SUMÁRIO CONVENÇÕES MUNICIPAIS DE 2015 INSTRUÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SUMÁRIO CONVENÇÕES MUNICIPAIS DE 2015 INSTRUÇÕES"

Transcrição

1 SUMÁRIO CONVENÇÕES MUNICIPAIS DE 2015 INSTRUÇÕES Calendário da Convenção Diretórios que poderão realizar Convenção Filiados que participarão da Convenção Podem compor a chapa para o Diretório Podem candidatar-se a Delegado Número de Membros do Diretório Número de Membros da Comissão de Ética Número de Delegados de cada Município PROCEDIMENTOS PREPARATÓRIOS DA CONVENÇÃO Convocação O que deve conter o Edital O Presidente não Convoca a Convenção Prazo para Registro de Chapas Legitimidade para requerer registro de chapas Forma de Requerimento de Registro de chapas Composição das chapas Consentimento dos candidatos Negativa de recebimento de Registro de chapas Substituição de nomes e fusão de chapas Decisão sobre registro de chapas Recursos sobre registro de chapas Prazos para recursos Decisão da Executiva Estadual Recursos não decididos antes da Convenção... 16

2 AS CONVENÇÕES MUNICIPAIS Instalação da Convenção Votação Quorum Cédulas Encerramento da Votação Apuração Eleitos em Chapa única Eleitos em mais de uma Chapa Encerramento da Convenção Comissões Executivas Municipais e Zonais Não podem compor as Comissões Executivas Eleições da Comissões Executivas Eleição do Conselho Fiscal REGISTRO DOS DIRETÓRIOS Procedimentos Documentos para Registro Impugnação ao Registro dos Diretórios Decisão sobre o Registro dos Diretórios Deferimento do Registro CONVENÇÃO CONVOCADA POR COMISSÃO PROVISÓRIA Convocação por Comissão Provisória Prazo de filiação para votar e participar da Chapa. 27 Prazo de filiação para ser Delegado MODELOS Modelo I - Edital de Convocação Modelo II - Pedido de Registro de Chapa Modelo III - Ata da Convenção- Chapa Única Modelo III B - Ata para mais de uma chapa Modelo IV - Ata da Eleição da Executiva... 34

3 CONVENÇÕES MUNICIPAIS DE 2015 PMDB DE SÃO PAULO INSTRUÇÕES CALENDÁRIO PARA AS CONVENÇÕES MUNICIPAIS E ZONAIS de 01 até 16 de AGOSTO Até 01 ano antes da Convenção Data limite para os candidatos a Delegado à Convenção Estadual e seus suplentes é de estarem filiados até um ano antes da convenção do P.M.D.B. (artigo 24 Estatuto) Até 06 meses antes Data limite para filiação dos que: a) participarão da convenção como convencionais; b) concorrerão na chapa para o Diretório, Comissão de Ética e Disciplina e seus suplentes. (artigo, 8º, 1º Estatuto) Até 08 dias antes Data limite para publicação de Edital de convocação da Convenção. (artigo 26 Estatuto) Até 08 dias antes Data limite para ser protocolado o pedido de registro de chapas completas para o diretório, delegados, comissão de ética e disciplina e suplentes, subscrito por, no mínimo, o número de membros do diretório. (artigo 81 Estatuto) Até 05 dias antes Data limite para a Comissão Executiva decidir sobre o registro das chapas completas. (artigo 81, parágrafo único Estatuto) Até 48 horas antes limite para promoção de substituição de nomes da chapa bem como a fusão de chapas. (artigo 23, parágrafo 3º) Até 05 dias após Data limite para que o Diretório eleito se reúna para eleição da Comissão Executiva e seus Suplentes e Conselho Fiscal e seus Suplentes. (artigo 30, 1º Estatuto) Até 10 dias após Data limite para que o Presidente eleito da comissão Executiva encaminhe a documentação necessária ao registro do Diretório. (artigo 31, Estatuto)

4 O P.M.D.B de São Paulo determina que seja realizado em todo o Estado, de 01 a 16 de agosto as Convenções Municipais com o objetivo de escolher, dentre seus filiados, os membros dos diretórios e seus suplentes, os membros das Comissões de Ética e Disciplina e seus suplentes e os Delegados à Convenção Estadual e seus suplentes, para o próximo biênio. Todos os presidentes dos Diretórios Municipais e Zonais e das Comissões Provisórias e Interventoras deverão adotar todas as medidas estabelecidas pelo Estatuto e constantes desta cartilha para realizar a sua Convenção.

5 DIRETÓRIOS QUE PODERÃO REALIZAR CONVENÇÕES (art. 127 e incisos do Estatuto) Só poderão realizar Convenções para eleição dos órgãos partidários os Diretórios Municipais e Zonais que, na data da Convenção, tenham o número mínimo de filiados exigidos pelo artigo 127 e incisos do Estatuto. Você está recebendo junto com o presente manual o número mínimo de filiados do seu Município. É livre o horário, bem como o tempo de duração das Convenções, ficando a critério da Executiva ou Provisória local fixá-los. Fixado o horário de início e término da Convenção, este horário deverá constar do Edital de Convocação e não pode mais ser alterado. O tempo de duração das Convenções deve levar em conta o número de filiados com direito a voto e a realidade local. FILIADOS QUE PARTICIPAM DAS CONVENÇÕES (art. 8, parágrafo 1, Estatuto) Todos os que se filiaram ao P.M.D.B. até seis meses antes da Convenção, e estiverem em dia com as obrigações partidárias terão direito a voto nas Convenções. FILIADOS QUE PODEM COMPOR A CHAPA (art. 8, parágrafo 1, Estatuto) Todos os que se filiaram ao P.M.D.B. até seis meses antes, e estiverem em dia com as obrigações partidárias poderão compor as chapas para o Diretório. FILIADOS QUE PODEM CANDIDATAR-SE A DELEGADO (art. 24, combinado com o artigo 8, 1 Estatuto) Todos os que se filiaram ao P.M.D.B até um ano antes e estiverem em dia com as obrigações partidárias poderão candidatar-se a Delegado. NÚMERO DE MEMBROS DOS DIRETÓRIOS (art. 80, 2, Estatuto) Em reunião realizada em 18 de maio de 2015, cumprindo o disposto no art. 80, parágrafo 2º, Estatuto, o Diretório Estadual, levando em conta o número de eleitores de cada Município ou Zona, assim fixou o número de membros para os Diretórios Municipais e Zonais: Número de eleitores Número de suplentes membros Até De até De 5001 até De até Mais de No número acima se incluem o líder da Bancada e os ex-presidentes dos Diretórios Municipais, na condição de membros natos. NÚMERO DE MEMBROS DA COMISSÃO DE ÉTICA (art. 44, 1 do Estatuto) O número de membros é de 5 (cinco) titulares e 5 (cinco) suplentes independente do tamanho do Município ou Zona. Lembrando sempre que os membros da Comissão de Ética não podem fazer parte do Diretório.

6 NÃO PODEM SER MEMBROS DA COMISSÃO DE ÉTICA (art. 44, 2, Estatuto) As seguintes pessoas não podem integrar a Comissão de Ética e Disciplina: Os membros de diretório do mesmo nível: Os titulares de cargo eletivo do mesmo nível (prefeito, vice e vereadores) Os membros de órgão de apoio, de cooperação e ação partidária, de movimento social e de subórgão setorial; Qualquer pessoa que mantenha contrato de prestação de serviços com o Partido, com ou sem vínculo empregatício. NÚMERO DE DELEGADOS QUE CADA MUNICÍPIO ELEGERÁ (art. 78, 1º e 2ºEstatuto) Cada Diretório Municipal elegerá 01 (um) delegado e a cada votos que o PMDB obteve na última eleição para Câmara Municipal acrescentará mais 01 (um) até o limite de 30 (trinta), desprezando-se o resto da divisão. O número de suplentes de delegados será o mesmo. PROCEDIMENTOS PREPARATÓRIOS Convocação das Convenções (art. 26, Estatuto) A Convenção será convocada pelo Presidente da comissão Executiva ou da Comissão Provisória local ou por quem o esteja substituindo, através de edital a ser publicado 08 dias antes da Convenção da seguinte forma: Na imprensa oficial da circunscrição eleitoral respectiva, quando existente; Afixado, na sede do Partido, se houver; Afixado nos cartórios eleitorais ou na Câmara de Vereadores; Notificando, quando possível, pessoalmente, os que tiverem direito a voto. O edital deve conter: O que deve conter o Edital (Art. 26, III, Estatuto) Designação do local onde se realizará a Convenção; Data da Convenção; Horário de início e término da Convenção; A matéria incluída na pauta e objeto de deliberação. (conforme modelo I) O Presidente do Diretório não Convoca a Convenção. (Art do Estatuto) A Comissão Executiva Estadual poderá fazê-lo, sempre que tal ato representar evidente prejuízo para registro das candidaturas. Neste caso, o prazo de convocação fica reduzido para cinco (05) dias.

