AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: A REINVENÇÃO DA SALA DE AULA?

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1 AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: A REINVENÇÃO DA SALA DE AULA? Prof. Dr. Alzino Furtado de Mendonça 1 Profa. MSc. Gilda Aquino de Araújo Mendonça 2 O homem transita culturalmente mediado pelas tecnologias que lhe são contemporâneas. Elas transformam suas maneiras de pensar, sentir, agir. Mudam também suas formas de se comunicar e de adquirir conhecimentos. Vani Kenski À medida que os meios evoluem, eles se movem de um estado de maior artificialidade para um de maior naturalidade, ou seja, um estado que mais se aproxima da experiência não-mediada. Paul Levinson Introdução O uso de tecnologias de comunicação e informação está alterando as formas de ensinar e de aprender. Com o advento das tecnologias digitais, novos componentes vieram se somar aos recursos tradicionalmente utilizados no processo de ensino-aprendizagem. A importância do uso destes ambientes cresce na medida em que outras formas de ensino conquistam seu espaço na sociedade contemporânea, altamente tecnologizada 3. Neste artigo procuramos refletir sobre o uso de ambientes de ensino-aprendizagem que têm como suporte as tecnologias de informação e comunicação. O artigo se propõe a apresentar estes ambientes, seus recursos e funcionalidades, refletindo sobre as implicações de seu uso em processos formativos. Embora existam vários meios utilizados na educação a distância, como material impresso via correio, rádio e TV, o enfoque deste artigo é a educação a distância que faz uso intensivo do computador conectado à Internet. 1 Doutor em Educação pela UFG e Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG). 2 Mestre em Engenharia da Produção pela UFSC e Professora do IFG. 3 Castells (1999), na sua obra A era da informação: economia, sociedade e cultura, especialmente no volume 1, A Sociedade em rede, sustenta a tese de que o modo de desenvolvimento informacional, constituído pelo surgimento de um novo paradigma tecnológico que se organiza em torno da tecnologia da informação (p. 49), produz uma nova estrutura social, em cuja dinâmica os principais processos de geração de conhecimentos, produtividade econômica, poder político/militar e a comunicação via mídia já estão profundamente transformados pelo paradigma informacional e conectados às redes globais de riqueza, poder e símbolos que funcionam sob essa lógica (p. 38).

2 2 1 Novos ambientes para aprendizagem A Educação a Distância (EAD) está crescendo, ganhando a aceitação de um público cada vez mais numeroso e diversificado e se firmando como uma forma efetiva de democratização da oferta de educação para toda a sociedade, como mostram os dados do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (SANCHEZ, 2008). De acordo, ainda, com os dados do Relatório Analítico da Aprendizagem a Distância no Brasil (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, 2010), a EAD se expande e mobiliza o segmento educacional e corporativo criando um cenário inédito no sistema educacional brasileiro. Em comparação com o restante do mundo, no Brasil, a Educação a Distância é relativamente recente. Os correios, o rádio e a TV foram e ainda continuam sendo utilizados em alguns casos, como forma de promover a comunicação. Atualmente, no entanto, são cada vez mais raros os programas de EAD baseados em um único formato de material didático ou que não façam uso intensivo de meios telemáticos para promover a comunicação e interação entre os participantes. De acordo com Moraes (2002, p.28), [...] são inúmeras as escolas, universidades e centros de formação que oferecem cursos a distância e que usam os recursos tecnológicos para entregar a informação ao aluno, com a abordagem broadcast ou a virtualização da sala de aula tradicional. Por outro lado, as redes telemáticas oferecem ótimos recursos para o estar junto do aprendiz, criando com isso, uma abordagem de EAD que enfatiza as interações e o trabalho colaborativo entre os participantes. Os recursos tecnológicos atualmente disponíveis diminuem as dificuldades criadas pela distância física entre alunos e professores. A tecnologia da informática permite criar um ambiente virtual em que alunos e professores sintam-se próximos, contribuindo para o aprendizado colaborativo. Além disso, possibilitam o armazenamento, distribuição e acesso às informações independentemente do local onde estejam situados professor e alunos. De acordo com Azevedo (2005), até pouco tempo, a EAD utilizava apenas tecnologias que proporcionavam a comunicação de um-para-muitos (dispersão) ou um-para-um (comunicação individual). Com o desenvolvimento dos meios tecnológicos foi possível incrementar pedagogicamente o processo comunicativo de muitos-para-muitos (discussão em grupo). Esta nova forma de interação, possível graças aos recursos proporcionados pelas tecnologias mais recentes, permite estabelecer características próprias da EAD via internet que a diferenciam de outras formas de EAD.

