PROCESSO N.º /AÇÃO CIVIL PÚBLICA DECISÃO Vistos, etc..., I - Vindome nesta forma, em 01/02/2007, após gozo do período de férias

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCESSO N.º 001.2007.001377-3/AÇÃO CIVIL PÚBLICA DECISÃO Vistos, etc..., I - Vindome nesta forma, em 01/02/2007, após gozo do período de férias"

Transcrição

1 PROCESSO N.º /AÇÃO CIVIL PÚBLICA DECISÃO Vistos, etc..., I - Vindome nesta forma, em 01/02/2007, após gozo do período de férias regulares; II Compulsando os autos, cuido que o Órgão Ministerial, por meio da Promotoria de Defesa da Cidadania com atuação em Habitação e Urbanismo, por sua ilustre representante signatária da peça promocional de fls.02/32 - Volume 1, visando à proteção dos chamados interesses e direitos coletivos(cdc, art. 81, II) e, também, dos denominados individuais homogêneos(cdc, art. 82, I) e,para tanto, sustentando a plena legitimação desse Órgão, impetrou a presente Ação Civil Pública com Pedido Liminar de Tutela Antecipada contra a CONSTRUTORA CALDAS LTDA e seus sócios MARCOS CALDAS DE ARAÚJO, MÁRCIA CALDAS COSTA CARVALHO, MARCLEO CALDAS DE ARAÚJO, MAURÍCIO CALDAS DE ARAÚJO, HAYDÉE GUILHERMINO DE ARAÚJO e mais ainda, contra a CAIXA SEGURADORA S/A, todos devidamente qualificados nos autos, em defesa do direito humano à moradia, também erigido a proteção magna, e cuja violação está equiparada à violação de outros Direitos Sociais, segundo o que expendido em dita peça de abertura, instruída com a farta documentação de fls.33/682 dos autos(02 Volumes), destacando a sua legitimidade ativa "ad causam" em razão da natureza dos interesses protegidos, vez que antes da individualização de cada quinhão ou valor indenizatório, "existe o interesse público e social de que danos infligidos àquele grupo de pessoas sejam coibidos, e ressarcidos, assim, como seja estabelecido que o fornecedor faltoso terá que responder por seu atos."... e., ao argumento de ser tal direito, comum, de toda sociedade e a que não se pode renunciar, que corresponde exatamente, ao individual homogêneo. Para tanto, aduziu ainda, em resumo, existir uma relação de consumo entre os construtores, o agente de seguros e os adquirentes dos imóveis do "Edifício Athenas Garden" e que, em face da representação ofertada contra a mencionada Construtora apontada ao pólo passivo, dando causa à apuração versada nos autos do Procedimento de Investigação Preliminar nº 20/2006(PIP nº 20/2006), pode-se concluir que a documentação carreada bem demonstra os problemas narrados no Edifício e a necessidade, desde o ano de 1992, da realização de reparos, em face da constatação de vários problemas decorrentes de falhas construtivas, que se revelam de extrema urgência, notadamente quanto à recuperação estrutural das vigas e lajes que apresentam exposição da armadura para que a situação não evolua e venha comprometer a estabilidade do imóvel, o que mais se agrava após a ocorrência dos desabamentos dos Edifícios Érika e Enseada de Serrambi, no Município de Olinda e cuja obrigação imediata de recuperar ou reparar o Edifício é da referida Construtora, em decorrência de sua responsabilidade pelo fato e por vício do produto e do serviço, decorrente da invocada plena aplicabilidade no caso, da legislação consumeirista-cdc, sem se olvidar a obrigação solidária dos demais indicados ao pólo demandado e, também, da seguradora, consoante melhor interpretação da apólice de seguro em questão, para reparar todos os danos resultantes dos riscos cobertos. Discorre ou descreve ainda, a peça inaugural, a situação encontrada no imóvel-edifício Athenas Garden com danos em sua estrutura decorrentes de vícios construtivos de origem, constatados em laudo técnico específico - e que, assim, além da obrigação de repará-lo e nesse sentido, bem apontando para a responsabilização solidária dos Demandados e, noutro ponto, destacando que muitas dessas pessoas que, infelizmente não são mencionadas no corpo da peça atrial, acham-se vinculadas aos imóveis adquiridos através do Sistema Financeiro de Habitação. Em outro ponto, prosseguindo, bem destaca a exordial as inúmeras correspondências dirigidas diretamente a Caixa Econômica Federal, na qual fora registrado o sinistro e, por fim, pugna em sede antecipatória o deferimento parcial de tutela assecuratória do pagamento de aluguéis no importe de R$550,00 como apurado para a garantia do direito de moradia dos moradores, e a obrigação de guarda e manutenção dos imóveis durante a tramitação da presente ação, incluindo o pagamento de IPTU e tarifas relacionadas aos serviços de distribuição de água, energia elétrica, além do deferimento em sucessivo, de medida liminar assecuratória para a quebra do sigilo fiscal dos 06(seis) primeiros demandados como forma de garantia do integral ressarcimento do dano causado, e por fim, a responsabilização da Seguradorta no pagamento das prestações dos financiamentos ativos junto ao agente financeiro enquanto perdurar a impossibilidade de ocupação do edifício,seguindo-se após, os requerimentos de praxe. Ainda em fl.685/686, ao tempo em que pugnou fosse corrigido o erro da distribuição para a 3ª Vara da Fazenda Pública desta Comarca da

2 Capital, apresentou aditamento do pedido a fim de que fosse consignado o pedido de liminar para que os Demandados tomem as medidas necessárias para impedir o tombamento do prédio(escoramento, por exemplo) e, assim, evitar a causação de danos a terceiros, vizinhos ou transeuntes em caso de desabamento. Conclusos, após redistribuído para esta Vara nos termos do r. despacho de fl.688-2º Volume, e assim relatados, sucintamente, DECIDO, com a máxima brevidade possível, após a devida análise dos autos. III De saída, cuido que ao juiz cabe sempre, zelar pela regularidade do feito, devendo antes de proferir o despacho inaugural observar as questões procedimentais, seja em relação à competência, seja ainda, se superada essa fase, quanto aos pressupostos da medida intentada. Pois bem, na hipótese dos autos há "permissa venia", possível controvérsia quanto à eventual competência desta justiça estadual, porquanto percebe-se claramente a possibilidade de que a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CEF, como parte interessada na lide, passe a integrar o seu pólo passivo, cabendo a invocação da regra ou mandamento magno(cf/88, art. 109, I) ou ao menos, atuando como assistente processual da seguradora Demandada nos termos da legislação processual civil. De vero, consta da própria inicial como já realçado acima, que os imóveis ou unidades integrantes do Edifício Athenas Garden se acham vinculadas ao Sistema Financeiro de Habitação, considerando que pelo menos existem "doze unidades" com financiamento ativo e uma adjudicada pela CEF e uma unidade com financiamento ativo fora do SFH(fl. 15). Em outro ponto destaca-se, expressamente, que o direito dos mutuários do SFH Sistema Financeiro de Habitação é sonegado pela Seguradora demandada e, ainda, que inúmeras correspondências foram dirigidas diretamente à Caixa Econômica Federal, sendo nela registrado o sinistro e, em conseqüência, aquela contatou a Caixa Seguradora S/A para a adoção das providências pertinentes ao caso. Ora, ressabido, como anotam NELSON NERY JÚNIOR e ROSA MARIA ANDRADE NERY, "a competência da justiça federal é funcional, portanto, absoluta". Nesse prisma, é certo, na esteira da Súmula 150 do STJ que somente à Justiça Federal cabe decidir sobre a eventual existência de interesse jurídico que justifique a presença, no processo, da União, suas autarquias ou empresas públicas, capaz de deslocar a competência para conhecer e processara o feito. Noutro aspecto e, por excessiva cautela, tem-se em mira ainda nesse tema, o recente pronunciamento do STJ ao editar a Súmula nº 327, "verbis": "Nas ações referentes ao Sistema Financeiro da Habitação, a Caixa Econômica Federal tem legitimidade como sucessora do Banco Nacional da Habitação." Sendo assim, prudente nessa fase inaugural, que se ordene de imediato, apenas manifestação da Caixa Econômica Federal que, em sendo o caso de declarar-se interessada na lide em tela, ante as suas nuances já mencionadas, tal obrigatoriamente, importará no deslocamento da competência para o âmbito de uma das Varas da Justiça Federal do Estado de Pernambuco, por competência, na forma do art.109, I da CF/88 e, de qualquer sorte, segundo os ditames da Súmula nº 180 do Colendo STJ. Essa ao que tudo indica, a hipótese dos autos, mas como não se trata de aforamento propriamente contra o agente financeiro(cef), revela-se assim, prudente, nesta fase, repita-se, ordenar-se apenas, a manifestação da Caixa Econômica Federal a fim de em sendo o caso, resguardar-se a prevalência do juízo(natural) competente para conhecer, processar e julgar a presente demanda sem prejuízo contudo, de prosseguir-se com o presente feito aforado, com a análise das medidas antecipatórias requeridas, ante a gravidade do que noticiado e a necessidade de medidas de extrema urgência em prol de toda a coletividade que, na verdade, acredita-se já estejam em andamento. Eis o entendimento a ser seguido, sem obste de sua revisitação; IV De saída, merece acolhida a legitimidade da atuação do "Parquet" através dessa modalidade de ação coletiva, a ação civil pública e nesse sentido, tem entendido o STJ: "PROCESSO CIVIL. AÇÃO COLETIVA. DIREITOS COLETIVOS, INDIVIDUAIS HOMOGÊNEOS E DIFUSOS. MINISTÉRIO PÚBLICO. LEGITIMIDADE. JURISPRUDÊNCIA. AGRAVO RETIDO. - O Ministério Público é parte legítima para ajuizar ação coletiva de proteção ao consumidor, inclusive para tutela de interesses e direito coletivos e individuais homogêneos (AGA SP, 4a. Turma, DJ )." Nesse sentido, ainda, destacam os doutos THEOTONIO NEGRÃO e JOSÉ ROBERTO FERREIRA GOUVÊA, a legitimidade do Órgão Ministerial para a defesa dos interesses de grupos determinados de pessoas quando isso convenha coletividade(jtj 158/9) como um todo e anotam, ainda: "O Art.21 da Lei 7.347, de 1985,(inserido

