ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DAS MULHERES COM ALTERAÇÕES CERVICAIS NO CITOPATOLÓGICO EM RIO GRANDE

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DAS MULHERES COM ALTERAÇÕES CERVICAIS NO CITOPATOLÓGICO EM RIO GRANDE"

Transcrição

1 ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DAS MULHERES COM ALTERAÇÕES CERVICAIS NO CITOPATOLÓGICO EM RIO GRANDE Alessandra Mendes de Barros 1 Anne Cristine Dal Bosco 2 Clarissa Giannichini 3 Nalú Pereira da Costa Kerber 4 Fabiane Ferreira Francioni 5 Vânia Bernardetti do AmaralLeivas 6 Palavras- Chaves: Enfermagem; Neoplasias do colo do útero; Itinerário terapêutico; Resumo: Tendo em vista que o câncer do colo uterino é uma das causas mais importantes de morbidade e mortalidade feminina no Brasil, um dos grandes desafios dos países em desenvolvimento é a ampliação dos programas de prevenção e detecção precoce. Refletindo na importância de acompanhar o desenvolvimento de programas e serviços que atuem na detecção e controle desse tipo de enfermidade, este estudo tem o objetivo de analisar o itinerário terapêutico percorrido pelas mulheres que apresentam alterações significativas no exame citopatológico no município do Rio Grande e identificar suas percepções em relação ao seu processo de adoecimento e à busca por tratamento.todas as Unidade Básica de Saúde (UB) e Unidade Básica Saúde da Família (UBSF)do município do Rio Grande realizam a coleta do citopatológico (CP) e fazem o encaminhamento aos serviços de referência logo ao aparecimento de alguma alteração. O local de estudo serão todas essas unidades totalizando 32 unidades.respeitando-se a Resolução 196/96 Sobre Pesquisa Envolvendo Seres Humanos a proposta de pesquisa foi submetida e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa na Área da Saúde - CEPAS da FURG com parecer 83/2011. Será entregue aos sujeitos da pesquisa um documento prestando esclarecimentos quanto ao estudo proposto, convidando-os a participarem; explicando os objetivos e a metodologia proposta; solicitando o seu Consentimento Livre e Esclarecido. O estudo realizado apresenta uma abordagem quanti-qualitativa e os sujeitos serão mulheres em idade fértil (15 a 49 anos), bem como as menopausadas que apresentaram alguma alteração classificada como ANGUS, ASCUS, NIC I, II e III, carcinoma ou adenoma no exame citopatológico, e que foram atendidas e/ou encaminhadas ao Sistema Único de Saúde no período de

2 Janeiro/2010 à Julho/2011. A coleta dos dados já iniciou a ser desenvolvida pelos integrantes do Grupo de Pesquisa Viver Mulher, da Escola de Enfermagem, da FURG em maio de 2011.Ocorre em dois momentos, primeiramente uma pesquisa documental nos registros da Coordenação de Saúde da Mulher do município e nos livros de registros das unidades de saúde onde a coleta do CP foi realizada e, em um segundo momento, será desenvolvida uma entrevista semi-estruturada com as mulheres sujeitos do estudo. A entrevista divide-se em duas partes, a primeira com questões fechadas contendo os dados de identificação dos sujeitos e a segunda com questões norteadoras abertas como história de doenças sexuais transmissíveis, realização do exame papanicolau, resultado do exame, encaminhamento aconselhado, serviços de saúde entre outras questões que poderão emergir no momento da entrevista. A análise quantitativa será efetuada por meio de uma análise descritiva e inserção dos dados no EPI-INFO e os dados qualitativos serão vistos sob o prisma da análise temática para uma discussão e análise dos valores, crenças, vivências dessas mulheres acerca do seu processo de adoecimento, proporcionando uma maior garantia sobre os dados coletados. Ao final da pesquisa, espera-se poder contribuir com as unidades de saúde que prestam assistência às mulheres, mostrando os achados e podendo, a partir deles, pensar em estratégias de ação Acadêmica da 6ª série da EEnf. Integrante do Grupo de Pesquisa Viver Mulher. Bolsista Pet. FURG 2.Acadêmica da 5º série da EEnf. Integrante do Grupo de Pesquisa Viver Mulher. FURG 3.Acadêmica da 6ª série da EEnf. Integrante do Grupo de Pesquisa Viver Mulher. FURG 4.Enfª.Prfª.DrªNalú Pereira da Costa Kerber. Líder do Grupo de Pesquisa Viver Mulher. FURG 5.Enfª. Prfª. Drª Fabiane Ferreira Francioni. Integrante do Grupo de Pesquisa Viver Mulher. FURG 6. Enfª.Msc. Vânia Bernardetti do Amaral Leivas. Coordenadora do Programa de Saúde da Mulher

