsco moral no comportamento dos bancos. Seja, em t = 0, V ~ o valor de lqudação do banco, dado pela dentdade contábl bancára tradconal: ~ V = C + ~ ~ ( L L) + [ max( 0, D L) P] ~ sendo C o captal do banco, ( L L) conceddos e a sua realzação, representando a qualdade da cartera de crédto e (, D L ~ ) a dferença entre o volume de empréstmos 0 o valor a ser pago dos depóstos em caso de quebra e P o valor pago pelo seguro depósto com a lqudação do banco. Por hpótese, L ~ é uma varável aleatóra, podendo assumr dos valores: X com probabldade θ, ndcando uma cartera de crédto de qualdade boa ou 0 com probabldade (1 - θ). Caso em que a cartera de crédto tem qualdade rum. Em termos esperados, têm-se portanto o lucro do banco como sendo dado por: ~ ~ ( V ) F = ( θx L) + ( ) π = E 1 θ [ D P] (*) Vde Frechas e Rcohet (1998) Mcroeconomcs of Bankng.

5 onde: ~ ( θ X L) representa o valor presente líqudo dos empréstmos e [( 1 θ ) D P] o subsído líqudo do seguro depósto. Portanto, supondo um prêmo P fxo, os bancos fcam lvres para determnar ( θ, X ), de forma a maxmzar seu lucro esperado. sso mplca que, dentro de uma mesma classe de ~ projetos com valor presente líqudo constante, ou seja ( θ X L) = constante, os bancos tendem a escolher aqueles com menor θ, ou seja, aqueles com menor probabldade de sucesso. Tem-se portanto, através de (*) a caracterzação de uma stuação de pergo moral pos, ao se adotar um sstema de seguro depósto que seja vsando à establdade sstêmca com a prevenção de corrdas bancáras, a reação do banquero é optar por fnancar projetos mas arrscados e consequentemente aumentar a fragldade do própro sstema. Ou seja, se por um lado a teora mostra que corrdas devdo a crses auto-almentadas podem ser evtadas va adoção de sstemas de seguro depósto, como demonstrado no modelo de Damond e Dybvg (1983), por outro lado ela ndca aumento da nstabldade como conseqüênca dessa proteção, dado que ncentva a tomada de rsco por parte dos bancos. A lteratura passa então a dscutr qual sera a estrutura de ncentvos que tera como consequênca a mnmzação desses problemas, no que emergem estruturas baseadas em cobertura lmtada, prêmo ajustado ao rsco, mas que evdencam a mportânca prmordal de uma regulação bancára efcaz, tanto na mnmzação dos problemas de rsco moral no comportamento do banco, quanto no comportamento dos depostantes, que dexam de ter ncentvos à montorarem os bancos que recebem seus depóstos. A Regulação Bancára, especfcamente em termos nformaconas,, poder ser vsta como uma manera efcente de dmnur a assmetra de nformação estrutural da ndústra na medda em que torna dsponível e a custos dretos reduzdos nformações acerca da saúde dos bancos, para um maor número de depostantes. A atvdade de montoramento, delegada à agênca reguladora, dstrbu a nformação de forma mas equlbrada entre as dversas classes de depostantes. sso pode ser expresso através de um modelo smples, onde a mnmzação da assmetra de nformações é apresentada explctamente como um dos objetvos da regulação. 3 Depostantes têm demandas dferentes de nformação quanto à saúde fnancera dos bancos. Esse volume dependendo da sofstcação (ou classe) dos depostantes. Os grandes (ou sofstcados) em volume superor aos pequenos. A déa aqu é, pos, formalzar de manera básca o que seram duas stuações dstntas sob o ponto de vsta dos depostantes: a) Um mercado sem regulação. b) O mesmo mercado com a ntrodução da regulação como provedora de nformação. Seja D a parcela da população que deposta recursos em bancos, sendo esta composta de dos tpos de ndvíduos: ( D, D 1 ) sendo: D 1 os ndvíduos que compram nformação, ou seja, os grandes poupadores e D os ndvíduos que não compram nformação, ou seja, os pequenos poupadores. 3 A déa deste modelo fo apresentada, em uma prmera versão, em Costa Gunle, A.C.A (1999). em A Regulação Bancára no Brasl

6 Seja S, f ( W,, e, ) da dade e do volume de nformação = f ( ) p. 1 = a poupança ndvdual como função da renda, da taxa de juros, p, ou seja, esta função do preço da nformação Sejam anda: S A = S 1 + S a poupança agregada, D1, a demanda ndvdual por nformação, O a oferta de nformação sem regulação O R a oferta de nformação com regulação Hpóteses: S1, > 0 com : 1 S S > ou seja, poupança ndvdual é função dreta do volume de nformações sendo que a poupança dos ndvíduos de tpo 1 é mas sensível a varações no volume de nformações do que a do tpo. D p 1, com : D 1 p < 0 D < p