3 pelo art.117 da Lei 8.078/90), estendeu de forma expressa, o alcance da ação civil pública à defesa dos interesses e 'direitos individuais homogêneos', legitimado o Ministério Público, extraordinariamente e como substituto processual para exercita-la(art.81, parágrafo único, III, da Lei 8.078/90)(STJ-RF 331/220)" Cabe assim, o enfrentamento do mérito e, nesta fase, dirigido apenas, à análise da presença dos pressupostos legais atinentes ao eventual acolhimento das pretensões antecipatórias e/ou liminares formuladas; V - Nesse mote, quanto ao mérito das providências requeridas, observo que essa matéria não é nova nesta 28ª Vara Cível da Capital, sendo certo que o eminente juiz titular já deferiu a tutela antecipada nos mencionados Processos nºs e , respectivamente, reportando em ambos a pretensões indenizatórias, ainda em trânsito e com pedido de remessa a justiça federal, como visto, ainda que repelida tal tese pela parte postulante nesses mencionados autos: Veja-se abaixo a transcrição da primeira dessas r. decisões : " PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO Juízo da 28ª Vara Cível da Comarca da Capital DECISÃO INTERLOCUTÓRIA Ref. Proc. nº Vistos etc. Os autores, proprietários de apartamentos nos prédios dos Blocos C, D e E do Conjunto Habitacional Arruda, adquiridos junto ao Sistema Financeiro da Habitação SFH, ajuizaram AÇÃO DE INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA contra a SASSE COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS, sob o fundamento de que aderiram compulsoriamente aos termos da Apólice do SFH contratada junto à parte ré, passando a contar com a denominada Cobertura Compreensiva Especial da Apólice Habitacional, a qual, entre outros riscos, garante a ameaça de desmoronamento dos imóveis. Apontam como causa de pedir principal a ocorrência do sinistro de AMEAÇA DE DESMORORONAMENTO DE ELEMENTOS ESTRUTURAIS. Por fim, dizem que o objeto da garantia do sinistro de ameaça de desmoronamento é a defesa da vida, da incolumidade física e psicológica, e, em segundo plano, a preservação da própria coisa segurada. Pedem, em antecipação da tutela de mérito, provimento jurisdicional condenando a ré ao pagamento mensal, enquanto durar o processo, dos valores necessários ao aluguel de outro imóvel, ao pagamento dos encargos mensais do financiamento e a guardar os imóveis objetos da lide. Argumentam que o dever de a seguradora suprir as acomodações do segurado e de sua família durante o tempo em que, em razão do sinistro, ficarem impossibilitados de utilizar o imóvel segurado, decorre do artigo CC e das cláusulas 4ª, letra b, e 5ª, letras a, b e c da Apólice. Fixam, com base em avaliações de Imobiliárias, o preço médio da locação em R$ 340, 00 (trezentos e quarenta reais), incluída a taxa condominial. Por sua vez, o dever de a seguradora pagar as prestações do financiamento no período de desocupação obrigatória resta definido na letra c da cláusula 5ª da Apólice. Finalmente, a responsabilidade de a seguradora manter sob sua guarda os apartamentos, enquanto durar a inabitabilidade dos imóveis, está prevista no subitem da cláusula 2ª, anexo 12, da Apólice. A ré, SASSE COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS, confessa expressamente em sua contestação de fls.480/503 a necessidade de desocupação dos apartamentos do Conjunto Habitacional Arruda, em face do sinistro de ameaça de desmoronamento. Conclui-se, por primeiro, que o sinistro de AMEAÇA DE DESMORONAMENTO DE ELEMENTOS ESTRUTURAIS que recai sobre os imóveis objeto do seguro é fato incontroverso à míngua de contrariedade séria e específica. A essa verdade formal agregue-se o Laudo de Vistoria Inicial (fls 694/696), emitido pela própria ré, em que resta evidenciada a ameaça de desmoronamento dos apartamentos dos Blocos C, D e E do Conjunto Habitacional Arruda, em decorrência da baixa capacidade da carga dos tijolos de embasamento. Por seu turno, a construtora responsável pela edificação reconhece, baseada em estudo técnico da TECOMAT- TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO E MATERIAIS LTDA, a baixa resistência dos tijolos do embasamento dos prédios do Condomínio Arruda (fl 559). Afirma em seu favor que a baixa resistência dos tijolos decorre da ação de agentes externos e não de vício da construção. Tenho, portanto, como certa a ocorrência do sinistro AMEAÇA DE DESMORONAMENTO DE ELEMENTOS ESTRUTURAIS. Sem relevância jurídica para a hipótese dos autos saber se o sinistro decorre de vícios da construção ou de outro fator. É que a apólice, também, dá cobertura aos riscos de danos físicos decorrentes do vício da construção. Ora, o contrato de seguro, por ser de adesão e obrigatório, deve ser interpretado da forma mais favorável ao aderente e de modo a se

