Manual de montagem e operação para EAS -dutytorque Tipo 404_. 400 Tamanho 2 9

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1 Ler atentamente e respeitar o manual de operação. A inobservância pode causar avarias de funcionamento ou a falha do limitador de torque, bem como os danos associados. Índice Página 1: - Índice - Símbolos de segurança e de aviso - Indicações de segurança Página 2: - Vistas do limitador de torque Página 3: - Vistas do limitador de torque - Lista de peças Página 4: - Tabela 1: Dados técnicos do limitador de torque EAS -element - Tabela 2: Dados técnicos do limitador de torque EAS -element Página 5: - Tabela 3: Dados técnicos do acoplamento elástico de eixos - Tabela 4: Torques de aperto dos parafusos Página 6: - Versão - Função - Indicações gerais para montagem Página 7: - Montagem do limitador de torque - Montagem axial - Montagem radial Página 8: - Desmontagem do limitador de torque - Substituir o anel elástico intermediário - Verificar as características de funcionamento do motor Página 9: - Ajuste do torque - Re-engate Página 10: - Desalinhamentos permitidos dos eixos - Alinhamento do limitador de torque Página 11: - Manutenção e intervalos de manutenção - Descarte Páginas 12 a 16: - Manual de montagem e operação para acoplamento elástico Nor-Mex G Símbolos de segurança e de aviso Possível perigo de ferimento para as pessoas e danificação da máquina. Aviso! Aviso de pontos importantes a serem respeitados. Indicações de segurança O presente manual de montagem e operação (M+O) é parte integrante do fornecimento do limitador de torque. Guarde sempre este manual num local acessível perto do limitador de torque. A colocação em funcionamento do produto ficará interditada até ter sido verificado o cumprimento de todas as normas e diretivas da UE na máquina ou na instalação na qual o produto está montado. Os limitadores de torque EAS cumprem com as regras técnicas conhecidas à data da impressão do manual de montagem e operação, oferecendo, à data da entrega, as condições de segurança necessárias para funcionar. Com base na diretiva ATEX, este produto não é adequado para a aplicação em áreas potencialmente explosivas, sem avaliação de conformidade. Caso os limitadores de torque EAS tenham sido modificados ou desmontados. Caso as NORMAS de segurança ou as condições de montagem não tenham sido respeitadas. Medidas de proteção pelo utilizador Cobrir as peças móveis para proteger contra o esmagamento, a recolha, a acumulação de pó e impactos de corpos estranhos. Salvo acordo em contrário com a mayr, os limitadores de torque não podem ser colocados em funcionamento sem interruptor de fim de curso. Para evitar ferimentos e danos materiais, apenas pessoas qualificadas e devidamente formadas podem trabalhar no aparelho, de forma a respeitar as normas e diretivas vigentes. Antes da instalação e colocação em funcionamento, o manual de montagem e operação deve ser lido atentamente. Estas indicações de segurança não pretendem ser exaustivas! Página 1 de 16

2 Acoplamento elástico Nor-Mex G Limitador de torque EAS -element Curso Centralização para anel de garra 23/ S Ø d 1 Ø d Figura 1: Tipo 4043._1400 (Versão com disco de comutação (20)) Pos Lubrificação dos elementos (2-4 vezes) Pos.18 Lubrificação do rolamento (2 x 180 ) Figura 2: Tipo 4043._1400 (Versão com disco de comutação (20)) Página 2 de 16

3 a a Figura 3: Detalhe do elemento de sobrecarga, Tipo 404_._0400 (versão sem disco de comutação (20)) Figura 4: Detalhe do elemento de sobrecarga, tipo 404_._1400 (Versão com disco de comutação (20)) Lista de peças (Devem ser utilizadas apenas peças originais mayr ) Pos. Designação Pos. Designação 1 Cubo 13 Parafuso cilíndrico 2 Flange dos elementos 14 Anilhas de ajuste 3 Parafuso sextavado 15 Anel de vedação em O 4 Flange de pressão 16 Etiqueta de controlo 1) 5 Tampa do rolamento 16.1 Parafuso cilíndrico 6 Parafuso cilíndrico 17 Parafuso com olhal 7 Anel de vedação em O 18 Bocal de lubrificação cônico (lubrificação dos rolamentos) 8 Rolamento ranhurado de esferas 19 Casquilho espaçador 9 Rolamento de esferas de contato angular 20 Disco de comutação 2) (Tipo 404_._1400) 10 Parafuso sem cabeça 21 Parafuso de cabeça escareada 11 Elemento de sobrecarga 22 Anel de cames Cavilha 23 Parafuso cilíndrico Esfera de aço 24 Anilha de segurança 11.2 Parafuso cilíndrico 25 Anel de garra 11.3 Chapa de segurança 26 Cubo flangeado 11.4 Porca de ajuste 26.1 Anel de centralização 11.5 Anilha de pressão 27 Parafuso sem cabeça 11.6 Anel de apoio 28 Anel intermediário elástico 11.7 Segmento de comutação 29 Placa de características 11.8 Mola de disco 30 Sinal de informação Posição de reencaixe 11.9 Bocal de lubrificação cônico (lubrificação dos elementos) 31 Parafuso sem cabeça 12 Peça de pressão 1) 2) Pos. 16 para identificação de sobrecarga com uma monitoração do número de rotações Pos. 20 para identificação de sobrecarga com um interruptor de fim de curso Página 3 de 16

