2.3 Estratégias Globais de Empresas Transnacionais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2.3 Estratégias Globais de Empresas Transnacionais"

Transcrição

1 2.3 Estratégias Globais de Empresas Transnacionais DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 1

2 VARIÁVEIS das Estratégias de Internacionalização Segundo Philip Kotler, existem três alternativas estratégicas de ingresso no mercado internacional, que trabalham com as seguintes VARIÁVEIS: Nível de comprometimento Risco Controle Potencial de lucro 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 2

3 ESTRATÉGIAS de Internacionalização,. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 3

4 12 principais ESTRATÉGIAS de INTERNACIONALIZAÇÃO Estratégia 1: Exportação Direta Estratégia 2: Exportação Indireta por Trading Company Estratégia 3: Exportação Indireta por Empresa Comercial Exportadora Estratégia 4: Exportação Indireta por subsidiária da empresa produtora Estratégia 5: Exportação Indireta por Cooperativa Rural Estratégia 6: Exportação Indireta por Consórcio de Exportação Estratégia 7: Joint Venture por Licenciamento Estratégia 8: Joint Venture por Fabricação sob Contrato Estratégia 9: Joint Venture por Administração sob Contrato Estratégia 10: Joint Venture por Propriedade Conjunta Estratégia 11: Investimento Direto por Fabricação de Produtos/Serviços Estratégia 12: Investimento Direto por Montadora (CKD, SKD, IKD) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 4

5 EXPORTAÇÃO A EXPORTAÇÃO é a forma mais simplificada de entrar no mercado internacional, onde as variáveis assumem seu menor nível. Características: Pequeno risco sobre o investimento Pequeno nível de serviço Pequeno nível de comunicação entre a empresa e clientes/consumidores (não tem pós-venda; geralmente não tem retorno sobre as impressões do mercado sobre o produto). 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 5

6 Exportacão DIRETA A exportação direta consiste na operação em que o produto exportado é faturado pelo próprio produtor ao importador. Este tipo de operação exige da empresa o CONHECIMENTO do processo de exportação em toda a sua extensão. A utilização de um agente comercial pela empresa produtora/exportadora ainda assim caracteriza a operação como exportação direta. Na exportação direta, o produto exportado é isento do IPI, ICMS, PIS/PASEP, COFINS e dos impostos incidentes sobre os insumos utilizados no processo produtivo. Empresa produtora Vende diretamente para Importadora (no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 6

7 Exportação INDIRETA Trata-se de uma alternativa disponível para empresas que desejam INICIAR seu processo de internacionalização, porém NÃO possuem experiência suficiente para fazê-lo de forma independente. A exportação indireta é realizada por INTERMÉDIO de empresas estabelecidas no Brasil, que adquirem produtos para exportá-los. Estas empresas podem ser: Trading companies Empresas comerciais exportadoras Estabelecimento da empresa produtora (subsidiária) Cooperativa rural Consórcios de exportadores 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 7

8 Exportação Indireta via TRADING COMPANY Tem que ser uma Sociedade Anônima (S.A.), com capital mínimo integralizado de 1 milhão de Reais, cujo papel é: comprar produtos para exportar ou assessorar uma empresa que deseja exportar seus produtos, mediante pagamento de comissão. A venda da mercadoria pela empresa produtora para uma trading que atua no mercado interno é equiparada a uma operação de exportação, em termos fiscais. Empresa produtora vende para Trading Company vende para Importadora (no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 8

9 Exportação Indireta através de uma COMERCIAL EXPORTADORA Neste caso a venda a este tipo de empresa é considerada EQUIVALENTE a uma exportação direta, assegurando os mesmos benefícios fiscais. A operação de exportação indireta consiste na venda de produtos destinados à exportação, os quais saem do estabelecimento industrial ou comercial para empresas comerciais exportadoras. Empresa vende para produtora Comercial Exportadora vende para Importadora (no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 9

10 Exportação Indireta através de uma SUBSIDIÁRIA DA EMPRESA PRODUTORA A venda a este tipo de empresa é considerada EQUIVALENTE a uma exportação direta, assegurando os mesmos benefícios fiscais. Empresa produtora vende para Subsidiária Exportadora vende para Importadora (no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 10

11 Exportação Indireta através de uma COOPERATIVA RURAL Neste caso os pequenos produtores (de produtos agrícolas, pecuários, artesanatos, de extração etc.) são COOPERADOS e entregam a produção à sua Cooperativa Rural. A cooperativa age como uma produtora exportadora, gozando dos benefícios fiscais. Produtores vende para Cooperativa Rural vende para Importador (no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 11

12 Exportação Indireta através de CONSÓRCIO DE EXPORTAÇÃO Consórcios de exportação são uma forma de cooperação cuja crescente popularidade em muitos países tem despertado interesse de todos os segmentos empresariais. Consórcio de exportação é um sistema criado para viabilizar a exportação de micro, pequenas empresas e até mesmo médias empresas. Consiste na UNIÃO DE VÁRIAS EMPRESAS para ratear as despesas aduaneiras e os custos nas participações de feiras. É um agrupamento de empresas com o mesmo interesse, ou seja, EXPORTAR. Produtores vende para Empresa de consórcio vende para Importador (no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 12

13 Joint Venture Internacional Joint = união; Venture = empreendimento. JOINT VENTURE (ou empreendimento conjunto) é uma associação de empresas, que pode ser definitiva ou não, com fins lucrativos, para explorar determinado(s) negócio(s), sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 13

14 Joint Venture LICENCIAMENTO LICENCIAMENTO é uma das modalidades de Joint Venture em que uma empresa concede LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DE UMA MARCA PRÓPRIA a uma empresa no país de destino (são as FRANQUIAS). Franqueadora Concede licença para utilização da marca Franqueada (no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 14