7 ou seja, a demanda ndvdual por nformação é função nversa do preço da nformação sendo que a demanda por nformação dos ndvíduos do tpo é mas sensível a varações ao preço da nformação do que para os ndvíduos do tpo 1. O = g(p ) com O R = z(p ) com e g p ( p ) ( p ) z p > 0 > 0 g p ( p ) z( p ) > z( p ) ou seja, as funções de oferta de nformação com e sem regulação estão dretamente relaconadas ao preço da nformação sendo que a função oferta com regulação é menos sensível ao preço da nformação do que sem regulação. As funções demanda e oferta de nformação, de forma geral, são expressas por: D = f 1 (p ) D = f (p ) para p > p * D = para p < p * O = 0 O = g(p ) para 0 < p < p Î para p > p Î O R = z(p ) Uma análse gráfca permte a vsualzação clara da déa de como a Regulação pode afetar o equlíbro entre oferta e demanda por nformação:

8 Stuação 1. Sem regulação P D D 1 O p 1 p * p 1 Stuação. Com regulação P D D 1 O p p * 1

9 A déa aqu é a de que em uma stuação sem regulação, ndvíduos do tpo 1 têm acesso a um volume elevado de nformação, na realdade até quanto estverem dspostos a pagar, tendo em vsta sua dsponbldade/nteresse em comprá-la aos preços ofertados. Já os ndvíduos do tpo, não encontram equlíbro por não terem oferta ao nível de preço que se dspõem a pagar. Tal stuação se explca pela descontnudade na curva de oferta de nformação, cuja ntução é bastante clara: Até determnado nível Î que podemos denomnar domíno públco o preço da nformação é muto baxo (aqu o supomos gual a zero, sem prejuízo da análse). A partr porém de determnado nível de nformação só há oferta a um preço bem mas elevado p *. Com a ntrodução da regulação, porém, a descontnudade tende a desaparecer. sso porque a regulação, além de ser por s só uma nformação, obrga à dsponblzação de váras outras, a preços baxos. Além dsso, não só os ndvíduos do tpo passam a acessar um volume de nformação postvo, como os do tpo 1 terão acesso a um volume superor ao da stuação anteror. Já do ponto de vsta empírco, trabalhos como Demrguç-Kunt e Detragache (1998) 4 corroboram as conclusões teórcas descrtas acma mas mostram que a adoção de sstemas explíctos de proteção aos depostantes tem sm, como conseqüênca, a fraglzação dos sstemas bancáros. O grau do mpacto negatvo dfere de acordo com a estrutura do sstema adotado. Assm sendo, paralelamente à adoção de sstemas de seguro depósto em grande parte dos países do mundo, estudos recentes buscam avalar os dversos modelos e as dversas estruturas exstentes, para então dentfcar aquelas que poderam mnmzar os efetos de pergo moral e seleção adversa que acompanham sua adoção. Garca (1999) 5 defende, baseando-se na análse do sstema de 7 países, uma estrutura de melhores prátcas, baseada em compatbldade de ncentvos, e que estabelece característcas estruturas que teorcamente mnmzaram os problemas de pergo moral no comportamento dos bancos segurados: adesões compulsóras, com prêmos ajustados ao rsco, baxa cobertura, transparênca e ndependênca polítca na gestão da nsttução responsável pela estrutura de seguro, fundeamento ex-ante, fundeamento prvado e admnstração prvada caracterzam essa estrutura defnda pelo autor como de melhores prátcas. 3. A ntrodução de Sstemas de Seguro Depósto Explíctos O estabelecmento formal de sstemas de seguro depósto tem sdo uma tendênca domnante no mundo a partr da década de 90. A ratonale por trás desse movmento está baseada na crescente preocupação das autordades com a establdade do sstema fnancero, que se traduz na mplementação de nstrumentos adconas de acompanhamento e controle e a conseqüente formação de redes de proteção ao sstema. Empréstmos de últma nstânca, regulação efcaz, fscalzação efcente, estrutura legal adequada e proteção dreta a depostantes va seguro depósto, são todos componentes dessa rede e vsam a manutenção de um sstema bancáro sóldo e saudável. 4 Demgurç-Kunt, A. and Detragache, E. (1998) Does Depost nsurance ncrease Bankng System Stablty? An Emprcal nvestgaton. World Bank Workng Papers. 5 Garca G. (1999) Depost nsurance: A Survey of Actual and Best Practces nternatonal Monetary Fund Workng Papers.

