Engº. Eletricista: Reynaldo Barros Presidente. Arquiteto: Paulo Roberto Sad da Silva Diretor da Fiscalização

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1 Engº. Eletricista: Reynaldo Barros Presidente Arquiteto: Paulo Roberto Sad da Silva Diretor da Fiscalização Engº. Civil: Ricardo Rovo de Souza Lima Gerente da Fiscalização Engª. Eletricista: Mariangela Mattos Garios Inacio Coordenadora da Fiscalização APRESENTAÇÃO Rio de Janeiro, dezembro de Este documento tem por finalidade estabelecer os procedimentos que deverão ser adotados pelos agentes de fiscalização quando das suas atividades, bem como outras atividades eventuais e/ou especiais.

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3 AGRADECIMENTOS Agradecemos a todos aqueles que de forma direta ou indireta contribuíram para a elaboração do presente documento. Agradecemos em especial a todos os agentes de fiscalização que contribuíram com seus extensos conhecimentos de ação fiscalizatória que em muito abrilhantaram este documento. Índice Pág. 1 - Introdução Fundamento Legal Leis Resoluções do CONFEA Decisões Normativas do CONFEA Normas de Fiscalização das Câmaras do CREA-RJ Câmara especializada de Engenharia Civil Câmara especializada de Arquitetura Câmara especializada de Engenharia Industrial 10 3

4 Câmara especializada de Engenharia Elétrica Câmara especializada de Agronomia Câmara especializada de Geologia e Engenharia de Minas Jurisprudências do CREA-RJ Câmara especializada de Engenharia Civil Câmara especializada de Arquitetura Câmara especializada de Engenharia Industrial Câmara especializada de Engenharia Elétrica Manual de Fiscalização da Câmara Especializada de Engenharia Química 12 do CREA-RJ Procedimentos para fiscalização do exercício profissional na área de 12 Engenharia de Segurança do Trabalho CEST / CREA-RJ 3 - Áreas de atuação da Fiscalização Construção Civil Obras em geral Edificações Denúncias Processos Manutenção Instruções Básicas Fiscalização na área da Construção Civil e outros serviços Falta de placa da empresa empreiteira com serviços executados por 18 empresa empreiteira subcontratada Fabricação de elementos pré-moldados de natureza não estrutural Divisórias e modulados Empresa com registro requerido, sem deferimento e que se encontre em 18 atividade Fachada de prédios Empreiteiras de mão de obra Concretagem Obra realizada em regime de mutirão, com projeto fornecido por 19 Prefeituras Municipais Execução de demolição Fornecimento, corte e dobra de ferro Cobertura metálica Empresa sem responsável técnico na área da Engenharia Civil Casas pré-fabricadas Projeto e execução de instalações elétricas prediais no âmbito da 20 Engenharia Civil Autuação pelo exercício ilegal da profissão Elementos pré-moldados de concreto armado de natureza estrutural Atividades na área da Engenharia Civil, vinculados à ART com atividades 21 técnicas de: projeto e execução de instalações elétricas em edificações, projeto e instalação de ar condicionado, projeto e instalação de sistema de ventilação e exaustão e plantio de grama e arbustos em edificações e para contenções de encostas Baixa de responsabilidade técnica, por profissional responsável pela 22 execução da obra ou serviço em que a mesma não se encontre concluída. 6 - Fiscalização na área da Arquitetura Arquitetura de interiores Atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais no 23 âmbito da Arquitetura 4

5 6.3 - Conjuntos arquitetônicos Parcelamento de solo urbano Execução de obras de/ em monumentos Planejamento físico, local, urbano seus serviços afins e correlatos Redes de Abastecimento e Central de Gás de Edificações Instalações telefônicas em Edifícios Execução de projeto de cálculo estrutural de edificações Função pública de agente fiscal de projeto de obras e urbanismo Contenção de Taludes Edificações Fiscalização na área da Engenharia Mecânica Metalúrgica Equipamentos de combate a Incêndio Bombas de abastecimento Embarcações navais Instalações hidráulicas Instalação de Kits para conversão de motores para utilização de gás 31 natural Aparelhos de transportes verticais e horizontais Transporte rodoviário de passageiros e de carga Sistemas centrais de tratamento de ar e sistemas de refrigeração para 33 aplicações industriais Autuação de empresas industriais Instalação e manutenção de equipamentos e aparelhos odonto-médicohospitalares Parques de diversões Caldeiras e vasos de pressão Gases combustíveis Concessionárias de veículos Câmaras frigoríficas Transformadoras de veículos Fabricantes de pólvora, explosivos, detonantes, munição para caça e 40 esporte, fósforos de segurança e artigos pirotécnicos Silos metálicos Reservatórios metálicos Aquecedores de água a gás Aeronaves Instalação e manutenção industrial Fiscalização na área da Engenharia Elétrica Interfones, Centrais de Portaria e Porteiros Eletrônicos Antenas coletivas de TV Antenas Parabólicas Centrais privadas de comutação telefônica Instalações elétricas Emissoras de radiodifusão sonora e de sons e imagens Subestações transformadoras, distribuidoras e de manobras e quadros 48 gerais de baixa tensão Vistoria de instalações de energia elétrica e emissão de laudo técnico Equipamentos de informática, computadores e periféricos Tubulações e redes internas de comunicações: áudio/dados/vídeo Proteção contra descargas atmosféricas Sonorização, iluminação e instalação em eventos TV por assinatura Fiscalização na área da Agronomia Fiscalização do comércio de agrotóxicos 54 5

