Anais da Semana de TECNOLOGIA 2003 Tecnologia para quem e para quê? Curitiba, CEFET-PR, novembro de p

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anais da Semana de TECNOLOGIA 2003 Tecnologia para quem e para quê? Curitiba, CEFET-PR, novembro de 2003. p.28-31."

Transcrição

1 Anais da Semana de TECNOLOGIA 2003 Tecnologia para quem e para quê? Curitiba, CEFET-PR, novembro de p RESUMO INTERAÇÃO SER HUMANO COMPUTADOR: ASPECTOS DAS INTERFACES DE UM CURSO A DISTÂNCIA Carla Barsotti (1); Maclovia Corrêa da Silva (2) (1) Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná - (2) Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná - Este artigo enfoca inicialmente o conceito de interação ser humano-computador e seus aspectos comunicativos. A seguir faz uma breve análise das interfaces do módulo demonstrativo do curso via web Ensino auto-direcionado de leitura em inglês visando discutir alguns dos fatores que determinam o seu grau de usabilidade. A discussão apresentada na seqüência busca caracterizar a construção idiossincrática de significados das representações gráficas das interfaces. O texto foi elaborado com base na dissertação de mestrado intitulada As Interfaces como Artefatos Mediadores e sua Evolução em um Programa de Leitura em Língua Inglesa a Distância (BARSOTTI, 2002). 1. INTRODUÇÃO A globalização econômica e cultural tem promovido um dinamismo no desenvolvimento de novas tecnologias. É neste cenário, onde o computador desempenha um papel fundamental, que a revitalização da educação a distância ganha força no processo de construção permanente do conhecimento e desenvolvimento profissional. A adoção de novas mídias na educação mostra que os modelos presenciais tradicionais, quando simplesmente transpostos para o virtual se mostram inadequados. É necessário aprender a lidar com a informação e o conhecimento em uma nova perspectiva, do contrário conseguiremos dar um verniz de modernidade sem mexer no essencial (MORAN, s/d, p.16). Com o aumento da área de alcance das aplicações computacionais, novos aspectos envolvidos no processo de interação ser humano-computador ganham destaque. Dentre eles estão as interfaces computacionais que têm como papel principal promover e facilitar a relação do usuário com um objeto ou sujeito. As interfaces, compreendidas como um espaço composto por diversas representações com capacidade comunicativa, representam as condições para possíveis ações que são constituídas através do apoio ou impedimento de certas operações direcionadas ao artefato e aos sujeitos ou objetos, através do artefato O CONCEITO DE INTERAÇÃO O termo interação ser humano-computador descreve uma área que enfoca o design de sistemas computacionais, e aspectos da interação entre os usuários e os computadores. Ele se relaciona com a avaliação e a implementação de sistemas computacionais interativos para uso humano e com o estudo dos principais fenômenos que os cercam (PREECE, 1994, p.7). Dada a existência de aspectos comunicativos nas interfaces computacionais, a análise da comunicação interpessoal pode proporcionar um aprimoramento no design de interfaces, além de facilitar e otimizar o processo de interação ser humano-computador. Ao aproximar um processo de comunicação interpessoal de um processo de comunicação ser humanomáquina é preciso ter em mente as diferenças nas relações comunicativas, pois o computador tem 1 Na Teoria da Atividade os artefatos mediam as relações entre os seres humanos, ou entre as pessoas e o material ou produto em diferentes etapas, e não se constituem em foco principal da atividade (ENGESTRÖN, 1999).

2 características que podem ser previsíveis e programáveis. Já a capacidade de interpretação do ser humano se baseia num repertório construído a partir de suas vivências e experiências pessoais, o que confere ao processo um caráter de imprevisibilidade. O ser humano ao interagir com um sistema computacional estabelece contato virtual com o mundo, pois através do computador é possível reunir representações da realidade. A comunicação é mediada por estas representações. A interface influencia a maneira como o usuário interage com os objetos e sujeitos. Ela pode facilitar ou impedir a interação, e até mesmo forçar para que esta interação aconteça de uma determinada forma préprogramada, mesmo que seja diferente da intenção do usuário. 3. ANÁLISE DAS INTERFACES Através desta análise, que se restringiu ao material apresentado no módulo inicial demonstrativo do curso Ensino auto-direcionado de leitura em inglês, constata-se que as interfaces não disponibilizam um mapeamento completo dos módulos e atividades propostos no programa. Isto restringe a liberdade para que o usuário conduza sua trajetória. O texto do primeiro módulo é apresentado numa página que faz uso da metáfora do fichário. As marcações de parágrafos e numeração de linhas, que fazem parte da diagramação do texto, não sofrem alterações ainda que o usuário utilize janelas de diferentes tamanhos para sua leitura. Este recurso e as janelas do tipo pop-out podem simplificar e otimizar as ações do usuário na busca e localização de informações. A página inicial permite ao usuário consultar o material de apoio através de botões localizados na parte superior da tela. Estes botões contêm ícones que representam as funções de tutorial, gramática, dicionário e áudio. Ao acessar qualquer desses itens, a página correspondente substitui a página inicialmente em uso. O usuário deve então intercalar estas páginas para efetuar a consulta do material. Os enunciados na forma de representações gráficas, e sua localização, permitem que o usuário localize e reconheça facilmente as funções que procura. O uso do artefato como veículo mediador e sua transparência são garantidos pela adoção de um estilo de representação dentro do gênero eletrônico. Um maior grau de amigabilidade das interfaces, facilita o processo de interação ser humano-computador (Preece, 1994; B DKER, 1991). 3.1 Questões de compreensão As questões propostas neste módulo, podem ser acionadas e respondidas em qualquer ordem e são apresentadas em interfaces claras e objetivas, desprovidas de informações desnecessárias e redundantes, o que facilita o trabalho do usuário. A diagramação das telas das questões propostas foi padronizada, e cada uma das delas apresenta botões representando as funções de tutorial, gramática, dicionário e áudio localizados na parte superior. Logo abaixo localizam-se os ícones que dão acesso ao texto e às demais questões propostas. Na seqüência há a questão proposta, seguida por uma caixa para a resposta da mesma. As caixas destinadas às respostas utilizam toda a extensão da tela permitindo que o usuário visualize uma quantidade maior de informações. Para responder às questões, o usuário precisa buscar informações no texto. Isto exige do usuário a repetição de um movimento de ida e volta entre as duas telas intercalando-as tantas vezes quanto forem necessárias para o preenchimento das respostas. Logo abaixo da questão proposta e da caixa para resposta, há uma segunda caixa destinada ao gabarito, que pode ser acionado pelo usuário imediatamente após o preenchimento da resposta. Assim ele pode fazer a conferência da resposta com o gabarito, num processo de auto-correção, sem ocasionar ruptura da atividade em desenvolvimento. As interfaces deste módulo do curso não oferecem possibilidade de adaptação da complexidade das atividades ao nível da performance do usuário. O usuário não pode moldar sua instrução de acordo com seus interesses ou necessidades. 3.2 Material de apoio

