VOLUME 06 DIREITO. Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF. Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

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1 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF VOLUME 06 DIREITO Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

2 ISSN XVII VOLUME 06 DIREITO GARÇA/SP

3 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E Exemplares desta publicação podem ser solicitados à: SOCIEDADE CULTURAL E FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO - FAEF Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros km 420, via de acesso a Garça, km 1, CEP , Garça/SP / Telefone: (14) EDIÇÃO, EDITORAÇÃO ELETRÔNICA, ARTE FINAL e CAPA Aroldo José Abreu Pinto Ficha Catalográfica elaborada pela biblioteca da Faculdade de Ensino Superior e Formação - FAEF 630 S621a Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF. XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF. Anais... Garça: Editora FAEF, p. vol 06 - (07 vols.) 15x22cm. ISSN Ciências Agrárias 2.Ciências Contábeis 3. Administração 4. Agronomia 5. Engenharia Florestal 6. Medicina Veterinária 7. Pedagogia 8. Psicologia 9. Direito. 10 Turismo. 11 Comércio Exterior Os autores são responsáveis pelo conteúdo das palestras e trabalhos científicos. Reprodução permitida desde que citada a fonte. Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros km 420, via de acesso a Garça, km 1. CEP , Garça/SP / (14) Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

4 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF XVII SUMÁRIO Apresentação Comissão Organizadora Agradecimentos Programação TRABALHOS APRESENTADOS Direito DIREITOS DOS ANIMAIS: UM COMPARATIVO ENTRE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA E A EQUATORIANA José Honório de OLIVEIRA FILHO A CAPACIDADE CIVIL DO EMPRESARIO INDIVIDUAL Sebastiana TEIXEIRA; Marcilaine Aparecida FERREIRA A CARTULA NA ERA VIRTUAL, TITULO DE CRÉDITO Elaini Luizari, GARCIA; Adelmo, LUIZ; Eduardo,VIEIRA; Marina, MARTINS Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

5 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO EMPRESARIAL Jacqueline Benedito SILVA; Juan Pablo Camiloto Batista LEAL; Fernando Henrique Buffulin RIBEIRO À VIDA PRIVADA DA PESSOA NATURAL Fábio Ricardo Rodrigues dos SANTOS; Ederson RAPHAEL; Adelmo FERREIRA A VONTADE NOS CONTRATOS DE ADESÃO Jacqueline Benedito SILVA; Juan Pablo Camiloto Batista LEAL; Junior Henrique Pradode SOUZA; Elani Luizari GARCIA ANÁLISE DO LIVRO O PROCESSO DE FRANZ KAFKA À LUZ DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA Adriana Maiara, OLIVEIRA; Daniele Santos, GONÇALVES; Anderson CEGA APONTAMENTOS SOBRE A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA Simone Doreto CAMPANARI AS FASES DA FORMAÇÃO DO CONTRATO Guilherme Barbozados SANTOS; Lucas CASTELUCI; Marcos Soares MARTA; Fábio Ricardo Rodrigues dos SANTOS AS MEDIDAS ALTERNATIVAS Jacqueline Benedito, SILVA; Juan Pablo Camiloto, LEAL; Simone, CAMPANARI AS MODALIDADES DE FAMÍLIA Camila Alves da SILVA; Jacqueline Benedito SILVA; Martinho Otto GERLACK ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO Ivan PERES; Martinho Otto GERLACK NETO Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

6 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF ASPECTOS SOBRE A DESMATERIALIZAÇÃO DOS TÍTULOS DE CRÉDITO Andréia Matos SOUZA; Márcia Cristina BARUFALLDI; Priscila dos Santos OLIVEIRA; Elaini Luvisari GARCIA BREVE ENTENDIMENTO DA PRISÃO CIVIL DO DEVEDOR DE ALIMENTOS E A QUESTÃO DA ATUALIDADE DA DÍVIDA GARCIA, Elaini; SOARES, Fabiana Prado; JUNIOR, Sérgio Silva dos Santos CARTULARIDADE NOS TÍTULOS DE CRÉDITO ELETRÔNICOS Eduardo, BATISTA; Leysiane, CARDOSO; Lucas V. Casteluci de, SOUZA CONSIDERAÇÕES SOBRE A SUCESSÃO ENTRE OS COMPANHEIROS EM CONCORRÊNCIA COM OS COLATERAIS Elaini Luvisari GARCIA CONTRATOS DE ADESÃO E SUAS CLÁUSULAS ABUSIVAS Camila, TOMAZ; Daniela, ANDERSON; Letycia, MORAIS CONVIVÊNCIA FAMILIAR NO TOCANTE À LEI Nº , DE 8 ABRIL DE 2014 Érika Cristina de Menezes Vieira Costa TAMAE CRIMES VIRTUAIS: ANÁLISE SOBRE A TIPIFICAÇÃO LEGAL Martinho Otto GERLACK NETO DA MORTE PRESUMIDA Fábio Ricardo Rodrigues dos SANTOS; Alex de Souza RANIERI; Márcio Lucas de Jesus GOMES; Tiago Corazza de SOUZA DEMOCRACIA E DIREITO: PRINCÍPIOS DA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA Lucas Vinícius Casteluci de, SOUZA; Profa. Dra. Érica Cristina Vieira, COSTA TAMAE Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

7 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO ÂMBITO DO DIREITO AGRÁRIO E DIREITO DE PROPRIEDADE Aline dos Santos NASCIMENTO; Martinho Otto GERLACK NETO ESTAGIO DE DESENVOLVIMENTO DOS PAISES E CONTRIBUIÇÃO PARA A FIXAÇÃO DE METAS PARA A REDUÇÃO EMISSÃO DE GASES DE EFEITO ESTUFA Fernando Henrique Buffulin RIBEIRO; Guilherme Bernuy LOPES; Larissa Buffulin RIBEIRO EXCLUSÃO DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA SOBRE A BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS AMBRIZZI, Angelo Francisco Barrionuevo; SOARES, Fabiana Prado; SANTOS, Sergio Silva Junior EXPLANANDO SOBRE VICÍOS REDIBITÓRIO E EVICÇÃO DOS CONTRATOS A LUZ DO CÓDIGO CIVIL Alcides Dias de Souza JUNIOR; Ana Paula VICTOR; Luis Carlos FORNACCHARI; Ronier Mingatos MARCONDES FIDELIDADE, CONCUBINATO E OS DIREITOS DAS CONCUBINAS Adriana Maiara OLIVEIRA; Fernando BUFFULIN HISTÓRICO DA SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS INTERNACIONAIS Fernando Henrique Buffulin RIBEIRO; Guilherme Bernuy LOPES; Larissa Buffulin RIBEIRO INCIDÊNCIA DO IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS NA REVENDA DE PRODUTOS IMPORTADOS Alex Yudi Kikuti KOYAMA; Diego Ferreira e SILVA; Ângelo Francisco Barrionuevo AMBRIZZI Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

8 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF INCONSTITUCIONALIDADE NA MEDIDA PROVISÓRIA 627/13: MULTA PELA INEXATIDÃO, OMISSÃO OU NÃO ENTRADA DO E-LALUR AMBRIZZI, Angelo Francisco Barrionuevo JURISDIÇÃO Camila TOMAZ; Daniela ANDERSON; Letycia MORAIS; Anderson CEGA JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS : UM DESAFIO À DEMOCRACIA E AOS DIREITOS HUMANOS Claudia Telles de PAULA LEI MARIA DA PENHA E A INCLUSÃO DO HIPOSSUFICIENTE PARA A GARANTIA DO PRINCÍPIO DE IGUALDADE A PROTEÇÃO E CIDADANIA JulianaÁLVARES; Silvio ÁLVARES O CRIME VIRTUAL E A HONRA Eduardo, VIEIRA; Sílvio Carlos, ALVARES O DIREITO AMBIENTAL NO CONFLITO DE NORMAS CONSTITUCIONAIS ENVOLVENDO A EXPLORAÇÃOANIMAL José Honório de Oliveira Filho O DIREITO CAMBIÁRIO E SUAS IMPLICAÇÕES Fábio Ricardo Rodrigues dos SANTOS; Andréia Matos de SOUZA; Letícia SARAIVA; Márcia Cristina BARUFALLDI O TOLHIMENTO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL DE GARÇA Fabio Ricardo Rodrigues dos SANTOS Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

9 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA: HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA E FATO GERADOR Juliana Nunes de Castro LIMA; Viviane Xavier Pereira Ramos DIAS; Angelo Francisco Barrionuevo AMBRIZZI OS OBJETIVOS DA PRIVAÇÃO DA LIBERDADE COMO SANÇÃO PENAL Guilherme Barboza dos SANTOS; Érika Vieira TAMAE PESPECTIVA PRINCIPIOLÓGICA DIANTE DAS NOVAS MANIFESTAÇÕES DE FÁMILIA ALMEIDA, Jessica Vieira de; BRANDÃO, Simone Aparecida Rocha; LEÃO, Maria Cristina Contiero; GARCIA, Elaini Luziari PRINCÍPIOS CONTRATUAIS Jacqueline Benedito SILVA; Juan Pablo Camiloto Batista LEAL; Elani Luizari GARCIA PRINCÍPIOS QUE NORTEIAM OS CONTRATOS COQUEIRO, Laura Amanda da Silva; GARCIA, Elaini Luvisari REGRA MATRIZ DE INCIDÊNCIA TRIBUTÁRIA: ESTUDO DA LEGISLAÇÃO DO MUNICIPAL DE GARÇA ISSQN ALMEIDA, Jéssica Vieira de; BRANDÃO, Simone Aparecida Rocha; KUSUMOTO, Mariângela Garcia Delicato; AMBRIZZI, Angelo Francisco Barrionuevo RELAÇÕES EMPRESARIAIS: SOLIDARIEDADE CAMBIÁRIA E AS GARANTIAS DOS TÍTULOS DE CRÉDITO Victor José Cruz CORREIA; Beatriz Machado SANTOS; Ana Carolina Paulino DIAS; Elaini Luvisari GARCIA Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

10 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF TEORIA DO DELITO PENA DE MORTE Adriana Maiara OLIVEIRA; Martinho GERLACK; Silvio ALVARES TRABALHO DO IDOSO NO BRASIL CÊGA, Anderson Normas para elaboração de artigo científico do Simpósio da FAEF Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

11 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E 12 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

12 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF XVII APRESENTAÇÃO O décimo sétimo Simpósio de Ciências Aplicadas é um marco histórico para todos os membros da nossa prestigiada FAEF. Chegamos às vésperas de duas décadas de existência, tratandose do mais relevante evento anual de ensino, pesquisa e extensão da nossa IES, momento em que todos os membros da direção, coordenações, corpo administrativo, funcionários, colaboradores, docentes e discentes estão unidos para um único objetivo, qual seja, a construção e a divulgação do conhecimento. Prova dessa assertiva é a inscrição de aproximadamente 2000 pessoas entre alunos e profissionais das diversas áreas e um número elevado de trabalhos científicos, entre artigos, comunicações científicas e técnicas, relatos de casos, revisões de literatura e outros. A cada ano, felizmente, majora o volume e a qualidade dos trabalhos inscritos e aprovados para publicação nos anais. Todavia, para quem pensa que alcançamos tudo, vale aguardar para participar desses quatro dias de evento, pois, aspiramos continuar mudando a história da melhor maneira que sabemos: produzindo e divulgando conhecimento (tríade: ensino, pesquisa e extensão de excelência). Assim sendo, com muita dedicação, paixão e profissionalismo ao que fazemos, temos a certeza de que a décima sétima edição do Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF, leva-nos, a cada ano, a buscar o conhecimento como Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

13 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E que pela primeira vez, pois objetivamos atingir a nossa parcela neste processo essencial para a formação dos nossos alunos, profissionais que já estão no mercado de trabalho e a população externa que nos visita para abrilhantar este grandioso evento científico. Sejam todos bem-vindos! PROF. MSC. OSNI ÁLAMO PINHEIRO JÚNIOR PRESIDENTE EXECUTIVO DO XVII SIMPÓSIO DE CIÊNCIAS APLICADAS DA FAEF 14 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

14 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF XVII COMISSÃO ORGANIZADORA Presidente de Honra do Simpósio Profª. Drª. Dayse Maria Alonso Shimizu Presidente Executivo do Simpósio Prof. MSc. Osni Alamo Pinheiro Junior Vice Presidente Prof. MSc. Martinho Otto Gerlack Neto Comissão Científica do Simpósio Prof. MSc. Felipe Camargo de Campos Lima Profª. MSc. Priscilla dos Santos Bagagi Profª. MSc. Vanessa Zappa Profª. Drª. Letícia de Abreu Faria Comissão de Infraestrutura do Simpósio Prof. Esp. Daniel Aparecido Marzola Sra. Lirya Kemp Marcondes de Moura Prof. MSc. Márcio Roberto Agostinho Prof. Esp. Fernando Rocha Prof. Esp. Alexandre Luis da Silva Felipe Prof. Dr. Ernani Nery de Andrade Sr. Rodrigo Pinheiro de Azevedo Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

15 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E Prof. MSc. Felipe Camargo de Campos Lima Sra. Maria Aparecida da Silva Comissão de Captação de Parceiros Prof. MSc. Márcio Roberto Agostinho Prof. MSc. Martinho Otto Gerlack Neto Profª. MSc. Gisleine Galvão Bosque Sr. Mateus Souza Avelar Prof. Esp. Paulo César Jacobino Sra. Lirya Kemp Marcondes de Moura Comissão de Marketing, Comunicação Visual e Mídias Sociais Prof. MSc. Augusto Gabriel Claro de Melo Srta. Andréia Travenssolo Mansano Profª. MSc.Vanessa Zappa Sr. Rodrigo Pinheiro de Azevedo Sr. Anderson de Oliveira Cardoso Moraes Comissão de Documentação e Expedição de Certificados Profª. MSc. Gisleine Galvão Bosque Profª. MSc. Priscilla dos Santos Bagagi Prof. MSc. Márcio Roberto Agostinho Prof. MSc. Augusto Gabriel Claro de Melo Profª. MSc. Raquel Beneton Ferioli Srta. Ana Stela Agostinho Costa Srta. Andréia Travenssolo Mansano Srta. Suellen Sossolote Comissão de Cultura e Entretenimento Profª. MSc. Gisleine Galvão Bosque Profª. MSc. Priscilla dos Santos Bagagi Prof. MSc. Augusto Gabriel Claro de Melo 16 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

16 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF Prof. MSc. Márcio Roberto Agostinho Prof. MSc. Martinho Otto Gerlack Neto Sra. Lirya Kemp Marcondes de Moura Srta. Andréia Travenssolo Mansano Prof. Dr. Ernani Nery de Andrade Sra. Maria Aparecida da Silva Profª. MSc. Gisele Fabricia Martins dos Reis Prof. Msc.Diego José Zanzarini Delfiol Comissão de Secretaria e Tesouraria do Simpósio Profª. Msc. Priscilla dos Santos Bagagi Profª. Msc. Gisleine Galvão Bosque Prof. Msc. Augusto Gabriel Claro de Melo Profª. Esp. Amaly Pinha Alonso Srta. Rosilene Pedroso de Oliveira Srta. Ana Stela Agostinho Costa Sr. Wilson Shimizu Comissão Editorial do Simpósio Prof. Dr. Aroldo José de Abreu Pinto Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

17 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E COMISSÃO CIENTÍFICA DOS CURSOS Administração Prof. MSc. Ricardo Alves Perri Prof. Esp. Jorge Toshio Fushimi Agronomia Prof. Dr. Edgard Marino Júnior Prof. Esp. Giovana Paiva Azevedo Profª. Drª. Letícia de Abreu Faria Ciências Contábeis Prof. Esp. Nildemar Andrade Gonçalves Gonzaga Prof. Esp. Cristiano dos Santos Dereça Direito Prof. Esp. Diogo Simionato Alves Prof. Dr. Silvio Carlos Alvares Profª. MSc. Simone Doreto Campanari Profª. Drª. Érika Cristina de Menezes Vieira Costa Tamae Profª. MSc. Claudia Telles de Paula Engenharia Florestal Prof. MSc. Augusto Gabriel Claro de Melo Prof. MSc. Murici Carlos Candelaria Prof. Esp. Victor Lopes Braccialli Medicina Veterinária Profª. Esp. Fernanda Tamara Neme Mobaid Agudo Romão Profª. Msc. Raquel Beneton Ferioli Profª. Msc. Vanessa Zappa Pedagogia Prof. MSc. Odair Vieira da Silva Profª. MSc. Neuci Leme de Camargo Profª. MSc. Priscilla dos Santos Bagagi Psicologia Prof. MSc. Rangel Antonio Gazzolla Profª. MSc. Juliana Baracat Turismo Profª. Msc. Talita Prado Barbosa 18 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

18 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF XVII AGRADECIMENTOS A Comissão Organizadora e a Administração Superior da Sociedade Cultural e Educacional de Garça agradecem imensamente a todos aqueles que participaram do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF e, em especial, aos palestrantes, apoios e/ou patrocínios das empresas e órgãos públicos que contribuíram para o sucesso do evento. Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

19 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E 20 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

20 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF XVII PROGRAMAÇÃO Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

21 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E MINICURSOS XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF - Entretenimento Além de enriquecer o conhecimento profissional, no XVII Simpósio de Ciências Aplicadas os participantes puderam participar de atividades culturais, de entretenimento, de lazer e de educação ambiental. Confiram a programação: - Dia 6 de maio, a partir das 19h, na Estância FAEF: Concurso Miss e Mister FAEF e Nossos Talentos; - Dia 7, 8 e 9 de maio, das 17h30 às 19h, no campo: Campeonato de futebol; - Dia 9 de maio, das 15 às 17h50, no Haras: Atividades Equestres; - Dia 9 de maio, das 15 às 17h50, na Estância FAEF: Dog Fashion Day; - Dia 9 de maio, das 15 às 17h50, no NUEMA: Oficina Ambiental. 22 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

22 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF XVII TRABALHOS APRESENTADOS Direito Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

23 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E 24 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

24 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF DIREITOS DOS ANIMAIS: UM COMPARATIVO ENTRE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA E A EQUATORIANA José Honório de OLIVEIRA FILHO 1 1 Mestrando em Teoria do Direito e do Estado pelo Centro Universitário Eurípides de Marília UNIVEM, advogado e servidor público. RESUMO O presente artigo visa analisar os Direitos dos Animais na Constituição Federal brasileira realizando um comparativo com a Carta Magna equatoriana. Pretende descaracterizar a doutrina predominante que tem o entendimento que os animais são coisas utilizando a bel prazer pelos seres humanos, visão esta antropocêntrica que deve ser erradica o mais rápido possível. Os Direitos dos Animais é tema cada vez mais crescente em debates acadêmicos, jurídicos e na mídia, trazendo ampla discussão em diversos aspectos. Palavras-Chave: Constituição Federal do Brasil; Constituição Federal do Equador; Direitos dos Animais; Direito Ambiental; Sujeitos de Direito. ABSTRACT This article aims to analyze the Rights of Animals in the Brazilian Federal Constitution performing a comparison with the Ecuadorian Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

25 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E Constitution. Want to mischaracterize the prevailing doctrine that has the understanding that animals are things using the whim of human beings, this anthropocentric view that should be eradicated as soon as possible. The Animal Welfare is increasingly growing theme in academic, legal and media debates, bringing extensive discussion on various aspects. Key-words: Federal Constitution of Brazil; Federal Constitution of Ecuador; Animal Welfare; Environmental Law; Subjects of Right. 1.INTRODUÇÃO Cada vez mais os Direitos dos Animais ganham força mundialmente, com os defensores sempre atuantes reivindicando direitos àqueles que não podem lutar sozinhos. Os animais que juridicamente são tratados como objetos à disposição do ser humano, moralmente já vem perdendo este status. Animais utilizados em pesquisas científicas conquistaram a liberdade em São Roque/SP, no ano de 2013, graças aos manifestantes que entendiam que eticamente quaisquer procedimentos científicos seriam inaceitáveis com seres inocentes. Leis proibindo os testes com animais para cosméticos já foram sancionadas na União Europeia, no Brasil e em outros países do globo terrestre. Alunos já conseguem se beneficiar pela escusa de consciência em não frequentar aulas que envolvam animais como cobaias. Numa análise entre Constituições Federais, vamos compreender a visão brasileira e equatoriana sobre os animais, e se estes se encaixam como coisas ou como sujeitos de direitos. 2. A PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL AOS ANIMAIS A Constituição Federal de 1988, a lei suprema de nosso ordenamento jurídico, prevê a defesa do meio ambiente natural, que compreende a fauna e a flora. Em seu artigo 225, 1º, VII, fica evidente a proteção que devemos ter pelos animais, conforme transcrito abaixo: Art Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo- 26 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

26 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público: (...) VII proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, vedadas as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies, ou submetam os animais a crueldade. O artigo demonstra que, primordialmente, foi levando em consideração o próprio bem-estar das pessoas, visto que sem o meio ambiente ecologicamente equilibrado estaríamos colocando em risco a própria espécie humana, podendo sofrer com a falta de recursos naturais ao longo do tempo. No inciso VII, também é demonstrada preocupação com a extinção de espécies, e não com o animal propriamente dito, mas sim visando que nossa biodiversidade se mantenha com o transcorrer das gerações, contribuindo com a nossa sobrevivência. O conteúdo mais importante deste artigo é justamente a parte final de seu inciso VII, que afirma vedadas práticas que (...) submetam os animais à crueldade. No tocante a este trecho podemos dizer que o legislador pode ter sido influenciado por uma visão menos especista, vedando a crueldade contra animais, Neme conceitua de forma brilhante o termo crueldade : Todos os textos consultados concordam que a crueldade é associada à desumanidade, ruindade, maldade violenta. Etimologicamente remete a crudos: que contém sangue, sangrento, ensangüentado, cru, encruado e não cozido. O indivíduo cruel é aquele que se compraz em fazer o mal, em atormentar ou prejudicar. A crueldade então é uma expressão abrangente, que traz em seu bojo alguns tipos de violência como os maus tratos, a servícia, o ferimento, a mutilação, e os abusos (NEME, 2006, p. 87). Deste modo, qualquer crueldade contra animais está vedada pela Constituição Federal, o que em termos práticos está muito distante de acontecer, apenas para citar alguns exemplos de crueldades contra animais, podemos mencionar práticas culturais como rodeios, vaquejadas, rituais religiosos, circos, vestuário, alimentação, todos estes utilizando animais de forma cruel, como meros objetos ao serviço do ser humano. Santana analisa, o artigo 225 da Constituição Federal: Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

27 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E Além disso, como a caça e a pesca podem ser autorizadas, o sistema jurídico brasileiro não garante sequer o direito à vida desses animais, que continuam sendo capturados e mortos diariamente, legal ou clandestinamente, tornando letra morta a norma constitucional que proíbe às práticas que coloquem em risco a função ecológica dos animais, provoquem a sua extinção ou submetaos à crueldade (CF, art. 225, par. 1, VII) (GORDILHO, 2004, p. 99). Krell afirma que nem o Poder Público, muito menos a coletividade, logram êxito na implementação de normas que vedem o tráfico de animais silvestres, por conseqüência das falhas na prestação real dos serviços públicos de proteção ambiental, esta falha é encontrada na formulação, implementação e manutenção das respectivas políticas públicas, como também na composição dos gastos nos orçamentos da União, dos estados, e dos municípios (KRELL, 2002, p ). Eliana Franco Neme diz que todo o regramento fortificado pela norma constitucional é capaz de modificar os hábitos culturais, as tradições comerciais e científicas, os padrões de entretenimento ou os comportamentos religiosos. Com isso, ainda temos uma série de fatores que colidem com o conteúdo jurídico da Constituição, determinando o comportamento cruel com os animais. Esses fatores são decorrentes de uma concepção histórica da superioridade do homem sobre os animais (NEME, 2006, p.97). Assim, apesar de nossa Constituição Federal possuir previsão de proteção aos animais não temos muito o que comemorar, os defensores acabam sempre tendo que protestar para que os direitos dos animais realmente sejam resguardados, como no caso da invasão do Instituto Royal, em São Roque/SP no ano de 2013, onde foram resgatados cães de raça beagle e camundongos que eram utilizados como cobaias em grande parte visando a indústria cosmética. 4. ANIMAIS COMO SUJEITOS DE DIREITO A doutrina clássica brasileira exclui os animais não humanos no que tange possuir capacidade, personalidade e, muito menos, ser sujeito de direitos, dando-lhes status de coisa, uma visão totalmente antropocêntrica que prevalece no direito nacional (GORDILHO, SILVA, 2012, p.351). 28 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

28 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF Podemos utilizar o ensinamento Fabio Ulhoa Coelho para que possamos analisar melhor os critérios de organização dos sujeitos de direito, dividindo-se em personificados ou não personificados e em sujeitos humanos ou não humanos. (COELHO, 2003, p. 139). Nesta sistemática, poderíamos colocar os animais como sujeitos não humanos personificados. Muitos defendem a expansão dos direitos fundamentais aos animais, nos moldes da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, que passariam a ser protegidos em juízo da mesma forma que os direitos humanos. Filósofos como Paola Cavalieri e Peter Singer, por exemplo, lançaram, em 1993, o projeto The Great Ape Project, onde é defendida a ideia de imediata extensão dos direitos humanos, tais como o direito à vida, saúde, liberdade, a um meio ambiente sadio e equilibrado e direitos de personalidade, para os grandes primatas, antes que estes sejam extintos (GORDILHO, 2004, p.100). A questão principal é a seguinte: porque razão nós concedemos personalidade jurídica a crianças, mesmo aquelas que ainda não nasceram, a deficientes mentais que apenas levam uma vida vegetativa, a associação de pessoas, e até mesmo a conjunto de bens patrimoniais, mas nos recusamos a concedê-la a seres que compartilham conosco até 99,5% de carga genética, e integram, por conseguinte, a nossa mesma família, a dos hominídeos, ou quando muito a nossa mesma sub-ordem, a dos antropóides? Porque razão deixamos que nossos primos chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos entrem em extinção, enquanto concedemos direitos fundamentais para humanos capazes de cometer os mais abomináveis crimes contra a própria humanidade? Porque razão não estendemos, nos termos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada pela Liga Internacional pelos Direitos dos Animais no ano de 1978, e submetida a apreciação da Unesco e da própria ONU, a eles direitos fundamentais como os direitos à vida, liberdade e a um meio ambiente equilibrado? (GORDILHO, 2004, p.100). Porém, muitos autores são contrários de se estender aos animais direitos humanos, pois entre o homem e os animais existe uma real fronteira que se encontra na distinção entre liberdade e determinismo (GORDILHO, 2004, p.102) Na visão desses autores, o ser humano seria o único sujeito moral do mundo, devido ser capaz de um ato de liberdade, sendo que este ato não é praticado por instinto. Dessa forma, os animais não são livres, não podendo ser moralmente responsáveis por nada: o animal é sempre inocente (RABENHORST, 1997, p. 126). Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

29 Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF SOCIEDADE CULTURAL E Os abolicionistas, obviamente, são contra essa justificava para exploração animal. Se fossemos assim entender, os loucos e demais deficientes, as crianças e adolescentes também são considerados incapazes de ter consciência de seus atos, mas nem por isso lhes é recusada c capacidade em adquirir e exercer direitos através de seus representantes (GORDILHO, 2004, p. 103). Contudo, os deficientes mentais e recém-nascidos também não possuem essa racionalidade deliberativa, e nem por isso cogitamos em negar-lhes direitos ou dignidade moral. Outro respeitado doutrinador a ser tido como referência será Hans Kelsen, para ele os animais devem ser considerados sujeitos de direito, devido às leis que os protegem. Com isso, a partir do momento que o indivíduo está obrigado a ter determinada conduta em face de um outro, tem esse, perante aquele, um direito a esta conduta (KELSEN, 1987, p.182). Vejamos: O argumento de que os animais, plantas e os objetos inanimados dessa forma protegidos não são sujeitos de direitos reflexos porque estes objetos não são pessoas, não procede. Com efeito, pessoa significa, como veremos, sujeito jurídico; e se sujeito de um direito reflexo é o homem em face do qual deve ter lugar a conduta do indivíduo a tal obrigado, então os animais plantas e objetos inanimados em face dos quais os indivíduos são obrigados a conduzirem-se de determinada maneira são sujeitos de um direito a esta conduta no mesmo sentido em que o credor é sujeito do direito que consiste na obrigação (dever) que o devedor tem em face dele (KELSEN, 1987, p. 182). Gordilho conclui o pensamento de Kelsen dizendo que no direito civil, ser sujeito de direitos e obrigações não é privilégio apenas do ser humano. Pessoa jurídica e entes despersonalizados, como a massa falida, a herança jacente, a herança vacante, o espólio etc, podem ser sujeitos de direitos e obrigações, inclusive com capacidade jurídica, estando autorizados a defender seus direitos em juízo (GORDILHO, 2004, p. 106). O doutrinador Sérgio Greif é defensor da corrente abolicionista e crítico do bem-estarismo: Leis de bem-estar animal apresentam o principal problema de não reconhecerem, e dessa vez por escrito e com apoio de proeminentes vultos da proteção animal, que animais têm direitos. Quando sociedades 30 Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

30 SOCIEDADE CULTURAL E Anais do XVII Simpósio de Ciências Aplicadas da FAEF protetoras de animais ou pessoas de reconhecida militância na causa animal apoiam uma lei que diz que animais de consumo têm de ser abatidos de determinada forma, eles estão reconhecendo que existem animais que de fato nasceram para serem de consumo e que existe uma forma correta de abatê-los. Significa que não é errado matá-los, desde que isso seja feito da forma correta. O animal em si não tem direitos (GREIF). Desta forma, é primordial o reconhecimento dos animais como sujeitos de direito, para que assim, no futuro, possam conquistar direitos vedados por nosso ordenamento atual, nada adiantando termos leis meramente bem-estaristas que apenas legaliza o sofrimento animal. 5. NATUREZA NA CONSTITUIÇÃO EQUATORIANA A Constituição do Equador é inovadora em relação à natureza e à visão antropocêntrica que prevalece na doutrina brasileira, acabando por reconhecer a natureza como sujeito de direitos. Devemos citar o artigo 71 da Carta Magna equatoriana: La naturaliza o Pacha mama, donde se reproduce y realiza la vida, tiene derecho a que se respete integralmente su existência y el mantenimiento y regeneración de sus ciclos vitales, estrucutura, funciones y processos evolutivos. Toda persona, comunidade, Pueblo o nacionalidade poderá exigir a la autoridade pública el cumplimiento de los derechos de la naturaliza. El Estado incentivará a las personas naturales y jurídicas y a los colectivos, para que protejan la naturaliza, y promoverá el respeto a todos los elementos quer forman um ecossistema. Desta forma, é importante salientar que a natureza é tratada como Mãe Terra, tendo o direito de ser respeitada integralmente sua existência e manutenção. Cristiano de Souza Lima Pacheco trata como histórica a inovação trazida pela Constituição Equatoriana, pondo fim à exclusividade humana em ser sujeito de direitos, para o autor, não seria exagero afirmar que todos os animais também são sujeitos-de-uma-vida (PACHECO, 2012, p. 354). Evidente que os animais são integrantes da natureza, assim também seriam contemplados com a inovação equatoriana, sendo considerados sujeitos de direito e tendo uma maior proteção do Garça/SP: Editora FAEF, Vol 06 (07 vols.) - ISSN

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