Configurações e reconfigurações familiares na ruptura conjugal 1

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1 Configurações e reconfigurações familiares na ruptura conjugal 1 Carolina Castellitti (Museu Nacional/UFRJ/Rio de Janeiro) Resumo Neste trabalho revisito algumas questões indagadas na minha dissertação de mestrado sobre experiências femininas de separação e divórcio na cidade de Santa Fe (Argentina), tentando colocar a ênfase nas consequências da ruptura conjugal na construção do parentesco. Nesse sentido me pergunto: se o casamento cria um laço entre grupos, uma aliança, o que acontece quando essa união é interrompida? Quais são as consequências do divórcio no horizonte de parentesco do ego? Recuperando informações das entrevistas que realizei durante a pesquisa de mestrado, analiso as dimensões econômica, residencial e relacional do processo de ruptura conjugal, para construir as reconfigurações da trama relacional dos sujeitos após a separação. Palavras-chave: família; divórcio; mulher Introdução, ou enquadramento do trabalho Este trabalho recupera algumas dimensões indagadas na minha dissertação de mestrado sobre experiências femininas de separação e divórcio na cidade de Santa Fe, Argentina (CASTELLITTI, 2014), defendida este ano no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional (UFRJ). O trabalho de campo que deu lugar a esta pesquisa teve uma primeira instância, levada a cabo entre os meses de março e maio de 2010, e uma segunda instância desenvolvida em fevereiro e março de Consistiu principalmente em uma serie de entrevistas em profundidade, realizadas com mulheres de entre 30 e 40 anos, com estudos superiores e que residiam nos bairros correspondentes à população de rendas médias e altas da cidade de Santa Fe.São entrevistas de entre 40 minutos e uma hora e meia de duração, realizadas principalmente nas residências das 1 Trabalho apresentado na 29ª Reunião Brasileira de Antropologia, realizada entre os dias 03 e 06 de agosto de 2014, Natal/RN. 1

2 mulheres, mas também em seus locais de trabalhos, cafés e bares. Todas as conversas foram gravadas, com a autorização de cada interlocutora e a garantia do anonimato (embora elas não mostrassem grande preocupação por esta questão). Considero importante mencionar que foi uma pesquisa desenvolvida em um contexto pessoal de transição institucional e acadêmica (da sociologia argentina para a antropologia brasileira) que, apesar das dificuldades ligadas às especificidades e receios de cada tradição, me permitiu apreender a diversidade de enfoques a partir dos quais é possível problematizar as dinâmicas familiares e suas mudanças contemporâneas. Neste sentido, a discussão em torno ao divorcio e à ruptura conjugal, especificamente, envolve na atualidade as perspectivas de advogados, teólogos, feministas, planejadores de políticas públicas e psicólogos, e abarca uma reflexão sobre mudanças nos padrões de residência familiar, papéis de gênero, socialização e normas de herança, entre outros temas. Nesse sentido, segundo assinala o antropólogo inglês Bob Simpson, embora seja uma discussão dominada pela linguagem da família, emerge precisamente na área que os antropólogos tendem a incluir na categoria de parentesco. Trata-se de uma ótica diferente, que permite questionar o conceito essencialista que deriva de modelos típico-ideais da família nuclear burguesa. Neste trabalho, proponho um exercício nessa direção: refletir sobre o divorcio a partir de suas consequências no reordenamento das dimensões relacionais dos sujeitos, na continuidade ou reversibilidade dos vínculos de afinidade. Uma breve reflexão bibliográfica, ou como começar a pensar 2 No texto A família, Lévi-Strauss realiza um breve exercício comparativo no qual constata a presença relativamente estável da família conjugal em termos sincrônicos (em diferentes sociedades) e diacrônicos (na mesma sociedade, em diferentes momentos históricos). A partir dessa constatação, e com vistas a explicar sua aparente universalidade, o autor se debruça na construção de um modelo de família, reduzido de algumas de suas propriedades invariáveis. Essas propriedades invariáveis, ou características distintivas da 2 As citações, tanto bibliográficas quanto das entrevistas, foram mantidas nas línguas originais, considerando que isso não atrapalha a leitura, pois seu papel no argumento geral é explicado em cada caso. 2