15 Joint Venture FABRICAÇÃO SOB CONTRATO Contratação de serviços terceirizados para a confecção do produto naquele mercado, segundo os requisitos da contratante. Empresa Produtora Terceiriza a fabricação do produto/serviço Terceirizada no exterior) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 15

16 Joint Venture ADMINISTRAÇÃO SOB CONTRATO Uma EMPRESA ADQUIRE OUTRA no país de destino, entrando com o capital e utilizando os serviços de administração dos antigos proprietários, que passam à condição de empregados do empreendimento (geralmente diretores). Empresa Compradora Compra empresa no exterior e faz contrato de administração Empresa comprada no exterior continua sendo administrada pelos ex-proprietários 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 16

17 Joint Venture PROPRIEDADE CONJUNTA Associação entre empresas firmada com o objetivo de exploração do mercado de determinado país, onde ocorre o compartilhamento de vantagens entre os parceiros na busca do objetivo comum. Empresa no país de origem Se associa com empresa no exterior Empresa no exterior compartilha atividades, decisões, custos e receitas com empresa país de origem 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 17

18 Investimento Direto FABRICAÇÃO DE PRODUTOS / SERVIÇOS INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO (IED) é o investimento feito para adquirir um interesse duradouro em empresas em outro país. A relação de IED compreende uma empresa matriz e uma filial estrangeira, as quais, em conjunto, formam uma empresa multinacional. Para ser considerado como IED, o investimento deve conferir à matriz o controle sobre a sua filial. É a opção de maior risco, porém a de maior potencial de LUCROS e menor distância em relação ao cliente final. Empresa no país de origem Compra, constrói ou investe capital em empresa no exterior Empresa no exterior passa a ser controlada pela empresa do país de origem 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 18

19 Investimento Direto MONTADORA (CKD, SKD, IKD) É também uma opção de grande risco, porém também de maior potencial de lucros e menor distância em relação ao cliente final. O investimento ocorre através de instalações implantadas para executar processos de MONTAGEM de produtos, exportados do país de origem para o país de destino através de kits de componentes (ver slide seguinte). Fábrica matriz no país de origem Fabrica as peças e envia para subsidiária montadora no exterior Montadora no exterior faz a montagem dos kits de peças 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 19

20 Montadoras (Maquiladoras). 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 20

21 CKD (Completely Knock-Down Completamente Desmontado) CKD (Completely Knock-Down Completamente Desmontado) - são conjuntos de partes criados geralmente pela fábrica matriz ou pelo seu centro de produção para exportação e posterior montagem nos países receptores destes kits, geralmente fábricas menores ou com produção reduzida. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 21

22 SKD (Semi Knock-Down Parcialmente Desmontado) SKD (Semi Knock-Down Parcialmente Desmontado) várias partes são pré-montadas em subconjuntos pelo centro de produção, anteriormente ao envio à montadora de destino, exigindo ainda menos investimentos nesta). 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 22

23 IKD (Incompletely Knocked Down IKD (Incompletely Knocked Down Kits Completos) utilizados após o início da nacionalização do produto ou para o mercado de reposição. Kits Completos) 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 23

24 Maquiladoras As primeiras maquiladoras foram autorizadas a funcionar, no México, no ano de Elas são empresas especiais, com legislação especial, que apenas montam produtos fabricados por terceiros. As maquiladoras importam as partes e peças de qualquer parte do mundo, onde esteja mais barato, montam os produtos e os comercializa. Assim, seus custos de produção são muito mais baixos que os da maioria dos países de origem dos fabricantes, devido também ao preço da mão de obra local. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 24

25 Maquiladoras Os empresários mais agressivos do mundo inteiro participam desse negócio, principalmente os asiáticos. Em torno dele giram cerca de maquiladoras e várias centenas de empresas prestadoras de serviços e advogados das mais diversas especialidades. Nos anos 1990 as maquilas tornaram-se o centro da política industrial. O modelo exportador do México está baseado nas maquiladoras, levando o país a se especializar em produtos com baixo valor agregado: bens e componentes eletrônicos ao consumidor, vestuário, equipamento de transporte e manufaturados. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 25

26 Maquiladora (Montadora).. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 26

27 Estratégia de MARKETING GLOBAL Um número cada vez maior de empresas está adotando estratégias de marketing global, sendo muito bem sucedidas. No entanto, MARKETING GLOBAL não significa apenas a padronização do processo de marketing global através de suas ferramentas (design de produto, posicionamento de produto e de marca, marca, embalagem, preço, etc.), apesar de que elas podem ser candidatas à padronização, mas sim também através de vínculos mais íntimos com outras funções da empresa como PESQUISA e DESENVOLVIMENTO, MANUFATURA e FINANÇAS (KOTABE; HELSEN, 2000). 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 27

28 Multinacionais e Transnacionais. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 28

29 BENEFÍCIOS do marketing global A estratégia de marketing global pode atingir uma ou mais de quatro categorias de BENEFÍCIOS potenciais de globalização: Redução de custos A redução de custos é decorrente da economia da força de trabalho e de materiais. Eficácia na melhoria de produtos e programas, Preferência apurada do consumidor e Vantagem competitiva. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 29

30 Limites ao marketing global Embora as fronteiras nacionais tenham começado a perder o significado, a DIVERSIDADE DE AMBIENTES LOCAIS, principalmente no caráter cultural, político e legal, ainda exerce um papel importante como inibidora do desenvolvimento da estratégia de marketing global ótima. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 30

31 Estratégia MULTIDOMÉSTICA AGILIDADE EM FAZER A DIFERENCIAÇÃO LOCAL Esta estratégia é definida por sua grande agilidade na resposta das necessidades do cliente local e alguma diferenciação. Utiliza o modelo que fez sucesso localmente em escala global, através de franquias, subsidiárias ou joint ventures. EXEMPLOS de empresas que utilizam esta estratégia: Heinz, McDonald s, The Body Shop e Hard Rock Cafe. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 31

