UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PROGRAMA ESCOLA DE GESTORES

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PROGRAMA ESCOLA DE GESTORES Como preservar o meio ambiente físico e social no município de Formoso do Araguaia. 1 Maria do Espírito Santo Milhomem 2 Resumo: A escola é fundamental no processo de formação do cidadão, e não pode estar distante das questões que ocorrem em seu exterior, dentre elas a conservação e preservação do meio ambiente. Sendo assim, a finalidade deste trabalho é apresentar os resultados da pesquisa que promoveu estratégias capazes de levar os alunos e comunidade externa a assumir suas responsabilidades e necessidades de ação imediata para solução de problemas ambientais. A partir da problemática de como preservar o meio ambiente físico e social no município de Formoso do Araguaia, propôs-se um trabalho escolar para além dos muros da escola, por meio de uma visão ampla da real situação do município, bem como dos problemas enfrentados em relação ao meio ambiente como: lixo jogado nos lotes baldios, poluição, desmatamento, queimadas de lixo nos quintais, a caça e a pesca predatória. Mediante essa problemática, foram realizadas reuniões com a equipe escolar, alunos e representantes da comunidade externa, para apresentação da proposta de intervenção ligada ao tema e ao problema e, concomitantemente, deuse início à uma discussão que serviu para coletar dados. Além disso, usou-se também questionários com questões abertas e fechadas para os professores, alunos por amostragem e representantes da comunidade local. Os resultados dos dados coletados demonstraram que a educação ambiental surge como possibilidade e/ou alternativa de solução ou minimização dessa problemática, porque visa à formação de valores, e mudança de atitudes do ser humano na relação dele com o meio. Palavras chave: Preservação do Meio Ambiente Conscientização Mudança de Comportamento 1. INTRODUÇÃO A pesquisa ação, que ora apresenta-se os resultados, versou sobre a preservação do meio ambiente físico e social no município de Formoso do Araguaia e encontra-se em desenvolvimento na Escola Estadual Gercina Borges Teixeira, visando mudanças de atitudes frente à questão ambiental deste município. O 1 Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito avaliativo do curso de Pós graduação Lato Sensu em Coordenação Pedagógica pela Escola de Gestores Universidade Federal do Tocantins, sob a orientação da professora mestre Lina Maria Gonçalves. 2 Graduada em Normal Superior. Coordenadora Pedagógica.

2 objetivo geral tem sido investigar formas de trabalho que a escola, junto à coordenação pedagógica, poderia trabalhar com os alunos e a comunidade para que ocorra mudanças da sociedade nas relações com o meio ambiente. As questões referentes ao ambiente têm se tornado uma preocupação crescente, devido aos desastres ambientais e a diminuição da qualidade de vida, com isso surge a preocupação da escola desenvolver e trabalhar o projeto ambiental junto à comunidade interna e externa deste município. Já estão sendo desenvolvidas ações de relevância, por meio de palestras, caminhada ecológica e atividades realizadas em sala de aulas, nas quais se enfatiza a necessidade de um trabalho conjunto de toda a comunidade. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais(1197) do Ministério da Educação e Cultura a principal função de trabalhar o tema meio ambiente é contribuir para a formação de cidadãos conscientes e aptos a decidirem e atuarem na realidade sócio-ambiental de forma comprometida com a vida, tanto em nível local como global. Nesse sentido, o presente artigo, que apresenta e discute os resultados alcançados, bem como as dificuldades enfrentadas na condução do processo da pesquisa, encontra-se organizado, seguindo as respectivas etapas: introdução, revisão bibliográfica, na qual apresenta as principais teorias sobre educação ambiental, as estratégias para se trabalhar a preservação e conservação do ambiente natural e social; descrição da metodologia empregada; descrição e discussão dos resultados alcançados na pesquisa, ação com o corpo docente e na intervenção desenvolvida; e, por fim, as considerações finais da coordenação pedagógica. 2. EDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL O estímulo da conscientização ambiental através da educação tem permitido que os alunos tornem-se mais conscientes e preocupados com seus atos em relação ao meio ambiente. A comunidade, portanto, deve ser considerada como parte essencial desse processo, na qual sua realidade somente deve ser transformada quando ocorrer sua participação (SILVA; LEITE, 2000).