3 3 Segundo Moran (2003, p. 43), a internet é a mídia mais promissora pela variedade de possibilidades, que combinam custos, flexibilidade e possibilidade de interação. A internet contribui muito para a EAD, ao oferecer novas formas de interação e ao possibilitar a mudança nas metodologias educacionais. [...] a maior contribuição que a internet pode proporcionar ao processo educacional diz respeito à mudança de paradigma, impulsionada pelo grande poder de interação que ela propicia. Os meios com os quais interagimos hoje são de outra natureza, de modo que as metodologias anteriormente adotadas no ensino a distância já não servem, pois não dão conta de explorar ao máximo o potencial que esse novo meio oferece. Assim, novas metodologias precisam surgir, levando em consideração a potencialização do processo de interação (SCHLEMMER, 2005, p. 30). Moran (2002) confirma a idéia de que a interação e a comunicação são essenciais na EAD, ao afirmar que as tecnologias interativas, sobretudo, vêm evidenciando, na educação a distância, o que deveria ser o cerne de qualquer processo de educação: a interação e a interlocução entre todos os que estão envolvidos nesse processo. De acordo com Souza (2006), os avanços tecnológicos oferecem aos usuários de mídias em geral várias ferramentas de comunicação disponibilizadas na internet. Em alguns sistemas hospedados nesta rede, encontram-se plataformas computacionais reunidas e organizadas em um único espaço virtual, visando oferecer ambiente interativo e adequado à transmissão da informação, desenvolvimento e compartilhamento do conhecimento. Na EAD, as ferramentas de informação e comunicação são adotadas com o objetivo de facilitar o processo de ensino-aprendizagem e estimular a colaboração e interação entre os participantes. A EAD consiste, então, em um processo que enfatiza a construção e a socialização do conhecimento, assim como a operacionalização dos princípios e fins da educação, de modo que qualquer pessoa, independentemente do tempo e do espaço, possa tornar-se agente de sua aprendizagem, devido ao uso de materiais diferenciados e meios de comunicação que permitam a interatividade (síncrona ou assíncrona) e o trabalho colaborativo / cooperativo (SCHLEMMER, 2005, p. 31). A interação entre os participantes acontece pelo uso de meios de comunicação síncrona, como o bate-papo, em que a comunicação se estabelece em tempo real, isto é, ao mesmo tempo. A interação pode, também, se dar por meio do uso de meios de comunicação assíncrona, como nos fóruns de discussão, em que o diálogo não se dá em tempo real, mas em tempos diferenciados para cada participante, não sendo necessário que os envolvidos estejam on-line. A internet está sendo largamente utilizada em processos formativos pelos diversos recursos de comunicação e interação que oferece, além de possibilitar a criação de ambientes virtuais de aprendizagem. Por meio destes ambientes virtuais é possível disponibilizar um

4 4 conjunto de ferramentas de comunicação e cooperação entre os participantes, apoiando o processo de conhecimento coletivo, e ferramentas administrativas que apóiam o processo de gestão e acompanhamento do curso. Na educação a distância, os meios tecnológicos devem ser utilizados como apoio para o aprendizado e, ao possibilitar a troca de informações e a interação entre os participantes, assumem um papel fundamental de mediadores do conhecimento. O Brasil, no início do século XX, utilizava o correio como forma de educação a distância. Com o passar do tempo e a evolução das tecnologias disponíveis, foram utilizados, também, o rádio, a TV, o computador, as redes locais de computadores, as mídias de armazenamento (vídeo em VHS, disquete, CD-ROM) e, mais recentemente, a internet. Com o surgimento e popularização da internet, a EAD ganhou um novo impulso. As perspectivas de ampliação e crescimento do setor aumentaram significativamente, ao mesmo tempo em que cresceu o número de pessoas com acesso às facilidades proporcionadas por esta tecnologia. Do ponto de vista educacional, a comunidade dos educadores foi desafiada a encontrar novas e criativas formas de aproveitamento da internet em processos formativos. Um dos resultados desta busca pela incorporação de novas tecnologias computacionais à prática docente e à atividade discente foi a criação dos Sistemas de Gestão de Aprendizagem (Learning Management Systems - LMS), também conhecidos, entre nós, como Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA). A maneira, no entanto, como algumas plataformas de ensino foram concebidas, estruturadas, desenvolvidas e utilizadas não resiste às críticas dos educadores por privilegiarem os aspectos tecnológicos em detrimento dos pedagógicos. Azevedo (2003, p. 82) sintetiza a crítica aos LMS, dizendo que, apesar de alguma sofisticação no que diz respeito à gestão ou à distribuição de conteúdo, observa-se um quase desleixo no tocante a recursos para interação coletiva e colaboração. Os AVA são frequentemente adotados como novos meios de apoio ao aprendizado a distância. Justamente por causa das limitações que, eventualmente, apresentam, é cada vez mais importante desenvolver o conhecimento destes ambientes, a partir de critérios que levem em conta múltiplas perspectivas (tecnológica, comunicacional, social, pedagógica e de gestão), bem como sua aplicação por equipes interdisciplinares (formadas por usuários, educadores, pedagogos, técnicos e gestores), como têm demonstrado pesquisadores da área educacional (SCHLEMMER; SACCOL;GARRIDO, 2007).

