MANUAL DO AGENTE DA JUSTIÇA COMUNITÁRIA E CIDADANIA

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1 MANUAL DO AGENTE DA JUSTIÇA COMUNITÁRIA E CIDADANIA

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3 ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA COORDENAÇÃO DA JUSTIÇA COMUNITÁRIA GESTÃO 2013/2015 Presidente Des. Orlando de Almeida Perri Vice-Presidente Des. Márcio Vidal Corregedor-Geral da Justiça Des. Sebastião de Moraes Filho Juíza Coordenadora da Justiça Comunitária Gleide Bispo Santos

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5 Índice 1. Conhecendo a Justiça Comunitária Conhecendo os seus direitos Direito de Família Divórcio União Estável Guarda dos Filhos Pensão Alimentícia Herança Interdição Criança e Adolescente Adoção Responsabilidade Civil Reparação de Danos Direito do Consumidor Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher Registro Público Cartório Direito Previdenciário Aposentadoria e Benefícios Direito dos Trabalhadores Quadro comparativo de informações para a emissão de documentos Relação de telefones importantes... 40

6 Conhecendo a Justiça Comunitária 6 O que é a Justiça Comunitária? A Justiça Comunitária é um projeto, criado inicialmente pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território TJDFT, implantado em outros tribunais por recomendação do CNJ, para informar o cidadão sobre os seus direitos e aproximá-lo da solução dos seus problemas jurídicos. Em Mato Grosso, a Justiça Comunitária foi criada por meio da Lei Estadual nº 8.161/04, de iniciativa do Tribunal de Justiça. Para que serve a Justiça Comunitária? A Justiça Comunitária foi idealizada para atender a comunidade em geral, como sugere o próprio nome, oferecendo informações sobre os seus direitos, levando-a a discutir seus problemas coletivos, facilitando a solução, primando sempre pela solução amigável dos conflitos. No dia a dia das pessoas, é normal surgirem muitas dúvidas sobre os direitos e obrigações de cada um. A locação de um imóvel e o pagamento de uma pensão alimentícia, por exemplo, são exemplos de alguns casos que despertam na pessoa envolvida várias dúvidas. Também é natural não sabermos a qual órgão público devemos nos dirigir para obter algum tipo de serviço. O que fazer e onde tirar Carteira de Trabalho, Título de Eleitor, Carteira de Identidade, por exemplo, são dúvidas comuns de todas as pessoas, cujas respostas poderão ser fornecidas através da Justiça Comunitária. O interessado em resolver um conflito pode obter também auxílio da Justiça Comunitária, pois através dela será facilitada a realização de uma conversa amigável entre as pessoas envolvidas, de modo a pôr fim ao problema sem necessidade de um processo judicial. É o que ocorre, por exemplo, quando as partes de um contrato de locação discordam sobre o aumento do valor do

7 aluguel, mas solucionam o problema conversando por intermédio da Justiça Comunitária e evitam os desgastes de uma ação judicial. Mas a Justiça Comunitária não julga? A Justiça Comunitária não julga, mas procura resolver os conflitos de forma amigável e sem custo, diversamente do que ocorre normalmente em uma ação judicial. O objetivo da Justiça Comunitária é informar e facilitar a resolução dos conflitos por meio da própria comunidade e de forma rápida, eficaz e sem custo. Muitos conflitos resolvidos na Justiça poderiam ser solucionados com medidas simples, tais como a conscientização dos envolvidos sobre os seus direitos, ou mesmo uma conversa intermediada por alguém sem interesse em favorecer uma ou outra parte. A ação judicial somente existe porque a pessoa que a inicia acredita que a outra parte não reconhecerá o seu direito reclamado. Mas a resistência de uma ou de outra parte em relação ao direito do outro ocorre normalmente porque cada um dos envolvidos acredita estar com a razão. Em outras palavras, muitos conflitos surgem por falta de informação dos envolvidos. Assim, a Justiça Comunitária procura informar o cidadão sobre os seus direitos, auxiliando-o a tomar decisões corretas para a solução amigável dos conflitos. Em algumas situações, o cidadão tem a informação sobre os seus direitos, mas não possui iniciativa de procurar a pessoa com a qual tem conflito, de modo que ambos deixam a Justiça resolver o problema. Nestes casos, a Justiça Comunitária pode também ajudar, porque tem condições de oferecer alguém (o agente comunitário), sem amizade ou inimizade com as partes, capacitado para facilitar a conversa entre os envolvidos. Em outras palavras, alguém desinteressado (sem 7

8 interesse em favorecer um ou outro) pode conversar com os envolvidos, facilitar o diálogo que dificilmente aconteceria e, ainda, proporcionar um acordo realizado entre os próprios interessados. Assim, como demonstrado, a Justiça Comunitária não julga, mas pode oferecer o mesmo resultado prático de um julgamento, com a vantagem de evitar os desgastes de um processo judicial. Como utilizar a Justiça Comunitária? A Justiça Comunitária está disponível a qualquer cidadão, é formada por pessoas voluntárias da própria comunidade, mesmo sem formação jurídica. O acesso à Justiça Comunitária pode ser realizado dirigindo-se aos postos de atendimento ou através dos próprios agentes comunitários por meio de visita domiciliar realizada pelos agentes comunitários. É de graça e não há burocracia. Basta ser atendido por um agente comunitário, expondo a ele qual é a dúvida a ser esclarecida ou o conflito a ser resolvido. Por meio de atendimento, realizado através de conversa informal, sem palavras técnicas complicadas, o agente comunitário orienta o cidadão sobre a melhor forma de resolver o seu problema, seja informando-o ou mesmo procurando solucionar algum conflito já existente. O que são agentes comunitários? Os agentes comunitários são pessoas voluntárias, integrantes da própria comunidade, e fundamentais para a existência da Justiça Comunitária. Por serem da própria comunidade na qual prestam atendimento (mesmo bairro), os agentes comunitários conhecem melhor os moradores da região e suas necessidades. 8

9 9 O conhecimento da própria comunidade local pelo agente comunitário permite a realização de um atendimento mais próximo à população. Vejamos um exemplo: na hipótese de conflito de interesses entre locador e inquilino, o agente comunitário poderá auxiliá-los, pois conhece a comunidade, seus costumes e talvez até mesmo as pessoas envolvidas. Como ser um agente comunitário? Para ser um agente comunitário, o interessado deve se submeter a uma seleção, realizada por uma equipe técnica do Tribunal de Justiça, com a finalidade de saber se o candidato possui as habilidades mínimas necessárias para o exercício da função (idoneidade, facilidade de atendimento ao público, solidariedade, habilidade para a intermediação de conflitos etc). O candidato deve, ainda, residir no bairro no qual prestará atendimento e apresentar documentos pessoais, 02 fotos 3x4 e comprovante de conclusão de segundo grau. O agente comunitário recebe, pelo trabalho desempenhado, uma indenização fixa mensal e um valor que varia conforme a sua produtividade (Lei 8.161/04).

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11 Conhecendo os seus direitos Uma das funções da Justiça Comunitária é informar o cidadão sobre os seus direitos. Pensando nisto, seguem as principais dúvidas normalmente surgidas nos atendimentos realizados pelos agentes comunitários:

12 2.1. Direito de Família Divórcio O divórcio somente pode ser realizado através de processo judicial? Não. Atualmente, é possível resolver tudo através de escritura pública em cartório, por meio de advogado. Mas o casal deve estar de acordo em divorciar e não pode haver filho comum com idade menor que 18 anos. E se um dos cônjuges não concordar com o divórcio, o que fazer? Não havendo consenso dos cônjuges, o divórcio necessariamente deve ser realizado por meio de um processo judicial. E se houver filho com idade menor que 18 anos? Havendo filho com idade menor que 18 anos, o divórcio necessariamente deverá ser realizado por meio de um processo judicial. Após a realização do divórcio, quando outro casamento pode ser realizado? Realizado o divórcio, os ex-cônjuges podem se casar em seguida, pois não há mais a exigência de se aguardar 02 anos. É preciso se separar para após realizar o divórcio? Atualmente, o divórcio pode ser realizado diretamente. O divórcio realizado no exterior é válido no Brasil? Sim, mas a decisão estrangeira deve ser confirmada no Brasil no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Onde procurar? Os interessados devem contratar advogado particular ou procurar a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito ver relação de endereços ao final do manual. O advogado ou o Defensor Público apresentará os documentos ao juiz ou ao tabelião (cartório), caso o divórcio seja extrajudicial (item 7.1.1)

