RESIDENCIAL ALTOS DO BUTANTÃ REGULAMENTO INTERNO

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1 RESIDENCIAL ALTOS DO BUTANTÃ REGULAMENTO INTERNO O Residencial Altos do Butantã, situado à Av. Nossa Senhora da Assunção, 647 Butantã SP, reger-se-á por este Regulamento Interno, pela Convenção de Condomínio, pela Lei n de 16/12/1964, Lei n , 10/01/2002 e pelas demais Leis Vigentes e dispositivos legais pertinentes. O Presente Regulamento Interno tem como finalidade disciplinar a conduta e o comportamento de todos os Condôminos, seus familiares, dependentes, locatários, empregados particulares e demais pessoas que, a qualquer título, utilizem suas unidades autônomas residenciais. Capítulo l Da Administração Artigo 1 - Do Síndico - Na qualidade de principal dirigente e responsável pela administração do Condomínio e por todos os serviços de interesses comuns, o Síndico tomará conhecimento e solucionará os assuntos não expressamente tratados na Convenção de Condomínio ou no Regulamento Interno, bem como os que envolverem a aplicação ou interpretação dos seus preceitos, tendo sempre como parâmetro o bem estar de todos e a convivência harmoniosa entre os Condôminos. 1 - Compete ao Síndico e Subsíndico os itens constantes no Capítulo II Da Administração Artigo 4º ao 9º da Convenção Condominial, bem como das atribuições constantes na Lei 4.591/64 e /02 do Código Civil. 2 - Compete ao Conselho Consultivo os itens constantes no Capítulo IV Do Conselho Consultivo Artigo 20º a 23º da Convenção Condominial, bem como das atribuições constantes na lei 4.591/64 e /02 do Código Civil. Capítulo II - Deveres e Direitos dos Condôminos Artigo 1º É dever: 1.1 No período das 22:00 as 8:00 horas da manhã, cumpre aos moradores guardar silêncio evitando a produção de ruídos ou sons que possa perturbar o sossego e o bem estar dos demais moradores. 1.2 Em qualquer horário o uso de aparelhos sonoros ou musicais deve ser feito de modo a não perturbar os vizinhos. 1.3 Manter aberta a porta de elevador somente o tempo necessário para a entrada e saída de pessoas. 1.4 Observar as normas de segurança dos elevadores, determinadas tanto por lei quanto pelo fabricante. 1.5 Tratar com respeito os empregados. Toda reclamação ou sugestão deve ser feita por escrito em livro destinado para este fim. 1.6 Acondicionar o lixo em sacos plásticos colocando-os nos coletores e cuidando para que não haja respingos. 1.7 Estacionar o veículo de acordo com a demarcação da vaga do respectivo apartamento. 1.8 Apresentar o cartão de estacionamento ou identificação ao porteiro sempre, e uma vez estacionado, deixa-lo em local visível. 1.9 Comunicar as mudanças à Zeladoria, por escrito, com a assinatura do proprietário ou administradora do apartamento, reconhecendo-se a(s) firma(s) em 1

2 cartório de notas com antecedência mínima de 2(dois) dias do evento Comunicar a Zeladoria, com antecedência de 2(dois) dias as reformas a serem efetuadas no apartamento Daqueles que não residam no apartamento de sua propriedade, comunicar à Administração o seu domicílio para recepção de correspondência Não o fazendo não poderão alegar em juízo ou fora dele a recepção das correspondências, nem tampouco o desconhecimento do seu conteúdo Ao informar o seu endereço forneça o número do apartamento de forma a facilitar a distribuição da correspondência. Na falta deste dado, não poderá o morador em juízo ou fora dele, responsabilizar o condomínio por possíveis atrasos ou extravios das mesmas Prestigiar e fazer cumprir as decisões do síndico, subsíndico e Assembleia Geral e a esta comparecer, a fim de que as decisões tomadas expressem, realmente, a vontade condominial Observar dentro do condomínio a mais rigorosa moralidade, decência e respeito Notificar imediatamente o síndico e/ou subsíndico, incidência de moléstia infectocontagiosa grave no seu apartamento Permitir a entrada em sua unidade, do Síndico, Subsíndico e/ou Zelador e das pessoas que os acompanharem, desde que se torne necessário a inspeção e execução de medidas que se relacionem com o interesse coletivo Contribuir para as despesas gerais, na forma do aprovado pela Assembleia Geral Providenciar o conserto ou substituição de qualquer peça ou aparelho pertencente ao condomínio, que tenha sido danificado por animais ou pessoas de sua relação, seja morador ou esteja em visita ao condomínio Fazer constar como parte integrante dos contratos de locação o exemplar deste regulamento, cuja infringência possa motivar a rescisão Qualquer sugestão, crítica ou denúncia de atos irregulares, deverá ser efetuada no livro de Ocorrências, disponível na Portaria Informar ao síndico sempre que solicitado todas as informações referente ao Cadastro de Moradores da unidade. O preenchimento do formulário e devolução ao zelador, que providenciará o protocolo da entrega, deverá ser realizado no prazo de 48(quarenta e oito horas) da solicitação. Fica obrigada a informação correta e completa de todos os dados solicitados no respectivo formulário. Tal medida visa atender a segurança do condomínio e dos condôminos Cabe ao morador ter a maior preocupação com o gasto inútil de água, avisando ao Síndico ou Zelador os vazamentos, providenciando os reparos necessários, não deixando ou abandonando canos, torneiras, registros ou válvulas abertas ou com defeitos ocasionando vazamento e consequente aumento da respectiva despesa Caso o morador não providencie o conserto de vazamento provocado pela unidade autônoma, devido ao mau funcionamento dos ramais de colunas centrais, torneiras, registros, válvulas, etc., além das penalidades previstas no presente Regulamento Interno ou Convenção de Condomínio, estará sujeito a que a Administração o faça, cobrando pelas peças e serviços realizados, além do aumento da despesa a que der causa. Artigo 2º É direito: 2.1- usar, gozar e dispor da respectiva unidade residencial de acordo com o respectivo destino, desde que não infrinjam as normas legais e as disposições contidas na Convenção e Regulamento Interno; 2.2- usar, gozar e dispor das partes comuns do condomínio, desde que não impeçam idêntico uso ou gozo por partes de todos os Condôminos, com as mesmas restrições do item anterior; observando-se o disposto no art. 2 acima. 2