4 aproximar, quanto mais possível, aos fins da avença. Não seria razoável que seguro habitacional, concebido com objetivo de proteger a seguridade social (lato sensu) e garantir a conquista dos sonhos das classes de B a E, cuidasse de cobrir os riscos de danos físicos apenas por fatores externos, deixando sem proteção o risco mais iminente (vícios de construção). Ao contrário, a idéiaforça deste seguro, em relação à aquisição de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (com a sua política pública de diminuir o deficit habitacional) é proteger o mutuário. Assim, as Normas e Rotinas Sinistros de Danos Físicos prevêem a cobertura, quando o imóvel for adquirido pelo SFH, dos danos físicos decorrentes do vício da construção. O item Anexo 12 - dessas normas e rotinas é claro neste sentido, in verbis: "Nos casos em que o vistoriador da Seguradora referir-se expressamente à existência do vício da construção como fato gerador do sinistro, a Seguradora, reconhecendo a cobertura, requererá medida cautelar específica, consistindo em exame pericial, com vistas à produção antecipada de provas e a fim de requerer, em seguida, se for o caso, contra quem de direito, o ressarcimento da importância da despendida a título de indenização". Enfim, à seguradora cabe, no exercício do direito de regresso, buscar o ressarcimento da importância despendida a título de indenização. Quando a apólice afirma cobrir apenas os riscos decorrentes de força externa, está querendo excluir da cobertura, em homenagem à boa fé, os danos provocados, por dolo ou culpa, pelos próprios segurados. Enfrento a pretensão em si. Querem os autores, em antecipação da tutela de mérito: a)o pagamento mensal, enquanto durar o processo, dos valores necessários ao aluguel de outro imóvel; b)o pagamento dos encargos mensais do financiamento; c)a guarda dos imóveis objetos da lide. A ré reconhece que, logo em seguida à verificação do sinistro, assumiu o pagamento das prestações junto à Caixa Econômica Federal, nos termos do seguro habitacional, e se dispôs a guardar os imóveis objetos da lide. Instados, os autores confirmam que essas pretensões estão sendo atendidas. Assim, afigura-se-me que, a lume de cognição sumária, falta interesse de agir aos autores neste particular. Quanto ao pagamento mensal, enquanto durar o processo, dos valores necessários ao aluguel de outro imóvel, parece assistir razão aos autores. São indenizáveis nos termos da cláusula 5ª - CONDIÇÕES PARTICULARES PARA OS RISCOS DE DANOS FÍSICOS os danos materiais, diretamente resultantes dos riscos cobertos. Os aluguéis e as despesas condominiais a serem suportados pelos autores, que terão que desocupar suas casas em razão do risco de desabamento, estão, sem sofisma, inseridos no conceito de "danos materiais" cobertos pela Apólice. Essa locação e seu encargo mensal (aluguel) são, por assim dizer, forçados. Os autores estão privados do uso de seus respectivos imóveis e, em razão disso, são obrigados a locar outro para abrigar temporariamente suas famílias. O preço do aluguel constitui, portanto, prejuízo suportado pelos autores. Não se argumente que o pagamento dos aluguéis constitui provimento irreversível. Ora, o réu poderá reaver esses valores em ação própria. (AI , AI , AI Tribunal de Justiça de Pernambuco). Pondere-se, ainda, que sob o perigo da demora na prestação jurisdicional estão dois bens jurídicos. De um lado, a vida e a incolumidade das pessoas que habitam, com suas famílias, os imóveis ameaçados de desmoronamento. Doutra banda, a dificuldade de ressarcimento das indenizações provisórias destinadas especificamente ao pagamento dos aluguéis (forçados). O princípio da razoabilidade indica que a proteção da vida deve prevalecer. A inevitável lentidão do processo, com o seu tempo próprio para processar e julgar a demanda, deve ser menos sentida por quem, tendo em princípio o melhor direito, ainda possui o bem mais valioso, quando cotejados os bens em lide. A recuperação dos valores dos aluguéis, reconhece-se, é de difícil ressarcimento. Mas, frente a esse conflito, fico com a proteção da vida e da incolumidade das pessoas. Por fim, nos contratos de gaveta, com a alienação do imóvel houve, por cessão lógica e natural, a transferência do seguro. Quanto aos contratos encerrados, tem-se que o fato gerador do sinistro ocorreu na vigência do contrato de seguro. Posto isto, antecipo parcialmente os efeitos da tutela de mérito para determinar que a ré promova o pagamento dos aluguéis e despesas condominiais da autora até o limite de R$ 340,00, desde que comprovada a locação por contrato escrito. Intime-se a Caixa Econômica Federal para indicar se tem interesse no feito, no prazo de 10 dias. Oficie-se pelos correios. Publique-se. Recife, 17 de junho de Fábio Eugênio Oliveira Lima Juiz de Direito" Eis a posição a ser seguida, sem prejuízo de ser revista ou revisitada; V - Com efeito, a narrativa da exordial, lastreada no que apurado no Procedimento de

5 Investigação Preliminar nº 20/2006(PIP nº 20/2006) e, segundo ainda, a farta documentação apresentada, conforme acostado em fls.33/683 dos autos da presente ação civil pública, bem demonstram a gravidade do caso, apontando a conclusão pela constatação de vícios de construção na estrutura do edifício em foco, com a necessidade da imediata realização dos serviços de reparo em sua estrutura e até de escoramento do prédio, para evitar-se a situação de agravamento da situação do imóvel e o risco de desmoronamento(tombamento), o que reclama a pronta intervenção judicial provocada e, nos moldes, "mutatis mutandis", das abalizadas r. decisões paradigmas da lavra do eminente juiz titular desta Vara acima transcritas, permite o acolhimento parcial do pleito antecipatório, no sentido, ao menos, de assegurar a guarda e manutenção do imóvel e para a garantir da moradia segura dos interessados(moadores-mutuários) durante o transcurso da lide e a realização dos "serviços de reparo", ante os regramentos e a fundamentação invocada pelo Órgão acionante, com a assunção pelos Demandados do custeio das obras e do pagamento dos aluguéis de imóveis, com os seus consectários legais(tributos e taxas incidentes, pactuadas no contrato locatício, também incluídos por óbvio, os encargos condominiais, se for o caso), aqueles até o valor estimado de R$550,00, desde que devidamente comprovados por contrato escrito nos autos, o que servirá até para suprir também, a eventual omissão na nominação desses moradores(mutuários ou não do SFH) de forma discriminada na exordial, constante apenas de fl.43 dos autos do Procedimento d Investigação Preliminar(PIP 20/2006), certo ainda, que tal determinação em relação a CAIXA SEGURADORA S/A, como expressamente pugnado à atrial, restringe-se àqueles moradores que sejam mutuários do SFH, em relação á aquisição das unidades habitacionais respectivas, integrantes do "Edifício Athenas Garden". Por igual, merece imediata guarida o pleito do "aditamento"(fls.685/686-ii Volume) para a determinação de que os Demandados executem as suas expensas, de forma imediata, os serviços de "escoramento" ou outros necessários para impedir o tombamento do prédio, segundo as medidas técnicas cabíveis indicadas para a hipótese, notadamente pelos técnicos responsáveis, de forma a garantir a incolumidade não apenas de moradores-mutuários, como de terceiros, transeuntes, vizinhos e até dos trabalhadores da obra, para o que se deve também, oficiar ao Poder Público Municipal e ao CREA-PE, com ciência dos termos da presente decisão e das condições do imóvel, para a devida orientação, acompanhamento, fiscalização e providências pertinentes, caso ainda não tenham sido agilizadas pelos órgãos competentes, mesmo sendo certo que tais providências já devem ter sido encaminhadas uma vez que os Órgãos competentes da PCR e o próprio CREA, além dos Demandados, já têm ciência do problema como noticiam os autos, notadamente no Termo de Audiência de fl. 267/299 e fl2. 361/363 I e II Volumes dos autos, respectivamente. Nesse prisma, vale o registro de que é certo que eventuais medidas de intervenção do prédio, se fosse o caso, porquanto tal interdição ao que se percebe já se encontra viabilizada, é medida atinente aos órgãos públicos municipais encarregados dessa fiscalização e até do CREA-PE, como aliás noticia-se nos autos do PIP 20/2006, nos mencionadas Termos de Audiência de fls. 267/299 e fl2. 361/363 I e II Volumes dos autos, respectivamente, em que se narra o encaminhamento do Processo para a Procuradoria Judicial do Município para "a solicitação da interdição", o que por óbvio, não está no âmbito de competência desta Vara Cível da Capital. Contudo, o pleito para a quebra do sigilo fiscal, não se afigura pertinente, à mingua da demonstração de indícios suficiente a tanto, "initio litis" e, sem correspondência com o invocado art. 84, 5º do CDC-Lei nº 8.078/90 e à mingua ainda, de qualquer justificativa para tal, pelo que o indefiro neste ensejo, sem prejuízo se for o caso, da reapreciação de tal pleito. De igual sorte, nesta fase embrionária, indefiro o pleito para que a Caixa Seguradora S/A seja obrigada ao pagamento das prestações dos financiamentos ativos junto ao agente financeiro enquanto perdurar a impossibilidade de ocupação e uso normal do edifício, sem os riscos ventilados, uma vez não comprovada essa obrigação, senão que, em caso de sinistro, estaria "a CEF autorizada a receber diretamente da companhia seguradora o valor da indenização, aplicando-o na solução ou na amortização da dívida e colocando o saldo, se houver, a disposição dos DEVEDORES", segundo a inteligência da cláusula específica constante de vários dos contratos de Compra e Venda anexados(cláusula VIGÉSIMA TERCEIRA), ponto em que ouso divergir