3 1. Introdução: Tendo em vista que o câncer do colo uterino é uma das causas mais importantes de morbidade e mortalidade feminina no Brasil, um dos grandes desafios dos países em desenvolvimento é a ampliação dos programas de prevenção e detecção precoce.o Viva Mulher - Programa Nacional de Controle do Câncer de Colo de Útero e de Mama - surgiu com o objetivo de reduzir a mortalidade e as repercussões físicas, psíquicas e sociais desses cânceres na mulher brasileira, por meio de serviços para prevenção e detecção precoce de lesões precursoras, tratamento e reabilitação das mulheres (BRASIL, 2006; BRASIL, 2008; BRASIL, 2009). Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero, sendo que alguns dos principais estão associados às baixas condições sócio-econômicas, ao início precoce da atividade sexual, à multiplicidade de parceiros sexuais, ao tabagismo (diretamente relacionados à quantidade de cigarros fumados), à higiene íntima inadequada e ao uso prolongado de contraceptivos orais. Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) tem papel importante no desenvolvimento da neoplasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. Este vírus está presente em mais de 90% dos casos de câncer do colo do útero (MOURA et al, 2010). O câncer de colo uterino tem como maneira mais efetiva de prevenção a realização de rotina do exame de Papanicolau. Este exame consiste na coleta de material citológico do colo uterino, sendo coletado uma quantidade da parte externa (ectocérvice) e outra da parte interna (endocérvice). Em mulheres grávidas também é realizado esse exame, no entanto, apenas da parte externa (ectocérvice) e não é coletado da parte interna para evitar possíveis contrações uterinas. A partir do material coletado e enviado ao laboratório, é realizado então a detecção ou não de alguma alteração. Tais alterações apresentam-se em graus diferentes: Grau I, II ou III, carcinoma invasor e in situ (BRASIL, 2002). O câncer nas suas diferentes formas constitui-se hoje numa das mais importantes causas de morte na população mundial. Sobre esta doença afirma-se que a prevenção, bem como a detecção precoce pode reduzir seus efeitos danosos. A prevenção deve englobar o acesso integral aos serviços de saúde, onde aspectos educativo-preventivos devem ser abordados. Neste contexto, cabe entendermos e refletirmos sobre como vem sendo o percurso percorrido por mulheres que apresentam algum tipo de alteração cervical

4 na busca do tratamento/cura, bem como suas percepções acerca do seu processo de adoecimento. Os estudos sobre itinerários terapêuticos apontam para a importância da experiência vivida pelos sujeitos no processo de sua enfermidade e a variedade de caminhos e escolhas presentes nesse processo (ALVES; SOUZA, 1999).O individuo só é capaz de construir sua trajetória a partir de um campo de possibilidades socioculturais, que são viabilizadas durante o percurso de busca e realização de tratamentos e são marcadas por projetos distintos, por vezes até contraditórios (ALVES, SOUZA, 1999).Os estudos sobre itinerários terapêuticos devem priorizar a aproximação em relação ao conhecimento dos procedimentos utilizados pelos atores para interpretarem suas experiências e decidirem sobre suas ações. Isso porque a escolha por um tratamento não é definida apenas por um conjunto de estruturas cognitivas que possam ser consideradas como única fonte de significados utilizados nessas escolhas. Estas são o resultado de múltiplas negociações realizadas no contexto relacional dos sujeitos e dessa forma expressam sínteses parciais que emergem de um campo de possibilidades histórica e culturalmente definidas (MÂNGIA; MURAMOTO, 2008). Esse trabalho tem como objetivo analisar o itinerário terapêutico percorrido pelas mulheres que apresentam alterações significativas no exame citopatológico no município do Rio Grande e identificar suas percepções em relação ao seu processo de adoecimento e à busca por tratamento. 2. Metodologia 2.1 Delineamento da pesquisa: Este estudo exploratório descritivo terá uma abordagem quanti-qualitativa, buscando a complementação dos dados e um diagnóstico situacional fidedigno ao contexto. 2.2 Local do Estudo: O estudo será realizado na cidade do Rio Grande, que se situa no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul. A cidade possui 32 unidades básicas de saúde, três ambulatórios, sendo dois de ginecologia e obstetrícia. Todas as UBS e UBSF realizam a coleta do citopatológico (CP) e fazem o encaminhamento aos serviços de referência logo ao aparecimento de alguma alteração. O local de estudo serão todas essas unidades.