3 A consulta do material de apoio é feita através do acionamento dos botões habilitados na própria página do texto. Há aqui sobreposição das páginas levando o usuário a intercalá-las para a consulta. O material de apoio é composto de um Dicionário e uma Apostila gramatical. O Dicionário se subdivide em dois itens: Glossário e Palavras de função. 3.3 Tutorial O Tutorial apresenta interfaces claras e objetivas e se subdivide em duas partes: Estratégias referentes à leitura e à aquisição da língua, onde são disponibilizadas orientações de leitura para o usuário; e Exercícios. A primeira atividade proposta no item Exercícios solicita a identificação dos diferentes verbos utilizados no texto. As possibilidades da mídia são aqui bem exploradas, pois o usuário é convidado a clicar sobre os verbos escolhidos com o objetivo de marcá-los. A cada clique os verbos ou expressões verbais são marcados com diferentes cores, que indicam o seu tempo verbal. A conferência das respostas pode ser feita rapidamente através do botão Resposta sugerida, que quando acionado, mostra a resposta em uma interface clara ilustrada pelo uso de cores, o que facilita a identificação dos diferentes tempos verbais. No entanto, não há espaço habilitado para que o usuário explique o porque da marcação dos verbos com diferentes cores na atividade 1 como solicitado na segunda atividade. 3.4 Formulário de acompanhamento e avaliação das atividades Este item apresenta um questionário a ser preenchido pelo usuário identificando o módulo realizado e respondendo a questões específicas sobre as atividades propostas. O questionário busca identificar problemas referentes ao grau de dificuldade do texto, à clareza dos enunciados, à precisão dos gabaritos, à pertinência das estratégias sugeridas, e aos problemas de ordem técnica encontrados durante a navegação. As interfaces do questionário apresentam um misto de caixas de diálogo com opções de resposta prédeterminadas, e espaços disponíveis para comentários. A possibilidade de dois tipos de resposta permite que o usuário se expresse com maior clareza. 4. A CONSTRUÇÃO DE SIGNIFICADOS REALIZADA PELOS USUÁRIOS As interfaces adquirem significado ao serem utilizadas e podem assumir diferentes significados dependendo do usuário. Este não é mais unicamente concebido como passivo, tendo sua participação reprimida e limitada, constituindo-se em mero receptor de um pacote de informações. Ao contrário, ele reflete sobre o sistema e representa-o através de construções mentais, sendo assim sua participação ativa durante o processo de interação. As construções realizadas pelo usuário ao organizar as informações obtidas na interface de acordo com seu próprio repertório cultural, são fontes de significado resultantes da interação. Para Smagorinsky (2000), estas construções são idiossincráticas e culturalmente mediadas, localizando o significado não apenas no usuário e na interface, mas também na história cultural que precede e condiciona ambos em suas práticas sociais. O usuário interpreta as mensagens veiculadas através da interface, com base no seu repertório. A interpretação baseia-se no contexto que cerca a comunicação e também nas práticas dos parceiros de comunicação, que são, até certo ponto, compartilhadas. A interface, quando produzida em um determinado contexto de prática social, oferece uma gama de possíveis interpretações, cujos significados os usuários podem compartilhar ou não. Se os usuários evocarem contextos semelhantes àqueles evocados pelos designers no momento da concepção da interface, poderá haver reciprocidade 2. Entretanto a reciprocidade não é total, visto que usuários e designers podem partilhar, em maior ou menor grau, experiências, vivências e conhecimentos. Contudo como cada indivíduo é único, não há possibilidade de compartilhamento absoluto. 2 Reciprocity termo citado por SMAGORINSKY (2000) que expressa a sintonia dos autores / designers e leitores / usuários que compartilham os mesmos códigos. Porém a reciprocidade pode também se basear numa falsa premissa de codificação, gerando assim diferentes significados.

4 A experiência pessoal do usuário é um fator importante no processo de interação com uma interface, pois o usuário se depara com a dificuldade de despir-se do seu repertório acumulado na forma de conhecimento de mundo, crenças, cultura e práticas sociais. Como cada usuário tem um repertório único, as significações obtidas através da interação com uma mesma interface são idiossincráticas, pois elas surgem da composição mental dos usuários, cuja individualidade é indiscutível. As interpretações são constantemente revistas e modificadas, toda vez que são estabelecidas relações com repertórios culturais, sociais e experiências diversas. Os usuários constroem significados por composição, que são resultantes de um processo permanente de evocação de informações anteriores ou reconstruções cíclicas. Através destas, que segundo Smagorinsky (2000, p.20) proporcionam a base para a intertextualidade e construção do significado, os usuários evocam suas experiências pessoais e conhecimentos, os quais interferem potencialmente na composição de outros significados. 5. CONCLUSÃO A interação do usuário com o artefato pode ser facilitada pela clareza e precisão das mensagens veiculadas em interfaces auto-explicativas, que comunicam ao usuário seus propósitos e seus recursos de forma clara (MARTINEZ, 2000). O design de interfaces é um processo dinâmico e evolucionário que exige constante reavaliação, criação e adaptação de informações à medida que as interfaces são utilizadas (PRATES e SOUZA, 1999). As expectativas de usuários e designers, quanto ao uso e significado dos elementos da interface, não são necessariamente compartilhadas. Por isso é importante que as informações sejam apresentadas de forma significativa para o usuário, considerando além das suas características culturais, as características contextuais das palavras, ícones e metáforas utilizados nas interfaces (PREECE, 1994). Isto requer um trabalho permanente de equipes multidisciplinares. Identificar de que forma o futuro usuário utiliza o artefato para conduzir a atividade, e qual a amplitude do seu repertório de operações é essencial para o desenvolvimento de interfaces eficazes. Além disso, o uso dos artefatos não se faz de forma universal, na medida em que eles estão sendo constantemente reinterpretados pelas diferentes comunidades que os utilizam. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARSOTTI, Carla. (2002) As interfaces como artefatos mediadores e sua evolução em um programa de leitura em língua inglesa a distância. Curitiba, Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Programa de Pós-graduação em Tecnologia, CEFET-Pr. B DKER, Susanne. (1991) Through the Interface: A human activity approach to user interface design. Hillsdale, New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, Inc.. ENGESTRÖN, Yrjö; MIETTINEN, Reijo; PUNAMÄKI, Raija-Leena (eds.) (1999) Perspectives on activity theory. Cambridge, UK: Cambridge University Press. Ensino auto-direcionado de leitura em inglês. Disponível em: Último acesso em: 18 ago MARTINEZ, Brenda L. Human-computer interface design. Disponível em >. Acesso em: 27 jul MARTINEZ MORAN, José Manuel. Mudar a forma de ensinar e de aprender com tecnologias. Disponível em: Acesso em 07 jul PRATES, Raquel Oliveira; SOUZA, Clarisse Sieckenius. Um modelo de apoio à expressão de projetistas de interfaces multi-usuário. Disponível em: Acesso em: 03 abr

