UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO FERRAMENTA DE MIGRAÇÃO DAS TABELAS E DADOS ENTRE SISTEMAS DE BANCO DE DADOS: INTERBASE TIAGO AZEVEDO BORGES DEZEMBRO 2008

2 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO FERRAMENTA DE MIGRAÇÃO DAS TABELAS E DADOS ENTRE SISTEMAS DE BANCO DE DADOS: INTERBASE Trabalho de conclusão de curso apresentado por Tiago Azevedo Borges à Universidade Católica de Goiás, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciências da Computação. Vicente Camargo, Mestre. UCG - Orientador II

3 GOIÂNIA 2008 FERRAMENTA DE MIGRAÇÃO DAS TABELAS E DADOS ENTRE SISTEMAS DE BANCO DE DADOS: INTERBASE Trabalho de conclusão de curso apresentado por Tiago Azevedo Borges à Universidade Católica de Goiás, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação. BANCA EXAMINADORA III

4 AGRADECIMENTOS Agradeço aos meus pais pela vida e pela oportunidade que me foi dada, pelo incentivo nos meus estudos e amor incondicional. Agradeço ao professor e Mestre Vicente Paulo de Camargo, orientador acadêmico, pelo apoio e confiança depositada. IV

5 DEDICATÓRIA Aos meus pais pelo apoio dado durante toda minha vida. Aos meus professores que com muita paciência me passaram o conhecimento necessário para a minha formação. V

6 Sumário LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS... 7 LISTA DE TABELAS... 8 LISTA DE FIGURAS... 9 CAPITULO 1 - INTRODUÇÃO...10 CAPITULO 2 - VISÃO GERAL SOBRE O SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS INTERBASE O que é o Interbase História do Interbase Recursos Tipos de dados do Interbase Instalando o Interbase Ferramenta IBConsole Criando um banco de dados Interbase Criação de Tabela no Interbase Dicionários de Dados...25 CAPITULO 3 - INTERBASE x SQL SERVER...28 CAPITULO 4 - INTERBASE x MySQL...30 CAPITULO 5 - FERRAMENTA DE MIGRAÇÃO Diagramas de Classes Telas do Sistema Futuras versões do Interbase...41 CAPITULO 6 - CONCLUSÃO...42 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...43 VI

7 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS.NET BLL DAL DBA DDL DML SGBD SQL Dot Net ou Ponto Net Business Logical Layer Data Access Layer Data Base Administrator Data Definition Language Data Manipulation Language Sistema Gerenciador de Banco de Dados Structured English Query Language VII

8 LISTA DE TABELAS Tabela 1.0 Comparativo de recursos Interbase/SQL Server 29 Tabela 2.0 Comparativo de recursos Interbase/MySQL 31 Tabela 3.0 Tipos de dados compatíveis. 35 VIII

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1.0 Tela de apresentação de instalação do Interbase. [4] 17 Figura 1.1 Informações de instalação do Interbase. [4] 18 Figura 1.2 Tela com o termo de licença do Interbase. [4] 19 Figura 1.3 Tela de definição do local de instalação e dos itens que compõem o Interbase. [4] 19 Figura 1.4 Tela com processo de instalação do Interbase. [4] 20 Figura 1.5 Tela de confirmação da instalação do Interbase. [4] 21 Figura 2.0 Tela principal do IBConsole. 22 Figura 3.0 Registro e conexão do servidor Interbase. 23 Figura 4.0 Criação do banco de dados. 24 Figura 5.0 Script SQL para criar as tabelas TITULO e PROFESSOR. 24 Figura 5.1 Janela do Interactive SQL com script digitado. 25 Figura 6.0 Tabela de metadados. 26 Figura 6.1 Tabelas de Metadados do Sistema. 27 Figura 7.0 Modelo de arquitetura em camadas. [5] 33 Figura 7.1 Novas classes adicionadas ao projeto. 34 Figura 7.2 Diagrama de classes criado no projeto original 36 Figura 7.3 Diagrama de classes criado no projeto atual. 37 Figura 7.4 Tela inicial do projeto original. 38 Figura 7.5 Tela inicial do projeto atual. 38 Figura 7.6 Tela de visualização dos dados do projeto original. 39 Figura 7.7 Tela de visualização dos dados do projeto atual. 39 Figura 7.8 Tela de migração do projeto atual 40 Figura 7.9 Tela de migração do projeto original. 41 IX

