ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO E MEMBROS DA EQUIPE DE APOIO DAS CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S.A CERON

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1 ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO E MEMBROS DA EQUIPE DE APOIO DAS CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S.A CERON PREGÃO ELETRÔNICO Nº 026/2012 COMPANHIA BRASILEIRA DE LOCAÇÕES, empresa já qualificada nos autos do processo licitatório em epígrafe, neste ato representada por sua procuradora infra assinada, vem, tempestivamente e com fulcro no art. 109, inciso I, letra b, da Lei nº 8.666/93, c.c art. 26 do Decreto nº 5.450/05, mui respeitosamente, à presença de Vossas Senhorias interpor RECURSO ADMINISTRATIVO contra a decisão do Sr. Pregoeiro proferida no Pregão Eletrônico em epígrafe, que incorretamente classificou para o Lote 01 a empresa STEMAC S/A GRUPOS GERADORES, declarada vencedora no presente certame, uma vez que a mesma não atende às exigências editalícias, em clara infringência à legislação pátria, declinando os motivos de seu inconformismo no articulado a seguir: 1

2 I DOS FATOS A empresa Recorrente, tendo interesse em participar do certame licitatório em epígrafe, mais especificamente do Lote 01, retirou o Edital respectivo, cujo objeto era o Registro de Preços para aquisição de unidade de geração de transformação móvel de 500KVA, 60 HZ; semi reboque porta container de UGTM; semi reboque para mega jumper, com eixo simples reforçado, com acionamento elétrico; cabos de alumínio isolados multiplexados 8,7/15 KV e acessórios. terceiro lugar. Durante a fase de lances, a proposta da ora Recorrente foi classificada em vencedora do Lote 01 a segunda colocada. Após a desclassificação da primeira colocada, este r. órgão declarou como Entretanto, ao examinar os documentos da empresa segunda classificada na fase de lances no presente Pregão Eletrônico, restou constatado pela Recorrente que tal empresa DESCUMPRIU o exigido no subitem 3.1 do Anexo II do Edital, deixando de apresentar atestado de capacidade técnica que comprovasse que já forneceu produto com características iguais ou semelhantes ao do Edital, além de ter ofertado equipamento que não atende as exigências técnicas em sua integralidade. Porém, para total surpresa da Recorrente, foi simplesmente decidido pela CLASSIFICAÇÃO E HABILITAÇÃO DE UMA LICITANTE QUE NÃO ATENDIA ÀS EXIGÊNCIAS DA HABILITAÇÃO, NEM TAMPOUCO AS EXIGÊNCIAS TÉCNICAS DO EDITAL, em clara afronta ao princípio da vinculação ao instrumento convocatório, trazido pelo art. 3º, caput, c.c. art. 41 da Lei Federal nº 8.666/93. Inconformada, a ora Recorrente manifestou, nos termos do subitem 10.1 do Edital, de forma imediata e motivada, sua intenção de recorrer, tendo em vista que o ato que declarou como vencedora a empresa STEMAC S/A GRUPOS GERADORES se afigura como nitidamente ilegal, conforme se demonstrará a seguir. 2

3 II DAS RAZÕES DE REFORMA DA DECISÃO II.A DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA A licitante declarada vencedora do certame não poderia sequer ter sido classificada, uma vez que o equipamento ofertado em sua proposta deixou de atender a vários requisitos técnicos constantes da ET EG/EA 007 b, bem como seu Anexo I. O não atendimento às exigências técnicas resta cristalino ao se analisar o Relatório emitido pelo Sr. Claudemir Aparecido Jorge, enviado aos Srs. Geraldo de Magela Carvalho de Oliveira e Jonas Antunes Costa, datado de 03/08/2012. Para uma melhor visualização, vejamos a transcrição abaixo: O item 2.2 da ET determina que a UGTM deva ter uma saída de BT e outra de MT e determina as características de cada uma. NO CATÁLOGO DO FORNECEDOR NÃO SÃO CITADAS ESTAS SAÍDAS. O item determina que deva haver sincronismo entre geradores e sincronismo destes com a rede da concessionária para atendimento a cargas. Determina ainda que a conexão e desconexão dos geradores deverão ser de forma que não haja descontinuidade no fornecimento de energia na rede. ESTE ITEM NÃO É CITADO NO CATÁLOGO ENVIADO PELO FORNECEDOR. O item 5.10 determina que a unidade deva possuir 2 relés de Proteção do Circuito de Média Tensão. Um deve atuar como proteção do gerador e outro para atuar na proteção do sistema elétrico da concessionária. (...) NO CATÁLOGO DO FORNECEDOR, CITA APENAS UM RELÉ MICROPROCESSADO PARA PROTEÇAÕ DO GERADOR CONTRA SOBRECORRENTE. O item 5.11 determina que a unidade deva possuir dois disjuntores de MT a vácuo conforme norma IEC NO CATÁLOGO DO FORNECEDOR CITA APENAS UMA DISJUNTOR. O CATÁLOGO PREVÊ AINDA A INSTALAÇÃO DE UMA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR E UMA CHAVE DE ATERRAMENTO, O QUE CONTRARIA O ITEM PREVISTO NA ET. O item 5.15 determina que a UGTM deva possuir uma central de comando hidráulico que permita várias operações. O CATÁLOGO DO FORNECEDOR NÃO CONTEMPLA ESTE ITEM. O item determina que o container deva possuir um arranjo para o escoamento e drenagem de líquidos provenientes do motor (óleo lubrificante e líquido de refrigeração). O CATÁLOGO DO FORNECEDOR NÃO CONTEMPLA ESTE ITEM QUE É TAMBÉM DE EXTREMA IMPORTÂNCIA POR CAUSA DAS QUESTÕES AMBIENTAIS. 3

4 O item 5.19 letras a e b da ET determina que o tanque de combustível deva ter capacidade total mínima de 600 litros e deverá possuir um sistema para drenagem. NO CATÁLOGO DO FORNECEDOR O TANQUE É DE 400 LITROS E NÃO CRIA O SISTEMA DE DRENAGEM. O item determina que unidade deva possuir uma sistema de controle, acionamento e monitoramento do funcionamento do gerador, e outro sistema de controle e monitoramento do sistema elétrico da Concessionária para sincronismo entre gerador e a rede de distribuição de energia. NO CATÁLOGO DO FORNECEDOR CITA APENAS UMA CONTROLADOR. O 2º CONTROLADOR É ESSENCIAL, pois nele é que fica a lógica do atendimento (...). (g.n.) Senhores, nem haveria necessidade de mais argumentos para concluir que um dos mais importantes princípios que rege a Administração Pública está sendo descaradamente desrespeitado, o da Vinculação ao Instrumento Convocatório! Ora, basta uma rápida leitura no quadro acima para constatar o que já era evidente: O EQUIPAMENTO OFERTADO PELA LICITANTE DECLARADA VENCEDORA NÃO ATENDE AS EXIGÊNCIAS EDITALÍCIAS!!! Só nesse quadro constam 08 (OITO) itens não atendidos pela licitante declarada vencedora!! Ora, a pergunta que fica é: COMO PODE UMA LICITANTE QUE NÃO ATENDE A VÁRIAS EXIGÊNCIAS TÉCNICAS SER DECLARADA VENCEDORA DO CERTAME??? Outrossim, como se sabe, durante o deslinde do presente processo licitatório foram constatadas algumas divergências entre a Especificação Técnica e seus Anexos, onde, oportunamente todas as dúvidas foram esclarecidas por meio da Nota de Esclarecimento n.º 001, emitida em 10/07/2012. E, conforme ensinamento o Mestre Marçal Justen Filho, as repostas a esclarecimentos solicitados pelos interessados apresentam cunho vinculante para a Administração. Isso significa a impossibilidade de a Administração formular certa interpretação para o edital e, depois, pretender ignorar seu entendimento pretérito. 1 1 (In Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos 15ª Ed.- Pág. 74) 4

5 Assim, como documento integrante do processo licitatório todas as empresas licitantes deveriam atender as especificações contidas tanto na ET, seu Anexo I, como na Nota de Esclarecimento. No entanto, resta claro que a Arrematante descumpriu tanto o Edital como a Nota de Esclarecimento, devendo ser sumariamente desclassificada! Muito embora o quadro acima já fosse suficiente para justificar a correta desclassificação da Recorrida, reafirmando o quanto já exposto, a Recorrente apresenta em anexo um quadro detalhado com AS INÚMERAS DIVERGÊNCIAS entre as especificações técnicas do Edital e o equipamento ofertado pela Arrematante. Embora extenso, é bastante esclarecedor. Do referido quadro extraí-se as principais divergências: - Quanto à quantidade de disjuntores de média tensão a vácuo se um ou dois a serem fornecidos, TENDO COMO RESPOSTA DADA PELA ADMINISTRAÇÃO QUE SERIAM DOIS DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO A VÁCUO. - Responsabilidade de quem irá fornecer os cabos de média tensão e metragem dos mesmos, TENDO COMO RESPOSTA QUE O FORNECIMENTO SERÁ DA CONTRATADA E COM 20 METROS DE COMPRIMENTO. - Obrigatoriedade de fornecimento de para-raios no transformador, sistema de proteção dos cabos, toldo, manômetro, TENDO COMO RESPOSTAS DADAS PELA ADMINISTRAÇÃO QUE OS ITENS PARA-RAIOS, SISTEMA DE PROTEÇÃO DOS CABOS, TOLDOS SERIAM DE FORNECIMENTO OBRIGATÓRIO E QUE O OMANÔMETRO NÃO SERIA NECESSÁRIO SEU FORNECIMENTO. Arrematante deixou de atender ao Edital. Vê-se ser impossível manter a decisão ora atacada, uma vez que claramente a 5

6 Ademais, conforme do Eng. Luiz Marcelo Reis de Carvalho Diretor de Operações, enviado em 13 de agosto de 2012 as 08:19hs para os Srs. Jonas Antunes da Costa e Jonecildo Conceição Campos, onde sua preocupação refere-se a necessidade de agilidade no processo, já que estes equipamentos irão contribuir muito no controle dos indicadores operacionais, possuindo grande expectativa de que o equipamento licitado seja utilizado ainda este ano, temos a informar que a Recorrente possui equipamentos produzidos e em operação desde 2009 com capacidade de entrega das unidades ainda no presente ano! Assim, além da Recorrente ser capaz de efetuar suas entregas neste mesmo ano ainda atende a todas as exigências editalícias!!! Dados os detalhes tecnológicos envolvidos num equipamento deste porte cujo item de manutenção logística e segurança são fundamentais, apenas uma empresa bem conceituada e com o porte da Recorrente teria condições de fazê-lo num período tão curto, além de atender todos os requisitos que são imprescindíveis neste equipamento. Além disso, com relação a possibilidade de fornecer o equipamento solicitado já testado e homologado, temos conhecimento ser a Recorrente a única no Brasil atualmente a possuir o equipamento atendendo a especificação técnica em sua totalidade, com qualidade e com capacidadeainda de fornecimento dos equipamentos neste ano, pois temos toda a base de fornecedores já desenvolvida e homologada. Já fornecemos e podemos comprovar a entrega de diversas Unidades de Geração e Transformação Móvel para concessionárias de energia, sendo elas CEMIG Distribuição, Energisa Paraíba/ Borborema e AES Eletropaulo, além de possuir para demonstração, equipamento igual ao especificado na ET em nossa fábrica, onde recentemente realizamos a exposição do equipamento em feiras e congressos, cito CENOCON em São Paulo e ENASE no Rio de Janeiro e em diversas demonstrações operacionais com conexão a rede de distribuição em média tensão com transferência de carga e paralelismo para atendimento de cargas diversas, mostrando a todas as possibilidades de operação e evolução do equipamento com a presença das maiores concessionárias do país, cito COELBA, Energisa Paraíba, CELPE, COPEL, CERON e CEB, além da divulgação em revista, apresentações e visitas a demais concessionárias. Diante de todo o exposto não pode ser outra a decisão se não a desclassificação da licitante declarada vencedora pelo não atendimento claro às especificações técnicas do certame licitatório!!! 6

7 II.B DOS ATESTADOS DE CAPACIDADE TÉCNICA Com efeito, o Edital desse Pregão Eletrônico EXIGIA o seguinte: ANEXO II EXIGÊNCIAS PARA HABILITAÇÃO (...) 3. Além do previsto nas opções 1 e 2 acima, conforme opção do licitante, apresentar os seguintes documentos complementares: 3.1. Atestado de capacidade técnica emitido por pessoa jurídica de direito público ou privado, comprovando que a licitante já forneceu produtos com características iguais ou semelhantes aos descritos no Edital. (g.n.) Conforme verificado acima, a fim de comprovar sua qualificação técnica, as licitantes classificadas deveriam apresentar Atestado de Capacidade Técnica comprovando que o objeto já fornecido anteriormente possuía características iguais ou semelhantes ao objeto deste certame. No sentido de ficar CLARO E INCONFUNDÍVEL o não atendimento ao ITEM ATESTADOS DE DESEMPENHO (ANEXO II do edital), a licitante apresentou 04 atestados, sendo: 1) DOUX FRANGO SUL 2) GVT 3) COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL LAR 4) ERPLASTI ORA, DIGNOS SENHORES, basta SIMPLES LEITURA DOS MESMOS QUE SE VERIFICA QUE NENHUM SE REFERE A UNIDADE DE GERAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO MÓVEL!!! que é o produto cotado!!! Aliás, NÃO RESTA NENHUMA DÚVIDA QUE A EMPRESA STEMAC NUNCA COMERCIALIZOU UM EQUIPAMENTO DESTES!!! Aliás, nos autos não há QUALQUER PROVA DA MESMA JÁ TER COMERCIALIZADO ESTE PRODUTO!!! 7

8 PORTANTO, não há nenhuma dúvida, que para fins de LICITAÇÃO PÚBLICA, onde HÁ A OBRIGATORIEDADE DE JULGAMENTO OBJETIVO E DE CUMPRIMENTO A REGRAS DO EDITAL, que a mesma NÃO COMPROVOU POSSUIR ATESTADO DE CAPACIDADE TÉCNICA!!! RESSALTE-SE que não cabe aqui, no momento de JULGAMENTO, qualquer ELEMENTO SUBJETIVO DE JULGAMENTO, que não esteja descrito claramente e previamente pelo edital, pois isto coloca a perder todo tratamento isonômico do processo, INCLUSIVE BENEFICIANDO UMA EMPRESA QUE CLARAMENTE NÃO APRESENTOU ATESTADO DE DESEMPENHO NOS MOLDES DO EDITAL!!! Confirmando que a licitante declarada vencedora não cumpriu a exigência do subitem 3.1 do Anexo II do Edital, verifica-se que as Notas Fiscais nºs. 169 e 170, bem como o escopo de fornecimento para comprovação de capacidade técnica apresentados alegando fornecimento de produto semelhante à Cooperativa Agroindustrial Lar refere-se a uma remessa de locação de grupo gerador, que não É O OBJETO DO EDITAL!!! ORA, IMPORTANTE DESTACAR QUE GRUPO GERADOR NÃO É A MESMA COISA QUE UNIDADE DE GERAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO MÓVEL!!! E isto, com todo o respeito, todos sabem, inclusive a empresa licitante. Há que se ressaltar que, em relação ao mesmo equipamento que foi LOCADO para a Cooperativa Lar, acima citado, curiosamente, observa-se que foi apresentada a NF nº. 3575, cuja Natureza da Operação agora sim se trata de venda, mas veja, digno senhor pregoeiro, venda para a própria STEMAC!!! Com todo o respeito, mas a situação narrada nos parágrafos acima nos parece clara intenção de ludibriar esta digna Administração, já que num primeiro momento a licitante declarada vencedora apresenta um Atestado da Cooperativa Lar atestando venda de equipamento e quando da diligência apresenta a NF e na verdade se tratava de locação e não fornecimento!!! 8

9 Ademais, conforme determinado em Edital, foi feito Relatório Técnico sobre o equipamento ofertado pela arrematante, elaborado por este r. órgão, assinado pelo Engenheiro Geraldo de Magela Carvalho de Oliveira e pelo Coordenador Jonas Antunes da Costa, ambos integrantes da Comitê de Obras de CERON, onde, ao final, foi ressaltado que: É importante que a empresa apresente atestado de capacidade técnica, comprovando já ter fabricado e fornecido esse tipo de produto, com características iguais ou semelhantes às exigidas na especificação do processo. Além da seguinte observação: As notas fiscais que nos foram apresentadas pela ESTEMAC SÃO DE UNIDADES DE GERAÇÃO MÓVEL DE BAIXA TENSÃO. Senhores, esse Relatório Técnico deixa mais do que claro que a licitante declarada vencedora não cumpriu as exigências editalícias, deixando de apresentar documento imprescindível ao presente certame, qual seja, Atestado de Capacidade Técnica comprovando que já ter fornecido produtos com características iguais ou semelhantes aos descritos no presente Edital. Assim, INDISCUTÍVEL A DIVERGÊNCIA DOS EQUIPAMENTOS MENCIONADOS NOS ATESTADOS APRESENTADOS PELA LICITANTE DECLARADA VENCEDORA E O OBJETO DO CERTAME, NÃO TENDO SIDO DEMONSTRADA A CAPACIDADE TÉCNICA DA ARREMATANTE PARA CONSECUÇÃO DO OBJETO! Sendo assim, não pode tal decisão prevalecer, pois desatende aos princípios básicos que devem permear qualquer certame licitatório, em especial os da igualdade, legalidade, da vinculação ao instrumento convocatório e do julgamento objetivo, o que é expressamente vedado pela Lei 8.666/93, em seu art. 3º, caput. Vejamos: Art. 3º A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. (g.n.) 9

10 Vejam Vossas Senhorias que, ao atribuir o objeto à Arrematante cuja especificação técnica do equipamento, bem como documentos de habilitação estão em completo desacordo com o exigido em Edital, o Digno Senhor Pregoeiro se afastou do Princípio da Vinculação ao Instrumento Convocatório. Com efeito, estabelece o art. 41 da Lei Federal nº 8.666/93: Art. 41. A Administração não pode descumprir as normas e condições do edital, ao qual se acha estritamente vinculada. (g.n.) Sobre a questão, pertinente a lição de Celso Spitzcovsky: Surgindo o edital como LEI INTERNA DAS LICITAÇÕES, A PARTIR DO INSTANTE EM QUE SUAS REGRAS SE TORNAM PUBLICAS, TANTO A ADMINISTRAÇÃO QUANTO OS LICITANTES ESTARÃO A ELAS VINCULADOS. Dessa forma, nem o Poder Publico poderá delas se afastar, estabelecendo, por exemplo, um novo critério de julgamento, nem os particulares participantes do certame poderão apresentar propostas, ainda que mais vantajosas, lançando mão de subterfúgios não estabelecidos no edital. (2003, p.182). (g.n.) Por sua vez, Marçal Justen Filho leciona que: Ao descumprir normas constantes do edital, a administração frustra sua própria razão de ser da licitação. Viola os princípios norteadores da atividade administrativa, tais como a legalidade, a moralidade e a isonomia. O descumprimento a qualquer regra do edital deverá ser reprimido, inclusive através dos instrumentos de controle interno da Administração Pública (In Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos 9ª Ed.- Pág. 385) (g.n.) clássica obra Licitação e Contrato Administrativo: E deste entendimento não parece divergir Hely Lopes Meirelles em sua Nem se compreenderia que a Administração fixasse no edital o modo e forma de participação dos licitantes, bem como as condições para elaboração das ofertas, e, no decorrer do procedimento ou na realização do julgamento ou no contrato, se afastasse do estabelecido e admitisse documentação e propostas em desacordo com o solicitado. O EDITAL É A LEI INTERNA DA LICITAÇÃO, e, como tal vincula aos seus termos tanto os licitantes quanto a Administração que o expediu. É impositivo para ambas as partes e PARA TODOS OS INTERESSADOS na licitação (art. 41). Continua o mestre mais adiante: "A documentação não pode conter menos do que foi solicitado." (11ª Ed., p.31 - grifamos). 10

11 Ainda, verifica-se flagrante desrespeito ao Princípio da Isonomia, uma vez que muitos interessados podem ter deixado de participar do certame por não atenderem exatamente as condições exigidas. Justiça: No mesmo sentido manifestou-se o nosso Egrégio Superior Tribunal de EMENTA: ADMINISTRATIVO. LICITAÇÃO. EDITAL. CAPACIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA. ÍNDICES MÍNIMOS APLICADOS. 1. No presente caso, o Município de Porto Alegre publicou edital para a realização de licitação, na modalidade de concorrência, para o registro de preços destinado a compra de material de consumo hospitalar e ambulatorial. 2. O Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul anulou a decisão que inabilitou a empresa no certame, sob o fundamento de que os índices utilizados para aferir a capacidade econômica dos concorrentes, constantes da Ordem de Serviço 7/1999 (anexo III do edital), foram aplicados sem justificativa concreta no procedimento licitatório. 3. Editada a Ordem de Serviço 7/1999, que esclarece quais os índices contábeis mínimos a serem exigidos no processo de habilitação para a comprovação da capacidade econômicofinanceira dos licitantes, e tendo a Administração municipal observado a referida norma, tal como expresso no edital, conclui-se que os índices exigidos já se encontram devidamente justificados, estando satisfeito o requisito do art. 31, 5º, da Lei 8.666/ Nessa fase do procedimento licitatório, o afastamento dos requisitos estabelecidos no edital privilegia a autora em detrimento dos demais interessados no certame, ferindo o princípio da isonomia dos concorrentes. 5. O princípio da vinculação ao edital restringe o próprio ato administrativo às regras editalícias, impondo a inabilitação da empresa que descumpriu as exigências estabelecidas no ato convocatório. 6. Recurso Especial provido. (Recurso Especial RS(2003/ ), Relator: Ministro Herman Benjamim, data da decisão: 22/09/2009; grifos nossos) Como cediço, a licitação é um procedimento administrativo disciplinado por lei e por um ato administrativo prévio, que determina critérios objetivos de seleção de proposta de contratação mais vantajosa, com observância do principio da isonomia, conduzido por um órgão dotado de competência específica. 11

12 Sabe-se, ainda, que a Lei de Licitações proíbe, de modo expresso, critérios ou fatores ocultos ou sigilosos, devendo ser aplicada a mais absoluta objetividade no julgamento. Sendo assim, ao SIMPLESMENTE DESCONSIDERAR TEXTO LEGAL EXPRESSO do Edital, com a adoção de CRITÉRIO SUBJETIVO NO JULGAMENTO, a Comissão Permanente de Licitação infringe também o Princípio do Julgamento Objetivo, o que é totalmente vedado pelo artigo 44, 1º, da Lei 8.666/93, que estabelece: Segundo Marçal Justen Filho, Art. 44. No julgamento das propostas, a Comissão levará em consideração os critérios objetivos definidos no edital ou convite, os quais não devem contrariar as normas e princípios estabelecidos por esta Lei. 1º É vedada a utilização de qualquer elemento, critério ou fator sigiloso, secreto, subjetivo ou reservado que possa ainda que indiretamente elidir o princípio da igualdade entre os licitantes. (g.n.) Em termos amplos, a objetividade significa imparcialidade mais finalidade. O julgamento objetivo exclui a parcialidade (tomada de posição segundo o ponto de vista de uma parte). Mas isso é insuficiente. Além da imparcialidade, o julgamento tem que ser formulado à luz dos valores protegidos pelo Direito. A tutela de interesses supra-individuais não autoriza, contudo, ignorarem-se as disposições norteadoras do ato convocatório e da Lei. Não se admite que, a pretexto de selecionar a melhor proposta, sejam amesquinhadas as garantias e os interesses dos licitantes e ignorado o disposto no ato convocatório. (JUSTEN FILHO. Marçal. Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos. 14ª Edição. São Paulo: Editora Dialética, 2009, p.588) (g.n.) Do quanto exposto, vê-se que a manutenção de tal decisão que habilitou Arrematante cuja documentação está em completo desacordo com o Edital, caracterizaria também DESVIO DE PODER, conforme decisão emanada do Egrégio Tribunal de Justiça do Paraná, transcrita abaixo: Jurisprudência TJ PR A licitação visa propiciar à Administração selecionar a proposta mais vantajosa e aos licitantes igual oportunidade de concorrerem. O edital, a lei interna a regular o procedimento, deve conter todas as condições, bem como os critérios a serem observados no julgamento, NÃO SENDO ADMISSÍVEL SEJAM OS CONCORRENTES SURPREENDIDOS COM CRITÉRIOS DOS QUAIS NÃO TINHAM CONHECIMENTO. A IGUALDADE DE TRATAMENTO ENTRE OS LICITANTES, É PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL QUE DESATENDIDO CONSTITUI EM DESVIO DE PODER (TJ/PR Reex. Nec. 40/83 Ac ª Câm. Cív. Rel.: Des. Ossian França j. em Fonte: Banco de Dados de Jurisprudência do TJ/PR). 12

13 III - DOS PEDIDOS ':(4#) '~.:... d.1 t -~. i1 t ; ::g: =: Em face do exposto, requer-se deste mui digno Pregoeiro e sua Equipe de Apoio o provimento do presente recurso, com efeito para: a) Reconsiderar a decisão proferida no Pregão Eletrônico na 026/2012, ANULANDO a decisão que classificou e habilitou a empresa Stemac S/A Grupos Geradores, observado o art. 4, inciso XIX, da Lei na /02, procedendo-se a convocação das demais licitantes de acordo com a classificação obtida na fase de lances para que apresentem seus documentos de habilitação; b) Outrossim, amparada nas razões recursais, requer-se que este Pregoeiro reconsidere sua decisão e, na hipótese não esperada disso não ocorrer, faça este subir à autoridade superior para que a mesma externe seu digno entendimento, tomando-se autoridade co-responsàvel pelo ato aqui impugnado. Termos êm que, Pede deferimento. Hortolândia, 16 de agosto de S'eu.v:v ~ OMP ANHIA BRASILEIRA DE LOCAÇÕES ariana Gaspar Rua Giuseppe Franco, 156, Jd. Samambaia, Jundiai - SP, CEPo Tel.lFax: (11) ;1. 13

14 ANEXO I Quadro Comparativo com as divergências técnicas apresentadas entre o solicitado pelo Edital e o fornecimento pela STEMAC. SOLICITADO PELO EDITAL ANEXO I DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA EG/EA 007B UNIDADE DE GERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MÓVEL Em média tensão: Permitir que um ou mais equipamentos geradores sejam interligados entre si e operem em paralelo com a rede energizada da concessionária para fornecimento de carga flutuante de acordo com a demanda, na linha de distribuição com transferência total em rampa. Este sistema deve permitir a conexão e desconexão do conjunto gerador sem que haja descontinuidade no fornecimento de energia na rede por necessidade de desligamento. Permitir que um ou mais equipamentos geradores sejam interligados entre si e operem em paralelo com a rede energizada da concessionária para operação de reforço da linha em base de carga, ou seja, nesta operação o conjunto gerador fornecerá apenas a carga fixa determinada pelo operador. Este sistema deve permitir a conexão e desconexão do conjunto gerador sem que haja descontinuidade no fornecimento de energia na rede por necessidade de desligamento. Permitir que um ou mais equipamentos geradores sejam interligados entre si e forneçam energia na rede desenergizada, dividindo a carga entre si para atender a demanda flutuante de consumo de carga. Este sistema deve permitir a conexão e desconexão do conjunto gerador sem que haja descontinuidade no fornecimento de energia na rede por necessidade de religamento. FORNECIMENTO STEMAC Questionamento Relatório Técnico CERON: O item determina que deve haver sincronismo entre geradores e sincronismo destes com a rede da concessionária para atendimento a cargas. Determina ainda que a conexão e desconexão dos geradores deverão ser de forma que não haja descontinuidade no fornecimento de energia da rede. Este item também não é citado no catálogo enviado pelo fornecedor. Resposta STEMAC: Apesar de não estar explicitamente declarado no catálogo de apresentação do produto (sendo este um documento preliminar), confirmamos que nosso equipamento está apto para trabalho na condição descrita acima. Sendo assim, atendemos na integra as exigências do item da ET. 14

15 5.1 Grupo Motor-Gerador Não há referência das características elétricas do alternador, no descritivo técnico apenas menciona tais características de forma genérica, não sendo especificada qual a potência, reatâncias e rendimentos do alternador a ser fornecido. Portanto não comprovando que estão atendendo ao solicitado na ET Características Elétricas Principais do alternador: - Potência: 750 kva a 125 ºC - Elevação temperatura: 85 ºC - Frequência (correspondendo a 1800 rpm): 60 Hz - Tensão nominal: 220V f-f/ 127V f-n - Fator de Potência: 0,8 - Classe de isolamento: H - Reatância subtransitória de eixo direto (X d): 0,15 p.u. - Reatância transitória de eixo direto (X d): 0,18 p.u. - Reatância síncrona: 2,50 p.u. - Reatância de sequência negativa e reatância de sequência zero: 0,14 p.u e 0,03 p.u. - Rendimento com fator potencia 1.0 e carga a 90%: 93% - Grau de proteção (mínimo): IP21 - Ligação: Estrela paralelo com neutro acessível para tensão 220/127V O motor do gerador deverá ser de combustão interna ciclo diesel 4 tempos, 6 cilindros em linha, turbo compressor com refrigeração do ar de admissão, indução turbo-ar-ar, arrefecimento a água, possuir sistema de gerenciamento eletrônico de injeção de combustível. Deve ter ainda as seguintes características e acessórios: a) Ser apropriado para serviço contínuo de funcionamento (próximo de 1500h/ano), trabalhando com a potência máxima nominal do gerador nas condições ambientais dos locais de utilização da Unidade, e ter capacidade de sobrecarga de 10% durante 1 hora a cada 12 horas; Questionamento Relatório Técnico CERON: O item letras a, b e c da Especificação Técnica fala sobre as características do sistema do motor, capacidade de operação, condições de trabalho e determina que o tanque de combustível deva ter capacidade total mínima de 600 litros e deverá possuir um sistema para drenagem. No catálogo do fornecedor o tanque é de 400 litros e não cita o sistema de drenagem. Resposta STEMAC: Confirmamos o atendimento ao item solicitado, revisando a capacidade do tanque para atender as exigências do edital, onde o nosso equipamento será dotado de um tanque na capacidade de 600 litros, bacia de contenção e dispositivo de drenagem. b) Tanque de combustível com capacidade total mínima de 600 litros, fabricado em aço inoxidável. O tanque não poderá sofrer danos devido aos agentes químicos presentes no combustível; No descritivo técnico fornecido pela STEMAC o tanque de combustível mencionado é de 400 litros, fabricado em polietileno, uma vez que o edital solicita de 600 litros, fabricado em aço inox e com sistema de drenagem. c) O tanque deverá possuir um sistema para drenagem e marcador de combustível do tipo mangueira de nível, instalado na parte visível externa do container. 15

16 3.1 Lay Out interno constante da página 3 da ET 5.2 Saídas de Suprimento de Energia da Unidade A saída para atendimento em baixa tensão 127/220V deverá possuir as seguintes características: a) Barramento de cobre que permita a conexão de condutores com terminal cabo/barra. Esta barra deverá conter indicações de fases A, B, C e neutro nas terminações, além do barramento terra. b) Uma proteção trifásica através de disjuntor tripolar de 1250A A Saída para atendimento em de média tensão V deverá possuir as seguintes características: a) Estar equipada com terminações do tipo desconectáveis de 200A para conexão de cabo isolado tipo unipolar - classe 15 kv secção 50mm 2, XLPE. b) Conter indicações de fases A, B, C e terra nas terminações, com acesso pelo lado externo do container na parte traseira, através de uma porta que ficará fechada quando não for utilizada. O item 3.1da Especificação Técnica determina que a UGTM deve ter uma saída de BT e outra de MT e determina as características de cada uma. Observa-se que no catálogo do fornecedor não são citadas essas saídas. Resposta STEMAC: Confirmamos que nosso equipamento será dotado de duas saídas de cargas protegidas por disjuntores de baixa tensão e uma saída de carga por disjuntor de Média Tensão respectivamente (vide diagrama unifilar anexo). Sendo assim, atendemos na integra as exigências do item 3.1 da ET. Obs.: As saídas estão declaradas no catálogo encaminhado, vide Sistema de Força Baixa Tensão e Sistema de Força Média Tensão. O item 3.1 refere-se ao lay-outorientativo do equipamento UGTM onde estão indicadas as saídas de baixa e média tensão, sendo descritas de forma detalhada no item 5.2. Não há referência das características para atendimento em baixa tensão, no descritivo técnico apenas menciona tais características de forma genérica, não sendo especificado qual o tipo de conexão, além de não atender as características elétricas dos disjuntores. Sistema de Força Baixa Tensão: Composto por painel de força, de baixa tensão, dotado de dois disjuntores tripolares, motorizados e fixos para proteção/conexão, na capacidade de 1600A. Portanto não comprovando que estão atendendo ao solicitado na ET. Não há referência das características para atendimento em média tensão, no descritivo técnico apenas menciona tais características de forma genérica, não sendo especificado qual o tipo de conexão. Sistema de Força Média Tensão: Composto por painel de Média Tensão, conforme norma IEC , classe 15kV, capacidade de curto circuito de 16kA, para conexão à carga, dotado de um disjuntor a gás SF6, tripolar, fixo, motorizado, com abertura e fechamento dos pólos através de molas précarregadas, na capacidade nominal de 630A e protegido por relé microprocessado de sobrecorrente;. Portanto não comprovando que estão atendendo ao solicitado na ET. Analisando a figura meramente ilustrativa conforme descrito no catálogo, fornecido pela STEMAC onde mostra o lay-out do equipamento, conforme item 3.1 da ET nota-se claramente que ao estacionar o veículo em uma rua de tráfego movimentado para operação, os controles ficarão do lado do tráfego e não do lado da calçada (exaustão de ar na parte dianteira), em uma operação este posicionamento é um sério risco a segurança de trabalho do operador do equipamento 16

17 5.3 Quadro de Acionamento e Monitoramento do Gerador, Controle da Proteção da Saída em Baixa Tensão e do Sincronismo A unidade deverá possuir um sistema de controle, acionamento e monitoramento do funcionamento do gerador (Gen-set), e outro sistema de controle e monitoramento do sistema elétrico da Concessionária para sincronismo entre gerador e a rede de distribuição de energia (Mains), ambos os controles serão independentes Ambos os controladores são unidades de supervisão e comando projetados para as seguintes aplicações: - Operação em ilha Island operation; - Potência fixa/base de carga Fixed power/base load; - Transferência de Carga Load Takeover; Gerenciamento de potência: - Divisão de carga dual redundante digital e analógica; - Divisão de carga assimétrica; - Operação em ilha com partida/parada dependente de carga; - Operação em paralelo de rede e manuseio de tie breaker; - Gerenciamento de múltiplos grupos de geradores; 5.7 Transformador Elevador Este transformador deverá ainda, ter as seguintes características elétricas: - Potência: 500 kva; - Tensão primária nominal: 127/220V; - Ligação primária: triângulo; - Tensão secundária: 13,8/ 13,2/ 12,6/ 12,0/ 11,4/ 10,8/ 10,2 kv; - Ligação secundária: estrela com neutro; - Classe de tensão: 15 kv; - Impedância máxima: 0,05 p.u.; - Material Isolante: classe F (155ºC); expondo-o a sofrer acidentes. Caso o tráfego seja interrompido isto irá causar grande confusão ao sistema viário. Em caso de estacionamento em contramão o veículo estará sujeito à multa pelo órgão de transito local, necessitando assim de autorização especial de estacionamento. Portanto como demonstrado acima, a operação do equipamento neste tipo de local torna-se impraticável. Questionamento Relatório Técnico CERON O item determina que unidade deva possuir um sistema de controle, acionamento e monitoramento do funcionamento do gerador, e outro sistema de controle e monitoramento do sistema elétrico da Concessionária para sincronismo entre gerador e a rede de distribuição de energia. No catálogo do fornecedor cita apenas um controlador. O 2º controlador é essencial, pois nele fica a lógica do atendimento, como atendimento em ilha ou paralelismo entre gerador e rede concessionária, incremento potência para captação ou retirada das cargas, entre outras. 3 Resposta STEMAC: Nosso equipamento será dotado de dois controladores (DSE 8610 e DSE 8660 vide folhas de dados em anexo), sendo um deles responsável pelo controle e proteção do grupo gerador e outro que permite o monitoramento do sistema elétrico da Concessionária no momento do sincronismo do grupo gerador e o sistema de rede. Em conjunto irão permitir o atendimento em ilha o paralelismo entre as duas fontes, bem como incremento de potência para captação e ou retirada das cargas. Não há referência das características elétricas do transformador, no descritivo técnico e catálogo apenas menciona tais características de forma genérica, não sendo especifico em detalhes conforme solicitado pela ET como descrito abaixo. Um transformador elevador a seco encapsulado com potência de 500kVA / 15kV-60Hz e Transformador elevador a seco encapsulado com potência de 500kVA / 15kV-60Hz. Tensão primária de 0,22kV e secundária de 13,8kV (TAP s reguláveis 10.2/10.8/11.4/12/13.2/13.8 kv). Primeiramente nota-se que as informações são 17

18 - Grupo de ligação: Ynd1; - Frequência: 60Hz; - NBI: 95kV; - Grau de proteção: IP-00; - Tipo de núcleo: envolvido, confeccionado em chapas de aço-silício de grãos orientados, com corte tipo step-lap 45 graus, com baixa indução, próprio para o uso de geradores; - Tensões suportáveis: Frequência Industrial AT 34kV; BT 10kV - Impulso Atmosférico AT 95kV; - Tipo aterramentos: TN-S O transformador deverá possuir sistema de proteção térmica, monitor de temperatura, proteção contra curto-circuito interno e pararaios na média tensão. Estas proteções deverão atuar no trip do relé do disjuntor de média tensão bloqueando o mesmo e na proteção de saída do gerador. 5.8 Transformadores de Corrente e de Potencial Transformador de Potencial - Deverá possuir núcleo duplo e tem a função de medição e proteção. - Encapsulado em epóxi, uso interno; - Classe de tensão: 15 kv, 60 Hz; - NI: 34/ 95 kv; - Classe de Exatidão: 06C75; - Terminação Dupla; - Relação: 69,3-69,3:1; - Potência térmica: 400 VA; Transformador de Corrente - Deverá possuir núcleo duplo tem a função de medição ou proteção separadamente. - Encapsulado em epóxi, uso interno; - Classe de tensão: 15 kv, 60 Hz; - NI 34/95 kv; - Classe de Exatidão: 10A200; - Classe de Exatidão Medição: 0,3C50; - Terminação dupla; - Ft: 1,2 - Ith/ Id: 4/10kA - Norma NBR 6856/ Disjuntores de Baixa Tensão Estes disjuntores deverão possuir ainda as seguintes características elétricas: - Número de polos: 3 - Tensão de isolamento nominal: Ui=1000/1250 V - Tensão suportável de impulso nominal: Uimp=12 kv genéricas, portanto não comprovando que estão atendendo ao solicitado na ET. Em segundo luar também não há menção de que atendem ao item onde solicita que o transformador tenha sistema de proteção térmica para atuar no trip do relé do disjuntor de média tensão bloqueando o mesmo e na proteção de saída do gerador. Não há referência das características elétricas do transformador, no descritivo técnico e catálogo apenas menciona tais características de forma genérica, não sendo especifico em detalhes conforme solicitado pela ET. Não há referência das características elétricas dos disjuntores, no descritivo técnico e catálogo apenas menciona tais características de forma genérica, não sendo especifico em detalhes conforme solicitado pela ET como descrito abaixo. Sistema de Força Baixa Tensão: Composto por painel de força, de baixa tensão, dotado de dois disjuntores tripolares, motorizados e fixos para 18

19 - Tensão de operação nominal (50/60 Hz): Ue=690/1000 V - Apto ao seccionamento conforme NBR IEC Grau de poluição IEC : 3 - Corrente Nominal In a 40 C: 1250 A - Icu: 42 ka rms Os disjuntores deverão possuir disparador eletrônico com proteção seletiva LR/ Instantânea, com amperímetro digital Relé de Proteção do Circuito de Média Tensão A unidade deverá possuir dois relés para proteção do circuito de média tensão Um dos relés atuará no disjuntor de média tensão nos pontos do Trip de proteção do gerador, saída de carga. O outro rele atuará no trip de proteção do disjuntor de entrada da rede da concessionária para transferência em média tensão Características: A unidade de proteção e controle deverá conter as seguintes funções em conformidade com a American National Standards Institute (ANSI): - 50/51: Sobrecorrente instantânea e temporizada de fase, respectivamente; - 50/51N: Sobrecorrente instantânea e temporizada de neutro, respectivamente; - 50/51G: Sobrecorrente instantânea e temporizada de neutro de alta sensibilidade; - 50BF: Falha no disjuntor; - 46: Corrente de sequência negativa/ Desbalanço; - 67: Sobrecorrente direcional de fase; - 67N/ 67NC: Sobrecorrente direcional de neutro isolado, solidamente aterrado ou compensado; - 32P: Direcional de sobrepotência ativa; - 27/27S: Subtensão fase-fase / fase-neutro; - 59: Sobretensão fase-fase ou fase-terra; - 59N: Sobretensão de neutro (deslocamento da tensão de neutro); - 47: Sequência de fases; - 81: Sobrefrequência e Subfrequência. proteção/conexão, na capacidade de 1600A. Portanto não comprovando que estão atendendo ao solicitado na ET. Questionamento Relatório Técnico CERON: O item5.10 determina que a unidade deva possuir 2 relés de Proteção do Circuito de Média Tensão. Um deve atuar como proteção do gerador e outro para atuar na proteção do sistema elétrico da concessionária. Este que atua no sistema elétrico da concessionária tem funções extremamente importantes como as proteções de sobre e sub-tensão, sobre corrente, sobre e sub-frequência, sequência de fases e desequilíbrio de corrente de carga. Observa-se que no catálogo do fornecedor consta apenas um relé microprocessado para proteção do gerador contra sobrecorrente. Resposta STEMAC: Apesar de não estar explicitamente declarado no catálogo de apresentação do produto (sendo este um documento preliminar), confirmamos o atendimento da solicitação acima, onde será contemplado em nosso equipamento dois relés de proteção multifunção no circuito de Média Tensão para atendimento das proteções citadas. Além dos relés de proteção mencionados, os controladores DS 8610 e 8660 executarão funções de proteção especificas a sua aplicação (vide folhas de dados em anexo), atendendo na integra as exigências do item 5.10 da ET. Primeiramente, mais uma vez aqui é demonstrado de que a STEMAC nunca forneceu este produto visto que estão afirmando que o equipamento será dotado e não é dotado, além de mencionar que o catálogo apresentado é um documento preliminar. A ET solicita que os relés de proteção sejam independentes para cada disjuntor de média tensão (entrada de rede e saída de carga), bem como conter todas as funções descritas no item , e não somente em uma função de sobre corrente; como o descritivo técnico da STEMAC menciona apenas um disjuntor de média tensão para saída de carga, o relé de proteção para o disjuntor de entrada de rede não atuará na sua função principal de proteção do sistema elétrico da rede da Concessionária, assim não atendendo a ET. Isto mostra que não são fornecedores de produto igual 19

20 5.11 Disjuntores de Média Tensão A unidade deverá possuir dois disjuntores a vácuo conforme norma IEC , que deverão atuar com as proteções do relé de média tensão. - Possuir sensores para a indicação de aberto/fechado; - Possuir controle do estado do disjuntor e da continuidade das bobinas de abertura/fechamento; - Elevada compatibilidade ambiental e eletromagnética; - Tensão nominal: Un=17,5 kv 50/60Hz; - Corrente nominal: In=630ª; - Nível de isolamento crista (1,2/50µs): Up= 95 kv; - Corrente de curta duração: Ics=25kA ef.-3s; - Capacidade de Interrupção para correntes capacitivas: 400A; - Capacidade de fechamento: 40 ka; - Temperatura de Funcionamento: 40 C. ou similar e que estão atendendo às solicitações questionadas pela CERON sem o conhecimento das funcionalidades do equipamento. O diagrama unifilar anexo mostra claramente que não possuem projeto e nem conhecem as funcionalidades do equipamento, visto que o diagrama é apenas orientativo com falhas na elaboração do conceito de utilização solicitado na ET (entrada de rede e saída de carga em Média Tensão), ou seja, o equipamento não possui o nível de automação solicitado pela CERON. Bem como as proteções são realizadas pelos controladores DSE 8610 e 8660 e não pelos relés de proteção. Questionamento Relatório Técnico CERON: O item 5.11 determina que a unidade deve possuir dois disjuntores de MT a vácuo conforme norma IEC Consta apenas no catálogo do fornecedor apenas um disjuntor. O catálogo prevê ainda a instalação de uma chave seccionadora tripolar e uma chave de aterramento, o que contraria o item previsto na ET. O catálogo do fornecedor não contempla este item. Resposta STEMAC: Conforme solicitado na Especificação Técnica enviada (vide abaixo), confirmamos que o nosso equipamento será dotado de apenas um disjuntor de Média Tensão conforme a norma IEC , instalado em um painel que atende a norma IEC Disjuntor de Média Tensão A unidade deverá possuir dois disjuntores a vácuo conforme norma IEC , que deverão atuar com as proteções do relé de média tensão. Porem a especificação determinou a obrigatoriedade de dois disjuntores como segue: Em nota de esclarecimento n. 001 Data de Expedição: 10/07/2012 A pedido da licitante Cia Brasileira de Locações (Poit) foi solicitado esclarecimentos referente a divergências nas especificações técnicas anexas ao edital onde em um deles é realizado este questionamento sobre a quantidade de disjuntores de média tensão. Questionamento: 1.1.1) DISJUNTOR DE MÉDIA TENSÃO Vejamos transcrição do item da ET EG/EA 007 b e do mesmo item para o Anexo I da ET EG/EA 007 b: ET EG/EA 007 b A unidade deverá possuir um disjuntor a vácuo conforme norma IEC , que deverá atuar com as proteções do relé de média tensão. Anexo I da ET EG/EA 007 b 20

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