6 No caso de 1ª visita (empresa não consta na listagem) Não possui Agrotóxico Possui Agrotóxico No caso de visitas posteriores (empresa consta na listagem) Fiscalização na área da Engenharia de Minas Água subterrânea Indústria do cimento Produtores de fertilizantes e/ou corretivo de solo Mineração de areia Mineração Mecânica de rochas Fiscalização na área da engenharia química Atividades relativas à produção de cimento e compostos de cálcio e 59 magnésio Atividades relativas a projeto e monitoramento de tratamento de 60 efluentes industriais, esgotos domésticos, emissões atmosféricas e resíduos sólidos urbanos e industriais Atividades relativas a projeto e fabricação de produtos químicos Atividades relativas a projeto e produção de polpa, papel, derivados 61 químicos de madeira e tratamento químico da madeira Atividades relativas a projeto e produção de tintas e pigmentos Atividades relativas a projeto e produção de material cerâmico, argila, 61 refratários, esmaltes e metal esmaltado Atividades relativas a projeto e produção de plásticos e borracha Atividades relativas a projeto e monitoramento de tratamento de águas 62 potável, industrial e de caldeira Atividades relativas à produção, transformação, armazenamento e 63 distribuição de gás, projeto, execução e manutenção das instalações Atividades relativas á fabricação de pólvora, explosivos, detonantes, 63 munição para caça e esporte, fósforos de segurança e artigos pirotécnico Atividades relativas à produção de alimentos Como identificar a atividade Anexo I Fiscalização do exercício profissional na área de Segurança do Trabalho Avaliações e Perícias Fiscalização dos serviços de instalação e manutenção predial Fiscalização de empresas sem registro Recadastramento Regularização do quadro técnico Orientação para informação e encaminhamento de processos diversos Orientação para informação e encaminhamento de denúncias / 87 solicitações de visitas 6

7 1) INTRODUÇÃO Este manual busca organizar e, principalmente, uniformizar a atuação da fiscalização do CREA-RJ. É fundamental que o Agente de Fiscalização, seu usuário costumaz, esteja convicto e consciente dos procedimentos aqui estabelecidos, que estão baseados na Legislação em vigor do Sistema CONFEA CREA s e na vivência acumulada ao longo do tempo. O cumprimento uniforme destes procedimentos resulta num número reduzido de erros e desvios, que em último caso são evitados pelo bom senso. E o bom senso não é gerar paliativos para proteger o infrator. O Agente de Fiscalização, por estar sempre diante dos acontecimentos, deve estar preparado para comentar a Legislação, tirar dúvidas e prestar esclarecimentos. Neste manual, consideramos importante que os procedimentos venham acompanhados das diretrizes (passo a passo) da atuação do Agente de Fiscalização. 2) FUNDAMENTO LEGAL: LEIS: Lei Federal N 5.194, de 24/12/66 - Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências. Em complementação, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia CONFEA, baixa Resoluções para regulamentar a aplicação dos dispositivos previstos nessa Lei; Lei de 05/11/68 - Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio; Lei de 07/12/77 - Instrumento legal de regulamentação profissional complementar, que institui a Anotação de Responsabilidade Técnica na prestação de serviços de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Lei de 26/06/79 - Instrumento legal que disciplina a profissão de Geógrafo e dá outras providências; Lei de 31/10/80 - Instrumento legal de âmbito geral, que dispõe sobre o registro de empresas nas entidades fiscalizadoras do exercício profissional; Lei de 27/11/85 - Dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho, e dá outras providências; Lei de 11/09/90 - Instrumento legal de âmbito geral, que institui o Código de Proteção e Defesa do Consumidor; Decreto Federal de 11/12/33 - Regula o exercício das profissões de Engenheiro, de Arquiteto e de Agrimensor; Decreto-Lei /95 de 06/02/85 - Define as atribuições dos Técnicos de Segundo Grau; Decreto de 09/04/86 - Regulamenta a Lei de 27/11/85, que dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho, e dá outras providências; Decreto de 09/04/86 - Dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho, a profissão de Técnico de segurança do trabalho, e dá outras providências RESOLUÇÕES DO CONFEA: Resolução 205/71 - Adota o Código de Ética Profissional; Resolução 207/72 - Dispõe sobre os processos de infração e define reincidência e nova reincidência; 7

8 Resolução 218/73 - Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Resolução 221/74 - Dispõe sobre o acompanhamento pelo autor, ou pelos autores ou co-autores, do projeto da execução da obra respectiva de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Resolução 229/75 - Dispõe sobre a regularização dos trabalhos de Engenharia, Arquitetura e Agronomia iniciados ou concluídos sem a participação efetiva do responsável técnico; Resolução 261/79 - Dispõe sobre o registro de Técnicos de 2 grau, nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Resolução 262/79 - Dispõe sobre as atribuições dos Técnicos de 2 grau, nas áreas da Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Resolução 278/83 - Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2 grau e dá outras providências; Resolução 288/83 - Designa o título e fixa as atribuições das novas habilitações em Engenharia de Produção e Engenharia Industrial; Resolução 313/86 - Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei 5.194/66, e dá outras providências; Resolução 335/89 - Dispõe sobre a composição dos CREA s, revoga a Resolução 318 e dá outras providências; Resolução 336/89 - Dispõe sobre o registro de pessoas jurídicas nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Resolução 345/90 - Dispõe sobre o exercício por profissional de Nível Superior das atividades de Engenharia de Avaliações e Perícias de Engenharia; Resolução 358/91 - Dispõe sobre a inclusão do Técnico de Segurança do Trabalho entre as constantes da Resolução 262, de 28/07/79; Resolução 359/91 - Dispõe sobre o exercício profissional, o registro e as atividades do Engenheiro de Segurança do Trabalho e dá outras providências; Resolução 361/91 - Dispõe sobre a conceituação de Projeto Básico em Consultoria de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Resolução 407/96 - Revoga a Resolução 250/77, que regula o tipo e uso de placas de identificação de exercício profissional em obras, instalações e serviços de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; Resolução 413/97 - Dispõe sobre o visto em registro de pessoa jurídica; Resolução 417/98 - Dispõe sobre Empresas enquadráveis nos Artigos 59 e 60 da Lei 5.194/66; Resolução 425/98 - Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica ART e dá outras providências; Resolução 430/99 - Relaciona cargos e funções dos serviços da administração pública direta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, cujo exercício é privativo de profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia e dá outras providências; Resolução 437/99 - Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica ART relativa às atividades dos Engenheiros e Arquitetos especialistas em Engenharia de Segurança do Trabalho e dá outras providências DECISÕES NORMATIVAS DO CONFEA: DN 017/84 - Dispõe sobre o registro de empresas de mineração, bem como sua Anotação de Responsabilidade Técnica; DN 020/86 - Dispõe sobre os serviços de concretagem e sua Anotação de Responsabilidade Técnica ART; 8