32 Estratégia MULTIDOMÉSTICA. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 32

33 Estratégia GLOBAL Empresas que utilizam a ESTRATÉGIA GLOBAL tem seus produtos altamente padronizados e utilizam um sistema produtivo que explora economias de escala PRODUTOS GLOBALIZADOS Seus produtos, por serem padronizados, não atendem requisitos locais nem oferecem grande distinção entre os diferentes mercados onde atuam. EXEMPLOS: Texas Instruments e a Otis Elevator. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 33

34 Estratégia GLOBAL. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 34

35 Estratégia TRANSNACIONAL QUASE TOTALMENTE PADRONIZADAS Na estratégia transnacional, as empresas atuam localmente, com rápidas respostas também locais para os problemas que enfrentam nos diferentes mercados. Elas movem materiais, pessoas e ideias entre diferentes países e mesmo entre continentes. POLÍTICA DO PREÇO BAIXO Apresentam grande preocupação com a busca pelo menor custo possível, através de economias de escala na produção e do aprendizado das diferentes culturas onde atuam. EXEMPLOS: Coca-Cola e a Nestlé 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 35

36 Estratégia TRANSNACIONAL. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 36

37 RESUMO das estratégias Marketing Global.. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 37

38 ... 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 38

39 Empresas brasileiras mais internacionais. 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 39

40 ... 05/02/ Estratégias Globais de Empresas Transnacionais 40

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS. Estratégias

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS. Estratégias INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. 1 Variáveis das de Internacionalização Segundo

Leia mais

www.boscotorres.com.br Prof. Bosco Torres CE_01_ Estratégias de Internacionalização

www.boscotorres.com.br Prof. Bosco Torres CE_01_ Estratégias de Internacionalização ESTRATÉGIAS DE INTERNACIONALIZAÇÃO DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. 1 Variáveis das Estratégias de Segundo Philip Kotler,

Leia mais

EXPORTAÇÕES Definição

EXPORTAÇÕES Definição EXPORTAÇÕES Definição CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo, Atlas, 2004. 9.1 Exportações - Definição

Leia mais

O Processo de Exportação e Suas Etapas (até Contrato de Câmbio)

O Processo de Exportação e Suas Etapas (até Contrato de Câmbio) O Processo de Exportação e Suas Etapas (até Contrato de CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo, Atlas,

Leia mais

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems Fundamentos de Marketing Global Parte 01 O significado de Marketing Global Uma empresa global bem-sucedida deve ser capaz de pensar globalmente e agir localmente. Marketing global pode incluir uma combinação

Leia mais

16. PROCESSOS ALFANDEGÁRIOS LOGÍSTICOS

16. PROCESSOS ALFANDEGÁRIOS LOGÍSTICOS 16. PROCESSOS ALFANDEGÁRIOS LOGÍSTICOS DISCIPLINA: Logística Internacional FONTES: SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Logística no Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010. SOUZA, José Meireles de

Leia mais

Aprendendo a Exportar Seguro de Crédito à Exportação e Regimes Aduaneiros Logex

Aprendendo a Exportar Seguro de Crédito à Exportação e Regimes Aduaneiros Logex Aprendendo a Exportar Seguro de Crédito à Exportação e Regimes Aduaneiros Logex Grupo Danilo Correia, Caê Matta, Ágata Takara, Augusto Rinaldi, Felipe Marinoni, Isabella Lucas, Heitor Guimarães, Rafael

Leia mais

Lex Garcia Advogados http://lexlab.esy.es. Dr. Alex Garcia Silveira OABSP 285373

Lex Garcia Advogados http://lexlab.esy.es. Dr. Alex Garcia Silveira OABSP 285373 Alex Garcia Silveira Cartilha: Direito do Comercio Internacional São Paulo Junho de 2015 SUMÁRIO RESUMO... 5 ABSTRACT... 5 PARTES E AUXILIARES DO COMÉRCIO... 6 EXPORTADOR E IMPORTADOR... 6 SELEÇÃO DE MERCADO...

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR

Leia mais

Regimes Aduaneiros Especiais. Regimes Aduaneiros Especiais. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro

Regimes Aduaneiros Especiais. Regimes Aduaneiros Especiais. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro Regimes Aduaneiros Especiais Regimes Aduaneiros Especiais As características básicas dos regimes especiais são: Regra geral, os prazos na importação são de um ano, prorrogável, por período não superior,

Leia mais

Regimes aduaneiros. Exterior Exportação/Importação. São Paulo: Saraiva, 2010. SEGRE, German. Manual Prático de Comércio

Regimes aduaneiros. Exterior Exportação/Importação. São Paulo: Saraiva, 2010. SEGRE, German. Manual Prático de Comércio Regimes aduaneiros CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: SOUZA, José Meireles de. Gestão do Comércio Exterior Exportação/Importação. São Paulo: Saraiva, 2010. SEGRE, German. Manual

Leia mais

Cadeias de Valor e Aglomerações Empresariais Estratégias para Inserção Competitiva. Luiz Gilberto Mury

Cadeias de Valor e Aglomerações Empresariais Estratégias para Inserção Competitiva. Luiz Gilberto Mury Cadeias de Valor e Aglomerações Empresariais Estratégias para Inserção Competitiva Luiz Gilberto Mury Competitividade internacional Competitividade para uma nação é o grau pelo qual ela pode, sob condições

Leia mais

BioCells BioCells Franquias Uma empresa que já nasce forte e experiente! Um negócio formatado e rentável.

BioCells BioCells Franquias Uma empresa que já nasce forte e experiente! Um negócio formatado e rentável. BioCells BioCells Franquias Uma empresa que já nasce forte e experiente! Um negócio formatado e rentável. Ser franqueado da BIOCELLS significa ser membro da rede Cord- Blood America Inc. - CBAI, empresa

Leia mais

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente.