5 2.3 Sujeitos do Estudo: Os sujeitos do estudo serão mulheres em idade fértil (15 a 49 anos), bem como as menopausadas que apresentaram alguma alteração classificada como ANGUS, ASCUS, NIC I, II e III, carcinoma ou adenoma no CP, e que foram atendidas e/ou encaminhadas ao Sistema Único de Saúde, nos serviços de referência no município do Rio Grande/RS, no período de Janeiro/2010 à Julho/2011. Serão excluídas desta análise as mulheres que apresentarem alguma das alterações citadas e estiverem grávidas no momento da entrevista, que estiverem hospitalizadas ou, ainda, as que não forem encontradas em duas tentativas de visita. 2.4 Aspectos Éticos: Respeitar-se-á a Resolução 196/96 Sobre Pesquisa Envolvendo Seres Humanos. Esta proposta de pesquisa foi submetida ao Comitê de Ética em Pesquisa na Área da Saúde - CEPAS da FURG com parecer 83/2011. Será entregue aos sujeitos da pesquisa um documento prestando esclarecimentos quanto ao estudo proposto, convidando-os a participarem; explicando os objetivos e a metodologia proposta; solicitando o seu Consentimento Livre e Esclarecido, por escrito, para participar da pesquisa, assegurando o respeito aos aspectos éticos envolvidos na pesquisa, como, o direito à privacidade, garantindo o respeito e o anonimato dos sujeitos. O documento será assinado pela pesquisadora e pelo (a) participante, ficando uma cópia com o participante e outra com a pesquisadora. Pretende-se iniciar a pesquisa em maio de 2011 e concluí-la até dezembro de Após a autorização dos sujeitos para participarem do estudo, dar-se-á inicio à fase de coleta de dados.será esclarecido aos participantes da pesquisa sobre a possibilidade de abandono da proposta em qualquer etapa do estudo, sem qualquer prejuízo para si, com o compromisso ético de assegurar o sigilo das informações obtidas durante o seu desenvolvimento, solicitando o seu consentimento para a divulgação destes dados de forma anônima. 2.5 Coleta de Dados: A pesquisa será desenvolvida pelos integrantes do Grupo de Pesquisa Viver Mulher, da Escola de Enfermagem, da FURG, os quais providenciarão todo o suporte orçamentário necessário.

6 A coleta de dados fará uso de duas fontes, a pesquisa documental e a entrevista individual, em momentos distintos. Em um primeiro momento será realizado um levantamento no livro de registros da Coordenação Municipal de Saúde da Mulher, para identificar os exames que apresentaram alterações no Papanicolau. Após, será feita uma análise inicial de forma a averiguar as unidades de saúde onde os exames foram coletados. A seguir, serão buscados os Livros de Registros de Exames Citopatológicos das UBS e UBSF em que foram realizados os exames, buscando os resultados com as alterações descritas anteriormente. Mediante o encontro destes resultados, serão verificados os encaminhamentos realizados por estas unidades para o itinerário terapêutico destas mulheres. Após a identificação das mulheres, será realizado um primeiro contado para apresentar a pesquisa e solicitar sua permissão para realização da mesma, após o que serão realizadas entrevistas individuais com cada mulher que apresentou uma das alterações mencionadas anteriormente para contextualizarmos melhor a busca pelo atendimento nos serviços de referência dentro do município do Rio Grande, e verificar o itinerário terapêutico percorrido em busca da solução para o problema apresentado.será utilizada a entrevista semi-estruturada, a qual constará de duas partes, a primeira com questões fechadas contendo os dados de identificação dos sujeitos, para uma breve caracterização destes e, a segunda parte com questões norteadoras abertas, podendo emergir outros questionamentos que forem pertinentes durante a entrevista, proporcionando assim que os participantes possam manifestar seus pontos de vista, sentimentos e percepções. A entrevista será agendada previamente com os sujeitos da pesquisa e será realizada em local/horário de comum acordo, onde as entrevistadas possam se sentir a vontade. Para garantir a fidedignidade das falas, as entrevistas serão registradas por gravações em MP3, mediante a autorização dos sujeitos e, logo após, transcritas, iniciando-se imediatamente o processo de análise dos dados. As gravações serão guardadas, ficando sob a responsabilidade da coordenadora da pesquisa, por um período de cinco anos para que seja assegurada a validade do estudo e garantido a confidencialidade dos dados. 2.6 Análise dos Dados:

7 O processo de análise dos dados será realizado a partir da interpretação dos dados colhidos, tanto dos documentos como das entrevistas. A análise qualitativa compreenderá a transcrição das entrevistas, a releitura do material, a tabulação dos achados após leitura exaustiva do material coletado e a organização dos dados em categorias temáticas, as quais serão compostas através da ocorrência de similaridade dos achados. A análise quantitativa será efetuada por meio de uma análise descritiva, com composição de comparação entre as variáveis, o que será realizado após inserção dos dados no EPI-INFO. 2.7 Resultados da Pesquisa: Ao término deste estudo, serão divulgados os resultados da pesquisa através de sua divulgação em eventos, publicação de manuscritos em periódicos científicos e entrega de relatório ao NEPES e CEPAS.

8 Referências: 1. BRASIL, Prevenção do Câncer do Colo do Útero Manual Técnico Profissionais de Saúde Ministério da Saúde. Brasília, BRASIL, Ministério da Saúde. Controle dos cânceres do colo do útero e da mama. Brasília: Ministério da Saúde, BRASIL, Instituto Nacional do Cancer. Ações de Enfermagem para o controle do Cancer: uma proposta de integração ensino-serviço. Instituto Nacional do Cancer. 3ª Ed. Rio de Janeiro: INCA, BRASIL, Instituto Nacional do Cancer. Estimativas 2010: Incidencia de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), disponível em (acesso em 12/07/2010). 6. MOURA; SYNARA MARIA GOMES DA SILVA; LEILIANE MARTINS FARIAS; ALINE RODRIGUES FEITOZA Rev. Rene. Fortaleza, v. 11, n. 1, p , jan./mar.2010)

TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE DE LINS SP

TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE DE LINS SP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE

Leia mais

SISCOLO RELATÓRIO 2008. PRÁ-SABER DIGITAL: Informações de Interesse à Saúde SISCOLO Porto Alegre 2008

SISCOLO RELATÓRIO 2008. PRÁ-SABER DIGITAL: Informações de Interesse à Saúde SISCOLO Porto Alegre 2008 1 SISCOLO RELATÓRIO 2008 2 Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeito José Fogaça Secretaria Municipal da Saúde Secretário Eliseu Santos Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Coordenador José Ângelo

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 020/CT/2013 Assunto: Solicitação de parecer técnico sobre a solicitação de mamografia de rastreamento por Enfermeiro nas instituições de saúde. I - Do Fato Trata-se de expediente encaminhado

Leia mais

Título do projeto: Incidência de Queixas Músculo-esqueléticas em Profissionais Intensivistas.

Título do projeto: Incidência de Queixas Músculo-esqueléticas em Profissionais Intensivistas. PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA Anápolis, 4 de junho de 2009. OFÍCIO 127 / 2009 CEP Número de Protocolo: 0031/2009 Título do projeto: Incidência

Leia mais

A GESTÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS: UMA ANÁLISE DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS WIGGERS, Verena. UFSC/ PUC GT: Educação de Crianças de 0 a 6 anos /

A GESTÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS: UMA ANÁLISE DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS WIGGERS, Verena. UFSC/ PUC GT: Educação de Crianças de 0 a 6 anos / A GESTÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS: UMA ANÁLISE DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS WIGGERS, Verena. UFSC/ PUC GT: Educação de Crianças de 0 a 6 anos / n.07 Agência Financiadora: CNPq / CAPES O projeto em

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Sintoma. Neoplasias do Colo. Enfermagem. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Sintoma. Neoplasias do Colo. Enfermagem. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS

DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS Coordenadoras: Karla da Costa Seabra (Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Faculdade de Educação) Susana Engelhard Nogueira (Instituto Federal

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TCLE

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TCLE TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TCLE O TCLE não é apenas um texto jurídico com a assinatura do sujeito da pesquisa afixada. É um instrumento que se usa para facilitar a comunicação entre pesquisador