9 DN 029/88 - Estabelece competência nas atividades referentes a Inspeção e Manutenção de Caldeiras e projetos de Casa de Caldeiras; DN 032/88 - Estabelece atribuições em projetos, execução e manutenção de Central de Gás; DN 036/91 - Dispõe sobre a competência em atividades relativas a elevadores e escadas rolantes; DN 039/92 - Fixa critérios para a fiscalização de empresas concessionárias de veículos automotores, e dá outras providências; DN 040/92 - Dispõe sobre a fiscalização das atividades ligadas a retifica de motores e reparos e regulagem de bombas injetoras de combustível em motores diesel; DN 041/92 - Dispõe sobre a fiscalização das atividades de manutenção de veículos de transporte rodoviários coletivos; DN 042/92 - Dispõe sobre a fiscalização das atividades de instalação e manutenção de sistemas condicionadores de ar e de frigorificação; DN 045/92 - Dispõe sobre a fiscalização dos serviços técnicos de geradores de vapor e vasos sob pressão; DN 047/92 - Dispõe sobre as atividades de parcelamento de solo urbano, as competências para executá-las e dá outras providências; DN 052/94 - Dispõe sobre a obrigatoriedade de responsável técnico pelas instalações das empresas que exploram parques de diversões; DN 055/95 - Fixa critérios para fiscalização de empresas fabricantes de carrocerias de ônibus, carrocerias de caminhões, caçambas basculantes e fixas, coletoras de lixo, tanques, baús de caixas especiais, carretas e reboques em geral, bem como empresas transformadoras de veículos e fabricantes de veículos fora de série e dá outras providências; DN 056/95 - Dispõe sobre o Registro, Fiscalização e Anotação de Responsabilidade Técnica de Redes de Emissoras de Televisão, Rádio AM e Rádio FM e dá outras providências; DN 057/95 - Dispõe sobre a obrigatoriedade do registro das pessoas físicas e jurídicas que prestam serviços de manutenção em subestações de energia elétrica, as anotações dos profissionais por eles responsáveis e dá outras providências; DN 059/97 - Dispõe sobre o registro de pessoas jurídicas que atuam nas atividades de planejamento, pesquisa, locação, perfuração, limpeza e manutenção de poços tubulares para captação de água subterrânea e dá outras providências; DN 060/88 - Dispõe sobre o Registro e Fiscalização de Empresas Prestadoras de Serviços de TV por Assinatura e dá outras providências; DN 063/99 - Dispõe sobre responsável técnico de pessoa jurídica que desenvolva atividades de planejamento e/ou execução de obras na área de mecânica de rochas, seus serviços afins e correlatos; DN 066/ Dispõe sobre o registro nos CREAS das empresas fabricantes de pólvora, explosivos, detonantes, munição para caça e esporte, fósforos de segurança e artigos pirotécnicos NORMAS DE FISCALIZAÇÃO DO CREA-RJ: CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL: NF 03/93 - Fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais no âmbito da Engenharia Civil; NF 05/95 - Estabelece os procedimentos para autuação pelo exercício ilegal da profissão; NF 06/96 - Estabelece procedimentos para autuação de empresas que atuam na indústria de elementos pré-moldados de concreto armado de natureza estrutural, e define parâmetros para cobrança de respectiva ART; 9

