MONITORAÇÃO REMOTA DE ATIVOS: EXPERIÊNCIAS DE APLICAÇÕES PILOTO EM GERADORES DE ENERGIA

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1 MONITORAÇÃO REMOTA DE ATIVOS: EXPERIÊNCIAS DE APLICAÇÕES PILOTO EM GERADORES DE ENERGIA Fabrizio Leal Freitas Mauro Pacheco Ferreira Tiago Kaoru Matsuo AQTech Engenharia e Instrumentação S.A. RESUMO A gestão da manutenção lida com a maximização do tempo de produção e vida útil dos ativos de uma empresa. No contexto de geração de energia a adoção de filosofias preditivas de manutenção depende da monitoração online, ferramenta que provê informações detalhadas sobre o gerador e subsidia a tomada de decisão para operação e manutenção. Este artigo aborda a experiência da AQTech neste contexto. Aplicações piloto de tecnologia própria e alto índice de nacionalização são apresentadas, explicitando as características técnicas, arquitetura empregada, sinais monitorados e resultados obtidos. O estudo também amplia a aplicabilidade da tecnologia para a monitoração da geração distribuída, tanto no âmbito de gestão do ativo quanto para a estabilidade do sistema elétrico descentralizado. PALAVRAS-CHAVE Instrumentação eletrônica; monitoração remota; geração de energia; gestão de ativos. 1. INTRODUÇÃO A NBR 5462 considera a manutenção como a combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em um estado no qual possa desempenhar uma função requerida [1]. A gestão de manutenção é a disciplina que lida com a maximização da disponibilidade e vida útil de um determinado ativo. Dentro dos negócios que dependem da geração de energia, uma grande preocupação das equipes de manutenção é a saúde" dos geradores de energia elétrica, máquinas rotativas que exigem altos investimentos e demandam de especial atenção devido à sua inerente complexidade operativa. As filosofias de manutenção tipicamente são divididas em corretiva, preventiva e preditiva. Na primeira, as ações da equipe de manutenção são desencadeadas pelas ocorrências de falhas (estragou-conserte). Na segunda, os ajustes são realizados de maneira periódica, independente do estado da máquina. Já na filosofia preditiva, as ações são baseadas no estado ou condição do ativo. Esta característica torna a manutenção preditiva também conhecida por CBM (Condition Based Maintenance Manutenção Baseada em Condição) a mais meticulosa e ativa das três filosofias de manutenção[2]. Para adotar políticas preditivas de manutenção é necessário inferir o estado da máquina. Os sistemas de monitoramento online compostos de sensores, eletrônica analógica, hardware digital e aplicativos de software são perfeitos para esta função. No setor elétrico a adoção de sistemas de monitoramento para o diagnóstico de falhas e prognóstico da vida útil de geradores iniciou há décadas[3,4], inclusive com boas práticas e potenciais benefícios preconizados pelo IEEE[5,6]. Esta abordagem tem sido amplamente aplicada no mundo em ativos de geração centralizados em um local acessível para a equipe de manutenção da empresa, como, por exemplo, em uma usina com vários geradores. Entretanto, nota-se no Brasil que os resultados da aplicação da monitoração online como ferramenta preditiva de manutenção ainda são tímidos. Estudos identificam diversas lacunas nas abordagens teóricas e práticas utilizadas no país[7], dentre os quais se destacam: a dificuldade de correlacionar dados armazenados em inúmeros equipamentos de diferentes fabricantes; a falta de confiança em dados armazenados pelo monitoramento online (as equipes de manutenção preferem analisar problemas com dados adquiridos in loco); alto custo das soluções, dificuldade de atender as diferentes dinâmicas das grandezas do processo de geração de energia; dificuldades técnicas para realizar o diagnóstico e análise; e o desconhecimento sobre o processo completo de monitoramento (sistemas que são caixas-pretas, muitos deles importados). Estas limitações são intensificadas à medida que o sistema elétrico brasileiro migra para a geração distribuída, porque se adiciona à equação a dispersão dos pontos de geração. Quando os geradores estão instalados em múltiplos locais geograficamente distantes da equipe de manutenção, tanto a monitoração online quanto as próprias atividades de gestão do ativo são dificultadas. O sistema aplicado para inferir o estado da máquina deve ser robusto, autossuficiente, ter custo acessível e permitir múltiplos modos de comunicação. Além disso, é desejável que o monitoramento seja útil também para escopos que transcendem a gestão da manutenção, como, por exemplo, a auditoria de contratos de energia e a própria estabilidade do Sistema Interligado Nacional com pontos de geração distribuída.