6 da orientação das r. decisões paradigmas da lavra do ilustre juiz titular desta 28ª VCCC, antes transcritas. Eis assim, a solução a ser seguida, sem prejuízo de ser revista ou revistada; VI Nesse sentir, acolho parcialmente o pleito antecipatório formulado pelo Órgão acionante Ministério Público, por meio da ilustre Promotora de Justiça de Defesa da Cidadania com atuação em Habitação e Urbanismo - nos autos da presente Ação Civil Pública impetrada, para fim de determinar aos Demandados - CONSTRUTORA CALDAS LTDA, MARCOS CALDAS DE ARAÚJO, MÁRCIA CALDAS COSTA CARVALHO, MARCLEO CALDAS DE ARAÚJO, MAURÍCIO CALDAS DE ARAÚJO, HAYDÉE GUILHERMINO DE ARAÚJO e ainda, a CAIXA SEGURADORA S/A que paguem os aluguéis no importe de até o valor de R$550,00(quinhentos e cinqüenta reais) aos mutuários e/ou proprietários das unidades residenciais do "Edifício Athenas Garden", conforme laudo de avaliação de fls. 661/662 dos autos, como forma a garantir a moradia segura dos interessados durante o transcurso da lide e a realização dos "serviços de reparo", bem como o pagamento pelos Demandados, das despesas das providências necessárias a imediata realização dos serviços de reparos estruturais e até do imediato escoramento do prédio e a realização de obras que venham a garantir a estabilidade da edificação, para evitar-se o seu tombamento e agravamento dos danos, inclusive, a terceiros, além de assegurar a guarda e manutenção do imóvel e, com a assunção pelos Demandados do custeio das obras e do pagamento dos aluguéis de imóveis, com os seus consectários legais(tributos e taxas incidentes, inclusive condominiais, conforme pactuadas no contrato locatício), desde que devidamente comprovados por contrato escrito nos autos, certo que tal determinação em relação a CAIXA SEGURADORA S/A, como expressamente pugnado à atrial, restringe-se àqueles moradores que sejam mutuários do SFH, em relação á aquisição das unidades habitacionais respectivas, integrantes do "Edifício Athenas Garden" e reconhecida a solidariedade, dos demandados, quanto ao mais requerido e opara determinado, tudo sob pena do pagamento de multa diária de R$25.000,00 por dia de descumprimento, a consideração da gravidade e risco ao bem jurídico protegido, para o que se deve ainda, por cautela, oficiar-se ao Poder Público Municipal, através dos setor ou órgão competente, e ao CREA-PE, com ciência dos termos da presente decisão e das condições de risco descritas para o Imóvel em referência, para a devida orientação, acompanhamento, fiscalização e providências pertinentes, caso ainda não tenham sido agilizadas pelo órgão competente, certo mesmo, que tais providências já devem ter sido agilizadas uma vez que os Órgãos competentes da PCR e o próprio CREA, além dos Demandados, já têm ciência do problema como noticiam os autos, notadamente no Termo de Audiência de fl. 297 e fl. 361/363 I e II Volumes dos autos, respectivamente. Outrossim, indefiro nesta fase, o pedido de natureza cautelar para a quebra do sigilo fiscal dos Demandados e, bem assim, indefiro o pedido para obrigar a Caixa Seguradora S/A ao pagamento das prestações dos financiamentos ativos junto ao agente financeiro enquanto perdurar a impossibilidade de ocupação e uso do edifício, na forma da presente fundamentação, sem prejuízo de melhor analisar essas questões após o natural desdobramento da lide; VII Intime(m) se, com ciência pessoal a representação Ministerial, oficie- se aos Órgãos mencionados para dos devidos fins de direito, inclusive a PCR, para informar quanto à efetiva interdição do prédio e tramitação do processo específico, tudo com a máxima brevidade e urgência, além da promover-se com a intimação da Caixa Econômica Federal CEF para manifestar, querendo, eventual interesse na causa, no prazo da lei. Em seguida, citem-se os Demandados para, querendo, oferecerem resposta, desde que observado o prazo e, sob as penas da lei. Ainda, em sendo o caso, expeça-se Edital, na forma do que dispõe o art. 94 do CDC-Lei nº 8.078/90; VIII - Cumpra-se, sob as cautelas legais de praxe. Recife, 06 de fevereiro de MARCOS ANTONIO NERY DE AZEVEDO Juiz de Direito Substituto de 3ª Entrância CPC COMENTADO, Editora Revista dos Tribunais, "Compete à Justiça Federal decidir sobre a existência de interesse jurídico que justifique a presença, no processo, da União, suas autarquias ou empresas públicas"(stj, 150) CPC e Legislação Processual em Vigor, SARAIVA, 25ª Edição, São Paulo, 2003, pág.993; CPC e Legislação Processual em Vigor, SARAIVA, 25ª Edição, São Paulo, 2003, pág.1187; JUÍZO DE DIREITO DA 28ªVARA CÍVEL DA CAPITAL 1 Processo nº /Ação Civil Pública/Decisão/Defere Antecipação parcial dos efeitos da tutela pretendida. prazo da lei. Em seguida, citem-se os Demandados para,

7 querendo, oferecerem resposta, desde que observado o prazo e, sob as penas da lei. Ainda, em sendo o caso, expeça-se Edital, na forma do que dispõe o art. 94 do CDC-Lei nº 8.078/90; VIII - Cumprase, sob as cautelas legais de praxe. Recife, 06 de fevereiro de MARCOS ANTONIO NERY DE AZEVEDO Juiz de Direito Substituto de 3ª Entrância CPC COMENTADO, Editora Revista dos Tribunais, "Compete à Justiça Federal decidir sobre a existência de interesse jurídico que justifique a presença, no processo, da União, suas autarquias ou empresas públicas"(stj, 150) CPC e Legislação Processual em Vigor, SARAIVA, 25ª Edição, São Paulo, 2003, pág.993; CPC e Legislação Processual em Vigor, SARAIVA, 25ª Edição, São Paulo, 2003, pág.1187; JUÍZO DE DIREITO DA 28ªVARA CÍVEL DA CAPITAL 1 Processo nº /Ação Civil Pública/Decisão/Defere Antecipação parcial dos efeitos da tutela pretendida.

Foi antecipada a tutela em sede de liminar (fls. 1.708/1.709).

Foi antecipada a tutela em sede de liminar (fls. 1.708/1.709). fls. 1 Em 17 de dezembro de 2014, faço estes autos conclusos ao meritíssimo juiz de direito ANDRÉ FORATO ANHÊ, titular da 3.ª Vara do foro distrital de Ferraz de Vasconcelos. Eu, ( ), escrevente, subscrevi.

Leia mais

Autos nº: 201403216112 SENTENÇA I? RELATÓRIO

Autos nº: 201403216112 SENTENÇA I? RELATÓRIO Autos nº: 201403216112 SENTENÇA I? RELATÓRIO ALEX DA SILVA CALDEIRA propôs ação de cobrança de seguro por invalidez decorrente de doença em face de ITAÚ SEGUROS S/A, já qualificados, afirmando que foi

Leia mais

AGTR 67.937-PB (2006.05.00.016506-6). RELATÓRIO

AGTR 67.937-PB (2006.05.00.016506-6). RELATÓRIO AGTR 67.937-PB (2006.05.00.016506-6). AGRTE : CEF - CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. ADV/PROC : JUSTINIANO DIAS DA SILVA JÚNIOR E OUTROS. AGRDO : JOSELITA MARIA GOMES TORRES. AGRDO : ANTONIO SANTIAGO FREITAS TORRES.