3 família seriam três: 1- a família tem sua origem no casamento; 2- ela inclui o marido, a mulher, os filhos nascidos da sua união, formando um núcleo em torno do qual outros parentes podem se agregar; 3- os membros da família estão unidos entre si por laços jurídicos, direitos e obrigações de natureza econômica, religiosa ou outra; uma rede precisa de direitos e proibições sexuaise um conjunto variável e diversificado de sentimentos. Examinando esses três aspectos, Lévi-Strauss se detém mais extensamente no casamento, observando que, no seu conjunto, as sociedades atribuem um grande valor ao estado conjugal (interesse que muitas sociedades exprimem através dos diferentes protocolos civis e rituais simbólicos vinculados à celebração da boda). Segundo o autor, a nossa sociedade não é certamente a única que subordina o acordo dos seus indivíduos ao da autoridade pública, mas o mais frequente é o casamento interessar não tanto a pessoas privadas, por um lado, e à sociedade global, por outro, mas antes às comunidades mais ou menos inclusivas de que cada particular é uma parcela: famílias, linhagens, clãs; e é entre estes grupos, não entre as pessoas, que o casamento cria um laço. (LEVI-STRAUSS, 2010, p. 79) Através desta análise do casamento e das proibições implicadas na família (que tornam condenáveis certas uniões), Lévi-Strauss retoma sua tese sobre a proibição do incesto, como regra que institui uma dependência mútua entre as famílias biológicas forçando-as a engendrar novas famílias. É por meio dessa reciprocidade, produzida por uma regra negativa, que o grupo social conseguirá perpetuar-se. Para ir além desta constatação sobre o interesse social do grupo no casamento e na família, podemosrecuperar a proposta de Pina Cabral em relação à noção de horizontes de parentesco. Em um trabalho propositivo sobre o método da história de família (PINA CABRAL, 2005), o autor resgata o valor do método genealógico e reafirma a centralidade do parentesco como tipo de relacionamento que se constitui a partir do processo de integração entre a reprodução biológica e a constituição social da pessoa. Assim, afirma que na grande maioria de sociedades e contextos sociais até hoje estudados por antropólogos, essa integração é o principal processo pelo qual a pessoa obtém as suas solidariedades primárias que, por sua vez, a constituem enquanto pessoa desde o inicio da sua vida física. De todo modo, há muitas maneiras de construir relações de parentesco e de lhes atribuir significado. Para dar conta dessa diversidade, Pina Cabral recupera o conceito 3

4 de relatedness de Janet Carsten (2000), por sua receptividade às formas nativas de estar relacionado. Em afinidade com essa definição, vai propor a noção de horizontes de parentesco que, em suas palavras, é usada aqui para dar a entender que estar relacionado é um fenômeno expansivo (tipicamente egocentrado) em que o limite do universo de parentes recordado por ego não são do tipo fronteira mas do tipo horizonte. Com isto queremos dizer que são vagos e potencialmente moveis. (PINA CABRAL, 2005, p. 366) Sistematizando o apontado até agora, podemos dizer que o casamento (em suas diversas formas) é a condição de reprodução do grupo social; por outro lado, diferentes contextos socioculturais produzem diferentes tipos de relatedness, que se traduzem em horizontes de parentesco específicos desde o ponto de vista doego. Neste quadro, a separação e o divorcio supõem umaruptura e uma reordenação dessas dimensões relacionais. Nesse sentido, o crescente número de casamentos que acabam em divórcios constitui uma das mudanças mais profundas nos padrões de vida familiar no mundo ocidental contemporâneo. No entanto, segundo o antropólogo inglês Bob Simpson, apesar do interesse que tem mostrado o estudo do divórcio em sociedades tradicionais, os antropólogos têm reagido pouco à suas implicações no parentesco como fenômeno de grande escala nas sociedades ocidentais contemporâneas. No texto Bringing the Unclear Family Into Focus: Divorce and Re-Marriage in Contemporary Britain (SIMPSON, 1994), o antropólogo aponta especificamente nessa direção: o divórcio pode tanto reproduzir continuidades nas relações sociais quanto estabelecer descontinuidades. Recuperando a Schneider e a reflexão provocada por esse autor em torno à construção cultural dos sistemas de parentesco ocidentais, Simpson afirma: what happens at divorce, amongst other things, is that these two closely integrated polarities of kinship, the legal and the natural, the conjugal and the cognatic, the affinal and the consanguineal have to be unraveled, with the result that roles such as mother, father and parent are reconstructed anew. There is continuity, yet also transformation. Conjugal relationships are sanctioned by law and are therefore capable of reversal, that is, the married can return to by unmarried. However, these relationships must be disentangled from those which are seen as essentially irreversible, that is, the set 4

5 Análise, ou das categorias aos discursos of natural relationships which are brought into being by the birth of a child. (SIMPSON, 1994, p. 837) Embora não tenha sido construída fundamentalmente a partir desta chave analítica, durante minha pesquisa de mestrado pude observar algumas dessas continuidades e descontinuidades nas relações sociais como consequência do divórcio. Esses processos, ainda que complexos e superpostos, podem ser separados em três dimensões principais: uma dimensão econômica e de emprego, uma dimensão residencial e uma dimensão especificamente relacional (embora as outras também o sejam em outro sentido). No que diz respeito à dimensão econômica, ainda durante o casamento,os arranjos ou tipos de organização do dinheiro não são os mesmos em todas as famílias. Em termos gerais, existem casais que unificam completamente suas economias depois da união, em alguns casos utilizando uma mesma conta bancária na qual depositam ambos os salários, que depois utilizam para todo tipo de despesas; por outro lado, existem outros que ainda depois do casamento (e até com o nascimento dos filhos) mantém economias individuais e independentes, utilizando algum tipo de ferramenta para distribuir as despesas equitativamente (como um caderno, no qual são anotados todos os gastos para depois serem calculados e divididos no fim do mês). Dentro desses dois extremos, há soluções intermediárias como, por exemplo, casais que mantém economias separadas, mas realizam algum tipo de poupança comum para gastos maiores como viagens, um carro etc. O que me interessa colocar em relação a estes modos de distribuição dos salários e das despesas, são suas consequências no divórcio e na vida posterior à ruptura. Em termos gerais, segundo colocam as pesquisadoras argentinas Street e Santillán (2005), se juntar e se separar não têm o mesmo significado e impacto nas biografias de homens e mulheres, por mais que o avanço econômico e social das mulheres tenha lhes permitido depender cada vez menos da sua valorização indireta por meio da posição do cônjuge. A ruptura conjugal lhes exige assumir seu destino pessoal e garantir o bem-estar dos filhos que ficam sob sua responsabilidade; e lhes deixa uma herança que diminui as possibilidades de voltar a formar uma união (principalmente a idade e as marcas do passado conjugal). Por outro lado, a separação acarreta uma quantidade de negociações mais ou menos conflituosas, relacionadas à pensão alimentícia que o marido deve pagar quando os filhos 5

6 permanecem com elas (fato que aconteceu desse modo em todos os casos abordados), e a divisão de bens que o divórcio exige. Na minha pesquisa, houve certa diferença na ênfase outorgada a esses conflitos segundo o tipo de administração econômica realizada durante a união. Segundo seus relatos, nos casos em que conservaram seus salários separadamente, priorizando uma organização independente da economia, os cônjuges não tiveram que passar por grandes negociações e mudanças durante a separação, e isso foi narrado como uma importante vantagem, segundo expressa uma das minhas interlocutoras na seguinte fala: Él se quedó en la casa que alquilábamos y yo me fui a vivir a un departamento de mi familia con ella y si, fue arreglar, qué sé yo, cómo íbamos a armar la historia de las visitas, la historia de la plata, y creo que también fue fácil, y esto creo que sí es un detalle importante:marcos y yo nunca compramos nada entre los dos, nunca. Desde el primer día, no había auto, no había casa de los dos. Va, el auto sí pero era de él, yo sabía que era de él porque lo había comprado con su dinero, yo a eso no lo discutí nunca. Eh entonces, el equipo de música nuevo lo había comprado él, el otro lo había comprado yo, la heladera, medianamente siempre había uno que emprendía el plan y llegamos a acuerdos, y las cosas que habíamos comprado entre los dos, bueno, quedate vos con esto, de acuerdo a la vida que cada uno iba a llevar. Sí, calculo que el hecho de que no haya habido cuestiones económicas facilitó también, había claridad en cuanto a, en todo caso lo que quedaba en común, o sea lo que fue conflictivo era quién se quedaba con las fotos, con qué fotos.digo, más lo afectivo, que era lo que más habíamos construido juntos. É interessante observar nesta narrativa que a construção comum do casal, não estando representada por bens econômicos, refletiu-se exclusivamente no afetivo : as fotos. Também alude-se à questão residencial, à qual voltarei posteriormente. Por outro lado, as mulheres que reconheceram ter um tipo de economia comum durante o casamento, não só tiveram que enfrentar longas negociações para resolver a distribuição posterior à separação, como muitas vezes detectaram nesta prática uma fonte de conflitos que de algum modo contribuiu para esse resultado. É interessante observar que uma justificativa frequente para esse tipo de organização econômica, presente no fragmento seguinte e em outros, é a do ideal deamor compartilhado e consentido, sem contas nem padrões de consumo preestabelecidos. ( ) La economía era un fondo común.nosotros teníamos la plata entraba como a una sola billetera y todo se hacía desde ahí. Perdimos bastante independencia en relación a eso, porque más allá de compartir, etcétera, había cuando tenés esa modalidad todo tiene que ser muy consensuado, perdés libertad hasta en los pequeños gastos. ( ) Y traía problemas, 6

7 porque uno esperaba que el otro se acomode, o a un criterio que se había establecido, o a lo que uno quería. Devemos também chamar a atenção para o fato de que, apesar das mudanças mais ou menos radicais na administração do dinheiro e da economia do lar, nesses casos o divórcio não se traduziu em grandes dificuldades ou carências para a mulher e seus filhos, em parte pela pensão alimentar recebida, mas principalmente graças ao salário do qual a própria mulher dispunha. Não devemos esquecer que,em se tratando de casais que formam parte das camadas médias profissionalizadas da sociedade, ambos os cônjuges realizavam pelo menos uma atividade assalariada. Nesse sentido, como pude observar em minha dissertação, depois da separação nenhuma de minhas interlocutoras parou de trabalhar e algumasinclusive aumentaram seu investimento laboral (aceitando um novo trabalho ou trabalhando mais horas). Nesse aspecto, concordo com estudos realizadosna Região Metropolitana de Buenos Aires, quando indicam que, embora uma grande proporção das mulheres entrevistadas tenha visto afetada sua vida profissional depois da separação, esse evento implicaria maiores mudanças residenciais do que profissionais (RAIMONDI, 2005). A questão da casaassumiu um significado particular nos processos de ruptura. Para algumasdas mulheres com as que conversei, continuar morando na mesma casa tornou-se uma condição insuportável depois da separação. Esses discursos expressam de maneira vívida a inextrincável conexão de sentido representada pelo binômio casa/família e a ruptura que o divorcio produz na definição de família, e na sua superposição com o que seria o grupo doméstico 3, segundo observarei mais adiante. Para outras dentre elas, a casa foi uma conquista alcançada graças ao divórcio (ou porque compraram uma casa com o dinheiro correspondente à divisão de bens, ou porque a pensão contemplou o pagamento de um determinado aluguel). De um modo ou de outro, a separação acarretou importantes mudanças na dimensão residencial: algumas mulheres que tinham migrado como parte do projeto conjugal, regressaram para suas cidades; outras, trocaram a casa por um apartamento, e outras voltaram a morar na casa paterna (nos casos em que isso aconteceu, os pais já tinham falecido e elas ficaram morando com suas mães). Esses deslocamentos 3 A questão da relação entre parentesco, família e grupo doméstico pode ser considerada um clássico da antropologia, discutida e observada em estudos de sociedades tribais, camponesas e urbanas. Ver por exemplo o livro editado por Jack Goody (1969) The Developmental Cycle in Domestic Group. 7

8 terão consequências na nova conformação do grupo doméstico e, em algumas ocasiões, na própria ideia de família. Na dimensão que denominei como propriamente relacional, me interessa observar quais transformações se dão na rede de relações da mulher após o divórcio. Pois, se segundo a análise de Lévi-Strauss o casamento estabelece relações entre grupos pela união dos seus membros, quando essas pessoas deixam de ser um casal, essas relações devem ser afetadas de alguma forma. Segundo coloca Gilberto Velho (1983), com a separação ocorre uma confrontação entre atores, uma disputa pela legitimidade e o prestígio, e a responsabilidade pelo fracasso do casamento é colocada em jogo. São discutidos papeis e paradigmas: de marido e esposa, de pai e mãe. Mas nessas negociações o casal raramente se encontra isolado da rede de relações mais ampla (embora nas sociedades ocidentais individualistas esse isolamento seja cada vez mais reivindicado e em alguns casos, por períodos mais ou menos limitados, alcançado 4 ). Mais comumente, pais, avós e amigos participam direta ou indiretamente dessas negociações e conflitos. Embora em um contexto de classe média profissional os discursos sobre a trajetória conjugal sejam predominantemente centrados no casal, na minha pesquisa, me foi possível observar várias referências aos grupos familiares ampliados. No relato do divorcio, essa referência apareceu mais claramente nos casos em que as famílias tomavam partido por um dos cônjuges, frente a ações consideradas moralmente reprováveis. Neste sentido, um dos cônjuges era em geral culpado pelo fracasso do casal. Cecilia, por exemplo, afirmou que depois de vários episódios de afastamento e reconciliação, chegou um momento que até a família de seu marido esperava que ela finalmente tomasse a decisão da ruptura, e teve até um cunhado (irmão do sue marido) que a incentivou a fazê-lo. Segundo ela, seu esposo estava muito ausente da casa e da família, e estava consumindo álcool de forma exagerada. Aparentemente a reprovação moral destas condutas foi mais forte do que o vínculo familiar, pelo menos para o irmão do marido de Cecilia. 4 Penso no estudo de Tania Salem (2007) sobre os casaisgrávidos, cujo ideal de conjugalidade leva a pensar a díade como tendo existência em si, independente e não recoberta pelos núcleos de proveniência. Segundo a antropóloga, na sua pesquisa a representação do casal como um conjunto desfamiliarizado encontra, até certo ponto, suporte na experiência concreta. Até certo ponto porque a gravidez produz alterações no arranjo, e o nascimento da criança constitui um momento de revisitação, física e psicológica, dos casais às suas famílias. 8

9 A situação foi bem diferente no caso de Milagros. Depois de um ano de muitas brigas com seu marido,a partir do qual o divorcio estava praticamente decidido, Milagros teve um relacionamento com um homem. Ela contou isto para seu marido, o que acabou precipitando uma separação que já era iminente (Milagros insistiu várias vezes em que esse caso não foi a causa da separação, mas que na verdade aconteceu o contrário: ela se aproximou desse homem porque seu casamento há muito tempo demonstrava estar esgotado). No entanto, a família do seu marido ficou a favor dele, chegando a ter reações hostis com ela (situação muito complexa porque chegou a envolver questões legais vinculadas à custódia do filho deles). Se for verdade que a crise conjugal e a separação alteram drasticamente a rede de relações construída a partir do casamento, isso deve se refletir na própria definição de família dos sujeitos implicados. Embora não tenha conversado com elas antes do divorcio, o que me permitiria apreciar com mais precisão essa mudança, nas distintas formas de apresentação me foi possível observar uma riqueza de definições muito ilustrativa por si próprias. Em geral, para começar uma entrevista eu pedia a cada uma das minhas interlocutoras que me contassem sua idade, a composição da sua família, suas atividades profissionais, entre outras coisas. Esse disparador, na maioria das vezes era suficiente para que elas falassem bastante, se detendo mais especificamente em uma ou outra dessas dimensões. O que me foi possível observar é que nos casos em que os divórcios tinham acontecido após o casal ter tido filhos, a questão da construção familiar gerava certa reflexão, incômodo ou falta de segurança; as respostas nunca eram automáticas. Segundo suas definições, para algumas mulheres família eram as pessoas que moravam com ela; situação que em alguns casos não correspondia à ideia de família nuclear ou reduzida. Carolina: Bueno, si querés empezá contándome a qué te dedicás, cómo se compone tu familia, y yo te voy haciendo otras preguntas. Sonia: Eh, tengo 43 años, mi familia bueno, mi familia con la que vivo hoy, yo vivo con mi mamá y con mi hija. A mi mamá la cuido, está enferma y no puede vivir sola; y mi hija tiene 23 años, trabaja, estudia, este Yo trabajo de empleada, de secretaria administrativa, en una escuela de psicoanálisis a la tarde, y aparte estudio sociología, cuando puedo. Nos casos em que a definição de família não se superpôs com a de grupo doméstico, em geral foi porque nessa construção eram incluídos outros membros da família, como pais e mães, irmãos, sobrinhos e até cunhados (que não moravam na mesma casa). É interessante 9

10 observar que nesses casos se estabelece algum tipo de hierarquia ou diferenciação, por meio de noções como família primária, circulo primário ou pequena família e família maior. Acho que isso pode ser pensado como uma evidência do peso relativo que a noção de família nuclear continuava tendo para essas mulheres, embora a questionassem a partir da inclusão de outros parentes. Bueno, yo tengo 38 años. Eh, nací acá en Santa Fe, eh, mi familia, en este momento vivo con mis dos hijas, Julieta de 8 años, Sofía de 4. Estoy separada hace 7 meses, el divorcio está firmado pero en trámite, hace, entró el primero de febrero. Después, digamos, esa es mi familia primaria.estuve casada 9 años.y después bueno, mi mamá, mi hermana, mi hermano que no vive acá en la Argentina; y después los primos con los sobrinos, porque mis sobrinos son parte de mis primos y no de mis hermanos, mis hermanos no me han dado sobrinos! [Risas]. Así que así que mis dos niñas son como, son las nietas, las sobrinas, dentro de mi círculo primario. Na dissertação, contextualizando essas narrativas a partir de outros elementos mencionados nas falas, e da própria situação de entrevista, me perguntei, a modo de hipótese, até que ponto esses discursos não procuram reparar a imagem de uma família incompleta como consequência do divórcio. Nesse sentido, existem estudos sobre narrativas do divórcio que observam uma ampliação e uma diversificação das formas familiares posteriormente à separação (SOLSONA, 2009). A fala de Pamela é também ilustrativa dessas tensões, que ela resolve a partir de duas diferenciações: entre sua família pequena e sua família maior, e entre sua família, e a família de suas filhas (que inclui o pai). Carolina: Y tu familia, cómo se compone? Pamela: Mi familia está constituida por mis dos hijas y yo. Ana y Lucia, Ana tiene 6 años y Lucia 4, y eh Bueno, esa es mi pequeña familia, pero después tenemos mucho lazo con mi familia más grande, que incluye mis hermanos, mis padres, novios y maridos. ( ) Eh, yo me casé con un hombre de, que vino de Brasil. Eh y se quedó viviendo en Santa Fe, así que mis hijas lo ven. Para ellas la familia, porque vos me preguntás mi familia, para ellas la familia, digamos, incluye al papá. Finalmente, além das referências aos grupos familiares podemos considerar brevemente as consequências do divorcio na rede de amizades do casal. Explicitamente, elas não deram uma importante gravitação às fragmentações ou reconfigurações da rede de amizade depois da separação. No entanto, algumas passagens nos permitem interpretar que 10

11 tal reconfiguração existiu, sendo em geral priorizadas as relações que cada cônjuge tinha antes do casamento. No caso de Cecilia, isso inclusive quer dizer que as únicas amizades em comum que eles mantiveram são aquelas que eram comuns antes deles se tornarem um casal: Hasta el día de hoy, que hace casi catorce años de esto, tenemos el mismo grupo de personas con las que estábamos en comunidad. Seguimos siendo amigos y nos juntamos de vez en cuando. Digo nos juntamos porque es un grupo en común, es el único en el cual yo sostengo que ninguno de los dos tiene que dejar de ir. De modo geral, asamizades não cumprem só o papel de um apoio importante durante o processo de desconjugalização, mas também posteriormente, e são sobretudo aludidas em dinâmicas e socializações que remetem à possibilidade de sair, conhecer alguém, ou de ter um novo relacionamento. Isto é, através da revisitação de vínculos antigos são descobertos e redescobertos espaços de socialização e flerte como bares e boates e, o que resulta mais significativo, nesse processo muitas vezes acontece um reencontro da pessoa com si mesma. No caso em que isto foi narrado de forma mais expressiva, essa reconstrução do self se deu principalmente através de um jogo com a imagem de si, pela estética pessoal (por exemplo, o corte de cabelo e penteado), mas principalmente por meio de uma diferente atitude corporal ou postura. Cambié mucho desde que me separé, pero por una cuestión de postura, porque yo le decía a mi hermana si me puse la misma ropa que hace un mes atrás y me piropearon ocho, es que caminás distinto, te peinás distinto. Vas a la peluquería, no sé estaba muy dejada yo. Y bueno, de repente me encontré conmigo y los demás vieron que había alguien. Aexperiência social de reconquista do self, do reencontro com si mesmo como processo subjetivo, mas também objetivamente, por meio de uma reapropriação do tempo e do espaço próprios, é uma das caras do divorcio, pelo menos em um contexto de camadas médias urbanas. A outra cara, menos otimista, é a do aumento na responsabilidade individual em relação às crianças (agravada quando a mulher não conta com uma rede familiar de apoio), situação que muitas vezes ocorre paralelamente a um aumento no investimento profissional. São narrativas que dão conta de uma individualização forçada que, quando superpostas a uma visão mais pessimista sobre a possibilidade de ter novas experiências conjugais, transmitem um cenário negativo e difícil de modificar. 11

12 Conclusão, ou principais observações Durante minha pesquisa, a reconstrução narrativa do divorcio traçou um processo extenso e complexo, aludido por sentimentos negativos, vinculados à decepção e à tristeza. Junto com o observado por François de Singly no seu estudo do divórcio na França (2011), essa narrativa de sofrimento no processo de ruptura me permitiu desconstruir uma imagem muito presente no imaginário social: imagem que pode ser sintetizada na ideia do divorcio express, que se refere a uma ação egoísta, impulsiva e descomprometida 5. Esse caráter dramático do divorcio tem a ver com várias questões: o estigma que esta condição ainda representa socialmente, embora em contextos de individualização acentuada essa reprovação moral seja cada vez menos assumida; uma reprovação subjetiva que as próprias mulheres se autodirigem, expressa através de sentimentos de frustração e de fracasso, que muitas vezes têm sua origem no peso do modelo de família nuclear e do casamento para toda a vida; e, segundo mostrei brevemente neste trabalho, as profundas transformações que o divórcio produz nas dimensões econômica, residencial e relacional da vida. Trabalho, dinheiro e casa são reorganizados a partir de diferentes concepções e negociações, que são específicas, mas sempre remetem a processos de socialização, ilustrados paradigmaticamente quando uma nova casa se traduz em uma nova definição de família. A crise conjugal e a separação, alteram drasticamente a rede de relações constituída por meio do casamento. As famílias de origem e os amigos do casal, em parte sofrem as consequências do evento, e em parte participam mais ou menos diretamente das definições do conflito e da reestruturação do campo social. Nesse processo, pessoas que tinham parentesco por afinidade deixam de tê-lo, dinâmica evidenciada neste trabalho pela diferenciação narrativa entre a família da mãe e a família dos filhos (que inclui o pai ). Em outras palavras, o horizonte de parentesco da mulher se retrai. Por outro lado, pelo menos para elas, as amizades cumprem um importante papel durante o processo de separação e posteriormente, no processo de ressocialização e reconstrução do self. Esse 5 Como observo na dissertação, essa imagem estava presente nos próprios discursos de minhas interlocutoras quando elas se referiam ao divorcio como fenômeno social contemporâneo, mas não no relato da própria experiência. Essas duas situações eram diferenciadas a partir de expressões como isso não foi o que aconteceu no meu caso, isso é o que eu observo em geral, mas minha situação foi diferente, etc. 12

13 papel pode ser ainda mais importante nos casos em que a mulher não possui uma rede familiar de apoio própria e o divorcio leva à uma situação de individualização forçada, expressa por sentimentos de sobrecarga e solidão. REFERÊNCIAS CARSTEN, J. (Org.) Cultures of Relatedness. New approaches to the study of kinship. Cambridge: Cambridge University Press, CASTELLITTI, C. Susanitas e Mafaldas: trajetórias conjugais e rupturas segundo mulheres de camadas médias da cidade de Santa Fe, Argentina. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, GOODY, J. (Ed.) The Developmental Cycle in Domestic Groups. Cambridge: Cambridge University Press, 1969 (1958), pp LEVI-STRAUSS, C. A família. In: O olhar distanciado. Lisboa: Edições 70, PINA CABRAL, J; LIMA, A. P. de. Como fazer uma história de família: um exercício de contextualização social. Etnográfica, vol. IX (2), 2005, pp RAIMONDI, M. Consecuencias de la ruptura conyugal en las condiciones de vida de las mujeres (Área Metropolitana de Buenos Aires, fines del siglo XX). In: TORRADO, S. (Dir.)Trayectorias nupciales. Familias ocultas. Buenos Aires: Miño y Dávila, 2005, pp SALEM, T. O casal grávido: disposições e dilemas da parceria igualitária. Rio de Janeiro: Editora FGV, SIMPSON, B. Bringing the unclear family into focus: divorce and re-marriage in contemporary Britain. In: Man, New Series. Vol. XXIX, n. 4, December 1994, pp SINGLY, F. de. Separée: vivre l'expérience de la rupture.paris: Armand Colin, SOLSONA, M. I. P. Narrar la propia biografía después de un divorcio. Notas de un estudio cualitativo de interés para la demografía. In: Estudios geográficos. Vol. LXX, n. 267, julio-diciembre 2009, pp STREET, M. C.; SANTILLÁN, M. M. La primera unión y la ruptura conyugal en el curso de vida femenino. Algunas evidencias a partir de la ESF. In: TORRADO, S. (Dir.)Trayectorias nupciales. Familias ocultas. Buenos Aires: Miño y Dávila, 2005, pp

14 VELHO, G. Aliança e casamento na sociedade moderna: separação e amizade em camadas médias urbanas. In: Boletim do Museu Nacional, n. 39. Rio de Janeiro: Nova série, 1983, pp

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