5 5 Considerando-se a distância física e temporal própria da EAD, podemos afirmar que o aprendizado é constituído pela mediação de alguma tecnologia, responsável por permitir a comunicação e a interação entre os participantes. A tecnologia é importante, pois é o meio que promove a comunicação entre alunos e professores, já que eles não se encontram juntos em uma sala como acontece na educação presencial. Com o advento da internet e a criação das plataformas de ensino, os AVA permitem reunir em um só meio de comunicação as vantagens dos diferentes modos de troca de informações, reduzindo custos e ampliando as possibilidades de aprendizado. A maior parte dos cursos oferecidos a distância, no entanto, apesar de utilizarem tecnologias avançadas e modernas, continuam se orientando por práticas pedagógicas questionáveis, enfocando os aspectos informativos e instrutivos, quando deveriam enfatizar de acordo com as práticas sócio-interacionistas os aspectos construtivos e criativos relacionados ao processo de aprendizagem e às questões que envolvem o desenvolvimento do conhecimento. 2 Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) Plataformas de ensino são softwares educacionais, acessados via internet, destinados a apoiar as atividades de educação a distância. Estas plataformas oferecem um conjunto de recursos de informação e comunicação, que permitem, com relativa facilidade, a configuração de ambientes virtuais de aprendizagem a serem utilizados no desenvolvimento de atividades formativas no tempo, espaço e ritmo de cada participante. As plataformas de ensino, geralmente, são desenvolvidas por empresas privadas ou instituições acadêmicas, podendo ser classificadas como softwares proprietários ou de uso livre e gratuito. Oferecem aos gestores de cursos a distância um leque de funcionalidades para facilitar o compartilhamento de materiais de estudo, manter discussões, coletar e revisar tarefas, registrar notas e promover a interação. Contribuem, assim, para o melhor aproveitamento da aprendizagem na EAD, pois oferecem diversos recursos para o desenvolvimento de um curso e para a interação entre professores e alunos. No entanto, o ambiente virtual de aprendizagem, propriamente dito, não é o único nem o fator decisivo para o sucesso de um curso a distância. Muitos outros fatores, relacionados aos aspectos didático, pedagógico, tecnológico, de planejamento e de gestão, relacionados à visão de mundo e à concepção do que seja ensinar e aprender e de como este processo se dá

