Classe: 01 - Ação Civil Pública Autor: ADECON - Associação de defesa da cidadania e do consumidor Réu: Caixa Econômica Federal e outros

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1 Classe: 01 - Ação Civil Pública Autor: ADECON - Associação de defesa da cidadania e do consumidor Réu: Caixa Econômica Federal e outros Classificação TIPO A Registro n. Recife,, de Eu,, registrei. S E N T E N Ç A I - RELATÓRIO Trata-se de ação civil pública proposta pela ADECON - Associação de defesa da cidadania e do consumidor, em face da Caixa Econômica Federal - CAIXA, da Caixa Seguradora S.A., da Construtora Celi Ltda. e da Consulte Engenharia Ltda., objetivando a percepção de valores referentes ao aluguel durante o período em que os mutuários permanecerem fora de sua casa, o pagamento das taxas de condomínio e energia elétrica de todas as unidades dos conjuntos residenciais Petrópolis I e II durante o tempo em que eles ficarem na posse da Caixa e Caixa Seguradora para os devidos reparos, a averbação da incorporação e registro dos apartamentos no cartório de registro de imóveis pertinente, sem ônus para os mutuários, além do pagamento de indenização por danos morais. Narram os autores que: a) as construções dos conjuntos residenciais Jardim Petrópolis I e II realizadas respectivamente pelas construtoras Celi Ltda. e Consult Engenharia Ltda., financiadas e fiscalizadas pela Caixa, se fizeram em confronto com normas técnicas, pelo que se encontram sob ameaça de desmoronamento, em decorrência de graves defeitos e vícios de construção; b) o memorial de incorporação nunca foi registrado; c) desde maio de 2004 os apartamentos se encontram desocupados, por força de determinação da Caixa e Caixa Seguradora. Inicial acompanhada de procuração e documentos (fls. 30/149). Em fls. 158/162 foi deferida a antecipação parcial dos efeitos da tutela, cujas contradições foram sanadas (fls. 202/205) após a interposição de embargos de declaração pela ADECON. Agravos de instrumento contra a decisão que antecipou os efeitos da tutela interpostos pela Construtora Celi em fls. 239/254 - com efeito suspensivo parcialmente concedido às fls , pela Consulte Engenharia, em fls. 1271/ também com efeito suspensivo parcialmente concedido às fls. 1689/1694 -, pela Caixa Seguradora S.A., em fls. 1430/1449 e pela Caixa Econômica Federal, em fls. 1636/1676. Após os julgamentos de todos os agravos, restou decidido: a) o pagamento, pela parte ré, do valor de R$ 300,00 (trezentos reais), a

2 partir da data da efetiva desocupação dos imóveis, aos moradores que quitaram os respectivos contratos de financiamento; b) quitação pelos réus das despesas de IPTU, energia elétrica e condomínio, relativas aos imóveis desocupados; c) multa diária pelo descumprimento no valor correspondente a R$ 100,00 (cem reais), para cada réu. Citada, a Consulte Engenharia Ltda. apresentou contestação (fls. 256/265), alegando, preliminarmente, a inépcia da inicial por ausência de provas suficientes à instrução do feito e a sua ilegitimidade passiva ad causam. No mérito, aduziu que: a) inexiste nos autos prova acerca do vício de construção; b) o número de apartamentos apontados é muito superior ao real; c) dos apartamentos por ela construídos só foram desocupados os blocos C e D, por causas externas, e nem todos o foram no ano de 2004, mas no de 2005; d) inexistência do alegado dano moral; e) não pode se responsabilizar pela falta do memorial de incorporação, já que não figura como proprietária do imóvel. A Caixa, por sua vez, apresentou contestação (fls. 315/371), citando, preliminarmente, a sua ilegitimidade passiva, já que não teria assumido responsabilidade expressa por vícios de construção, não tendo qualquer ingerência na qualidade do projeto, com a conseqüente incompetência da Justiça Federal para julgar o feito; inépcia da inicial, por ausência de documentos suficientes, uma vez que não individualizou os imóveis e qualificação dos respectivos ocupantes; e a ilegitimidade ativa da parte autora, pela não configuração de interesses coletivos nos contratos firmados no âmbito do SFH, uma vez que o Código de Defesa do Consumidor não se aplicaria a operações realizadas por instituições financeiras. No mérito, defendeu: a) a falta de responsabilidade da CAIXA em relação aos vícios de construção; b) inexistência do dever de fiscalização por parte da Caixa; c) a responsabilidade da Caixa Seguros pelo pagamento dos encargos mensais do financiamento durante o período de desocupação, não havendo o conseqüente pagamento em duplicidade; d) impossibilidade de responsabilização da Caixa após expirado o prazo o prazo do contrato de mútuo; e) inaplicabilidade do CDC aos contratos de mútuo no âmbito do SFH; f) não caracterização dos contratos do SFH como de adesão; g) impossibilidade de se atribuir responsabilidade solidária; h) impossibilidade dos residentes invasores e gaveteiros de se beneficiarem das medidas requeridas; i) a responsabilidade das construtoras na regularização do registro dos imóveis. Já a Caixa Seguradora S.A contestou a ação (fls. 1284/1313), alegando, preliminarmente, a sua ilegitimidade passiva ad causam e a carência do direito de ação, por falta de interesse de agir da parte autora. No mérito, sustentou: a) a ausência de relação jurídica com alguns dos beneficiados, em virtude da quitação de seus contratos; b) inexistência de cobertura para os valores pleiteados; c) inexistência de responsabilidade contratual para a reforma do imóvel, que pertenceria ao construtor e à Caixa; d) impossibilidade de custeio das contas de