10 NF 07/99 - Registro de atestados técnicos e fiscalização na área da Engenharia Civil vinculados à ART com atividades técnicas de: Projeto e execução de instalação elétrica em edificações, projeto e instalação de ar condicionado, projeto e instalação de sistema de ventilação e exaustão e plantio de grama e arbustos em edificações e para contenções de encostas; NF 08/96 - Estabelece procedimentos para autuação de empresas que atuam na indústria de elementos pré-moldados de concreto armado de natureza estrutural, e define parâmetros para cobrança de respectiva ART; NF 10/Conj. CAC/CEARQ - Estabelece procedimentos para autuação de empresas que atuam na produção, fabricação, fornecimento, instalação e montagem de casas pré-fabricadas CÂMARA ESPECIALIZADA DE ARQUITETURA: NF 01/88 - Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projeto e/ou execução de Arquitetura de interiores; NF 05/96 - Fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais no âmbito da Arquitetura. NF 06/96 - Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos e/ou execução de Conjuntos Arquitetônicos. NF 07/96 - Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos de Parcelamento de Solo Urbano. NF 08/96 - Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos e/ou execução de obras de/em Monumentos. NF 09/96 - Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos e/ou execução de trabalhos referentes a planejamento físico, local, urbano seus serviços afins e correlatos CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL: NF 04/87 (1ª revisão) - Aparelhos de transporte; NF 05/87 (1ª revisão) - Transporte rodoviário de passageiros e de cargas; NF 06/88 (1ª revisão) - Sistemas centrais de tratamento de ar e sistemas de refrigeração para aplicações industriais; NF 07/88 - Autuação de Empresas Industriais; NFC 01/96 CAI e CEEE - Fiscalização das atividades de instalação e manutenção de equipamentos e Aparelhos Odonto-Médico-Hospitalares CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA: NF 02/88 (1ª revisão) - Registro e fiscalização das atividades de firmas e profissionais na área de instalação e manutenção de interfones, centrais de portaria e porteiros eletrônicos; NF 03/88 (1ª revisão) - Registro de firmas e profissionais dedicados à fabricação, instalação e manutenção de antenas coletivas de TV; NF 04/88 (1ª revisão) - Registro e fiscalização das atividades de projeto, fabricação, instalação e manutenção de antenas parabólicas; NF 05/88 - Fiscalização das atividades de fabricação, instalação e manutenção de Centrais Privadas de Comutação Telefônica; NF 06/88 (5ª revisão) - Registro e fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica; NF 07/89 (1ª revisão) - Registro e fiscalização das atividades técnicas das emissoras de radiodifusão sonora e de sons e imagens; 10

11 NF 08/90 - Fiscalização das atividades de manutenção de subestações transformadoras, distribuidoras e de manobras e quadros gerais de baixa tensão; NF 09/92 - Fiscalização das atividades de instalação e manutenção de equipamentos odonto-médico-hospitalares e eletro-eletrônicos; NF 10/93 - Fiscalização das atividades de execução de vistoria de instalações de energia elétrica e emissão de laudo técnico; NF 11/93 - Fiscalização das atividades de projeto, fabricação, instalação, manutenção e assistência técnica em equipamentos de informática, computadores e periféricos; NF 12/97 - Fiscalização das atividades de projeto, estudo, instalação, manutenção e assistência técnica na área de tubulações e redes internas de comunicações: áudio/dados/vídeo. NF 13/96 - Fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações prediais de proteção contra descargas atmosféricas. NF 14/00 - Fiscalização das atividades de projeto e execução de sonorização, iluminação e instalação em Eventos CÂMARA ESPECIALZADA DE AGRONOMIA: NF 02/91 - Controle das atividades técnicas relativas ao uso e comércio dos agrotóxicos; NF 05/92 - Fiscalização do receituário agronômico e dos estabelecimentos comerciais de agrotóxicos CÂMARA ESPECIALIZADA DE GEOLOGIA E ENGENHARIA DE MINAS: NF 02/92 - Registro e fiscalização de empresas que atuam no ramo de águas subterrâneas; NF 03/93 - Registro e fiscalização de firmas que atuam no ramo da indústria do cimento; NF 04/93 - Registro e fiscalização de firmas produtoras de fertilizantes e/ou corretivo de solo; NF 05/93 - Parâmetros para registro de Mineração de areia junto ao CREA-RJ JURISPRUDÊNCIAS DO CREA-RJ: CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL: Jur. 01/86 - Autuação por falta de placa da empresa empreiteira com serviços executados por empresa empreiteira subcontratada; Jur. 02/87 - Registro de empresas que exploram a fabricação de elementos prémoldados de natureza não estrutural; Jur. 03/87 - Registro de empresas que tenham como objeto social a montagem de divisórias e modulados; Jur. 04/88 - Empresa com registro requerido, sem deferimento e que se encontre em atividade; Jur. 05/88 - Empresas que prestam serviço de restauração e pintura de fachada de prédios; Jur. 06/89 - Registro de empresas empreiteiras de mão-de-obra; Jur. 07/93 - Atribuições profissionais referentes às atividades de laudo, perícia e avaliação de imóveis; Jur. 08/93 - Anotação de Responsabilidade Técnica ART referente aos serviços de concretagem; 11

12 Jur. 09/94 - Exime de responsabilidade técnica a direção e execução de obra realizada em regime de mutirão, que não exceda a setenta metros quadrados, com projeto fornecido por Prefeituras Municipais; Jur. 10/96 - Responsabilidade técnica por execução de demolição; Jur. 011/99 - Anotação de Responsabilidade Técnica ART referente aos serviços de fornecimento, corte e dobra de ferro; Jur. 012/99 - Responsabilidade Técnica por projeto, instalação e execução de cobertura metálica; Jur. 13/99 - Empresa sem responsável técnico na área de Engenharia Civil; Jur. 014/99 - Produção, fabricação, fornecimento, instalação e montagem de casas pré-fabricadas CÂMARA ESPECIALIZADA DE ARQUITETURA: Jur. 01/89 (atribuições) Competência do profissional Arquiteto para executar projetos de redes de abastecimento e central de gás de edificações; Jur. 02/90 (atribuições) Competência do profissional Arquiteto para executar projetos de instalações telefônicas em edifícios; Jur. 03/90 (atribuições) Atribuições de profissionais Arquitetos em atividades de execução de projeto de cálculo estrutural de edificações; Jur. 05/91 (atribuições) Exercício de cargo ou função pública de agente fiscal de projetos e obras de urbanismo; Jur. 06/92 (atribuições) Competência do profissional Arquiteto para executar obras de contenção de taludes; Jur. 07/92 (atribuições) Emissão de certidão de equivalência de atribuições dos profissionais Arquitetos e Engenheiros Civis em atividades de edificações CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL: Jur. 01/88 Equipamentos de combate a incêndio; Jur. 02/91 Bombas de abastecimento; Jur. 05/92 Reparos navais; Jur. 07/92 Operação de embarcações; Jur. 10/00 Habilitação para o exercício da atividade de arqueação de carga para navios; Jur. 11/00 - Instalações hidráulicas; Jur. 12/00 Instalação de Kits para conversão de motores para utilização de gás natural CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA: Jur. 03/97 - Manutenção de equipamentos odonto-médico-hospitalares que utilizam radiações ionizantes MANUAL DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA DE ENGENHARIA QUÍMICA DO CREA- RJ PROCEDIMENTOS PARA A FISCALIZAÇÃO DO EERCÍCIO PROFISSIONAL NA ÁREA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO CEST / CREA-RJ 12