10 Capítulo 1 10 INTRODUÇÃO Dando continuidade ao projeto iniciado pelo aluno José Lino de Menezes Neto [5], que em seu trabalho propôs uma solução ao crescente aumento de redes cliente/servidor em ambientes coorporativos e que utilizam metodologias e modelos de bancos de dados diferentes. Entendendo-se a necessidade do uso de Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Relacionais, migrar as estruturas entre os diversos modelos existentes se torna de grande importância. Entender as diferenças entre os diversos SGBD é essencial, para isso o estudo dos seus dicionários de dados se torna necessário. Este trabalho visa compreender os aspectos relacionados ao gerenciador de bancos de dados Interbase de modo a proporcionar a implementação da migração com os modelos já implementados no projeto original [5] SQL Server e o MySQL. Inicialmente, iremos tratar aspectos gerais ao Interbase, desde sua instalação e configuração a como são tratados seus dados e funções. Teremos uma visão dos tipos de dados que o Interbase suporta seus recursos e como se relacionam com o estudo de seu dicionário de dados. Num próximo momento iremos ver as diferenças básicas entre o sistema Interbase e os sistemas SQL Server e MySQL, de forma a permitir a implementação da ferramenta de migração entre os modelos de bancos de dados. No ultimo momento será desenvolvido a ferramenta de migração entre os modelos de bancos de dados, que é a proposta desse trabalho, com base nas informações obtidas anteriormente. Esse projeto é de grande motivação, não apenas por ser o final de uma etapa acadêmica, mas também por permitir o ganho de uma experiência que será de grande importância na vida profissional e pessoal. Este trabalho é composto por seis capítulos. O primeiro capítulo faz uma introdução sobre a realização do trabalho e sua estrutura organizacional.

11 11 No segundo capítulo há uma descrição geral sobre o sistema de banco de dados Interbase, historia, instalação, tipos de dados, dicionário de dados e criação de bancos e tabelas. O terceiro e quarto capítulos fazem uma comparação entre o Interbase e os modelos SQL Server e MySQL. O quinto capítulo trás informações a respeito da ferramenta de migração analise e diagramas utilizados na sua documentação. Por fim o sexto capítulo apresenta as conclusões do trabalho e sugestões para trabalhos futuros.

12 Capítulo 2 12 VISÃO GERAL SOBRE O SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS INTERBASE O que é o Interbase O Interbase é um poderoso gerenciador de banco de dados cliente/servidor relacional compatível com o SQL-ANSI-92, sua utilização é independente de plataforma e sistema operacional. O Interbase dispensa maiores estruturas (DBA/Preparação), bastando instalá-lo e utilizar, sem a freqüente presença de profissionais. O Interbase é extremamente bem apropriado, por embutir dentro de aplicações distribuídas. Pelo seu poder, facilidade de uso, é utilizado no Windows, Linux e plataformas de Solaris TM, como também para ambientes de desenvolvimento como Borland Delphi TM, C++Builder, C Builder e Kylix. Ele dispensa o uso de supervisores, usando pouco espaço de disco para sua instalação e utilizando pouca memória em situações normais de uso, tornando o custo para implantação do projeto menor. O Interbase utiliza comandos SQL divididos em duas categorias, linguagem de definição de dados (DDL) e linguagem de manipulação de dados (DML). As DDL são responsáveis pela criação dos metadados as tabelas, visões e índices. Já as DML são responsáveis por preencher e manipular os metadados História do Interbase Seu desenvolvimento iniciou em meados de 1985 por uma equipe de engenheiros da DEC (Digital Equipament Corporation). Tendo como nome inicial de Groton, esse produto veio sofrendo varias alterações até finalmente em 1986 receber o nome de Interbase, iniciando na versão 2.0. Nesta época, a idéia era produzir um SGBDR (Sistema Gerenciador de Bancos de Dados Relacionais) que oferecesse benefícios os quais não encontrados em outros da época.