2 2. METODOLOGIA A metodologia aplicada nas aplicações pilotos de monitoramento de geração descritas neste artigo segue abordagem de monitoramento da função geração [8]. Este modelo preconiza a monitoração como um mecanismo de "inteligência" centralizadora que estabelece uma visão ampla (grandezas elétricas, mecânicas, de estados e comandos dos sistemas e subsistemas) do processo geração de energia elétrica. Além disso, em resposta às dificuldades observadas no mercado na última década para a efetiva aplicação da monitoração online, os autores ampliam esta abordagem, adotando: a) Domínio tecnológico total do processo de monitoramento: desde a malha de sensoriamento, passando pelo condicionamento analógico dos sinais, conversão analógico-digital, processamento de dados com software embarcado, armazenamento local, comunicação em rede (de processos e corporativa) em protocolos padronizados, armazenamento em datacenter e interpretação e disponibilização das informações para os usuários (em software aplicativo ou web), todas as etapas do processo são dominadas pela equipe de projeto do sistema de monitoramento. Esta política permite a integração total dos dados sem a dependência ter terceiros e a adaptação da solução para cada contexto específico de aplicação. b) Transparência e transferência tecnológica: Além de dominar todo o processo, a equipe de projeto trabalha com fronteiras técnicas abertas com o cliente, absorvendo e compartilhando o know-how entre os envolvidos no processo. Esta filosofia permite em oposição à abordagem caixa preta típica de equipamentos estrangeiros que a equipe de manutenção absorva conhecimentos profundos sobre o sistema de monitoramento e o adotem como parte indivisível do programa de manutenção preditiva da empresa; c) Alto índice de nacionalização (>80%): O domínio tecnológico completo abrange o desenvolvimento de hardware nacional com desempenho classe mundial. Esta política tem múltiplas vantagens: quebra a dependência de componentes importados sob o domínio de terceiros; permite que a equipe de manutenção do ativo audite as funções básicas de medição de sinais; viabiliza a implementação de funções avançadas de diagnóstico em camadas de baixo nível do sistema. Além disso, a adoção de componentes de hardware com incentivo fiscal homologado por portaria do MCT (Processo Produtivo Básico PPB) também reduz os custos de implantação do sistema de monitoramento, contribuindo para a viabilidade econômica e retorno de investimento. Estes princípios que permeiam a metodologia tem sido aplicados pela AQTech para o monitoramento de ativos de geração, abrangendo plantas de geração de diversos portes. Recentemente, a equipe assumiu o desafio de adaptar as filosofias de monitoramento de plantas de geração centralizadas (UHEs e PCHs) para geradores de menor porte distribuídos, tais como grupos geradores por motor à combustão, geradores eólicos e placas solares. As seções a seguir descrevem algumas aplicações piloto que permeiam esta experiência tanto em geradores centralizados como distribuídos. São abordados quatro casos de monitoração: uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica) conectado ao SIN, um grupo motor-gerador a diesel isolado, um gerador solar isolado e uma planta de três geradores eólicos conectada ao SIN. Todos os casos apresentados foram realizados em parcerias técnico-científicas visando à evolução do desenvolvimento tecnológico no Brasil. 3. RESULTADOS 3.1. Aplicação piloto em monitoração de PCH A PCH Figueirópolis tem uma potência instalada de 19,41MW com duas unidades geradoras com turbinas tipo Kaplan S de eixo horizontal de 9,81MW cada (fig.1). A usina é de propriedade da Dobrevê Energia S. A., entrou em operação em setembro de 2010 e possui manutenção terceirizada, executada pela equipe da MCQ Eletroservice LTDA. Figura 1 Casa de força da PCH Figueirópolis. 2/ 10