Leia mais

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Órgão 1ª Turma Cível Processo N. Agravo de Instrumento 20130020241390AGI Agravante(s) GOLDEN CROSS ASSISTENCIA INTERNACIONAL

Leia mais

substituição ao Des. José Di Lorenzo Serpa.

substituição ao Des. José Di Lorenzo Serpa. ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa APELAÇÃO CÍVEL N. 040.2008.000891-1/001. Relator: Marcos William de Oliveira, Juiz Convocado em substituição ao Des. José Di

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL UBALDO CAVALCANTE

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL UBALDO CAVALCANTE PROCESSO: AGRAVO DE INSTRUMENTO (TURMA) Nº 77503/PE (2007.05.00.032510-4) AGRTE : CAIXA SEGURADORA S/A ADV/PROC : HOMERO FREIRE JARDIM E OUTROS AGRDO : ADECON - ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DA CIDADANIA E DO CONSUMIDOR

Leia mais

:João Batista Barbosa - Juiz Convocado. Apelante :Unibanco AIG Seguros S/A (Adv. Vanessa Cristina de Morais Ribeiro e outros).

:João Batista Barbosa - Juiz Convocado. Apelante :Unibanco AIG Seguros S/A (Adv. Vanessa Cristina de Morais Ribeiro e outros). APELAÇÃO CÍVEL N 200.2008.032.045-61 001. Relator :João Batista Barbosa - Juiz Convocado. Apelante :Unibanco AIG Seguros S/A (Adv. Vanessa Cristina de Morais Ribeiro e outros). Apelado :Evaldo de Lima

Leia mais

AUTOR : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL/OAB SEÇÃO DE PE E OUTRO. Objetos: 01.04.08.07 Telefonia Concessão/Permissão/Autorização Serviços Administrativo

AUTOR : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL/OAB SEÇÃO DE PE E OUTRO. Objetos: 01.04.08.07 Telefonia Concessão/Permissão/Autorização Serviços Administrativo 0019828 49.2011.4.05.8300 Classe: 1 AÇÃO CIVIL PÚBLICA AUTOR : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL/OAB SEÇÃO DE PE E OUTRO ADVOGADO: PAULO HENRIQUE LIMEIRA GORDIANO RÉU: TIM NORDESTE TELECOMUNICACOES S.A. E

Leia mais

AÇÃO CIVIL PÚBLICA Valor de Mercado

AÇÃO CIVIL PÚBLICA Valor de Mercado AÇÃO CIVIL PÚBLICA Valor de Mercado Resumo: Tomamos a iniciativa de relatar este caso, dado seu interesse e relevância para o segmento segurador, além do significado para os consumidores de seguros, especialmente

Leia mais

Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ. Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS

Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ. Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS Processo nº 0312090-42.2012.8.19.0001 Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS S E N T E N Ç A Trata-se de ação de obrigação

Leia mais

2 FASE DIREITO CIVIL ESTUDO DIRIGIDO DE PROCESSO CIVIL 2. Prof. Darlan Barroso - GABARITO

2 FASE DIREITO CIVIL ESTUDO DIRIGIDO DE PROCESSO CIVIL 2. Prof. Darlan Barroso - GABARITO Citação 2 FASE DIREITO CIVIL ESTUDO DIRIGIDO DE PROCESSO CIVIL 2 Prof. Darlan Barroso - GABARITO 1) Quais as diferenças na elaboração da petição inicial do rito sumário e do rito ordinário? Ordinário Réu

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO nº 133023/PE (0006482-31.2013.4.05.0000)

AGRAVO DE INSTRUMENTO nº 133023/PE (0006482-31.2013.4.05.0000) AGRTE AGRDO ADV/PROC ORIGEM RELATOR : UNIÃO (FAZENDA NACIONAL) : CLEIDE & LIMA LTDA ME : PEDRO MELCHIOR DE MELO BARROS e outros : 28ª VARA FEDERAL DE PERNAMBUCO (ARCOVERDE) : DESEMBARGADOR FEDERAL FERNANDO

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal AÇÃO CÍVEL ORIGINÁRIA 2.475 RIO GRANDE DO SUL RELATOR AUTOR(A/S)(ES) PROC.(A/S)(ES) RÉU(É)(S) PROC.(A/S)(ES) : MIN. ROBERTO BARROSO :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA :MINISTÉRIO

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE ALTA FLORESTA 6ª VARA. Vistos.

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE ALTA FLORESTA 6ª VARA. Vistos. Autos n.º 3022-48.2012.811.0007. Código nº 101526. Ação de Obrigação de Fazer. Vistos. Trata-se de ação nominada Ação Cominatória de Obrigação de Fazer com pedido expresso de tutela de urgência interposta

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA BAHIA

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA BAHIA Page 1 of 5 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA BAHIA TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA, SUBSCRITO, NO DIA 11 DE NOVEMBRO DE 2004, PELA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, CONSTRUTORA

Leia mais

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador ANTONIO CARLOS JÚNIOR I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador ANTONIO CARLOS JÚNIOR I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2010 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 57, de 2007 (PL 4760, de 2005, na origem), que altera o art. 3º da Lei nº 8.100, de 5 de dezembro de 1990, para

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL TIPO A PODER JUDICIÁRIO 22ª VARA CÍVEL FEDERAL DE SÃO PAULO AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROCESSO N.º 0004415-54.2011.403.6100 AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RÉ: AGÊNCIA NACIONAL DE SÁUDE SUPLEMENTAR - ANS REG.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ACÓRDÃO ACÓRDÃO Registro: 2013.0000251389 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0128060-36.2010.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante AGÊNCIA ESTADO LTDA, é apelado IGB ELETRÔNICA

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Desembargador José Ricardo Porto

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Desembargador José Ricardo Porto Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Desembargador José Ricardo Porto DECISÃO MONOCRÁTICA AGRAVO DE INSTRUMENTO N 200.2011.047193-1/001 Capital. itelator : Desembargador

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO Registro: 2013.0000172403 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0021434-36.2009.8.26.0000, da Comarca de São Paulo,

Leia mais

Doc.: 2305. Pag.: 1 1ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE MG PROCESSO Nº 0001153-71.2014.503.0001

Doc.: 2305. Pag.: 1 1ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE MG PROCESSO Nº 0001153-71.2014.503.0001 1ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE MG PROCESSO Nº 0001153-71.2014.503.0001 Pag.: 1 Aos 02 dias do mês de outubro de 2015, às 17h44 na sala de audiência desta Vara, por determinação da MMª Juíza do Trabalho

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL \d \w1215 \h1110 FINCLUDEPICTURE "brasoes\\15.bmp" MERGEFORMAT PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL Processo n. 001.08.020297-8 Ação: Ação Civil Pública Autor: Ministério

Leia mais

GOUVÊA FRANCO ADVOGADOS

GOUVÊA FRANCO ADVOGADOS O DIREITO DE REGRESSO DO INSS: ACIDENTES DE TRABALHO E A LEI Nº 8.213/91 Introdução: Recentemente, por todo o Brasil, constata-se na Justiça Federal o crescente aumento de ações regressivas propostas pelo

Leia mais

Nº 70034654392 COMARCA DE NOVO HAMBURGO BRUNA MACHADO DE OLIVEIRA

Nº 70034654392 COMARCA DE NOVO HAMBURGO BRUNA MACHADO DE OLIVEIRA AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO MONOCRÁTICA. AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO OBRIGATÓRIO. DPVAT. LEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE DE QUALQUER SEGURADORA INTEGRANTE DO CONSÓRCIO. INCLUSÃO DA SEGURADORA

Leia mais

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010 Apresentação: Leandro Ibagy Vitória, mar/2010 Ao proteger excessivamente o locatário, restringindo a reprise, ninguém mais se interessava adquirir imóveis para destiná-los a locação. Nível de aquisição

Leia mais

Honorários advocatícios

Honorários advocatícios Honorários advocatícios Os honorários advocatícios são balizados pelo Código de Processo Civil brasileiro (Lei de n. 5.869/73) em seu artigo 20, que assim dispõe: Art. 20. A sentença condenará o vencido

Leia mais

SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME

SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME Registro n' SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME Vistos. Trata-se de ação ordinária, visando

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Registro: 2014.000079XXXX ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº XXXXXX-XX.2011.8.26.0309, da Comarca de Jundiaí, em que é apelante VASSOURAL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA.