13 3) ÁREAS DE ATUAÇÃO DA FISCALIZAÇÃO: CONSTRUÇÃO CIVIL OBRAS EM GERAL Edificações: A) Residencial: A.1) Unifamiliar: Casa residencial. A.2) Multifamiliar: A.2.1) Permanente: Prédio de apartamentos; Conjunto residencial. A.2.2) Transitória: Hotéis; Motéis; Apart hotéis; Pensões; Asilos; Colônia de férias, Etc. B) Comercial: Loja individual; Supermercado; Shopping; Prédio de salas; Prédio de lojas (centro comercial, galeria de lojas). C) Obras viárias: Rua; Estrada; Viaduto; Ponte; Passarela. D) Instalações: Elétrica; Mecânica; Hidrossanitárias. E) Muros e contenções: F) Pré-fabricados: Lajes; Pré-moldados; Casas pré-fabricadas. 13

14 DENÚNCIAS PROCESSOS 3.2) MANUTENÇÃO: Comercial (shopping, lojas comerciais, empresas, postos de gasolina, cinema, casas de espetáculos, bancos, supermercados, hotéis, motéis, restaurantes, escolas, teatros e casas de show); Hospitalar; Indústrias; Órgãos Públicos; Residencial; Eventos e Feiras; Agronomia. 4) INSTRUÇÕES BÁSICAS: Chegada ao local a ser fiscalizado: Consideramos como instrução básica à atuação do Agente de Fiscalização em qualquer segmento a ser fiscalizado, os seguintes pontos: I. Cumprimento aos interlocutores ( Bom dia, Boa tarde ou Boa Noite ); II. Identificar-se mencionando: Nome, Função (Agente de Fiscalização) e de onde é (CREA-RJ Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Rio de Janeiro) e disponibilizando a apresentação da sua carteira funcional, quando necessário; III. Esclarecer a razão da presença: em fiscalização de rotina... / atendendo denúncia anônima... / cumprindo determinação de... A seqüência é pertinente ao segmento a ser fiscalizado. Apresentação e Postura: É fundamental a apresentação do Agente de Fiscalização, assim como a sua postura durante a visita ou ação fiscal. Eis algumas observações: I. O Agente de Fiscalização deve evitar vestir camisa sem gola ou estar sem meia, assim como manter o blusão desabotoado exageradamente; II. O uso de tênis não é aconselhável, tanto por questões de segurança como de apresentação; III. Não usar camisas de cores berrantes; IV. Deve usar sempre uma pasta, evitando o uso de sacolas comerciais; V. Evitar falar palavrões e gírias durante a visita; VI. Jamais responder a uma pergunta cuja resposta desconheça; VII. Jamais tecer considerações de ordem técnica, mesmo para leigos, pois esta não é uma função do Agente de Fiscalização; (NÃO SE MANIFESTAR TECNICAMENTE, SER IMPARCIAL. EM HIPÓTESE ALGUMA MANIFESTAR PARECER TÉCNICO, MESMO QUE O AGENTE DE FISCALIZAÇÃO TENHA CONHECIMENTO TÉCNICO DO ASSUNTO); VIII. Em sua explanação o Agente de Fiscalização deve defender-se mencionando a legislação e a sua condição de Agente Fiscalizador. Porém, jamais deve fazer ameaças ou extrapolar o uso da sua força de polícia. 14