10 3.1 Rede de Proteção Até 1995 quatro eram os mecansmos que compunham a rede de proteção ao sstema bancáro braslero: a presença de um emprestador de últma nstânca, papel desempenhado pelo Banco Central do Brasl, defndo já na Le 4.595/64 de sua cração. Estabelece-se não só o Banco Central como órgão regulador da atvdade bancára no Brasl, como também nsttução prestamsta, atuando portanto na clássca função de banco dos bancos, dentro de uma tradção defendda desde as prmeras crses bancáras dos anos pós Prmera Guerra e dos regmes de reserva fraconára do período de falênca do Padrão Ouro. Além dsso, o Banco Central como órgão regulador do Sstema Fnancero Naconal, detém poder de ntervenção e lqudação de nsttuções líqudas ou nsolventes. Através da Le 6.04, datada de 13 de março de 1974, a autordade monetára pode nterromper as atvdades de uma nsttução fnancera, podendo decretar extrajudcalmente um regme de ntervenção ou lqudação, desttundo-se da posse os controladores e da dreção os gestores, ndsponblzando-se seus bens para a cobertura de eventuas prejuízos mpostos as credores. A partr de 1995, através da Resolução.1/95 e da Medda Provsóra 1.18 transformada na Le 9.447/97, os poderes de ntervenção prudencal do Banco Central são amplados através da cração de ncentvos a processos de fusão, ncorporação e transferênca de controle aconáro de nsttuções, de forma compulsóra, vsando a proteção do Sstema Fnancero Naconal. Uma regulação prudencal de solvênca passa, a partr de 17 de agosto de 1994 a desempenhar mportante papel na rede de proteção ao sstema bancáro no Brasl. Através da Resolução.099 que trata, dentre outras determnações específcas de regulação da atvdade bancára, da necessdade de adequação dos bancos atuantes no país às bases do Acordo da Basléa. Al estão estabelecdos crtéros de acesso ao Sstema Fnancero Naconal, como captal e patrmôno líqudo ajustado mínmos e transferênca de controle socetáro de nsttuções fnanceras; requstos para nstalação de dependêncas bancáras e obrgatoredade de manutenção de patrmôno líqudo ajustado compatível com o rsco ponderado dos atvos. O percentual de 8% de captalzação com base nos atvos ponderados é estabelecdo a prncípo e elevado para 10% em 1997 (Resolução.399) e posterormente para 11% em 1998 (Crcular.784). Os fatores de ponderação adotados seguem a lnha do Acordo, partndo de 0% e ndo a 100% e obedecendo as classfcações ntermedáras de 0 e 50% e estão defndos com base nas determnações contábes defndas no COSF Plano de Contas das nsttuções do Sstema Fnancero. De acordo com as Resoluções acma ctadas, defnu-se como Patrmôno Líqudo Exgdo às nsttuções fnanceras atuantes no mercado braslero, conforme segue: PLE = F n = 1 RCD + F. APR onde: F = 0,0 = fator aplcável ao rsco de crédto das operações de swap. F = 0,11 = fator aplcável às operações atvas ponderadas pelo rsco.

11 APR = atvo ponderado pelo rsco = o total do produto dos títulos do Atvo Crculante e Realzável a Longo Prazo pelos fatores de rsco correspondentes + o produto dos títulos de co-obrgações e garantas prestadas pelos fatores de rsco correspondentes. RCD = rsco de crédto de dervatvos com RCD = Ra + R p Ra p. Ra. Rp com: Vn = valor de referênca da operação. Ra = rsco do referencal atvo da -ésma operação. Rp = rsco do referencal passvo da -ésma operação. Ra p = correlação dos referencas atvo e passvo da -ésma operação. Além desses, outros lmtes são defndos pela autordade regulatóra braslera. Dentre eles os lmtes mínmos de Captal Realzado e Patrmôno Líqudo, para cada classfcação de nsttução fnancera (se banco comercal, múltplo, de nvestmento, etc), e de acordo com as carteras que dspõe e número e localzação das dependêncas em funconamento. Lmtes de concentração de rsco de operações de crédto de 5% do valor do Patrmôno Líqudo e 80% de moblzação (atvo permanente em relação ao PL), além de lmtes de posções de câmbo, de operações compromssadas e de endvdamento no caso de Cooperatvas de Crédto. Todo um arcabouço regulatóro começa a ser defndo concomtantemente à deteroração da stuação de solvênca e lqudez das nsttuções fnanceras. A maor parcela de crítcas à efcênca do Banco Central do Brasl como agente regulador do sstema bancáro recae sobre a fscalzação. Falhas no acompanhamento da evolução do mercado fnancero e despreparo em relação aos avanços na atvdade bancára alados a uma orentação pouco objetva, falta de nstrumentos corretvos e neglgênca na montoração, são todos motvos apontados como as prncpas causas de surpresas negatvas relaconadas a fraudes e a algumas stuações rreversíves de nsolvênca que caracterzaram os anos pós Plano Real. Epsódos como as quebras de grandes bancos prvados de varejo como o Banco Econômco, o Banco Bamerndus e o Banco Naconal, servram para trazer à tona das dscussões a necessdade de reorentar e tornar mas efcaz a fscalzação bancára no Brasl. 6 À luz de um estudo baseado no hstórco de nterpelações, fscalzações, ntervenções e lqudações extrajudcas sofrdas por nsttuções fnanceras brasleras ou com sede no país - nos últmos dez anos, Costa Gunle (1999) traça um perfl da atuação do Bacen, especfcamente dos Departamentos de Normas e Organzação do Sstema Fnancero e de Fscalzação, como órgão regulador do Sstema Fnancero Naconal. Uma graduação em termos da adequação da fscalzação bancára relatvamente ao deal estpulado no documento dos 5 Prncípos é feta. Estpula-se o nível 5 como sendo o deal e gradua-se, para cada prncípo e com base na análse ndvdual de cada um, a atuação da fscalzação bancára no 6 A partr de 1996 uma nova metodologa de fscalzação de bancos é adotada pelo Banco Central do Brasl: a GC, nspeção Global Consoldada, que buscou corrgr algumas falhas, prncpalmente as relatvas à análse de conglomerado.