Leia mais

O PROCESSO JUDICIAL E A PERÍCIA - CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O PROCESSO JUDICIAL E A PERÍCIA - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Curso de Avaliações Prof. Carlos Aurélio Nadal cnadal@ufpr.br AULA 01 O PROCESSO JUDICIAL E A PERÍCIA - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Conflito de interesses - duas pessoas possuem interesse sobre o mesmo bem

Leia mais

MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO

MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO O CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA, doravante designado CADE, neste ato representado por sua Presidente, Elizabeth Maria Mercier Querido Farina, conforme

Leia mais

CÍVEL Nº 71002427482 COMARCA DE PORTO ALEGRE

CÍVEL Nº 71002427482 COMARCA DE PORTO ALEGRE COBRANÇA. CONSUMIDOR. CONTRATO. SEGURO DE VIDA. RESSARCIMENTO/COMPLEMENTAÇÃO DE AUXILIO FUNERAL. DEVOLUÇÃO EM DOBRO DAS PRESTAÇÕES COBRADAS/PAGAS APÓS A MORTE DO SEGURADO. 1. Restou incontroversa a contratação

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO GABINETE DO DES. SAULO HENRIQUES DE SÁ E BENE VIDES DECISÃO TERMINATIVA Agravo de Instrumento 200.2011.026679-4/001 2 1' Vara Civel da Capital. Relator : Des. Saulo Henriciues

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. Por que se diz instrumento: a razão pela qual o recurso se chama agravo de

Leia mais

ACÓRDÃO. Rio de Janeiro, 05 de outubro de 2010. Desembargador ROBERTO FELINTO Relator

ACÓRDÃO. Rio de Janeiro, 05 de outubro de 2010. Desembargador ROBERTO FELINTO Relator DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº 0355516-46.2008.8.19.0001 Apelante 1 : AZZURRA PARIS VEÍCULOS LTDA. Apelante 2 : SUL AMÉRICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS Apelados 1 : OS MESMOS Apelado 2

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 180 SENTENÇA Processo Digital nº: 1021633-14.2014.8.26.0405 Classe - Assunto Procedimento Ordinário - Promessa de Compra e Venda Requerente: RAFAEL RODRIGUES e outro Requerido: IBÉRIA INCORPORADORA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE 10 GRAU EM MINAS GERAIS SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE PONTE NOVA

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE 10 GRAU EM MINAS GERAIS SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE PONTE NOVA Processo n. 2121-59.2013.4.01.3822 Ação Ordinária / Outras Autora: Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais - Regional Circuito do Ouro Ré: Universidade Federal de Ouro Preto DECISÃO

Leia mais

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal.

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal. Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS 0001505 65.2014.2.00.0000 Requerente: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS e outros Requerido: CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS RELATÓRIO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO BARROS DIAS

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO BARROS DIAS AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 122610/AL (0001933-12.2012.4.05.0000) AGRTE : CRISTINA MOREIRA DE BRITO TENORIO ADV/PROC : FLÁVIO ADRIANO REBELO BRANDAO SANTOS E OUTRO AGRDO : FAZENDA NACIONAL ORIGEM: 5ª VARA

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos e os procedimentos pertinentes. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei introduz alteração na Lei

Leia mais

QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO AGRAVO DE INSTRUMENTO nº 0042576-57.2010.8.19.0000 AGRAVANTE: CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO GENERAL ALBERTO DIAS SANTOS AGRAVADO: XXXXX XX

Leia mais

SENTENÇA. XXXXXX-XX.2012.8.26.0100 Procedimento Ordinário - Perdas e Danos D. (Omitido) Jonica Investimentos Imobiliários Ltda.

SENTENÇA. XXXXXX-XX.2012.8.26.0100 Procedimento Ordinário - Perdas e Danos D. (Omitido) Jonica Investimentos Imobiliários Ltda. fls. 1 SENTENÇA Processo nº: Classe - Assunto Requerente: Requerido: XXXXXX-XX.2012.8.26.0100 Procedimento Ordinário - Perdas e Danos D. (Omitido) Jonica Investimentos Imobiliários Ltda. (Tecnisa) Juiz(a)

Leia mais

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Legitimidade ativa (Pessoas relacionadas no art. 103 da

Leia mais

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO PARTE A ADV/PROC PARTE R REPTE ORIGEM RELATOR : JORGEVALDO ROBINSTON DE MOURA : FÁBIO CORREA RIBEIRO E OUTROS : INSS INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL : PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE : JUÍZO

Leia mais

Autor: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM HOTÉIS, APART HOTÉIS, MOTÉIS, FLATS, RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E SIMILARES DE SÃO PAULO E REGIÃO,

Autor: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM HOTÉIS, APART HOTÉIS, MOTÉIS, FLATS, RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E SIMILARES DE SÃO PAULO E REGIÃO, ATENÇÃO - Texto meramente informativo, sem caráter intimatório, citatório ou notificatório para fins legais. PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Justiça do Trabalho - 2ª Região Número Único: 01497003320065020075

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. FAGUNDES CUNHA PRESIDENTE RELATOR

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. FAGUNDES CUNHA PRESIDENTE RELATOR RECURSO INOMINADO Nº 2006.0003212-2/0, DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE CRUZEIRO DO OESTE RECORRENTE...: BRADESCO SEGUROS S. A. RECORRIDO...: ALEXANDRE GONÇALVES MANFRIM RELATOR...: EMENTA RECURSO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2011.0000327003 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 0070992-06.2011.8.26.0000, da Comarca de, em que é agravante PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO sendo

Leia mais

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282)

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1 PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1. Requisitos do 282 do CPC 1.1. Endereçamento (inciso I): Ligado a competência, ou seja, é imprescindível que se conheça as normas constitucionais de distribuição de competência,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.084.748 - MT (2008/0194990-5) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO SIDNEI BENETI : AGRO AMAZÔNIA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA : DÉCIO JOSÉ TESSARO E OUTRO(S) :

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. I RELATÓRIO

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. I RELATÓRIO COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. Veda a utilização do sistema francês de amortização, ou tabela Price, nos empréstimos e financiamentos de qualquer natureza.

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE PRERROGATIVAS DA AMATRA XV

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE PRERROGATIVAS DA AMATRA XV REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE PRERROGATIVAS DA AMATRA XV CAPÍTULO I DAS ATRIBUIÇÕES Art. 1º. Compete à Comissão de Prerrogativas a efetivação prática do disposto no inciso III do artigo 2º do Estatuto

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em ação de indenização, em que determinada empresa fora condenada a pagar danos materiais e morais a Tício Romano, o Juiz, na fase de cumprimento de sentença, autorizou

Leia mais

CONCLUSÃO Em 04/05/2015, faço conclusão destes autos a MM. Juíza de Direito, Dra. Fernanda Gomes Camacho. Eu,, Escrevente, subscrevi.

CONCLUSÃO Em 04/05/2015, faço conclusão destes autos a MM. Juíza de Direito, Dra. Fernanda Gomes Camacho. Eu,, Escrevente, subscrevi. fls. 1075 CONCLUSÃO Em 04/05/2015, faço conclusão destes autos a MM. Juíza de Direito, Dra. Fernanda Gomes Camacho. Eu,, Escrevente, subscrevi. SENTENÇA Processo nº: 1040391-49.2015.8.26.0100 Classe -

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO SEXTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Agravo de Instrumento nº 0030022-85.2013.8.19.0000 Agravante: LUCIENE FERREIRA DA SILVA Agravado: LEASING PANAMÁ EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA Relatora: DES.