5 PREECE, Jenny et al. (1994) Human-computer interaction. Reading, MA: Addison-Wesley Publishing Company. SMAGORINSKY, Peter. If meaning is constructed, what is it made of? Disponível em: 02 mai

A aplicação da Engenharia Semiótica no design da interface de usuário do software ASK2000

A aplicação da Engenharia Semiótica no design da interface de usuário do software ASK2000 A aplicação da Engenharia Semiótica no design da interface de usuário do software ASK2000 Jair Cavalcanti Leite Universidade Federal do Rio Grande do Norte Campus Universitário, Lagoa Nova 59072-970 Natal,

Leia mais

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário Jair Cavalcanti Leite Departamento de Informática e Matemática Aplicada Universidade Federal do Rio Grande do

Leia mais

MANUAL DO AVA GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Rua Ramos Ferreira, 991 A - Centro Fone: (92) 3878-7479 / 3233-6836 Manaus AM CEP: 69010-120

MANUAL DO AVA GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Rua Ramos Ferreira, 991 A - Centro Fone: (92) 3878-7479 / 3233-6836 Manaus AM CEP: 69010-120 MANUAL DO AVA 1. O QUE É EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA? A Educação a Distância, como dispõe o Decreto nº 5.622, de 19/12/2005, caracterizase como uma modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica

Leia mais

Relato das experiências da área de IHC nos cursos de graduação e ações na universidade

Relato das experiências da área de IHC nos cursos de graduação e ações na universidade Relato das experiências da área de IHC nos cursos de graduação e ações na universidade Isabela Gasparini, Avanilde Kemczinski Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) Motivação IHC está relacionada

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

TUTORIAL DO PORTAL EDUCACIONAL

TUTORIAL DO PORTAL EDUCACIONAL TUTORIAL DO PORTAL EDUCACIONAL O Portal Educaional Faculdade Fátima é uma ferramenta para uso do aluno. Atualizar dados de cadastro, realizar matrículas online, obter informações sobre a vida acadêmica,

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA: O DESAFIO DA INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES

EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA: O DESAFIO DA INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES 1 EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA: O DESAFIO DA INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES Ecivaldo de Souza Matos UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro ecivaldo@gmail.com RESUMO Este

Leia mais

Guia do Professor. Festa de Aniversário: Primeiros Passos na Matemática

Guia do Professor. Festa de Aniversário: Primeiros Passos na Matemática Guia do Professor Festa de Aniversário: Primeiros Passos na Matemática Introdução As pessoas com Deficiência Mental apresentam limitações no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo manifestos

Leia mais

Governador Cid Ferreira Gomes. Vice Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho. Secretária da Educação Maria Izolda Cela de Arruda Coelho

Governador Cid Ferreira Gomes. Vice Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho. Secretária da Educação Maria Izolda Cela de Arruda Coelho Governador Cid Ferreira Gomes Vice Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Secretária da Educação Maria Izolda Cela de Arruda Coelho Secretário Adjunto Maurício Holanda Maia Secretário Executivo Antônio

Leia mais

ESTUDO AVALIATIVO DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE APLICADO AO AMBIENTE WEB.

ESTUDO AVALIATIVO DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE APLICADO AO AMBIENTE WEB. ESTUDO AVALIATIVO DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE APLICADO AO AMBIENTE WEB. Rogério Albuquerque Ribeiro, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí - PR - Brasil albuquerque.rogerio@icloud.com

Leia mais

Usabilidade na Web. Dinara P. Lima. Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Departamento de Ciências da Computação Joinville, SC, Brasil

Usabilidade na Web. Dinara P. Lima. Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Departamento de Ciências da Computação Joinville, SC, Brasil Usabilidade na Web Dinara P. Lima Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Departamento de Ciências da Computação Joinville, SC, Brasil dinara.lima@gmail.com Abstract. This article presents an overview

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h

Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Introdução à Comunicação Visual 40 horas Não tem Desenho I 40 horas Não

Leia mais

NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL PROFESSOR

NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL PROFESSOR NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL PROFESSOR 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL

Leia mais

CHAMADA DE INSCRIÇÕES E PREMIAÇÃO DE RELATOS: EXPERIÊNCIA DO TRABALHADOR NO COMBATE AO AEDES

CHAMADA DE INSCRIÇÕES E PREMIAÇÃO DE RELATOS: EXPERIÊNCIA DO TRABALHADOR NO COMBATE AO AEDES CHAMADA DE INSCRIÇÕES E PREMIAÇÃO DE RELATOS: EXPERIÊNCIA DO TRABALHADOR NO COMBATE AO AEDES CONTEXTUALIZAÇÃO O Ministério da Saúde e diversos parceiros têm apresentado esforços para envolver toda a população

Leia mais

Como estudar o SIPIA CT

Como estudar o SIPIA CT Como estudar o SIPIA CT Versão 1.0 Índice 1. Introdução... 2 2. O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)... 2 3. Recursos do AVA... 4 3.1. Fórum de dúvidas e discussões... 5 3.2. Apostila Eletrônica...

Leia mais

Lição 3 Técnicas de Estudo e Aprendizagem a Distância

Lição 3 Técnicas de Estudo e Aprendizagem a Distância Estudo e Aprendizado a Distância 69 Lição 3 Técnicas de Estudo e Aprendizagem a Distância Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: associar os estilos de aprendizagem às respectivas

Leia mais

DIRETO. Manual do Usuário. PROCERGS Divisão 7

DIRETO. Manual do Usuário. PROCERGS Divisão 7 DIRETO Manual do Usuário PROCERGS Divisão 7 Este documento foi produzido pela PROCERGS Praça dos Açorianos, s/n - CEP 90010-340 Porto Alegre, RS (051) 210-3100 http:\\www.procergs.com.br Sumário Sobre

Leia mais

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem.