12 Brasl. A dstânca entre as duas curvas, conforme descrto no Gráfco anexo, podendo ser defnda como uma medda de nefcênca. 7 (Vde Anexo ). Brazlan Bankng Supervson Related to 5 Core Prncples for Effectve Bankng Supervson Degree 3 Grau de aderênca/97 Grau de aderênca/00 BASLE Prncples Apesar de amplamente falha ao longo da prmera metade da década de 1990, a regulação bancára no Brasl veo trlhando um processo de avanço e melhora que não pode dexar de ser notado, prncpalmente se uma análse pontual entre o níco e fnal da década é feta. No que se refere especfcamente à fscalzação bancára o Gráfco 6 abaxo, já exposto em trabalho anteror mas com base apenas em uma análse dos anos 95/96 fo complementado com uma avalação mas recente, ncorporando os avanços sentdos nos dos últmos anos. Uma melhora nos índces de adequação é sentda e embora muto anda tenha a ser feto, não há dúvdas de que o Banco Central se mostra totalmente cente das lmtações que anda hoje a fscalzação bancára no Brasl apresenta. Além dos quatro mecansmos ctados, a rede de proteção ao sstema fnancero naconal é amplada em 1995, com a cração do PROER Programa de Reestruturação e Fortalecmento do Sstema Fnancero Naconal e o estabelecmento do FGC Fundo Garantdor de Crédtos, o prmero vsando a reestruturaçãao do sstema através da concessão de lnhas de lqudez e o segundo com a função de proteger depostantes de nsttuções 7 Costa Gunle, A.C.A. (1999) A Regulação Bancára no Brasl Tese de Mestrado defendda na Escola de Pós- Graduação em Economa da FGV/RJ.

13 nsolventes. Dado o escopo do presente trabalho, o PROER não será motvo aqu de detalhamento FGC O Fundo Garantdor de Crédtos Em agosto de 1995, através de determnação do Conselho Monetáro Naconal, normatzada na Resolução.147 autorza-se a consttução de entdade prvada, sem fns lucratvos, destnada a admnstrar mecansmos de proteção a ttulares de crédtos contra nsttuções fnanceras. Em novembro de 1995 o estatuto e regulamentos da nova entdade são aprovados. Cra-se o FUNDO GARANTDOR DE CRÉDTOS FGC, através da Resolução.11, estabelecendo-se assm o prmero sstema explícto de seguro depósto braslero, 8 que tem como objeto prestar garanta de crédtos contra nsttuções dele partcpantes, nas hpóteses de - decretação da ntervenção, lqudação extrajudcal ou falênca de nsttução; - reconhecmento, pelo Banco Central do Brasl, do estado de nsolvênca de nsttução que, nos termos da legslação vgente, não estver sujeta aos regmes referdos no ncso. 9 A cobertura de depóstos se estende a contas-correntes, cadernetas de poupança, letras de câmbo, letras hpotecáras e letras mobláras, até o lmte de R$0.000,00. Os recursos do FGC, conforme defndos no estatuto de cração em 1995 e anda vgente, são orgnado de contrbuções fxas equvalentes a 0,05%a.m. sobre os volumes segurados, cobradas dos partcpantes do Fundo (a saber, as nsttuções fnanceras que atuam como captadoras de poupança em terrtóro naconal); taxas cobradas por emssão de cheques sem fundo por depostantes do sstema fnancero naconal; recuperação de dretos credtóros sobre nsttuções lqudadas; resultado líqudo de suas atvdades e rendmento de aplcações fnanceras de seus fundos. Em caso de nsufcênca de recursos para fazer frente a pagamento de depostantes, o FGC conta bascamente com a possbldade de antecpação ou cração de contrbuções extraordnáras por parte dos partcpantes, não tendo acesso a recursos públcos. A estrutura do FGC fo portanto estabelecda dentro de um objetvo públco maor àquela época, que era a establdade econômca. O objetvo era o de proteção do sstema e, dentro da concepção tradconal dos sstemas de seguro depósto, evtar que quebras eventuas gerassem corrdas bancáras e conseqüente crse fnancera sstêmca. O papel ncal do FGC esteve muto vnculado à uma função complementar e posterormente substtuta ao PROER, cobrndo os prejuízos de depostantes de nsttuções que não se adequaram, não tveram acesso ao programa ou smplesmente não tveram seu problema de nsolvênca resolvdo. Sendo assm, evtar uma crse bancára sstêmca; promover a establdade do sstema fnancero; proteger o pequeno poupador e reduzr a obrgação do governo e assegurar que as nsttuções contrbuam foram explctadas como funções do FGC. Sendo que sua estrutura, dadas as condções conjunturas daquele período, assumu as característcas de proteção 8 O Brasl já contava com um fundo garantdor de depóstos de poupança o FGDL, cuja maor parte do saldo era composto por contrbuções do sstema. Sua cobertura restrta (garanta apenas depóstos de caderneta de poupança, até o lmte de R$5.000,00) e seu saldo reduzdo fzeram com que o FGDL não atendesse às necessdades do momento. 9 Texto extraído da Resolução.11/95. Fonte: Banco Central do Brasl.