3 Desafio Durante a operação da unidade geradora 2 (UG2) detectou-se uma falha em um dos mancais, ainda dentro do período de garantia da usina. O bipartido do mancal foi substituído pelo fabricante, porém viu-se a necessidade de acompanhamento das condições de operação desta Unidade Geradora (UG), visando reduzir a indisponibilidade, operar a máquina em condições seguras e acompanhar a garantia. Este evento foi o motivador para a implantação de um sistema de monitoramento com o objetivo de dar visibilidade da condição do ativo para a equipe de manutenção da usina, bem como para o dono. Para compor esse sistema, o principal desafio foi aliar quantidade de pontos monitorados e qualidade de sensoriamento instalado com o custo de implantação, visto que esse último fator é muito relevante dentro do contexto das PCHs Solução empregada A arquitetura da solução de monitoramento aplicada na PCH Figueirópolis é apresentada a seguir (fig.2). (e) (f) (d) (c) (b) (b) Figura 2 instalação em campo e arquitetura da solução empregada na PCH Figueirópolis. Os elementos da arquitetura são: (a) Unidade Geradora (UG): Onde os pontos de sensoriamento são instalados para aquisição de sinais; (b) Pontos de sensoriamento: proxímetros e acelerômetros instalados nos mancais UG; (c) Painel SMGer: Sistema de monitoração responsável pela aquisição, registro e visualização dos sinais; (d) Unidade de análise local: Microcomputador para configuração, visualização de sinais em tempo real, coleta de registros e análise; (e) Rede de local: Rede da usina (Ethernet) onde o painel deverá ser conectado para disponibilizar os dados; (f) Datacenter: Servidor que armazena e disponibiliza os registros para análise. Optou-se pela a monitoração com taxa de amostragem de a 4 khz de vibração relativa (proxímetros medindo deslocamento em micrometros) e vibração absoluta (acelerômetros medindo milímetros por segundo) dos dois principais mancais da unidade geradora, o Mancal Guia Escora e o Mancal Guia do Gerador (no lado jusante), todos nas direções vertical e horizontal, totalizando 8 variáveis adquiridas. Para o acompanhamento das condições de operação dos mancais monitorados utilizou-se os níveis estabelecidos pelas normas ISO [9] e ISO [10], conforme tabela 1. Tabela 1 Níveis de monitoração para a PCH Figueirópolis. (a) O sistema de monitoramento proposto permitiu o registro de variáveis por meio de gatilhos, o registro de eventos e o registro de tendências, além de permitir o acompanhamento da aquisição de dados em tempo real (fig.3). 3/ 10

4 Resultados alcançados Figura 3 - Monitoramento em tempo real e curvas de tendências. A aplicação piloto do sistema de monitoração na PCH permitiu que dados técnicos relativos ao comportamento vibracional da unidade geradora fossem compartilhados entre as equipes de O&M da usina e a engenharia de O&M na matriz, possibilitando o aprendizado das mesmas. O resultado disso culminou na inserção de índices relativos à monitoração do mancal nos relatórios de O&M, conforme apresentado na figura 4. Figura 4 - Estatística dos níveis de vibração e oscilação dos manais monitorados. Este piloto ainda possibilitou um estudo de viabilidade econômica projetada do sistema de monitoração implantado. Atualmente os mancais tem que ser inspecionados todo ano. Com os sensores instalados nos mancais da máquina, a abertura destes só ocorreria no caso de uma manutenção corretiva, pois unido com a tribologia, dispensa manutenções preventivas que geram indisponibilidade. Em termos financeiros, evita-se a indisponibilidade de 96h da UG, e, considerando uma unidade geradora que poderia estar gerando 10MW médios no período, com uma energia contratada no valor médio também de uma PCH (R$184), esse período representaria algo em torno de R$ economizados em uma parada de manutenção. Um evento evitado é suficiente para pagar o sistema de monitoramento implantado. Projetando a aplicação para o futuro, espera-se que o sistema de monitoração permita a quebra do paradigma na filosofia de manutenção das usinas, hoje predominantemente preventiva. A visibilidade do ativo que o sistema traz permite a manutenção baseada em condição, reduzindo a indisponibilidade da máquina e possibilitando a otimização das equipes de