15 5) FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL E OUTROS SERVIÇOS: Objetivos: Garantir que as empresas/profissionais prestadores de serviços nos diversos ramos de atividades relacionados ao sistema CONFEA/CREA estejam devidamente regularizados perante a legislação em vigor, principalmente no que se refere ao registro/visto junto ao Conselho, ao respeito aos limites das atribuições, à anotação da responsabilidade técnica, à efetiva participação do responsável técnico, à fixação de sua placa e ao cumprimento ao Ato 2; Prestar orientações, principalmente quanto aos seguintes aspectos: o que é o CREA e qual o seu papel junto às empresas, aos profissionais e à sociedade; A importância do exercício legal das profissões na qualidade dos serviços prestados; Que as empresas (ou profissionais) somente sejam contratadas mediante prova de habilitação junto ao CREA-RJ; Que seja exigida das empresas/profissionais contratados a Anotação da Responsabilidade Técnica do contrato objeto do serviço; Que seja exigida do responsável técnico a sua real participação nos serviços; Que seja exigida das empresas/profissionais a afixação de sua placa. Procedimentos: 1) Em visita à obra/serviço, o fiscal deverá procurar contactar a pessoa autorizada a prestar as informações desejadas, na seguinte ordem de prioridades: responsável técnico, engenheiro residente, contratante, mestre ou encarregado da obra, apontador e outros. 2) Após identificar-se e explicar os objetivos da visita, preencher o Relatório de Visita - RV, conforme o(s) modelo(s), cabendo ressaltar o seguinte: I. No caso de obras/serviços cujo endereço esteja incompleto ou o local seja de difícil acesso, o fiscal deverá fornecer o máximo de referências que facilite uma posterior localização; II. Caso seja necessário, deverá elaborar um croqui para a indicação da localização, no verso do RV; Obs.: O número do medidor de consumo de energia elétrica, ou água, etc., bem como a informação de se tratar do lado par/ímpar da rua/avenida, também poderão ser citados como referência; quando o objeto de fiscalização se localizar em esquina, considerar o lado par ou ímpar de ambas as ruas (numeração) para anotação do endereço. Ex.: Rua Amazonas, s/nº (lado par) esquina com rua Paraná (lado ímpar). III. Na impossibilidade de indicar a fase da obra/serviço, a partir da atividade em execução, deve ser utilizado o percentual realizado em relação ao total a ser executado; Ex.: Pintura de fachada, pavimentação, contenções, etc. IV. Na ausência da informação da quantificação da obra/serviço, deverá ser feita uma estimativa; Obs.: Entende-se por quantificação: área de construção (m 2 ), volume (m 3 ), comprimento (m/linear ou km), potência instalada (KW ou KVA), número de máquinas ou equipamentos, etc. 15

16 V. No campo 02 do RV (CONTRATANTE), quando se tratar de exercício ilegal da profissão pelo proprietário, além do nome completo ou razão social, deverá também ser solicitado o CPF ou CNPJ do infrator (respectivamente); VI. No campo 02 do RV (CONTRATANTE), deverá sempre ser lançado o endereço residencial/comercial para correspondência; Obs.: Na impossibilidade de obtê-lo, considerar o endereço disponível. VII. Quando do preenchimento dos campos relacionados aos contratados/executantes (campo 03 do RV), ressaltamos o seguinte: O fiscal deverá lançar o nome/razão social completos, evitando o uso de abreviações, exceto aquelas existentes nas listagens do Conselho; Quando se tratar de exercício ilegal da profissão, pessoa física ou jurídica (leigo), além do nome ou razão social, deverão ser solicitados o CPF (ou CNPJ) e o endereço completo do autuado para correspondência; Uma vez que o fiscal deve consultar às listagens respectivas para verificar a situação de registro/autuação das empresas cadastradas, estando a empresa registrada ou possuindo registro de leigo, o número do processo deverá ser lançado no campo reservado para este fim. O mesmo princípio aplica-se ao profissional, ou seja, se o fiscal de alguma forma tiver acesso ao registro/número de carteira e/ou título profissional do mesmo, não deverá deixar de lançá-los. Deverá ser lançado o número do Auto de Infração emitido; Caso seja identificada a subcontratação, preencher um RV para cada contratante e respectivos contratados. Na visita a obra ou serviços, deverão ser lavrados tantos RV s para quantos contratantes houver, mencionando no item 4 (informações complementares) o número do RV de origem; No caso das empresas autuadas por exercício ilegal por falta de registro, caso a mesma possua responsável técnico, deverá ser solicitado, se houver, o nome, título e registro desse profissional. VIII. Codificação da atividade: Deverá ser utilizado o código específico de atividades para cada empresa/profissional contratado na obra/serviço, observando-se os seguintes casos específicos: Caso a empresa/profissional esteja desenvolvendo uma atividade não codificada, deverá ser utilizado o código D99, sendo a atividade especificada no campo 04 do RV (informações complementares). Havendo mais de uma empresa e/ou profissional enquadrados neste caso, ao lado da especificação do código D99 deverá ser identificado a empresa/profissional em referência; Caso a empresa/profissional esteja desenvolvendo mais de uma atividade, independente das mesmas já possuírem codificação individualmente, também deverá ser utilizado o código D99, seguindo-se os mesmos procedimentos do item anterior; Ex.: D99 = projeto de arquitetura e fiscalização de obra. Quando se tratar de serviço de reforma, deve ser detalhado, no campo 04 do RV (informações complementares), o tipo de serviço executado, de forma a permitir uma correlação posterior do serviço com a ART recolhida; 16

17 Ex.: Pintura de fachada, pavimentação, etc. Quando se tratar de reforma com acréscimo, colocar o código B22 (execução de reforma) detalhando, no campo 04 do RV (informações complementares), a área da reforma, bem como a área do acréscimo e se houver alteração de reforço estrutural. I. A especificação do código de ramo de atividade deverá ser feita em correlação entre o profissional e a Câmara respectiva, exceto quando a atividade desenvolvida for divergente às atribuições do titulo profissional. Neste caso a correlação deve ser entre a atividade desenvolvida e a Câmara respectiva;. A codificação da infração deve obedecer a listagem estabelecida; I. O campo motivo da ação deve ser utilizado para especificar a infração constatada, o número da ART recolhida, a existência da placa, bem como assinalar a ação realizada, conforme o caso. Deve também ser utilizado para indicar se a atividade ainda não foi iniciada ou já se encontra concluída (no caso de várias atividades no RV). Quando se tratar de uma única atividade constatada no RV, a informação sobre a fase da obra/serviço, deve ser lançada no campo fase da obra ; Exemplos: 07 Falta de placa/art nº Ação realizada: A ART nº Ação realizada: V 08 Falta ART/ com placa Ação realizada: A ART /serviço concluído Verificação de situação regular (entende-se que a placa encontra-se afixada no local) Ação realizada: V 07 Falta de placa Ação realizada: A 08 Falta ART Ação realizada: A 08 Verificar ART/serviço não iniciado Ação realizada: não preencher Obs: No caso de ocorrência de mais de um tipo de infração para um mesmo infrator, deverão ser utilizados tantos campos forem necessários, repetindo-se a identificação do contratado e demais dados. II. O campo 04 do RV (informações complementares) deverá sempre ser utilizado para o acréscimo de dados necessários a uma melhor elucidação da ação fiscalizatória, ou ainda para o apontamento de situações não previstas nos procedimentos. Caso o espaço seja insuficiente, utilizar também o verso do RV ou folha anexa; III. Finalizando o preenchimento do RV o fiscal identificará o local (município) e lançará a data; IV. Após sua assinatura e carimbo, o fiscal deverá solicitar, no campo fonte de informação, o nome completo do informante, devendo em seguida especificar de forma legível, o seu nome completo e o seu cargo/função. O fiscal poderá também solicitar a assinatura do informante. 17