14 explícta, adesão compulsóra, cobertura lmtada, fundeamento ex-ante prvado e admnstração prvada Buscou-se assm, dentro das lmtações que a stuação conjuntural mpunham à época, estruturar o FGC de forma a mnmzar os problemas de pergo moral nerentes à sua concepção, sem neglgencar a mportânca de se estabelecer um mecansmo crível e efcente para fazer frente a adversdade do sstema bancáro àquele momento. As condções adversas afetaram, porém, a estrutura escolhda para o FGC, que em alguns pontos se afastou das consderadas melhores prátcas. Prncpalmente no que se refere ao fundeamento prvado e ao prêmo de rsco fxo, eles foram fruto respectvamente, de uma probção legal em contráro e da qualdade comprometda da regulação bancára no Brasl à época. A estrutura organzaconal do Fundo Garantdor de Crédtos fo portanto restrngda pelas condções econômcas, polítcas e legas da época FDC Federal Depost nsurance Corporaton O FDC é uma agênca ndependente do governo amercano e tem como mssão zelar pela manutenção da establdade e da confança do públco no sstema fnancero amercano. Ao contráro da estrutura braslera, o FDC acumula as funções de garantdor de depóstos e agênca reguladora. Além dsso, o FDC responde pelo gerencamento efcente de operações de ntervenção e deve assegurar que quebras bancáras sejam resolvdas de manera a resultar no menor custo possível para os fundos de seguro depósto. A atuação do FDC pode ser descrta através de três funções báscas: como nsttução seguradora deve manter, gerencar e controlar o rsco dos dos fundos de seguro depósto; como nsttução reguladora o FDC dvde a responsabldade pela fscalzação e regulação de bancos e assocações de poupança com outras agêncas reguladoras federas e autordades bancáras estaduas e como nsttução receptora o FDC recebe e lquda as nsttuções federas seguradas nsolventes. Sua captação é baseada em prêmos ponderados por rsco das nsttuções seguradas, garantndo depóstos até o lmte de USD ,00. O FDC deve manter um percentual mínmo de dsponbldade equvalente a 1,5% dos depóstos segurados. Enquanto esse lmte estver atenddo nsttuções com boa avalação de rsco não efetuam contrbuções. O FDC como nsttução recebedora, desempenha mportante papel na resolução de quebras bancáras, sendo três os métodos dsponíves de ntervenção: O P&A: purchase and assumpton, transação através da qual uma nsttução saudável compra parte ou a totaldade dos atvos e assume parte ou a totaldade do passvo de uma nsttução nsolvente; a lqudação dos depóstos pagando todos os depóstos segurados e emtndo certfcados que dão dreto aos demas credores a parte dos valores a serem levantados com a lqudação dos atvos e fnalmente a OBA: open bank assstance em que o FDC pode fazer empréstmos, compra de atvos ou efetuar depóstos em nsttuções com problemas, mas que desde 1991 vêm sendo raras. Dos três métodos dsponíves, o de compra e assunção tornou-se o mas utlzado pelo FDC, que desenvolveu uma sére de varações que têm permtdo que por um lado se utlze o método com menor mpacto sobre a atvdade econômca da comundade onde o banco quebrado atuava e por outro mnmze as perdas dos fundos garantdores de depóstos. As subdvsões do método de P&A - que mplca sempre na assunção da totaldade dos depóstos