4 Tabela 1: Dados técnicos do limitador de torque EAS -element Torques limite para sobrecarga M G Tamanho Tipo 404_.3_400 Tipo 404_.4_400 Tipo 404_.5_400 Tipo 404_.6_400 Tipo 404_.7_ Tabela 2: Dados técnicos do limitador de torque EAS -element Elementos EAS Tamanho Tamanho Quantidade Rotação máx. [min -1 ] Curso da cavilha no caso de sobrecarga [mm] Orifício máximo Ød [mm] Temperatura ambiente permitida / 4 3) C até +80 C / 4 3) C até +80 C C até +80 C C até +80 C / 4 3) C até +80 C C até +80 C C até +80 C C até +80 C 3) 4 Elementos EAS no Tipo 404_.7_400 Página 4 de 16

5 Tabela 3: Dados técnicos do acoplamento elástico de eixos Desalinhamentos permitidos (figura 7) Folga de montagem axial (figura 1) Orifício máximo Tamanho Torque nominal T N Torque de impacto T KS axial ΔK a [mm] radial ΔK r [mm] angular ΔK w [mm] S [mm] Ød 1 [mm] ± 1,5 0,3 0,3 3, ± 2,0 0,3 0, ± 2,0 0,3 0, ± 2,0 0,3 0, ± 2,5 0,3 0,3 5, ± 2,5 0,3 0, ± 2,5 0,3 0, ± 2,5 0,3 0, Tabela 4: Parafusos Parafusos de cabeça cilíndrica (23) Parafusos sextavados (3) Parafusos sem cabeça no anel de garra (25) e no anel de cames (22) no cubo (1) no anel de garra (25) no cubo (1) no cubo flangeado (26) Tamanho Quantidade Abertura da chave Torque de aperto Quantidade Abertura da chave Torque de aperto Quantidade Pos. 27 Quantidade Pos. 10 Quantidade Pos x M x M x M x M x M x M10 1 x M8 (com Ød 30) 1 x M10 (com Ød > 30) 1 x M8 (com Ød 30) 1 x M10 (com Ød > 30) 1 x M10 1 x M x M x M x M10 1 x M12 1 x M x M x M x M10 1 x M12 1 x M x M x M x M10 1 x M12 1 x M x M x M x M12 1 x M16 1 x M x M x M x M12 1 x M16 1 x M x M x M x M10 1 x M16 1 x M16 Página 5 de 16