Leia mais

HIDROCEFALIA. LAUDO MÉDICO QUE COMPROVA A NECESSIDADE DO PROCEDIMENTO. DECISÃO DETERMINA A REALIZAÇÃO, SOB PENA DE MULTA

HIDROCEFALIA. LAUDO MÉDICO QUE COMPROVA A NECESSIDADE DO PROCEDIMENTO. DECISÃO DETERMINA A REALIZAÇÃO, SOB PENA DE MULTA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0022741-44.2014.8.19.0000 AGRAVANTE: MUNICÍPIO DE ARRAIAL DO CABO AGRAVADO: BRYAN RODRIGUES ALVES PINTO REP/S/MÃE NATALY RODRIGUES ALVES DES. RELATOR:

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO ACRE 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco. Decisão

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO ACRE 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco. Decisão fls. 1 Autos n.º 0708777-72.2013.8.01.0001 Classe Ação Civil Pública Autor Defensoria Pública do Estado do Acre Réu Estado do Acre Decisão Trata-se de Ação Civil Pública, com pedido de tutela antecipada,

Leia mais

Processo Data: 01400227750 Decisão: 27/01/2014 Ano Geração: 2014

Processo Data: 01400227750 Decisão: 27/01/2014 Ano Geração: 2014 Processo Data: 01400227750 Decisão: 27/01/2014 Ano Geração: 2014 Autos nº: 201400227750 Ação Civil Pública Autor: Ministério Público do Estado de Goiás Requerido: Estado de Goiás Decisão: O Ministério

Leia mais

Ação Ordinária nº 200.81.00.006

Ação Ordinária nº 200.81.00.006 Ação Ordinária nº 200.81.00.006 Nos autos da Ação Ordinária n 2000.81.00.006046-9, ajuizada por servidores da Justiça Federal no Ceará contra a União Federal, e que tramita na 2ª Vara da Justiça Federal,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL C O N C L U S Ã O Nesta data, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto, nesta 15ª Vara, Dr. Eurico Zecchin Maiolino. São Paulo,...Eu,..., Analista Judiciário 15ª Vara Cível Processo nº 2009.61.00.010245-7

Leia mais

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO No- 260, DE 7 DE JANEIRO DE 2010 O Presidente do CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS - CCFCVS, com

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO PRATICA JURIDICA II : FASE DE POSTULAÇÃO AILTON SILVA ANTUNES NILSON DE OLIVEIRA JUNIOR TITO MARÇAL DE OLIVEIRA PEREIRA LINHARES-ES

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº. 0120754-14.2010.8.19.0002 Apelante: UNIMED SÃO GONÇALO NITERÓI SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇOS MÉDICOS E HOSPITALARES LTDA Apelado: MARIA EMÍLIA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail:

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail: Vara: 1ª Vara Cível Processo: 0002465-39.2013.8.22.0001 Classe: Procedimento Ordinário (Cível) Requerente: Shirlane Guillen dos Santos Requerido: Banco Bradesco S/A SENTENÇA Vistos, etc... RELATÓRIO. SHIRLANE

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO N º 904.124-0/9 São Paulo Agravante: Patrícia de Carvalho Izoldi Agravado: Paulo Penido Pinto Marques

AGRAVO DE INSTRUMENTO N º 904.124-0/9 São Paulo Agravante: Patrícia de Carvalho Izoldi Agravado: Paulo Penido Pinto Marques AGRAVO DE INSTRUMENTO N º 904.124-0/9 São Paulo Agravante: Patrícia de Carvalho Izoldi Agravado: Paulo Penido Pinto Marques AÇÃO DE DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO CUMULADA COM COBRANÇA DE ALUGUERES E ENCARGOS.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 525/2008 TCE PLENO

RESOLUÇÃO Nº. 525/2008 TCE PLENO RESOLUÇÃO Nº. 525/2008 TCE PLENO 1. Processo nº: 03755/2007 2. Classe de Assunto: Procedimento Licitatório Dispensa 3. Origem: Secretaria da Saúde SESAU 4. Responsável: Eugênio Pacceli de Freitas Coelho

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL PROCESSO N. : 14751-89.2012.4.01.3400 AÇÃO ORDINÁRIA/SERVIÇOS PÚBLICOS CLASSE 1300 AUTOR (A): ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS ESPECIALISTAS EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL RÉ: UNIÃO SENTENÇA TIPO

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Diário da Justiça de 12/05/2006 18/04/2006 PRIMEIRA TURMA RELATOR : MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE RECORRENTE(S) : CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO MARANHÃO - CEFET/MA ADVOGADO(A/S) : PROCURADORIA-GERAL

Leia mais

ACÓRDÃO 0000197-02.2012.5.04.0000 AGR Fl.1

ACÓRDÃO 0000197-02.2012.5.04.0000 AGR Fl.1 0000197-02.2012.5.04.0000 AGR Fl.1 EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL. Inexiste fudamento relevante nem que do ato impugnado possa resultar a ineficácia da medida, conforme descrito no inciso III do art. 7º da

Leia mais

Seguro Compreensivo Residencial

Seguro Compreensivo Residencial Seguro Compreensivo Residencial Este seguro é destinado à moradias (casas e apartamentos) HABITUAIS de alvenaria, de uso exclusivamente residencial, contra diversos riscos, de maneira rápida e descomplicada,

Leia mais

Aluguel O que é preciso saber sobre aluguel Residencial

Aluguel O que é preciso saber sobre aluguel Residencial Aluguel O que é preciso saber sobre aluguel Residencial Ao alugar um imóvel é necessário documentar a negociação por meio de um contrato, de preferência, escrito. O inquilino deve ler atentamente todas

Leia mais

O Exmº. Sr. Desembargador Federal EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR (Relator):

O Exmº. Sr. Desembargador Federal EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR (Relator): PROCESSO Nº: 0802543-39.2013.4.05.8300 - APELAÇÃO APELANTE: ELIZABETH VIRGINIA MACHADO MOURA DE PAIVA (e outro) ADVOGADO: LOUISE MARIE BRUÈRE DE CARVALHO PAIVA (e outros) APELADO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL

Leia mais

01/01/2009 em quantidade e com adequação de distribuição que assegure sua disponibilização em pelo menos uma bomba de cada um dos postos revendedores

01/01/2009 em quantidade e com adequação de distribuição que assegure sua disponibilização em pelo menos uma bomba de cada um dos postos revendedores 19ª Vara Cível Federal Autos nº 2007.61.00.034636-2 e 2008.61.00.013278-0 AÇÕES CIVIS PÚBLICAS Autores: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, ESTADO DE SÃO PAULO, INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Guilherme Campos) Dispõe sobre juros de mora e atualização monetária dos débitos judiciais. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta lei disciplina os juros de mora

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL EXCELENTÍSSIMO(A) JUIZ(ÍZA) FEDERAL DA 5ª VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO. PROCESSO Nº. 0010336-04.2009.4.05.8300 CLASSE: 1 AÇÃO CIVIL PÚBLICA AUTOR: RÉS: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL CAIXA

Leia mais

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO 1 1) O DIREITO MATERIAL DE PAGAMENTO POR CONSIGNAÇÃO a) Significado da palavra consignação b) A consignação como forma de extinção da obrigação c) A mora accipiendi 2 c)

Leia mais

Art. 2º Poderão se beneficiar deste Projeto as famílias privadas de sua moradia, nas seguintes hipóteses:

Art. 2º Poderão se beneficiar deste Projeto as famílias privadas de sua moradia, nas seguintes hipóteses: LEI Nº 3.444, DE 29/06/2011. DISPÕE SOBRE O PROJETO ALUGUEL SOCIAL E REVOGA O ART.4º DA LEI 1863, DE 27/09/1995. O PREFEITO MUNICIPAL DA ARACRUZ, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS;

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. RIBEIRÃO PRETO, em que é agravante COMPANHIA HABITACIONAL

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. RIBEIRÃO PRETO, em que é agravante COMPANHIA HABITACIONAL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO AC REG.STRADO(A)SOBN Vistos, relatados e discutidos estes autos de AGRAVO DE INSTRUMENTO n e 682.409-5/0-00, da Comarca de RIBEIRÃO PRETO, em que é agravante COMPANHIA

Leia mais

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o 5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS AVENÇAS PARTES CONTRATANTES COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o n.... e no RG sob o n...., residente

Leia mais

Estado de Mato Grosso Poder Judiciário Comarca de Várzea Grande Juízo da 2ª Vara Cível. Vistos etc.,

Estado de Mato Grosso Poder Judiciário Comarca de Várzea Grande Juízo da 2ª Vara Cível. Vistos etc., Processo Nº. 20271-27.2012 - Código 299671 Vistos etc., 1. DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE MATO GROSSO promove AÇÃO CIVIL PÚBLICA CONSUMERISTA C/C LIMINAR em desfavor de SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA. ( SKY

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO A C Ó R D Ã O 3ª T U R M A PODER JUDICIÁRIO FEDERAL MEMBRO DE CONSELHO CONSULTIVO. ESTABILIDADE. DESCABIMENTO. Não faz jus à estabilidade sindical o empregado eleito pelo órgão consultivo da entidade,

Leia mais

Vistos, Embora dispensado (art. 38, Lei nº 9.099/95), é o relato do necessário.

Vistos, Embora dispensado (art. 38, Lei nº 9.099/95), é o relato do necessário. Vistos, Como já ressaltado em decisum anterior, a presente demanda foi proposta por MARIA APARECIDA MARQUES AMORIN NUNES em face de UNIMED ARAGUAIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO, objetivando a revisão

Leia mais

PL 5196/2013. Acrescer Capítulo VIII ao Título Ido Código de Defesa do Consumidor: Das Medidas Corretivas

PL 5196/2013. Acrescer Capítulo VIII ao Título Ido Código de Defesa do Consumidor: Das Medidas Corretivas PL 5196/2013 Acrescer Capítulo VIII ao Título Ido Código de Defesa do Consumidor: Das Medidas Corretivas Medidas Corretivas: natureza jurídica. [redação original do PL] Art. 60-A. Sem prejuízo da sanções

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS PRESIDÊNCIA N 1.0000.14.040170-4/000 BELO HORIZONTE ESTADO DE MINAS GERAIS REOUERIDO(A)(S)

TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS PRESIDÊNCIA N 1.0000.14.040170-4/000 BELO HORIZONTE ESTADO DE MINAS GERAIS REOUERIDO(A)(S) SUSP DE LlMINAR/ANT TUTEL PRESIDÊNCIA BELO HORIZONTE REOUERENTE(S) ESTADO DE MINAS GERAIS REOUERIDO(A)(S) JUiZO DE DIREITO DA 5 a VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE BELO HORIZONTE INTERESSADO MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

3LEI Nº 438 DE 09 DE SETEMBRO DE 2014

3LEI Nº 438 DE 09 DE SETEMBRO DE 2014 3LEI Nº 438 DE 09 DE SETEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a consignação em folha de pagamento de agente político e servidor da administração municipal do executivo e do legislativo e dá outras providências. O

Leia mais

i iiiiii um mu um um um um mu mi mi

i iiiiii um mu um um um um mu mi mi PODER JUDICIÁRIO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N i iiiiii um mu um um um um mu mi mi Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento

Leia mais

Aqui você vai encontrar esclarecimentos importantes a respeito de seus direitos.

Aqui você vai encontrar esclarecimentos importantes a respeito de seus direitos. ESTIMADO MORADOR, SAUDAÇÕES! ESTA É A CARTILHA QUE A CDHU PREPAROU PARA FALAR DO IMÓVEL QUE VOCÊ ESTÁ ADQUIRINDO, COM INFORMAÇÕES SOBRE O SEU CONTRATO COM A CDHU. Aqui você vai encontrar esclarecimentos

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL RELATOR: DES. MARCOS ALCINO DE AZEVEDO TORRES

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL RELATOR: DES. MARCOS ALCINO DE AZEVEDO TORRES TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL RELATOR: DES. MARCOS ALCINO DE AZEVEDO TORRES APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0373149-36.2009.8.19.0001 APTE: VIVO S.A. APDO: MINISTERIO PUBLICO Apelação Cível. Ação civil

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 200.2006.016167-2/001.

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 200.2006.016167-2/001. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 200.2006.016167-2/001. O RELATOR Desembargador João Machado de Souza. AGRAVANTE : Sistema Educacional Genius LTDA - (Adv.

Leia mais

OITAVA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

OITAVA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO OITAVA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO APELAÇÃO CÍVEL Nº 2008.001.56923 APELANTE: BRADESCO SAÚDE S/A APELADA: VÂNIA FERREIRA TAVARES RELATORA: DES. MÔNICA MARIA COSTA APELAÇÃO

Leia mais

PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO 0004689-63.2013.2.00.0000

PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO 0004689-63.2013.2.00.0000 PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO 0004689-63.2013.2.00.0000 Requerente: Associaçao dos Magistrados do Estado de Pernambuco - Amepe Requerido: Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco Advogado(s):

Leia mais

(ambas sem procuração).

(ambas sem procuração). ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 001.2009.006097-9 / 001 Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa. Agravante: Itatj Seguros S/A. Advogado:

Leia mais

CONCLUSÃO Em 27 de novembro de 2007 faço estes autos conclusos ao MM Juiz Federal Substituto da 6ª Vara de Guarulhos, Dr. Fabiano Lopes Carraro.

CONCLUSÃO Em 27 de novembro de 2007 faço estes autos conclusos ao MM Juiz Federal Substituto da 6ª Vara de Guarulhos, Dr. Fabiano Lopes Carraro. CONCLUSÃO Em 27 de novembro de 2007 faço estes autos conclusos ao MM Juiz Federal Substituto da 6ª Vara de Guarulhos, Dr. Fabiano Lopes Carraro. Técnico Judiciário RF 4363 AÇÃO CIVIL PÚBLICA Processo nº

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCESSO Nº: 0801806-81.2014.4.05.8500 - AÇÃO CIVIL PÚBLICA AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RÉU: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS 3ª VARA FEDERAL - JUIZ FEDERAL TITULAR SEGURIDADE SOCIAL. PREVIDENCIÁRIO.

Leia mais

Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul

Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul fls. 82 SENTENÇA Autos n. 0844615-78.2013.8.12.0001 Ação: Representação Criminal/notícia de Crime Requerente: ADALBERTO BUENO NETTO Requerido: DARIA RODRIGUES DE SOUZA e outros Vistos... Cuidam os presentes

Leia mais

Relator Desembargador PEDRO SARAIVA DE ANDRADE LEMOS

Relator Desembargador PEDRO SARAIVA DE ANDRADE LEMOS 1 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 10ª CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento n.º 0005250-24.2014.8.19.0000 Agravante: BAR E RESTAURANTE SIRIOCO LTDA. (Autor) Agravado: COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS - CEDAE (Ré)

Leia mais

PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro. Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013

PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro. Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013 PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013 Esse pequeno ensaio tem por objetivo elaborar um estudo a respeito

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA AGRAVADO: INSTITUTO ANALICE LTDA RELATOR: DES. AUGUSTO ALVES MOREIRA JUNIOR AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 12ª REGIÃO 1.ª Vara do Trabalho de Joinville/SC.

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 12ª REGIÃO 1.ª Vara do Trabalho de Joinville/SC. Reclamante: Thiago Ivo Pereira Reclamado: 1) Probank S.A (Em recuperação judicial). 2) Caixa Econômica Federal Aos 19 dias do mês setembro de 2011, na sala de audiências da 1.ª Vara do Trabalho de Joinville,

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal MEDIDA CAUTELAR NA RECLAMAÇÃO 15.303 RIO DE JANEIRO RELATOR : MIN. LUIZ FUX RECLTE.(S) :MUNICÍPIO DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS RECLDO.(A/S)

Leia mais

A responsabilidade pelo pagamento das cotas condominiais em caso de aquisição do imóvel mediante arrematação judicial

A responsabilidade pelo pagamento das cotas condominiais em caso de aquisição do imóvel mediante arrematação judicial A responsabilidade pelo pagamento das cotas condominiais em caso de aquisição do imóvel mediante arrematação judicial Por Maria Angélica Jobim de Oliveira À luz do artigo 1.336, inciso I, do Código Civil,

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº 0002479-12.2012.8.19.0043 Vara Única da Comarca de Piraí Apelante: Município de Piraí Apelada: Luíza dos Santos

Leia mais