3 Silva destaca uma questão muito importante para os educadores: a participação. Essa visão também pode ser expressa assim: Educação Ambiental deve ser entendida como educação política, no sentido de que ela reivindica, e prepara os cidadãos para exigir justiça social, cidadania nacional e planetária, auto-gestão e ética nas relações sociais e com a natureza (REIGOTA, 2066, p 10) A análise da citação de Reigota explicita o fato de que a educação ambiental, assim como a formação para a cidadania, defendida nos discursos oficiais é, antes de tudo, uma questão de educação política, ou seja, se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução de problemas ambientais. Os relacionamentos da humanidade com a natureza que tiveram início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, hoje têm forte pressão sobre esses recursos naturais. Atualmente, são comuns a contaminação dos cursos de água, a poluição atmosférica, a devastação das florestas, a caça indiscriminada e outras agressões ambientais. Dentro deste contexto, é clara e urgente a necessidade de mudança no comportamento do homem em relação à natureza, impreterivelmente, no sentido de se praticar um modelo de desenvolvimento sustentável dos recursos do planeta. E com isso, preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo, atender às necessidades das gerações atuais. Nas últimas décadas a degradação ambiental e as mudanças climáticas têm despertado a inquietação de boa parte da população mundial. E isso tem aumentado a cada dia, e por isso é notável a necessidade se priorizar a conscientização da sociedade. Além disso, o futuro da humanidade depende da boa relação e uso consciente dos recursos naturais disponíveis. Diante dessa situação surge, pois a educação ambiental para questionar conceitos, trabalhar a formação de valores e despertar o respeito pela natureza. É necessário mais do que informações e conceitos, por isso, a escola propôs trabalhar com atitudes, formação de valores, com o ensino e aprendizagem de habilidades. Certamente, tais comportamentos assimilados e interiorizados em cada pessoa

4 espera-se que também serão utilizados na prática do dia a dia dentro e fora da escola. É essencial que os alunos conheçam os principais problemas ambientais de nosso município, principalmente o lixo que geralmente é depositado em lotes baldios, a coleta de lixo que é ainda muito precária, o que causa transtornos à comunidade, e ainda, a queimada no período de seca que também é vista como grande prejuízo, e por último a pesca predatória que ocorre com frequência prejudicando o equilíbrio do meio ambiente. Portanto, é fundamental a promoção e a criação de uma postura critica dos envolvidos no projeto em relação à situação ambiental desastrosa observada em nosso município. As pessoas cuidam do meio ambiente por duas razoes apenas: por amor ou por temor. Vale dizer, algumas pessoas conservam a natureza por que gostam, por que acham bonito, independente para ela servir para alguma coisa. Elas cuidam por razões puramente afetivas. Outras conservam por que já ouviram falar no desequilíbrio ecológico, porque tem medo de cortar as matas assorear os rios, acabar com oxigênio, a poluição da doença etc. Assim basicamente nós temos um fator afetivo e um fator cognitivo, este depende do conhecimento. A preocupação maior de um educador ambientalista deve ser o de desenvolver no aluno esses dois fatores. (OLIVEIRA,1990,p 18 ) Fica evidente,nesse contexto, a importância de se educar os futuros cidadãos formosenses para que, como empreendedores, venham agir de modo responsável e sensível, mantendo o ambiente saudável tanto no presente como no futuro. È indispensável também que os representantes do governo e da sociedade civil, sejam motivados a cumprir suas obrigações, exigir e respeitar os direitos próprios e os de toda a comunidade e ainda tenham oportunidades de formação para ampliar a qualidade de suas relações intra e interpessoais com o ambiente tanto físico como social. Com a falta de conscientização do homem, muitos vegetais e animais desapareceram e outras estão sendo ameaçadas. As causas da extinção dessas espécies tem sido as mais diversas e, sobretudo a ação inconsequente do homem moderno. No entanto faz-se necessário promover mudanças de atitudes das pessoas diante de plantas, animais, da água e todos os outros elementos naturais, uma vez que o equilíbrio do planeta e a melhoria da qualidade de vida dependem desses recursos naturais. Portanto, quanto mais cedo o tema for abordado, maiores serão as chances de se despertar a consciência pela preservação e conservação deles.