13 Ao longo do desenvolvimento do Interbase, foram introduzidas muitas características, dentre elas podemos citar: 13 Commit Automático de Duas Fases; Sombreamento do Banco de Dados; Replicação; Tratamento de Blob s; Sistema de Eventos; Os bancos de dados podem residir em um arquivo único ou em arquivos múltiplos; O tamanho máximo de um banco de dados em um arquivo único é de dois gigabytes para Windows 98 e quatro gigabytes para Windows NT/2000. Quando há possibilidade do banco de dados residirem em vários arquivos à capacidade atinge terabytes; O numero Maximo de tabelas por banco de dados é ; O número Maximo de índices por tabela é de ; O suporte a SQL do Interbase adere ao Padrão SQL-92, dando suporte à integridade referencial declarativa com operações em cascata, visões atualizáveis e junções externas; O Interbase também suporta funções SQL estendidas, como procedimentos armazenados, gatilhos, papéis. 2.3 Recursos Suporte SQL: O Interbase enquadra-se nos requerimentos do padrão SQL-92, suportando integridade referencial declarativa com operações em cascata, atualização de visões e junções externas. O Interbase introduz ainda o padrão SQL3, incluindo procedimentos armazenados (Stored Procedures), gatilhos (triggers) e suporte a segmentação de objetos binários largos (BLOG). Multiusuário: O Interbase permite que várias aplicações-cliente tenham acesso simultâneo a um mesmo banco de dados. As aplicações podem ainda ter acesso a vários bancos de dados ao mesmo tempo. Gatilhos podem ser disparados para notificar as aplicações-cliente sobre eventos ocorridos no banco de dados como inclusão e exclusão de dados.

14 14 Gerenciamento de Transações: O servidor Interbase esta estruturado em um modelo de transação. As transações permitem que instruções enviadas ao banco de dados ocorram em blocos com a característica especial de tudo ou nada, isso significa dizer que um conjunto de instruções pode ser tratado como uma única instrução, com possibilidade de ser executada diretamente (sucesso), ou de não ser executada (insucesso). Arquitetura Multigeracional: O Interbase oferece uma arquitetura onde o servidor armazena múltiplas versões de cada registro, quando necessário, de forma que as transações sempre tenham uma visão consistente dos dados. Criando novas versões de um registro, o Interbase permite que todos os clientes (usuários) possam lê o registro, mesmo que outro usuário o esteja atualizando naquele exato momento. Nível de Bloqueio: Sistemas multiusuários estão sujeitos a concorrência. Eventualmente, vários usuários tentarão atualizar um registro ao mesmo tempo. Para lidar com esse problema o Interbase utiliza duas estratégias, uma delas usado por bancos locais, denominado de bloqueio pessimista, outra forma é a utilizada pela maioria dos servidores SQL, é o chamado bloqueio otimista. O Interbase se utiliza de um mecanismo de bloqueio otimista em nível de linha. Dessa forma vários usuários podem atualizar dados em uma mesma tabela sem que estejam sujeitos a conflitos. Arquivos Sombra: O Interbase permite o uso de arquivos sombra (ou de sombreamento). Este arquivo traduz-se em uma copia idêntica de um banco de dados. Quando definido para um banco de dados, quaisquer alterações no arquivo do banco serão simultaneamente introduzidas no arquivo sombra. Dialetos: Introduzido na versão 6.0, os dialetos permitem que se utilizem características novas ou antigas do banco, por questão de compatibilidade. O Dialeto um (Dialect 1) garante compatibilidade com bases de dados criadas com versões anteriores. O Dialeto dois (Dialect 2) é apenas um modo de diagnóstico e pouco utilizado. Por fim, o Dialeto três (Dialect 3) permite acesso total às novas características do banco. 2.4 Tipos de dados do Interbase Tipo do dado é a forma como a qual o dado pode ser representado, tendo cada tipo suas propriedades e operações exclusivas. Entre os diversos SGBD encontrados hoje, eles