manutenção, agendando as intervenções para a melhor data possível Aplicação piloto em monitoração de Grupo Motor-Gerador Os grupos Motor-Gerador (GMG) compõem uma categoria à parte quando se trata de monitoração remota. Ao contrário do que acontece na monitoração de plantas geradoras onde as unidades geradoras são agrupadas em uma casa de força, no caso de GMGs as máquinas tipicamente são distribuídas e localizadas em locais remotos. Além disso, nos GMGs a potência nominal tipicamente é na ordem de kw, enquanto em plantas geradoras as potências chegam a MW. Estas características impõem restrições no uso de sistemas de monitoração online, tal como: hardware com custo reduzido, robustez, compatibilidade com diferentes métodos de comunicação remota (ethernet, modem GPRS e via satélite), dimensões reduzidas e software embarcado otimizado. O monitoramento remoto deve ser flexível para atender diferentes contextos de aplicação dos GMGs, que tipicamente são aplicados para a geração em horário de ponta, geração de emergência, geração isolada (indústria de petróleo e gás, por exemplo), cogeração e até em plantas de energia com múltiplos GMGs Desafio A aplicação piloto englobou a monitoração de um GMG de 73 kva localizado no canteiro de obras da construção de uma ponte em Laguna, SC. O gerador em questão foi alugado pela construtora e instalado em uma barca para disponibilizar energia para as máquinas utilizadas na construção dos alicerces da ponte, tal como bombas e guindastes (fig.5). 4/ 10

5 Figura 5 Grupo Motor-Gerador instalado na barca. A aplicação piloto de monitoração remota teve como objetivos: (a) auditar o uso do grupo motor-gerador; (b) diagnosticar problemas antes de ir a campo para otimizando a manutenção; e (c) operar o grupo motor-gerador remotamente caso necessário Solução empregada O sistema de monitoração aplicado para a monitoração do GMG é um protótipo desenvolvido dentro do programa de P&D ANEEL, em um projeto de parceria da concessionária ENDESA Brasil e AQTech intitulado DE - Nacionalização de produto para monitoramento de grupos geradores. O equipamento em questão, chamado SMGer-GMG, tem 8 entradas analógicas, 4 entradas digitais, 2 saídas digitais, 3 portas de comunicação (uma ethernet, duas RS232 e uma RS485) e processamento local com memória flash para armazenamento de dados de longa duração. É uma alternativa nacional que sobrepõe as limitações encontradas nos sistemas de telemetria importados atualmente utilizados no mercado de grupos motor-gerador. A figura 6 ilustra o equipamento durante a instalação em campo e a arquitetura do sistema. Figura 6 SMGer-GMG instalado no GMG em campo e arquitetura do sistema. A unidade de aquisição do SMGer-GMG faz a coleta de dados em campo e, através da comunicação GPRS, transfere os dados para o datacenter da AQTech. Este, por sua vez, disponibiliza as informações em sistema WEB na forma de gráficos de tendência e sistema supervisório (fig. 7). 5/ 10

6 Figura 7 Gráfico de tendência e supervisório remoto. As variáveis monitoradas pelo SMGer-GMG neste cenário de aplicação foram: temperatura, tensão da bateria, consumo do próprio SMGer-GMG, posição da chave de controle, estado de operação do gerador, código de falha, tipo de falha, tensões de fase e de linha na saída do alternador, corrente média do alternador, potência aparente (fases A, B e C), frequência do alternador, correntes de saída do alternador (fases A, B e C), pressão do óleo no motor, temperatura, rotação, número de partidas e tempo de funcionamento do motor. Estes dados são adquiridos pelo SMGer-GMG diretamente através de entradas analógicas e indiretamente do CLP do Grupo Motor-Gerador através de Modbus RTU pela porta RS485. A posição GPS (latitude e longitude) do gerador também é coletada periodicamente Resultados alcançados A instalação do SMGer-GMG para a monitoração do gerador em campo permitiu auditar a operação do gerador. A partir dos dados de monitoramento foi possível determinar por quanto tempo o gerador ficou em operação e em quais horários específicos. Além disso, a partir