PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE

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1 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE Dispõe sobre o incentivo à inovação tecnológica no Estado do Rio Grande do Norte, e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e EU SANCIONO a seguinte Lei CAPÍTULO I - DA INOVAÇÃO Art. 1º O Estado adota medidas de incentivo à pesquisa científica e tecnológica nas atividades produtivas, nas políticas públicas e nas ações estratégicas, com vistas à obtenção de autonomia tecnológica, no processo de desenvolvimento sócioeconômico do Rio Grande do Norte, nos termos desta Lei e em conformidade com o disposto nos artigos111, 112, 113, 114 e 115 da Constituição do Estado. Art. 2º Para os fins desta Lei considera-se: I - inovação tecnológica a concepção de produto ou processo com agregação de características a processo tecnológico pré-existente, que resultem em melhoria de qualidade, aperfeiçoamento, maior competitividade no mercado ou maior produtividade; por meio de pesquisas ou investimentos. II - agência de fomento o órgão ou a instituição de natureza pública ou privada cujos objetivos incluam o fomento de ações de incentivo e a promoção da inovação e do desenvolvimento científico e tecnológico; III - empresa de base tecnológica - EBT - a empresa legalmente constituída, cuja atividade produtiva seja direcionada para o desenvolvimento de novos produtos ou processos, com base na aplicação sistemática de conhecimentos científicos e tecnológicos e na utilização de técnicas consideradas avançadas ou pioneiras, ou que desenvolva projetos de ciência, tecnologia e inovação; IV - instituição científica e tecnológica do Estado do Rio Grande do Norte - ICT - o órgão ou a entidade integrante da administração pública estadual, direta ou indireta, que tenha por missão institucional executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico e/ou tecnológico; V - instituição científica e tecnológica privada - ICT- Privada - a organização de direito privado sem fins lucrativos dedicada à inovação tecnológica; VI - parque tecnológico - complexo organizacional de caráter científico e tecnológico, estruturado de forma planejada, concentrada e cooperativa, promotor da cultura da inovação, da competitividade industrial e da capacitação empresarial com vistas ao incremento da geração de riqueza, que agrega EBTs e instituições de pesquisa e desenvolvimento, de natureza pública ou privada, com ou sem vínculo entre si; VII - incubadora de empresas - organização que incentive a criação e o desenvolvimento de pequenas e microempresas industriais ou de prestação de serviços de base tecnológica ou de manufaturas leves, por meio do provimento de infra-estrutura básica e da qualificação técnica e gerencial do empreendedor, em caráter complementar, para viabilizar seu acesso à inovação tecnológica e sua inserção competitiva no mercado; VIII a criação, a invenção, o protótipo de utilidade, o desenho industrial, o programa de informática, a topografia de circuito integrado, a nova cultivar ou a cultivar derivada e qualquer outra modalidade de desenvolvimento tecnológico gerador de produto ou processo, novo ou aperfeiçoado, obtido por um ou mais criadores;

2 IX - criador o pesquisador que seja inventor ou obtentor de criação; X - pesquisador público o ocupante de cargo público efetivo, civil ou militar, ou o detentor de função ou emprego público que tenha como atribuição funcional a pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico; XI - inventor independente a pessoa física, sem vínculo empregatício com instituição pública ou privada, que seja inventor ou obtentor de criação; XII - sistema de inovação - a aplicação prática dos novos conhecimentos a produtos e serviços, utilizado na conversão de um invento técnico ou de um processo inovador em bem econômico; XIII - núcleo de inovação tecnológica - o órgão de ICT encarregado do gerenciamento de sua política de inovação. Parágrafo único: A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte - FAPERN, nos termos nos termos do inciso II do caput deste artigo, é a agência de fomento do Estado na área de Ciência, Tecnologia e Inovação, em consonância com a Lei Complementar 257/2003, de 14 de novembro de CAPÍTULO II DO SISTEMA ESTADUAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO - SECTI Art. 3º. Fica instituído o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte, com o objetivo de articulação e orientação estratégica das atividades dos diversos organismos públicos e privados que atuam direta ou indiretamente em Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado do Rio Grande do Norte. Parágrafo único: O relacionamento entre os participantes do SECTI será funcional, excluído qualquer vínculo de subordinação hierárquico-administrativa. Art. 4º. O Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação é composto pelas seguintes instâncias: I Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia CONECIT II Universidades III Agentes do Sistema Parágrafo único: São Agentes do Sistema: a) Unidades, órgãos e setores da Administração Pública Estadual e Federal, direta ou indireta, envolvidos com ações relacionadas à Ciência, Tecnologia e Inovação; b) Organizações, Institutos e empresas públicas e privadas que atuem com base no conhecimento científico, na pesquisa e na inovação. Art. 5º. O Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia CONECIT, órgão colegiado, normativo e consultivo, vincula-se à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico SEDEC, até a criação da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia, e tem por competências:

3 I deliberar, com o objetivo de formular, acompanhar e analisar a Política Científica e Tecnológica do Rio Grande do Norte; II definir diretrizes e aprovar o Plano Estadual de Ciência e Tecnologia, fiscalizando a sua execução; III enviar a Assembléia Legislativa, a cada exercício, as normas de operação e funcionamento do Fundo Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNDET e do Plano Anual de Aplicação de Recursos; IV estabelecer diretrizes, planos e normas para o recebimento e aplicação dos recursos do Fundo Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNDET; V incentivar a pesquisa científica e tecnológica nos setores públicos e privados, de acordo com o Plano Estadual de Ciência e Tecnologia; VI estudar os problemas específicos relacionados com o desenvolvimento da ciência e tecnologia no estado, propondo ao Governo mediadas que julgue oportunas; VII elaborar seu regimento interno; VIII apreciar relatório de atividades da secretaria executiva; IX deliberar com o objetivo de aprovar programas, convênios e projetos a serem financiados com recursos do Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia FUNDET; X criar as Câmaras Técnicas e indicar seus membros; XI indicar consultores ad hoc, com a finalidade de dar pareceres nos processos, projetos e convênios em andamento; XII acompanha a execução de programas, projetos e convênios; XIII praticar todos os demais atos compreendidos em suas finalidades. Art. 6º. O Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia CONECIT, como representação institucional do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, da comunidade científico-tecnológica e da sociedade civil norte-riograndense é composto por representantes de diversas instituições com notória qualificação e reputação, nomeadas pelo Governador do Estado. Art. 7º. O Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CONECITI) terá a seguinte composição: I. Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Presidente do Conselho; II. Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Norte FAPERN Vice-Presidente do Conselho; III Diretor Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Norte FAPERN - Secretário Executivo do CONECITI; IV. Um representante da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Desportos; V. Um representante da Empresa Agropecuária do Rio Grande do Norte EMPARN; VI. Um representante da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte FIERN; VII Um representante da Federação do Comércio do Rio Grande do Norte - FECOMÉRCIO; VIII. Um representante da Federação de Agricultura do Rio Grande do Norte FAERN; IX. Um representante da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte FEMURN; X. Um representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE; XI. Um representante da rede dos Centros Federais de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte CEFETs; XII. Um representante da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA; XIII. Um representante da Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN; XIV Um representante da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN; XV. Um representante da Universidade Potiguar UNP; XVI. Um representante da Agência de Fomento do Rio Grande do Norte AGN. Parágrafo 1º. Cada membro titular do Conselho terá um suplente.