13 União Estável O que é união estável? É a união de duas pessoas com a finalidade de viver como uma família. É a mesma situação daquele que se diz amasiado ou convivente. A partir de quanto tempo há união estável? A Lei não prevê o tempo mínimo para que a união seja considerada estável, basta a demonstração da estabilidade da relação entre os companheiros. Mas a duração do relacionamento deve ser razoável. Em uma semana, por exemplo, não há tempo de uma relação nascida com a pretensão de constituir uma família se estabilizar. Qual é a diferença entre o casamento e a união estável? Dentre outras, a principal diferença se relaciona à herança. Na união estável, o convivente tem direito somente à metade dos bens que adquiriu durante o tempo de convivência juntamente com o companheiro falecido. Além disto, qualquer um dos conviventes pode se desfazer de todos os bens, pois o outro companheiro não é considerado herdeiro necessário. No casamento, o cônjuge não pode vender todos os seus bens, pois o esposo ou esposa é considerado herdeiro necessário, com direito à metade dos bens. Pode haver casamento entre pessoas do mesmo sexo? Apesar da polêmica do tema, o Conselho Nacional de Justiça (Órgão controlador da atividade administrativa e financeira do Poder Judiciário) determinou aos cartórios de todo o País que atendam aos pedidos de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Não há na lei previsão para tanto, mas atualmente o Supremo Tribunal Federal (a mais alta Corte do País) reconhece que os efeitos jurídicos da união entre pessoas do mesmo sexo são os mesmos da união entre indivíduos de sexo diferente. Onde procurar? Os interessados devem contratar advogado particular ou procurar a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito ver relação de endereços ao final do manual para se obter o reconhecimento da União Estável.

14 Guarda dos Filhos A quem deve ser concedida a guarda dos filhos? Apesar de normalmente a guarda ser concedida à mãe, nada impede que referido direito/dever seja atribuído ao pai. O juiz aprecia quem dos pais atende melhor aos interesses da criança. Assim, a escolha do guardião observa, como fator decisivo, o bem estar do filho, e não simplesmente o interesse dos pais. Em caso de divórcio, somente o ex-cônjuge que possui a guarda é responsável pelos filhos? Não, o divórcio do casal não retira do ex-cônjuge não guardião o dever de cuidar dos filhos. Além de normalmente pagar pensão alimentícia, os pais não detentores da guarda têm o dever de zelo, de educação e de convivência em relação aos filhos. O que é guarda compartilhada? A guarda compartilhada é uma forma de se atribuir aos guardiões a mesma medida de responsabilidade de cuidado com a criança ou adolescente. Ao contrário da guarda unilateral, quando a criança ou o adolescente fica sob os cuidados de um dos guardiões apenas excepcionalmente, na guarda compartilhada ambos os guardiões têm iguais deveres e atribuições. Na guarda compartilhada não há direito de visitas dos guardiões, pois ambos têm igual direito de ter o filho sob seus cuidados, de forma a ser previamente combinada. Isto não significa que o filho deva residir alternadamente com os pais, mas que ambos os guardiões têm iguais direitos e responsabilidades. Onde procurar? Os interessados devem contratar advogado particular ou procurar o Ministério Público ou a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito ver relação de endereços ao final do manual. O juiz que aprecia o pedido de guarda é o da Vara de Família, ou o da Vara da Infância e Juventude, nos casos que a criança ou o adolescente se encontram em situação de risco.

15 Pensão Alimentícia Quem deve pagar pensão alimentícia? A pensão alimentícia é devida por um parente ao outro parente, ou entre o ex-marido e a ex-mulher, e vice-versa. Assim, os pais podem ser obrigados a pagar pensão aos filhos, mas estes também podem ter de pagar aos pais caso estes necessitem. Da mesma forma, a exesposa pode exigir do ex-marido o pagamento da pensão alimentícia, ou vice-versa, em caso de necessidade. Deverá pagar aquele que tiver condições financeiras para tanto, em favor daquele que necessitar. Se, por exemplo, ambos os ex-cônjuges estiverem desempregados, não será possível um exigir do outro o pagamento da pensão. A gestante não casada pode exigir pagamento de pensão ao bebê que ainda não nasceu? Atualmente, é possível exigir o pagamento de pensão alimentícia do suposto pai em favor do nascituro (o bebê que ainda não nasceu). Para tanto, basta a gestante solicitar na Justiça o benefício, apresentando evidências do relacionamento que manteve com o suposto pai e que gerou a gravidez. Não há necessidade de realização de exame de DNA. Após o nascimento do bebê, a pensão pode ser estabelecida por tempo indefinido, inclusive com revisão do valor fixado anteriormente durante a gestação. A falta de pagamento de pensão pode gerar prisão? A falta de pagamento de pensão alimentícia pode implicar na decretação da prisão do devedor. Basta que o devedor atrase por 03 meses ou mais o pagamento da pensão determinada judicialmente e que o credor peça ao juiz a prisão do inadimplente. Onde procurar? Os interessados devem contratar advogado particular ou procurar o Ministério Público ou a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito ver relação de endereços ao final do manual. O juiz que aprecia o pedido de pensão alimentícia é o da Vara de Família, ou o da Vara da Infância e Juventude, nos casos em que o beneficiário seja criança ou adolescente em situação de risco.