15 têm permtdo a amplação do número de nteressados em nsttuções com problemas e consequentemente aumentado o valor dos prêmos pagos ao FDC. 10 Até meados de 1980 a escolha do método de resolução pelo FDC era mas flexível, sendo que a condção a ser observada era a de que o custo do método posto em prátca fosse menor do que o custo de pagar os depóstos segurados. Tal flexbldade permta que o FDC levasse em conta fatores como redução da dsponbldade de crédto, efetos sobre a establdade do sstema bancáro assm como as consequêncas para a agênca do aumento no volume de crédtos a serem gerencados pelos fundos. A partr porém de 1991, o FDC está obrgado por le a escolher o método de resolução que mplque no menor custo dentre todas as opções possíves. Ou seja, a alternatva escolhda deve ser tal que, ao se avalar todos os custos esperados de sua mplementação (aí nclusos custos medatos e de longo prazo) estes sejam nferores a qualquer outra opção de resolução. Tal análse é feta com base em uma metodologa de mínmo custo, baseada em um crtéro de valor presente, onde são consderados fatores como dferenças entre valores contábes de atvos e passvos do banco; volumes de passvos segurados e não segurados; prêmo pago pela nsttução compradora; perdas por reclamações contngentes; valor de lqudação dos atvos e provsões para cumprmento de garantas cruzadas (entre nsttuções afladas). A experênca mostra que o FDC, responsável por fornecer as nformações necessáras e reunr nteressados na nsttução quebrada, normalmente recebe pelo menos uma oferta cujo custo é nferor ao custo estmado de lqudação CDC Canada Depost nsurance Corporaton Crado em 1967, o CDC é uma agênca federal da Coroa Brtânca, separada do governo e com o objetvo de garantr depostantes de bancos, trust companes e de empresas de empréstmos. O CDC não tem um fundo formal que ele admnstre para pagamento de depóstos segurados. Embora exsta o Depost nsurance Fund, onde são credtados os prêmos cobrados por nsttuções seguradas, não há qualquer exgênca quanto à um volume mínmo postvo a ser mantdo. Pelo contráro, além de apresentar uma stuação defctára e embora os prêmos gerem recursos da ordem de 140 mlhões de dólares canadenses, não são nesses recursos que o CDC se basea no momento de fazer frente a quebras bancáras. O CDC trabalha medante provsões para perdas que são estpuladas anualmente e de acordo com estmatvas de custos de potencas quebras com base nas probabldades de quebras de nsttuções que apresentam alto rsco de nsolvênca. As provsões, arcadas pelo governo canadense, são calculadas com base no volume de depóstos segurados. 11 Atualmente o CDC garante depóstos até o lmte de CDN$60.000,00 e tem sua captação baseada em prêmos calculados de acordo com uma análse de rsco da nsttução segurada. 1 O CDC conta anda 10 Tpos de operações P&A ncluem desde o método básco, onde o volume de atvos repassados à nsttução adqurente se lmta ao valor do caxa; o de compra da cartera de empréstmos; o de assunção opconal de algumas operações de empréstmo, o de compra de carteras específcas, até o de compra total, com ou sem opção de dvsão de rsco - onde o FDC se compromete a compartlhar eventuas perdas com atvos não realzados e o de banco ponte, onde a nsttução que assume o faz por determnado período, permtndo assm que o FDC tenha tempo de melhor avalá-la e vendê-la. 11 Atualmente o CDC trabalha com uma provsão para perdas futuras na ordem de 400 mlhões de dólares canadenses. 1 Os prêmos pagos pelas nsttuções seguradas varam entre 4,8,16 e 33 pontos base.

16 com um lmte de empréstmo junto ao governo federal de até 6 blhões de dólares canadenses, além de ter o dreto legalmente consttuído de tomar recursos no mercado prvado de crédto. O CDC tem como funções explíctas a concessão de garanta contra perda de depósto em nsttuções afladas; a promoção de padrões operaconas e prátcas fnanceras saudáves nas nsttuções afladas e a mnmzação da exposção do CDC a perdas. O CDC não tem, portanto, atuação dreta no que se refere à regulação e fscalzação bancára. Essa função é desempenhada em prmera nstânca pelo Offce of the Superntendent of Fnancal nsttutons (OSF) e pelos reguladores das províncas. Ou seja, o CDC é o órgão garantdor, com foco no rsco das nsttuções afladas vsando a mnmzação de suas perdas enquanto que o OSF é o órgão regulador, com foco na proteção dos nteresses de depostantes, demas credores e aconstas. A maor preocupação no que tange a essa dferencação de funções e objetvos parece ser a de garantr uma estreta coordenação entre os dos órgãos dado que cabe ao regulador e fscalzador gerar as nformações usadas pelo CDC na avalação de rsco das nsttuções que ele garante. sso é feto através de les e dretrzes que buscam formalzar e manter atvo um canal de nformações entre OSF e CDC. Não só na atuação preventva 13 mas também no que tange a resolução de quebras bancáras as agêncas têm funções e responsabldades dvddas de forma a evtar sobreposção e nefcênca, cabendo ao OSF a responsabldade de ntervr ou fechar a nsttução nsolvente e ao CDC assumr e buscar soluções. Sendo o objetvo do CDC mnmzar sua exposção a perdas, dferentes métodos de resolução foram desenvolvdos, recando a escolha sobre aquele que melhor possblta o atngmento desse objetvo. Os métodos usados pelo CDC guardam, em grande parte, semelhança com os métodos usados pelo FDC mas, embora o crtéro de escolha seja também o de mnmzação de perdas não há, na nsttução canadense, um lmte explctado ou uma fórmula pré-determnada que especfque que um ou outro método seja o escolhdo. A ntervenção do CDC, feta com base nas nformações dsponblzadas pelo OSF, assume dferentes níves conforme o problema da nsttução seja lqudez ou solvênca. No prmero caso comprando de atvos, fornecendo garantas e/ou empréstmos ou efetuando depóstos, o CDC atua buscando resolver problemas momentâneos de lqudez. No momento, porém, que consderações de nsolvênca passam a domnar a avalação, métodos de resolução ntervenconstas passam a ser ntroduzdos. A escolha entre um ou outro método obedece ao crtéro de menor custo relatvamente aos demas, essa avalação de custo sendo feta com base em um crtéro de valor presente líqudo. Quatro são os métodos em que o CDC se basea para buscar resolver nsttuções nsolventes: lqudação dos depóstos va pagamento dreto ou va transferênca para uma outra nsttução que recebe o valor dos depóstos segurados para fazer frente aos saques; P&A: purchase and assumpton envolvendo a compra das ações, parte ou a totaldade dos atvos de uma nsttução nsolvente por uma nsttução saudável que também assume parte ou a totaldade do seu passvo; acordos de agencamento quando o CDC aponta uma nsttução aflada para gerencar medante pagamento de uma comssão a lqudação de uma nsttução nsolvente e um quarto método o de provsões para reestruturação de nsttuções fnanceras, posto em prátca a partr de 1996 quando o CDC passou a ter para assumr e operar nsttuções 13 OSF e CDC têm toda uma dvsão de tarefas e responsabldades no acompanhamento das nsttuções de acordo com uma classfcação de solvênca pré-estabelecda. Dentro de uma escala que va do nível 0 (atvdade normal) ao 4 (nsolvênca emnente), atuação e responsabldades de cada uma das agêncas ndvdualmente ou em conjunto - são explctadas de forma que as nsttuções sabem o que esperar de cada uma delas nas dversas crcunstâncas prevstas.