4 Parágrafo 2º. O Secretário Executivo do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia será o responsável pela coordenação dos esforços necessários à operacionalização das decisões do CONECITI, sua divulgação e implementação. Art. 8º. A função do conselheiro é considerada de relevante interesse público, tendo o seu mandato de 02 (dois) anos, permitida a recondução por uma única vez, exceto quando o representante for o titular da entidade. Art. 9º. O Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia CONECIT poderá contar com o assessoramento temporário de pessoas e comissões para a realização de estudos ou elaboração de pareceres específicos. Art. 10. O Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia CONECIT, mediante resolução, deverá formalizar o seu Regimento Interno que será aprovado pelo referido Conselho. CAPÍTULO III - DO ESTÍMULO AO PESQUISADOR E ÀS ICTs Art. 11. Fica assegurada ao criador, a título de premiação, participação mínima de 5% (cinco por cento) e máxima de um terço sobre o total líquido dos ganhos econômicos auferidos pela instituição científica e tecnológica - ICT, resultantes de contratos de transferência de tecnologia e de licenciamento para outorga de direito de uso ou de exploração de criação protegida da qual tenha sido o inventor, obtentor ou autor, aplicando-se, no que couber, o disposto no capítulo XIV da Lei nº , de 1996 e art. 3º do Decreto Federal nº de 16 de abril de Parágrafo 1º - Para fins do disposto neste artigo, considera-se ganho econômico qualquer modalidade de benefício financeiro resultante da exploração direta ou indireta da criação deduzida as despesas e encargos decorrentes da proteção da propriedade intelectual. Parágrafo 2º - A premiação a que se refere o caput deste artigo será outorgada, em prazo não superior a um ano, após a realização da receita que lhe servir de base. Parágrafo 3º - A premiação a que se refere o caput deste artigo poderá ser partilhada entre o criador e os membros da equipe de pesquisa e desenvolvimento tecnológico que tenham contribuído para a criação. Parágrafo 4º - As importâncias percebidas a título de premiação não se incorporam, a nenhum título, à remuneração ou ao salário do pesquisador público. Art. 12. Para os efeitos da avaliação de desempenho do pesquisador público para desenvolvimento na carreira, serão reconhecidos o protocolo de pedido de patente, a patente concedida, o registro de programa de computador, a proteção de cultivares, o registro de desenho industrial e outros títulos relacionados com as tecnologias das quais for criador. Art. 13. É vedado ao dirigente, ao criador ou a qualquer servidor, militar, empregado ou prestador de serviços de instituição científica e tecnológica - ICT divulgar, noticiar ou publicar qualquer aspecto relativo à criação de cujo desenvolvimento tenha participado diretamente ou de que tenha tomado conhecimento por força de suas atividades, sem antes obter expressa autorização da instituição científica e tecnológica - ICT.

5 Parágrafo único. As publicações relativas à criação desenvolvida nos termos desta Lei incluirão referência às parcerias estabelecidas para a realização da pesquisa ou o desenvolvimento das novas tecnologias, passíveis ou não de proteção. Art.14. Ao pesquisador público é facultado solicitar afastamento da instituição científica e tecnológica - ICT de origem, para prestar colaboração ou serviço à outra instituição científica e tecnológica - ICT, a empresa de base tecnológica - EBT ou a empresa do setor privado. Art.15. É facultado ao pesquisador público, observada a conveniência da administração, licenciar-se do cargo efetivo, da função pública ou do emprego público que ocupar, sem vencimentos ou salário, para constituir empresa de base tecnológica - EBT e exercer atividade empresarial relativa à produção de bens de criação de sua autoria, desenvolvida no âmbito de instituição científica e tecnológica - ICT. Art. 16. O afastamento e a licença previstos nos arts. 15 e 16 desta Lei serão concedidos nos termos das normas estabelecidas no estatuto dos servidores públicos civis e no dos militares. Art. 17. Fica assegurada à instituição científica e tecnológica - ICT, para suprir necessidade temporária de pessoal, observado o interesse público, a contratação por tempo determinado, pelo prazo de até doze meses, de substituto para o pesquisador público licenciado ou afastado nos termos dos arts. 15 e 16 desta Lei. CAPÍTULO IV - DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Art. 18. A instituição científica e tecnológica - ICT poderá implantar núcleo de inovação tecnológica próprio, em parceria com outras ICTs ou com terceiros, com a finalidade de gerir sua política de inovação. Parágrafo único. São atribuições do núcleo de inovação tecnológica: I - zelar pela implantação, pela manutenção e pelo desenvolvimento da política institucional de inovação tecnológica do Rio Grande do Norte; II - apoiar iniciativas para implementação de sistema de inovação tecnológica em seu âmbito e no de outras ICTs, assim como no de outras instituições públicas ou privadas vinculadas ao processo; III - zelar pela manutenção da política institucional de estímulo à proteção das criações e de sua comercialização; IV - participar da avaliação e da classificação dos resultados decorrentes de atividades e projetos de pesquisa, para o atendimento do disposto nesta Lei; V - avaliar solicitação de inventor independente, para adoção de invenção pela ICT; VI - promover junto aos órgãos competentes a proteção das criações desenvolvidas na instituição; VII - emitir parecer sobre a conveniência de divulgar as criações desenvolvidas na instituição, passíveis de proteção em conformidade com a legislação pertinente sobre a propriedade intelectual; VIII - acompanhar junto aos órgãos competentes o andamento dos processos de pedido de proteção, bem como dos processos de manutenção dos títulos de propriedade intelectual concedidos em nome da instituição. CAPÍTULO V DA PARTICIPAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS

6 Art. 19. Compete às ICTs: I - implantar sistemas de inovação, proteger o conhecimento inovador e produzir e comercializar invenções, colaborando para o desenvolvimento socioeconômico e tecnológico do Estado; II - incentivar e firmar parcerias de pesquisa conjunta com empresas e instituições de ensino e pesquisa públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, nacionais ou estrangeiras, visando à obtenção de inovação que viabilize a geração, o desenvolvimento e a fabricação de produtos e sistemas; III - formalizar instrumentos jurídicos para o desenvolvimento de projetos de pesquisa e inovação tecnológica, em regime de parceria com segmentos produtivos direcionados para a inovação e a otimização de processos empresariais; IV - prestar serviços a instituições públicas ou privadas, em harmonia com suas finalidades, mediante contrapartida, observado o disposto nesta Lei; V - assegurar proteção aos resultados das pesquisas, diretamente ou em parceria com instituições públicas ou privadas, nos termos da legislação relativa à propriedade intelectual; VI - formalizar instrumentos jurídicos para transferência de tecnologia e para outorga do direito de uso ou de exploração de criação, nos casos em que não convier a exploração direta e exclusiva da tecnologia pela ICT. VII - A contrapartida a que se refere o inciso IV do caput deste artigo consistirá no aporte de recursos financeiros, de bens ou de serviços relacionados com o projeto de pesquisa, economicamente mensuráveis, durante a execução do projeto e na fase de prestação de contas. VIII - O instrumento jurídico que formalizar a transferência de tecnologia de ICT para outras instituições, para fins de comercialização, estipulará a porcentagem de participação da cedente nos ganhos econômicos. IX - Cada ICT estabelecerá suas próprias diretrizes para o incentivo à inovação e a proteção do resultado das pesquisas, observado o disposto no art. 14. desta Lei. X - A transferência de tecnologia para exploração de criação protegida observará o disposto na legislação vigente, em especial na Lei Federal Lei nº , de 2 de dezembro de Art. 20. A transferência de tecnologia e o direito de exploração de criação dela resultante poderão ser a título exclusivo ou não. Parágrafo único. Cada ICT manterá banco de dados atualizado de tecnologias a serem comercializadas, observado o período de confidencialidade exigido para cada caso. Art. 21. O Estado do Rio Grande do Norte apoiará a cooperação entre o SECTI e outras iniciativas de inovação para atrair empresas que promovam a inovação, o desenvolvimento científico e tecnológico, incubadoras, parques tecnológicos e outras entidades de pesquisa científica e tecnológica. 1º Ficam o Estado e suas entidades autorizadas a participar minoritariamente do capital de empresa privada de propósito específico que vise ao desenvolvimento de projetos científicos e/ou tecnológicos para obtenção de produto, serviço ou processo inovadores. 2º A propriedade intelectual sobre os resultados obtidos pertencerá às instituições detentoras do capital social, na proporção da respectiva participação. CAPÍTULO VI DA AGÊNCIA DE FOMENTO - FAPERN