16 Herança Como os familiares herdam bens uns dos outros? A maioria dos brasileiros não se programa para a herança de seus bens pela família. Os bens da pessoa falecida normalmente passam para o nome da família por meio de inventário, um procedimento que pode ser realizado na Justiça ou em um cartório (se todos os herdeiros concordarem e tiverem idade de 18 anos ou mais). Nos dois casos (no cartório e na Justiça), é necessária a contratação de advogado ou a assistência pela Defensoria Pública. Mas sempre será necessária a realização de inventário? Não. Os saldos de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo deserviço) e PIS-PASEP (contribuição do trabalhador) podem ser sacados por todos os herdeiros diretamente no banco. Também os saldos em conta corrente e poupança, no valor de até 500 OTN (cerca de R$785,00), podem ser sacados sem a realização de inventário. Se a pessoa falecer, deixar algum bem e não tiver herdeiro, com quem ficará a herança? A herança, neste caso, é devida ao Estado. O filho adotivo ou havido fora do casamento tem direito à herança? Hoje não há mais qualquer distinção de direitos entre os filhos biológicos ou adotivos ou em relação aos filhos nascidos fora do casamento. Portanto, todos os filho têm direito igual à herança. É verdade que ninguém pode herdar dívidas? Não é bem assim. Os herdeiros devem pagar as dívidas da pessoa falecida, mas somente até o montante do patrimônio herdado, ou seja, se o familiar falecido devia R$ ,00 (cem mil reais) e deixou bens no valor de R$80.000,00 (oitenta mil reais), nenhum dos herdeiros receberá sua parte, mas por outro lado não será obrigado a pagar o restante do débito de R$20.000,00 (vinte mil reais).

17 Onde procurar? 1) Saque de PIS/PASEP/ FGTS: Qualquer agência da Caixa Econômica Federal; 2) Inventário ou Alvará Judicial: Os interessados devem contratar advogado particular ou procurar a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito ver relação de endereços ao final do manual. Se o inventário for realizado extrajudicialmente, os interessados podem procurar um cartório de notas - ver relação de endereços ao final do manual -, mas acompanhado de Defensor Público ou de advogado particular Interdição Quando se tem alguém na família que tenha problemas mentais ou outra enfermidade que a incapacite o que se pode fazer? Buscar a interdição do doente, através da Justiça para que, aquele que por ele se responsabilize (curador) possa praticar todos os atos da vida civil em seu nome. Por exemplo, receber benefício do INSS, movimentar conta no Banco, pagar dívidas, comprar imóvel, cuidar de seus filhos, etc. A idade avançada basta para que a pessoa seja interditada? Não. É necessário que ela tenha alguma doença que tenha afastado o seu entendimento das coisas da vida. Ser idoso não é causa suficiente para a interdição. A pessoa interditada que não tenha boas condições financeiras pode receber ajuda? Sim. Aquele que for interditado e não tenha como se manter, poderá receber um benefício mensal do INSS. Para isso, tem que haver um atestado médico provando que a pessoa é incapaz. A pessoa interditada não pode praticar nenhum ato sozinha? Não. Depende da extensão da interdição. O juiz, na sentença, vai dizer quais são os atos que a pessoa interditada pode praticar e só na interdição absoluta que a pessoa tem que ser totalmente representada. Onde procurar? Os interessados devem contratar advogado particular ou procurar o Ministério Público ou a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito ver relação de endereços ao final do manual. Para pedir o benefício previdenciário procurar o INSS. O juiz que aprecia o pedido de pensão alimentícia é o da Vara de Família.