da posição GPS, foi possível determinar se o gerador foi removido do local. Estas informações permitem verificar se as condições de operação estão de acordo com os termos do contrato de locação do gerador. A figura 8 ilustra algumas das análises alcançadas a partir dos dados de monitoração remota. Figura 8 estatísticas de uso e posição geográfica do GMG Aplicação piloto em monitoração de geração solar O monitoramento de fontes renováveis de energia tem crescido em relevância no cenário nacional, especialmente pela tendência da adoção de arquiteturas descentralizadas de geração (smart-grid). Além dos objetivos de gestão da manutenção, o escopo de monitoração se amplia para atender objetivos mais amplos, tal como a auditoria de futuros contratos de geração no mercado de energia e a própria manutenção da estabilidade do SIN. A aplicação piloto descrita a seguir compõe uma das experiências dos autores na monitoração de geração solar dentro do projeto ENDESA-ANEEL DE - Nacionalização de produto para monitoramento de grupos geradores Desafio O objetivo do piloto é a monitoração de placas fotovoltaicas instaladas no IFSC (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina), em Florianópolis, SC. A infraestrutura de geração solar instalada no local (fig.9) faz parte do projeto Inovação Tecnológica em Geração Distribuída: inteligência no monitoramento e controle de uma instalação elétrica com alimentação por painéis solares e pela CELESC, coordenado pelo Departamento Acadêmico de Eletrotécnica (DAE) do IFSC. 6/ 10

7 Figura 9 Placas solares instalados no IFSC em Florianópolis, SC. A instalação é composta por 14 painéis solares de 75 W, um banco de baterias de 40 Ah, inversor de frequência e medidor de energia (utilizado para observar localmente as tensões e correntes do sistema). A carga alimentada são lâmpadas localizadas em um dos corredores do Departamento Acadêmico de Eletrotécnica do IFSC. Os objetivos da monitoração para a aplicação piloto foram: (a) monitoramento de tensão, corrente e potência da carga; (b) monitorar o banco de baterias (c) confrontar os dados do medidor atual (consumo e geração); (d) apoiar o desenvolvimento do controle eletrônico da geração previsto no projeto do DAE Solução empregada O sistema de monitoramento empregado para a monitoração da geração solar é baseado no protótipo SMGer- GMG, que foi instalado ao lado do painel elétrico que agrega componentes da instalação de geração solar. A figura 10 mostra o equipamento instalado em campo e ilustra a arquitetura de monitoramento aplicada, composta por hardware que coleta os dados e transfere remotamente para o datacenter AQTech através da rede corporativa do IFSC. Figura 10 Sistema de monitoramento instalado e arquitetura empregada. As variáveis monitoradas pelo SMGer-GMG são: corrente de saída das placas solares, corrente do banco de baterias ao inversor de fase, tensão de saída dos painéis solares, tensão fornecida pelo banco de baterias para o controlador, tensão de saída do inversor e tensão fornecida pela concessionária de energia. As leituras destes dados são armazenadas em banco de dados no datacenter e publicadas em sistema WEB para a análise das informações Resultados alcançados A monitoração no IFSC permitiu a análise remota das variáveis envolvidas no processo de geração solar através de gráficos de tendências (fig. 11). O piloto torna possível, por exemplo, determinar o pico máximo de potência gerada pelos painéis solares em comparação com a sua capacidade nominal agrupada, analisar o rendimento do inversor e verificar a saúde do banco de baterias. 7/ 10

8 Figura 11 gráficos de tendência dos dados de geração solar monitorados. Adicionalmente aos objetivos técnicos da monitoração, a aplicação piloto permitiu a aproximação das entidades envolvidas (AQTech, IFSC e ENDESA) para a expansão dos estudos de instrumentação para geração distribuída Aplicação piloto em monitoração de geração eólica A geração eólica é a segunda fonte renovável de energia do Brasil[11], ficando atrás somente da geração de fontes hídricas. À medida que o uso de geradores eólicos se expande, fica cada vez mais evidente que é necessário avaliar o desempenho e viabilidade técnico-econômica das soluções empregadas. A monitoração remota exerce papel importante dentro deste contexto, porque permite a auditoria de múltiplos critérios envolvidos na geração eólica, dentre eles: (i) a monitoração remota permite aumentar a disponibilidade e reduzir os custos de O&M[12], benefício alinhado com os objetivos das equipes de manutenção das concessionárias e essencial para a avaliação de retorno de investimento em fontes eólicas; (ii) a monitoração permite a avaliação técnica do desempenho dos componentes empregados (pás, turbina, máquina elétrica, caixa de transmissão, conversores AC/DC, inversor e assim por diante); (iii) A partir da monitoração é possível levantar e/ou acompanhar o potencial eólico do local; (iv) Quando o gerador é conectado ao SIN, a monitoração de parâmetros como potência ativa e reativa, tensão e frequência é relevante para a estabilidade do sistema elétrico de potência. Ainda dentro do contexto de desenvolvimento do projeto ENDESA-ANEEL DE - Nacionalização de produto para monitoramento de grupos geradores, os autores obtiveram a oportunidade de monitorar uma planta de três geradores eólicos em Búzios, Rio de Janeiro. Esta aplicação piloto é descrita a seguir Desafio O objeto de monitoração da aplicação piloto é um grupo de três geradores eólicos de fabricação Enersud, cada um com capacidade de 1,5 kw (fig. 12). Estes geradores fazem parte do projeto de P&D ANEEL Estudo dos efeitos da implementação de tecnologias de redes elétricas inteligentes (smart city) - cidade inteligente Búzios, da concessionária de distribuição de energia elétrica AMPLA (empresa do grupo ENDESA Brasil). Figura 12 Geradores eólicos da Cidade Inteligente Búzios. Os objetivos da aplicação piloto de monitoração dos geradores eólicos são: (a) Levantamento da curva de velocidade do vento versus potência gerada; (b) análise da velocidade do vento versus velocidade da pá da turbina Solução empregada A solução de monitoramento aplicada neste cenário piloto inclui a versão final do protótipo SMGer-GMG, modem GPRS e datacenter AQTech (fig. 13). 8/ 10

9 (a) (b) (c) Figura 13 SMGer-GMG (a); Testes com anemômetro (b); arquitetura do sistema (c). As variáveis monitoradas remotamente são tensão da rede BT (baixa tensão) da AMPLA, correntes entregues à rede pelos geradores, velocidade do vento no local, frequência elétricas dos geradores, potência ativa entregue na rede pelos geradores, velocidade das pás dos geradores e Tip-Speed Ratio dos geradores. As potências dos geradores são calculadas a partir das tensões e correntes medidas em canais analógicos após condicionamento. A velocidade do vento no local é medida a partir do sinal pulsante de um anemômetro (fig. 13b). As variáveis Tip- Speed Ratio são calculadas pelo quociente entre as velocidades das pás (sinal originado de sensores óticos instalados nos geradores) e a velocidade do vento. Todos os cálculos são realizados em tempo real pelo SMGer- GMG e transferidos via conexão GPRS para o datacenter AQTech (regime de private cloud) Resultados projetados A aplicação piloto permite a avaliação da solução de geração eólica empregada no local: a partir dos dados monitorados é possível traçar as curva de velocidade do vento versus potência gerada e velocidade do vento versus velocidade da pá da turbina (Tip-Speed Ratio). Também é possível o acompanhamento da operação dos geradores remotamente a partir de supervisório WEB (fig. 14). Figura 14 Supervisório WEB para monitoração dos geradores eólicos 9/ 10