5 3. PROCESSO DE PESQUISA AÇÃO E METODOLOGIA O procedimento metodológico adotado foi o da pesquisa-ação, que pode ser definida como um tipo de pesquisa social e de base empírica concebida e realizada em estreita associação com a ação ou com a resolução de um problema coletivo. Nela os pesquisadores e os participantes representativos da situação e/ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. A escola campo foi a Escola Estadual Gercina Borges Teixeira sendo arrolados como sujeitos envolvidos na pesquisa, 20 professores do 1º ao 9º ano, EJA/III segmento, e uma amostragem de 52 alunos e representantes da comunidade local. O tema, o problema e a proposta de intervenção foram apresentados e debatidos pela equipe escolar, corpo docente e discente. Em outra oportunidade, reuniu-se com a comunidade externa e novamente comentários foram discorridos sobre os aspectos em questionamentos. Os questionários foram elaborados e utilizados como instrumentos para coleta de dados com os professores, alunos, representantes da comunidade local, contendo questões abertas e fechadas. A análise dos dados coletados, nos questionários, teve abordagem qualitativa, realizada a partir de duas categorias: 1) dificuldades encontradas pelos professores; 2) possibilidades de intervenção, apresentadas como sugestões pelos investigados. Nas reuniões realizadas com os representantes de cada segmento foram socializadas as informações de interesse de todos e a troca de experiências. As intervenções planejadas foram realizadas com a participação ativa da comunidade escolar interna e externa. 4. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Inicialmente serão analisadas as respostas dos alunos em confronto com as respostas dos representantes da comunidade local. Em seguida será dada a oportunidade aos professores para a discussão sobre o papel da escola no ensino e aprendizagem da Educação Ambiental das respectivas disciplinas curriculares.

6 4.1. VISÃO DOS ALUNOS E DA COMUNIDADE LOCAL Ao serem questionados sobre os locais onde jogam o lixo, 82,6% dos alunos responderam que jogam nos locais adequados, ou seja, nas lixeiras ou em sacos plásticos, enquanto 9,6 % disseram que não usam os locais adequados, justificando essa atitude pela ausência de lixeiras. Sobre essa mesma questão 96,6% da comunidade falaram que jogam o lixo nas lixeiras e em sacos plásticos e 3,3% responderam que por falta de lixeiras disponíveis jogam lixo em locais inadequados, como mostram os gráficos 1 e 2, a seguir: 9,6% Gráfico 1 LOCAIS QUE OS ALUNOS JOGAM O LIXO Locais adequados Locais inadequados 3,3% Gráfico 2 LOCAIS QUE A COMUNIDADE JOGA O LIXO Locais adequados Locais inadequados 82,6% 96,6% As respostas dadas pelos alunos e comunidade são bastante convergentes, sendo que o maior percentual (entre 82% e 96%) afirma jogar lixo nos locais adequados. Esse dado parece demonstrar que as pessoas reconhecem a importância da preservação e conservação ambiental ou talvez, como argumenta Oliveira, temem as consequências. Já ao serem questionados sobre as ações de preservação e conservação das plantas existentes em seu entorno 50% dos alunos responderam que cuidam dos vasos das plantas e 23% disseram que não pisam na grama e 15,3% responderam que ajudam a conscientizar as pessoas e somente 11,5% afirmaram que cuidam das plantas, ajudando a plantar. Em relação à mesma questão 46,6% da comunidade disseram que ajuda preservar as plantas cuidando dos vasos, 20% afirmaram que não pisam na grama, 6,6% responderam que conscientizam as pessoas e 26,6% disseram que preservam as plantas, ajudando a plantar, como mostram os gráficos 3 e 4, a seguir:

7 Gráfico 3 Gráfico 4 11,50% AÇÃO DE PRESERVAÇÃO DOS ALUNOS 26,6% AÇÃO DE PRESERVAÇÃO DA COMUNIDADE 15,30% Cuidam dos vasos 6,6% Cuidam dos vasos Não pisa na grama Não pisa na grama 23% 50,0% Conscientizam as pessoas 20% 46,6% Conscientizam as pessoas Em relação às atitudes demonstradas pelos alunos e comunidade nos questionários pode-se observar que é dada uma grande relevância aos temas ambientais, uma vez que de uma forma ou de outra todos parecem contribuir para preservação do meio ambiente. Quando perguntado sobre o cuidado com os animais 100% dos alunos responderam que gostam de animais e que ajudam a cuidar dos bichos. Nesta questão os alunos foram unânimes em afirmar que acham importante cuidar dos animais. Esse mesmo questionamento foi feito à comunidade e a resposta foi que100% dela também pensam semelhante, ou seja, acham importante cuidar dos animais. Em outro questionamento sobre o cuidado com o patrimônio público da escola tanto os alunos como a comunidade obtiveram o mesmo percentual, isto é, 100%disseram que cuidam do patrimônio público e ainda são conscientes da necessidade de continuar cuidando do patrimônio público. Observa-se que a atuação e a conscientização tanto por parte dos alunos como da comunidade local, em relação ao cuidado com os animais e com o patrimônio público parece ser respeitosa. Entretanto, na prática isso é um pouco contraditório porque dentro da escola, nos deparamos com situações de vândalos ou depredações provocadas pelos próprios alunos. Acredito que às vezes os próprios alunos não são suficientemente capazes de externar tal atitude com medo de sofrer alguma represália por parte do gestor. Sobre o que fazer para evitar o desperdício da água 88,4% dos alunos responderam que não deixam chuveiros e torneiras pingando, 7,6% responderam

8 que escovam os dentes abrindo a torneira apenas no momento em que irão enxaguar a boca e 3,8% dos alunos disseram que apertam a válvula da descarga somente o necessário para a higienização do vaso,como mostra o gráfico 5. Para a comunidade, também fez-se o mesmo questionamento e 60% responderam que não deixam torneiras e chuveiros pingando e 40% falaram que utilizam a água da lavagem de roupa para lavar a calçada como forma de economizá-la, como mostra o gráfico 6. Gráfico 5 7,6% 3,8% DESPERDÍCIO DA ÁGUA-(ALUNO) Não deixam torneira e chuveiro pingando 88,4% Na escovação não deixam a torneira aberta Gráfico 6 DESPERDÍCIO DA ÁGUA-(COMUNIDADE) 60% 40% Não deixam torneira e chuveiro pingando Utilizam a água da lavagem de roupas As afirmações dadas pelos alunos e comunidade com relação ao o desperdício de água(88,4% e 60%), demonstraram que eles atentam-separa evitar o uso desmedido da água e a utilizam de maneira adequada e consciente. Ao serem indagados sobre como a escola pode trabalhar para melhorar a atitude frente à questão ambiental desta Unidade Escolar, em nossas casas e em nosso município 73% dos alunos e 43,3% da comunidade sugeriram que sejam distribuídas mais lixeiras nos locais públicos, 17,3%% dos alunos, 33,3%% da comunidade responderam que plante mudas nos canteiros entre o meio fio e 7,6% dos alunos, 23,3% da comunidade responderam que a escola pode promover

9 palestras e atividades educativas como forma de conscientizá-los ainda mais, como mostra os gráficos7 e 8, a seguir. 17,3% Gráfico 7 TRABALHO DA ESCOLA / QUESTÃO AMBIENTAL-(ALUNOS) 7,6% Distribuir lixeiras em locais públicos Plantar mudas nos canteiros Atividades educativas/palestras 73% 33,3% Gráfico 8 TRABALHO DA ESCOLA / QUESTÃO AMBIENTAL- 23,3% (COMUNIDADE) Distribuir lixeiras em locais públicos Plantar mudas nos canteiros Atividades educativas/palestras 43,3% Observa-se que tanto os alunos, quanto a comunidade local parecem demonstrar um bom nível de consciência sobre a importância da conservação e preservação, tanto em relação aos recursos naturais, quanto os culturais e sociais. Esses dados coincidem com a afirmação dada por Mombach (2004) em relação a ampliação das fronteiras do debate ambiental para toda a sociedade, ou seja, não são apenas os ambientalistas que discutem reservadamente tais temas. Os questionamentos dados aqui estão em consonância com o que diz os Parâmetros Curriculares Nacionais em relação à educação ambiental que deve ser desenvolvida a fim de ajudar os alunos a constituírem uma consciência global das questões relativas ao meio para que possam assumir posições afinadas com os valores referentes à sua proteção e melhoria. Para isso é importante que possam atribuir significado aquilo que aprendem sobre a questão ambiental, no entanto,