7 Registro de Chapas - Prazo (art. 89, Estatuto) Até 8 (oito) dias antes da Convenção. Lembrando que esse é o prazo limite, podendo ser recebida antes deste prazo. Observamos que não pode ser negado o direito de protolocar a chapa no dia limite. Registro de Chapas - Legitimidade para requerer. (art. 89 do Estatuto) O grupo de filiados, em número igual ou superior ao número de membros do Diretório, é que podem requerer o registro de chapas (podendo ser os próprios membros da chapa). Exemplo: Um Diretório com 45 (quarenta e cinco) membros titulares necessitará da assinatura de pelo menos 45 (quarenta e cinco) filiados para o requerimento de registro de chapa. Registro de Chapas - Forma de Requerer (art. 89, 2 do Estatuto) Através de requerimento escrito, em 02 (duas) vias, dirigido à Comissão Executiva Municipal. A verificação se os mesmos estão corretos ou não será feita depois pela Comissão Executiva e não no ato do protocolo. Registro de Chapas - Composição (chapas completas) (art. 16, combinado com o art. 89, Estatuto) A chapa apresentada para registro tem que ser completa, compreendendo: Os membros efetivos do Diretório Municipal ou Zonal em número igual ao de vagas fixadas; Seus suplentes; Os candidatos à comissão de Ética (cinco titulares e cinco suplentes); Os delegados a que têm direito e igual número de suplentes. (conforme modelo II) Serão indeferidos os pedidos de registro de chapas incompletas. Nenhum filiado poderá participar de mais de uma chapa (art. 16 do Estatuto). Registro de Chapas - Consentimento dos candidatos (art. 89, 3, Estatuto) O pedido de registro deverá ser instruído com declarações individuais ou coletivas de consentimento assinadas pelos candidatos. (modelo II). Será indicado também, com o pedido de registro, o nome de um dos subscritores da chapa, como fiscal, que poderá acompanhar a votação, a apuração e a proclamação dos resultados. Lembramos que os membros natos (ex-presidentes e o líder da bancada), só poderão fazer parte da Comissão Executiva se seus nomes constarem também como membros efetivos, ou seja, duas vezes na chapa do Diretório. Registro de Chapas - Não recebimento pela Executiva. Os pedidos de registro de chapas devem ser recebidos pela Comissão Executiva local. Caso a Executiva se recuse a recebê-los, os mesmos poderão ser protocolados na Secretaria Geral do Diretório Estadual até 5 (cinco) dias antes da Convenção e serão recebidos e processados como recursos. A decisão sobre tais registros será tomada pela Executiva Estadual, no prazo de 03 dias, sendo a mesmo irrecorrível, nos termos do art. 89, 5, do Estatuto.

8 Registro de Chapas - Substituição de nomes e fusão. (Art. 89, 4, Estatuto) Até 48 horas antes da Convenção, o grupo de filiados que subscreveu a chapa poderá promover a substituição de nomes da chapa proposta. Poderá também promover a fusão de chapas, caso tenha ingressado mais de um pedido de registro. Decisão sobre Registro (Art. 89, 5, Estatuto) A Comissão Executiva Municipal ou Zonal deliberará, em reunião, sobre o registro das chapas até 05 (cinco) dias após o protocolo das mesmas. Antes de decidir, sobre o registro de chapa, deverá a Comissão Executiva Municipal ou Zonal, analisar: Se a chapa está completa; Se a chapa está acompanhada do consentimento dos candidatos; Se o pedido de registro está subscrito por no mínimo igual número de membros do Diretório; Se os candidatos ao diretório e a Comissão de Ética filiaram-se ao partido até 6 meses antes da Convenção. Se os candidatos a delegado filiaram-se ao partido até um ano antes da Convenção. As decisões sobre o registro de chapas serão fundamentadas e constarão da ata. Registro de Chapas - Recursos (Art. 89, 5, Estatuto) Da decisão que indeferir o registro de chapa, cabe recurso à Comissão Executiva Estadual, no prazo de (3) três dias da decisão. Os recursos deverão ser fundamentados e poderão ser protocolados diretamente na Secretaria do Diretório Estadual. Prazo para Recursos (Art. 89, 5, Estatuto) Três (03) dias, a contar da decisão que indeferiu o registro da chapa. Decisão da Executiva Estadual sobre Recursos. (Art. 89, 5, Estatuto) A Comissão Executiva deliberará sobre o recurso no prazo de 03 (três) dias a contar do protocolo. A decisão proferida pela Executiva Estadual é terminativa, dela não cabe mais qualquer recurso. Recursos não decididos antes do dia da Convenção. Sempre que houver recurso protocolado dentro do prazo, a chapa recorrente poderá participar da Convenção (o recurso tem efeito suspensivo). Caso a Comissão Executiva Estadual venha a decidir pelo improvimento do recurso (não registro da chapa), os votos atribuídos a tal chapa serão anulados.

9 AS CONVENÇÕES Instalação (Art. 27, Estatuto) A Convenção será presidida pelo Presidente da Comissão Executiva Municipal em exercício na data da sua realização. Será instalada no horário e local previamente fixados no edital. Instala-se com qualquer número de convencionais. Instalada a convenção, o Presidente comunica aos filiados presentes quais as chapas registradas. Em seguida, em livro próprio (ou listas), o Presidente dará início ao processo de votação. Os convencionais à medida que forem admitidos a votar, assinarão tal livro. Votação (Art. 25, combinado com os arts. 8, 1 e 87 do Estatuto) Poderão votar nas Convenções todos os filiados até 06 meses antes. É proibido o voto por procuração. Não é admitido o voto cumulativo. (o voto cumulativo só é válido nas Convenções para escolha de candidatos). As convenções para eleição dos diretórios todos os convencionais votam por um único título o de filiado. O voto será direto e secreto, não se admitindo votação por aclamação. Quorum (Art. 28, parágrafo único, combinado com o art. 127, Estatuto) O quorum será de 20% do número mínimo de filiados exigidos no artigo 127 do Estatuto para ser válida a Convenção. Atenção, o quorum é calculado sobre o número mínimo de filiados exigido pelo Estatuto não importando para esse cálculo se o Diretório tiver um número maior de filiados. Cédulas. (Art. 89, 7, Estatuto) As cédulas de votação, obrigatoriamente, terão impressos os nomes dos componentes das chapas concorrentes, datilografados ou impressos em tipos uniformes e tinta preta, em papel branco. Encerramento da Votação No horário fixado no edital para o encerramento da convenção, o Presidente dará por encerrada a votação colhendo, entretanto, os votos dos convencionais presentes que estejam no recinto e ainda não tenham votado. Após o último voto, o Presidente encerrará a lista de presença e designará uma comissão constituída por convencionais para proceder à apuração.

10 Apuração A comissão apuradora acompanhada pelos fiscais indicados pelas chapas, inicialmente, verificará na lista de presença o número de convencionais que votaram, verificando, assim, se o quorum foi atingido (20% do número mínimo de filiados). Caso a Convenção não conte com a presença de no mínimo 20% do número mínimo de filiados o novo Diretório não se constituíra e deverá ser nomeada uma Comissão Provisória para o local. Abertas as urnas, a comissão apuradora irá conferir, inicialmente, se o número de cédulas coincide com o número de votantes. Em seguida, procederá a contagem dos votos separando os votos brancos, os nulos e os atribuídos à chapa. Eleitos em chapa única (Art. 23, 1, Estatuto) Havendo só uma chapa, esta será considerada eleita, em toda a sua composição, desde que atinja 20%, no mínimo, de votos dos convencionais que compareceram à Convenção. Caso a única chapa inscrita não atinja os 20%, o novo Diretório não se constituirá e será necessário designar uma Comissão provisória para o local. Eleitos em mais de uma chapa (Art. 23, 5, Estatuto) Havendo duas ou mais chapas registradas, farão parte do Diretório todas aquelas que receberem pelo menos vinte por cento (20%) dos votos apurados. Também aqui, se nenhuma das chapas inscritas atingirem os 20% dos votos, o Diretório não se constituíra e deverá ser nomeada uma Comissão Provisória para o local. Os lugares serão preenchidos proporcionalmente aos votos recebidos por cada uma das chapas, obedecida à ordem de colocação dos nomes no pedido de registro. Na divisão proporcional serão desprezadas as frações e os lugares que resultarem de sobras caberão à chapa mais votada. Os membros dos Diretórios serão considerados, automaticamente, empossados, tão logo seja proclamado o resultado da Convenção. As últimas vagas serão destinadas, quando houver, ao líder da bancada e aos ex-presidentes. No cálculo da proporcionalidade tais vagas serão descontadas Exemplo: Tomemos por exemplo um Diretório cuja composição seja de 21 membros titulares e 07 suplentes, 4 delegados e 4 suplentes, onde para a convenção foram inscritas três chapas e votaram 200 convencionais, tendo a convenção o seguinte resultado: Nome CHAPAS Votos Percentual MEMBROS DIRETÓRIO Titulares Suplentes DELEGADOS Titulares Suplentes A 63 31,5% B 72 36% C 62 31% Brancos 02 1% Nulos 01 0,5% Total % Sobra Como se verifica a chapa A, com 63 votos elegeu 06 titulares, dois suplentes para o Diretório e um Delegado titular e 1 suplente. Já a chapa B, com 72 votos, elegeu 07 membros titulares e 02 suplentes para o Diretório e um Delegado titular e um suplente. Finalmente, a chapa C, com 62 votos, elegeu 06 membros titulares, dois suplentes para o Diretório e um Delegado titular e um suplente.