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Capitulo 10: Tipos de exportação As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Diretamente: quando o exportador fatura e remete o produto ao importador, mesmo

Leia mais

Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais

Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais Nicola Minervini Santa Catarina, 02-05/12/2014 Sumario Desafios da empresa Ferramentas para a competitividade O porque das alianças Formas de alianças

Leia mais

Novos Tempos - Novas Oportunidades - Novo Negócios

Novos Tempos - Novas Oportunidades - Novo Negócios Novos Tempos - Novas Oportunidades - Novo Negócios O que é a Câmara? Câmara de Comércio do Mercosul e União Latino América 01 A Câmara de Comércio do Mercosul e União Latino América (CCM-ULA) é uma Instituição

Leia mais

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa):

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Pesquisa Industrial Anual Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Aluguéis e arrendamentos Despesas com

Leia mais

PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES

PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES ECONOMIA PARA ADMINISTRADORES Decisões sobre a maneira de ingressar no Mercado Internacional - Estratégias para o Mercado Internacional PROFª. REGINA NEGRI PAGANI PROFª. JAQUELINE RODRIGUES 1 2 DECISÕES

Leia mais

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO.

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. 1 2 2. COMO IMPORTAR 2.1. FLUXOGRAMA DE IMPORTAÇÃO 1 PLANEJAMENTO A fase de planejamento das importações é geralmente parte integrante do planejamento geral da empresa para atender sua necessidade de máquinas,

Leia mais

PROGRAMA DE FOMENTO DE OPORTUNIDADES COMERCIAIS PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS TERMO DE REFERÊNCIA

PROGRAMA DE FOMENTO DE OPORTUNIDADES COMERCIAIS PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS TERMO DE REFERÊNCIA IICA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA BID BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO FLS FUNDAÇÃO LYNDOLPHO SILVA SEBRAE SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PROGRAMA

Leia mais

DRAWBACK IMPORTAÇÃO APRESENTAÇÃO BRACELPA

DRAWBACK IMPORTAÇÃO APRESENTAÇÃO BRACELPA DRAWBACK IMPORTAÇÃO APRESENTAÇÃO BRACELPA 21 DE OUTUBRO DE 2009 Por Evandro Ap. Moreira DRAWBACK IMPORTAÇÃO O QUE É? O regime aduaneiro especial de drawback, instituído em 1966 pelo Decreto Lei nº 37,

Leia mais

REGIMES ADUANEIROS ESPECIAIS Parte II

REGIMES ADUANEIROS ESPECIAIS Parte II São Paulo Rio de Janeiro Brasília Curitiba Porto Alegre Recife Belo Horizonte Londres Lisboa Shanghai Miami Buenos Aires REGIMES ADUANEIROS ESPECIAIS Parte II Luis Guilherme B. Gonçalves 05 de Agosto de

Leia mais

Procedimentos para exportação

Procedimentos para exportação Procedimentos para exportação Fundamentos de Comércio Exterior Prof. 1. Inscrição da empresa em dois cadastros: REI (MDIC/SECEX) e Radar (MF /SRF); 2. Análise mercadológica: avaliação do potencial do mercado

Leia mais

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos:

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos: Módulo 4. O Mercado O profissional de marketing deverá pensar sempre em uma forma de atuar no mercado para alcançar os objetivos da empresa. Teoricamente parece uma tarefa relativamente fácil, mas na realidade

Leia mais

PLANO DE INTERNACIONALIZAÇÃO

PLANO DE INTERNACIONALIZAÇÃO PLANO DE INTERNACIONALIZAÇÃO CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 6.3b Plano de Internacionalização

Leia mais

Importação por Conta e Ordem e Importação por Encomenda (LUCIANO - 15/05/2006)

Importação por Conta e Ordem e Importação por Encomenda (LUCIANO - 15/05/2006) Importação por Conta e Ordem e Importação por Encomenda (LUCIANO - 15/05/2006) Cada vez mais e por diversos motivos, as organizações vêm optando por focar-se no objeto principal do seu próprio negócio

Leia mais

UNOCHAPECÓ Programação Econômica e Financeira

UNOCHAPECÓ Programação Econômica e Financeira Estruturas de mercado UNOCHAPECÓ Programação Econômica e Financeira Texto para Discussão 1 De acordo com a natureza do mercado em que estão inseridas, as empresas deparam-se com decisões políticas diferentes,

Leia mais

A SISTEMÁTICA BRASILEIRA APLICADA À OPERAÇÃO BACK TO BACK: ROTINA E PROCEDIMENTOS

A SISTEMÁTICA BRASILEIRA APLICADA À OPERAÇÃO BACK TO BACK: ROTINA E PROCEDIMENTOS A SISTEMÁTICA BRASILEIRA APLICADA À OPERAÇÃO BACK TO BACK: ROTINA E PROCEDIMENTOS Profª. MSc. Patrícia Duarte Peixoto Morella Julciane Dambros RESUMO Com a significativa intensificação do comércio internacional

Leia mais

PROJETO INTERNACIONAL

PROJETO INTERNACIONAL PROJETO INTERNACIONAL EM 10 PASSOS Ubirajara Marques Direitos: Todos os direitos reservados para Center Group International Duração: 1 hora Apresentação: Linguagem simples, para micros e médios empresários

Leia mais

ANO XXIII - 2012-4ª SEMANA DE AGOSTO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 35/2012 ASSUNTOS DIVERSOS ICMS - RS

ANO XXIII - 2012-4ª SEMANA DE AGOSTO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 35/2012 ASSUNTOS DIVERSOS ICMS - RS ANO XXIII - 2012-4ª SEMANA DE AGOSTO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 35/2012 ASSUNTOS DIVERSOS TRADING COMPANY - CONSIDERAÇÕES Introdução - Conceito - Requisitos, Condições e Obrigações Tributárias Acessórias