15 15 podem possuir tipos de dados comuns, no entanto eles podem ser tratados de formas diferentes. Para o sucesso na migração de tabelas entre os SGBD, é necessário que os tipo de dado exista em ambas as plataformas, ou ao menos, haver compatibilidade entre eles. Com o Dialeto três (Dialect 3), o Interbase suporta a maioria dos tipos de dados SQL. O Interbase apenas não tem como tipo dado, o tipo Boolean. Mesmo assim é possível criar o seu próprio tipo Boolean através de DOMAINS. BLOB: O tipo de Dado BLOB, tem o tamanho variável, isto é, não sabemos na hora da criação do campo BLOB qual será o seu tamanho realmente, mas, o limite do campo BLOB que está na documentação do Interbase, é de 64k por segmento. Este tipo de campo é o tipo indicado para armazenar Textos Grandes Memos, Fotos, Gráficos, Ícones, isto é, aparentemente não tem um tipo de dado que não possa ser armazenado no Campo BLOB. Campos BLOB não podem ser indexados. Saber qual o subtipo correto utilizar é essencial para criar aplicativos que se utilizem dos campos BLOB. Os BLOB se apresentam em três versões: Subtipo 0 - Armazena dados em formato binário Fotos, etc. Subtipo 1 - Armazena dados em formato texto Memos. Subtipos definidos pelo usuário. Além dos dois Subtipos pré-definidos, também existem os Subtipos definidos pelo usuário. Esses tipos são determinados com o uso de valores negativos logo após a palavra SUB_TYPE. O número utilizado é um inteiro determinado arbitrariamente pelo usuário de acordo com sua preferência, desde que seja negativo. O uso de -1 é funcionalmente equivalente ao uso de -2, -3, etc. A única consideração que deve ser tomada é a de se certificar de sempre armazenar o tipo prédeterminado de informação no respectivo subtipo de BLOB. O Interbase não faz nenhuma análise dos dados que estão sendo gravados, portanto essa é uma responsabilidade do aplicativo. Nenhum erro será retornado pelo Interbase se um tipo errado de dado for inserido em um BLOB de subtipo incorreto, mas um aplicativo pode ser prejudicado se ao recuperar as informações do BLOB, a mesma não corresponder ao formato esperado.

16 16 CHAR(n): O tipo de Dado CHAR, tem o seu tamanho definido na hora da criação da tabela. Seu tamanho máximo é de 32767, 32k. Este tipo tem o seu tamanho fixo. Este tipo de dado é usado quando você realmente souber o tamanho da coluna/campo a ser criada. Outro exemplo é criar a coluna de CNPJ, DOMAIN BOLLEAN. VARCHAR(n): O tipo de Dado VARCHAR, tem o seu tamanho definido na hora da criação da tabela. Seu tamanho máximo é de 32767, 32k. Este tipo tem o seu tamanho variado na tabela. Isto é, se você criar uma coluna de 45 Caracteres, mas, a coluna tenha apenas 20 Caracteres gravados, o restante, os 25 Caracteres são descartados. Este tipo de dado é usado quando você realmente não souber o tamanho da coluna/campo a ser criada. Outros exemplos são criar campos Descrições, Inscrições Estaduais. DATE: O tipo de Dado DATE, no DIALECT três, armazena a Data, e seu tamanho é de 32 bits inteiros longos. TIME: O tipo de Dado TIME, no DIALECT três, armazena a hora, e seu tamanho é de 32 bits inteiros longos. TIMESTAMP: O tipo de Dado TIMESTAMP, no DIALECT três, armazena a Data e a hora ao mesmo tempo, e seu tamanho é de 32 bits inteiros longos. DECIMAL: O tipo de Dado DECIMAL armazena dígitos a serem gravados na precisão especificada na criação da tabela. NUMERIC: O tipo de Dado NUMERIC armazena dígitos a serem gravados na precisão especificada na criação da tabela. SMALLINT: O tipo de Dado SMALLINT armazena dígitos a serem gravados, mas, com o limite de: a Serve para armazenar dados numéricos pequenos. INTEGER: O tipo de Dado INTEGER armazena dígitos a serem gravados, mas, diferente do SMALLINT, não existe um limite aparentemente, este tipo é de 32 bits, tem a escala de valores em: até