17 fnanceras com problemas enquanto uma solução defntva não é encontrada. A maor preocupação aqu fo a de vablzar a busca de soluções sem fazer uso da lqudação e a consequente perda do valor de mercado da nsttução. O CDC passa a ter um prazo de 60 das (podendo ser expanddo até 180 das) para vender ou reestruturar a nsttução que, do contráro, é lqudada em processo judcal. 4. Consderações Fnas A ntrodução de problemas de rsco moral e a consequente fraglzação do sstema bancáro são hoje os focos de dscussão quando se analsa o estabelecmento de estruturas garantdoras de depóstos. Por um lado o depostante dexa de ter ncentvos a montorar a nsttução, por outro o banco tende a assumr maores rscos ao ter parte do seu passvo segurado. Esse trade-off entre os benefícos em termos de prevenção de corrdas bancáras e crse fnancera sstêmca e os custos vnculados à uma estrutura de ncentvos dstorcdos, abru o campo para que estudos empírcos e trabalhos teórcos em menor números dentfcassem característcas dos sstemas de seguro depósto que mnmzassem tas custos, tanto na relação depostante/banco quanto na relação banco/tomador e consequentemente alvassem esse trade-off. No caso específco do sstema braslero alguns desses aspectos foram desconsderados ao se estruturar o FGC fruto, prncpalmente, de restrções conjunturas à época. Passados porém mas de cnco anos de sua atuação e estancada a crse que se desenhava naquele período, momento é de se redscutr sua estrutura e apontar sugestões que possam contrbur para mnmzar a exstênca de possíves dstorções. O prmero aspecto trata do ajustamento ao rsco do prêmo de seguro. Atualmente o prêmo fxo e unforme de 0,05% ao mês pode ser substtuído por prêmos vnculados ao rsco da nsttução partcpante. E alguns avanços na área de regulação bancára prncpalmente a adoção de crtéros de qualfcação das carteras de empréstmos dos bancos no Brasl a partr do ano de 000 permtem que avanços também sejam fetos nesse sentdo. A grande vantagem do prêmo ajustado é a redução do ncentvo a tomada de rsco pelo banco pos ele passa a consderar o trade-off entre maor valor presente líqudo da cartera de ~ empréstmo ( θ X L) e menor subsído líqudo do empréstmo [( 1 θ ) D P]. Ou seja, o banco, ao apresentar uma cartera de empréstmos mas arrscada, passa a contar com um subsído líqudo menor da agênca seguradora dado a necessdade de pagamento de um prêmo maor para se manter segurada. Alva-se assm um foco de problemas de rsco moral. Mas é no escopo de atuação do FGC que recae a maor sugestão deste trabalho. Muto embora sejam a proteção de depostantes e a prevenção contra corrdas bancáras os objetvos centras dos sstemas de seguro depósto, uma atuação que permta a mnmzação dos custos das quebras bancáras pode representar, por consequênca, redução nos mpactos negatvos que essas quebras têm sobre o setor real. E neste ponto, as estruturas amercana e canadense são experêncas nteressantes pos a lqudação dreta dos depóstos pode ter efeto postvo ao proteger pequenos depostantes,, mas não evta perdas de bem estar quando se consderam a nterrupção no fnancamento de projetos de nvestmento, a redução na oferta de servços bancáros e a perda do estoque de nformação adqurdo pela nsttução quebrada (fundo de comérco). Além dsso, o atual modelo braslero de lqudação bancára admnstrado pelo Banco Central do Brasl tem se mostrado nefcente. Por um lado pelo hstórco de baxa realzação dos atvos dos bancos sob lqudação pelo Bacen, e por outro pelos efetos