6 Versão Os limitadores de torque EAS -dutytorque são limitadores de sobrecarga mecanicamente separáveis (limitador de torque EAS -element) com acoplamento de compensação de elastômero conectável montado (acoplamento elástico Nor-Mex G). O limitador de sobrecarga desengata com o acionamento e saída de sobrecarga. No estado desbloqueado o limitador de torque é livremente deslocado sem torque residual. O acoplamento de compensação de elastômero representa a ligação para as extremidades do eixo de saída da instalação e compensa os deslocamentos das extremidades dos eixos. O acoplamento de compensação de elastômero é composto pelos componentes cubo flangeado (26), anel de garra (25), anel intermediário elástico (28), anel de cames (22) e parafusos de cabeça cilíndrica (23). No final do cubo flangeado (26) encontra-se um anel de centralização (26.1) que está previsto para o alojamento do anel de garra (25) na estado desmontado. É necessária uma desmontagem do anel de garra (25), se: o anel intermediário elástico (28) do acoplamento tiver que ser substituído (ver página 8), ou as características de funcionamento do motor com marcha em vazio tiverem que ser verificadas; o acionamento e saída podem ser desengatados sem deslocamento do motor (ver página 8). Função O limitador de torque tem a tarefa de proteger o conjunto propulsor contra impulsos de torques elevados não permitidos, os quais podem resultar de bloqueios imprevisíveis. Após sobrecarga, o mecanismo de transmissão é completamente desengatado, afeta apenas o atrito no rolamento. Isto significa que nesta variante de acoplamento não surgem quaisquer impactos de reengate ou movimentos deslizantes metálicos nas geometrias de transmissão de torque do limitador de torque. No funcionamento, o torque ajustado é transferido do cubo (1) (acionamento) através do flange de pressão (4) ou do cubo flangeado (26) (acoplamento elástico) para a saída. Com a ultrapassagem do torque limite ajustado (sobrecarga) o limitador de torque é desengatado. Com o desengate, as cavilhas (11.1.1) efetuam um movimento axial (curso) nos elementos de sobrecarga (11) e permanecem na posição desengatada. O curso do disco de comutação (Tipo 404_._1400) pode ser utilizado para identificação de sobrecarga através de um interruptor de fim de curso disponibilizado pelo cliente. O acionamento e saída são desengatados sem torque residual. As matérias funcionando por inércia podem sair livremente. Após sobrecarga, o limitador de torque não possui qualquer função de retenção de cargas. O tempo de marcha após o desengate deve ser, no máx., de 10 minutos. O desligamento elétrico do acionamento pode ser efetuado através de: uma monitoração do número de rotações, para isso, estão previstas 2 etiquetas de controlo (pos. 16, figura 2) no flange de pressão (4) ou no flange dos elementos (2), ou de um interruptor de fim de curso (apenas na versão com disco de comutação (20)) Para que o limitador de torque fique operacional novamente, após a sobrecarga, um dos elementos de sobrecarga (11) tem que voltar a ser engatado (ver re-engate, página 9) através de pressão axial sobre a extremidade da cavilha (11.1.1). Indicações gerais para montagem Os ajustes dos orificios no cubo (1) e no cubo flangeado (26) são feitos com H7, a rugosidade da superfície nos orificios é feita com Ra 1,6 µm. Os parafusos devem ser fixados com Loctite 243 (intensidade média). Página 6 de 16

7 Montagem do limitador de torque O limitador de torque foi montado na fábrica de modo a estar pronto para ser instalado e foi ajustado o torque limite prescrito no pedido. O disco de comutação (pos. 20, apenas no tipo 404_._1400) é fornecido em separado. O limitador de sobrecarga EAS -dutytorque pode ser montado radialmente, sem que o motor (lado do acionamento) tenha que ser deslocado (ver "Montagem radial"). No entanto, se for possível deslocar em conjunto a unidade de acionamento e/ou a unidade de saída, o limitador de torque pode ser montado "axialmente" (ver "Montagem axial"). Para a monitoração do número de rotações estão previstas duas etiquetas de controlo (pos. 16, figura 2). Eles podem, através de parafusos cilíndricos (16.1), opcionalmente (do lado da saída) serem parafusados no flange de pressão (4) ou no flange dos elementos (2). Montagem axial 1) Colocar a peça do limitador de torque EAS, incluindo o anel de cames (22) com o dispositivo adequado no eixo de acionamento e fixar axialmente com o parafuso sem cabeça (10). 2) Colocar a peça elástica (cubo flangeado 26 incluindo o anel de garra 25) com o dispositivo adequado no eixo de saída e fixar axialmente com o parafuso sem cabeça (31). 3) Os parafusos sem cabeça (27) no anel de garra (25) devem estar fixos contra expulsão ou serem removidos do acoplamento. 4) Deslocar axialmente em conjunto os eixos de acionamento e de saída e assegurar a união positiva do acoplamento de compensação de elastômero. Ao fazê-lo, observe a dimensão de distância "S" e os valores de deslocamento permitidos (ver figura 1, página 2 e tabela 3, página 5). 5) Parafusar a unidade de acionamento e a unidade de saída na posição. Montagem radial 1) Soltar os parafusos sextavados (3) no flange dos elementos (2). 2) Colocar o cubo EAS (1) com o dispositivo adequado no eixo de acionamento e fixar axialmente com o parafuso sem cabeça (10). 3) Colocar o cubo flangeado (26) incluindo o anel de garra (25) com o dispositivo adequado no eixo de saída e fixar axialmente com o parafuso sem cabeça (31). 4) Soltar os parafusos de cabeça cilíndrica (23) no anel de garra (25). 5) Retirar o anel de garra (25) do anel de centralização (26.1). 6) Apertar os parafusos sem cabeça (27). Observar o torque de aperto: para parafusos sem cabeça M10: 28 Nm (tamanhos 2 até 6 e 9) para parafusos sem cabeça M12: 48 Nm (tamanhos 7 e 8) 7) Inserir radialmente a peça restante do limitador de torque (flange dos elementos (2) + flange de pressão (4) + anel de cames (22)) entre os eixos de acionamento e de saída. 8) Apertar os parafusos sextavados (3) no flange dos elementos (2). Observar o torque de aperto, de acordo com a tabela 4. 9) Soltar os parafusos sem cabeça (27) no anel de garra (25). Após soltar os parafusos sem cabeça (27), estes devem estar fixos contra expulsão ou removidos do acoplamento. 10) Puxar o anel de garra (25) através do cubo flangeado (26) na direção do anel de cames (22). 11) Apertar os parafusos de cabeça cilíndrica (23) no anel de garra (25). Observar o torque de aperto, de acordo com a tabela 4. 12) Assegurar a união positiva do acoplamento de compensação de elastômero. Ao fazê-lo, observe a dimensão de distância "S" e os valores de deslocamento permitidos (ver figura 1, página 2 e tabela 3, página 5). Observar os torques de aperto dos parafusos de acordo com a tabela 4! Antes da colocação em funcionamento do limitador de torque, o parafuso com olhal (17) deve ser retirado (auxiliar de montagem). Página 7 de 16

8 Desmontagem do limitador de torque Se anel intermediário elástico (28) do acoplamento tiver que ser substituído, o procedimento deve ser previsto como no ponto "Substituir o anel intermediário elástico". Se as características de funcionamento do motor com marcha em vazio tiverem que ser verificadas, sem que o motor tenha que ser deslocado, o procedimento deve ser previsto como no ponto "Verificar as características de funcionamento do motor". Substituir o anel elástico intermediário 1) Soltar os parafusos de cabeça cilíndrica (23) no anel de garra (25). 2) Retirar os parafusos de cabeça cilíndrica e as anilhas de segurança (23/24) do acoplamento. 3) Retirar o anel de garra (25) até o final do cubo flangeado (26) do anel de centralização (26.1). 4) Apertar os parafusos sem cabeça (27). Observar o torque de aperto: para parafusos sem cabeça M10: 28 Nm (tamanhos 2 até 6 e 9) para parafusos sem cabeça M12: 48 Nm (tamanhos 7 e 8) 5) O anel intermédio elástico (28) do acoplamento pode ser removido, se for separado com uma ferramenta de corte (ver também secção 7, página 16). 6) O anel intermediário elástico (28) também pode ser inserido apenas em estado separado. 7) O limitador de torque está novamente operacional assim que os passos 9) até 12) na página 7 tiverem sido efetuados. Se a peça do limitador de torque entre os eixos de acionamento e de saída for radialmente elevada, o anel intermediário pode ser substituído axialmente. (Para a desmontagem radial devem ser efetuados os passos 1) até 9) na seção "Verificar as características de funcionamento do motor" e, para a remontagem radial devem ser efetuados os passos 7) até 12) na página 7). Verificar as características de funcionamento do motor 1) Soltar os parafusos de cabeça cilíndrica (23) no anel de garra (25). 2) Retirar os parafusos de cabeça cilíndrica e as anilhas de segurança (23/24) do acoplamento. 3) Retirar o anel de garra (25) até o final do cubo flangeado (26) do anel de centralização (26.1). 4) Apertar os parafusos sem cabeça (27). Observar o torque de aperto: para parafusos sem cabeça M10: 28 Nm (tamanhos 2 até 6 e 9) para parafusos sem cabeça M12: 48 Nm (tamanhos 7 e 8) 5) Parafusar o parafuso com olhal (17) no flange de pressão (4). 6) Apoiar o limitador de torque com auxílio do parafuso com olhal (17). 7) Soltar os parafusos sextavados (3) no flange dos elementos (2). 8) Retirar os parafusos sextavados (3) do limitador de torque. 9) Elevar radialmente a peça restante do limitador de torque (flange dos elementos (2) + flange de pressão (4) + anel de cames (22)) entre os eixos de acionamento e de saída. Em trabalhos no limitador de torque, o motor deve estar protegido contra ligação. As medidas de proteção e os dispositivos de proteção adequados montados sobre as peças rotativas devem garantir a proteção dos operadores. 10) Agora, o motor pode ser verificado através de uma breve aceleração. 11) O limitador de torque está novamente operacional assim que os passos 7) até 12) na página 7 tiverem sido efetuados. Página 8 de 16

9 Ajuste do torque (figura 3 e 4/página 3) Ajuste o torque limite M G para sobrecarga no limitador de torque através da alteração do pré-aperto de mola de disco em cada elemento de sobrecarga (11) de acordo com o diagrama de ajuste. Nos limitadores de torque, para o ajuste é rodada a porca de ajuste (11.4) no elemento de sobrecarga (11) com uma chave de porcas. Abertura da chave da porca de ajuste (11.4): SW19 para tamanhos 2 e 3 SW30 para tamanhos 4, 5 e 6 SW41 para tamanhos 7, 8 e 9 Re-engate (figura 5) Os furos de marcação no diâmetro externo do flange dos elementos (2) e no flange de pressão (4) devem estar alinhados uns com os outros (figura 5). 4 Engatado Marcação para re-engate 2 Ferramenta No ajuste do torque, deve-se garantir que todos os elementos de sobrecarga (11) sejam ajustados uniformemente no limitador de torque. F Ü Ajuste do torque: Tipo 404_._0400 (figura 3) Determinar o torque limite M G para sobrecarga. A partir do diagrama de ajuste fornecido com o limitador de torque, determinar a medida "a", que corresponde ao torque limite M G necessário. Retirar os parafusos de cabeça cilíndrica (11.2) e as chapas de segurança (11.3), para que as porcas de ajuste (11.4) possam ser rodadas. Ajustar todos os elementos de sobrecarga (11) rodando as porcas de ajuste (11.4) para a medida "a", determinada a partir do diagrama de ajuste. Proteger as porcas de ajuste (11.4) com as chapas de segurança (11.3) e os parafusos de cabeça cilíndrica (11.2) contra rotação. Apertar os parafusos de cabeça cilíndrica (11.2). Tipo 404_._1400 (figura 4) Determinar o torque limite M G para sobrecarga. A partir do diagrama de ajuste fornecido com o limitador de torque, determinar a medida "a", que corresponde ao torque limite M G necessário. Desparafusar o disco de comutação (20), retirar os parafusos de cabeça escareada (21) e os casquilhos espaçadores (19). Retirar os parafusos de cabeça cilíndrica (11.2) e as chapas de segurança (11.3), para que as porcas de ajuste (11.4) possam ser rodadas. Ajustar todos os elementos de sobrecarga (11) rodando as porcas de ajuste (11.4) para a medida "a", determinada a partir do diagrama de ajuste. Proteger as porcas de ajuste (11.4) com as chapas de segurança (11.3) e os parafusos de cabeça cilíndrica (11.2) contra rotação. Apertar os parafusos de cabeça cilíndrica (11.2). Apertar os parafusos de cabeça escareada (21) através do disco de comutação (20) e dos casquilhos espaçadores (19) nas cavilhas (11.1.1). Figura 5 O re-engate é simplesmente efetuada através de pressão axial sobre a extremidade da cavilha de cada elemento de sobrecarga. Dependendo dos meios disponíveis, da acessibilidade da posição de montagem, etc. o re-engate pode ser efetuada de diversas formas: Manualmente, com uma ferramenta adequada (figura 5). Com dispositivo de encaixe. Com auxílio de cilindros pneumáticos ou hidráulicos também é possível automatizar o processo de encaixe. No tipo 404_._1400 (figura 4, página 3) o reengate é efetuada através de uma pressão axial através do disco de comutação (20) sobre a extremidade da cavilha de cada elemento de sobrecarga. Nesta operação, não dobrar o disco de comutação (20)! O nível da força de encaixe depende do torque limite ajustado para sobrecarga e pode ser calculado de forma aproximada através da fórmula apresentada abaixo. F E = 1,5 x M G [kn] F E = força de encaixe total de todos os elementos de sobrecarga do limitador de torque [kn]. M G = torque limite ajustado para sobrecarga [knm]. F Ü = força de encaixe por elemento de sobrecarga [kn]. F Ü = F E n n = quantidade dos elementos de sobrecarga Página 9 de 16

10 ΔKr [%] Desalinhamento radial Manual de montagem e operação para Desalinhamentos permitidos dos eixos (figura 6 e 7) O EAS -dutytorque compensa os desalinhamentos axiais, radiais e angulares do eixo, figura 6. Os desalinhamentos máximos permitidos dos eixos podem ser consultados na Tabela 3, página 5. Caso ocorram vários tipos de desalinhamento em simultâneo, estes influenciam-se mutuamente, i.e., os valores permitidos do desalinhamento dependem uns dos outros, de acordo com a figura 7. S ± ΔK a Δ K r α ΔK w1 ΔK w Alinhamento do limitador de torque O grupo de construção de elastômero do limitador de torque EAS -dutytorque compensa os desalinhamentos axiais, radiais e angulares do eixo (observar os valores máximos permitidos de acordo com a tabela 3). Um alinhamento exato do limitador de torque minimiza as forças de compensação que atuam na engrenagem de transmissão, melhora a suavidade de funcionamento do limitador de torque e reduz a carga para os mancais do eixo. A vida útil do limitador de torque é aumentada e, com isso, a precisão de ativação em caso de sobrecarga. Recomendamos o alinhamento do limitador de torque para os valores de deslocamento ΔK r + ΔK w 0,15 mm com aparelhos de medição adequados, por ex. laser. Figura 6 ΔK w2 Medida de diferença ΔK w = ΔK w 1 - ΔK w 2 => Medidas ΔK w 1 und ΔK w 2 medir vertical e horizontalmente com desvio de 180. Para isso, observe adicionalmente o manual de operação do fabricante da máquina. Exemplo: EAS - dutytorque, tamanho 4: - desalinhamento axial ocorrido: ΔK a = 0,4 mm - desalinhamento angular ocorrido: ΔK w = 0,09 mm - procurado: desalinhamento radial permitido ΔK r ΔK a = 0,4 mm 20% do valor de tabela permitido ΔK a perm. = 2,0 mm ΔK w = 0,09 mm 30% do valor de tabela permitido ΔK w perm. = 0,3 mm O desalinhamento radial permitido em % é determinado da figura 7: ΔK r = 50 % 50% do valor de tabela permitido ΔK r perm. = 0,3 mm dá como desalinhamento radial permitido para o caso especial 0,15 mm ΔK w [%] Desalinhamento angular % % 0 % 50 % % 30 % 20 % ΔK a [%] Desalinhamento axial Figura 7 Página 10 de 16

11 Manutenção e intervalos de manutenção Nova lubrificação dos elementos de sobrecarga (11) através do bocal de lubrificação cônico (11.9) e do rolamento (pos. 8 e 9) através do bocal de lubrificação cônico (18) pelo menos a cada 20 casos de sobrecarga ou 1x por ano, com aprox. 3 4 aplicações de massa lubrificante (aprox. 5 ccm) de uma bomba de lubrificação. Trabalhos de manutenção, que devem ser efetuados após 1 ano ou após 1000 desengates: Controle do funcionamento Controle do desgaste dos componentes de transmissão (pos , e 12) bem como dos componentes de desbloqueio (pos. 11.5, 11.6 e 11.7) Verificação do torque ajustado Verificação do rolamento ou da pré-tensão do rolamento Nova lubrificação dos rolamentos (pos. 8 e 9) através do bocal de lubrificação cônico (18), 2 x 180 de desvio no flange dos elementos (2), ver figura 2. Nova lubrificação dos componentes de contato dos elementos de sobrecarga (11) e das peças de pressão (12) através do bocal de lubrificação cônico (11.9), 2 4 vezes no flange dos elementos (2), ver figura 2 (dependente da quantidade de elementos de sobrecarga (11)). Para a lubrificação é adequada uma massa da classe NLGI 1,5 com viscosidade do óleo de 460 mm 2 /s a 40 C, por ex. Mobilith SHC460. Na remontagem do limitador de torque fixar todos os parafusos com Loctite 243 (intensidade média). Descarte Componentes eletrónicos (Interruptor de fim de curso): Os produtos sem desmontar segundo o código (materiais misturados) e os componentes segundo o código podem ser encaminhados para reciclagem ou podem ser descartados por uma empresa especializada. Todos os componentes de aço: Sucata de aço (código nº ) Vedações, juntas tóricas, juntas em V, elastómeros: Material sintético (código nº ) Nos limitadores de torque é obrigatoriamente necessário o cumprimento da posição angular exata entre os componentes do limitador de torque para a manutenção da qualidade de balanceamento. Por isso, nos limitadores de torque os componentes estão identificados e consequentemente, na remontagem devem ser novamente parafusados entre si, na posição angular identificada com o torque de aperto de acordo com os dados técnicos. No caso de forte sujidade e pó ou com condições ambiente extremas, estes intervalos de manutenção podem ser significativamente mais curtos. Recomendados que os trabalhos de manutenção sejam efetuados nas instalações do fabricante. Página 11 de 16

12 acoplamento elástico Nor-Mex G 1. Função O acoplamento G Nor-Mex é um acoplamento de garra torsionalmente flexível e à prova de choque com anel de garra deslocável. Compensa os desalinhamentos angulares, radiais e axiais do eixo, dentro das tolerâncias determinadas. O torque é transferido através de um anel intermediário elástico pressurizado. O anel intermediário elástico de Perbunan (Pb) amortece impactos e flutuações de rotação, é resistente ao óleo e condutor de eletricidade. O acoplamento pode ser aplicado em todos os sentidos de rotação e posições de montagem. Um semiacoplamento está dividido em dois e possibilita assim a separação sem problemas da máquina acoplada. Recolhendo o anel de garra, é possível fazer uma verificação do sentido de rotação do acionamento. Do mesmo modo, é possível elevar radialmente um semiacoplamento com o respectivo agregado. O anel intermediário elástico pode ser substituído sem deslocamento radial das máquinas (seção 7). 2. Montagem Figura 8 1 Parafuso sextavado interno 2 Anilha de segurança 3 Anel de garra 4 Cubo flangeado 5 Anel intermediário elástico 6 Cubo de acoplamento O anel de garra (pos. 3) e o cubo flangeado (pos. 4) são fornecidos parafusados. As peças equilibradas estão marcadas entre si. Página 12 de 16

13 acoplamento elástico Nor-Mex G 3. Antes da montagem, observar Antes de todos os trabalhos no acoplamento, desligar o motor! Proteger o motor contra ligação inadvertida! Assegurar que os números de rotações e os torques previstos, assim como a temperatura ambiente não excedem os valores permitidos na documentação TSCHAN Nor-Mex atual. O tamanho máximo permitido dos furos prontos no cubo de acoplamento assim como o cubo flangeado devem estar de acordo com a documentação TSCHAN Nor-Mex atual. As tolerâncias padrão para furos prontos devem estar de acordo com o ajuste ISO H7 (DIN 7161 folha 2). Ranhura de chaveta padrão de acordo com a DIN 6885 folha 1. Parafusos de ajuste, de acordo com as necessidades. 4. Montar o acoplamento Retirar o anel intermediário elástico (figura 9, pos. 1). Antes da montagem, limpar os orifícios do acoplamento bem como do cubo flangeado e as extremidades dos eixos. No caso de acoplamentos maiores utilizar meios de auxílio adequados para a montagem. Colocar o cubo de acoplamento e o cubo flangeado sobre as extremidades dos eixos (figura 9, pos. 2). Para uma montagem mais fácil, é inquestionável um aquecimento uniforme dos cubos de 80 até 120 C. Trabalhar apenas com luvas, para proteção contra peças do acoplamento quentes! Figura 9 Continuar colocando o cubo flangeado até que a extremidade do eixo feche niveladamente com as aberturas internas dos furos (figura 10). Observar os acordos divergentes. Deixar esfriar os cubos quentes até a temperatura ambiente, antes de colocar o anel intermediário elástico. Figura 10 Colocar um agente antigripante (por ex. pó de talco) no anel intermediário antes de colocá-lo. Colocar o anel intermediário. Inserir os eixos juntamente com os cubos montados (figura 11). Se um agregado for montado radialmente com um semiacoplamento, desparafusar o anel de garra e empurrar para trás. Montagem, ver seção 7. Figura 11 Página 13 de 16

14 acoplamento elástico Nor-Mex G 5. Alinhar o acoplamento Antes de todos os trabalhos no acoplamento, desligar o motor! Proteger o motor contra ligação inadvertida! Um alinhamento preciso do acoplamento aumenta a vida útil do anel intermediário elástico. Os deslocamentos máximos permitidos especificados nas tabelas 5 a 7 são valores de referência gerais. Em casos especiais, com elevados requisitos sobre a suavidade de funcionamento ou elevados números de rotações, podem ser necessárias precisões de alinhamento de 0,1 mm, nos três níveis de deslocamento. Para mais informações, ver as normas de fabricação TWN (empresa TSCHAN). Valores de alinhamento recomendados angular Medir uma volta completa (360 ). Nesta operação, determinar o desvio maior ΔK w 1 assim como o desvio menor ΔK w 2 (Figura 12). Calcular o desalinhamento angular ΔK w = ΔK w 1 ΔK w 2. Ao alinhar, cumprir o desalinhamento angular ΔK w max máximo permitido, conforme a tabela 5. Estes valores, de acordo com a tabela 5 são válidos para um número de rotações de referência de 1500 min -1. Figura 12 Tabela 5 Tamanho ΔK w max [mm] 0,2 0,2 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 Valores de alinhamento recomendados radial Medir uma volta completa (360 ). Nesta operação, determinar o desvio maior ΔK r 1 assim como o desvio menor ΔK r 2 (Figura 13). Calcular o desalinhamento radial ΔK r = 0,5 x (ΔK r 1 ΔK r 2). Ao alinhar, cumprir o desalinhamento radial ΔK r max máximo permitido, conforme a tabela 6. Estes valores, de acordo com a tabela 6 são válidos para um número de rotações de referência de 1500 min -1. Figura 13 Tabela 6 Tamanho ΔK r max [mm] 0,2 0,2 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 Página 14 de 16

15 acoplamento elástico Nor-Mex G Valores de alinhamento recomendados axial Medir folga de montagem axial S (fig. 14). Ao alinhar, cumprir a tolerância permitida ΔK a conforme a tabela 7. Caso durante o funcionamento sejam esperados desalinhamentos axiais maiores, é necessária um acordo com a empresa TSCHAN. Figura 14 Tabela 7 Tamanho S [mm] 3 3 3,5 3,5 3,5 3,5 3, , ΔK a [mm] ± 1,0 ± 1,0 ± 1,0 ± 1,0 ± 1,0 ± 1,5 ± 1,5 ± 2,0 ± 2,0 ± 2,5 ± 2,5 ± 2,5 ± 2,5 ± 2,5 ± 2,5 ± 2,5 6. Funcionamento Tabela 8 Tamanho DIN M6 M6 M8 M8 M10 M10 M10 DIN M12 M12 M14 M14 M16 M16 M16 M20 M20 M A 8,3 8, Antes de uma verificação do sentido de rotação do acionamento, proteger o anel de garra solto contra deslizamento. Antes da colocação em funcionamento, verificar o torque de aperto M A dos parafusos de acordo com a tabela 8 (figura 15). Antes da colocação em funcionamento todas as peças móveis devem ser cobertas por dispositivos de proteção fixos! O acoplamento Nor-Mex G em funcionamento não necessita de manutenção. Em caso de monitoração rotineira do acionamento verificar: Alinhamento do acoplamento Estado do elastômero Em caso de trabalhos de conservação no acionamento, no máximo, após 3 anos Substituir o anel intermediário elástico. Figura 15 Página 15 de 16

16 acoplamento elástico Nor-Mex G 7. Substituir o anel intermediário elástico Antes de todos os trabalhos no acoplamento, desligar o motor! Proteger o motor contra ligação inadvertida! Desparafusar o anel de garra e empurrar para trás (figura 16, pos. 1). Cortar o anel intermediário em uma barra de união. Retirar o anel intermediário (figura 16, pos. 2). Começar na barra de união cortada. Colocar um agente antigripante (por ex. pó de talco) no anel intermediário novo antes de colocá-lo. Cortar o novo anel intermediário em uma barra de união e colocar entre o cubo de acoplamento e o cubo flangeado. A superfície da instalação do anel de garra e o cubo flangeado devem estar limpos, assim como isentos de óleo e de gordura. As peças equilibradas estão marcadas entre si. Colocar o anel de garra na posição marcada. Apertar os parafusos uniforme e levemente. Apertar os parafusos com o torque de aperto prescrito na tabela 8 M A (figura 15). Figura 16 Antes da colocação em funcionamento voltar a colocar todos os dispositivos de proteção! Se um semiacoplamento for radialmente elevado com o respectivo agregado, o anel intermediário pode ser substituído axialmente. Depois, o acoplamento deve ser novamente alinhado (ver seção 5). Informações mais detalhadas são encontradas na documentação atual da empresa Tschan. Página 16 de 16

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