17 FLOAT: O tipo de Dado FLOAT armazena dígitos a serem gravados, mas, com precisão simples de sete dígitos. 17 DOUBLE PRECISION: Este é o tipo de campo para uso monetário/valores no Interbase, Dialect três. Sua precisão é de 64 bits, na documentação fala em usar apenas para valores científicos, mas, eu o uso em todos os sistemas, e obtenho sempre o arredondamento e precisão desejada. 2.5 Instalando o Interbase Para o uso no trabalho foi escolhido a versão 6.0 do Interbase por se tratar de uma versão que teve seu código fonte liberado pela Borlande TM. A figura 1.0 abaixo mostra a primeira tela apresentada no momento da instalação do Interbase. Figura 1.0 Tela de apresentação de instalação do Interbase. [4]

18 Na figura 1.1 se refere à instalação do banco de dados, são informadas ao usuário algumas informações referentes ao processo de instalação do banco de dados. 18 Figura 1.1 Informações de instalação do Interbase. [4] E seguida é mostrado ao usuário uma tela com o termo de licença do Interbase (Figura 1.2), cabendo ao usuário concordar ou não com os termos presentes nesta licença, caso o usuário não concorde o processo de instalação é encerrado.

19 19 Figura 1.2 Tela com o termo de licença do Interbase. [4] A próxima tela mostra ao usuário os itens do banco de dados que poderão ser instalados, bem como o local na máquina onde o Interbase será instalado (Figura 1.3). Figura 1.3 Tela de definição do local de instalação e dos itens que compõem o Interbase. [4]

20 Em seguida será iniciada a instalação do Interbase e seus recursos no local especificado anteriormente pelo usuário (Figura 1.4). 20 Figura 1.4 Tela com processo de instalação do Interbase. [4] Ao final da instalação será mostrada ao usuário uma tela de confirmação ao usuário (Figura 1.5). O Interbase está pronto para uso.

21 21 Figura 1.5 Tela de confirmação da instalação do Interbase. [4] Ferramenta IBConsole IBConsole é uma ferramenta gráfica desenvolvido pela Borland para a administração do Interbase e disponível a partir da versão 2.0 do Interbase (Figura 7.0). O IBConsole é um front-end para utilitários de linha de comando do Interbase utilizado para todas as funções relacionadas ao Interbase da configuração do servidor a recuperação e backup dos dados.

22 22 Figura 2.0 Tela principal do IBConsole. O IBConsole não é uma ferramenta para criação de tabelas, é necessário conhecer a linguagem SQL, pois toda criação, relacionamento, manutenção é feito via linha de comando. 2.6 Criando um banco de dados Interbase Para que se possam realizar as tarefas relacionadas com ao projeto, deve-se primeiramente, registrar um servidor, para tal utiliza-se o IBConsole. Para registrar um servidor se segue os seguintes passos (Figura 3.0): 1 No menu Server, selecione a opção Register.... Irá abrir uma janela Register Server and Connect, para que seja feita o registro e a conexão do servidor, no caso uma conexão local. 2 No campo Description coloque a descrição do servidor. 3 Em Login Information coloque o usuário e a senha, este será o administrador global do servidor. 4 Clique em OK e pronto o servidor está registrado e pronto para ser usado pelo IBConsole