18 2.2. Direito das Crianças e dos Adolescentes Para a Lei, qual a diferença entre criança e adolescente? A diferença entre um e outro é a idade. Considera-se criança a pessoa de 0 a 12 anos incompletos, e adolescente de 12 a 18 anos incompletos. Quais são os principais direitos das crianças e dos adolescentes? a) Prioridade absoluta: as crianças e os adolescentes têm prioridade no exercício de seus direitos. Em relação à saúde e à educação, por exemplo, o atendimento à criança tem preferência em relação ao adulto, inclusive idosos. Isto deve ser observado por todos, sociedade e governo; b) Proteção: todos são responsáveis pela proteção das crianças e dos adolescentes. Isto significa que, ao se verificar que uma criança ou adolescente está em situação de risco (ingerindo bebida alcoólica, utilizando droga, sendo agredido pelos pais ou por familiares), devemos fazer algo, como chamar pelos pais ou pelo Conselho Tutelar; c) Saúde: o acesso aos médicos, aos hospitais e aos medicamentos, às crianças e aos adolescentes, deve ser garantido pelo governo (municipal, estadual ou federal). Assim, por exemplo, se uma criança necessita de um tratamento de emergência em UTI o Estado deve ofertá-lo. Não havendo vagas em hospitais públicos, o Estado deve custear o tratamento em algum hospital particular; d) Educação: O direito a frequentar a escola deve também ser garantido pelo governo. Aliás, as crianças têm o direito à pré-escola (creche) localizada mais próxima de sua residência. O que é o Conselho Tutelar? É um órgão composto por pessoas da comunidade e que tem como principal objetivo proteger as crianças e adolescentes que estiverem em situação de risco.

19 O que é a criança ou o adolescente estar em situação de risco? A situação de risco ocorre quando a criança e o adolescente são desrespeitados em seus direitos mais importantes (vida, saúde, educação etc). Em outras palavras, se a criança e o adolescente estiverem sendo castigados em excesso pelos pais, ingerindo bebidas alcoólicas, usando drogas, sofrendo abuso sexual etc haverá situação de risco. Uma criança ou um adolescente precisam de autorização para viajar? Para viagens nacionais, a autorização judicial de viagem é necessária quando a criança (menor de 12 anos) estiver desacompanhada dos pais ou responsável. Mas se a criança estiver na companhia de irmãos maiores de idade, de avós ou tios a autorização é dispensada, desde que o parentesco seja provado através dos documentos. Para os adolescentes, não há necessidade de autorização, basta apresentar o documento de identificação. Nas viagens internacionais, a autorização judicial é necessária para criança e adolescente, desde que algum dos pais ou o responsável não assine, com firma reconhecida, a autorização em cartório. O que acontece se uma criança ou um adolescente praticarem crime? A criança poderá receber uma medida de proteção (encaminhamento aos pais ou a uma instituição de acolhimento, tratamento médico, psicológico, psiquiátrico, etc). O adolescente pode se submeter a uma medida socioeducativa (são medidas cujo objetivo é educar), tais como a advertência, a prestação de serviços à comunidade ou internação (nos casos mais graves). As crianças ou os adolescentes podem trabalhar? O trabalho é permitido a partir dos 16 anos; o adolescente pode exercer a função de aprendiz a partir dos 14 anos. Onde procurar? 1) Solicitação de alguma medida protetiva ou de algum serviço essencial à criança ou ao adolescente: Conselho Tutelar ver relação de endereços; 2) Solicitação de alguma medida judicial relativa a alguma criança ou adolescente em situação de risco: os interessados devem contratar advogado particular ou procurar o Ministério Público ou Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito -ver relação de endereços ao final do manual.