10 sabe-se que esse significado é resultado da ligação do que as pessoas aprendem e estabelecem simultâneamente à realidade COM A PALAVRA OS PROFESSORES Perguntados sobre as formas de trabalhar com os alunos para conscientizá-lo a colocar o lixo no local correto 100% dos professores responderam que utiliza sempre a lixeira em casa e na escola. Sobre como incentivam os seus alunos cuidarem do meio ambiente 45% afirmaram que incentiva os alunos a cuidar do meio ambiente, zelando do jardim da escola e 55% marcaram outra opção, esclarecendo que cuidam do meio ambiente como um todo. Em relação à necessidade de conscientizar os alunos a cuidarem dos animais, 100% dos professores confirmaram que incentivam os alunos, a zelar dos animais através de textos informativos, literários e outros. Ao serem questionados sobre como orientam os alunos a consumirem água de maneira correta, 100% dos professores responderam que orientam os alunos a evitar o desperdício de água. Perguntados se incentivam os alunos cuidar do patrimônio público 100% dos professores responderam que acham importante e orientam seus alunos a cuidar do patrimônio público como um todo PROPOSTA DE INTERVENÇÃO Através dos questionários aplicados foram colhidas várias sugestões de intervenções tanto dos alunos como dos professores e comunidade e através de discussão em grupo, nas reuniões propostas foram analisadas várias ideias e a partir daí nasceram as ações de intervenção, que já estão sendo realizadas na escola, onde já se percebe mudanças de hábitos e atitudes no comportamento de boa parte dos participantes referente a questões ambientais no âmbito escolar. As ações foram criadas para serem trabalhadas tanto com os alunos, como a comunidade local, algumas ações serão desenvolvidas em parceria com o Naturatins, IBAMA e outros. Tais ações serão realizadas até novembro de 2011.

11 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com a realização desta pesquisa foi possível compreender que a temática ambiental no Município de Formoso do Araguaia deve ser trabalhada com os alunos e comunidade local, para que todos passem a perceber sua importância tanto na relação com o ambiente como também nas responsabilidades para a conservação e preservação do meio. Através dos questionários aplicados constatou-se que tanto os discentes como os docentes e comunidade local, apresentam interesse pelos temas ambientais,além da preocupação clara com os problemas socioculturais que os cercam. Além disso, demonstram disposição para participar dos trabalhos e das ações propostas que visam a conservação ambiental do município, buscando empenho e participação dos envolvidos na realização das ações propostas, com intuito de despertar a conscientização de alunos e comunidade em relação a necessidade de promover ações conscientes que venham preservar e garantir o bem estar para gerações futuras, buscando ainda estabelecer uma nova aliança entre a comunidade e a natureza desenvolvendo uma nova razão que veja permitir a solução dos problemas ambientais e uma melhor qualidade de vida para todos. REFERÊNCIAS BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais - Meio Ambiente e Saúde. Brasília: MEC SEF, GODOTTI, M.Educar para a Sustentabilidade. São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, KLOETZEL, K. O que é Meio Ambiente. São Paulo: Brasiliense, REIGOTA. M. Desafios à educação ambiental escolar. São Paulo: Brasiliense, SILVA, L. T.; Duarte, R. G. Geografia e Educação Ambiental; discussões necessárias para suas práticas.rio de Janeiro:GeoUERJ, SILVA M. A Consciência Ambiental dos Brasileiros. IN:VEJA REVISTA: Edição Especial Sustentabilidade um mundo possível, Editora Abril Dezembro 2010.

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