23 23 Figura 3.0 Registro e conexão do servidor Interbase. Após o registro do servidor pode-se iniciar a criação do banco de dados. Primeiramente crie uma pasta para salvar o banco de dados, por exemplo: C:\Temp\Interbase. Para criar um banco de dados siga os passos (Figura 4.0): 1 Dê um clique no sinal de + à esquerda do ícone do servidor que foi criado, irá abrir uma árvore de opções. 2 Selecione a opção Databases e clique com o botão direito do mouse, um menu com as opções Register... (para registrar um banco de dados já existente) e Create Database irá aparecer. Selecione a opção Create Database, uma caixa de dialogo será aberta. Esta etapa pode ser feita também pelo menu Database. 3 Preencha o campo Alias com um nome para identificar o banco de dados. 4 No grid File(s), na primeira linha, na coluna Filename(s), defina o nome completo do caminho e do banco de dados, por exemplo, C:\Temp\Interbase\Alias.ib. 5 Os demais campos são deixados com seus valores padrão. 6 Clique em OK e o banco de dado será criado.

24 24 Figura 4.0 Criação do banco de dados. 2.7 Criação de Tabela no Interbase Tendo realizada a conexão do servidor e a criação do banco de dados, a seguir pode-se iniciar a criação das tabelas para o banco de dados, para tal utiliza-se o Interactive SQL, através do menu Tools, opção Interactive SQL.... Na janela que se abre, coloca-se o script SQL, como visto na figura 5.0. Figura 5.0 Script SQL para criar as tabelas TITULO e PROFESSOR.

25 Após a digitação do script o usuário poderá efetuar certas tarefas através de opções especificas como mostrado na figura Figura 5.1 Janela do Interactive SQL com script digitado. De acordo com a figura 5.1 tem-se: 1 Executar seqüência SQL. 2 Verificar a sintaxe da sentença SQL antes de executar. 3 Carregar um script SQL salvo. 4 Salvar o script SQL digitado. 2.8 Dicionários de Dados Como se sabe os dicionários de dados é um conjunto de informações, que contêm as definições e representações dos dados no SGBD. Compreender como manipular esses dicionários é a base para o funcionamento da ferramenta de tradução dos bancos de dados, uma vez que será necessária a leitura e definição de cada entidade a ser migrada. O motor (engine) do Interbase utiliza metadados, um sistema de quadros que compõem um verdadeiro e dinâmico dicionário de dados, incluindo as definições,

26 26 procedimentos armazenados e a integridade referencial. Esses metadados são armazenados em todos os quadros acessíveis do Interbase. Esses metadados podem ser acessados pelo menu Database opção View Metadata..., do IBConsole, o qual apresenta uma janela onde se pode verificar as tabelas, regras e permissões do banco de dados (Figura 6.0). Figura 6.0 Tabela de metadados. Internamente o Interbase possui tabelas com dados do sistema como, campos, funções, índices, relações, regras e outros (Figura 6.1). Por elas se obtêm as definições de domínio, que são definições globais que definem as colunas localmente, é utilizado quando muitas tabelas possuem definições de colunas idênticas, é obtido ainda o índex, que são estruturas criadas com os relacionamentos do banco de dados. É através do metadados que as tabelas criadas no banco de dados são selecionadas e referenciadas. As tabelas de metadados no Interbase são facilmente identificadas pelo prefixo RDB$.

27 27 Figura 6.1 Tabelas de Metadados do Sistema.