20 Adoção O que é a adoção? É a forma legal de obtenção da condição de filho a quem possui outra filiação. Quem pode adotar? 1) pessoa com mais de 18 anos de idade e pelo menos 16 anos mais velho que o adotando; 2) o casal divorciado, desde que a convivência com o adotando tenha sido iniciada durante a relação conjugal; 3) o marido ou o companheiro em relação ao filho do outro; Quem não pode adotar? Os ascendentes, tais como os avós, e os irmãos. O adotante pode se arrepender da adoção? A adoção é irrevogável, ou seja, seus efeitos são perpétuos, mesmo a morte do adotante ou do adotado. As pessoas com mais de 18 anos podem ser adotados? Sim, a Lei prevê a adoção de pessoas maiores de 18 anos. Onde procurar? 1) Ação de pessoas com idade inferior a 18 anos: Os interessados devem procurar o Juizado da Infância e Juventude e solicitar a habilitação no Cadastro Nacional de Adoção. Após a habilitação, os adotantes propõem a Ação de Adoção, no mesmo Juizado, por meio de advogado particular ou do Ministério Público ou da Defensoria Pública ou do Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito - ver relação de endereços ao final do manual. 2) Ação de pessoas maiores de 18 anos: contratar advogado particular, ou através da Defensoria Pública, ou Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito, e a ação deverá ser proposta nas Varas de Família.

21 2.3. Responsabilidade Civil Reparação de Danos O que é responsabilidade civil? É a obrigação de reparar o dano que uma pessoa causou a outra. Quais são os casos mais frequentes de responsabilização civil? Podemos citar o acidente de trânsito, a inclusão indevida do nome do devedor no SCPC ou SERASA, o extravio de bagagens do passageiro por companhia aéreo ou empresa de ônibus, ou erro médico, etc. Dei causa a um acidente de trânsito e o dono do outro veículo propôs dar a quitação da dívida se eu pagasse a franquia do seguro dele. Ao aceitar a proposta, o problema fica resolvido? Apesar de comum a situação, o problema não termina com o citado acordo, ao menos para quem deu causa ao acidente. O condutor não culpado, ao pagar a franquia do seguro, recebe a indenização da seguradora. Ocorre que a mesma seguradora, ao saber que o segurado não deu causa ao acidente, certamente promoverá uma ação judicial contra o condutor culpado para reaver todos os gastos. Isto se dá porque o contrato de seguro concede à seguradora os direitos do segurado. O que devo provar para ser ressarcido pela pessoa que me provocou prejuízo? Normalmente, para responsabilizar alguém é necessário comprovar que a conduta foi praticada com culpa, disto decorrendo um prejuízo. Mas em algumas situações, não é necessário provar a culpa. Como exemplo, podemos citar os prejuízos causados por algum fornecedor a um consumidor (um alimento enlatado que causa uma doença) ou por algum serviço público (acidente causado por um transporte coletivo). Há outros casos nos quais a comprovação do dano, além da culpa, é desnecessária (inclusão indevida do nome do devedor no SCPC ou SERASA).

22 Qual é o tempo máximo para obter o ressarcimento de algum prejuízo causado por alguém? Normalmente, desconsiderando as exceções previstas em Lei, o prazo para obtenção de ressarcimento é de 03 ou 05 anos (quando o fato gerador do prejuízo decorrer de uma relação de consumo). Descobri que adquiri um problema de saúde após me submeter a uma cirurgia já realizada há 06 anos. Não tenho mais direito a ser indenizado? Depende do momento a partir do qual houve conhecimento do problema ocasionado pela cirurgia. O prazo para ressarcimento, no caso de 05 anos, não é contado enquanto o paciente desconhecia o problema. Onde procurar? As diversas situações impedem relacionar todos os locais de busca dos direitos decorrentes de responsabilização civil. Mas, basicamente, podemos indicar o seguinte: 1) Ação judicial contra o Município ou o Estado: a) valor reclamado de até 60 salários mínimos -Juizado Especial da Fazenda Pública, sem necessidade de advogado; b) valor reclamado maior que 60 salários mínimos: Os interessados podem contratar advogado particular ou procurar a Defensoria Pública Estadual ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito -ver relação de endereços ao final do manual; 2) Ação Judicial contra a União (Governo Federal), empresa pública federal (Caixa Econômica Federal, Correios etc) ou autarquias (INSS, INCRA etc): a) valor reclamado de até 60 salários mínimos - Juizado Especial Cível Federal, sem necessidade de advogado; b) valor reclamado maior que 60 salários mínimos: Os interessados podem contratar advogado particular ou procurar a Defensoria Pública da União ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito -ver relação de endereços ao final do manual; 3) Ação Judicial contra particular 3.1) Valor reclamado de até 20 salários mínimos: diretamente no Juizado Especial, sem a necessidade de advogado; 3.2) Valor reclamado maior de 20 e até 40 salários mínimos: os interessados devem contratar advogado particular ou procurar a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito, podendo optar em propor a ação no Juizado Especial -ver relação de endereços ao final do manual; 3.3) Valor reclamado maior que 40 salários mínimos: os interessados devem contratar advogado particular ou procurar a Defensoria Pública ou o Núcleo de Assistência Judiciária de alguma faculdade de Direito, não podendo optar pelo Juizado Especial ver relação de endereços ao final do manual;