18 5.1 - FALTA DE PLACA DA EMPRESA EMPREITEIRA COM SERVIÇOS EECUTADOS POR EMPRESA EMPREITEIRA SUBCONTRATADA: (Jurisprudência CAC 01/86) Em uma obra de construção civil deverá existir placa da empresa construtora principal, sob a sua responsabilidade, e placas indicando as firmas que prestam serviços auxiliares, tais como fundações, instalações hidráulicas, controle tecnológico do concreto e outros, ficando a responsabilidade de afixação e manutenção dessas placas pelas firmas auxiliares FABRICAÇÃO DE ELEMENTOS PRÉ-MOLDADOS DE NATUREZA NÃO ESTRUTURAL: (Jurisprudência CAC 02/87) As empresas que exploram a fabricação de elementos pré-moldados de natureza não estrutural, não estão sujeitas a registro no CREA-RJ. Obrigadas a registro estão as empresas que fabricam elementos pré-moldados de concreto de natureza estrutural como vigas e lajes DIVISÓRIAS E MODULADOS. (Jurisprudência CAC 03/87) As empresas que tenham como objeto social a montagem de divisórias e modulados estão isentas de registro no CREA-RJ, na área da construção civil EMPRESA COM REGISTRO REQUERIDO, SEM DEFERIMENTO E QUE SE ENCONTRE EM ATIVIDADE: (Jurisprudência CAC 04/88) As empresas com processo de registro em tramitação e que, sem deferimento, estejam em atividade, deverão ser autuadas por exercício ilegal por falta de registro artigo 6, alínea A, da Lei Federal 5.194/66 desde que a interessada, por sua responsabilidade, não tenha cumprido, com exigência formulada pelo CREA-RJ, a mais de 60 (sessenta) dias, configurando a paralisação da tramitação do processo de registro FACHADA DE PRÉDIOS: (Jurisprudência CAC 05/88) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas que prestam serviço de restauração de fachada em prédios com mais de 2 (dois) pavimentos e com instalação de andaimes suspensos. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas que executam obras de restauração e/ou serviço de pintura de fachada em prédio com mais de 2 (dois) pavimentos, com instalação de andaimes suspensos. As atividades de obra de restauração e/ou serviço de pintura de fachada em prédio com mais de 2 (dois) pavimentos, constituem-se em atividade técnica que requer o acompanhamento de profissionais de Engenharia Civil. Deverá ser recolhida uma ART para cada serviço de restauração e/ou pintura de fachada em prédio com mais de 2 (dois) pavimentos, com instalação de andaimes suspensos EMPREITEIRAS DE MÃO DE OBRA: (Jurisprudência CAC 06/89) As empresas empreiteiras de mão-de-obra que executem serviços de engenharia, fundamentalmente na área da construção civil, estão obrigadas a registro, devendo possuir profissional responsável técnico, Engenheiro Civil ou Arquiteto. As citadas empresas estão também obrigadas a efetuar Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) dos serviços realizados. 18