Leia mais

Introdução ao Comércio Internacional

Introdução ao Comércio Internacional Comércio Exterior Introdução ao Comércio Internacional Comércio internacional Comércio exterior é o conjunto das compras e vendas de bens e serviços feitos entre países. Quando um país vende um bem ou

Leia mais

Fiscal Configurar Impostos Fiscais

Fiscal Configurar Impostos Fiscais Fiscal Configurar Impostos Fiscais Objetivo Configurar todos os impostos que refletirão na Nota Fiscal de Saída. Pré- Requisitos As Taxas Tributárias dos Produtos devem ser devidamente cadastradas ( Fiscal

Leia mais

CURSO DE COMÉRCIO EXTERIOR : LEGISLAÇÃO ADUANEIRA REGIMES ADUANEIROS

CURSO DE COMÉRCIO EXTERIOR : LEGISLAÇÃO ADUANEIRA REGIMES ADUANEIROS 1. CONCEITOS Regime é um conjunto de regras que estabelecem certa conduta obrigatória. É método, sistema ou forma de governo. Logo, chamamos de regime aduaneiro ao tratamento tributário e administrativo

Leia mais

Comércio exterior sem fronteiras.

Comércio exterior sem fronteiras. Comércio exterior sem fronteiras. PROGRAMA BRASIL TRADE COMÉRCIO EXTERIOR SEM FRONTEIRAS O Programa Brasil Trade otimiza a exportação de produtos brasileiros a partir de uma estratégia muito simples: incentivando

Leia mais

Exportação Indireta GRUPO INTERNACIONALIZAÇÃO DO SEBRAE-SP

Exportação Indireta GRUPO INTERNACIONALIZAÇÃO DO SEBRAE-SP Exportação Indireta GRUPO INTERNACIONALIZAÇÃO DO SEBRAE-SP Junho/2011 1 Tipos de Exportação: Direta : A própria empresa vende diretamente ao exterior. Brasil Exterior 2 Indireta : Mercadoria é exportada

Leia mais

1. Estabelecimento de uma companhia

1. Estabelecimento de uma companhia Nestle, (canton of Vaud) 1. Estabelecimento de uma companhia Índice 1.1 Elegibilidade 1 1.2 Etapas para estabelecer 2 uma companhia - visão geral 1.3 Determinação da estrutura jurídica 2 de sua companhia

Leia mais

QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS IMPOSTOS MAIS IMPORTANTES - PARTE Il

QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS IMPOSTOS MAIS IMPORTANTES - PARTE Il QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS IMPOSTOS MAIS IMPORTANTES - PARTE Il! Programa de Integração Social - PIS! Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL! Imposto sobre Produtos Industrializados

Leia mais

http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=95334

http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=95334 http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=95334 (Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara') Agência Câmara Tel. (61) 3216.1851/3216.1852 Fax. (61) 3216.1856

Leia mais

Sistematização das exportações e pagamentos internacionais

Sistematização das exportações e pagamentos internacionais Introdução Sistematização das exportações e pagamentos internacionais Fundamentos de Comércio Exterior Prof. Marco A. Arbex As exportações geram entrada de divisas para o país exportador e saída de divisas

Leia mais

Finanças Públicas. Aula 1

Finanças Públicas. Aula 1 Finanças Públicas Aula 1 Finanças Públicas Teoria do bem estar social Finanças Públicas Conceito de ponto Ótimo de Pareto Finanças Públicas As Falhas de mercado Falhas de mercado Existência de Bens públicos

Leia mais

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES: PROEX

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES: PROEX PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES: PROEX PROEX FINANCIAMENTO FINALIDADE: Proporcionar e apoiar o exportador brasileiro na comercialização com o exterior de bens e serviços em condições de financiamento

Leia mais

Nota Fiscal Eletrônica ficou ainda mais completa Gilvânia Banker

Nota Fiscal Eletrônica ficou ainda mais completa Gilvânia Banker Gilvânia Banker As mudanças no sistema de controle fiscal das Secretarias de Fazendas Estaduais (Sefaz) de todo o País já está funcionando a pleno vapor. A nova Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), segunda geração

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL ALUNO RA TURMA SALA DATA / / 2014 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU FACULDADES DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE REVISÃO INTEGRADA DE ADMINISTRAÇÃO PRIAD 2014 MARKETING INTERNACIONAL PROF. MS ALEXANDRE

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

Ministério da Fazenda - Secretaria da Receita Federal. Ministério da Fazenda/ Secretaria da Receita Federal

Ministério da Fazenda - Secretaria da Receita Federal. Ministério da Fazenda/ Secretaria da Receita Federal REGIMES ADUANEIROS ESPECIAIS E ATÍPICOS REEGIMEE I DEESSCRIÇÃO I 1 Admissão Temporária Permite a permanência no País de bens procedentes do exterior, por prazo e para finalidade determinados, com suspensão

Leia mais

ASPECTOS FISCAIS NAS EXPORTAÇÕES

ASPECTOS FISCAIS NAS EXPORTAÇÕES ASPECTOS FISCAIS NAS EXPORTAÇÕES 1 INCIDÊNCIAS TRIBUTÁRIAS NAS EXPORTAÇÕES Optantes do SIMPLES Os transformadores plásticos exportadores optantes do SIMPLES devem analisar a conveniência da continuidade

Leia mais

ANO XXVI - 2015 2ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 46/2015

ANO XXVI - 2015 2ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 46/2015 ANO XXVI - 2015 2ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 46/2015 IPI O FRETE NA BASE DE CÁLCULO DO IPI... Pág. 422 ICMS RJ DRAWBACK... Pág. 423 IPI O FRETE NA BASE DE CÁLCULO DO IPI Sumário 1.