11 Assim, subtraída a vaga do líder da bancada, sobrou uma vaga de membro titular, uma de suplente no Diretório e uma vaga de delegado titular e uma de suplente. Essas vagas serão da Chapa B, já que ela obteve a maior votação. Assim ficará o Diretório: CHAPA DIRETÓRIO DELEGADOS TITULAR SUPLENTE TITULAR SUPLENTE B A C TOTAL Vejamos agora como será a ordem de colocação dos Titulares e Suplentes no Diretório. A chapa B colocará como 1º suplente o 1º nome seguinte ao último que tenha ingressado no Diretório, ou seja, o de nº 09 da Chapa, a Chapa A colocará como segundo suplente o 1º nome seguinte ao último que tenha ingressado no Diretório, ou seja, de nº 7 e a Chapa C colocará como suplente o 1º nome seguinte ao último que tenha ingressado no Diretório, ou seja, o de nº 7 da Chapa. Assim será feito sucessivamente com as seis vagas de suplentes. Como o número de suplentes do Diretório é sete, a última vaga de suplente pertencerá a Chapa B que teve o maior número de votos, assim ela preencherá tal vaga com quem estiver no número nº 11 de sua chapa. Conforme se verifica, nesses casos, os componentes das chapas que não forem aproveitados na sua composição serão considerados suplentes, respeitada a ordem de colocação. Idêntico procedimento será adotado com relação aos Delegados e Comissão de Ética. Encerramento da Convenção. (Art. 30, Estatuto) Definida a composição do Diretório e da Comissão de Ética e Disciplina, o Presidente da Convenção proclamará os resultados e declarará encerrada a convenção. Será lavrado a ata, assinada pelo Secretário e Presidente. (conforme modelos III e III-B) Os membros dos Diretórios serão considerados, automaticamente, empossados tão logo seja proclamado o resultado da convenção. Comissões Executivas Municipais. (Art. 95, Estatuto) As Comissões Executivas a serem eleitas pelos diretórios recém-formados serão compostas obrigatoriamente de nove (09) membros titulares e quatro suplentes, a saber: Presidente Primeiro Vice-Presidente Segundo Vice-Presidente Secretário Geral Secretário Adjunto Tesoureiro Vogal Vogal Líder da Bancada na Câmara Municipal 1ºSuplente da Executiva 2º Suplente da Executiva 3º Suplente da Executiva 4º Suplente da Executiva

12 A Comissão Executiva Municipal somente poderá ser constituída de membros efetivos do Diretório eleito. Presidente da República Os Prefeitos Os Vice-Prefeitos Não podem compor a Comissão Executiva Municipal ou Zonal (Art. 19, Estatuto) Eleição da Comissão Executiva. (Art. 30, 1 e 2, Estatuto) Encerrada a Convenção, o Presidente passará a presidência dos trabalhos ao membro efetivo mais idoso do Diretório recém-eleito para que se proceda à eleição da Comissão Executiva. Abertos os trabalhos pelo Presidente, este concede prazo para registro de chapas. As chapas inscritas deverão estar completas. Recebidas as chapas, o Presidente fará a leitura dos nomes que as compõem e inicia o processo de votação. A votação dar-se-á por voto direto e secreto, não aceitando o voto por procuração. Os membros do Diretório serão chamados nominalmente um a um e assinarão o livro de presença. Encerrada a votação o Presidente designará dois escrutinadores que procederão à apuração. Apurados os votos, o Presidente proclama os resultados e dá posse à nova Executiva eleita. Atenção As Comissões Executivas serão eleitas pelo sistema majoritário, assim, considera-se vitoriosa em sua totalidade, a chapa que obtiver a maioria relativa de votos (art. 25, 1 e 2 ) Para eleição das Comissões Executivas é admitido o voto cumulativo, ou seja, o membro do Diretório credenciado por mais de um título poderá votar mais de uma vez (art. 25, 1 e 2 ). Exemplo: Membro do Diretório que também seja líder na Câmara. Será lavrada em livro próprio, a ata da reunião do Diretório para a eleição da Comissão Executiva, (conforme modelo VI). A reunião do Diretório para a eleição da Comissão Executiva poderá realizar-se nos 05 dias subsequentes à realização da Convenção. Eleição do Conselho Fiscal. (Art. 52, Estatuto) Os Diretórios elegerão também, dentre seus filiados ao Partido, três (03) membros efetivos e três (03) membros suplentes para o Conselho Fiscal. As chapas para o Conselho Fiscal serão inscritas e eleitas juntamente com as da Comissão Executiva seguindo o mesmo procedimento. REGISTRO DOS DIRETÓRIOS Procedimentos (Art. 31, Estatuto) Os Diretórios Municipais e Zonais juntamente com as respectivas Comissões Executivas e de Ética, serão registrados perante a Comissão Executiva Estadual.

13 No prazo de 10 (dez) dias contados, da data da realização da Convenção, a Comissão Executiva eleita encaminhará o pedido de registro para a Comissão Executiva Estadual. Documentos para Registro (Art. 125, Estatuto) 1. Ofício dirigido ao Presidente da Comissão Executiva Estadual solicitando o registro do Diretório. 2. Exemplar da cédula de votação. 3. Relação dos eleitos para o Diretório, Comissão de Ética, Comissão Executiva e Conselho Fiscal e seus respectivos suplentes com o número do título de cada um deles (a ausência desse dado impede a anotação dos Diretórios junto ao TRE) 4. Cópia do edital que convocou a Convenção. 5. Exemplar do jornal que publicou o edital de convocação da Convenção, e, nos municípios onde não houver imprensa oficial, certidão fornecida pelo Secretário-Geral da Executiva eleita, comprovando que o Edital foi afixado na Sede do Partido, Câmara Municipal ou Cartório Eleitoral, constando a data e o prazo em que foi afixado. 6. Relação dos delegados com número do título, endereço e telefone, , redes sociais e data de nascimento; 7. Xerox da Ata da Convenção e da lista de presença dos convencionais, manuscrita e datilografada. 8. Xerox da Ata e lista de presença da reunião do Diretório que elegeu a Comissão Executiva e o Conselho Fiscal, manuscrita e datilografada. 9. Lista atualizada de filiados. 10. Relação de endereços de todos os eleitos contendo nome completo, número de título, endereço, CEP, telefones, s e redes sociais. A ausência de tal relação impede o registro do Diretório (conforme Resolução nº do Tribunal Superior Eleitoral). 11. É obrigatório o CNPJ do Diretório Municipal; 12. PARA O REGISTRO DA COMISSÃO EXECUTIVA MUNICIPAL JUNTO AO TRE, É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DOS NOMES CORRETOS, COM OS SEUS RESPECTIVOS TÍTULOS, ENDEREÇOS, TELEFONES, CPF E S. Impugnação ao Registro do Diretório (Art. 125, 1, Estatuto) Protocolado o pedido de registro na Comissão Executiva Estadual, esta providenciará a elaboração da nominata dos órgãos eleitos e afixará Edital na sede do Partido durante cinco (cinco) dias, podendo sofrer impugnação nas 72 (setenta e duas) horas que se seguirem. A impugnação somente poderá ter por fundamento: A preterição de ato essencial à Convenção; A eleição de não filiado; A constituição do Diretório com propósito de impedir o crescimento do Partido; A inobservância do quorum exigido pelo Estatuto. A utilização de meios fraudulentos. Protocolada a impugnação, a Comissão Executiva Estadual, nomeará o Relator para o processo. O relator designado intimará, por carta registrada, o primeiro signatário da chapa concorrente contra a qual a impugnação se destina para em setenta e duas horas (72) de tal intimação apresentar a defesa que tiver e produzir provas. Formulada a defesa, o relator apresentará o processo, com seu voto, colocando-o em julgamento pela Executiva Estadual.

14 Decisão sobre o Registro. (Art. 125, 6 e 7, Estatuto) Colocado o processo em pauta, a Executiva Estadual proferirá decisão, por maioria de votos. Contra a decisão proferida pela Comissão Executiva Estadual, cabe recurso, sem efeito suspensivo, à Comissão Executiva Nacional, no prazo de cinco (cinco) dias, contados da data da comunicação que for feita por carta registrada ao primeiro signatário da chapa. A decisão tomada por 2/3 (dois terços) dos membros da Comissão Executiva Estadual será definitiva. O acolhimento de impugnação a candidato inelegível, não impugnado na fase de registro da chapa para concorrer a Convenção, somente acarretará a sua exclusão do órgão para o qual foi eleito, processando-se a sua substituição nos termos do Estatuto do Partido. A Secretaria-Geral da Comissão Executiva Estadual dará conhecimento da decisão, ao primeiro signatário da chapa, via fax, telegrama ou outro meio comprovável, no prazo de 5 (cinco) dias. Deferimento do Registro. (Art. 125, 8 e 9, do Estatuto) Deferido o registro do Diretório, o Presidente da Comissão Executiva Estadual encaminhará à Justiça Eleitoral a nominata dos órgãos partidários registrados, em duas vias. Indeferido o registro e decididos os recursos pendentes será designada Comissão Provisória. Convenção Convocada por Comissão Provisória As Convenções quando convocadas por Comissão Provisória seguem o mesmo procedimento das convocadas por Diretório, alterando-se o prazo de filiação partidária, a saber: Prazo de filiação para votar e ser votado. (Art. 8, 7, Estatuto) Apenas 30 dias antes da Convenção. Prazo de filiação para ser Delegado. (Art. 8, 7, Estatuto) Até 30 dias antes da eleição.

15 MODELO I Edital de Convocação Pelo presente Edital, nos termos estabelecidos no Estatuto do PMDB, a Comissão Executiva Municipal (ou Comissão Provisória Municipal) do Município de, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro - PMDB, por seu Presidente, e através do presente edital, convoca todos os filiados até o dia xxxxxxxxx, (seis meses antes) (ou xxxxxxxxxxxxx, para convenções convocadas por Comissão Provisória 30 dias antes), com domicilio eleitoral neste Município, para a Convenção Municipal do Partido que se realizará no próximo sábado, dia xxxxxxxxxxxxxxxx, no(a) (Local e endereço), com início às X horas e encerramento às X horas, (horário designado para o início e fim da convenção), com a seguinte : ORDEM DO DIA: a) Eleição, por voto direto e secreto, dos Membros do Diretório Municipal e respectivos suplentes. b) Eleição por voto direto e secreto, de x Delegado(s) e x Delegados suplentes à Convenção Estadual; c) Eleição, por voto direto e secreto, da Comissão de Ética e Disciplina, constituída de 05 (cinco) Membros Titulares e 05 (cinco) Suplentes; d) Outros assuntos de interesse partidário;...,... de agosto de Presidente

16 MODELO II Pedido de Registro de Chapa. Excelentíssimo Senhor Presidente da Comissão Executiva (ou Comissão Provisória) Municipal do PMDB de Pelo presente instrumento, os convencionais subscritores, vêm respeitosamente à presença de Vossa Excelência, REQUERER o registro da, composta da forma abaixo descrita para concorrer na Convenção Municipal do dia xxxxxxxxxxxxx, que elegerá os Membros Titulares do Diretório Municipal com os respectivos Suplentes, 5 (cinco) Membros Titulares da Comissão de Ética e Disciplina com 5 (cinco) Suplentes, e XX (XXXXXX) Delegados à Convenção Estadual com igual número de suplentes. Por Oportuno, indicam o Sr. (a Sra). para acompanhar a votação, apuração e proclamação dos resultados da Convenção, na qualidade de fiscal e representante da Chapa. MEMBROS DO DIRETÓRIO NOME Nº TÍTULO ASSINATURA Xx Ex-presidente Xx Líder da Bancada na Câmara Municipal SUPLENTES DO DIRETÓRIO NOME Nº TÍTULO ASSINATURA Xx DELEGADOS À CONVENÇÃO ESTADUAL NOME Nº TÍTULO ASSINATURA Xx SUPLENTES DE DELEGADOS NOME Nº TÍTULO ASSINATURA Xx MEMBROS DA COMISSÃO DE ÉTICA E DISCIPLINA PARTIDÁRIA NOME Nº TÍTULO ASSINATURA SUPLENTES NOME Nº TÍTULO ASSINATURA

17 MODELO III ATA DA CONVENÇÃO MUNICIPAL DO PMDB PARA A ELEIÇÃO DOS MEMBROS EFETIVOS, E SUPLENTES DO DIRETÓRIO MUNICIPAL, DELEGADOS E SUPLENTES À CONVENÇÃO ESTADUAL E O CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA PARTIDÁRIA E SUPLENTES PARA GESTÃO 2015/ Aos xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, nesta cidade de... presente o Exmo. Sr. Presidente do Diretório Municipal, tendo como Secretário o Sr...., sob a Presidência do primeiro, foi constituída a Mesa Diretora da Convenção Municipal do PMDB, reunida com a finalidade de eleger e empossar os membros efetivos e suplentes do Diretório Municipal, bem como os Delegados à Convenção Estadual e Conselho de Ética e Disciplina Partidária para a gestão 2015/2017 de acordo com o Edital de Convocação previamente publicado na forma do Estatuto. Iniciados os trabalhos às...horas, o Sr. Presidente, declarou instalada a CONVENÇÃO, colocando em pauta a Ordem do Dia. Primeiramente, o procedimento relativo ao sufrágio, esclarecendo antes que fora registrada em tempo hábil uma única chapa denominada..., com a seguinte composição: Membros do Diretório Municipal de..., Membros efetivos..., Suplentes..., Conselho de Ética e Disciplina Partidária: Membros Titulares...,...,..., Suplentes...,..., Delegados à Convenção Estadual...Suplentes..., A seguir, determinou que se passasse à votação, por voto direto e secreto. Os convencionais assinaram o livro de presença e, votaram. Às...horas o Sr. Presidente, depois de verificar que todos os Convencionais presentes com direito a voto já haviam votado declarou encerrada a votação, encerrando a lista de presença. A seguir, o Sr. Presidente designou uma comissão constituída pelos Convencionais...e..., para procederem a apuração dos votos acompanhada pelos fiscais...,... Sem que houvesse impugnações, constatada a equivalência entre o número de votantes e o número de votos constantes da urna, foram apurados os votos, e verificou-se que a Chapa..., única concorrente, obteve...votos, portanto mais de 20% (vinte por cento) do no de Convencionais neste Município, sendo pois, eleita em toda a sua composição. O Sr. Presidente proclamou o resultado, declarando eleita a chapa inscrita em sua integralidade, dando-os por empossados automaticamente. Ato contínuo, o Sr. Presidente convocou os eleitos para o Diretório Municipal para se reunirem nesta mesma data e local às...horas para que se procedesse a eleição da Comissão Executiva Municipal e seus suplentes. Nada mais havendo a tratar, o Presidente encerrou a sessão da qual, para os efeitos legais, foi lavrada a presente ATA que vai assinada por mim Sr....Secretário e pelo Presidente. MODELO III B ATA PARA QUANDO CONCORRER MAIS DE UMA CHAPA ATA DA CONVENÇÃO MUNICIPAL DO PMDB PARA A ELEIÇÃO DOS MEMBROS EFETIVOS, E SUPLENTES DO DIRETÓRIO MUNICIPAL, DELEGADOS E SUPLENTES À CONVENÇÃO ESTADUAL E O CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA PARTIDÁRIA E SUPLENTES PARA GESTÃO 2015/ Aos xxxxxxxxxxxxxxx data, nesta cidade de... presente o Exmo. Sr. Presidente do Diretório Municipal, tendo como Secretário o Sr...., sob a Presidência do primeiro, foi considerada constituída a Mesa Diretora da Convenção Municipal do PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO - PMDB, reunida com a finalidade de eleger e empossar os membros efetivos e suplentes do Diretório Municipal, bem como os Delegados à Convenção Estadual e Conselho de Ética e Disciplina Partidária para a gestão 2015/2017 de acordo com o Edital de Convocação previamente publicado na forma do Estatuto. Iniciados os trabalhos às... horas, o Sr. Presidente, declarou instalada a CONVENÇÃO, colocando em pauta a Ordem do Dia. Primeiramente, o procedimento relativo ao sufrágio, esclarecendo antes que fora registrada em tempo hábil duas (ou três) chapas concorrentes a esta Convenção Municipal, as quais estavam na Mesa: Chapa Um: Membros efetivos..., Suplentes..., Conselho de Ética e Disciplina..., Suplentes..., Delegados à Convenção Estadual..., Suplentes..., Chapa Dois:... (descrever toda a Chapa); Chapa Três:... (Descrever toda a Chapa) A seguir, determinou que se passasse à votação, por voto direto e secreto. Os Convencionais assinaram o livro de presença e votaram. Às...horas o Sr. Presidente, depois de verificar que todos os Convencionais presentes com direito a voto já haviam votado declarou encerrada a votação, encerrando a lista de presença. A seguir, o Sr. Presidente designou uma comissão constituída pelos Convencionais...,... e..., para procederem a apuração dos votos acompanhadas pelos fiscais...,...procedida a apuração, sem que fosse apresentada qualquer impugnação, (ou dizer: durante a qual foram apresentadas as seguintes impugnações:) constatou-se que as chapas registradas obtiveram a seguinte votação: Chapa Um tantos votos; Chapa Dois tantos votos; Chapa Três tantos votos, sendo encontrados, ainda, tantos votos em branco e tantos nulos. Tendo todas as chapas alcançado mais de 20% (vinte por cento) dos votos (ou, se for o caso, dizer: foram consideradas somente as Chapas Um e Dois (por hipótese) que alcançaram mais de 20% (vinte por cento) dos votos, sendo desprezada a votação da chapa Três (caso não tenha 20%) procedeu-se ao cálculo para distribuição dos lugares, de acordo com o Estatuto. Foi feito o seguinte cálculo: a votação da chapa, multiplicada pelo número de lugares a preencher, dividido pela votação válida das chapas, obtendo-se assim, o número de lugares conseguido pelas chapas. (Se houver sobra, indicar que foi atribuída à Chapa mais votada). A vista desse resultado e da colocação dos nomes nas chapas concorrentes, o Senhor Presidente proclamou eleitos e, automaticamente empossados para o Diretório Municipal: Membros efetivos..., Suplentes..., Conselho de Ética..., Suplentes..., Delegados à Convenção Estadual..., Suplentes... Ato contínuo, o Sr. Presidente convocou os eleitos para o Diretório Municipal para se reunirem nesta mesma data e local às...horas para que se procedesse a eleição da Comissão Executiva

18 Municipal e seus suplentes. Nada mais havendo a tratar, o Presidente encerrou a sessão da qual, para os efeitos legais, foi lavrada a presente ATA que vai assinada por mim...e pelo Sr. Presidente...

19 MODELO IV ATA DA REUNIÃO DO DIRETÓRIO MUNICIPAL PARA ELEIÇÃO DA COMISSÃO EXECUTIVA E RESPECTIVOS SUPLENTES E CONSELHO FISCAL. Aos xxxxxxxxxxxxxxx data, nesta cidade de... às...horas, no... Local...sito à Rua...reuniu-se o Diretório Municipal do PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO - PMDB. Sob a Presidência do Sr..., na condição de membro efetivo mais idoso do Diretório Municipal, com o fim especial de eleger pelo voto direto e secreto a respectiva Comissão Executiva Municipal para a gestão 2015/2017 de acordo com Edital de Convocação previamente publicado na forma do Estatuto. Verificada a presença de... membros do Diretório Municipal, o Sr. Presidente declarou aberta a reunião para a escolha da Comissão Executiva Municipal e do Conselho Fiscal. Ato contínuo, o Sr. Presidente convidou para servir de secretário o diretoriano... Explicitada a pauta de reunião pelo Sr. Presidente aos Srs. diretorianos, cumprindo convocação feita por Edital procedeu a suspensão dos trabalhos por 15 (quinze) minutos, para que os presentes elaborassem as suas respectivas chapas. Reabertos os trabalhos, o Sr. Presidente comunicou que recebeu uma única chapa para a Comissão Executiva Municipal assim composta: Presidente... 1.Vice-presidente... 2.Vice-presidente..., Secretário Geral...Secretário Adjunto...Tesoureiro..., Líder da Bancada na Câmara Municipal, 4 Suplentes para a Comissão Executiva..., e 2 vogais...e uma única chapa para o Conselho Fiscal, assim composta: Titulares...,...,..., Suplentes:...,...,...,. Após elaborada a cédula de votação, o Sr. Presidente solicitou ao Secretário que procedesse a chamada nominal dos Srs. Diretorianos que assinaram a lista de presença, para o ato de votação. Encerrada a votação, foram designados os diretorianos...,..., para procederem a apuração dos votos, na qualidade de escrutinadores. Sem que houvessem impugnações, constatada a equivalência entre o número de votantes e o número de votos constantes da urna, foram apurados... votos, verificando-se que a única chapa concorrente obteve...votos. Sendo assim o Sr. Presidente proclamou o resultado, lendo a nominata dos eleitos, correspondente à chapa inscrita em toda a sua composição, dando-os por empossados automaticamente. Nada mais havendo a tratar, o Presidente encerrou a reunião da qual, para os efeitos legais, foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, Sr.... Secretário e pelo Presidente, Sr.... OBS: - Presidirá os trabalhos para a eleição da Comissão Executiva Municipal, o membro efetivo do diretório eleito mais idoso.

20 DIRETÓRIO MUNICIPAL DE : COMISSÃO EXECUTIVA PRESIDENTE: 1º VICE- PRESIDENTE: 2º VICE- PRESIDENTE: SECRETÁRIO GERAL SECRETÁRIO ADJUNTO: TESOUREIRO: 1º VICE- PRESIDENTE: 1º VOGAL:

21 2º VOGAL: 1º SUPLENTE: 2º SUPLENTE: 3º SUPLENTE: 4º SUPLENTE:

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado.

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Manual de Convenção Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Seis meses antes da Convenção Data limite de filiação para votar e ser votado nas Convenções Municipais.

Leia mais

MODELO 1 ELEIÇÕES SINDICAIS EDITAL DE CONVOCAÇÃO

MODELO 1 ELEIÇÕES SINDICAIS EDITAL DE CONVOCAÇÃO MODELO 1 ELEIÇÕES SINDICAIS EDITAL DE CONVOCAÇÃO Pelo presente Edital, faço saber que no dia...de...de..., no período de... às... horas, na Sede desta Entidade (endereço ou outros locais, se for o caso),

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE TÊNIS. Normas e Instruções Disciplinadoras

REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE TÊNIS. Normas e Instruções Disciplinadoras Circular Nota Oficial nº 009/2012 Aos Clubes, Liga e Associações Filiadas REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE TÊNIS Normas e Instruções Disciplinadoras Conforme previsão estatutária, constante

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DA COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE MARINGÁ SICOOB METROPOLITANO TÍTULO I DO OBJETIVO

REGULAMENTO ELEITORAL DA COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE MARINGÁ SICOOB METROPOLITANO TÍTULO I DO OBJETIVO REGULAMENTO ELEITORAL DA COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE MARINGÁ SICOOB METROPOLITANO TÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1 Este Regulamento Eleitoral tem como objetivo disciplinar

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÂO DE CONVENÇÃO MUNICIPAL.

EDITAL DE CONVOCAÇÂO DE CONVENÇÃO MUNICIPAL. EDITAL DE CONVOCAÇÂO DE CONVENÇÃO MUNICIPAL. O Presidente da Comissão Executiva ou Comissão Provisória Municipal do Partido Democrático Trabalhista - PDT do Município de..., do Estado do..., na forma do

Leia mais

Regimento Eleitoral. Capítulo I: Da Convocação das Eleições e Instalação da AGO

Regimento Eleitoral. Capítulo I: Da Convocação das Eleições e Instalação da AGO Regimento Eleitoral Capítulo I: Da Convocação das Eleições e Instalação da AGO Art. 1º As eleições gerais do SiNAENCO serão convocadas com antecedência de até 60 (sessenta) dias da data da eleição pelo

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ELEIÇÕES SINDICAIS 2015/2018.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ELEIÇÕES SINDICAIS 2015/2018. EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ELEIÇÕES SINDICAIS 2015/2018. O SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO ESTADO DO AMAZONAS SINDUSCON/AM, inscrito no CNPJ sob o n.04.535.704/0001-10, com sede na Avenida

Leia mais

REGULAMENTO PARA AS ELEIÇÕES DIRETAS AOS CONSELHOS EXECUTIVO E FISCAL DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS - AMB -, EM 26 DE NOVEMBRO DE 2010

REGULAMENTO PARA AS ELEIÇÕES DIRETAS AOS CONSELHOS EXECUTIVO E FISCAL DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS - AMB -, EM 26 DE NOVEMBRO DE 2010 REGULAMENTO PARA AS ELEIÇÕES DIRETAS AOS CONSELHOS EXECUTIVO E FISCAL DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS - AMB -, EM 26 DE NOVEMBRO DE 2010 0BSEÇÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - As eleições

Leia mais

ATO DELIBERATIVO 27/2015. O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e,

ATO DELIBERATIVO 27/2015. O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e, ATO DELIBERATIVO 27/2015 O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO a necessidade de atualizar as disposições do Ato Deliberativo

Leia mais

SINDICATO DAS EMPRESAS DO TRANSPORTE DE CARGAS E LOGÍSTICA DO RIO DE JANEIRO - SINDICARGA - REGULAMENTO ELEITORAL

SINDICATO DAS EMPRESAS DO TRANSPORTE DE CARGAS E LOGÍSTICA DO RIO DE JANEIRO - SINDICARGA - REGULAMENTO ELEITORAL 1 Estatuto Social - ANEXO I SINDICATO DAS EMPRESAS DO TRANSPORTE DE CARGAS E LOGÍSTICA DO RIO DE JANEIRO - SINDICARGA - REGULAMENTO ELEITORAL Dispõe sobre o processo eleitoral nos âmbitos da Assembléia

Leia mais

RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO.

RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO. RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO. Aprova o Regulamento de consulta à comunidade universitária para efeito de escolha do Diretor e Vice- Diretor da FMTM A CONGREGAÇÃO DA FACULDADE

Leia mais

CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA DO RIO DE JANEIRO C.N.P.J. 42.519.785/0001-53 ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I

CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA DO RIO DE JANEIRO C.N.P.J. 42.519.785/0001-53 ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I 1 CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA DO RIO DE JANEIRO C.N.P.J. 42.519.785/0001-53 ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I Denominação, Sede, Natureza Jurídica, Duração e Fins Artigo 1º A CÂMARA PORTUGUESA DE

Leia mais

REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011)

REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011) REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011) I - Das disposições gerais II - Do processo eleitoral A) Da eleição para a Diretoria e o Conselho Fiscal B) Da eleição para o Conselho de Ética

Leia mais

MANUAL DE NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE ELEIÇÕES

MANUAL DE NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE ELEIÇÕES MANUAL DE NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE ELEIÇÕES CAPITULO I DA CONVOCAÇÃO Artigo 1º - Todo processo eleitoral será precedido de edital do presidente da Cooperativa convocando os associados interessados em

Leia mais

DISPOSITIVOS ESTATUTÁRIOS

DISPOSITIVOS ESTATUTÁRIOS ELEIÇÃO PARA A DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO FISCAL NACIONAL TRIÊNIO 2016-2019 DISPOSITIVOS ESTATUTÁRIOS CAPÍTULO III DOS DIREITOS E DEVERES DOS ASSOCIADOS/FILIADOS SEÇÃO I DOS DIREITOS Art. 10º - São

Leia mais

ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA E PARA O CONSELHO FISCAL DA AFBNB REGULAMENTO ELEITORAL

ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA E PARA O CONSELHO FISCAL DA AFBNB REGULAMENTO ELEITORAL ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA E PARA O CONSELHO FISCAL DA AFBNB REGULAMENTO ELEITORAL ARTIGO 1º - As eleições para a Diretoria e para o Conselho Fiscal da AFBNB, para mandato no triênio 2011 a 2013, realizar-se-á

Leia mais

Reitoria. Universidade do Minho, 28 de março de 2014

Reitoria. Universidade do Minho, 28 de março de 2014 Reitoria despacho RT-14/2014 Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 37.º e no n.º 2 do artigo 51.º dos Estatutos da Universidade do Minho, aprovados pelo Despacho Normativo n.º 61/2008, de 5 de dezembro

Leia mais

Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. São José dos Campos/SP

Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. São José dos Campos/SP CIRCULAR INFORMATIVA - CHAPAS PROCESSO ELEITORAL - Eleição Diretoria Triênio 2015/2017 O SINDIVAPA informa a Chapa Única inscrita neste processo eleitoral CHAPA Diretoria 2015 a 2017 Presidente Laercio

Leia mais

CAPÍTULO II: DA COMISSÃO ELEITORAL

CAPÍTULO II: DA COMISSÃO ELEITORAL EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE FÍSICA CAFÍS Edital 01/2012 A Comissão Eleitoral eleita em Assembleia Geral do Curso de Licenciatura em Física realizada

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS EDITAL N o 002/2013, DO CONSELHO DA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS Regulamenta a eleição

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO REGIMENTO INTERNO Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º O Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI/Campinas), criado pela Lei Municipal

Leia mais

FICHA TÉCNICA COMISSÃO EXECUTIVA: TEXTOS DIAGRAMAÇÃO IMPRESSÃO

FICHA TÉCNICA COMISSÃO EXECUTIVA: TEXTOS DIAGRAMAÇÃO IMPRESSÃO MANUAL CONVENÇÕES MUNICIPAIS 0 FICHA TÉCNICA O Manual das Convenções Municipais é uma publicação do Diretório Estadual, localizado na Rua dos Andradas,, Edifício Santa Cruz, º andar, bloco B Centro Porto

Leia mais

O Plenário do Conselho Federal de Biblioteconomia no uso das atribuições legais e regimentais; CAPÍTULO I DA ELEIÇÃO E DO VOTO

O Plenário do Conselho Federal de Biblioteconomia no uso das atribuições legais e regimentais; CAPÍTULO I DA ELEIÇÃO E DO VOTO RESOLUÇÃO CFB N. 144, DE 05 DE MAIO DE 2014 Dispõe sobre as eleições dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia e dá outras providências. O Plenário do Conselho Federal de Biblioteconomia no uso das atribuições

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições,

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, CONSELHOS COMUNITÁRIOS Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: CONSELHOS COMUNITÁRIOS ORGAO COLEGIADO GABINETE DO PREFEITO Tornar os cidadãos parte ativa no exercício do governo, mediante

Leia mais

EDITAL CMS/SMS Nº 001, DE 06 DE OUTUBRO DE 2015.

EDITAL CMS/SMS Nº 001, DE 06 DE OUTUBRO DE 2015. EDITAL CMS/SMS Nº 001, DE 06 DE OUTUBRO DE 2015. CONVOCA AS ENTIDADES PARA PARTICIPAR DO PROCESSO ELEITORAL PARA A COMPOSIÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE TERESINA BIÊNIO 2016-2017. O Conselho Municipal

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE ZOOTECNIA CAZ

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE ZOOTECNIA CAZ EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE ZOOTECNIA CAZ Edital 01/2014 A Comissão Eleitoral eleita em Assembleia Geral do Curso de Zootecnia realizada no último

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL PARA O CONSELHO GERAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1. Objeto

REGULAMENTO ELEITORAL PARA O CONSELHO GERAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1. Objeto REGULAMENTO ELEITORAL PARA O CONSELHO GERAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1. Objeto O presente Regulamento estabelece o regime de eleição dos membros que integrarão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE COLÉGIO ELEITORAL ESPECIAL COMISSÃO ELEITORAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE COLÉGIO ELEITORAL ESPECIAL COMISSÃO ELEITORAL INSTRUÇÕES PARA AS MESAS RECEPTORAS E APURADORAS DA ELEIÇÃO AOS CARGOS DE REITOR E VICE-REITOR DA UFAC QUADRIÊNIO 2012/2016 APRESENTAÇÃO Senhores membros das Mesas Receptoras e Apuradoras de votos, Ressaltando

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 488/2002, de 15-05-02. Rui Nicolodi, Prefeito Municipal de Mormaço, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 488/2002, de 15-05-02. Rui Nicolodi, Prefeito Municipal de Mormaço, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 488/2002, de 15-05-02. DISPÕE SOBRE A ELEIÇÃO DE DIRETORES DAS ESCOLAS PÚBLICAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE MORMAÇO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Rui Nicolodi, Prefeito Municipal de Mormaço,

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA CFBio

CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA CFBio INSTRUÇÃO ELEITORAL QUE REGULAMENTA O PROCESSO PARA ELEIÇÃO E POSSE DOS CONSELHEIROS DO CONSELHO REGIONAL DE BIOLOGIA DA 8ª REGIÃO - CRBio-08 (BA, AL, SE), PARA O MANDATO DE 06 DE JANEIRO DE 2015 A 06

Leia mais

ELEIÇÕES GERAIS 2015 EDITAL DE CONVOCAÇÃO

ELEIÇÕES GERAIS 2015 EDITAL DE CONVOCAÇÃO ELEIÇÕES GERAIS 2015 EDITAL DE CONVOCAÇÃO A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SECCIONAL DO ACRE, nos termos dos artigos 63 a 67 da Lei nº 8.906/94 (Estatuto da Advocacia e da OAB) e dos artigos 128 a 137-C

Leia mais

ASSEITE-MT Associação das Empresas de Informática e Telecomunicações de Mato Grosso

ASSEITE-MT Associação das Empresas de Informática e Telecomunicações de Mato Grosso ESTATUTO SOCIAL DA ASSEITE-MT Data de Fundação: 12 de agosto de 1985. ÍNDICE GERAL Capítulo I - Identidade Social... 03 Capítulo II Objetivos... 03 Capítulo III Associados... 04 Capítulo IV Rendas... 07

Leia mais

As disposições do artigo 46 do Estatuto da FUNECE e do artigo 43 do Regimento Geral da UECE;

As disposições do artigo 46 do Estatuto da FUNECE e do artigo 43 do Regimento Geral da UECE; Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência Tecnologia e Educação Superior Universidade Estadual do Ceará UECE Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva - SODC RESOLUÇÃO Nº 902/2012 - CONSU, de

Leia mais

ORDEM DOS MEDICOS DE ANGOLA REGULAMENTO GERAL DOS COLEGIOS DE ESPECIALIDADE SECÇÃO I. Da DEFINIÇÂO, dos CONCEITOS, dos OBJECTIVOS e da CONSTITUIÇÃO

ORDEM DOS MEDICOS DE ANGOLA REGULAMENTO GERAL DOS COLEGIOS DE ESPECIALIDADE SECÇÃO I. Da DEFINIÇÂO, dos CONCEITOS, dos OBJECTIVOS e da CONSTITUIÇÃO ORDEM DOS MEDICOS DE ANGOLA REGULAMENTO GERAL DOS COLEGIOS DE ESPECIALIDADE SECÇÃO I Da DEFINIÇÂO, dos CONCEITOS, dos OBJECTIVOS e da CONSTITUIÇÃO Art.º 1 1º A Ordem dos Médicos reconhece os seguintes

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - A Associação Nacional dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária - ANTEFFA

Leia mais

CENTRO ACADÊMICO IAG PAULO MARQUES DOS SANTOS C.A.P.M.S. ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO E SEUS FINS

CENTRO ACADÊMICO IAG PAULO MARQUES DOS SANTOS C.A.P.M.S. ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO E SEUS FINS CENTRO ACADÊMICO IAG PAULO MARQUES DOS SANTOS C.A.P.M.S. ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO E SEUS FINS Artigo 1º. O Centro Acadêmico IAG Paulo Marques dos Santos C.A.P.M.S. dos estudantes de Geofísica

Leia mais

Estado de Alagoas Conselho Municipal de Assistência Social Campo Alegre AL

Estado de Alagoas Conselho Municipal de Assistência Social Campo Alegre AL Estado de Alagoas Conselho Municipal de Assistência Social Campo Alegre AL RESOLUÇÃO Nº 001/2016 O Conselho Municipal de Assistência Social, no uso de suas atribuições que lhe confere a lei 318/97, reunido

Leia mais

EDITAL COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Nº 01, DE 24 DE MAIO DE 2016.

EDITAL COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Nº 01, DE 24 DE MAIO DE 2016. EDITAL COMISSÃO ELEITORAL CENTRAL Nº 01, DE 24 DE MAIO DE 2016. PROCESSO DE ESCOLHA DOS REPRESENTANTES DOCENTES, TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO, DISCENTES, E EGRESSOS, PARA COMPOSIÇÃO DO CONSELHO

Leia mais

Os sócios da Liga são ordinários ou honorários, designando-se por «Amigos».

Os sócios da Liga são ordinários ou honorários, designando-se por «Amigos». CAPÍTULO I (Denominação, natureza e fins) Artigo 1º 1 A Liga dos Amigos do Hospital Geral de Santo António é uma associação apolítica e inconfessional com sede na Cidade do Porto, Largo Professor Abel

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE

RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÀO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO BILÍNGUE Bacharelado RESOLUÇÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE SECRETARIADO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 78, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2008. RESOLVE: REGIMENTO INTERNO DO COLÉGIO DE PROCURADORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO DA COMPOSIÇÃO

RESOLUÇÃO Nº 78, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2008. RESOLVE: REGIMENTO INTERNO DO COLÉGIO DE PROCURADORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO DA COMPOSIÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA GERAL DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR (Publicada no DJ, de 28/11/2008, págs. 11/12) (Alterada pela Resolução nº 80, de 24/03/2009) (Alterada pela Resolução nº

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BORBA. Artigo 1º (Promoção das Eleições)

REGULAMENTO ELEITORAL DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BORBA. Artigo 1º (Promoção das Eleições) REGULAMENTO ELEITORAL DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BORBA Artigo 1º (Promoção das Eleições) 1 A promoção das eleições é da responsabilidade da Mesa da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia

Leia mais

ALPHAVILLE TÊNIS CLUBE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

ALPHAVILLE TÊNIS CLUBE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ALPHAVILLE TÊNIS CLUBE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Este Regimento Interno tem por finalidade a regulamentação do funcionamento e operacionalização das matérias atribuídas ao Conselho

Leia mais

Constituição da CIPA: 5.2. Devem constituir CIPA, por estabelecimento...

Constituição da CIPA: 5.2. Devem constituir CIPA, por estabelecimento... 1 Modelos de Documentos para a constituição da CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - Data: 02/01/2006. Realização: Gerência de Políticas de Prevenção e Saúde Ocupacional Objetivos da CIPA:

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL. EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL. O Conselho Municipal de Direito da Criança e do Adolescente de Curionópolis - CMDCAC, convoca a ELEIÇÃO dos Membros Titulares e Suplentes da Sociedade

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE ADUFAC Seção Sindical do ANDES - SN

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE ADUFAC Seção Sindical do ANDES - SN EDITAL Nº 001/2015 ELEIÇÃO DA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE - ADUFAC-SEÇÃO SINDICAL DO ANDES SN, PARA O PERÍODO DE JANEIRO/2016 A JANEIRO/2018. CAPÍTULO I DA ELEIÇÃO

Leia mais

A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s d e G u i a - P o m b a l

A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s d e G u i a - P o m b a l 2014/2018 ÍNDICE ÍNDICE...2 PREÂMBULO...3 Capítulo I...3 Disposições Gerais...3 Artigo 1.º - Âmbito de aplicação...3 Artigo 2.º - Objeto...3 Artigo 3.º - Composição...3 Artigo 4.º - Designação dos representantes...3

Leia mais

III- lutar por uma universidade autônoma, democrática e participativa, que cumpra suas funções acadêmicas e político-sociais;

III- lutar por uma universidade autônoma, democrática e participativa, que cumpra suas funções acadêmicas e político-sociais; ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO RUY BARBOSA (Faculdade de Direito-UFBA) TÍTULO I DA ENTIDADE Capítulo I Da Natureza Jurídica Art.1º O Centro Acadêmico Ruy Barbosa (CARB), fundado em 25 de Outubro de 1999,

Leia mais

PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA

PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1º Denominação A Associação de Pais e Encarregados de Educação

Leia mais

Estatuto da APG Fiocruz Rio de Janeiro. Capítulo I Da entidade e seus fins

Estatuto da APG Fiocruz Rio de Janeiro. Capítulo I Da entidade e seus fins Estatuto da APG Fiocruz Rio de Janeiro Capítulo I Da entidade e seus fins Artigo 1. A Associação de Pós-Graduandos da Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro (APG-Fiocruz Rio de Janeiro), fundada em 26

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER PREÂMBULO O Estatuto do PSDB, aprovado em 1988, previu em sua Seção V, art. 73, 2º a criação do Secretariado da Mulher como parte integrante da Executiva

Leia mais

2. DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO

2. DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO EDITAL nº 001/2013 - ELEIÇÃO PARA COORDENADOR, VICE- COORDENADOR E REPRESENTANTES DOCENTES E DISCENTES DO CONSELHO DO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA. A FUNDAÇÃO FUNEMAT, pessoa jurídica de direito público

Leia mais

IPREVI HO Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Herval d Oeste

IPREVI HO Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Herval d Oeste EDITAL DE CONVOCAÇÃO IPREVI-HO Nº 001/2014 ASSEMBLÉIA GERAL ELEIÇÕES DOS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCAL ABRE INSCRIÇÕES E FIXA NORMAS PARA O PROCESSO ELEITORAL DOS CONSELHOS DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA

Leia mais

MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS Sede: Belo Horizonte Minas Gerais E S T A T U T O

MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS Sede: Belo Horizonte Minas Gerais E S T A T U T O MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS Sede: Belo Horizonte Minas Gerais CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Prazo E S T A T U T O Art. 1º - A Mercantil do Brasil

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DO CDS-PP

REGULAMENTO ELEITORAL DO CDS-PP REGULAMENTO ELEITORAL DO CDS-PP (APROVADO A 24 DE NOVEMBRO DE 2007 E ALTERADO A 2 DE AGOSTO DE 2008, EM CONSELHO NACIONAL) CAPÍTULO I Disposições Preliminares Artigo 1º (Âmbito de aplicação) 1. O presente

Leia mais

ESTATUTO DO SINDICATO DAS EMPRESAS DE RÁDIO E TELEVISÃO NO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO DO SINDICATO DAS EMPRESAS DE RÁDIO E TELEVISÃO NO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO DO SINDICATO DAS EMPRESAS DE RÁDIO E TELEVISÃO NO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I - DAS PRERROGATIVAS, DEVERES E CONDIÇÕES PARA FUNCIONAMENTO DO SINDICATO. Art. 1º - O SINDICATO DAS EMPRESAS DE RÁDIO

Leia mais

ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Entidade

ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Entidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco Coordenação de Sistemas de Informação Diretório Acadêmico de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Avenida Professor Luiz

Leia mais

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br ÍNDICE SEÇÃO I - DOS SÓCIOS 1 SEÇÃO II - DA ASSEMBLÉIA GERAL 1 SEÇÃO III - DO CONSELHO

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA E MILHO DO ESTADO DE MATO GROSSO

ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA E MILHO DO ESTADO DE MATO GROSSO REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA E MILHO DO ESTADO DE MATO GROSSO CAPÍTULO VI Do Procedimento Eleitoral Da Eleição da Diretoria Art. 21 O processo eleitoral inicia-se no mês de julho

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 1ª REGIÃO-RJ. CAPÍTULO I Constituição e Jurisdição

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 1ª REGIÃO-RJ. CAPÍTULO I Constituição e Jurisdição REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 1ª REGIÃO-RJ CAPÍTULO I Constituição e Jurisdição Art. 1º - O Conselho Regional de Economia da 1ª Região tem sede e foro na cidade do Rio de Janeiro e

Leia mais

EDITAL DO PROCESSO UNIFICADO DE ESCOLHA DOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR DE PINDAMONHANGABA PARA O MANDATO 2016/2020. Edital nº.

EDITAL DO PROCESSO UNIFICADO DE ESCOLHA DOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR DE PINDAMONHANGABA PARA O MANDATO 2016/2020. Edital nº. EDITAL DO PROCESSO UNIFICADO DE ESCOLHA DOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR DE PINDAMONHANGABA PARA O MANDATO 2016/2020 Edital nº. 01/2015 O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Pindamonhangaba,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I FINALIDADE, SEDE, ESTRUTURA BÁSICA E ATRIBUIÇÕES GERAIS FINALIDADE E ASPECTOS LEGAIS

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I FINALIDADE, SEDE, ESTRUTURA BÁSICA E ATRIBUIÇÕES GERAIS FINALIDADE E ASPECTOS LEGAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I FINALIDADE, SEDE, ESTRUTURA BÁSICA E ATRIBUIÇÕES GERAIS FINALIDADE E ASPECTOS LEGAIS Artigo 1º - A Associação com sede própria, reger-se-á pelo previsto no Artigo 22, Inciso

Leia mais

FACULDADE PALOTINA DE SANTA MARIA ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO DA FAPAS. TÍTULO I Da Entidade

FACULDADE PALOTINA DE SANTA MARIA ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO DA FAPAS. TÍTULO I Da Entidade FACULDADE PALOTINA DE SANTA MARIA ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO DA FAPAS TÍTULO I Da Entidade Artigo 1º - O Diretório Acadêmico de Administração da Faculdade Palotina de Santa Maria,

Leia mais

Regulamento para o processo eleitoral de renovação dos membros e diretoria do Comitê da Região Hidrográfica Coruripe Biênio 2010 / 2012

Regulamento para o processo eleitoral de renovação dos membros e diretoria do Comitê da Região Hidrográfica Coruripe Biênio 2010 / 2012 Regulamento para o processo eleitoral de renovação dos membros e diretoria do Comitê da Região Hidrográfica Coruripe Biênio 2010 / 2012 Da participação no processo e do número de vagas Art. 01 - É facultada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO SUPERIOR (CONSUP)

REGIMENTO INTERNO CONSELHO SUPERIOR (CONSUP) REGIMENTO INTERNO TERESINA-PI 2011 Pág. 1 de 21 SUMÁRIO Página Seção I Da Natureza e Finalidade 2 Seção II Da Composição e Mandatos 2 Seção III Da Posse e Perda dos Mandatos 3 Seção IV Da Competência 4

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS FACULDADE INTERDISCIPLINAR EM HUMANIDADES - UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI UFVJM CAPÍTULO I

Leia mais

SINDICATO DOS PERITOS CRIMINAIS DA BAHIA ASBAC

SINDICATO DOS PERITOS CRIMINAIS DA BAHIA ASBAC SINDICATO DOS PERITOS CRIMINAIS DA BAHIA ASBAC REGIMENTO ELEITORAL ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA E CONSELHO FISCAL DA ASBAC Conforme faculta o Artigo 66 do estatuto, a Assembleia Geral aprovou este Regimento

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 0204.0/2012 TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO

PROJETO DE LEI Nº 0204.0/2012 TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 0204.0/2012 Dispõe sobre a gestão democrática da educação pública estadual, e adota outras providências. TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO Art.1º A gestão democrática do

Leia mais

Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense Comissão Eleitoral Central

Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense Comissão Eleitoral Central EDITAL ELEIÇÕES 02/2015 NORMAS PARA A ELEIÇÃO DOS REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL E DOS EGRESSOS NO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE IFC. A do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA

REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA Artigo 1º (Das Eleições) 1. Os Corpos Sociais Regionais do Clube Galp Energia são eleitos em cada Núcleo Regional para um mandato de três anos, conforme disposto

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS TÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS TÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA NÍVEL MESTRADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS TÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Economia (PPE),

Leia mais

Art. 1 2 A Eleição para os cargos de Delegado Efetivo e Suplente do SICOOB CREDFAZ SERVIDOR FEDERAL, reger-se-á pelo Estatuto e por este Regulamento.