19 As empresas que se intitulam empreiteiras de mão-de-obra ou sub-empreiteiras de mãode-obra, mas que na realidade são locadoras de mão-de-obra, estão isentas de registro, aplicada nesse caso a Decisão Normativa 03/78 do CREA-RJ, a qual é descrita a seguir: O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais conferidas pelas letras K e O do artigo 34 da Lei Federal 5.194/66; Resolve: Art. 1 - Não estão sujeitas a registro no CREA-RJ, as pessoas jurídicas cuja atividade corresponda somente a obras ou serviços de Engenharia, Arquitetura ou Agronomia, a cargo de firma legalmente habilitada. Art 2 - Se a firma vier a executar obras ou serviços de Engenharia, de Arquitetura ou de Agronomia, ficará sujeita às exigências do art. 59 da Lei Federal 5.194/ CONCRETAGEM (Decisão Normativa 020/86 e Jurisprudência CAC 08/93) Os serviços de Concretagem são empreendimentos de Engenharia, pois consistem em dosagem e mistura dos materiais componentes do concreto, de conformidade com as especificações técnicas requeridas para cada caso, acrescidas do transporte e aplicação da respectiva mistura na obra. As empresas que prestam serviços de concretagem ficam obrigadas a sujeitar seus contratos de serviços de concretagem à Anotação de Responsabilidade Técnica ART, por obra, pois aí não existe a dupla incidência de ART ou tributação. As empresas prestadoras desses serviços poderão apresentar mensalmente a este Conselho uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) global, junto com uma listagem contendo as obras atendidas a cada mês, recolhendo uma única taxa, cujo valor será aquele que estiver em vigor na ocasião do recolhimento OBRA REALIZADA EM REGIME DE MUTIRÃO, QUE NÃO ECEDA A SETENTA METROS QUADRADOS, COM PROJETO FORNECIDO POR PREFEITURAS MUNICIPAIS: (Jurisprudência CAC 09/94) É eximido de Responsabilidade Técnica a direção e execução de obra que não exceda a 70 m² (setenta metros quadrados), realizada em regime de mutirão, para projetos de moradias econômicas, fornecidos por Prefeituras Municipais EECUÇÃO DE DEMOLIÇÃO: (Jurisprudência CAC 10/96) A realização de qualquer demolição constitui-se em atividade técnica especializada, considerando que para sua realização se faz necessário vistoriar e avaliar o que foi anteriormente edificado, tornando-se obrigatória a orientação de profissional habilitado, Engenheiro Civil ou Arquiteto, para responsabilizar-se por essa atividade FORNECIMENTO, CORTE E DOBRA DE FERRO: (Jurisprudência CAC 011/99) O fornecimento, corte e dobra de ferro constitui-se em atividade técnica especializada, considerando que para sua realização se faz necessária análise do projeto, conhecimento técnico para executá-lo, operação e manutenção de equipamento e fiscalização, tornando-se obrigatória a orientação de profissional habilitado, Engenheiro Civil ou Arquiteto, para responsabilizar-se por essa atividade. As empresas deverão estar registradas neste Conselho e, quando realizarem os serviços mencionados acima, deverão efetivar a correspondente Anotação de Responsabilidade Técnica ART e colocação de placa. 19

20 COBERTURA METÁLICA: (Jurisprudência CAC 012/99) As atividades de Projeto, Instalação e Execução de cobertura metálica são atividades de natureza técnica especializada, considerando que, para sua realização, se fazem necessários a vistoria, avaliação, estudo, planejamento, projeto e especificação, condução de equipe de instalação, montagem e reparo ou manutenção, execução de instalação, montagem e reparo, tornando-se obrigatória a orientação de profissional habilitado, Engenheiro Civil, para responsabilizar-se por essas atividades. As empresas que possuem tal atividade em seu objeto social deverão estar registradas neste Conselho e, quando realizarem os serviços mencionados acima, deverão efetuar a correspondente Anotação de Responsabilidade Técnica ART e a colocação de placa EMPRESA SEM RESPONSÁVEL TÉCNICO NA ÁREA DE ENGENHARIA CIVIL: (Jurisprudência CAC 013/99) As empresas registradas junto a este Conselho, que se encontram sem responsável técnico na área da Engenharia Civil, e em atividade, deverão ser autuadas por exercício ilegal por falta de participação de profissional registrado no CREA-RJ, baseada no art. 6, alínea C, da Lei 5.194/66, por inobservância dos arts. 59 e 60 da Lei 5.194/66, no exercício das atividades previstas no art. 7 da Lei 5.194/66, combinado com o Parágrafo Único do art. 8 da Lei 5.194/66, desde que a interessada, por sua responsabilidade, não tenha cumprido exigência formulada pelo CREA-RJ, dentro do prazo legal estabelecido CASAS PRÉ-FABRICADAS: (Norma de Fiscalização CAC/CEARQ NOV/99 e Jurisprudência CAC 014/99) A produção, fabricação, fornecimento, montagem e instalação de casas pré-fabricadas são atividades de natureza técnica especializada, considerando que para sua realização se faz necessário vistoria, avaliação, estudo, planejamento, projeto e especificação; condução de equipe de instalação, montagem, reparo ou manutenção; execução de instalação, montagem e reparo, tornando-se obrigatória a orientação e supervisão de profissional habilitado, Engenheiro Civil ou Arquiteto, para responsabilizar-se por essas atividades. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas que atuam na produção, fabricação, fornecimento, instalação e montagem de casas pré-fabricadas, sob a Responsabilidade Técnica de profissional habilitado, Engenheiro Civil ou Arquiteto. Deverá ser recolhida uma ART para cada contrato das atividades acima mencionadas. Autuar diretamente as empresas que atuam no ramo de Casas Pré-fabricadas, constatadas sem registro no CREA-RJ quer por visitas locais às fábricas e lojas, em obras, quer constatadas em anúncios vinculados na grande imprensa PROJETO E EECUÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS NO ÂMBITO DA ENGENHARIA CIVIL: (Norma de Fiscalização CAC 03/93) As atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais deverão ser executadas por profissionais e empresas registrados no CREA-RJ. Os profissionais habilitados para as atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais, além dos Engenheiros Eletricistas, estas são também dos Engenheiros Civis e Engenheiros de Fortificação e Construção, com as atribuições regidas pelo artigo 28 do Decreto /33 ou art. 7 da Resolução 218/73 do CONFEA. Os projetos e execução de instalação elétrica predial são aqueles referentes às instalações de energia elétrica em uma edificação (em baixa tensão, monofásica, bifásica e trifásica). Entende-se a referida instalação como a atividade técnica que envolve montagem de equipamentos e acessórios, no local, obedecendo ao determinado em seu projeto elétrico além da execução de bateria de testes pré-determinados para a garantia do funcionamento satisfatório de instalação elétrica executada, em rigorosa obediência às normas específicas da ABNT vigente, e onde essas forem omissas ou inexistentes, conforme normas estrangeiras aplicadas, as quais, entretanto, deverão ser citadas quando do registro no CREA-RJ. 20

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