18 negatvos que essa atvdade tem gerado sobre a magem da nsttução. Neste ponto a dscussão sobre rsco moral pode ser novamente levantada: ao se amplar a atuação da agênca seguradora com o objetvo de resolver quebras bancáras não se estara crando novos focos de rsco moral no comportamento do banco? Sem dúvda que sm Se os agentes percebem que o custo da quebra é mnmzado pela garanta de contnudade da nsttução, tanto depostantes quanto bancos passam a ter menos ncentvos a tomarem decsões efcentes, respectvamente de montoramento e esforço. No caso dos bancos, onde esforço na escolha de projetos de qualdade determna a probabldade de realzação dos estados bom e rum da natureza, defndas respectvamente por π ( e ) e ( 1 π ( e ) e sendo a função objetvo do banco dada por: V ( b, l, e ) = Ev( l, b ) g( e ) com b o depósto recebdo, l o lucro e e o esforço realzado pelo banco, tem-se que, pela condção de maxmzação do banco: π e ( e ) g( e ) ( ) δ l b δ l ( e ) g e = π e ( e ) b = = h e ( e ) ou seja, o esforço mplementado pelo banco é uma função crescente do dferencal de lucro entre os dos estados da natureza possíves, sendo que o esforço será nulo se o banco perceber que tem lucro gual nos dos estados (pos esforço lhe gera desutldade). 14 Neste caso entra o rgor da regulação para determnar que custos elevados ocorram caso o estado rum da natureza se realze, mantendo o ncentvo ao esforço alto e assm alvando o problema de rsco moral. A sugestão portanto deste trabalho, em parte baseada nos resultados teórcos da lteratura recente e em parte na experênca postva de outros sstemas de seguro depósto é que modfcações sejam permtdas ao FGC. Uma de ordem estrutural: o ajustamento ao rsco dos prêmos de seguro. Outra de ordem nsttuconal: que se transfra ao FGC a ncumbênca de resolver problemas de bancos nsolventes, mnmzando-se assm os custos vnculados às quebras bancáras e por consequênca, o s mpactos negatvos sobre o setor real. Junte-se a sso mecansmo nsttuconas que permtam alvar os problemas de rsco moral, mpondo custos específcos caso a realzação do estado rum da natureza aconteça, e poderá se ter um desenho para a agênca braslera de seguro depósto mas efcente do que o atual. 14 Este argumento está desenvolvdo em Costa, A.C.A. Relação Depostante Banco: Uma análse da efcênca do equlíbro com um ou mas bancos. Tese de Doutorado em andamento na FEA/USP.

19 Referêncas Costa Gunle, A.C.A. (1999) A Regulação Bancára no Brasl Tese de Mestrado aprovada pela Escola de Pós-Graduação em Economa da Fundação Getúlo Vargas. Cysne, R.P. (1998) Aspectos Macro e Mcroeconômcos das Reformas Brasleras em Ensaos Econômcos EPGE/FGV. Demgurç-Kunt, A. and Detragache, E. (1998) Does Depost nsurance ncrease Bankng System Stablty? An Emprcal nvestgaton World Bank Workng Papers. Demgurç-Kunt, A. And Dane, E.J. (001) Depost nsurance Around the Globe: Where does t work? World Bank Workng Papers. Damond, D. and Dybvg, P. (1983) Bank Runs, Depost nsurance, and Lqudty Journal of Poltcal Economy, vol.91 no.3 FDC Handbook for Resolvng Bankng Falures. Frexas, X and Rochet, J. (1997) Mcroeconomcs of Bankng The MT Press. Garca G. (1999) Depost nsurance: A Survey of Actual and Best Practces nternatonal Monetary Fund Workng Papers.

20 APÊNDCE ADEQUAÇÃO DA FSCALZAÇÃO BANCÁRA NO BRASL AOS 5 PRNCÍPO DE EFCÁCA PRNCÍPOS DE EFCÁCA dvsão de responsabldades; ndependênca operaconal; dsponbldade de recursos; arcabouço legal adequado; compartlhamento e confdencaldade de nformações. defnção de atvdades permtdas; controle da palavra banco 3. crtéros rígdos de estabelecmento de novos bancos 4. autordade em relação a transferêncas de controle 5. crtéros para aqusções e nvestmentos dos bancos 6. crtéros unformes de a.m.c. 7. avalação de concessão de crédto e nvestmentos 8. avalação da aderênca de avalação de atvos; adequação de provsões 9. exgênca da adoção de sstemas de gerencamento de nformações; mposção de lmtes à concentração 10. crtéros e montoração de empréstmos relaconados 11. exgênca de adoção de sstemas de acompanhamento de rscos país 1. exgênca de adoção de processos de acompanhamento de rscos de mercado 13. exgênca de adoção de processos de gerencamento de rsco; adoção de reservas compatíves 14. exgênca de adoção de controles nternos compatíves 15. exgênca de adoção de padrões étcos e profssonas 16. fscalzações locas e externas 17. contato regular com a dretora 18. coleta, revsão e análse de relatóro e retornos estatístcos ndvduas e consoldados 19. adoção de meos ndependentes de valdação de nformações 0. capacdade de avalação consoldada dos grupos 1. exgênca da manutenção de regstros contábes adequados. dsponbldade de meddas corretvas adequadas 3. supervsão global de atvdades nternaconas 4. troca de nformações entre países 5. unformdade de padrões para bancos doméstcos e estrangeros

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