Leia mais

CFOP DESCRIÇÃO APLICAÇÃO

CFOP DESCRIÇÃO APLICAÇÃO CFOP DESCRIÇÃO APLICAÇÃO 1.000 ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO ESTADO Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade

Leia mais

EXPORTAÇÕES DIRETAS VERSUS EXPORTAÇÕES INDIRETAS: UMA ANÁLISE DOS BENEFÍCIOS SOB A ÓTICA DO PROGRAMA REINTEGRA

EXPORTAÇÕES DIRETAS VERSUS EXPORTAÇÕES INDIRETAS: UMA ANÁLISE DOS BENEFÍCIOS SOB A ÓTICA DO PROGRAMA REINTEGRA EXPORTAÇÕES DIRETAS VERSUS EXPORTAÇÕES INDIRETAS: UMA ANÁLISE DOS BENEFÍCIOS SOB A ÓTICA DO PROGRAMA REINTEGRA Adriane Siqueira (UCS) adriane@rfa.adv.br Alex Eckert (UCS) alex.eckert@bol.com.br MARLEI

Leia mais

Manual do Fornecedor. Novembro 2012 Rio de Janeiro

Manual do Fornecedor. Novembro 2012 Rio de Janeiro Manual do Fornecedor Novembro 2012 Rio de Janeiro Caro parceiro, O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 trabalha para entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que

Leia mais

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO 1 Informações sobre o responsável pela proposta. Nome : Identidade: Órgão Emissor: CPF: Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Telefone: FAX: E-mail Formação Profissional: Atribuições

Leia mais

AEDB Gestão de Negócios Internacionais

AEDB Gestão de Negócios Internacionais AEDB Gestão de Negócios Internacionais Tema: Marketing Internacional SUMÁRIO Marketing na Empresa Global Prof. Walfredo Ferreira o Estratégia de marketing global o Padronização e adaptação do programa

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS / FINANCEIROS

INCENTIVOS FISCAIS / FINANCEIROS INCENTIVOS FISCAIS / FINANCEIROS Entendidas as distinções básicas das alternativas apresentadas ao fabricante ou produtor para a promoção da saída, a título de exportação de seus produtos, seja ela direta,

Leia mais

SAFRAS & CIFRAS TRIBUTAÇÃO INCIDENTE SOBRE FATURAMENTO - PARTE II EMPRESÁRIO RURAL PESSOA JURÍDICA

SAFRAS & CIFRAS TRIBUTAÇÃO INCIDENTE SOBRE FATURAMENTO - PARTE II EMPRESÁRIO RURAL PESSOA JURÍDICA TRIBUTAÇÃO INCIDENTE SOBRE FATURAMENTO - PARTE II EMPRESÁRIO RURAL PESSOA JURÍDICA * Carla Hosser * Leticia de Oliveira Nunes * Litiele Maltezahn * Priscila Duarte Salvador * Rosana Vieira Manke Diante

Leia mais

Pós-Graduação em Finanças Empresariais MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso agosto 2010. ESPM Unidade Porto Alegre

Pós-Graduação em Finanças Empresariais MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso agosto 2010. ESPM Unidade Porto Alegre Pós-Graduação em Finanças Empresariais MANUAL DO CANDIDATO Ingresso agosto 2010 ESPM Unidade Porto Alegre Rua Guilherme Schell, 350 Santo Antônio Porto Alegre/RS. Informações: Central de Candidatos: (51)

Leia mais

Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL COFINS Pis/Pasep INSS ICMS IPI

Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL COFINS Pis/Pasep INSS ICMS IPI Anexo II Partilha do Simples Nacional - Indústria Seção I: Receitas decorrentes da venda de mercadorias por elas industrializadas não sujeitas a substituição tributária, exceto as receitas decorrentes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E GESTÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E GESTÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E GESTÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÓS-INCUBAÇÃO DE EMPRESAS Conceituação e Estudos de Caso BRENO BASTOS MIGUEZ 15653 FERNANDA HELENA COSTA

Leia mais

Faculdade Morumbi Sul Alexandra Lisboa Samanta Rocha Neriane Bianchi Édipo Chaves Leandro Silva Rafael Carvalho Francis Bitaraes

Faculdade Morumbi Sul Alexandra Lisboa Samanta Rocha Neriane Bianchi Édipo Chaves Leandro Silva Rafael Carvalho Francis Bitaraes Faculdade Morumbi Sul Alexandra Lisboa Samanta Rocha Neriane Bianchi Édipo Chaves Leandro Silva Rafael Carvalho Francis Bitaraes DRAWBACK O que é? Objetivos. NORMAS Disciplina as aquisições de matérias-primas,

Leia mais

Investimento Direto Estrangeiro e Tributação de Bens e Serviços no Brasil. Setembro 2015

Investimento Direto Estrangeiro e Tributação de Bens e Serviços no Brasil. Setembro 2015 Investimento Direto Estrangeiro e Tributação de Bens e Serviços no Brasil Setembro 2015 Investimento Direto Estrangeiro e Tributação de bens e serviços 1. Investimento Direto Estrangeiro Constituição de

Leia mais

3.3 - O Processo de Importação e Suas Etapas

3.3 - O Processo de Importação e Suas Etapas 3.3 - O Processo de Importação e Suas Etapas DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTES: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas, 2004. SILVA, Luiz Augusto

Leia mais

Regime Especial de Drawback O fomento das exportações por meio das operações de Drawback

Regime Especial de Drawback O fomento das exportações por meio das operações de Drawback Regime Especial de Drawback O fomento das exportações por meio das operações de Drawback PRIMEIRA PARTE O REGIME ESPECIAL DE DRAWBACK AS VANTAGENS E A IMPORTÂNCIA DO DRAWBACK PARA O COMÉRCIO EXTERIOR DRAWBACK

Leia mais

A Multimex é mais do que uma Empresa de Comércio Exterior, é um portal de negócios internacionais.