23 2.4. Direito do Consumidor O que é consumidor? Consumidor é aquela pessoa que adquire bem ou serviço para seu uso próprio. Uma pessoa que adquire ingredientes para fazer pastéis destinados à venda é consumidora? Normalmente não, pois a Lei considera consumidor, a não ser em situações excepcionais, somente aquele que adquire bens ou serviços para consumo próprio. O Superior Tribunal de Justiça, órgão judicial responsável pela interpretação das leis federais, tem entendido que os benefícios previstos no Código do Consumidor podem ser estendidos ao pequeno comerciante, desde que seja demonstrada a desigualdade de condições (econômicas, técnicas e de informação) com a outra parte contratante. Assim, o dono de uma barraquinha de pastéis que compra os ingredientes de um grande supermercado é considerado consumidor, pois as diferenças entre ambos são evidentes. Sou consumidor, e daí? O consumidor possui vários direitos reconhecidos em Lei, pois normalmente é parte mais fraca na relação de consumo. O fato de ser consumidor, portanto, garante um tratamento jurídico diferenciado. Quais são os principais direitos do consumidor? O consumidor tem os seguintes direitos, resumidamente: a) Informação: aquele que vende bem ou oferece produto tem o dever de informar devidamente o consumidor. O banco, por exemplo, tem o dever de informar o cliente de forma clara quais as tarifas serão cobradas em conta corrente; b) Oferta: uma oferta realizada ao consumidor, se descumprida, pode dar causa ao pagamento de indenização e ao cumprimento forçado daquilo que foi prometido. Se uma loja faz publicidade sobre a venda de uma determinada televisão por um certo preço, tem obrigação de cumprir o anunciado pela propaganda; c) Proteção contratual: o contrato é um acordo através do qual as pessoas se comprometem a fazer ou a dar algo. Quando uma destas pessoas é um consumidor, o contrato é considerado de consumo.

24 Considerando que o consumidor é a parte mais fraca do contrato, a Lei prevê que a interpretação das regras do acordo deve ser realizada tendo em conta esta desigualdade; d) Cobrança de dívidas: o consumidor pode ser cobrado para pagar suas dívidas, mas a cobrança não pode ser realizada: 1) de forma vergonhosa (aos gritos, para chamar a atenção de outras pessoas, por exemplo); 2) por meio de outra pessoa (amigo, parente etc); 3) em horário de descanso (à noite, em finais de semana etc); 4) no ambiente de trabalho do devedor; e) Arrependimento: o consumidor tem o direito de se arrepender das compras realizadas: 1) por telefone, internet, carta etc; 2) por meio de vendedores, mas em sua própria casa; 3) por outros meios fora do estabelecimento comercial. O direito deve ser exercido dentro de 07 dias após a entrega do produto ou o início da utilização do serviço. Nas compras realizadas no interior do estabelecimento comercial, o consumidor não tem o direito de se arrepender e desfazer o negócio. Não pode, também, exigir a troca do produto sem defeito. f) Prazo para reclamação de problema com produto ou serviço: 1) produtos não duráveis (alimentos, por exemplo): 30 dias; 2) produtos duráveis: 90 dias. Os prazos são contados a partir do recebimento do produto ou do término do serviço. Se o problema não for facilmente identificável, o prazo é contado a partir da sua descoberta. Qual a diferença entre Juizado Especial Cível e o PROCON? Se o conflito não for solucionado pela Justiça Comunitária, o consumidor deverá ser orientado a buscar proteção no PROCON ou Juizado Especial Cível. Os Juizados Especiais Cíveis estão preparados para receber as reclamações diretamente formuladas pelos consumidores, dependendo do valor da causa, até mesmo sem auxílio de um advogado. Nesse caso, basta comparecer e sua reclamação será processada e julgada por um Juiz.

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