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem. ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Débora Janaína Ribeiro e Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba debora_jr10@yahoo.com.br Resumo Este trabalho teve como

Leia mais

Tutorial 7 Fóruns no Moodle

Tutorial 7 Fóruns no Moodle Tutorial 7 Fóruns no Moodle O Fórum é uma atividade do Moodle que permite uma comunicação assíncrona entre os participantes de uma comunidade virtual. A comunicação assíncrona estabelecida em fóruns acontece

Leia mais

1. REGISTRO DE PROJETOS

1. REGISTRO DE PROJETOS 1. REGISTRO DE PROJETOS Nesta aplicação será feito o registro dos projetos/ ações de extensão, informando os dados iniciais do projeto, as classificações cabíveis, os participantes, a definição da região

Leia mais

TUTORIAL AMBIENTE WEB PORTUGOL

TUTORIAL AMBIENTE WEB PORTUGOL 1 TUTORIAL AMBIENTE WEB PORTUGOL O WEBportugol é uma ferramenta para ajudar você a construir seus primeiros algoritmos e com isso aprender lógica de programação. A ferramenta utiliza uma linguagem chamada

Leia mais

Tutorial para EDITORES. Bem-vindo ao tutorial para Editores do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas - SEER (versão 2)

Tutorial para EDITORES. Bem-vindo ao tutorial para Editores do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas - SEER (versão 2) Tutorial para EDITORES Bem-vindo ao tutorial para Editores do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas - SEER (versão 2) Elaborado por: Fernanda Moreno Consultora Ibict Junho/ 2007 O tutorial Este

Leia mais

Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais - Prodemge. Manual do Usuário. Versão 1.2. ExpressoMG

Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais - Prodemge. Manual do Usuário. Versão 1.2. ExpressoMG Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais - Prodemge Manual do Usuário Versão 1.2 ExpressoMG 16/12/2015 Sumário 1. Apresentação... 4 1.1 Objetivos do Manual... 4 1.2 Público Alvo...

Leia mais

USO DOS SOFTWARES GEOGEBRA E WXMAXIMA: COMO RECURSO METODOLÓGICO NO ENSINO DE MATEMÁTICA

USO DOS SOFTWARES GEOGEBRA E WXMAXIMA: COMO RECURSO METODOLÓGICO NO ENSINO DE MATEMÁTICA USO DOS SOFTWARES GEOGEBRA E WXMAXIMA: COMO RECURSO METODOLÓGICO NO ENSINO DE MATEMÁTICA Fernanda Caroline de Alcântara da Costa 1 Universidade Federal do Pará Fernandalcantara01@yahoo.com.br Aldo Moreira

Leia mais

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Pré requisitos: Elaboração de questionário Formulário multimídia Publicação na internet Uso de senhas na Web Visualização condicionada ao perfil A

Leia mais

Tutorial Moodle Visão do Aluno

Tutorial Moodle Visão do Aluno Tutorial Moodle Visão do Aluno Conteúdo Apresentação...4...4 1Enviar Tarefa...5 2Fórum...6 2.1Participação no Fórum...6 2.2 Inserir Imagem no Fórum...7 2.3 Anexar Arquivo...8 3Modificar Perfil...9 4 Enviar

Leia mais

Manual do Módulo de PC Online

Manual do Módulo de PC Online do Módulo de PC Online Agilis Conteúdo Introdução... 4 Acesso à Funcionalidade... 5 1. Internet Explorer 6.x... 7 2. Internet Explorer 7.x... 9 3. Netscape Navigator 7.x... 10 4. Netscape Navigator 7.2x...

Leia mais

Porque prototipar? Prototipagem e Cenários. Dilema. Prototipação. Artefatos do Design. Veja antes, decida depois. Prototipagem & Design Iterativo

Porque prototipar? Prototipagem e Cenários. Dilema. Prototipação. Artefatos do Design. Veja antes, decida depois. Prototipagem & Design Iterativo Porque prototipar? Prototipagem e Veja antes, decida depois Falhas identificadas rapidamente Possibilidade de explorar o design space Protótipos: artefatos que simulam parte das características do sistema

Leia mais

DESIGN DE INTERAÇÃO E INTERFACES DIGITAIS - NPG1143 DESIGN DE INTEGRAÇÃO E INTERFACES DIGITAIS (04/08/2014) Perfil Docente

DESIGN DE INTERAÇÃO E INTERFACES DIGITAIS - NPG1143 DESIGN DE INTEGRAÇÃO E INTERFACES DIGITAIS (04/08/2014) Perfil Docente DESIGN DE INTERAÇÃO E INTERFACES DIGITAIS - NPG1143 DESIGN DE INTEGRAÇÃO E INTERFACES DIGITAIS (04/08/2014) Perfil Docente Pós-graduação lato ou stricto sensu na área da disciplina. Currículo publicado

Leia mais

Tutorial Moodle ESDM - professores

Tutorial Moodle ESDM - professores Primeira entrada: Tutorial Moodle ESDM - professores USUÁRIO - MODIFICAR PERFIL No primeiro login/entrada no MOODLE aparecerá a tela do PERFIL para que o usuário complete seus dados. EDITANDO O PERFIL

Leia mais

AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita. CURSO Alfabetização Linguística e Matemática na Educação Infantil

AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita. CURSO Alfabetização Linguística e Matemática na Educação Infantil AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita Meta Retomar alguns conceitos importantes relativos à alfabetização na educação. Infantil. Sugerir práticas que aproximem a criança do código

Leia mais

Sobre o Livro... XV. FCA Editora de Informática

Sobre o Livro... XV. FCA Editora de Informática Índice Sobre o Livro... XV Capítulo 1 Configurar o Excel... 1 1.1 Iniciar o Excel... 1 1.2 Ambiente de trabalho... 3 1.3 Personalização do ambiente de trabalho... 6 1.3.1 Opções da interface do utilizador...

Leia mais

Exemplo: Na figura 1, abaixo, temos: Clique aqui para continuar, que é a primeira atividade que você precisa realizar para iniciar seus estudos.

Exemplo: Na figura 1, abaixo, temos: Clique aqui para continuar, que é a primeira atividade que você precisa realizar para iniciar seus estudos. Visão Geral VISÃO GERAL Esse material abordará o acesso ao AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) da Proativa do Pará, com intenção de ilustrar os aspectos na visão do Aprendiz. Essa abordagem dedica-se

Leia mais

Manual do Aluno Moodle

Manual do Aluno Moodle Manual do Aluno Moodle Site: Moodle PUCRS Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Curso: Moodle PUCRS Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Livro: Manual do Aluno Moodle Impresso

Leia mais

Tutorial Moodle Visão do Aluno

Tutorial Moodle Visão do Aluno Tutorial Moodle Visão do Aluno A P R E S E N T A Ç Ã O A sigla MOODLE significa (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment), em inglês MOODLE é um verbo que descreve a ação ao realizar com gosto

Leia mais

Fasci-Tech TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA NOVA DINÂMICA SOCIOCULTURAL

Fasci-Tech TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA NOVA DINÂMICA SOCIOCULTURAL TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA NOVA DINÂMICA SOCIOCULTURAL ROGÉRIO FERNANDES DA COSTA 1 Resumo: A Tecnologia da informação possibilita a interação com a informação e as transmissões em rede encurtam as distâncias

Leia mais

Manual do Moodle. Manual do Moodle para alunos. 29/Junho/2009. (Versão 1.0) Manual Moodle para alunos (Versão 1.0) 1

Manual do Moodle. Manual do Moodle para alunos. 29/Junho/2009. (Versão 1.0) Manual Moodle para alunos (Versão 1.0) 1 Manual do Moodle para alunos (Versão 1.0) 29/Junho/2009 Manual Moodle para alunos (Versão 1.0) 1 O que é?... 3 Acesso... 4 Atualizando suas informações... 4 Enviando Mensagens... 5 Acessando os seus cursos...

Leia mais

As diferenças apuradas entre as duas metodologias comporão ajuste específico a ser efetuado no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR).

As diferenças apuradas entre as duas metodologias comporão ajuste específico a ser efetuado no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR). 1 Geração do FCont Objetivo: Atender todas as empresas que fazem uso da entrega desta informação junto à Receita Federal do Brasil (RFB). Trata-se de empresas enquadradas no Lucro Real. Benefícios: Este

Leia mais

Curso em Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER) - Tutorial Editores/Editores de Seção

Curso em Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER) - Tutorial Editores/Editores de Seção Curso em Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER) - Tutorial Editores/Editores de Seção AGOSTO 2015 Curso em Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER) Agosto 2015 Editor / Editor de

Leia mais

Como criar um perfil de destaque no LinkedIn

Como criar um perfil de destaque no LinkedIn Como criar um perfil de destaque no LinkedIn O que é o LinkedIn e como ele pode me ajudar? O LinkedIn é uma rede social on-line para profissionais. Muitas pessoas dizem que é o Facebook dos negócios. Os

Leia mais

1 Contextualização 3 2 Administração do Joomla 5 3 Painel de controlo 6 3.1 Menu sítio 6 3.2 Menu utilizadores 7 3.3 Outras funcionalidades 8 4

1 Contextualização 3 2 Administração do Joomla 5 3 Painel de controlo 6 3.1 Menu sítio 6 3.2 Menu utilizadores 7 3.3 Outras funcionalidades 8 4 1 Contextualização 3 2 Administração do Joomla 5 3 Painel de controlo 6 3.1 Menu sítio 6 3.2 Menu utilizadores 7 3.3 Outras funcionalidades 8 4 Sistema de armazenamento e criação de conteúdos 9 4.1 Criar

Leia mais

Manual de utilização do CRD

Manual de utilização do CRD Sistema de Controle de Remessa de Documentos Manual de utilização do CRD Versão 1.0.0 Sumário 1 Introdução... 3 2 Segurança... 3 2.1 Autorização de uso... 3 2.2 Requisitos técnicos... 3 3 Cadastro... 4

Leia mais

A TECNOLOGIA DO HIPERTEXTO NA APRENDIZAGEM DE UM CURSO A DISTÂNCIA ON-LINE 1

A TECNOLOGIA DO HIPERTEXTO NA APRENDIZAGEM DE UM CURSO A DISTÂNCIA ON-LINE 1 A TECNOLOGIA DO HIPERTEXTO NA APRENDIZAGEM DE UM CURSO A DISTÂNCIA ON-LINE 1 Naziozênio A. LACERDA (UFPI/UFMG) 2 RESUMO: O objetivo deste trabalho é relatar uma experiência de uso da tecnologia do hipertexto

Leia mais

Em FORMATO E-LEARNING PQ 11.04.A Página 1 de 6

Em FORMATO E-LEARNING PQ 11.04.A Página 1 de 6 Página 1 de 6 1. FUNCIONAMENTO Os cursos na modalidade de e-learning do são frequentados totalmente online, à exceção do Curso de Trabalhador Designado para a Segurança e Saúde no Trabalho em que a 1ª

Leia mais

Uso de jogos de simulação empresarial como ferramenta educacional: uma análise metodológica

Uso de jogos de simulação empresarial como ferramenta educacional: uma análise metodológica Uso de jogos de simulação empresarial como ferramenta educacional: uma análise metodológica Mauricio Capobianco Lopes 1 Pedro Paulo Hugo Wilhelm 2 1 Departamento de Sistemas e Computação Universidade Regional

Leia mais

Projeto ECA na Escola - Plataforma de Educação à Distância

Projeto ECA na Escola - Plataforma de Educação à Distância Página1 Apresentação Projeto ECA na Escola - Plataforma de Educação à Distância Olá Participante do Projeto ECA na Escola, Este tutorial pretende auxiliá-lo na navegação na Plataforma de Educação à Distância

Leia mais

REGULAMENTO DO DESAFIO ESCOLAR ESCOLA SOLIDÁRIA DO TRANSFORMA

REGULAMENTO DO DESAFIO ESCOLAR ESCOLA SOLIDÁRIA DO TRANSFORMA REGULAMENTO DO DESAFIO ESCOLAR ESCOLA SOLIDÁRIA DO TRANSFORMA Promovido pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, associação civil, de natureza desportiva, com sede na Rua Ulysses Guimarães

Leia mais

ANÁLISE DOS RECURSOS INTERATIVOS NA PRODUÇÃO DE E-BOOKS DIDÁTICOS

ANÁLISE DOS RECURSOS INTERATIVOS NA PRODUÇÃO DE E-BOOKS DIDÁTICOS 1 ANÁLISE DOS RECURSOS INTERATIVOS NA PRODUÇÃO DE E-BOOKS DIDÁTICOS Curitiba PR Maio 2014 Alexandre Oliveira Universidade Positivo Online alexandre@alexandreoliveira.com Luana Przybylovicz Universidade

Leia mais

RESERVAR MANUAL SISTEMA DE RESERVAS DE SALAS INFORMATIZADAS

RESERVAR MANUAL SISTEMA DE RESERVAS DE SALAS INFORMATIZADAS RESERVAR MANUAL SISTEMA DE RESERVAS DE SALAS INFORMATIZADAS Faculdades Integradas do Brasil www.unibrasil.com.br 1 Sumário 1 INTRODUÇÃO...3 2 ÁREA DE ACESSO PÚBLICO...4 2.1 VISUALIZAÇÃO E NAVEGAÇÃO POR

Leia mais

Guia para elaboração do Modelo de Domínio Metodologia Celepar

Guia para elaboração do Modelo de Domínio Metodologia Celepar Guia para elaboração do Modelo de Domínio Metodologia Celepar Agosto 2009 Sumário de Informações do Documento Documento: guiamodelagemclassesdominio.odt Número de páginas: 20 Versão Data Mudanças Autor

Leia mais

3º Encontro Nacional de Produção Cultural: Website 1. Caio Amaral da CRUZ 2. Sérgio Sobreira ARAUJO 3. Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA

3º Encontro Nacional de Produção Cultural: Website 1. Caio Amaral da CRUZ 2. Sérgio Sobreira ARAUJO 3. Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA 3º Encontro Nacional de Produção Cultural: Website 1 Caio Amaral da CRUZ 2 Sérgio Sobreira ARAUJO 3 Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA RESUMO Com o objetivo de divulgar informações e ações importantes

Leia mais

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO Rivanildo Ferreira de MOURA 1, Marcos Antônio BARROS 2 1 Aluno de Graduação em Licenciatura em Física, Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,

Leia mais

Manual do Usuário - Cliente Externo

Manual do Usuário - Cliente Externo Versão 3.0 SGCL - Sistema de Gestão de Conteúdo Local SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1. Referências... 4 2. COMO ESTÁ ORGANIZADO O MANUAL... 4 3. FUNCIONALIDADES GERAIS DO SISTEMA... 5 3.1. Acessar a Central

Leia mais

Este tutorial tem como objetivo demonstrar de maneira simples e clara todas as opções e ferramentas que estão disponíveis no Galax Lite.

Este tutorial tem como objetivo demonstrar de maneira simples e clara todas as opções e ferramentas que estão disponíveis no Galax Lite. Tutorial Galax Lite Este tutorial tem como objetivo demonstrar de maneira simples e clara todas as opções e ferramentas que estão disponíveis no Galax Lite. 1 Passo O login O código O código que será inserido

Leia mais

Manual do Aluno. Versão 1.2

Manual do Aluno. Versão 1.2 Manual do Aluno Versão 1.2 Última atualização: Abril de 2015 ESAFAZ Escola Fazendária do Estado de Pernambuco Vania Arruda Alencar Pernambuco Diretora da Escola Fazendária UNEAD Unidade de Educação a Distância

Leia mais

Medical Office 2015 Instruções de Instalação e Configuração

Medical Office 2015 Instruções de Instalação e Configuração Medical Office 2015 Instruções de Instalação e Configuração 1) Faça o download do Medica Office através do nosso site www.medicaloffice.com.br opção do Download; 2) Após realizado o download do arquivo

Leia mais

Escola de Contas Públicas Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

Escola de Contas Públicas Tribunal de Contas do Estado de São Paulo Escola de Contas Públicas Tribunal de Contas do Estado de São Paulo PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA Novembro 2008 São Paulo SP Primeiramente queremos observar que este texto não se trata de um manual,

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais

C o t a ç ã o E l e t r ô n i c a V i l l a r e s M e t a l s

C o t a ç ã o E l e t r ô n i c a V i l l a r e s M e t a l s C o t a ç ã o E l e t r ô n i c a V i l l a r e s M e t a l s M a n u a l d o F o r n e c e d o r Portal de Compras Página 1 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Informações importantes... 3 3. Acessando o portal...

Leia mais

CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MATERIAL DIDÁTICO IMPRESSO CURSO: Física DISCIPLINA: Informática para o Ensino de Física CONTEUDISTA: Carlos Eduardo Aguiar

Leia mais

Novo contexto. A incorporação da Internet à rotina empresarial provocou forte impacto sobre as tradicionais formas de negociação...

Novo contexto. A incorporação da Internet à rotina empresarial provocou forte impacto sobre as tradicionais formas de negociação... O AMBIENTE DIGITAL O que mudou com a Internet A estratégia no ambiente digital a Empresa 2.0 e o uso das Mídias Sociais Redes Sociais como instrumento estratégico A incorporação da Internet à rotina empresarial

Leia mais

SIGRH. Módulo Capacitação. Manual do Usuário

SIGRH. Módulo Capacitação. Manual do Usuário SIGRH Módulo Capacitação Manual do Usuário Apresentação O presente manual tem como objetivo auxiliar e orientar os servidores acerca dos procedimentos pora a realização de inscrições nos eventos de capacitação

Leia mais

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Geral. Núcleo de Tecnologia da Informação

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Geral. Núcleo de Tecnologia da Informação Divisão de Almoxarifado DIAX/CGM/PRAD Manual do Sistema de Almoxarifado Geral Versão On-Line Núcleo de Tecnologia da Informação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Manual do Sistema de Almoxarifado

Leia mais

Manual do Usuário. Protocolo

Manual do Usuário. Protocolo Manual do Usuário Protocolo Índice de capítulos Parte I - Processos............................... 01 1 - Buscar................................ 01 2 - Listar................................ 02 3 - Abertura..............................

Leia mais

Circular. Técnica. GestFrut_Pêssego: Sistema para Avaliações Econômico-financeiras da Produção de Pêssego. Apresentação Geral do Sistema.

Circular. Técnica. GestFrut_Pêssego: Sistema para Avaliações Econômico-financeiras da Produção de Pêssego. Apresentação Geral do Sistema. ISSN 1808-6810 104 Circular Técnica Bento Gonçalves, RS Novembro, 2014 Autores Joelsio José Lazzarotto Med. Vet., Dr., Pesquisador, Embrapa Uva e Vinho, Bento Gonçalves, RS, joelsio.lazzarotto@embrapa.br

Leia mais

MANUAL DA SECRETARIA

MANUAL DA SECRETARIA MANUAL DA SECRETARIA Conteúdo Tela de acesso... 2 Liberação de acesso ao sistema... 3 Funcionários... 3 Secretaria... 5 Tutores... 7 Autores... 8 Configuração dos cursos da Instituição de Ensino... 9 Novo

Leia mais

ÍNDICE INTRODUÇÃO...3

ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 1 ACESSO À PLATAFORMA PÁGINA INICIAL...4 1º Passo Endereço da plataforma...4 2º Passo Acessar a plataforma...4 3º Passo Alterar senha...5 4º Passo Continue...6 5º Passo Acessar página

Leia mais

O presente documento é uma divulgação oficial de todos os critérios e procedimentos estabelecidos pelo SESC para este processo seletivo.

O presente documento é uma divulgação oficial de todos os critérios e procedimentos estabelecidos pelo SESC para este processo seletivo. DESCRITIVO DE SELEÇÃO PARA O CARGO DE AUXILIAR DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL FUNÇÃO DE EDUCADOR PARA O CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL DO SESC (CEDEI) O presente documento é uma divulgação oficial de

Leia mais

AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM UCDB VIRTUAL TUTORIAL Moodle AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System 1 TUTORIAL Moodle UCDB VIRTUAL Missão Salesiana de Mato Grosso Universidade Católica Dom Bosco Instituição

Leia mais

AV@S: UMA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE EAD BASEADA NA INTEGRAÇÃO DE INSTALAÇÕES MOODLE

AV@S: UMA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE EAD BASEADA NA INTEGRAÇÃO DE INSTALAÇÕES MOODLE 1 AV@S: UMA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE EAD BASEADA NA INTEGRAÇÃO DE INSTALAÇÕES MOODLE Salvador BA 05/2012 Categoria: Métodos e Tecnologias Setor Educacional: Educação Média e Tecnológica Classificação das

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEED

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEED SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEED Sistema Obras Online Módulo Pedido Julho - 2013 Secretaria da Educação do Paraná Av. Água Verde, 2140 - Vila Isabel 80240-900 - Curitiba - PR 41 3340-1500 e Superintendência

Leia mais

Boletim Eletrônico de Recolhimento Manual do Sistema. Boletim Eletrônico de Recolhimento. Manual do Sistema

Boletim Eletrônico de Recolhimento Manual do Sistema. Boletim Eletrônico de Recolhimento. Manual do Sistema Boletim Eletrônico de Recolhimento Manual do Sistema Versão 1.2 Junho / 2013 Sumário 1. Introdução... - 3-2. O Sistema BOLETIM ELETRÔNICO DE RECOLHIMENTO... - 3-3. Pré-requisitos... - 3-4. Primeiro Acesso...

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores TDIC: FORMAR OU NÃO FORMAR PROFESSORES PARA SEU USO? Eugenio Maria De França Ramos, Adriel

Leia mais

Manual do Usuário. Pólo de Ensino a Distância (EaD) Prefeitura Municipal de João Pessoa Secretaria. Secretaria. de Ciência e Tecnologia - Secitec

Manual do Usuário. Pólo de Ensino a Distância (EaD) Prefeitura Municipal de João Pessoa Secretaria. Secretaria. de Ciência e Tecnologia - Secitec Manual do Usuário Pólo de Ensino a Distância (EaD) Prefeitura Municipal de João Pessoa Secretaria de Ciência e Tecnologia - Secitec Secretaria João Pessoa Setembro, 2013 Introdução A Estação Virtual é

Leia mais

Biblioteca Virtual do NEAD/UFJF PONTO D ENCONTRO: O AMBIENTE DE SOCIALIZAÇÃO

Biblioteca Virtual do NEAD/UFJF PONTO D ENCONTRO: O AMBIENTE DE SOCIALIZAÇÃO PONTO D ENCONTRO: O AMBIENTE DE SOCIALIZAÇÃO Prezadocursista, Neste momento do curso você estará diante de uma plataforma de que, provavelmente, nunca ouviu falar. Trata se do Ponto d Encontro, um ambiente

Leia mais

AVISO: Os exemplos contidos no HELP ONLINE são meramente ilustrativos e têm como objetivo principal ensinar o usuário a utilizar o sistema.

AVISO: Os exemplos contidos no HELP ONLINE são meramente ilustrativos e têm como objetivo principal ensinar o usuário a utilizar o sistema. AVISO: Os exemplos contidos no HELP ONLINE são meramente ilustrativos e têm como objetivo principal ensinar o usuário a utilizar o sistema. Os casos não refletem casos reais e não devem ser utilizados

Leia mais

Divulgação de Dados Meteorológicos das Estações da Grande Florianópolis

Divulgação de Dados Meteorológicos das Estações da Grande Florianópolis Projeto Integrador Divulgação de Dados Meteorológicos das Estações da Grande Florianópolis Alunos: Rafael Censi Borges Viviane Tayão Dutra Joice Taise Martins Rogério Uhr Santiago Fimínia Martins Professor

Leia mais

RAÇÃO ESSENCIAL HUMANA: MODELANDO SITUAÇÕES COTIDIANAS

RAÇÃO ESSENCIAL HUMANA: MODELANDO SITUAÇÕES COTIDIANAS RAÇÃO ESSENCIAL HUMANA: MODELANDO SITUAÇÕES COTIDIANAS Vlademir Marim Universidade Federal de Uberlândia marim@pontal.ufu.br Leonardo Silva Costa Universidade Federal de Uberlândia leonardo@mat.pontal.ufu.br

Leia mais

Estudando estatística descritiva com auxílio do software Calc

Estudando estatística descritiva com auxílio do software Calc Estudando estatística descritiva com auxílio do software Calc Wagner Luis Cabral Martins Palavras-chave: Estatística descritiva. Software Calc. Recursos pedagógicos. As Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

RESOLUÇÃO DA MODELAGEM DE UM CIRCUITO RC POR MEIO DE UMA MAPLET PROGRAMADA VIA SOFTWARE MAPLE 15

RESOLUÇÃO DA MODELAGEM DE UM CIRCUITO RC POR MEIO DE UMA MAPLET PROGRAMADA VIA SOFTWARE MAPLE 15 RESOLUÇÃO DA MODELAGEM DE UM CIRCUITO RC POR MEIO DE UMA MAPLET PROGRAMADA VIA SOFTWARE MAPLE 15 GONZATTO, Oilson Alberto Junior FECILCAM, oilson.agjr@hotmail.com OLIVEIRA, Hércules Alves UTFPR, hercules@utfpr.edu.br

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

Interação Homem-Computador

Interação Homem-Computador Interação Homem-Computador Apresentação da disciplina, metodologia de ensino, conteúdos, avaliações e bibliografia Prof. MSc. Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos

Leia mais

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE 6 Disponibilizado no endereço http://www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br Ação Ergonômica vol 3 nº. 1 (2007) pp. 01-06 METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA

Leia mais

PROJETO PILOTO. Setembro 2015

PROJETO PILOTO. Setembro 2015 PROJETO PILOTO Setembro 2015 Manual completo de funcionamento do projeto: Instruções Iniciais, Perguntas Frequentes e Tutorial de Utilização 1 Projeto Piloto - Aplicativo Di@rio de Classe 1) Instruções