A Multimex é mais do que uma Empresa de Comércio Exterior, é um portal de negócios internacionais. A Multimex é mais do que uma Empresa de Comércio Exterior, é um portal de negócios internacionais. Entre outras vantagens, oferece importantes benefícios fiscais que visam diminuir o custo de seus clientes.

Leia mais

Modalidades de Importação para redução de custos de equipamentos e produtos importados

Modalidades de Importação para redução de custos de equipamentos e produtos importados Modalidades de Importação para redução de custos de equipamentos e produtos importados Introdução Contexto Brasileiro AquisiçãoA i i ã de Produto Direta / Trading Importação por Conta e Ordem Globalização

Leia mais

Oportunidades e Riscos

Oportunidades e Riscos 2.4b INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004. 1 MOTIVOS (ou VANTAGENS)

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Aula 12. Definição do Orçamento do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni

Aula 12. Definição do Orçamento do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni Aula 12 Definição do Orçamento do Plano de Marketing Profa. Daniela Cartoni Orçamento do Plano de Marketing Em paralelo ao plano de ação, é necessário que a empresa constitua um orçamento de apoio. Na

Leia mais

Importação I. Prof. Richard Allen de Alvarenga. Faculdade Católica Salesiana do Espírito Santo Comércio Exterior Prof. Me. Richard Allen de Alvarenga.

Importação I. Prof. Richard Allen de Alvarenga. Faculdade Católica Salesiana do Espírito Santo Comércio Exterior Prof. Me. Richard Allen de Alvarenga. Importação I Prof. Richard Allen de Alvarenga Histórico Destaque no início dos anos 1990 (Era Collor) Normas específicas de controle da inflação; Criação de instrumentos de importação; Abastecimento e

Leia mais

ANEXO V - CLASSIFICAÇÃO DAS OPERAÇÕES, PRESTAÇÕES E SITUAÇÕES TRIBUTÁRIAS (a que se refere o artigo 597 deste regulamento)

ANEXO V - CLASSIFICAÇÃO DAS OPERAÇÕES, PRESTAÇÕES E SITUAÇÕES TRIBUTÁRIAS (a que se refere o artigo 597 deste regulamento) TABELA I - CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E DE PRESTAÇÕES (CFOP) ANEXO V - CLASSIFICAÇÃO DAS OPERAÇÕES, PRESTAÇÕES E SITUAÇÕES TRIBUTÁRIAS (a que se refere o artigo 597 deste regulamento) DAS ENTRADAS DE MERCADORIAS,

Leia mais

O Que é um Produto? Capítulo 8. Produtos, Serviços e Experiências. O Que é um Serviço? Estratégia de Produtos e Serviços

O Que é um Produto? Capítulo 8. Produtos, Serviços e Experiências. O Que é um Serviço? Estratégia de Produtos e Serviços Capítulo 8 Estratégia de Produtos e Serviços 1 O Que é um Produto? Um Produto é algo que pode ser oferecido a um mercado para apreciação, aquisição, uso ou consumo e para satisfazer um desejo ou uma necessidade.

Leia mais

Capítulo 3. Focalizando o novo negócio

Capítulo 3. Focalizando o novo negócio O QUE É UMA EMPRESA? De acordo com Santos (1982), a empresa é comumente definida pelos economistas como uma unidade básica do sistema econômico, cuja principal função é produzir bens e serviços. Os objetivos

Leia mais

TABELA I. CÓDIGOS FISCAIS DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (códigos a que se refere o artigo 230 deste Regulamento)

TABELA I. CÓDIGOS FISCAIS DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (códigos a que se refere o artigo 230 deste Regulamento) TABELA I CÓDIGOS FISCAIS DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (códigos a que se refere o artigo 230 deste Regulamento) B) DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS, BENS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS Grupo 5.000 Grupo 6.000 Grupo 7.000

Leia mais

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 Implementação do Plano de Internacionalização AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 ANA NABETO Partner 19 NOV 2015 Introdução A internacionalização (penetração em mercados externos) é um passo fundamental para

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

COMERCIO EXTERIOR. Visão Macro da Exportação

COMERCIO EXTERIOR. Visão Macro da Exportação Visão Macro da Exportação COMÉRCIO INTERNACIONAL É o intercâmbio de bens e serviços entre países Tem como finalidade satisfazer necessidades, circular e distribuir as riquezas entre os países COMÉRCIO

Leia mais

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO COMO ABRIR SEU NEGÓCIO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Reflexão Qual o principal motivo para buscar a formalização de seu negócio? É importante lembrarmos que: Para desenvolver suas

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIO. EMPRESA (inserir logo) SET/14

PLANO DE NEGÓCIO. EMPRESA (inserir logo) SET/14 PLANO DE NEGÓCIO EMPRESA (inserir logo) SET/14 Índice 1 INTRODUÇÃO-Sumário Executivo 04 1.1 Identificação da Empresa 04 1.1.1 Histórico da empresa 04 1.1.2 Definição do modelo de negócio 05 1.1.3 Constituição

Leia mais

Palestra. Créditos Fiscais (ICMS/ IPI/ PIS e COFINS) Julho 2012. Elaborado por: Katia de Angelo Terriaga

Palestra. Créditos Fiscais (ICMS/ IPI/ PIS e COFINS) Julho 2012. Elaborado por: Katia de Angelo Terriaga Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

19/9/2012. Relações Internacionais II. Administração. Distância geográfica. Distância cultural. Distância tecnológica. Distância temporal.