6 6 de maneira mais efetiva, estão em jogo e precisam ser cuidadosamente dimensionados na configuração de um ambiente virtual de aprendizagem. De acordo com Santos (2003), Um ambiente virtual é um espaço fecundo de significação onde seres humanos e objetos técnicos interagem, potencializando assim a construção de conhecimentos, logo a aprendizagem. Entendemos por aprendizagem todo processo sociotécnico em que os sujeitos interagem na e pela cultura, sendo esta um campo de luta, poder, diferença e significação, espaço para construção de saberes e conhecimento. As tecnologias digitais podem potencializar e estruturar novas sociabilidades e conseqüentemente novas aprendizagens (SANTOS, 2003, p. 223). Os AVA oferecem recursos para que os participantes possam se comunicar e trocar conhecimentos, contribuindo para a aprendizagem por meio de esforços colaborativos ou cooperativos. A interação que se estabelece nos AVA propicia o desenvolvimento dos participantes, ao serem afetados pelas articulações que se estabelecem nas experiências sociais. O ambiente se modifica na medida em que as experiências sociais se desenvolvem e os significados são construídos coletiva e individualmente. A experiência significativa cresce com as interações dos indivíduos no ambiente e com o sistema de interrelações, tornando o diálogo, resultante da interação, o centro organizador da atividade. A possibilidade de diálogos a distância entre indivíduos geograficamente dispersos favorece a criação coletiva, fazendo com que o ciberespaço seja muito mais que um meio de informação - TV, rádio etc. A comunicação assíncrona proporciona não só a criação de temas de discussões entre estudantes e professores, mas, sobretudo, a troca de sentidos construídos por cada singularidade. Cada sujeito na sua diferença pode expressar e produzir saberes, desenvolver suas competências comunicativas, contribuindo para e construindo a comunicação e o conhecimento coletivamente (SANTOS, p. 227). Os AVA podem, também, ser utilizados em cursos presenciais, possibilitando aumentar as interações para além da sala de aula; em atividades semipresenciais e nas atividades a distância, oferecendo suporte para a comunicação e troca de informações e interação entre os participantes. Conforme Moraes (2002, p. 203) em qualquer situação de aprendizagem, a interação entre os participantes é de extrema importância. É por meio das interações que se torna possível a troca de experiências, o estabelecimento de parcerias e a cooperação. O uso de um AVA oferece as seguintes vantagens: - interatividade entre o aluno e o computador em rede; - possibilidade de se dar atenção individual ao aluno; - possibilidade do aluno controlar seu próprio ritmo de aprendizagem, assim como a sequência e o tempo;

7 7 - apresentação dos materiais de estudo de modo criativo, atrativo e integrado, estimulando e motivando a aprendizagem; - possibilidade de enriquecer a avaliação do aluno. 3 AVA: concepções, estrutura e funcionalidades De um modo geral, podemos dizer que existem duas abordagens pedagógicas na educação a distância: a auto-instrucional e a colaborativa. A primeira, apoiada na concepção teórica empirista, fundamenta-se na idéia de que a transmissão de informação é a base da educação. Neste caso, o aluno aprende aquilo que lhe é ensinado a partir de um foco de transmissão, entrando em contato com o professor para retirar eventuais dúvidas. Alguns recursos tecnológicos, baseados em instrução programada, foram largamente empregados nesta perspectiva e ficaram conhecidos como Computer Based Training (CBT), Web Basic Training (WBT), Web Basic Instructions (WBI). Nesta abordagem o computador é visto como uma máquina de ensinar. A tecnologia é utilizada como um meio ou ferramenta para distribuição do conteúdo, com baixo ou nenhum nível de interação. A informação é apresentada em sequências lineares e curtas, ao final das quais a aprendizagem do aluno é testada e é apresentado feedback imediato às respostas dadas, permitindo ou não o prosseguimento no estudo do conteúdo. Os AVA construídos para propostas pedagógicas que se baseiam no modelo auto-instrucional devem oferecer segundo Azevedo (2005, p. 35) bons recursos que permitam a disponibilização de material em formatos diversos (texto, imagem, áudio e vídeo) e a comunicação um a um entre aluno e professor ou aluno e tutor. Já a abordagem colaborativa, apoiada na concepção teórica interacionista, segue o princípio de que a interação e o diálogo entre alunos e professores é essencial para o processo educativo, ou seja, o aprendizado ocorre por meio da construção coletiva e a partir do questionamento, problematização, discussão, apresentação de dúvidas e troca de informações. Nesta perspectiva, o computador é visto como uma ferramenta de desenvolvimento cognitivo e os recursos tecnológicos estão reunidos em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) que, além de servirem para a realização de cursos, se propõem, não raro, a formar comunidades virtuais de aprendizagem, espaços nos quais os sujeitos podem interagir e construir conhecimento (SCHLEMMER, p. 34). Para os AVA de abordagem colaborativa é fundamental, conforme afirma Azevedo (2005, p. 35), "dispor de recursos de comunicação de muitos-para-muitos que permitam e facilitem a interação entre pessoas, sendo os demais apenas complementares.