3 2.3- examinar a qualquer tempo, os livros, arquivos e demais documentos da Administração. A solicitação para verificação deverá ser feita sempre por escrito, ao síndico; que agendará dia, hora e local, num prazo máximo de 15 dias comparecer às Assembleias Gerais e nelas discutir, sugerir, votar e ser votado, desde que em dia com suas obrigações condominiais; 2.5- dar sugestões (ao Síndico, Subsíndico ou Conselho Consultivo), sobre as medidas ou benfeitorias que possam ser realizadas em benefícios de todos os condóminos. Tais sugestões devem ser feitas por escrito, a fim de serem analisadas fazer reclamações nos casos de eventuais abusos na aplicação do Regulamento Interno, bem como à sua inobservância por parte dos Condôminos ou todos os integrantes do Condomínio. As sugestões ou reclamações deverão ser encaminhadas por escrito ao Síndico, Subsíndico, Conselho Consultivo ou Administradora, ou registradas no livro de ocorrências em poder da portaria, sob guarda do zelador. Capítulo III - Das Proibições Artigo 1º - É proibido: 1.1 De acordo com a Lei /09, é proibido a prática do fumo ou o trânsito de seus praticantes nas áreas comuns do condomínio Utilizar as áreas comuns do Condomínio, cuja utilização é feita mediante reserva e ou pagamento, aos condôminos que sejam inadimplentes. 1.4 Sujar, danificar, afixar cartazes ou avisos nas áreas comuns, exceto os de ordem legal com prévia anuência do síndico É proibido aos condôminos ou funcionários, a colocação em qualquer parte do condomínio, de placas ou plaquetas de qualquer espécie dos tipos vende-se ou aluga-se, salvo da Incorporadora, conforme disposto no artigo 38º da Convenção Condominial. 1.5 Estender, bater ou secar tapetes ou lençóis e quaisquer roupas, bem como vasos de plantas, bicicletas e objetos de peso nas janelas, sacadas ou outros sítios fronteiriços, nos quais também não é permitido instalar varais de qualquer tipo, uma vez que sejam visíveis do exterior. 1.6 Modificar as disposições das paredes internas de divisões de seu apartamento, sem a prévia anuência do síndico, bem como modificar a forma ou aspecto externo do edifício, sem a prévia autorização da Assembleia Geral dos Condôminos. 1.7 Desde que em comum acordo com os demais apartamentos do andar, é permitida a decoração/modificação dos halls dos andares, sendo necessária a padronização de portas e maçanetas e estando proibida a troca do piso. 1.8 Quando permitido pela legislação aplicável, o eventual fechamento de terraços/sacadas deverá obedecer ao padrão definido em assembleia. 1.9 Somente será permitido o fechamento do terraço/sacada se aprovado em assembleia; 1.10 A instalação de cortinas e ou persianas nas sacadas/terraços envidraçados depende de aprovação prévia em assembleia, bem como o padrão a ser adotado; 1.11 Ter ou usar instalações ou material, por qualquer forma, que venham a afetar a saúde, segurança e tranquilidade dos demais condôminos ou inquilinos ou que possam onerar as despesas do seguro comum do condomínio Fazer em sua propriedade qualquer instalação que importe em sobrecarga ou alteração da estrutura do edifício, sem autorização do síndico Manter ou guardar substâncias odoríferas ou que causem risco a segurança do edifício ou de seus moradores, tais como produtos inflamáveis, explosivos, etc Fazer uso de fogão que não a gás natural ou elétrico, sendo vedado terminantemente o emprego de outros tipos, que não sejam considerados como de 3

4 uso doméstico. Por exemplo: comercial qualquer, gasolina, querosene, diesel, carvão, etc Atirar pelas janelas para a rua ou área comum, no piso dos corredores, escadas ou elevadores, garagens e demais dependências do condomínio, fragmentos de lixo, papéis, pontas de cigarro ou quaisquer objetos Promover festividades ou reuniões suscetíveis de prejudicar os pertences comuns ou de perturbar o sossego e a tranquilidade dos demais condôminos Utilizar os empregados do condomínio para serviços particulares durante o horário de serviço Realizar mudanças totais ou parciais, sem prévia comunicação ao síndico Utilizar, alugar, ceder ou explorar no todo ou em parte os apartamentos para fins que não sejam estritamente residenciais Realizar lavagem ou conserto de veículos em qualquer área do condomínio, excetuando-se os de caráter emergencial que não causem transtornos e sujeira Alugar ou ceder sua vaga na garagem, sob qualquer hipótese para pessoas que não residentes no condomínio Terminantemente proibido o estacionamento de motocicletas e bicicletas fora dos espaços específicos à elas O trânsito de operários ou outras pessoas estranhas ao condomínio nas áreas comuns do condomínio, exceto os da construtora, até a finalização das obras e eventuais manutenções Será permitido somente no trajeto portaria/apartamento e vice-versa, nos dias e horários estabelecidos e devidamente identificados, sob a anuência do Síndico e conhecimento do Zelador Não se aplica este tópico, se acompanhado pelo proprietário ou funcionário do condomínio O proprietário do imóvel ou quem detenha legalmente a sua posse é responsável por danos e atos praticados por terceiros que a seu contrato adentrem o condomínio É expressamente proibido o consumo de insumo tóxico nas áreas comuns do condomínio Pisar ou brincar nas partes que compõem o jardim, bem como nele intervir, adicionando ou removendo plantas ou mudando-lhe o arranjo a revelia do Síndico Contribuir de qualquer maneira para a obstrução, uso indevido, danificação, prejuízo, má limpeza das áreas comuns, além de praticar quaisquer atos que possam prejudicar o valor, a conservação, bem estar ou renome do Condomínio e de seus ocupantes Causar aglomeração, vozerio, tumulto ou reunião excessivamente ruidosa em qualquer parte do Condomínio seja no período diurno, vespertino ou noturno Atirar nos ralos, vasos sanitários restos alimentares, roupas, absorventes, preservativos, pequenos objetos, entre outros, sejam líquidos, pastosos, sólidos Praticar nas unidades autônomas ou nas dependências comuns, todo e qualquer ato atentatório a moral e que possa prejudicar o valor e a categoria do Condomínio, ao bem estar e a dignidade dos seus moradores Depositar objetos ou outros materiais em qualquer das áreas de uso comum, isto é, na entrada, passagens, escadas, elevador, vestíbulos, garagens, etc. sem a permissão do síndico. Os volumes depositados serão removidos pelo zelador e somente serão devolvidos após o infrator pagar as despesas e danos porventura ocasionados Se manterem as portas das unidades abertas, em nenhuma hipótese o Condomínio será responsabilizado por furtos, roubos ou similares que por ventura venham a ocorrer nas unidades autônomas Fazer em sua propriedade qualquer tipo de instalação elétrica, que importe em sobrecarga elétrica para o Edifício, sem conhecimento e prévia autorização do Síndico ou Subsíndico. 4

5 Fazer quaisquer modificações no sistema coletivo ou em aparelhos e instrumentos de uso coletivo, sem o conhecimento prévio e autorização do Síndico. Parágrafo único - O zelador fica autorizado a tomar as providências cabíveis para fazer cumprir os artigos acima e seus subitens, bem como todo o regulamento, devendo comunicar as infrações ao Síndico ou Subsíndico, para que os mesmos adotem as medidas necessárias e a aplicação de multas Não é permitida a permanência de pessoas estranhas aos apartamentos no hall social de cada andar correspondente O uso do carrinho de mercadorias é exclusivo para o transporte de produtos de pequeno porte (compras de supermercado, malas e similares), não podendo ser utilizado para o transporte de materiais de construções, entulhos móveis e similares. Capítulo IV Das Compras para o Condomínio Artigo 1º Dos valores: 1.1 As despesas de valor superior a 10(dez) salários mínimos deverão ser levadas à apreciação, deliberação e aprovação da assembleia. 1.2 Da cotação (tomada de preços), somente poderão participar pessoas envolvidas inscritas regularmente nos órgãos governamentais e desde que estejam autorizadas a exercer o comércio e ou prestação de serviço, salvo contratação de autônomos; 1.3 Será escolhida aquela empresa que apresentar o melhor preço, qualidade, prazo de entrega, prazo de garantia e assistência técnica; 1.4 Todas as compras de bens e serviços deverão ser comprovadas através de nota fiscal perfeitamente regular, ou documento legal equivalente. Capítulo V Dos funcionários do Condomínio Artigo 1 - Regras comuns aos Funcionários do Condo mínio 1.1 Os funcionários, empregados e contratados do Condomínio são seres humanos, devendo, portanto, serem tratados com urbanidade, civilidade e educação por parte de qualquer Condômino, seus familiares, visitantes, parentes, amigos, empregados particulares e convidados. 1.2 O Condômino não deverá confundi-los com empregados domésticos, nem utilizálos em serviços particulares, pois eles seguirão as determinações apenas do Síndico e do Subsíndico. 1.3 Os funcionários deverão: 1.4 Quando em trabalho, estarem sempre uniformizados; 1.5 Apresentarem-se sempre limpos ao trabalho; 1.6 Zelar e conservar limpos e bem cuidados os seus uniformes; 1.7 Zelar pelos bens do Condomínio deixados sob sua responsabilidade; 1.8 Zelar pelo Condomínio como um todo, não permitindo danos ao patrimônio; 1.9 Zelar pelos materiais e equipamentos deixados sob sua responsabilidade; 1.10Realizar suas tarefas conforme orientação do Zelador/Encarregado de Serviços Gerais. Parágrafo Primeiro - Do Zelador/Encarregado de Serviços Gerais: 1 - O Zelador/Encarregado de Serviços Gerais está hierarquicamente subordinado ao Síndico, na ausência deste, ao Subsíndico, responderá a estes pela sua conduta e pelo seu trabalho. Compete ao Zelador/Encarregado de Serviços Gerais: a) Supervisionar todas as atividades executadas pelos demais empregados do Edifício; 5

6 b) Quando em trabalho, apresentar-se sempre uniformizado e cobrar também dos seus funcionários o uso, limpeza e manutenção dos seus uniformes; c) Efetuar, diariamente ou através de outro empregado, a distribuição de correspondências que sejam possíveis de entrega em sua respectiva caixa de correspondência. As demais (incluindo a cota condominial) permanecerão na portaria para retirada pelo Condômino; d) Comunicar por escrito ao Síndico e na sua ausência ao Subsíndico quaisquer irregularidades ocorridas no Edifício, fazendo a devida anotação da ocorrência em livro próprio. e) Executar as instruções do Síndico e da Administração conforme orientação, verbal ou escrita, que lhe for enviada; f) Proteger os elevadores quando da realização de mudanças; g) Orientar os Condôminos, quando vê-los em conversa com os porteiros, pois tal prática acarretará na má execução dos serviços; h) Vistoriar o Salão de Festas após a sua utilização ou no dia seguinte caso o uso se prolongue até depois do seu horário de expediente; i) O Zelador/Encarregado de Serviços Gerais, por si ou através dos funcionários sob sua supervisão, é responsável pelos serviços de manutenção, conservação, limpeza, guarda, segurança, portaria e vigilância do Condomínio, entre outras atividades determinadas pelo Síndico; j) Supervisionar as partes internas e externas do Edifício, cabendo-lhe a iniciativa de sanar qualquer irregularidade; k) Zelar pelo cumprimento deste Regulamento Interno. Parágrafo Segundo - Dos Serviços de Portaria: 2 São deveres e obrigações dos funcionários a) Manter serviço permanente de portaria e executar a vigilância do Condomínio, impedindo o ingresso de pessoas estranhas, em particular de vendedores. Os visitantes deverão informar o nome da pessoa procurada e, seu acesso à unidade autônoma só será permitido após a aquiescência dos moradores. O visitante deverá permanecer fora do Condomínio enquanto espera a autorização; b) Manter um cadastro de todos os Condôminos, empregados particulares nos sentido de propiciar maior segurança; c) O acesso de pessoal estranho ao Condomínio, tais com entregadores de flores, de pizza, de compras, etc., não será autorizado, sendo que as encomendas deverão ser retiradas pelo morador na portaria; d) Informar de imediato a chegada de quaisquer encomendas; e) Informar o Zelador/Encarregado de Serviços Gerais a chegada de mudança ou de entregadores; f) Prestadores de serviços que se destinam a um ou mais apartamentos deverão portar crachás de identificação e o porteiro deverá avisar a todos os apartamentos onde se fará a visita, antes de autorizar a entrada do mesmo; g) Prestadores de serviços de interesse geral dos Condôminos, somente poderão entrar no Edifício após serem cadastrados na portaria, devendo ser acompanhado pelo Zelador/Encarregado de Serviços Gerais a todos os apartamentos e/ou áreas comuns onde forem, sendo necessária à prévia autorização do Síndico; h) Ligar e desligar as luzes comuns do Edifício; i) Receber encomendas e correspondências destinadas ao Condomínio e aos Condôminos, encaminhando-as ao Zelador/Encarregado de Serviços Gerais ou aos destinatários; j) Não permitir a aglomeração de funcionários ou de Condôminos, na guarita, a fim de não prejudicar a segurança do Condomínio, bem como o bom andamento do próprio serviço; k) Não receber nem guardar, ou permitir que sejam guardados, quaisquer tipos de 6

7 volumes na portaria, exceto correspondências entregues pelos correios. No caso de entrega de volumes destinados à Condôminos, o porteiro solicitará a presença do Zelador/Encarregado de Serviços Geais para que este receba e guarde. l) Obedecer aos rodízios de funcionários e de horários determinados pelo Zelador/Encarregado de Serviços Gerais; m) Os corretores estão obrigados a apresentar identificação e CRECI, além da autorização do proprietário; n) O interfone será operado exclusivamente pelo Zelador/Encarregado de Serviços Gerais e pelos porteiros; o) O Zelador/Encarregado de Serviços Gerais, o porteiro ou vigia, fica autorizado a tomar todas as providências cabíveis, dentro de suas atribuições, quando tiverem de resolver qualquer assunto, não fugindo ao Regulamento. Ficam autorizados, outrossim, a exigir a identificação de toda e qualquer pessoa estranha que deseje ingressar no Edifício, principalmente à noite, só permitindo o acesso destas pessoas às unidades autônomas, em qualquer horário, após prévia consulta e autorização do Condômino ou morador, através do interfone. Capítulo VI - Das partes comuns do Edifício e do Patrimônio Artigo 1 - As partes comuns do Edifício são propriedades comuns de todos os Condôminos e são inalienáveis, indivisíveis e insusceptíveis de uso exclusivo por qualquer Condômino e, dessa forma, é dever de todos zelar e fazerem zelar por essas áreas, bem como móveis, máquinas, aparelhos, utensílios, equipamentos, enfim de todos e quaisquer bens. Artigo 2 - Dos elevadores São de uso comum dos elevadores do Condomínio: 2.1 Conforme a Lei N , de 04/11/1998, é proi bida a utilização dos elevadores por crianças menores de 06 (seis) anos, quando desacompanhadas; 2.2 Conforme a lei número 9.120, de 8/10/1980 é proibido fumar dentro dos elevadores. A referida lei reza ao infrator a pena do pagamento de multa de 50% (cinquenta por cento) à 5 (cinco) vezes o salário referência, aplicando-se o dobro nos casos de reincidência, além das penalidades do nosso Regulamento Interno e da nossa Convenção de Condomínio; 2.3 O Síndico poderá, observar as características técnicas de resistências dos elevadores, vetando o ingresso de móveis e objetos em geral, cujo peso represente danos ou perigo as pessoas que nele estejam; 2.4 Manter as portas dos elevadores abertas somente o tempo necessário a entrada e saída; 2.5 Quando se dirigir à piscina em trajes de banho os moradores deverão cobrir-se com roupão ou outro traje adequado aos bons costumes; Artigo 3 - Dos interfones 3.1 O interfone é de uso exclusivo dos moradores, devendo ser utilizado para a comunicação entre as unidades autônomas, bem como com a portaria, desde que sejam rápidas e não motivem sobrecarga do equipamento. 3.2 O Condomínio tem responsabilidade sobre a central da portaria, arcando com eventuais defeitos, porém nas unidades autônomas o morador será responsável por motivo de mau uso do equipamento. 3.3 Os moradores não deverão fazer uso do interfone da portaria, por questão de segurança e no sentido de não atrapalhar o serviço dos porteiros. Capítulo VII - Dos Animais 7

8 Artigo 1 - Somente poderão ser mantidos nas unidades autônomas animais domésticos, tais como cachorros, gatos e pássaros, sendo eles de pequeno porte e desde que os Condôminos respeitem ainda algumas normas estabelecidas abaixo: 1.1 Que a unidade autônoma não seja transformada em criadoras; 1.2 Que tais animais não venham a perturbar o sossego, tranquilidade e descanso dos demais moradores, observando ainda os horários de silêncio em Condomínio; 1.3 Seu trânsito deverá ser realizado através das escadas ou do elevador, devendo ser transportado por seu proprietário ou em transporte especificamente destinado à eles, portando coleira e guia, sendo terminantemente proibido a circulação pelas áreas comuns e jardins; 1.4 É obrigatório o uso de focinheiras nos cães de raças sabidamente agressivas; 1.5 O condutor do animal fica obrigado a recolher os dejetos fecais que o animal, por ventura, execute em trânsito; 1.6 O proprietário do animal será compelido a ressarcir os danos que eventualmente o animal venha a provocar a terceiros ou ao Condomínio; 1.7 É de inteira responsabilidade do proprietário a manutenção do animal em condições adequadas de alojamento, alimentação, saúde, higiene, inclusive que o odor não exale para as áreas comuns e demais unidades autônomas, bem como que os dejetos fecais sejam acondicionados devidamente em sacos de lixo, bem fechados. Sempre observando a mais rigorosa condição de higiene e de asseio; 1.8 Os cães guias para deficiente visual devem ter acesso livre a qualquer estabelecimento, bem como aos meios de transportes públicos coletivos, conforme a lei número , de 18/05/2001; 1.9 Todo e qualquer dano causado por tais animais, ainda que em decorrência de doença transmitidas, mordeduras, etc., serão de inteira responsabilidade de seus proprietários que se obrigam à indenização integral. Capítulo VIII - Lixo/ Entulho Artigo 1 - Do acondicionamento e coleta 1.1 Todo lixo domiciliar deverá ser acondicionado em sacos plásticos apropriados, devidamente amarrados, sem vazamentos e colocado nas lixeiras. 1.2 Os materiais cortantes deverão ser envoltos em proteção, tais com jornais, e acondicionados em sacos plásticos apropriados separados dos lixos domiciliares. 1.3 Todo lixo reciclável deverá ser limpo, acondicionado e depositado na lixeira apropriada. Parágrafo Único - Todo e qualquer excesso de lixo deverá ser devidamente acondicionado em saco apropriado, e levado ao contentor de lixo pelo morador ou seu empregado. Artigo 2 - É vetado lançar lixo ou varreduras nas áreas comuns, corredores, escadas ou pátio interno. Capítulo IX Mudanças Artigo 1 - Dos horários 1.1 A entrada ou saída de mudança somente poderá realizar-se de Segunda-feira a Sexta-feira no horário das 09:00h às 16:00h e aos Sábados das 09:00h às 13:00h. Não será permitida mudança aos Domingos e feriados. Casos excepcionais deverão obter autorização prévia do Síndico, que dará ciência ao Zelador. 1.2 Toda e qualquer mudança deverá ser comunicada ao Síndico, Subsíndico ou Zelador, por escrito, com antecedência mínima de 2 (dois) dias, devendo os mesmos proteger o elevador de serviço para tal realização. Todo e qualquer dano/estrago, causado nos pisos, paredes, portas, escadas, pinturas, elevadores 8

9 e demais partes comuns, acabamentos e acessórios do Edifício, por ocasião da entrada e saída dos volumes e mobílias serão indenizados pelos respectivos proprietários. Fica expressamente proibida a guarda, mesmo que temporária, de móveis e objetos nas áreas comuns do Edifício, hall sociais ou internos de cada pavimento. Capítulo X - Salão de Festas e Churrasqueira Artigo 1 - Do uso 1.1 O Salão de Festas e Churrasqueira destinam-se a realizações de festividades de cunho familiar, bem como eventos de caráter e interesse do Condômino ou do próprio Condomínio; 1.2 Cabe ao locatário a responsabilidade pela manutenção do espaço, bem como sua conservação, decoração ou outras providências necessárias para que o mesmo possa satisfazer a contento os fins específicos a que se destina, desde que não causado danos ou estragos a pintura, mobiliário e instalações do ambiente. Por outro lado, caberá ao Condômino Locatário a retirada do lixo acumulado durante o evento acondicionando nos cestos de lixo disponíveis no local, ficando a cargo de funcionário do Condomínio, a vistoria e a limpeza do local depois das festas. Artigo 2 - Da taxa de uso 2.1 O Salão de Festas funcionará em regime de aluguel, cuja taxa será de 20% do salário mínimo vigente à época da utilização, a ser paga no boleto do mês subsequente. 2.2 A churrasqueira funcionará em regime de aluguel, cuja taxa será de 8% do salário mínimo vigente à época da utilização, a ser paga no boleto do mês subsequente. 2.3 As Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias, bem como as reuniões da comissão e eventos realizadas em interesse do Condomínio, estão isentas da taxa de aluguel. 2.3 Os Condôminos que desejam promover festividades deverão alugar/reservar o salão com antecedência de no máximo 06 (seis) meses, para evitar conflitos de horários e datas. 2.4 É permitida uma reserva por mês. 2.5 Em caso de desistência deverá ser comunicado por escrito em impresso próprio com ao menos 10 (dez) dias. 2.6 Em caso de inviabilidade climática (chuvas) para uso da churrasqueira, a data poderá ser alterada mediante disponibilidade. Parágrafo primeiro - O Síndico e ou seus prepostos deverão tomar as medidas cabíveis para o fiel cumprimento do exposto no Artigo 1, sem prejuízo de suas funções ou possibilidade de contestação imediata ou futura por parte do Condômino responsável. Parágrafo segundo - Não poderão alugar o salão de festas e churrasqueira, Condôminos que estejam em atraso com suas obrigações condominiais conforme capítulo II, artigo 1 o item 1.2. No ato de inclusão da reserva na agenda do salão, o Síndico ou o zelador deverá informar-se junto à Administradora, se existe algum impedimento neste sentido. Artigo 3 - O Salão de Festas e Churrasqueira só poderá ser locado ao condômino que seja morador do Edifício ou a seus locatários. Sendo vedado a locação para festividade de parentes, amigos, convidados e/ou funcionários do Edifício. Artigo 4 - A requisição do salão e churrasqueira é exclusiva dos moradores do Edifício, que só poderão fazê-lo para promoção de atividades sociais, festas, recepção 9

10 e aniversários, sendo vetada a cessão do salão para atividades político-partidárias, religiosas, profissionais, mercantis, bingos e jogos considerados de azar pela Legislação pertinente. Parágrafo Único - Caso o Condômino não devolva as chaves do salão de festas e churrasqueira, até às 09:00h do dia subsequente à festividade, implicará no débito ao detentor da chave, da taxa adicional correspondente à 25% (vinte e cinco por cento) sobre o valor da taxa de reserva, por dia excedente. Artigo 5 - É terminantemente proibida a colocação de pregos, colar fitas adesivas ou qualquer outro tipo de material que venha danificar ou sujar as paredes do salão, vender ingresso ou bebidas, bem como a remoção de quadros, vasos, lâmpadas, etc. Artigo 6 - A substituição, pagamento integral ou conserto de peças, móveis, utensílios, etc., quebrados ou danificados durante o uso do salão, deverá ser feita em até 10 (dez) dias pelo Condômino que utilizou o salão, ocorrendo todas as despesas por sua conta. Os valores a serem pagos serão orçados para o conserto ou reposição pelo Síndico. Artigo 7 - Por uma questão de segurança, fica terminantemente proibido o número superior a 50 (cinquenta) convidados por cada festividade realizada. Uma lista de convidados deverá ser encaminhada para a portaria 48 horas antes do evento. Artigo 8 - O responsável e/ou requerente do Salão de Festas e/ou Churrasqueira terá, necessariamente, que estar presente a festa. Artigo 9 - Será permitida a utilização de aparelho de som, em volume moderado até às 22:00h de Domingo a Quinta-feira e na Sexta-feira e Sábado até ás 23:00h. Artigo 10 - O salão e/ou churrasqueira poderão ser utilizados pelo Condomínio para promover confraternizações em datas magnas (Natal, Reveillon, Carnaval, dia das Mães ou Pais, etc.). Caso o Condomínio não tenha interesse o local fica disponível para a reserva dos condôminos. Em se havendo mais de um interessado em até 60 dias antes da efetiva data, o uso do espaço deverá ser sorteado entre os interessados, que não poderá ceder seu direito à outro condômino. Artigo 11 - Quando da realização das festividades o Condômino responsável deverá zelar para que os convidados mantenham conduta coerente e respeitosa, de maneira a não ferir a tranquilidade, sossego e liberdade dos demais Condôminos. Os convidados deverão ser recebidos no recinto do salão, não sendo permitida a sua permanência na ala social, piscina e salão de jogos. O acesso ao salão de festas será feito através das duas portas laterais. O mesmo deverá manter a Persiana Vertical da porta principal fechada durante o evento. Artigo 12 - É terminantemente proibido ao usuário do Salão de Festas e Churrasqueira, utilizar-se de quaisquer empregados do Condomínio, durante o expediente, para trabalhos de interesses particulares. Artigo 13 - É expressamente proibida a permanência de quaisquer espécies de animais no Salão de Festas ou imediações. Artigo 14 - O Condômino que por ocasião da realização de uma festa infringir qualquer das normas aqui estabelecidas, permitindo abuso de qualquer ordem por parte de seus convidados, desrespeitarem a autoridade ou instrução do Sindico ou de seus prepostos ou de alguma forma vier a causar incômodo ou mal estar aos demais 1

11 Condôminos, ficará sujeito as penalidades previstas no presente Regulamento Internas ou na Convenção. Artigo 15º - Das Penalidades O condômino que infringir o presente regulamento interno quanto ao uso do salão de festas e churrasqueira estará sujeito: 15.1 Advertência verbal; 15.2 Multa de 50% (cinquenta por cento) do valor da cota condominial vigente à época da infração; 15.3 Perda do direito de uso do salão de festas por 1 (um) ano. Em caso de resistência os funcionários ficam autorizados a desligar a chave de força elétrica que alimenta a energia do local. Caso a pessoa que estiver suspensa utilizar o salão de festas em nome de outra pessoa, esta será punida com as mesmas regras. Capitulo XI Brinquedoteca Artigo 1º - Da destinação e do uso 1.1 O ambiente destina-se a crianças com idade até 10(dez) anos de idade, no uso de brincadeiras infantis, sempre acompanhados de um maior responsável. 1.2 A responsabilidade pela utilização dos brinquedos, equipamentos e acessórios pertencentes ao ambiente serão da unidade usuária. O bom uso do local e cuidados com a criança é de inteira responsabilidade do maior acompanhante. Caso o maior não seja morador, a responsabilidade por possíveis danos será da unidade a que pertence a criança usuária. 1.3 Não é permitido o uso do local por crianças não moradoras. 1.4 Após o uso, o maior acompanhante deverá organizar o local, para uso futuro de outras crianças. 1.5 Não é permitido o uso de aparelhos de som no local. Artigo 2º - Dos horários 2.1 A brinquedoteca estará aberta diariamente das 09:00 as 24:00 horas, sendo que após as 22:00 horas deve ser observado a redução de barulho evitando incômodo aos demais condôminos. 2.2 Em caso da necessidade de manutenções, o síndico alocará um informativo na área comum com a data prevista para liberação do uso às crianças. Capítulo XII PISCINAS Artigo 1 - O proprietário que alugar sua unidade autônoma perderá automaticamente o direito de freqüentar a piscina. Artigo 2 - A Piscina é de uso exclusivo dos condôminos moradores e respectivos familiares residentes em suas unidades autônomas. Será permitida a cada unidade convidar 01 criança de até 12 anos para frequentar a piscina, em caráter não habitual, desde que acompanhada pelo condômino maior de idade. Caso o uso se torne intenso o Síndico e Corpo Diretivo poderão revogar essa permissão. Artigo 3 - As piscinas funcionarão de terça a domingo das 08:00h as 24:00h. Após as 22:00 horas deverá ser observado a redução de barulho evitando incômodo aos demais moradores. Durante o período de inverno e férias escolares os horários poderão sofrer alteração. Cabe ao Corpo Diretivo do Condomínio essa análise. A manutenção será realizada quando determinada pelo Síndico ou Zeladoria. Artigo 4 - A circulação dos frequentadores das piscinas em traje de banho se 11