3 IPTU, condomínio, energia elétrica e água pela seguradora; e) descabimento de indenização por danos morais Contestação da Construtora Celi Ltda. em fls. 1456/1466, argumentando, preliminarmente, pela sua ilegitimidade passiva e aduzindo, no mérito, que: a) não pode ser responsabilizada, porque não foi autora da desocupação; b) a autora não informou quem são os mutuários ou o número de unidades efetivamente desocupadas; c) não há nos autos prova acerca da responsabilidade da construtora ou do vício do alegado vício de construção no imóvel; d) a ameaça de desmoronamento decorre de infiltração de águas pluviais, o que caracterizaria uma causa externa. A União Federal interveio no feito, na qualidade de assistente simples da Caixa (fls. 1766/1767, 1771, 1823/1829 e 1831). Réplica em fls. 1772/1783. Parecer do Ministério Público Federal em fls. 1845/1855. Vieram-me os autos conclusos para sentença. II - FUNDAMENTAÇÃO Analiso, primeiramente, as preliminares suscitadas. Legitimidade Ativa e Passiva Todos os réus alegaram sua ilegitimidade passiva ad causam, ao passo que a ilegitimidade ativa da autora para propor a demanda foi argüida pela Caixa Econômica Federal. Aprecio as duas questões conjuntamente, para decidir que a questão se confunde, na hipótese, com o próprio meritum causae. O exame acerca da legitimidade se faz em abstrato, em tese, considerando a versão exposta pelo autor. Já decidir se as rés possuem ou não responsabilidade pelos danos sofridos pelos autores é julgar a própria pretensão. No sentido da legitimidade passiva da CAIXA e da Caixa Seguradora S.A para responder à ação que verse sobre rescisão de contrato e indenização por danos decorrentes de vício de construção, confiram-se os seguintes julgados do E. Tribunal Regional Federal da 5.ª Região: PROCESSUAL CIVIL. SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO - SFH. VÍCIO DE CONSTRUÇÃO. PEDIDO DE RESCISÃO CONTRATUAL E INDENIZAÇÃO POR DANOS OCORRIDOS NO IMÓVEL. LEGITIMIDADE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, DA SEGURADORA E DOS VENDEDORES DO BEM. INDEFERIMENTO DA INICIAL. IMPOSSIBILIDADE. RESPONSABILIDADE DOS RÉUS A SER APURADA ATRAVÉS DA INSTRUÇÃO DO FEITO. QUESTÃO MERITÓRIA. SENTENÇA ANULADA. - Legitimidade da Caixa Econômica Federal, da Seguradora e do vendedor do imóvel objeto de contrato de mútuo, no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação, para figurar no pólo passivo de demanda que verse sobre rescisão de contrato e indenização por danos decorrentes de vício de construção.

4 - A responsabilização do réu é matéria de mérito, a ser decidida após a instrução do feito, com a realização do contraditório e produção de provas necessárias. - Apelação provida para anular a sentença e determinar o retorno dos autos à Vara de origem para o regular processamento do feito. (TRF5, AC , Primeira Turma, Rel. Des. Fed. José Maria Lucena, DJ ) CIVIL. FINANCIMENTO DE IMÓVEL PELA CEF. VÍCIOS DE CONSTRUÇÃO. LEGITIMIDADE DA CEF E DA SEGURADORA. RESPONSABILIDADE DA CEF. INEXISTÊNCIA. RESPONSABILIDADE DA SEGURADORA. - A CEF só estaria obrigada a fiscalizar a regularidade e as condições da obra no caso de tê-la financiado, o que não ocorre nos presentes autos, que se referem a imóvel cuja construção a CEF não financiou. - Sendo incontroverso o fato de que não teria sido apresentada apólice do seguro aos apelados, os artigos 46 e 54 do CDC levam ao entendimento de que, não tendo conhecimento das excludentes de responsabilização da seguradora, tal cláusula não pode ser aplicada, mantendo-se a responsabilidade da mesma. - Apelação da CEF provida. Apelação da Caixa Seguradora improvida. (TRF5, AC , Primeira Turma, Rel. Des. Francisco Wildo, DJ ) No que pertine à responsabilidade das construtoras, esta se revela notória e irretorquível, uma vez que não se pode subtrair de seu âmbito de ação eventual vício de construção existente em imóvel por elas edificado, uma vez que o defeito está compreendido em sua atividade principal. De fato, a responsabilidade pela perfeição da obra é ínsita ao próprio contrato que as partes firmaram, ainda que não esteja nele consignada. Quanto ao pólo ativo, vê-se que a autora detém legitimidade ativa para postular em nome dos consumidores e requerer prestação jurisdicional para resguardar direitos individuais homogêneos por via de ação civil pública, aplicando-se ao caso o Código de Defesa do Consumidor. Nesse sentido, dispõe o Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078/90): Art A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercido em juízo individualmente ou a título coletivo. Parágrafo único: A defesa será coletiva quando se tratar de: (...) II- Interesses ou direitos coletivos... III- Interesses ou direitos individuais homogêneos... Art Para fins do art. 81, parágrafo único, são legitimados concorrentes: (...) III - as entidades e órgãos da Administração Pública, Direta ou Indireta, ainda que sem personalidade jurídica, especificamente destinados à defesa dos interesses e direitos protegidos por este Código; IV - As associações legalmente constituídas há pelo

5 menos um ano e que incluam entre seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos por este Código. Art Para a defesa dos direitos e interesses protegidos por este código são admissíveis todas as espécies de ações capazes de propiciar sua adequada e devida tutela. Também a Lei que regula as Ações Civis Públicas (Lei n.º 7.347/85) confere às entidades de defesa do consumidor a legitimidade ativa em defesa do direito da sociedade, quando se trata de relação de consumo: Art. 5º. A ação principal e a cautelar poderão ser propostas pelo Ministério Público, pela União, pelos Estados e Municípios. Poderão também ser propostas por autarquia, empresa pública, fundação, sociedade de economia mista ou por associação que: I - esteja constituída há pelo menos 1 (um) ano, nos termos da lei civil; II - inclua entre suas finalidades institucionais a proteção ao meio ambiente, ao consumidor, à ordem econômica, à livre concorrência, ou ao patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico. No caso em apreço, a ata de constituição da ADECON, acostada em fls. 30/34, faz prova de que a associação preenche os requisitos legais necessários à defesa dos interesses dos substituídos processuais. Desse modo, indefiro as preliminares de ilegitimidade passiva e ativa ad causam. Inépcia da inicial A Consulte Engenharia Ltda. e a Caixa Econômica Federal suscitaram a inépcia da petição inicial, argumentando estarem ausentes os documentos indispensáveis à propositura da demanda, no sentido de se comprovar se os substituídos processuais são pactuantes em contrato de financiamento imobiliário pelo Sistema Financeiro Habitacional. No entanto, em se tratando de ação civil coletiva para tutela de direitos individuais homogêneos não se exige que a petição exordial seja instruída com os documentos pertinentes à situação individual de todos os titulares do direito, porquanto, na fase de conhecimento da tutela coletiva, a cognição, embora exauriente no plano vertical, sofre limitações sob o aspecto horizontal, de modo que apenas serão examinadas, nessa fase, as questões comuns à universalidade dos direitos demandados, postergando-se para a fase de cumprimento o exame da situação individual dos substituídos processuais. Daí a possibilidade de a ação coletiva ser genérica, a ensejar posterior atividade cognitiva que a complemente. Entendimento diverso resultaria em considerar a ação coletiva como procedimento comum de demanda multitudinária (litisconsorte) para tutela de direito individual, retirando-lhe a feição coletiva que inspirou a instituição de toda sua sistemática processual. Afasto, assim, essa preliminar.

6 Carência de ação por falta de interesse de agir O interesse processual compõe-se de dois atributos, quais sejam, a necessidade e a utilidade do processo. Este interesse estará presente sempre que a parte tenha a necessidade de exercer o direito de ação para alcançar o resultado que pretende, bem como sempre que aquilo que se pede seja útil sob o ponto de vista prático. Patente o interesse da parte autora, pois a pretensão deduzida encontrou resistência na negativa de pagamento por parte das rés. Ademais, a alegação de que a quitação do contrato de financiamento extinguiria o vínculo jurídico com a seguradora e, portanto, a eximiria de responsabilidade, é matéria que se confunde com o próprio mérito da demanda, razão pela qual deverá ser analisada em momento oportuno. Mérito Inicialmente, constato que é evidente a incidência do Código de Defesa do Consumidor no caso concreto. A relação jurídica instaurada entre as partes, por meio da qual os autores se comprometeram a pagar prestações mensais, a CAIXA realizou o empréstimo e a construtora se comprometeu a entregar o imóvel - à frente se verá que se trata de contrato atípico -, envolve, indubitavelmente, fornecimento, por pessoas jurídicas (fornecedores) de produto (imóvel) e serviço (empréstimo) a pessoas físicas que ostentam a qualidade de destinatários finais (consumidores), preenchendo o conteúdo semântico normativo dos artigos 2.º e 3.º do Código de Defesa do Consumidor: Art. 2 Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo. Art. 3 Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. 1 Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial. 2 Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. Responsabilidade Civil: Ação ou Omissão e Nexo de Causalidade a) Construtoras Celi Ltda. e Consulte Engenharia Ltda.

7 Os substituídos processuais adquiriram, mediante instrumento particular de compra e venda, unidades imobiliárias localizadas nos conjuntos residenciais Jardim Petrópolis I e II, construídos, respectivamente, pela Construtora Celi Ltda. e Consulte Engenharia Ltda. Por meio dos mesmos instrumentos, foram firmados contratos de mútuo com a Caixa. Após receberem as chaves e passarem a habitar no imóvel com sua família, no ano de 2004, os mutuários receberam da Caixa, por solicitação da seguradora (Caixa Seguradora), ordens de desocupação, em face da ameaça de desmoronamento. É o que se vê dos documentos de fls. 57/58, que exigem a desocupação em virtude de danos físicos constatados nos imóveis, bem como dos comunicados e termos de desocupação dos imóveis de fls. 59/89 dos autos. Não está em discussão, como se vê, a existência de vícios de construção no referido conjunto habitacional, seja porque há provas documentais nesse sentido, seja porque os fatos são incontroversos (CPC, art. 334, III). Pois bem, a responsabilidade das construtoras é evidente. O artigo 618 do Código Civil dispõe ser do empreiteiro de materiais e execução, nos contratos de empreitada de edifícios ou de outras construções consideráveis, a responsabilidade pela segurança e solidez do trabalho, assim em razão dos materiais como do solo. De fato, a responsabilidade pela perfeição da obra é de se presumir em todo ajuste para edificação, por força do compromisso ético assumido pelo profissional, ao obter autorização do Conselho respectivo para exercer essa atividade. E sendo uma responsabilidade contratual, na qual existe a garantia do resultado, qual seja a solidez da obra, é inerente ao próprio contrato, já que ínsito à atividade de construção, entregar o projeto pronto, com a conclusão da edificação a que se comprometeu com a segurança e a qualidade estabelecidas. Inafastável, destarte, a responsabilidade das construtoras. b) Caixa Econômica Federal A questão que se coloca, então, é a de saber se pode a CAIXA ser responsabilizada pelos gastos suportados pelos autores, em virtude de ter funcionado como agente financiadora do imóvel quando da sua aquisição junto à construtora, embora não tenha assumido expressamente tal encargo. A orientação jurisprudencial é no sentido positivo: SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. REPARAÇÃO DE DANOS DECORRENTES DE VÍCIOS DE CONSTRUÇÃO. CONTRATO DE SEGURO. LEGITIMIDADE DA CEF. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DO AGENTE FINANCEIRO. 1. Presente no contrato de mútuo celebrado com a CEF cláusula de seguro, possibilitando à referida Empresa Pública receber diretamente da companhia seguradora o valor da indenização de sinistro de qualquer natureza, sendo, ainda, responsável pela quitação e baixa da hipoteca incidente sobre o imóvel, resta patente o seu interesse jurídico

8 no deslinde da demanda instaurada com o escopo de reparar danos decorrentes de vícios de construção. 2. A teor da jurisprudência do Eg. Superior Tribunal de Justiça, é solidária a responsabilidade das construtoras e do agente financeiro pelos defeitos da obra. 3. Agravo de instrumento parcialmente provido. (TRF5, AC 75793, Segunda Turma, Rel. Des. Fed. Luiz Alberto Gurgel de Faria, DJ ) AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. RESPONSABILIDADE CIVIL. AQUISIÇÃO DE UNIDADE HABITACIONAL MEDIANTE FINANCIAMENTO (SFH). VÍCIOS DA CONSTRUÇÃO. LEGITIMIDADE DE PARTE DO AGENTE FINANCEIRO. CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO E DE FINANCIAMENTO. INTERDEPENDÊNCIA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 83/STJ. 1. O agente financeiro é parte legítima na ação de resolução contratual proposta por mutuários em virtude de vícios constatados no edifício, dada a inequívoca interdependência entre os contratos de construção e de financiamento (cf. RESP /DF, Quarta Turma, Rel. Min. BARROS MONTEIRO, DJ de ). 2. A obra iniciada mediante financiamento do Sistema Financeiro da Habitação acarreta a solidariedade do agente financeiro pela respectiva solidez e segurança. Precedentes. 3. Incidência, na espécie, da súmula 83/STJ. 4. Agravo regimental não provido. (STJ, AgRg no Ag /SC, Quarta Turma, Rel. Min. Fernando Gonçalves, DJ ) PROMESSA DE VENDA E COMPRA. AQUISIÇÃO DE UNIDADE HABITACIONAL MEDIANTE FINANCIAMENTO (SFH). VÍCIOS DA CONSTRUÇÃO. LEGITIMIDADE DE PARTE DO AGENTE FINANCEIRO. CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO E DE FINANCIAMENTO. INTERDEPENDÊNCIA. - O agente financeiro é parte legítima na ação de resolução contratual proposta por mutuários em virtude de vícios constatados no edifício, dada a inequívoca interdependência entre os contratos de construção e de financiamento. - "A obra iniciada mediante financiamento do Sistema Financeiro da Habitação acarreta a solidariedade do agente financeiro pela respectiva solidez e segurança" (REsps n RS e SC). Recurso especial conhecido e provido." (RESP /DF, Quarta Turma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ ) RESPONSABILIDADE CIVIL. AGENTE FINANCEIRO. DEFEITOS NA OBRA FINANCIADA. PRECEDENTE DA CORTE. 1. Como já decidiu esta Terceira Turma, a "obra iniciada mediante financiamento do Sistema Financeiro da Habitação acarreta a solidariedade do agente financeiro pela respectiva solidez e segurança"

9 (REsp nº /RS, Relator o Ministro Ari Pargendler, DJ de 28/2/2000). 2. Recurso especial não conhecido. (RESP /SC, Terceira Turma, Rel. Min. Carlos Alberto Menezes Direito, DJ ) RESPONSABILIDADE CIVIL. CONSTRUÇÃO DE IMÓVEL. RESPONSABILIDADE DO AGENTE FINANCEIRO PELA SOLIDEZ E SEGURANÇA DA OBRA. 1. Precedente da Turma já assentou que a "obra iniciada mediante financiamento do Sistema Financeiro da Habitação acarreta a solidariedade do agente financeiro pela respectiva solidez e segurança". 2. Recurso especial não conhecido." (STJ, REsp /RS, Terceira Turma, Rel. Min. Carlos Alberto Menezes Direito, DJ ) ADMINISTRATIVO. SFH. IMÓVEL FINANCIADO. VÍCIO DE CONSTRUÇÃO. AVALIAÇÃO. SEGURO. RISCO DE DESABAMENTO. INDENIZAÇÃO. Compete ao agente financeiro que concede o financiamento habitacional, mediante avaliação do imóvel, com sugestão de melhorias, exigir do proprietário a comprovação da adequação técnica do projeto da obra. Ao descurar dessa responsabilidade, deve suportar os ônus respectivos. Considerando que as partes contratantes não tinham conhecimento de eventuais vícios estruturais no imóvel, pois a vistoria feita pela Seguradora nada ressalvou, e restando posteriormente comprovada a possibilidade de desmoronamento, deve a seguradora proceder à indenização contratada, por se tratar de risco natural do negócio. (TRF4, AC , Quarta Turma, Rel. Des. Fed. Márcio Antônio Rocha, D.E. 31/03/2008) Tem fundamento tal responsabilidade no fato de que o instrumento por meio do qual se deu a aquisição do imóvel não veiculou, concomitantemente, dois negócios jurídicos distintos - um de compra e venda, celebrado entre os autores e a construtora, e outro de mútuo, celebrado entre os autores e o agente financeiro. Na verdade, trata-se de um negócio jurídico misto, atípico, que conjuga ambos os contratos, de modo que o agente fiscalizador se apresenta como garante da qualidade da obra a ser construída, passando ao consumidor uma expectativa legítima de confiança na qualidade do imóvel que está a adquirir. A peculiaridade do contrato de aquisição de imóvel conjugado com financiamento analisado nos presentes autos reside em sua regulação pelas normas pertinentes ao Sistema Financeiro de Habitação, voltado à população de baixa renda, que lhe confere feições próprias, distintas de um mero contrato de financiamento, regido pelo direito comum aplicável à espécie.

10 Confira-se a explicação do Min. MENEZES DIREITO, no voto proferido no julgamento do REsp n.º 51169/RS, acima ementado: "Na verdade, não se está diante de um contrato normal, típico, que envolve construção de imóvel, compra e venda e financiamento pela carteira hipotecária. Nestes, há uma relação jurídica sem qualquer tipo de incentivo, valendo o trato direto das partes envolvidas no negócio. Nos contratos pelo Sistema Financeiro de Habitação a situação é completamente diversa. Primeiro, existe uma participação incentivada do Poder Público, responsável pelo funcionamento dos programas de habitações populares; segundo, o agente financeiro entra como delegado do órgão central que gerencia o Sistema Financeiro de Habitação, pelo seu órgão central; terceiro, nessa condição o agente financeiro se compromete a seguir as regras do Sistema Financeiro de Habitação, ou seja, ele participa como agente descentralizado do órgão público gestor do Sistema; quarto, as regras emanadas do órgão gestor garantem a credibilidade das operações, particularmente considerado o interesse público envolvido no negócio de aquisição de casas pela população de baixa renda. O Sistema Financeiro de Habitação não decorre de interpretação construtiva dos Tribunais. A Lei n.º 4.380/64, no art. 8.º, comanda que o "sistema financeiro da habitação, destinado a facilitar e promover a construção e a aquisição da casa própria ou moradia, especialmente pelas classes de menor renda da população", será integrado, dentre outros órgãos e entidades, pelas sociedades de crédito imobiliário (inciso III). E, ainda, prescreve que o órgão central do Sistema, o então Banco Nacional da Habitação, "poderá instalar agências em todo o território nacional, mas operará de preferência, usando como agentes e representantes as Caixas Econômicas Federais e Estaduais, os bancos oficiais e de economia mista e as demais entidades integrantes do sistema financeiro da habitação" (art. 16, parágrafo único). Com este cenário, o contrato no Sistema Financeiro de Habitação tem a peculiaridade de alcançar o agente financeiro como co-responsável pelo negócio, a tanto equivale a sua competência fiscalizadora(...). O que ocorre nestes autos é a solidariedade decorrente do negócio como um todo, participando o agente financeiro com uma função diversa daquele que normalmente teria se o contrato não estivesse sob a cobertura do Sistema Financeiro de Habitação. E, com todo o maior respeito, entender de forma diversa seria autorizar a oportunidade de todo tipo de manobra financeira, considerando que os financiamentos destinam-se aos estratos de menor renda e, portanto, poderiam ser abastecidos com material de qualidade inferior a que foi programada, em contrariedade ao memorial descritivo, tudo passando ao largo da responsabilidade fiscalizadora dos agentes financeiros, que, como visto, em tais casos, não têm, apenas, a função de repasse dos recursos, mas, também, a de fiscalização, o que quer dizer, a do acompanhamento para que a liberação dos recursos seja feita em obediência aos termos do contrato. Se não a realiza como deveria, dúvida não pode haver sobre sua responsabilidade."

11 Assim sendo, entendo pela caracterização de responsabilidade solidária da CAIXA, na qualidade de agente financeiro, pelos danos sofridos pelos autores em virtude dos vícios de construção apresentados no imóvel adquirido. c) Caixa Seguradora S.A. Resta analisar a responsabilidade da Caixa Seguradora S.A. pelos danos causados aos autores. No Sistema Financeiro de Habitação foi instituído o Seguro Habitacional, que visa a garantir a viabilidade dos empréstimos, assegurando, conseqüentemente, o retorno dos recursos investidos ao sistema para a consecução de seu objetivo de proporcionar oportunidades de aquisição da casa própria. A apólice habitacional tornou-se obrigatória para cobertura do saldo devedor em caso de morte e/ou invalidez permanente do mutuário e para arcar com os prejuízos decorrentes de danos materiais no imóvel. Este seguro tem a finalidade de garantir a integridade do imóvel e a quitação da dívida em caso de uma eventualidade prevista nas condições da apólice. Saliente-se, por oportuno, que no contrato de seguro habitacional vige o princípio do risco integral. Desta forma, a existência de cláusula que particulariza os riscos cobertos não deve ser considerada exaustiva, mas meramente exemplificativa, cedendo lugar ao interesse maior que é o privilégio da segurança, razão de ser do próprio seguro. Além do mais, por ser típico contrato de adesão, o seguro habitacional é simplesmente imposto ao mutuário do Sistema Financeiro de Habitação, sem qualquer discussão sobre suas cláusulas e condições, merecendo, em hipótese de dúvida sobre seu alcance, interpretação mais favorável à parte que ao pacto adere. Os mutuários, ao firmarem o contrato de mútuo junto à Caixa Econômica Federal, no intuito de adquirir o imóvel em que residem, aderiram automaticamente a outro contrato, qual seja, o de seguro habitacional. Necessário se faz, portanto, analisar as cláusulas contratuais relativas à cobertura securitária. Nesse sentido, vê-se que a cláusula 3.1, alínea "e" das Condições Particulares para os Riscos de Danos Físicos, documento que foi acostado pela seguradora (fls. 1347/1352), prevê expressamente a cobertura para a hipótese de ameaça de desmoronamento, devidamente comprovada. De outra banda, não menos certo que não há previsão de exclusão da cobertura por danos acarretados por vício de construção dos imóveis. Analisando-se a cláusula 4ª - Riscos Excluídos - extrai-se que: "4.1 Estas condições não responderão pelos riscos, prejuízos ou gastos que se verificarem em decorrência, direta ou indireta, de: (...) f) uso e desgaste. 4.2 Entende-se por uso e desgaste os danos verificados exclusivamente em razão do decurso do tempo e da utilização normal da coisa, ainda que cumulativamente, a:

12 a)revestimentos; b) instalações elétricas; c) instalações hidráulicas; d) pintura; e) esquadrias; f) vidros; g) ferragens; h) pisos" (fls. 75 /76). Note-se, portanto, que o vício de construção não está incluído na cláusula de exclusão da cobertura, ao passo que a ameaça de desmoronamento foi constatada por laudos técnicos oriundos das várias vistorias realizadas pela própria Caixa Seguradora (fls. 1469/1470, 1476, 1483, 1498/1505). Desta forma, reconhecidos os danos, ainda que acarretados por vício de construção, caberá providenciar a sua devida indenização voltando-se contra quem for o responsável pelos vícios ou defeitos através de ação regressiva. Não há que se falar em exclusão do dever de indenizar, por parte da seguradora, pela simples circunstância do imóvel ter sido edificado com vícios originários. Não pode ela pretender se eximir de seu dever de indenizar os danos dos imóveis objetos do seguro, já que sua reparação está coberta pelas condições especiais do seguro habitacional, mormente quando o comprometimento da estabilidade ou estrutura poderá comprometer a solidez e segurança dos imóveis. Nesse sentido: SEGURO HABITACIONAL - IMÓVEIS FINANCIADOS PELO SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO - FALHAS CONSTRUTIVAS VERIFICADAS PELAS PARTES - LAUDO PERICIAL REALIZADO EM CONJUNTO - PRESCRIÇÃO INOCORRENTE - DEVER DA SEGURADORA EM INDENIZAR - COBERTURA PREVISTA NA APÓLICE - MULTA DECENDIAL DEVIDA SOBRE O VALOR DA INDENIZAÇÃO - RECURSO DESPROVIDO. Face a cobertura securitária prevista para os imóveis financiados pelo sistema financeiro de habitação, após a constatação de vícios de construção, inclusive sendo juntado o orçamento feito em conjunto pelas partes, inarredável que a tutela perquirida é devida. (TJSC - AC Rel. Des. Marcus Tulio Sartorato) SEGURO HABITACIONAL - SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO - DANOS FÍSICOS - VÍCIOS DE CONSTRUÇÃO E EVENTOS EXTERNOS - DEVER DE INDENIZAR - CONTRATO DE ADESÃO - FINALIDADE SOCIAL DO CONTRATO - INTERPRETAÇÃO FAVORÁVEL AOS SEGURADOS. Integrando o seguro habitacional a categoria dos contratos de adesão, imposto o seu conteúdo obrigacional pela própria seguradora, sem que ao segurado seja ensejada a possibilidade de discuti-lo ou de dele dissentir, a ambigüidade de cláusula acerca da exclusão de riscos excluídos há que ser interpretada em desfavor da seguradora; mesmo

13 porque, em contratos dessa natureza, prepondera o princípio do risco integral. TJSC - AC n (52.037), Rel. Des. Trindade dos Santos) Não restam dúvidas, portanto, quanto à responsabilidade da Caixa seguradora em indenizar os danos sofridos nos imóveis em razão do chamado vício construtivo. Responsabilidade Civil: Danos Patrimoniais e Morais Verificado que todas as rés foram responsáveis pelos danos sofridos pelos autores, cabe, agora, determinar quais foram efetivamente tais danos, sejam patrimoniais, sejam morais. Quanto aos danos patrimoniais, inicialmente, verifico que os autores não poderiam ser obrigados a continuar pagando as prestações referentes ao financiamento no período em que se encontravam impossibilitados de usufruir do imóvel. Era indevidas, portanto, as prestações neste período. Tenho como certo, portanto, que os autores fazem jus à devolução dos valores efetivamente pagos durante este período. Além da devolução das prestações e despesas de condomínio, IPTU e energia elétrica eventualmente pagas durante o período de desocupação, devidamente atualizadas, aos mutuários são devidos os valores referentes aos aluguéis que tiveram de suportar durante o período em que foram obrigados a abandonar o imóvel, em decorrência do vício de construção, desde que devidamente comprovados. Tais danos decorrem, como é evidente, diretamente dos defeitos constatados no imóvel. Não há que se falar em lucros cessantes, já que, tratando-se dos únicos imóveis residenciais dos autores, não teriam potencial lucrativo, já que não seriam objeto de locação. Quanto aos danos morais, por sua vez, entendo igualmente caracterizados. Os mutuários foram obrigados a deixar sua moradia forçada e inopinadamente, procurando abrigo, juntamente com seus familiares, em outra residência, pagando outras prestações de aluguel e despesas referentes à nova moradia, como condomínios, contas de água, energia elétrica e impostos, restando evidente o sacrifício feito por eles para a aquisição da festejada casa própria. Pode-se imaginar o sofrimento decorrente não só da decepção de perder a casa própria, adquirida com tanto esforço e abnegação, mas, igualmente, da necessidade de abandono do imóvel às pressas. Em relação ao quantum devido, não há concordância doutrinária ou jurisprudencial. A indenização por dano moral objetiva compensar a dor moral sofrida pela vítima, punir o ofensor e desestimular este e outros membros da sociedade a cometerem atos dessa natureza. Deve-se, pois, atentar aos parâmetros da razoabilidade, ou seja, ponderar as peculiaridades do caso concreto e estabelecer valores que possam significar uma compensação à vítima - ainda que precária, pois dor não se contabiliza - e, ao mesmo tempo, um incentivo

14 para que o ofensor não venha a incidir novamente na conduta indesejada. Considerando especialmente o sofrimento e a decepção dos autores no caso concreto, fixo o valor dos danos morais, para cada um dos mutuários, em R$ 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), equivalente ao pagamento de 1 (um) ano de aluguéis, conforme requerido. Deve incidir, sobre tal montante, correção monetária a partir da data desta sentença. Deve ser acrescido o montante, ainda, de juros de mora calculados em 1% (um por cento) ao mês desde a data do evento danoso (julho de 2003), conforme jurisprudência consolidada do E. STJ (REsp /MS, Quarta Turma, Rel. Min. João Otávio Noronha, DJ ). III - DISPOSITIVO Diante do exposto, julgo procedente o pedido deduzido na petição inicial, para o fim de condenar as rés, solidariamente, a: a) devolver aos autores o valor das parcelas adimplidas durante o período de desocupação dos imóveis, corrigidos monetariamente e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês, desde o pagamento de cada parcela; b) pagar aos autores que já haviam quitado seus imóveis o valor de R$ 300,00 (trezentos reais) referentes aos aluguéis, e despesas de condomínio, IPTU e energia elétrica devidamente comprovadas, a título de ressarcimento de perdas e danos, corrigidos monetariamente e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês, durante todo o período de desocupação; c) pagar aos mutuários que tiveram de desocupar compulsoriamente seus imóveis por determinação da Caixa a quantia de R$ 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), a título de danos morais, corrigidos monetariamente a partir desta sentença e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês; d) efetuarem a averbação da incorporação e registro dos imóveis. Condeno as rés ao pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios, que fixo em 10% sobre o valor da condenação. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Recife (PE), 5 de agosto de MARCELO COSTENARO CAVALI Juiz Federal Substituto da 1.ª Vara de Pernambuco PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL 1ª VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE PERNAMBUCO Processo n

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