8 8 Ao utilizarmos um AVA, o primeiro e mais importante item a ser analisado é o critério didático-pedagógico do software, pois ele é desenvolvido com base em uma proposta pedagógica. Verificamos que existem, fundamentalmente, duas abordagens nos AVA: a autoinstrucional e a colaborativa. Estas duas vertentes apresentam posições fundamentalmente distintas sobre a maneira como o conhecimento é adquirido, ou seja, como a aprendizagem ocorre, disponibilizando, em cada caso, um conjunto diferenciado de ferramentas para apoiar o processo formativo. No desenvolvimento de um AVA é preciso, pois, estabelecer o conjunto das ferramentas que serão utilizadas, tendo em vista os objetivos que se pretende alcançar. Esta idéia é confirmada por Almeida (2003), ao afirmar que Para os desenvolvedores de software educacional o maior desafio está em criar ambientes flexíveis para permitir ao usuário fazer suas descobertas e representações, deixando espaço suficiente para que ele se sinta livre sem ficar perdido ou confuso a ponto de abandonar as explorações e interações. O questionamento é quanto de informação o ambiente deve fornecer e em que medida pode deixar as construções por conta do usuário (ALMEIDA, 2003, p. 207). Os AVA agregam várias tecnologias encontradas na web para prover a comunicação, disponibilização de materiais e administração do curso. O conjunto de funcionalidades que cada ambiente possui é estabelecido pelos requisitos definidos em cada plataforma, podendo ser organizadas, conforme Gonzales (2005), em quatro grupos: ferramentas de Coordenação e Administração, ferramentas de Cooperação ou de Produção dos Alunos e de Comunicação. As ferramentas de coordenação e administração estão mais relacionadas com as atividades de planejamento e gestão do curso e com os recursos técnicos de informática, como, entre outros, a possibilidade de transferência de arquivos por meio de serviços de FTP (Files Ttransfer Protocol ), de edição coletiva de textos, de acesso a bibliotecas digitais, de utilização de fóruns de discussão. Já as ferramentas de cooperação ou produção dos alunos e de comunicação estão voltadas para o incremento dos processos comunicacionais entre os participantes de um curso, o que ocorre, em geral, por meio de recursos como, entre outros, correio eletrônico, listas de discussões, newsgroups, chats, wikis, editor de texto coletivo e teleconferência. Existem várias plataformas computacionais que permitem a criação de ambientes virtuais de aprendizagem, permitindo a realização de um conjunto de atividades pedagógicas e de acompanhamento de alunos, destacando-se, entre elas, o Moodle, o Blackboard, o LearningSpace e o WebCT como os mais conhecidos e utilizados pela comunidade

9 9 educacional mundial. O TelEduc, o AulaNet, o e-proinfo e o ROODA são algumas das plataformas desenvolvidas por instituições brasileiras. 5 Moodle:um software livre para criação de AVA Com o avanço da EAD, várias plataformas foram desenvolvidas, cada um com características próprias, mas com a mesma finalidade: apoiar o processo de ensinoaprendizagem realizado a distância. Plataformas, como o Moodle, facilitam a criação de ambientes virtuais de aprendizagem pelo professor que deseja realizar processos formativos com apoio da internet. A palavra Moodle é um anagrama para Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Em inglês, Moodle é um verbo que descreve a ação que conduz a pessoa ao processo de criação ao realizar com gosto o que se propõe a fazer. Assim, o nome Moodle se refere tanto à forma como vem sendo desenvolvido, como à maneira com que os usuários de um curso online se envolvem. O Moodle é uma plataforma que reúne recursos para a criação de ambientes virtuais de aprendizagem. Foi desenvolvido, em 1999, pelo australiano Martin Dougiamas, formado em Ciências da Computação com Mestrado e Doutorado em Educação focalizados na área de conhecimento sobre a natureza da aprendizagem e colaboração. Desta forma o desenvolvimento desta plataforma teve a influência da aprendizagem que acontece ao construir artefatos para serem visualizados e utilizados por outros. Conforme a vontade de Martin Dougiamas de dar continuidade ao seu projeto e mantê-lo aberto e gratuito, o Moodle é um software livre, que pode ser utilizado e modificado por qualquer pessoa. A versão 1.0 foi lançada em 2002, e desde então está sendo atualizada, com disponibilização de novas versões acrescentando novos recursos e melhor desempenho. Por ser um ambiente gratuito, vem sendo utilizado por várias instituições no mundo e possui uma grande quantidade de pessoas contribuindo para a correção dos erros e desenvolvimento de novas ferramentas assim como a discussão sobre metodologias pedagógicas de usabilidade. A título de conclusão Desde a publicação da Didática Magna, de Comenius, em meados do século XVII, a escola passou a ser o locus por excelência da organização da transmissão dos saberes e a sala

10 10 de aula ganhou contornos bem definidos: um espaço fisicamente delimitado por quatro paredes, assentos dispostos em fila, uma escrivaninha à frente, um quadro para anotações e um professor expositor da matéria a ser ensinada. Ao longo dos três últimos séculos, mudanças introduzidas na prática escolar por diferentes teorias pedagógicas não chegaram a alterar significativamente a primeira imagem que fazemos de uma sala de aula. No alvorecer do século XXI, seriam as emergentes tecnologias de informação e comunicação portadoras de mudanças capazes de tornar possível a reinvenção da sala de aula? Cum a evolução tecnológica e, principalmente, com o advento da internet, novas formas de comunicação, de troca de informações e oferta de serviços vêm sendo criadas ou recriadas, inventadas ou reinventadas. Aqueles que possuem acesso à Internet, por exemplo, preferem escrever um a enviar uma carta, ou então, realizar uma busca em sites a ir até uma biblioteca. Aos poucos, a internet está modificando alguns hábitos das pessoas e criando uma nova cultura. A escola, a sala de aula, as práticas pedagógicas, enfim, não escapam da nova lógica comunicacional. Por ser um software educacional, os AVA são desenvolvidos a partir de determinadas concepções pedagógicas, podendo, assim, apoiar diferentes metodologias de ensinoaprendizagem. Desta forma, ao optar por um ambiente virtual de aprendizagem é preciso verificar se oferece as funcionalidades necessárias para o desenvolvimento das práticas pedagógicas nas quais o curso se fundamenta. Os recursos presentes em um AVA só têm sentido sentido se favorecerem os processos envolvidos no desenvolvimento de um curso a distância, especialmente, a troca de informação e comunicação, uma vez que é da natureza da EAD a distância física entre professores e alunos. O sucesso de um curso a distância, porém, não depende somente do ambiente virtual de aprendizagem adotado. É preciso que os participantes de cursos a distância, professores, tutores e alunos, utilizem adequadamente o ambiente. É preciso que os recursos tecnológicos tenham sido previamente selecionados com base em critérios pedagógicos, uma vez que são meios e não fim em si mesmos. Recursos humanos e tecnológicos exercem nos ambientes virtuais a função de mediação e precisam ser devidamente levados em conta. Caso contrário, estaríamos utilizando a tecnologia disponível apenas para avivar as cores já desbotadas daquela imagem de sala de aula congelada no tempo que quase sempre nos vem à lembrança. Se não houverem mudanças significativas, o sucesso de um curso a distância pode estar comprometido, independentemente das tecnologias e recursos disponibilizados em um AVA.

11 11 Referências ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação, ambientes virtuais e interatividade. In: SILVA, Marco (Org). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Edições Loyola, p ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Censo EAD.br: relatório analítico da aprendizagem a distância no Brasil. São Paulo: Pearson Education do Brasil, AZEVEDO, Wilson. Muito além do jardim de infância: o desafio do preparo de alunos e professores on-line. Rio de Janeiro: Armazém Digital, Pioneiros da educação on-line: e-book do Curso Pioneiros da educação online. Rio de Janeiro. Aquifolium Educacional, GONZALES, Mathias. Fundamentos da tutoria em educação a distância. São Paulo: Avercamp, MORAES, Maria Cândida (Org). Educação a distância: fundamentos e práticas. Campinas, SP: Unicamp / Nied, MORAN, José Manuel. Contribuições para uma pedagogia online. In: SILVA, Marco (Org). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Edições Loyola, p O que é educação a distância Disponível em: < Acesso em 27/02/2010. SANCHEZ, Fábio (Coord.). Anuário brasileiro estatístico de educação aberta e a distância. 4. ed.são Paulo: Instituto Monitor, SANTOS, Edméa Oliveira dos. Articulação de saberes na EAD online: por uma rede interdisciplinar e interativa de conhecimentos em ambientes virtuais de aprendizagem. In: SILVA, Marco (Org). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Edições Loyola, p SCHLEMMER, Eliane. Metodologias para educação a distância no contexto da formação de comunidades virtuais de aprendizagem. In: BARBOSA, Rommel Melgaço (Org). Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed Editora, p SCHLEMMER, Eliane; SACCOL, Amarolinda Zanela; GARRIDO, Susane. Um modelo sistêmico de avaliação de softwares para educação a distância como apoio à gestão de ead. Revista de Gestão USP, São Paulo, v. 14, n. 1, p , janeiro/março SOUZA, Maria Carolina Santos de. Produção do conhecimento em EAD: um elo entre professor-curso-aluno. In: ENCONTRO NACIONAL DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO V, Salvador, Bahia Disponível em: < Acesso em

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