12 restringirá exclusivamente a área das piscinas, não sendo permitido que os Condôminos saiam encharcados das mesmas molhando toda a área comum. A circulação nas áreas comuns e elevadores só será permitida em trajes de banho desde que com a devida cobertura. Artigo 5 - É terminantemente proibida a frequência de menores de 10 (dez) anos quando desacompanhados de seus pais ou responsáveis. Artigo 6 - O Condomínio em si, Síndico, Subsíndico, Conselho Consultivo, não assumem qualquer responsabilidade por acidentes na área das piscinas, bem como no seu interior, sendo de inteira responsabilidade do Condômino a vigilância de seus filhos. Artigo 7 - É terminantemente proibida a prática de qualquer jogo esportivo em seu recinto, tais como frescobol, peteca, bola ou qualquer outro que possa perturbar ou interferir o direito alheio de desfrutar as piscinas em paz e segurança, bem como o uso de pranchas, boias inadequadas, barcos, objetos de médio e grande porte, entre outros. Artigo 8 - É expressamente proibido a permanência de animais nas áreas das piscinas. Artigo 9 - Não será permitido o barulho a ponto de perturbar a tranquilidade dos moradores em qualquer horário. Artigo 10 - É expressamente proibido a entrada na água das piscinas com bronzeadores, óleos e/ou similares no corpo. Artigo 11 - Somente será permitida a entrada na piscina em trajes de banho, sendo terminantemente proibida a entrada de roupas comuns, sapatos, meias, camisetas, entre outros. Artigo 12 - É expressamente proibido, a qualquer título e em qualquer horário, o uso de copos e garrafas de vidro ficando o Condômino sujeito à multa e ainda responsável civil e criminalmente, bem como o consumo de alimentos ou similares. Artigo 13 - Através da reunião do Corpo Diretivo poderá ser proibida a entrada na piscina a qualquer pessoa que comprovadamente nela não mantenha conduta compatível com seu destino rigorosamente familiar. A pena de retirada das piscinas ou suspensão ao infrator poderá ser de 30 (trinta), 60 (sessenta) ou 90 (noventa) dias, conforme a reincidência do mesmo. Em se tratando de infratores menores, as faltas deverão ser comunicadas por escrito aos pais ou responsáveis. Artigo 14 - Não será permitido adentrar no recinto da piscina com trajes atentatórios a moral ou assumir postura que firam o decoro e os bons costumes. Artigo 15 - Ficará proibida a entrada na piscina de pessoas que se encontram com moléstias infecto contagiosas dos pulmões, pele, garganta, nariz, ouvido ou qualquer que produzam secreção ou manifestação de caráter contagioso. O Condomínio não se responsabilizará por quaisquer moléstias infecto contagiosas adquiridas nas piscinas. Artigo 16 - Será permitida a permanência no recinto da piscina das babás que estejam acompanhando crianças moradoras do Edifício, porém nunca em trajes de banho. É vedado o uso da piscina pelos funcionários dos moradores, mesmo que residentes no Edifício, amigos, parentes e outros. 1

13 Artigo 17º - Para o uso da piscina o condômino/morador/visitante deverá apresentar exame médico com validade trimestral. Capítulo XIX Da quadra poliesportiva 1.1 A Quadra Poliesportiva destina-se ao uso dos CONDÔMINOS desde que respeitadas as Normas e Procedimentos de Uso das Áreas Comuns. 1.2 O CONDOMÍNIO não assume qualquer responsabilidade por acidentes ocorridos nas suas dependências, nem por danos que o CONDÔMINO ou visitante venha causar a si próprio e/ou a terceiros, em decorrência do mau uso do local ou de comportamento inadequado. 1.3 O horário de funcionamento é de segunda a domingo, das 8:00 as 24:00 horas, desde que a partir das 22:00 horas seja respeitado o silêncio evitando incômodo aos demais condôminos; 1.4 É proibido o uso de patinete, bicicleta, skate e similares, bem como a circulação com calçado de solado não adequado no interior da quadra. 1.5 A quadra poderá ser reservada para realização de pequenos eventos esportivos, promovidas exclusivamente pelos CONDÔMINOS, conforme requisição especifica. 1.6 A locação e/ou cessão por parte dos CONDÔMINOS a terceiros é expressamente vetada. 1.7 No recinto das quadras, por motivos de segurança dos usuários, é expressamente proibido permanecer com garrafas e copos de vidro ou quaisquer outros objetos perfuro cortantes. 1.8 É de responsabilidade de todo usuário a manutenção da limpeza e da higiene no recinto das quadras, depositando qualquer lixo em local apropriado. Capítulo XIII Garagem A garagem possui vagas de posse indeterminada conforme planta enunciativa. Para que se possa fazer uso racional da garagem, todas as vagas são demarcadas de conformidade com a planta enunciativa, registrada em cartório, controladas, através de cartão de identificação e regulamentada pelos artigos abaixo: Artigo 1 - Cada unidade autônoma terá o direito a vaga que lhe é destinada de acordo com o sorteio realizado a cada dois anos para estacionar veículo de passeio, portanto é terminantemente proibido estacionar número maior de veículos do que a quantidade de vagas possuídas ou locadas. Será aplicada multa de 50% (cinquenta porcento) da taxa condominial nos casos em que o Condômino parar mais veículos que seu número de garagens, sem prévia autorização, sem identificação ou maneira a prejudicar o estacionamento dos demais veículos. Somente será permitido o uso da vaga a parentes ou convidados desde que a vaga do Condômino esteja desocupada e que o mesmo vá até a portaria para autorizar a entrada e oriente quanto à localização 13

14 da vaga. Artigo 2 - O usuário se obriga a estacionar seu veículo rigorosamente dentro das faixas que demarcam a vaga respectiva, observando que o veículo esteja desligado, freado e bem trancado. Artigo 3 - As vagas das garagens destinam-se, exclusivamente, ao estacionamento somente de 1 veículo de passeio. Os veículos não poderão exceder os limites de tamanho de cada box, de uso dos Condôminos ou seus locatários, sendo vedado para outras finalidades. Artigo 4 - Não será permitido a guarda de quaisquer objetos nas vagas das garagens, sendo esta para uso exclusivo de veículos. Artigo 5 - É expressamente proibido usar a garagem para fazer reparos ou consertos dos veículos, a não ser em caráter de emergência, tais como troca de pneus, velas, etc., para que o veículo possa deslocar-se. Da mesma forma, tais reparos de emergência só serão permitidos, desde que não coloquem em risco a segurança e o fluxo normal da garagem. Artigo 6 - Fica terminantemente proibida a lavagem e lubrificação dos veículos nas garagens e demais dependências ou áreas do Condomínio. Artigo 7 - Fica proibido a experimentação de buzinas, rádios, motores, etc., no interior da garagem e dentro das áreas de trânsito do Condomínio. Artigo 8 - Todos os motoristas devem fazer uso do farol e velocidade moderada dentro da garagem de 5 (cinco) km/h, bem como na entrada e saída de veículos, atentando à circulação de crianças e adultos e sinalizando. Artigo 9 - O Condômino será responsável por eventuais danos causados a outros veículos ou coisas de propriedade comum e ou particular dentro da garagem, bem como por possíveis acidentes ocorridos dentro das áreas comuns do Condomínio, inclusive por imperícia, negligencia e imprudência ao volante. Artigo 10 - É proibido transitar na garagem bicicletas, velocípedes, patins, patinetes. Skates, etc.. É proibida a permanência de crianças desacompanhadas dos pais ou responsáveis na área da garagem. É expressamente proibido a permanência de animais na garagem, salvo para embarque e desembarque nos veículos. Artigo 11 - Fica proibido a permanência e a circulação de crianças desacompanhadas de pessoas maiores e de empregados em geral nas dependências da garagem a não ser quando estiverem de serviço. Artigo 12 - Os Condôminos só poderão alugar ou ceder vagas as pessoas do Condomínio e autorizar o uso temporariamente à convidados, amigos e/ou parentes. Artigo 13 - O Zelador e demais empregados do Condomínio são responsáveis pela limpeza, boa apresentação e higiene da garagem. Artigo 14 - Compete a cada usuário das dependências da garagem, ao sair e entrar, aguardar o completo acionamento do portão respectivo, para segurança do próprio usuário e demais Condôminos. Artigo 15 - Na rampa de acesso à garagem e ao portão principal, a saída terá 1

15 preferência sobre a entrada de veículos. Artigo 16 - O Condomínio não se responsabiliza por furtos ou danos nos veículos e acessórios deixados nas áreas da garagem e estacionamento. Capítulo XVI Reformas Artigo 1 - As reformas somente poderão ser executadas em dias úteis, Segunda-feira à Sábado, das 09:00h às 16:00h, sendo expressamente proibidos os trabalhos noturnos ou nos Domingos e feriados. Artigo 2º - As reformas que importarem em modificação das estruturas das unidades autônomas o deverão ter o aval de um engenheiro, e ratificação por parte de 2/3 (dois terços) das unidades residenciais do Condomínio, feita através de Assembleia Geral. Artigo 3º - Os materiais necessários para reforma, bem como os lixos por ela provocados deverão estar acondicionados em sacos e de imediato serem retirados de maneira a não prejudicar a limpeza das partes comuns. Artigo 4º - Todo proprietário deverá comunicar por escrito ao Síndico, antecipadamente, as obras que pretende fazer na sua unidade, discriminando-as. Artigo 5º - O entulho proveniente de obras, devidamente ensacado, deverá ser retirado do Condomínio pelos seus responsáveis, no período das 10:00h ás 16:00h de Segunda-feira a Sábado. Artigo 6º - Todo material para utilização em obra deverá ingressar devidamente embalado no Edifício no período das 10:00h ás 16:00h de Segunda-feira a Sábado. Capítulo XVII - Da responsabilidade civil O Condomínio por si e seus dirigentes não respondem: Artigo 1 - Por acidentes e danos de ordem pessoal ou material, que sofram no interior do Edifício, Condôminos e de objetos em qualquer circunstância, ou ocasião, assim por objetos confiados a seus empregados. Artigo 2 - Por furtos de que sejam vítimas, em seu interior, Condôminos, moradores ou estranhos, em quaisquer circunstância e ocasião. Artigo 3 - Pela interrupção eventual, em qualquer hipótese, dos serviços de eletricidade, água, gás, telefone, etc. Artigo 4 - O Condômino ou morador, que por si, seus filhos, dependentes, empregados ou visitantes, causar danos ou prejuízos materiais as áreas comuns dos Edifícios ou a outros moradores ou a terceiros, responderá civilmente pelo dano a que der causa, resultante de ação ou omissão, voluntária ou involuntária, sua responsabilidade, cabendo-lhe indenizar os danos, verificando a sua responsabilidade. Artigo 5 - O conserto ou substituição de qualquer peça, móvel, utilitários ou aparelhos danificados, ficará por conta de quem causar ao dano, não isentando o Condômino de responsabilidade civil, bem como da penalidade estipulada pelo presente Regulamento Interno. 15

16 Capítulo XVIII Penalidades Artigo 1 - O Condômino ou responsável, que violar as disposições legais, e as contidas na Convenção de Condomínio ou no presente Regulamento Interno ficará sujeito a: a) A advertência escrita; b) Na reincidência será passível de multa de 50% (cinquenta porcento) do valor da quota condominial referente ao mês da infração, sem prejuízo das demais sanções previstas em lei e na Convenção do Condomínio; c) Em caso de reincidência a multa será aplicada em dobro e assim sucessivamente. Artigo 2 - Das multas aplicadas pelo Síndico caberá recurso para Assembleia Geral Extraordinária, convocada pelo Conselho Consultivo a pedido do interessado e este arcará com os custos sobre a realização desta Assembléia. Capítulo XIX - Casos Omissos Os casos omissos ou não previstos neste Regulamento Interno, na Convenção de Condomínio e na Legislação aplicável e, desde que do interesse do Condomínio, bem como a solução de qualquer caso surgido entre os Condôminos e o Condomínio, ou entre este e o Síndico ou entre Condôminos, caberá só ao Síndico resolver o assunto mediante aplicação de analogia ou de precedentes, tendo sempre em vista o interesse maior da comunidade deste Condomínio, mas agindo com equidade, ad-referendum da primeira Assembleia geral, que opinará sobre a decisão tomada. O Presente Regulamento Interno entrará em vigor no dia de sua aprovação pela Assembléia Geral e somente poderá ser alterado por outra Assembleia Geral, devidamente convocada para tal fim. São Paulo, 22 de Novembro de Residencial Altos do Butantã 1

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