Leia mais

Projeto de Software Social. ScyNetwork: Software Social para apoio a Comunidade Científica

Projeto de Software Social. ScyNetwork: Software Social para apoio a Comunidade Científica 1 Projeto de Software Social ScyNetwork: Software Social para apoio a Comunidade Científica Autores: Carlos Alberto Meier Basso Késsia Rita da Costa Marchi Marcelo Rafael Borth Orientador: Prof. Dr. Sérgio

Leia mais

EDITAL PARA CONTEUDISTA FEAD

EDITAL PARA CONTEUDISTA FEAD EDITAL PARA CONTEUDISTA FEAD 1. CONCEPÇÃO Esta nova concepção de educação e aprendizagem tem seu eixo centrado no aluno, no professor e na gestão escolar (Paulo Sérgio). Diante disso, torna-se relevante

Leia mais

Avaliação dos aspectos de usabilidade do Sistema Financeiro Web: usuários novatos versus usuários experientes

Avaliação dos aspectos de usabilidade do Sistema Financeiro Web: usuários novatos versus usuários experientes Avaliação dos aspectos de usabilidade do Sistema Financeiro Web: usuários novatos versus usuários experientes Alan Braga, alansbraga@gmail.com Danillo da Silva Rocha, danrocha@ifsp.edu.br Evandro Fioravante

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Manual do Módulo de Extensão (SiEX) do Sistema de Informação e Gestão de Projeto - SIGPROJ Avaliação e seleção de propostas de

Leia mais

Pró-Reitoria de Educação a Distância. Manual do Ambiente Virtual de Aprendizagem para alunos

Pró-Reitoria de Educação a Distância. Manual do Ambiente Virtual de Aprendizagem para alunos Pró-Reitoria de Educação a Distância Manual do Ambiente Virtual de Aprendizagem para alunos Como acessar o ambiente 1. Entre no Ambiente Virtual de Aprendizagem localizado na página principal do Portal

Leia mais

Organização Deste TUTORIAL: Multiplicadoras: Adriana Sousa. Edna Maria Souza Rabelo. Soraia Campos Santos COORDENAÇÃO: Elmara Pereira de Souza

Organização Deste TUTORIAL: Multiplicadoras: Adriana Sousa. Edna Maria Souza Rabelo. Soraia Campos Santos COORDENAÇÃO: Elmara Pereira de Souza Software aplicado a Educação Tutorial HOT POTATOES NTE 16 VITÓRIA DA CONQUISTA 2007 1 Organização Deste TUTORIAL: Multiplicadoras: Adriana Sousa Cláudia Suely Pinheiro de Souza Edna Maria Souza Rabelo

Leia mais

Curso Online A Escola no Combate ao Trabalho Infantil Plataforma de Educação à Distância

Curso Online A Escola no Combate ao Trabalho Infantil Plataforma de Educação à Distância Página1 Apresentação Curso Online A Escola no Combate ao Trabalho Infantil Plataforma de Educação à Distância Olá Participante do Curso A Escola no Combate ao Trabalho Infantil (ECTI), Este tutorial pretende

Leia mais

Um mercado de oportunidades

Um mercado de oportunidades Um mercado de oportunidades Como grandes, pequenas e médias empresas se comunicam? Quem são os principais interlocutores e como procurá-los? Como desenvolver uma grande campanha e inovar a imagem de uma

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES Índice Página PROGRAMAS ACADÊMICOS E PROFISSIONAIS OFERECIDOS POR UM MESMO DEPARTAMENTO...2 PROPOSTA DE PROGRAMA...2 COMO COPIAR E COLAR...2 CADASTRO DOCENTE...2 ATIVIDADE DOCENTE...2

Leia mais

Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line)

Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line) Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line) Criamos, desenvolvemos e aperfeiçoamos ferramentas que tragam a nossos parceiros e clientes grandes oportunidades

Leia mais

USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA

USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA Daricson Caldas de Araújo (IFPE) daricsoncaldas@gmail.com RESUMO Este artigo de revisão de literatura

Leia mais

SICAP - MÓDULO CARDUG. CAPÍTULO CARDUG Cadastro de Responsáveis das Unidades Gestoras

SICAP - MÓDULO CARDUG. CAPÍTULO CARDUG Cadastro de Responsáveis das Unidades Gestoras SICAP - MÓDULO CARDUG CAPÍTULO CARDUG Cadastro de Responsáveis das Unidades Gestoras Apresentação Caro Aluno, Confeccionamos este capítulo para servir de apoio a você, aos gestores e responsáveis das unidades

Leia mais

DESCRITIVO DE SELEÇÃO PARA O CARGO DE SUPERVISOR DE DIVULGAÇÃO/ATENDIMENTO FUNÇÃO DE EDITOR WEB PARA VAGAS NAS UNIDADES DO SESC NO ESTADO DE SÃO PAULO

DESCRITIVO DE SELEÇÃO PARA O CARGO DE SUPERVISOR DE DIVULGAÇÃO/ATENDIMENTO FUNÇÃO DE EDITOR WEB PARA VAGAS NAS UNIDADES DO SESC NO ESTADO DE SÃO PAULO DESCRITIVO DE SELEÇÃO PARA O CARGO DE SUPERVISOR DE DIVULGAÇÃO/ATENDIMENTO FUNÇÃO DE EDITOR WEB PARA VAGAS NAS UNIDADES DO SESC NO ESTADO DE SÃO PAULO O presente documento é uma divulgação oficial de todos

Leia mais

1 Introdução Qualquer tipo de veiculação de conteúdo pago na internet pode ser considerado como uma ação publicitária. Esta ação é semelhante aos modelos tradicionais de mídia (televisão, rádio, revistas

Leia mais

Gestão Unificada de Recursos Institucionais GURI

Gestão Unificada de Recursos Institucionais GURI Documentação de Sistemas Gestão Unificada de Recursos Institucionais GURI Módulo de Protocolo Versão 1.17.0 Última revisão: 26/11/2015 2015 REITORA Ulrika Arns VICE-REITOR Almir Barros da Silva Santos

Leia mais

ODIN - Ambiente Web de Apoio ao Ensino de Estruturas de Dados Lista Encadeada

ODIN - Ambiente Web de Apoio ao Ensino de Estruturas de Dados Lista Encadeada ODIN - Ambiente Web de Apoio ao Ensino de Estruturas de Dados Lista Encadeada Maicon Francisco Madeira¹, Priscyla Waleska Tagino de Azevedo Simões 1,2, Paulo João Martins ¹Departamento de Ciência da Computação

Leia mais