28 Capítulo 3 28 INTERBASE x SQL SERVER Antes de iniciar uma comparação entre o Interbase e o SQL Server, devemos considerar que não é objetivo desse trabalho levar os usuários a escolher entre um SGBD ou outro, é claro que ambos os sistemas têm vantagens e desvantagens sobre o outro. Sendo nosso foco o Interbase, abaixo são listadas algumas vantagens do Interbase em relação ao SQL Server. Assim como o SQL Server, o Interbase utiliza linguagem SQL na construção de suas tabelas o que torna a estrutura interna dos sistemas bastante semelhantes. O que temos são diferenças no tratamento das funções, por exemplo, as triggers, no Interbase as triggers são disparadas antes e depois dos eventos enquanto que no SQL Server as triggers são disparadas após os eventos, isso dá ao administrador a possibilidade de determinar a ordem de execução das triggers. Outra diferença marcante entre os dois sistemas é o fato de o SQL Server suportar apenas a plataforma Windows, enquanto que o Interbase é multi-plataforma, suportando plataformas Windows, Linux e Sun Solaris, dessa forma para efetuar uma migração de plataformas basta apenas um Backup/Restore. Abaixo temos uma tabela que compara os recursos do Interbase com o SQL Server, ela foca apenas os recursos mais importantes. Recurso Interbase SQL Server Suporte a transação X X Suporte a SQL X X Funções definidas pelo usuário (UDF) X X Otimizador de Querys X X Fornecer dados consistentes sem bloqueio de registro para atualizações X Lock em nível de linha X X Conversão de DeadLocks X Nível de isolamento transacional Snapshot X X Commit em duas fases X X Suporte a múltiplos usuários ou conexão simples X X

29 29 Suporte a multiprocessamento (SMP) X X Stored procedures X X Evento disparado antes das triggers X Evento disparado após as triggers X X Controle na ordem de execução das triggers X Disparar eventos para o cliente X Geração automática de chaves X X Suporte a NULL em todos os tipos de campo X X Integridade referencial (Foreign Key) X X Backup online X X Alterações de estrutura de bancos de dados online X X Imediata recuperação do servidor X Replicação X X Manutenção zero X X Memória requerida 32 MB 64 MB (Win 2000) 128 MB (Win XP) Espaço em disco 15 a 40 MB 250 MB (média) Tabela 1.0 Comparativo de recursos Interbase/SQL Server

30 Capítulo 4 30 INTERBASE x MySQL Assim como no SQL Server, o MySQL também utiliza a linguagem SQL, entretanto o MySQL possui maiores limitações, não oferecendo suporte por exemplo a triggers e stored procedures. Abaixo temos algumas vantagens do Interbase sobre o MySQL. Em linhas gerais para se traduzir um banco de dados do Interbase para o MySQL, bastaria importá-lo para o modo.sql, já que possuem os mesmos tipos de dados e o mesmo modo de criação das tabelas, isso realmente funcionaria desde que o banco de dados do Interbase não utilizasse triggers, stored procedures e outras funções não presentes no MySQL. Abaixo temos uma tabela que compara os recursos do Interbase com o MySQL, ela foca apenas os recursos mais importantes. Recursos Interbase MySQL Suporte a multi-plataforma X X Fornecer dados consistentes sem bloqueio de registro para atualizações X X Conversão de Deadlocks X X Deadlocks ciclicos em nivel de linha X X Locks não são encaminhados antes do nível de linha X X Lock em nível de linha X X Locks não escaláveis X X Suporte a transações X X Suporte a save points X X Geração automática de chaves X X Funções definidas pelo usuário X X Ferramenta de monitoramento de desempenho X Stored procedures X Triggers X Views X Check constraints X Evento X Backup durante uso X Opcional Integridade referencial declarativa X X Replicação Síncrona X

31 31 Replicação Assíncrona X X Replicação Master/slave X X Replicação N-way X Suporte SMP X X Suporte a regras X Tamanho máximo de banco de dados Ilimitado GB Espaço em disco 15 ~ 40 MB 74 MB Memória requerida 32 MB Não publicado Tabela 2.0 Comparativo de recursos Interbase/MySQL