19/9/2012. Relações Internacionais II. Administração. Distância geográfica. Distância cultural. Distância tecnológica. Distância temporal. - Distâncias no comércio internacional Administração Profª Mestre Barbara Mourão Distância geográfica. Distância cultural. Distância tecnológica. Distância temporal. Relações Internacionais II (SOARES,

Leia mais

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg Valores & Princípios Grupo Freudenberg C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o Nossos Princípios & Conduta e Comportamento 3 Os Nossos Princípios e o documento de

Leia mais

COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR

COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR O que é Franquia? Objetivo Esclarecer dúvidas, opiniões e conceitos existentes no mercado sobre o sistema de franquias. Público-Alvo Empresários de pequeno, médio e grande

Leia mais

Gestão Estratégica. Gestão Estratégica

Gestão Estratégica. Gestão Estratégica DIAGNÓSTICO: Visão Macro Gestão Estratégica Aula 5 Diagnóstico marcopereira@usp.br AMBIENTE INTERNO SETOR DE NEGÓCIOS MACROAMBIENTE DIAGNÓSTICO: Visão Macro Externo Diagnóstico Interno O DEI tem como objetivo

Leia mais

A decisão de fazer um projeto Universidade-Empresa: uma simples decisão de comprar ou fazer?

A decisão de fazer um projeto Universidade-Empresa: uma simples decisão de comprar ou fazer? A decisão de fazer um projeto Universidade-Empresa: uma simples decisão de comprar ou fazer? José Luiz Moreira de Carvalho (UFSCar) pjlmc@iris.ufscar.br José Carlos de Toledo (UFSCar) toledo@power.ufscar.br

Leia mais

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS Rede CIN CIN MS Centro Internacional de Negócios FIEMS O que é a REDE CIN? Coordenada pela Confederação Nacional da Indústria - CNI, e criada com o apoio da Agência Nacional de Promoção de Exportações

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PREÇO DE EXPORTAÇÃO

ELABORAÇÃO DO PREÇO DE EXPORTAÇÃO ELABORAÇÃO DO PREÇO DE EXPORTAÇÃO D. Daniela tem uma fábrica de móveis e vende seus produtos para todo o Brasil. Como os produtos de sua fábrica têm ótima qualidade e seus preços no mercado interno são

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 2.4d_ização de

Leia mais

PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS

PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS REINTEGRA Medida Incentivo fiscal à exportação. Beneficiados Pessoa jurídica produtora que efetue exportação direta ou indireta. Condições Exclusivo para bens manufaturados

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica COMENTÁRIOS SOBRE A MEDIDA PROVISÓRIA Nº 447/2008 ALTERAÇÃO DOS PRAZOS DE PAGAMENTOS DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS Francisco Guilherme Braga de Mesquita Advogado

Leia mais

LICENCIAMENTO: ALTO RETORNO COM BAIXO RISCO PARA QUEM QUER ABRIR UM NOVO NEGÓCIO

LICENCIAMENTO: ALTO RETORNO COM BAIXO RISCO PARA QUEM QUER ABRIR UM NOVO NEGÓCIO ebook LICENCIAMENTO: ALTO RETORNO COM BAIXO RISCO PARA QUEM QUER ABRIR UM NOVO NEGÓCIO IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO E QUALIDADE COM RAPIDEZ E BAIXO CUSTO. TAMBÉM PARA A PEQUENA EMPRESA. PROCESSO

Leia mais

AJUSTE FISCAL, ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E EXPECTATIVAS PARA 2015. Diego Caldas R. de Simone

AJUSTE FISCAL, ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E EXPECTATIVAS PARA 2015. Diego Caldas R. de Simone AJUSTE FISCAL, ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E EXPECTATIVAS PARA 2015 Diego Caldas R. de Simone PACOTE DE AJUSTE FISCAL Objetivo Medida Executivo / Legislativo Economia estimada / aumento de arrecadação

Leia mais

GUERRA FISCAL: SÃO PAULO E ESPÍRITO SANTO ICMS - IMPORTAÇÃO

GUERRA FISCAL: SÃO PAULO E ESPÍRITO SANTO ICMS - IMPORTAÇÃO GUERRA FISCAL: SÃO PAULO E ESPÍRITO SANTO ICMS - IMPORTAÇÃO Fábio Tadeu Ramos Fernandes ftramos@almeidalaw.com.br Ana Cândida Piccino Sgavioli acsgavioli@almeidalaw.com.br I INTRODUÇÃO Desde a década de

Leia mais

lozenge Empresa "Nosso papel é administrar a sua operação de comércio internacional" Lozenge INTL Comércio, Importação e Exportação Ltda.

lozenge Empresa Nosso papel é administrar a sua operação de comércio internacional Lozenge INTL Comércio, Importação e Exportação Ltda. Empresa Terceirizar as atividades-meio de uma empresa é uma forma inteligente de focar-se no objeto principal de seu negócio. Para atender esta demanda, podemos atuar de formas distintas e de acordo com

Leia mais

BALANCETES E RELATÓRIOS

BALANCETES E RELATÓRIOS Matéria - Contabilidade SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Balancetes NBC T 2.7 3. Modelos de Balancetes 4. Relatórios 4.1. Relatórios por área de responsabilidade BALANCETES E RELATÓRIOS 5. Balancetes

Leia mais

ENTRADAS DE BENS E MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS

ENTRADAS DE BENS E MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS TABELA I CÓDIGOS FISCAIS DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (códigos a que se refere o artigo 254 deste Regulamento) A) DAS ENTRADAS DE BENS E MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS Grupo 1.000 Grupo 2.000 Grupo

Leia mais

Sumário Executivo de Medida Provisória

Sumário Executivo de Medida Provisória Sumário Executivo de Medida Provisória Medida Provisória nº 651, de 2014. Publicação: DOU de 10 de julho de 2014. Ementa: Dispõe sobre os fundos de índice de renda fixa, sob a responsabilidade tributária

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

6 Relacionamentos na cadeia de suprimentos

6 Relacionamentos na cadeia de suprimentos 6 Relacionamentos na cadeia de suprimentos 6.1 Relacionamentos no canal Os relacionamentos entre distintos membros de uma cadeia de suprimentos sugerem um alto grau de complexidade e fonte quase sempre

Leia mais

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Denominação e Natureza) A Agência para a Promoção de Investimento e Exportações

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais