REGULAMENTO DO SEMINÁRIO LEGISLATIVO ÁGUAS DE MINAS III: DESAFIOS DA CRISE HÍDRICA E A CONSTRUÇÃO DA SUSTENTABILIDADE CAPÍTULO I

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGULAMENTO DO SEMINÁRIO LEGISLATIVO ÁGUAS DE MINAS III: DESAFIOS DA CRISE HÍDRICA E A CONSTRUÇÃO DA SUSTENTABILIDADE CAPÍTULO I"

Transcrição

1 REGULAMENTO DO SEMINÁRIO LEGISLATIVO ÁGUAS DE MINAS III: DESAFIOS DA CRISE HÍDRICA E A CONSTRUÇÃO DA SUSTENTABILIDADE CAPÍTULO I DA REALIZAÇÃO E DOS OBJETIVOS Art. 1º O Seminário Legislativo Águas de Minas III: Desafios da crise hídrica e a construção da sustentabilidade, a ser promovido pela Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais ALMG, em parceria com entidades da sociedade civil e poder público, será organizado conforme cronograma contido no Anexo I e terá sua Etapa Final realizada no período de 29 de setembro a 2 de outubro de 2015, na sede desse órgão legislativo, amparando-se na Resolução nº 5.176, de 6/11/1997, que contém o Regimento Interno da ALMG, e na Deliberação da Mesa nº 720, de 18/12/91, que dispõe sobre a organização e a realização de Seminários Legislativos. Parágrafo único O Seminário terá uma etapa de regionalização, por meio de encontros em cidades situadas nas principais bacias hidrográficas do Estado de Minas Gerais, conforme Anexo II. Art. 2º São objetivos do Seminário: I conhecer, discutir e divulgar a conjuntura hídrica, seus potenciais e limitações; II promover a educação ambiental para a gestão de recursos hídricos; III avaliar a implementação das políticas estadual e federal de recursos hídricos, em especial a atuação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e de Recursos Hídricos Sisema, dos comitês de bacias hidrográficas do Estado e das Agências Delegatárias; IV avaliar a implementação das políticas nacional e estadual de saneamento; V debater a gestão dos recursos hídricos no Estado, de forma participativa, contribuindo para subsidiar a elaboração de políticas públicas que possam promover o uso racional e sustentável dos recursos hídricos do Estado, a sua proteção e conservação, além de propor a atualização dos instrumentos legais sobre a matéria; VI debater a segurança hídrica no Estado e envolver a sociedade nas discussões sobre o crescente desafio para garantir água em quantidade e qualidade para todos; VII colher sugestões e receber propostas para subsidiar ações legislativas que apontem para a criação, o aprimoramento e o fortalecimento de instituições e de políticas públicas relacionadas aos recursos hídricos. CAPÍTULO II DO TEMÁRIO DOS TRABALHOS Art. 3º Os trabalhos a serem desenvolvidos no Seminário terão como temas e subtemas: 1 CRISE HÍDRICA a) Gestão da escassez de água b) Convivência com a seca e uso de tecnologias sociais c) Gestão da melhoria da oferta da água d) Conjuntura hídrica (disponibilidade de água e infraestrutura)

2 e) Reuso da água e sua regulamentação f) Melhoria da eficiência do uso da água (redução das perdas: distribuição, agricultura e processos industriais) g) Racionamento e limitação do uso de água e seus impactos econômicos e sociais h) Sobretaxa pelo uso da água (destinação dos recursos: Copasa, SAAEs, CBHs, entre outros) 2 GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS a) Reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos b) Fortalecimento dos Comitês de Bacia e financiamento das Agências c) Articulação das políticas públicas (órgãos/entidades do poder público, empresários e sociedade civil na discussão da gestão da água) d) Participação social: CBHs, Conselhos Municipais, Copam, CERH, entre outros e) Outorga e usos múltiplos da água (inclusive como meio de transporte), interesses conflitantes, pactuação e judicialização f) Inovação tecnológica g) Educação ambiental h) Qualidade ambiental, controle e fiscalização da poluição dos corpos hídricos e do uso da água i) Segurança hídrica (Planejamento e cenários futuros) j) Águas subterrâneas (Disponibilidade, exploração e gestão) k) Manutenção de vegetação nativa, desmatamento e proteção de nascentes 3 FOMENTO, CUSTEIO, RECEITAS E DESTINAÇÃO a) Fhidro e destinação de outros recursos orçamentários às ações e programas voltados à gestão de recursos hídricos b) Cobrança pelo uso de recursos hídricos c) Programa Bolsa Verde d) Programa Produtor de Água e) Práticas voluntárias de preservação ambiental f) Fomento às políticas públicas de conservação do solo, água e biodiversidade g) Compensação ambiental e ICMS Ecológico h) Fundos Estadual e Municipal de Saneamento 4 SANEAMENTO E SAÚDE a) Abastecimento de água b) Esgotamento sanitário c) Resíduos sólidos e limpeza urbana d) Drenagem urbana e) Universalização do saneamento e de acesso à água

3 f) Revisão da legislação de saneamento g) Regulação e fiscalização dos serviços municipais de saneamento h) Suporte do Estado, Funasa, CREA e Assemae na elaboração dos Planos Municipais de Saneamento i) Saneamento e saúde, vigilância sanitária e sistema hospitalar j) Política tarifária k) Inovação Tecnológica 5 ATIVIDADE MINERÁRIA, INDÚSTRIA E ENERGIA a) Uso de recursos hídricos para geração de energia, beneficiamento e transporte de minérios b) Uso da água de rebaixamento do lençol freático c) Tratamento de efluentes e reuso da água d) Participação social nos processos de licenciamento ambiental e) Inovação Tecnológica 6 AGRICULTURA, PECUÁRIA E PISCICULTURA a) Agroecologia e agricultura orgânica b) Irrigação, reuso e melhoria da eficiência do uso da água c) Cadastro Ambiental Rural e Programa de Recuperação Ambiental d) Inovação Tecnológica e) Zoneamento ambiental e produtivo f) Produtores de água g) Impacto das atividades agropecuárias h) Pesca e aquicultura CAPÍTULO III DAS COMISSÕES TÉCNICAS INTERINSTITUCIONAIS Art. 4º A composição das Comissões Técnicas Interinstitucionais CTIs será definida, nas reuniões preparatórias, pelas instituições organizadoras do Seminário, observada a representação destas por participantes por elas indicados, e de outras instituições ou especialistas que participarem como convidados. Parágrafo único Cada CTI definirá sua forma de funcionamento. Art. 5º Serão constituídas 6 (seis) CTIs, sendo uma para cada tema estabelecido no art. 3º deste regulamento, com seus respectivos subtemas. 1º Cada CTI designará, para coordenar e secretariar seus trabalhos, instituições escolhidas democraticamente entre seus participantes. 2º Cada CTI poderá limitar o número de propostas apresentadas por entidade, de acordo com a decisão dos seus integrantes.

4 3 Cada CTI realizará no mínimo quatro e no máximo seis reuniões para discussão e aprovação das propostas. 4º A instituição que não se fizer representar em mais de uma reunião da Comissão será excluída de sua composição. Art. 6º São atribuições das Comissões Técnicas Interinstitucionais: I discutir e desenvolver propostas de abrangência estadual relativas ao tema sob sua responsabilidade; II priorizar, entre as propostas aprovadas, até 6 (seis) propostas de abrangência estadual que servirão de subsídio aos participantes de cada um dos Encontros Regionais e dos Grupos de Trabalho na Etapa Final, respeitando-se as diversidades de proposições; III produzir relatório dos seus trabalhos, de caráter propositivo e redigido em forma de itens, contendo as propostas aprovadas e a indicação das 6 (seis) propostas prioritárias de abrangência estadual, bem como as entidades que compõem a CTI, respeitando-se as regras desse regulamento; IV sugerir um coordenador para os Grupos de Trabalho de seu respectivo tema nas Etapas Regionais e Final. Parágrafo único O relatório a que se refere o inciso III deste artigo será disponibilizado no site do evento no portal da ALMG. Art. 7º São atribuições do coordenador de cada CTI: I convocar, abrir, presidir e encerrar as reuniões da comissão; II informar os nomes dos coordenadores referidos no inciso IV do art. 6º à Gerência-Geral de Projetos Institucionais da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais GPI até o dia 12/6/2015; III enviar o relatório a que se refere o inciso III do art. 6º para a GPI, no até o dia 22/6/2015. Art. 8º Cabe ao secretário de cada CTI: I registrar as discussões e deliberações das reuniões; II registrar a presença dos integrantes da CTI nas reuniões; III fazer a coordenação da comissão na ausência do coordenador. CAPÍTULO IV DA CONSULTA PÚBLICA Art. 9º Será realizada Consulta Pública para recolhimento de propostas sobre os temas de discussão do Seminário, via portal no período de 3/8 a 23/8/ º As propostas recebidas serão agrupadas por tema e divulgadas no portal da ALMG. 2º As propostas de âmbito estadual serão sistematizadas por tema e encaminhadas para discussão nos Grupos de Trabalho da Etapa Final do Seminário Legislativo. CAPÍTULO V DA REGIONALIZAÇÃO

5 Art. 10 A realização da Etapa Final do Seminário Legislativo será precedida de uma etapa de regionalização, que terá dinâmica própria. 1º A etapa de regionalização tem por objetivo ampliar a participação da sociedade na discussão dos temas propostos. 2º Os Encontros Regionais serão realizados em cidades das principais Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais, de acordo com cronograma constante no Anexo II. 3º A inscrição para participação nos Encontros Regionais será feita previamente, pelo portal da ALMG, ou no dia do evento, no local de sua realização. Art. 11 Em cada Encontro Regional serão formados 2 (dois) Grupos de Trabalho. O Grupo A discutirá preferencialmente os temas 1, 2 e 3, e o Grupo B discutirá preferencialmente os temas 4, 5 e 6, conforme art. 3º deste regulamento, levando-se em conta seus respectivos subtemas. 1º A critério da Comissão Organizadora, a distribuição de temas por Grupos de Trabalho poderá ser alterada, por necessidade de adequação ao número de inscrições em cada tema e à infraestrutura do local. 2º As discussões nos Encontros Regionais serão orientadas por um documento, sistematizado pela ALMG, contendo as propostas priorizadas por todas as CTIs, totalizando até 36 (trinta e seis) propostas. 3º Além de deliberar sobre as propostas contidas no documento mencionado no parágrafo anterior, é facultado aos Grupos de Trabalho aprovar novas propostas em cada um dos temas sob sua responsabilidade, de acordo com a dinâmica prevista no art. 16, incisos I a XI e 5º a 9º, no que couber. 4º Cada Grupo de Trabalho do Encontro Regional priorizará, dentre as novas propostas aprovadas, até 2 (duas) propostas de âmbito estadual por tema, que serão encaminhadas aos Grupos de Trabalho da Etapa Final do Seminário Legislativo. 5º Além das 2 (duas) novas propostas por tema referidas no parágrafo anterior, cada Grupo de Trabalho poderá priorizar mais 2 (duas) novas propostas, dentre as aprovadas nos temas sob sua responsabilidade. 6º As propostas aprovadas e não priorizadas nos Grupos de Trabalho dos Encontros Regionais não serão discutidas na Etapa Final, mas constarão de anexos do Documento Final do Seminário Legislativo. Art. 12 Serão eleitos até 12 (doze) representantes por Encontro Regional, garantida a representação da sociedade civil e do poder público, observando-se, preferencialmente, a proporção de 2/3 (dois terços) da sociedade civil e de 1/3 (um terço) do poder público, para representar a região na Etapa Final do Seminário Legislativo em Belo Horizonte, com direito a voz e voto nas Plenárias e nos Grupos de Trabalho. 1 A eleição dos representantes regionais será realizada no âmbito dos Grupos de Trabalho dos Encontros Regionais, sendo que cada grupo elegerá até 6 (seis) representantes. 2 Cada representante eleito terá um suplente, observada a ordem decrescente do número de votos recebidos em cada grupo e atendendo à proporção prevista no caput. 3 As inscrições dos representantes titulares eleitos nos Encontros Regionais para a participação na Etapa Final serão realizadas automaticamente pela ALMG a partir das informações coletadas em formulários próprios preenchidos pelos referidos representantes. 4º Os suplentes somente serão inscritos a partir da comunicação expressa à ALMG, pelo representante titular, da impossibilidade de seu comparecimento.

6 CAPÍTULO VI DAS SESSÕES DA ETAPA FINAL Art. 13 São as seguintes as sessões que integram o Seminário Legislativo: I. Abertura pelo Presidente da ALMG, a ser realizada no dia 29/9/2015, às 18 horas; II. Sessões Plenárias Parciais, a serem realizadas nos dias 30/9 e 1º/10/2015, das 9 às 12 horas; III. Sessões dos Grupos de Trabalho, a serem realizadas nos dias 30/9 e 1º/10/2015, das 14 às 19 horas; IV. Sessão Plenária Final, a ser realizada no dia 2/10/2015, das 9 às 18 horas. Parágrafo único A abertura e as sessões plenárias serão realizadas no Plenário Presidente Juscelino Kubitschek. CAPÍTULO VII DA DINÂMICA DAS SESSÕES DA ETAPA FINAL Art. 14 A Abertura do Seminário terá a seguinte dinâmica: I. abertura pelo Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais; II. palestra magna. Art. 15 As Sessões Plenárias Parciais terão a seguinte dinâmica: I. abertura pelo deputado coordenador; II. palestras temáticas proferidas pelos conferencistas convidados; III. debate com o público presente por meio de questões orais, apresentadas em até 2 (dois) minutos, e de questões escritas, dirigidas à Mesa. Art. 16 As Sessões dos Grupos de Trabalho terão a seguinte dinâmica: I. breve contextualização sobre a temática do grupo; II. exposição da metodologia dos trabalhos; III. eleição dos relatores do Grupo de Trabalho; IV. leitura do documento de propostas e levantamento dos pedidos de destaques; V. votação e aprovação, por maioria simples, das propostas, salvo os destaques; VI. apresentação oral dos destaque solicitados, em até 2 (dois) minutos cada; VII. discussão e votação, por maioria simples, dos destaques; VIII. apresentação, por escrito, de novas propostas que poderão ser defendidas oralmente em até 2 (dois) minutos; IX. votação das novas propostas discutidas no grupo; X. priorização das propostas em cada Grupo de Trabalho; XI. redação do relatório do Grupo de Trabalho. 1º Serão formados 6 (seis) grupos de trabalho, seguindo-se os temas definidos no art. 3º deste regulamento.

7 2º Os grupos de trabalho serão constituídos, além da coordenação e da equipe técnica de apoio, pelos representantes dos Encontros Regionais, pelos representantes institucionais e pelos inscritos individualmente, a partir de opção por grupo expressa no momento da inscrição e referendada no credenciamento. 3º A abordagem dos temas pelos Grupos de Trabalho na Etapa Final deverá levar em conta o Documento Consolidado de Propostas, que conterá: I. as propostas de âmbito estadual priorizadas pelas CTIs, com os respectivos destaques aprovados nos Encontros Regionais; II. as novas propostas de âmbito estadual priorizadas nos Encontros Regionais; III. as propostas de âmbito estadual provenientes da Consulta Pública. 4º Cada Grupo de Trabalho da Etapa Final deverá priorizar até 12 (doze) propostas pertinentes ao seu tema, que serão encaminhadas à Plenária Final, para discussão e deliberação. 5º Somente serão aceitos destaques para suprimir ou modificar propostas. 6º Para discussão dos destaques e das eventuais novas propostas, a palavra será dada uma única vez e por até 2 (dois) minutos aos presentes, alternando-se um favorável e outro contrário à proposição, se houver divergência. 7º As novas propostas somente poderão ser apresentadas, dentro do horário estabelecido pela coordenação, se possuírem conteúdo pertinente aos temas do Grupo de Trabalho e inteiramente inovador em relação às outras propostas em discussão. 8º A aprovação de proposta destacada ou nova proposta prejudicará aquela com teor contrário aprovada em bloco. 9 O processo de priorização será conduzido após a aprovação do documento de propostas, estando esgotada a discussão de todos os destaques e das novas propostas apresentadas. Art. 17 Após as Sessões dos Grupos de Trabalho dos dias 30/9 e 1º/10, a síntese do relatório dos Grupos de Trabalho, a ser apresentada na Sessão Plenária Final, será redigida em conjunto pelos relatores e pelos coordenadores dos respectivos grupos, com a assessoria da Assembleia Legislativa. Art. 18 A Sessão Plenária Final, destinada à votação do Documento Final do Seminário e à eleição da Comissão de Representação, terá a seguinte dinâmica: I. abertura pelo deputado coordenador; II. apresentação, em até 10 (dez) minutos, dos relatórios aprovados nos Grupos de Trabalho pelos respectivos coordenadores; III. leitura da proposta do Documento Final, pela Mesa, na hipótese de não haver distribuição de avulso, ou tempo de até 30 minutos para leitura pelos participantes; IV. apresentação oral de pedido de destaque; V. votação e aprovação, por maioria simples, do Documento Final, salvo os destaques; VI. discussão e votação, por maioria simples, dos destaques; VII. discussão e votação, por maioria simples, das eventuais novas propostas; VIII. priorização das propostas por tema; IX. eleição da Comissão de Representação;

8 X. entrega do Documento Final ao Presidente da ALMG; XI. encerramento do Seminário Legislativo pelo Presidente da ALMG. 1º Para discussão dos destaques, a palavra será dada uma única vez e por até 2 (dois) minutos aos representantes votantes, alternando-se um favorável e outro contrário à proposição, se houver divergência. 2º As propostas contraditórias serão automaticamente destacadas. 3º Serão aceitas propostas novas desde que subscritas por, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos votantes e apresentadas até o início do processo de votação. 4º A aprovação de proposta destacada prejudicará a proposta com teor contrário aprovada em bloco. 5º Serão priorizadas até 6 (seis) propostas por tema. 6º A Comissão de Representação terá 11 (onze) membros e a seguinte composição: I. 2 (dois) representantes do setor técnico e instituições de pesquisa; II. 2 (dois) representantes do setor produtivo (usuários); III. 2 (dois) representantes de sindicatos de trabalhadores e movimentos socioambientais; IV. 3 (três) representantes de comitês de bacias e V. 2 (dois) representantes do poder público estadual. CAPÍTULO VIII DA PARTICIPAÇÃO E DA INSCRIÇÃO NA ETAPA FINAL Art. 19 As inscrições para a etapa final serão realizadas pela internet, mediante preenchimento de ficha de inscrição disponível no portal ou no Centro de Atendimento ao Cidadão CAC da ALMG (Rua Rodrigues Caldas, nº 30, Bairro Santo Agostinho, Belo Horizonte), de 8/9 a 28/9/2015. Art. 20 Além dos representantes eleitos nos Encontros Regionais, aqueles que se inscreverem nas categorias institucional ou individual poderão participar da Etapa Final do Seminário Legislativo, com direito a voz e a voto nas Sessões Plenárias e nos Grupos de Trabalho, de acordo com este Regulamento. 1º Serão abertas 500 (quinhentas) inscrições nas categorias institucional ou individual. 2º Os representantes eleitos nos Encontros Regionais estarão automaticamente inscritos para as Sessões Plenárias e para os Grupos de Trabalhos, e ocuparão 108 (cento e oito) do total de vagas. 3º Serão destinadas 40 vagas para os Comitês de Bacias, sendo 36 Comitês Estaduais e 4 Comitês Federais, e 52 vagas para as entidades que compõem a Comissão Organizadora do Evento. 4º Das 300 (trezentas) vagas remanescentes, 120 serão destinadas às inscrições institucionais, observado o limite de até 2 (dois) representantes por instituição, que participarão com direito a voz e voto. 5º As 180 vagas remanescentes serão destinadas às inscrições individuais, abertas a todos os cidadãos interessados em participar das discussões do Seminário Legislativo, independentemente de sua vinculação a uma determinada instituição. 6º No momento da inscrição, o participante deverá indicar, por dia, um dentre os seis temas de cuja discussão pretende participar nos grupos de trabalho.

9 7º O direito a voto na Plenária Final fica condicionado à participação do inscrito no Grupo de Trabalho para o qual se inscreveu, o que será aferido mediante listas de presença. CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 21 Cabe à Comissão Organizadora: I organizar, juntamente com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o Seminário Legislativo; II elaborar o regulamento do Seminário; III apresentar sugestões de palestrantes para cada temática; IV promover contatos com os conferencistas e debatedores para viabilizar o seu compromisso com o Seminário, observada a ordem de prioridade estabelecida pelas entidades envolvidas, e definir outros nomes, no caso de se esgotarem as opções fornecidas; V coordenar as ações das CTIs; VI supervisionar a elaboração da síntese dos relatórios dos Grupos de Trabalho; VII supervisionar a sistematização do Documento Final. Parágrafo Único A atuação da Comissão Organizadora se encerrará a partir da eleição do Comissão de Representação, na Plenária Final. Art. 22 Compete à Comissão de Representação: I entregar o Documento Final do Seminário Legislativo ao Presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; II apresentar o Documento Final do Seminário Legislativo às Comissões Parlamentares relacionadas ao tema; III acompanhar e avaliar, junto à ALMG, as discussões e os desdobramentos das propostas aprovadas no Seminário Legislativo. Art. 23 A ALMG formalizará os convites aos palestrantes e providenciará o transporte e hospedagem sempre que necessário. Art. 24 O coordenador do Grupo de Trabalho terá à sua disposição uma equipe técnica de assessoramento durante as reuniões dos respectivos grupos. Art. 25 As Sessões Plenárias serão presididas pelo presidente da ALMG e coordenadas por deputado(as) por ele indicado(as), com base na participação durante a organização do Seminário e na composição das Comissões Permanentes e Extraordinárias da Casa. Art. 26 As Sessões Plenárias serão gravadas e taquigrafadas pela equipe técnica da ALMG. Art. 27 A proposta de Documento Final do Seminário será consolidado pela equipe técnica da ALMG, sob a supervisão dos coordenadores dos Grupos de Trabalho e da Comissão Organizadora. Art. 28 Serão conferidos certificados aos participantes. Art. 29 O Espaço Político-Cultural da ALMG estará disponível para utilização pelas entidades participantes.

10 Parágrafo único Para atendimento ao disposto neste artigo, a Comissão Organizadora deverá solicitar a utilização do espaço à Diretoria de Comunicação Institucional da ALMG. Art. 30 Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora do Seminário. ANEXO I CRONOGRAMA Preparação: 9 de abril a 30 de junho de Comissões Técnicas Interinstitucionais CTIs: 21 de maio a 20 de junho de Participação pela Internet Consulta Pública: 3 a 23 de agosto de Regionalização: 30 de junho a 20 de agosto de Etapa Final: 29 e 30 de setembro, 1º e 2 de outubro de ANEXO II REGIONALIZAÇÃO Bacias Hidrográficas MUNICÍPIO DATA Rio Verde Grande e Jequitaí-Pacuí Montes Claros 30/06/15 Alto São Francisco Divinópolis 02/07/15 Rio Doce Governador Valadares 07/07/15 Paraíba do Sul Ubá 04/08/15 Alto e Médio Rio Grande e Piracicaba/Jaguari Poços de Caldas 06/08/15 Paraopeba e Velhas BH 11/08/15 Mucuri, Jequitinhonha, Mosquito/Rio Pardo Araçuaí 13/08/15 Paracatu e Urucuia Paracatu 18/08/15 Paranaíba e baixo Rio Grande Uberlândia 20/08/15

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DA 3ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CEST/RS (ATUALIZADO PELA RESOLUÇÃO CES/RS Nº 02/2014) CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A 3ª

Leia mais

VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIMENTO INTERNO. Capítulo I Dos objetivos

VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIMENTO INTERNO. Capítulo I Dos objetivos VIII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIMENTO INTERNO Capítulo I Dos objetivos Art.1º - A VIII Conferência Municipal de Saúde terá por objetivos: I - Impulsionar, reafirmar e buscar a efetividade dos princípios

Leia mais

Regulamento da III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa

Regulamento da III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa Regulamento da III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º Este regulamento tem por finalidade definir as regras gerais de funcionamento da III Conferência Estadual

Leia mais

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015.

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. Secretaria Estadual De Saúde Conselho Estadual De Saúde - RJ DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. APROVA O REGIMENTO IN- TERNO DA 7ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. O

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS RESOLUÇÃO Nº 31 DE 26 DE JUNHO DE 2002 Aprova o Regimento Interno da 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável. O Presidente

Leia mais

FÓRUM AMAZONENSE DE REFORMA

FÓRUM AMAZONENSE DE REFORMA REGIMENTO INTERNO DA 6ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES DO AMAZONAS CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES 1 Art. 1º - São objetivos da 6ª Conferência Estadual das Cidades do Amazonas: I - Propor a interlocução

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO REGIMENTO INTERNO Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º O Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI/Campinas), criado pela Lei Municipal

Leia mais

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Capítulo I Dos Objetivos. Capítulo II Da Realização

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Capítulo I Dos Objetivos. Capítulo II Da Realização MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Define as regras de funcionamento da 4ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência Capítulo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

REGIMENTO INTERNO DA VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL REGIMENTO INTERNO DA VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Define as regras de funcionamento da VIII Conferência Nacional de Assistência Social. Art. 1º A VIII Conferência Nacional de Assistência

Leia mais

Regulamento para o processo eleitoral de renovação dos membros e diretoria do Comitê da Região Hidrográfica Coruripe Biênio 2010 / 2012

Regulamento para o processo eleitoral de renovação dos membros e diretoria do Comitê da Região Hidrográfica Coruripe Biênio 2010 / 2012 Regulamento para o processo eleitoral de renovação dos membros e diretoria do Comitê da Região Hidrográfica Coruripe Biênio 2010 / 2012 Da participação no processo e do número de vagas Art. 01 - É facultada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP.

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP. REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP. CAPÍTULO I DA NATUREZA, DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA Art. 1º - O Comitê Gestor de TI, de

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008. Aprova o Regulamento do Sistema Brasileiro de Tecnologia. O Presidente do Comitê

Leia mais

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991.

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. ALTERADO PELOS DECRETOS SC N 322/1995; 2.155/1997; 2.442/1997 DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. Dispõe sobre a competência do Conselho de Meio Ambiente - CONSEMA - SC O GOVERNADOR DO ESTADO DE

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

SECRETARIA DE ESTADO DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE SECRETARIA DE ESTADO DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Distrito Federal s/nº Ata da Reunião de Convocação para a primeira Reunião

Leia mais

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA DE JACOBINA

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA DE JACOBINA REGIMENTO INTERNO DA IV CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JACOBINA BA Art. 1º. Este regimento interno da IV Conferência Municipal de Saúde de Jacobina-BA CMS tem como finalidade definir a organização dos

Leia mais

REGIMENTO. XVII CONAFISCO- Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital. De 27 de novembro a 01 de dezembro de 2016 Belém-PA

REGIMENTO. XVII CONAFISCO- Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital. De 27 de novembro a 01 de dezembro de 2016 Belém-PA REGIMENTO XVII CONAFISCO- Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital De 27 de novembro a 01 de dezembro de 2016 Belém-PA Dos Objetivos do Congresso 1. Objetivo Principal O Congresso Nacional do Fisco

Leia mais

CRITÉRIOS PARA ACEITAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE BOTUCATU

CRITÉRIOS PARA ACEITAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE BOTUCATU CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA CRITÉRIOS PARA ACEITAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE BOTUCATU (Versão Professor) Botucatu - SP Junho 2015 SUMÁRIO

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições,

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, CONSELHOS COMUNITÁRIOS Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: CONSELHOS COMUNITÁRIOS ORGAO COLEGIADO GABINETE DO PREFEITO Tornar os cidadãos parte ativa no exercício do governo, mediante

Leia mais

REGMENTO INTERNO DO CONSELHO ESTADUAL DO TRABALHO DO ESTADO DE ALAGOAS CAPITULO I DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS

REGMENTO INTERNO DO CONSELHO ESTADUAL DO TRABALHO DO ESTADO DE ALAGOAS CAPITULO I DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS REGMENTO INTERNO DO CONSELHO ESTADUAL DO TRABALHO DO ESTADO DE ALAGOAS Aprovado em Reunião Ordinária de 05 de julho de 1995 Alterado em Reunião Ordinária de 12 de dezembro de 2001 e em Reunião Ordinária

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1. O Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia - NITTEC é um Órgão Executivo

Leia mais

Capítulo I das Atividades do Conselho

Capítulo I das Atividades do Conselho REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ITARANTIM BA, DE ACORDO COM A LEI Nº 11.947/2009 E RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 038/2009. Capítulo I das Atividades do Conselho

Leia mais

NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO

NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS ANEXO À DELIBERAÇÃO Nº 125, DE 06 DE JULHO DE 2006. NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE ANIMAL Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO)

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE ANIMAL Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO) REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE ANIMAL Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO) Portaria FEPAGRO nº 154/2013. O Diretor-Presidente da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO DE CURRÍCULO NA FORMAÇÃO DOCENTE CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL

REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO DE CURRÍCULO NA FORMAÇÃO DOCENTE CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO DE CURRÍCULO NA FORMAÇÃO DOCENTE CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1 - O curso de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização

Leia mais

FACITEC - Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas

FACITEC - Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas FACITEC - Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas IESST Instituto de Ensino Superior Social e Tecnológico Credenciada pela portaria: MEC 292, de 15.02.2001 DOU Nº 35-E, de 19.02.2001, Seção 1 RESOLUÇÃO

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

NÚCLEO DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO- NEPG REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. CAPÍTULO I Das considerações gerais

NÚCLEO DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO- NEPG REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. CAPÍTULO I Das considerações gerais Sociedade de Educação e Cultura de Goiás www.faculdadearaguaia.edu.br Rua 18 n 81 Centro Goiânia Goiás Fone: (62) 3224-8829 NÚCLEO DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO- NEPG REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Leia mais

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências.

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. Lei nº 18995 DE 03/09/2015 Norma Estadual - Goiás Publicado no DOE em 08 set 2015 Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. A Assembleia Legislativa do Estado de

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) GARÇA 2011 INTRODUÇÃO O Trabalho de Conclusão de Curso é um componente curricular obrigatório para os cursos de Graduação, assim sendo a Direção da Faculdade

Leia mais

ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO

ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - Conarenf, criada pela

Leia mais

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO DECRETO Nº. 584, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2014. Homologa Regimento Interno do Fórum Municipal de Educação de Alegrete. O PREFEITO MUNICIPAL, no uso de sua atribuição, que lhe confere o Art. 101, IV, da Lei

Leia mais

EDITAL PROPI Nº 007/2014 - Bolsas de Doutorado e Auxílio Moradia na Modalidade do Novo Programa de Formação Doutoral Docente/CAPES (Novo Prodoutoral)

EDITAL PROPI Nº 007/2014 - Bolsas de Doutorado e Auxílio Moradia na Modalidade do Novo Programa de Formação Doutoral Docente/CAPES (Novo Prodoutoral) EDITAL PROPI Nº 007/2014 - Bolsas de Doutorado e Auxílio Moradia na Modalidade do Novo Programa de Formação Doutoral Docente/CAPES (Novo Prodoutoral) O Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação do Instituto Federal

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 008, DE 6 DE MARÇO DE 2012. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA Art 1º - O Conselho de Desenvolvimento do Território CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC é composto por entidades

Leia mais

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006.

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. Institui a Política Estadual de fomento à Economia Popular Solidária no Estado do Rio Grande do Norte e estabelece outras disposições. O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA

Leia mais

REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA I - CONCEITO, DENOMINAÇÃO, REALIZAÇÃO Art. 1º A 2ª Feira Nacional de Ciências

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CITOLOGIA CLÍNICA Capítulo I Da Natureza e Finalidade Art. 1º. A Liga de Citologia Clínica é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão da da

Leia mais

Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso

Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ Campus Universitário Ministro Reis Velloso Curso de Biomedicina Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso Parnaíba PI 2010 SUMÁRIO I DO CONCEITO...

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU Nº 05/2009

RESOLUÇÃO CONSU Nº 05/2009 RESOLUÇÃO CONSU Nº 05/2009 Cria o Núcleo de Inovação Tecnológica da UESC - NIT O Presidente do Conselho Universitário CONSU - da Universidade Estadual de Santa Cruz UESC, no uso de suas atribuições, em

Leia mais

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO DA REGULAÇÃO

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO DA REGULAÇÃO FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO DA REGULAÇÃO RIO DE JANEIRO 2015 SUMÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

Leia mais

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. Pág. 1 de 7 MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. DO: PODER EXECUTIVO AO: PODER LEGISLATIVO DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE ATENDIMENTO DOS DIREITOS DO IDOSO, CRIA O FUNDO MUNICIPAL

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 05/2014/PROEN

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 05/2014/PROEN INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 05/2014/PROEN Normatiza a criação, atribuições e funcionamento do Colegiado dos Cursos de Graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha. O Pró-Reitor

Leia mais

LEI Nº 540/93 - DE, 19 DE MAIO 1.993. MÁRCIO CASSIANO DA SILVA, Prefeito Municipal de Jaciara, no uso de suas atribuições legais,

LEI Nº 540/93 - DE, 19 DE MAIO 1.993. MÁRCIO CASSIANO DA SILVA, Prefeito Municipal de Jaciara, no uso de suas atribuições legais, LEI Nº 540/93 - DE, 19 DE MAIO 1.993. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. MÁRCIO CASSIANO DA SILVA, Prefeito Municipal de Jaciara, no uso

Leia mais

FÓRUM NACIONAL PERMANENTE DA SOCIEDADE CIVIL PELOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA

FÓRUM NACIONAL PERMANENTE DA SOCIEDADE CIVIL PELOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA FÓRUM NACIONAL PERMANENTE DA SOCIEDADE CIVIL PELOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º O FÓRUM NACIONAL PERMANENTE DA SOCIEDADE CIVIL PELOS DIREITOS

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento da Agência de Inovação da UNICENTRO, NOVATEC. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço saber que o Conselho de Ensino,

Leia mais

FÓRUM DA AGENDA 21 LOCAL DE ITABORAÍ MUNICÍPIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM (1ª Alteração)

FÓRUM DA AGENDA 21 LOCAL DE ITABORAÍ MUNICÍPIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM (1ª Alteração) FÓRUM DA AGENDA 21 LOCAL DE ITABORAÍ MUNICÍPIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM (1ª Alteração) Aprovado em Assembléia Geral Ordinária realizada no dia 11 de Setembro de 2014 às 16:00h,

Leia mais

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1º O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRO-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA INCUBADORA TECNOLÓGICA E DO AGRONEGÓCIO DE MOSSORÓ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRO-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA INCUBADORA TECNOLÓGICA E DO AGRONEGÓCIO DE MOSSORÓ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRO-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA INCUBADORA TECNOLÓGICA E DO AGRONEGÓCIO DE MOSSORÓ CHAMADA Nº. 01/2016 IAGRAM A Incubadora Tecnológica

Leia mais

ANEXO C REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO. Da caracterização

ANEXO C REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO. Da caracterização ANEXO C REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO Regulamento aprovado pela Comissão de Curso em 02 de setembro de 2014 Este anexo regulamenta o Estágio Curricular Obrigatório Supervisionado

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 21.624/2015

PROJETO DE LEI Nº 21.624/2015 PROJETO DE LEI Nº 21.624/2015 Institui o Projeto Estadual de Auxílio Permanência aos estudantes em condições de vulnerabilidade socioeconômica das Universidades Públicas Estaduais da Bahia e dá outras

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FLUXO DO TCC 6o SEM 7o SEM 8o SEM PESQUISA EM INFORMÁTICA Além da ementa da disciplina, o aluno desenvolverá uma proposta de pesquisa, que poderá ou não continuar a ser trabalhada nas disciplinas de TCC1,

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DECRETO Nº 1.153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015. Aprova o Regimento Interno do Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso das atribuições

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO VELHO

PREFEITURA DE PORTO VELHO LEI Nº. 1628, DE 27 DE OUTUBRO DE 2005. Institui a Política Municipal de fomento à Economia Popular e Solidária na Cidade de Porto Velho e estabelece outras disposições. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PORTO

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE MESTRADO EM FISIOTERAPIA NORMAS ESPECÍFICAS

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE MESTRADO EM FISIOTERAPIA NORMAS ESPECÍFICAS FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE MESTRADO EM FISIOTERAPIA NORMAS ESPECÍFICAS Res. Consun nº 005/12, de 28/03/12. CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art. 1º O Curso de Mestrado em Fisioterapia, regido pela

Leia mais

O presente Regimento Interno trata da caracterização, estrutura organizacional,

O presente Regimento Interno trata da caracterização, estrutura organizacional, REGIMENTO DOS NÚCLEOS INSTITUCIONAIS DE PESQUISA E EXTENSÃO (NIPE) DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS (IFSULDEMINAS) O presente Regimento Interno trata da caracterização,

Leia mais

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES.

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES. REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES Seção I Da Natureza e Finalidade das Inspetorias Art. 1º A Inspetoria

Leia mais

PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI)

PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI) PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI) Abril/2013 CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art. 1º. O Comitê de Tecnologia da Informação CTI do Instituto Federal

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO PLANO INSTITUCIONAL DE CAPACITAÇÃO DOS SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO PROPOSTA

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 18/2014/CONEPE Aprova criação do Programa de Pós-Graduação em Administração

Leia mais

FACULDADE CIÊNCIAS DA VIDA

FACULDADE CIÊNCIAS DA VIDA FACULDADE CIÊNCIAS DA VIDA CÂMARA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA FACULDADE CIÊNCIAS DA VIDA REGIME INTERNO SETE LAGOAS 2011 Regimento Interno Da Câmara de Ensino, Pesquisa e Extensão Art. 1 - A Câmara

Leia mais

MINUTA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 Fortalecimento da Ciência: Raça e Etnia

MINUTA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 Fortalecimento da Ciência: Raça e Etnia MINUTA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 Fortalecimento da Ciência: Raça e Etnia TERMOS DA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás FAPEG, em consonância com o Pacto Goiano

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL DAS MICROEMPESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DE PERNAMBUCO

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL DAS MICROEMPESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DE PERNAMBUCO 1/12 REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL DAS MICROEMPESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DE PERNAMBUCO CAPÍTULO I NATUREZA E COMPETÊNCIAS Art. 1º O Fórum Estadual das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Aprovado pela Resolução Consuni nº 26/10, de 08/09/2010. CAPÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º O presente regulamento disciplina

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE TIRADENTES CEUA/UNIT. Regimento Interno

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE TIRADENTES CEUA/UNIT. Regimento Interno COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE TIRADENTES CEUA/UNIT Regimento Interno I DA DEFINIÇÃO, NATUREZA E FINALIDADE: Art. 1º. A comissão de Ética no Uso de Animais da Universidade Tiradentes

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 44/15, de 09/12/2015. CAPÍTULO I AS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais,

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais, SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE Aprova Normas Específicas do Estágio Curricular do

Leia mais

REGIMENTO PARA III CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE ETAPA MUNICIPAL/REGIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGIMENTO PARA III CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE ETAPA MUNICIPAL/REGIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS REGIMENTO PARA III CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE ETAPA MUNICIPAL/REGIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º- A Conferência Municipal/Regional do Esporte com sede no município de São Leopoldo, com a participação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 416, DE 2008 (Origem: PLS 98/2002)

EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 416, DE 2008 (Origem: PLS 98/2002) EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 416, DE 2008 (Origem: PLS 98/2002) (Apensados: PLP 130/1996; PLP 138/1996; PLP 39/1999; PLP 87/1999; PLP 21/1999; PLP 227/2001; PLP 273/2001;

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MCIDADES/MMA Nº 695, de 20/12/2006

PORTARIA INTERMINISTERIAL MCIDADES/MMA Nº 695, de 20/12/2006 PORTARIA INTERMINISTERIAL MCIDADES/MMA Nº 695, de 20/12/2006 Cria o Projeto Mecanismos de Desenvolvimento Limpo aplicado à redução de Emissões de Gases em Unidades de Disposição Final de Resíduos Sólidos

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.139, DE 16 DE JUNHO DE 2011

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.139, DE 16 DE JUNHO DE 2011 Página 1 de 7 LEI COMPLEMENTAR Nº 1.139, DE 16 DE JUNHO DE 2011 Reorganiza a Região Metropolitana da Grande São Paulo, cria o respectivo Conselho de Desenvolvimento e dá providências correlatas O GOVERNADOR

Leia mais

1 - PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL. Foco: produção de arte e de bens simbólicos, promoção de

1 - PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL. Foco: produção de arte e de bens simbólicos, promoção de 1. REGIMENTO INTERNO DA VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA CAPITULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - A VI Conferência Municipal de Cultura de Porto Alegre, terá os seguintes objetivos: I Ser o foro amplo e permanente

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1 - O Programa de Pós Graduação em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde, caracteriza-se

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA DO USO DE ANIMAIS DA MERCOLAB LABORATÓRIOS LTDA

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA DO USO DE ANIMAIS DA MERCOLAB LABORATÓRIOS LTDA 1 REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA DO USO DE ANIMAIS DA MERCOLAB LABORATÓRIOS LTDA Aprova o Regimento Interno do Comitê de Ética no Uso de Animais, da MercoLab Laboratórios Ltda. O conselho de pesquisa

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 05/2007 REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 05/2007 REGULAMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB Credenciada pelo Decreto Estadual nº 7.344 de 27.05.1998 CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 05/2007 REGULAMENTO

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO PORTARIA IAC/DG... REGIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRICULTURA TORPICAL E SUBTROPICAL

ESTADO DE SÃO PAULO PORTARIA IAC/DG... REGIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRICULTURA TORPICAL E SUBTROPICAL ESTADO DE SÃO PAULO PORTARIA IAC/DG... REGIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRICULTURA TORPICAL E SUBTROPICAL O Diretor Técnico de Departamento resolve elaborar e implantar o Regimento do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PROMOÇÃO DE SAÚDE CAPÍTULO I INTRODUÇÃO

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PROMOÇÃO DE SAÚDE CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Texto Aprovado CONSU Resolução CONSU 2015-08 de 25/06/2015 REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PROMOÇÃO DE SAÚDE CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Art. 1º Este regimento estabelece as atribuições, responsabilidades

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE HOMEOPATIA DA CIÊNCIAS MÉDICAS - LHCMA Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE HOMEOPATIA DA CIÊNCIAS MÉDICAS é uma entidade sem fins lucrativos, com duração

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CURSO DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL.

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CURSO DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL. REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CURSO DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL Sumário Capítulo I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA...2 Capítulo II DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

I - Gratificação de Desempenho de Atividade Técnica de Fiscalização Agropecuária (GDATFA),

I - Gratificação de Desempenho de Atividade Técnica de Fiscalização Agropecuária (GDATFA), MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 499, DE 6 DE JUNHO DE 2012 Fixar os critérios e procedimentos específicos da avaliação de desempenho institucional e

Leia mais

RESOLUÇÃO: JOÃO GRANDINO RODAS Reitor. RUBENS BEÇAK Secretário Geral REGIMENTO DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO TÍTULO I

RESOLUÇÃO: JOÃO GRANDINO RODAS Reitor. RUBENS BEÇAK Secretário Geral REGIMENTO DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO TÍTULO I Page 1 of 13 RESOLUÇÃO Nº 6311, DE 6 DE JULHO DE 2012. (D.O.E. - 11.07.2012) Baixa o Regimento da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. O Reitor da Universidade de São Paulo, usando de suas atribuições

Leia mais

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado)

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) Considerando: 1) A importância dos mananciais e nascentes do Município para o equilíbrio e a qualidade ambiental,

Leia mais

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA. Regulamento do Curso

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA. Regulamento do Curso MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA Regulamento do Curso CAPÍTULO I DAS FINALIDADES DO PROGRAMA Artigo 1º - O Programa de Mestrado Profissional em Economia (MPE) tem os seguintes objetivos: I. formar recursos

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA RUI VALDIR OTTO BRIZOLARA, Prefeito Municipal de Morro Redondo, Estado do Rio

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE CAPÍTULO 1 DAS FINALIDADES DE REGIMENTO INTERNO DA CEUA Art. 1 A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da Fundação Universidade Federal de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 014, DE 29 DE ABRIL DE 2015. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

MODELO SUGESTIVO DE REGIMENTO PARA GRANDES EVENTOS NO UNASP NOME DO EVENTO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I - DA DEFINIÇÃO, PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO

MODELO SUGESTIVO DE REGIMENTO PARA GRANDES EVENTOS NO UNASP NOME DO EVENTO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I - DA DEFINIÇÃO, PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO MODELO SUGESTIVO DE REGIMENTO PARA GRANDES EVENTOS NO UNASP NOME DO EVENTO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I - DA DEFINIÇÃO, PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO Art. 1º O NOME DO EVENTO acontecerá na cidade de Local de Período

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA COORDENADORIA DE GRADUAÇÃO REGIMENTO INTERNO 2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA COORDENADORIA

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DECRETO Nº 45.463, de 30 de agosto de 2010 Dispõe sobre a política de aquisição e locação de bens e contratação de serviços da Família Frota de Veículos, cria o Comitê Executivo de Gestão Estratégica de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO NACIONAL. Capítulo I DOS OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO NACIONAL. Capítulo I DOS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO NACIONAL Capítulo I DOS OBJETIVOS Art. 1º. A 2ª Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil 2ª CNPDC tem por objetivo geral promover e fortalecer a participação, o controle social

Leia mais

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. RESOLUÇÃO Nº 036/2012, DE 14 DE SETEMBRO DE 2012 Aprova as normas para concurso público de provimento de cargos de Professor de Nível Médio/Profissionalizante, Administrador Escolar, Supervisor Pedagógico

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE CULTURA CONTEMPORÂNEA UFMT TÍTULO I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE CULTURA CONTEMPORÂNEA UFMT TÍTULO I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE CULTURA CONTEMPORÂNEA UFMT TÍTULO I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea da UFMT,

Leia mais

Decreto Nº 46186 DE 15/03/2013 (Estadual - Minas Gerais)

Decreto Nº 46186 DE 15/03/2013 (Estadual - Minas Gerais) Decreto Nº 46186 DE 15/03/2013 (Estadual - Minas Gerais) Data D.O.: 16/03/2013 Regulamenta a Lei nº 13.965, de 27 de julho de 2001, que cria o Programa Mineiro de Incentivo ao Cultivo, à Extração, ao Consumo,

Leia mais

2º SEMINÁRIO ANUAL DE SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL 2º SAS/VIVER IFRS REGULAMENTO GERAL

2º SEMINÁRIO ANUAL DE SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL 2º SAS/VIVER IFRS REGULAMENTO GERAL 2º SEMINÁRIO ANUAL DE SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL 2º SAS/VIVER IFRS REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º - Este REGULAMENTO tem

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS Art. 1º - O Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional, vinculado ao Instituto

Leia mais

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Meio Ambiente, dá outras providências sobre o Fundo Municipal de Meio Ambiente, revoga e altera disposições indicadas

Leia mais