32 Capítulo 5 32 FERRAMENTA DE MIGRAÇÃO A ferramenta de migração proposta como implementação para esse trabalho é estabelecer a continuidade ao projeto proposto e desenvolvido por José Lino de Menezes Neto em seu trabalho de conclusão de curso [5]. O objetivo da ferramenta é fornecer aos administradores de bancos de dados e os desenvolvedores de software maior flexibilidade e velocidade no processo de migração de dados. Ela deve ser capaz de trabalhar com o maior número de SGBD possíveis, de forma mútua e independente de plataforma. A ferramenta será estruturada com base no paradigma de orientação a objetos, portabilidade e segurança, garantindo assim maior confiabilidade no processo, conforme fora explanado no primeiro trabalho [5]. Para suprir todas essas necessidades é necessária uma linguagem que possua bibliotecas variadas acerca de funções comuns aos sistemas. Para preencher essas necessidades foi escolhida a linguagem C# (C Sharp). O uso de um framework se torna necessário uma vez que o sistema será uma aplicação distribuída em camadas e 100% orientada a objetos. Pelo uso do C# como linguagem, foi escolhido o ponto net framework 2.0 (.net framework 2.0). As camadas foram divididas em: Apresentação, Negócios e Persistência. A camada de persistência é a responsável por centralizar o acesso aos dados. Ela é composta pelos códigos de inserção e atualização dos dados nas tabelas do banco e por atualizar as classes referentes aos dados. Ela é definida pela sigla DAL de Data Access Layer. A camada de negócios é a responsável pela definição e desenvolvimento dos negócios, regras e objetos principais. Nela são feitas as validações e chamadas a camada de persistência e é definida pela sigla BLL de Business Logical Layer. A camada de apresentação ou interface nada mais é do que a parte visual do sistema pela qual o usuário interage com a aplicação. O esquema a seguir retirado da monografia do José Lino ilustra o funcionamento do sistema em camadas [5].

33 33 Figura 7.0 Modelo de arquitetura em camadas. [5] Na monografia feita pelo José Lino ficou definido a estrutura da ferramenta de migração, seu escopo, requisitos funcionais e não funcionais e outros fatores que facilitam o entendimento do software, essa estrutura foi e deve ser mantida. Para permitir à aplicação a migração para um novo banco de dados, foi necessário acrescentar novas classes (figura 7.1) especificas ao SGBD Interbase. Novas classes para a estrutura do banco, tabelas, colunas e relacionamentos, referente ao Interbase. Algumas classes comuns a todos os modelos também foram editadas, adicionando-se novas linhas para o Interbase. As classes dos modelos MySQL e SQL Server também tiveram de ser editadas para que fosse adequados a migração entre os seus tipos de dados e o tratamento dos relacionamentos.

34 34 Figura 7.1 Novas classes adicionadas ao projeto. Ao fazer o tratamento de tipos de dados, deve se levar em consideração os tipos de dados compatíveis entre os SGBD. A tabela 3.0 informa os tipos de dados compatíveis entre o Interbase, o MySQL e o SQL Server, por ela pode-se observar os tipos de dados que serão mais facilmente tratados dentro da implementação do projeto por serem compatíveis, ao contrario os tipos de dados não compatíveis deverão ter um tratamento especial para permitir a migração dos dados. Um exemplo é o tipo de dado Boolean do Interbase, que não possui compatibilidade com os outros dois SGBD, nesse caso terá que ser criado um artifício que permita a migração desse tipo de dado. Tipo Interbase MySQL SQL Server Integer X X X Float X X X Double X X Numeric X X X Decimal X X X Char X X X

35 35 Varchar X X X Text X X X Blob X X Date X X X Time X X X Timestamp X X X Boolean X Tabela 3.0 Tipos de dados compatíveis. Durante a fase de implementação percebeu-se a necessidade de se utilizar um provider, que é um conjunto de bibliotecas que permite que outros aplicativos se comuniquem com o Interbase, para permitir a conexão entre o programa e o banco de dados Interbase, para isso foi escolhido o provider do Firebase, por ser uma opção gratuita e que supria as necessidades do projeto. Foi adicionando uma referencia do projeto a biblioteca FirebirdSql.Data.FirebirdClient.dll. A parte visual do sistema também foi alterada para permitir o uso de mais um modelo de bando de dados e melhor adequar a visualização dos dados Diagramas de Classes A seguir são mostrados dois diagramas de classes, o primeiro referindo ao projeto original [5] (figura 7.2) e o segundo proposto nesse projeto (figura 7.3).

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