Art. 1 2 A Eleição para os cargos de Delegado Efetivo e Suplente do SICOOB CREDFAZ SERVIDOR FEDERAL, reger-se-á pelo Estatuto e por este Regulamento. V COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO' DA FAZENDA e dos ÓRGÃOS VINCULADOS À PRESIDÉNCIA DA REPÚBLICA LTDA SICOOB CREDFAZ SERVIDOR FEDERAL 1 SI B Ed. CREDFAZ - SCS - Q.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO PPGAU NÍVEL MESTRADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO PPGAU NÍVEL MESTRADO REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO - TITULO I DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Art. 1 - O Mestrado em Arquitetura e Urbanismo da UFES compreende o conjunto de atividades de ensino,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO EDITAL 01/2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO EDITAL 01/2015 EDITAL 01/2015 A Comissão Eleitoral, no uso das suas atribuições que lhe são conferidas pela Portaria UNIRIO nº 918 de 27 de outubro de 2015, de acordo com a Resolução UNIRIO nº 3745 de 28 de setembro

Leia mais

REGIMENTO ELEITORAL CONSELHO DE DELEGADOS e CONSELHO FISCAL da ASSUFRGS TÍTULO I DAS ELEIÇÕES. CAPÍTULO I Do Sistema Eleitoral

REGIMENTO ELEITORAL CONSELHO DE DELEGADOS e CONSELHO FISCAL da ASSUFRGS TÍTULO I DAS ELEIÇÕES. CAPÍTULO I Do Sistema Eleitoral REGIMENTO ELEITORAL CONSELHO DE DELEGADOS e CONSELHO FISCAL da ASSUFRGS TÍTULO I DAS ELEIÇÕES CAPÍTULO I Do Sistema Eleitoral Art. 1º Todos os órgãos da ASSUFRGS são representativos e as respectivas eleições

Leia mais

EDITAL Nº 01 DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - CMDCA

EDITAL Nº 01 DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - CMDCA EDITAL Nº 01 DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - CMDCA O (A) PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE GROAÍRAS-CE CMDCA, no uso da atribuição

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL. Denominação, Prerrogativas e Condições de Funcionamento.

ESTATUTO SOCIAL. Denominação, Prerrogativas e Condições de Funcionamento. ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I Denominação, Prerrogativas e Condições de Funcionamento. Art. 1º O Sindicato das Agências de Propaganda do Estado do Ceará, com sede e foro em Fortaleza, Estado do Ceará, e constituído

Leia mais

COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIA DIGESTIVA CBCD CNPJ: 61.569.372/0001-28 REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIA DIGESTIVA CBCD CNPJ: 61.569.372/0001-28 REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIA DIGESTIVA CBCD CNPJ: 61.569.372/0001-28 REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Artigo 1 - Este Regimento Interno tem por fim estabelecer a sistemática administrativa

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 28/2008 Regulamenta a Pesquisa Eleitoral junto à Comunidade Universitária visando subsidiar a elaboração da lista

Leia mais

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE

Leia mais

Redação Original Alteração Proposta Justificativa

Redação Original Alteração Proposta Justificativa QUADRO COMPARATIVO DAS ALTERAÇÕES DO ESTAUTO SOCIAL DO CNBPREV FUNDO DE PREVIDÊNCIA DOS CARTÓRIOS Novembro/2013 Redação Original Alteração Proposta Justificativa Estatuto Social CNBPrev Fundo de Previdência

Leia mais

Estatuto do curso do Centro Acadêmico de Comunicação Social

Estatuto do curso do Centro Acadêmico de Comunicação Social Estatuto do curso do Centro Acadêmico de Comunicação Social Capítulo I Da Natureza Artigo 1 O centro acadêmico de Comunicação Social-Jornalismo da Universidade Federal do Cariri, entidade livre e independente,

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

Região Autónoma dos Açores ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ALMAGREIRA MODELO DE REGIMENTO DE ASSEMBLEIA DE FREGUESIA CAPITULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA

Região Autónoma dos Açores ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ALMAGREIRA MODELO DE REGIMENTO DE ASSEMBLEIA DE FREGUESIA CAPITULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA Região Autónoma dos Açores ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ALMAGREIRA MODELO DE REGIMENTO DE ASSEMBLEIA DE FREGUESIA CAPITULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA Artigo 1 Natureza e âmbito do mandato 1. Os membros

Leia mais

CAPÍTULO 1 DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO 1 DOS OBJETIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA COMISSÃO ELEITORAL EDITAL Nº 01 DA COMISSÃO ELEITORAL, DE 26 DE MARÇO DE 2012. DIVULGA AS NORMAS E CALENDÁRIO ELEITORAL REFERENTE À CONSULTA PRÉVIA PARA OS CARGOS

Leia mais

REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP. Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina

REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP. Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina Eleição triênio 2012/2015 A comissão eleitoral reunida no dia 14.08.2013

Leia mais

SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EM COOPERATIVAS

SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EM COOPERATIVAS SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EM COOPERATIVAS ABERTURA Pessoa da cooperativa que não fará parte da mesa verifica o número de associados presentes certificando o quorum

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE UFAC EDITAL DE ELEIÇÃO PARA OS CARGOS DE DIRETOR E VICE-DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA NATUREZA - CCBN

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE UFAC EDITAL DE ELEIÇÃO PARA OS CARGOS DE DIRETOR E VICE-DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA NATUREZA - CCBN EDITAL DE ELEIÇÃO PARA OS CARGOS DE DIRETOR E VICE-DIRETOR DO EDITAL Em cumprimento ao Art. 2º, da Resolução n.º 03, de 07 de outubro de 2011, homologada pela Resolução nº 02, de 2 de dezembro de 2011,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO SINDICATO DOS MÉDICOS DE ANÁPOLIS. Capítulo 1. Da Constituição, Finalidade, Prerrogativas e Deveres

ESTATUTO SOCIAL DO SINDICATO DOS MÉDICOS DE ANÁPOLIS. Capítulo 1. Da Constituição, Finalidade, Prerrogativas e Deveres ESTATUTO SOCIAL DO SINDICATO DOS MÉDICOS DE ANÁPOLIS Capítulo 1 Da Constituição, Finalidade, Prerrogativas e Deveres Seção I Constituição e Finalidade Artigo 1º - O Sindicato dos Médicos de Anápolis é

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL 2015 COMITÊ GESTOR DO PSAP DA DUKE ENERGY PARTICIPANTES ASSISTIDOS

REGULAMENTO ELEITORAL 2015 COMITÊ GESTOR DO PSAP DA DUKE ENERGY PARTICIPANTES ASSISTIDOS 1. FINALIDADE 1.1. O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer normas e procedimentos para a eleição do Representante Suplente dos participantes Assistidos, do Plano de Suplementação e Aposentadorias,

Leia mais

LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997.... Da Propaganda Eleitoral no Rádio e na Televisão...

LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997.... Da Propaganda Eleitoral no Rádio e na Televisão... LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997 Estabelece normas para as eleições. Da Propaganda Eleitoral no Rádio e na Televisão Art. 45. A partir de 1º de julho do ano da eleição, é vedado às emissoras de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO I. DENOMINAÇÃO / SEDE

REGULAMENTO INTERNO I. DENOMINAÇÃO / SEDE I. DENOMINAÇÃO / SEDE Art.º 1.º A Instinto, Associação Protetora de Animais da Covilhã, é uma associação sem fins lucrativos, que se rege pelos Estatutos, pelo presente Regulamento Interno e demais disposições

Leia mais

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. RESOLUÇÃO Nº 036/2012, DE 14 DE SETEMBRO DE 2012 Aprova as normas para concurso público de provimento de cargos de Professor de Nível Médio/Profissionalizante, Administrador Escolar, Supervisor Pedagógico

Leia mais

NORMAS SOBRE ELEIÇÕES DO SISTEMA CFC/CRCs

NORMAS SOBRE ELEIÇÕES DO SISTEMA CFC/CRCs NORMAS SOBRE ELEIÇÕES DO SISTEMA CFC/CRCs 1ª edição 2003 CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE SAS - QUADRA 5 - BLOCO J - ED. CFC TELEFONE: (61) 314-9600 FAX: (61) 322-2033 70070-920 - Brasília-DF Site: www.cfc@cfc.org.br

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES Art.1º- O presente Regimento Interno elaborado na forma do artigo 35 (Trinta e cinco) do Estatuto tem por

Leia mais

PAULA RAMOS ESPORTE CLUBE ESTATUTO SOCIAL. Com as alterações aprovadas pela ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA em 22/05/2006.

PAULA RAMOS ESPORTE CLUBE ESTATUTO SOCIAL. Com as alterações aprovadas pela ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA em 22/05/2006. PAULA RAMOS ESPORTE CLUBE ESTATUTO SOCIAL Com as alterações aprovadas pela ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA em 22/05/2006. 2 ÍNDICE CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETIVO E DURAÇÃO...3 CAPITULO II

Leia mais

Regimento de Assembleia de Freguesia Santa Margarida da Coutada CAPÍTULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA. Artigo 1 Natureza e âmbito do mandato

Regimento de Assembleia de Freguesia Santa Margarida da Coutada CAPÍTULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA. Artigo 1 Natureza e âmbito do mandato Regimento de Assembleia de Freguesia Santa Margarida da Coutada CAPÍTULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA Artigo 1 Natureza e âmbito do mandato 1. Os membros da Assembleia de Freguesia representam os habitantes

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL PARA O CONSELHO DELIBERATIVO AUTÁRQUICO DA AUTARQUIA EDUCACIONAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO - AEVSF

REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL PARA O CONSELHO DELIBERATIVO AUTÁRQUICO DA AUTARQUIA EDUCACIONAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO - AEVSF REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL PARA O CONSELHO DELIBERATIVO AUTÁRQUICO DA AUTARQUIA EDUCACIONAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO - AEVSF CAPÍTULO I - OBJETO Artigo 1º. Este Regulamento disciplina o Processo

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO TÍTULO I DOS FINS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO TÍTULO I DOS FINS, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO TÍTULO I DOS FINS, SEDE E DURAÇÃO Art.1º. A Associação dos Funcionários Públicos do Município de São Bernardo do Campo,

Leia mais