7 Art. 22. Compete à Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Norte FAPERN aqui representando a agência de fomento - dentre outras ações, incentivar, promover e patrocinar as atividades de pesquisa científica e tecnológica no Estado do Rio Grande do Norte, apoiar a formação de pessoal para a pesquisa, a tecnologia e a inovação; promover a atração e fixação de pesquisadores no Estado e financiar projetos de pesquisa científica e tecnológica, mormente aqueles com vistas à introdução da inovação no setor de produção de bens e serviços, nas políticas públicas e nas ações estratégicas visando ao desenvolvimento social e econômico do Estado do Rio Grande do Norte. Art. 23. Como parte da atuação descrita no artigo anterior, cabe-lhe promover e incentivar o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores em empresas e outras entidades privadas atuando no Rio Grande do Norte, nas ICTs, públicas e privadas localizadas no Estado do Rio Grande do Norte e nos órgãos públicos do Estado, mediante a concessão de recursos humanos e financeiros. A concessão destes recursos será regulada em convênios ou contratos específicos, destinados a apoiar atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação, sempre em consonância com a política de ciência, tecnologia e inovação do Estado. 1º Os recursos a que se refere o caput deste artigo poderão ser concedidos à empresas sob a forma de subvenção econômica ao desenvolvimento de projetos de inovação, de financiamento direto a projetos de pesquisa ou na forma de bolsas para custear a formação, o aperfeiçoamento ou a atuação e intercâmbio de pesquisadores; 2º Fica vedada a doação de recursos públicos, a empresas e institutos privados, sem que o acordo, contrato ou convênio que formaliza a concessão contenha um objeto claro e concreto da ação a ser executada e metas bem definidas a serem alcançadas; 3º Para a execução dessas ações, é facultado à agência atuar em cooperação com agências e órgãos de fomento de outros Estados, mormente aqueles que compõem o sistema federal de ciência e tecnologia. Art. 24. Para a execução de ações previstas nesta Lei a agência poderá estabelecer convênios, acordos e contratos com órgãos e agentes públicos, da administração estadual, municipal e federal, com organizações sociais e com entidades de direito privado para a execução de ações previstas nesta lei. Parágrafo único: É facultada à agência de fomento a inclusão de recursos financeiros necessários à gestão e acompanhamento de projetos de pesquisa científica e tecnológica, como parte do convênio, acordo ou contrato de que trata o caput deste artigo, até o limite de 5% (cinco por cento) do valor total do convênio, acordo ou contrato. Art. 25. Para o bom desempenho de suas tarefas, além dos profissionais previstos em seu Quadro de Lotação, é facultado à agência de fomento o recrutamento de pessoal de outros órgãos do Estado e das ICT, para compor seus quadros técnicos e administrativos, inclusive funções de direção, mediante a anuência do órgão cedente e a aprovação do Governo do Estado, no caso de órgão ou ICT estadual. Parágrafo único: Serão assegurados os direitos e vantagens do cargo ou emprego público no caso de afastamento do servidor de sua instituição de origem, nos termos do caput deste artigo, inclusive a manutenção da dedicação exclusiva no caso de professor de universidade estadual. CAPÍTULO VII - DA TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS

8 Art. 26. Fica o Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNDET autorizado a receber, operar e transferir recursos financeiros, sob a forma de subvenção econômica, para empresas nacionais localizadas no território do Estado do Rio Grande do Norte, visando fomentar as atividades de pesquisa e inovação. Art. 27. Os projetos de pesquisa objeto desta Lei, após aprovados em processo de seleção por Comitê formado por representantes de Instituições de Ensino Superior, de Fomento e de Pesquisa de caráter científico ou tecnológico, a partir de chamada pública, via Edital amplamente divulgado, estão obrigados a cumprir as diretrizes da política pública de Ciência, Tecnologia e Inovação, aprovadas pelo Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia CONECIT, bem como, as orientações e decisões emanadas da Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Norte FAPERN CAPÍTULO VIII - DA PARTICIPAÇÃO DO ESTADO EM FUNDOS DE INVESTIMENTO E OUTRAS PESSOAS JURÍDICAS Art. 28. O Estado do Rio Grande do Norte, suas autarquias, fundações e as empresas por ele controladas, direta ou indiretamente, poderão participar, na qualidade de cotistas, de fundos mútuos de investimento com registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), destinados à aplicação em carteira diversificada de valores mobiliários de emissão de empresas cuja atividade principal seja a inovação, conforme regulamentação e nos termos da legislação vigente. Parágrafo primeiro - A participação de que trata o caput deste artigo deverá observar os limites de utilização dos recursos públicos previstos na legislação vigente. Art O Estado do Rio Grande do Norte, suas autarquias, fundações e empresas por ele controladas, direta ou indiretamente, poderão participar do capital de sociedade ou associarem-se à pessoa jurídica caracterizada como parque tecnológico ou como incubadora de empresas, pertencentes ao Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação. CAPÍTULO IX - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 30. O Estado do Rio Grande do Norte criará mecanismos de financiamento específicos para implementar o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte. Art. 31. Na aplicação do disposto nesta Lei serão observadas as seguintes diretrizes: I - priorizar, nos municípios localizados no interior do estado, ações que visem a dotar a pesquisa e o sistema produtivo de maiores recursos humanos e capacitação tecnológica; II - assegurar tratamento favorecido a empresas de pequeno porte e pequena empresa; (e) III - dar tratamento preferencial, na aquisição de bens e serviços pelo poder público, às empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no Estado. Art. 32. As despesas resultantes da aplicação desta lei correrão à conta de dotações próprias consignadas nos orçamentos dos respectivos órgãos da administração pública direta e indireta. Art. 33. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação e revoga as disposições em contrário.

9 Natal, xxxxxxxxxx de 2009 Wilma Maria de Faria Governadora...Paula Segundo... Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico

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