10 4. CONCLUSÕES As experiências em aplicações piloto descritas neste artigo demonstram os benefícios decorrentes da adoção de sistemas de monitoração remota de geradores. Do ponto de vista da engenharia de manutenção, os dados disponibilizados pelo monitoramento permitem inferir a condição da máquina, tornando possível a adoção de filosofias preditivas que reduzem a indisponibilidade e aumentam a vida útil do ativo. De forma complementar aos objetivos de gestão de ativos, a monitoração remota dos geradores agrega também vantagens em outros contextos, como a auditoria de contratos de locação de grupos motor-gerador, a avaliação de tecnologias utilizadas para a geração através de fontes renováveis e a verificação de parâmetros essenciais para a estabilidade do sistema interligado nacional com geradores distribuídos e conectados a rede elétrica de baixa tensão. Por fim, as aplicações piloto descritas no artigo demonstram a aplicabilidade prática do monitoramento da função geração que consolida a abordagem como solução efetiva para a operação, manutenção e gestão de ativos de geração em UHEs, PHCs, Grupos Motor-Gerador e fontes renováveis como eólica e solar em geração distribuída. É uma das poucas iniciativas no Brasil de solução de monitoramento com domínio tecnológico total do processo, transparência e transferência tecnológica e alto índice de nacionalização. As oportunidades de trabalhos futuros apontam para a evolução tecnológica da solução em termos de ampliação para uma arquitetura distribuída de aquisição de dados, processamento mais rápido e ampliação da capacidade de memória do hardware, com previsão de forte impacto em termos de redução de custos do monitoramento. 5. AGRADECIMENTOS Os autores deste artigo agradecem o apoio dos seguintes profissionais: Breno Giraldi Costa e Marco Antonio Sans da empresa MCQ Eletroservice; Alexandre Moraes Oliveira da empresa Motormac; Paulo Roberto Maisonnave, Christiane Sampaio de Almeida Gusman e Marcelo Golin Buzzatti da concessionária ENDESA Geração Brasil; Prof. Dr. Sérgio Luciano Ávila do Departamento Acadêmico de Eletrotécnica do IFSC; Weules Fernandes Correia da concessionária AMPLA; Silvia Azevedo e Luiz Cezar da empresa Enersud. 6. REFERÊNCIAS [1] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR Confiabilidade e Mantenabilidade. Rio de Janeiro, [2] HIGGINS, LINDLEY R. WIKOFF, DARRIN J. Maintenance Engineerinng Handbook ª edição. McGraw-Hill. Nova York p. [3] HAN, Y.; SONG, Y. H. Condition monitoring techniques for electrical equipment-a literature survey. Power Delivery, IEEE Transactions. Volume 18, número 1, Páginas 4-13, Jan [4] TAVNER, P.J. Review of condition monitoring of rotating electrical machines. Electric Power Applications, IET. Volume 2, número 4, Páginas: , Julho de [5] INSTITUTE OF ELECTRICAL AND ELECTRONICS ENGINEERS. IEEE Std Recommended Practice for Monitoring and Instrumentation of Turbine Generators. Junho de [6] INSTITUTE OF ELECTRICAL AND ELECTRONICS ENGINEERS. IEEE draft standard P1438/D1.5 Guide for Applications of Plant Monitoring for Hydroelectric Facilities Potential cost benefits of Plant Condition Monitoring (PCM). Janeiro de [7] FREITAS, FABRIZO LEAL ET AL. Monitoração permanente de geradores: Abordagem para o diagnóstico preditivo. Seminário do Estado da Arte em Sistema de Monitoramento Aplicados a Maquinas Rotativas, Brasília, [8] FERREIRA, MAURO PACHECO ET AL. Monitoramento da função geração: Aplicação de modernas técnicas e instrumentos em PCHs e UHEs. VII Conferência de Centrais Hidrelétricas. CERPCH. São Paulo, [9] INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO :2000 Mechanical vibration -- Evaluation of machine vibration by measurements on non-rotating parts -- Part 5: Machine sets in hydraulic power generating and pumping plants Suíça. 19 páginas. [10] INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO :2005 Mechanical vibration -- Evaluation of machine vibration by measurements on rotating shafts -- Part 5: Machine sets in hydraulic power generating and pumping plants Suíça. 16 páginas. [11] ANEEL. BIG Banco de Informações de Geração. Matriz de energia elétrica. Disponível em <http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/operacaocapacidadebrasil.asp>. Acesso em 5 de maio de [12] WENXIAN YANG, PETER et al. Cost-effective condition monitoring for Wind turbines. IEEE Transactions on Industrial Electronics, Volume 57, número 1. Jan / 10

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