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 REDE DE VIGILÂNCIA EM CÂNCER DE MAMA MUNICÍPIO DE NOVA SANTA ROSA PR Viviane Delcy da Silva 1 1. INTRODUÇÃO Este relato de experiência descreve a forma de reorganização dos serviços de saúde do SUS do

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

Gráfico 1 Jovens matriculados no ProJovem Urbano - Edição 2012. Fatia 3;

Gráfico 1 Jovens matriculados no ProJovem Urbano - Edição 2012. Fatia 3; COMO ESTUDAR SE NÃO TENHO COM QUEM DEIXAR MEUS FILHOS? UM ESTUDO SOBRE AS SALAS DE ACOLHIMENTO DO PROJOVEM URBANO Rosilaine Gonçalves da Fonseca Ferreira UNIRIO Direcionado ao atendimento de parcela significativa

Leia mais

3 Metodologia da pesquisa

3 Metodologia da pesquisa 3 Metodologia da pesquisa Neste capítulo será abordada a caracterização da pesquisa abrangendo o tipo de pesquisa escolhido, critérios para seleção dos entrevistados, os procedimentos adotados para a coleta

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE PÚBLICA NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ (HUOP)

A CONTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE PÚBLICA NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ (HUOP) A CONTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SAÚDE PÚBLICA NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ (HUOP) Nelci Maria Wagner Sandra Cordeiro Muniz 1 INTRODUÇÃO: O direito à saúde

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO DAET- Departamento de Atenção Especializada e Temática POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Diretriz Promover ações de saúde que contribuam

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

Projeto Bem-Estar Ambiente, educação e saúde: sustentabilidade local. Tema 9 - Elaboração de projetos de intervenção nas escolas

Projeto Bem-Estar Ambiente, educação e saúde: sustentabilidade local. Tema 9 - Elaboração de projetos de intervenção nas escolas Projeto Bem-Estar Ambiente, educação e saúde: sustentabilidade local Tema 9 - Elaboração de projetos de intervenção nas escolas Projetos de trabalho Luciana Maria Viviani Gladys Beatriz Barreyro Os projetos

Leia mais

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ 1. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE) A importância do TCLE. A Resolução CNS 196/96 afirma

Leia mais

Preparação do Trabalho de Pesquisa

Preparação do Trabalho de Pesquisa Preparação do Trabalho de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Pesquisa Bibliográfica Etapas do Trabalho de Pesquisa

Leia mais

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO 1322 PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO Janyelle Silva Mendes¹;Juliana Alves Leite Leal² 1. Graduanda do Curso de Enfermagem,

Leia mais

CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP.

CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP. CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP. A Prefeitura do Município de São Paulo - PMSP, por meio da Secretaria Municipal de Gestão - SMG, mantém o Sistema Municipal de Estágios, que é coordenado

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO. 1- Como aderir à proposta AMQ?

Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO. 1- Como aderir à proposta AMQ? Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO 1- Como aderir à proposta AMQ? A adesão é realizada através do preenchimento e envio do Formulário de Cadastramento Municipal no site do projeto. O gestor municipal da saúde

Leia mais

CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Pedro Henrique Marques Andreo 1 ; Thyemi

Leia mais

CURSO DE PSICOLOGIA. Trabalho de Conclusão de Curso Resumos 2011.2

CURSO DE PSICOLOGIA. Trabalho de Conclusão de Curso Resumos 2011.2 CURSO DE PSICOLOGIA Trabalho de Conclusão de Curso Resumos 2011.2 COORDENADORA DO CURSO: Prof.ª Mônica Ramos Daltro SALVADOR TEMA: Contribuições da Teoria do Pensamento Complexo Para a Área da Psicologia

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Administração é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Gravidez precoce e a saúde da mulher. Geografia da Saúde Prof. Raul Borges Guimarães

Gravidez precoce e a saúde da mulher. Geografia da Saúde Prof. Raul Borges Guimarães Gravidez precoce e a saúde da mulher Geografia da Saúde Prof. Raul Borges Guimarães Gravidez indesejada? https://www.youtube.com/watch?v=fzg3mtvbhdu O que você acha desta charge? Essa imagem tem circulado

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO Introdução: A enfermagem, em seu cotidiano assistencial, apresenta como principal dimensão do seu

Leia mais

Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos.

Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos. Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos. 9.1 Explicações iniciais A avaliação é algo que faz parte de nossas vidas, mesmo antes de nascermos, se não

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO MEDICINA SOCIAL ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO MEDICINA SOCIAL ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO MEDICINA SOCIAL ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA RENATO MARTINEZ REBELLATO ENFRENTAMENTO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS:

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 32/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 05/10/2012)

PARECER CREMEB Nº 32/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 05/10/2012) PARECER CREMEB Nº 32/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 05/10/2012) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 188.383/10 ASSUNTOS: 1. A quem pertence o paciente, à clínica ou ao médico, desde quando ao se afastar da clínica

Leia mais

O professor que ensina matemática no 5º ano do Ensino Fundamental e a organização do ensino

O professor que ensina matemática no 5º ano do Ensino Fundamental e a organização do ensino O professor que ensina matemática no 5º ano do Ensino Fundamental e a organização do ensino Wérica Pricylla de Oliveira VALERIANO 1 Mestrado em Educação em Ciências e Matemática wericapricylla@gmail.com

Leia mais

1 Um guia para este livro

1 Um guia para este livro PARTE 1 A estrutura A Parte I constitui-se de uma estrutura para o procedimento da pesquisa qualitativa e para a compreensão dos capítulos posteriores. O Capítulo 1 serve como um guia para o livro, apresentando

Leia mais

A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO

A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO Sandra Maria Zanello de Aguiar, e-mail:szaguiar@gmail.com. Universidade Estadual do Centro-Oeste/Setor de Ciências Sociais Aplicadas.

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS: A PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ GOMES, PATOS, PARAÍBA, BRASIL

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS: A PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ GOMES, PATOS, PARAÍBA, BRASIL DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS: A PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ GOMES, PATOS, PARAÍBA, BRASIL Kelvy Fellipe Gomes de Lima 1 ; Lucas Silva Leite 1 ; Anna Fernanda Beatriz Amorim

Leia mais

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 09 /2014 - CESAU Objeto: Parecer. Promotoria de Justiça GESAU / Índice de seguimento / levantamento de doenças intra-epiteliais previsto para 2013 no município de Salvador e ações

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - CONSULTORIA DE CURTO PRAZO NACIONAL

TERMO DE REFERÊNCIA - CONSULTORIA DE CURTO PRAZO NACIONAL TERMO DE REFERÊNCIA - CONSULTORIA DE CURTO PRAZO NACIONAL Função no Projeto: Nosso número: 031.2013 Resultado: Atividades: Antecedentes: (breve histórico justificando a contratação) DADOS DA CONSULTORIA

Leia mais

UNIDADE III Análise Teórico-Prática: Projeto-intervenção

UNIDADE III Análise Teórico-Prática: Projeto-intervenção UNIDADE III Análise Teórico-Prática: Projeto-intervenção Nesta unidade, abordaremos, de forma introdutória, alguns aspectos relacionados ao Projeto-intervenção e ao Trabalho de Conclusão do Curso. Aqui,

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem como objetivo

Leia mais

ANPAD; Um representante da comunidade científica indicado pela Diretoria Artigo 5º ANDIFES. - São atribuições do Comitê Gestor: da

ANPAD; Um representante da comunidade científica indicado pela Diretoria Artigo 5º ANDIFES. - São atribuições do Comitê Gestor: da Regulamento do Curso de Mestrado Profissional Nacional em Administração Pública em Rede (PROFIAP) Artigo Capítulo 1º I - Objetivos administrativa produtividade tem O Mestrado avançada como objetivo Profissional

Leia mais

REFERÊNCIA Transporte Rodoviário Agenda Setorial 2012 Acompanhamento/Monitoramento da política pública de transporte rodoviário

REFERÊNCIA Transporte Rodoviário Agenda Setorial 2012 Acompanhamento/Monitoramento da política pública de transporte rodoviário 3ª Câmara de Coordenação e Revisão Consumidor e Ordem Econômica SAF Sul Quadra 4 Conjunto C Bloco B Sala 301; Brasília/DF, CEP 70050-900, (61)3105-6028, http://3ccr.pgr.mpf.gov.br/, 3camara@pgr.mpf.gov.br

Leia mais

CONCEPÇÃO E PRÁTICA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UM OLHAR SOBRE O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO RAFAELA DA COSTA GOMES

CONCEPÇÃO E PRÁTICA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UM OLHAR SOBRE O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO RAFAELA DA COSTA GOMES 1 CONCEPÇÃO E PRÁTICA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UM OLHAR SOBRE O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A discussão que vem sendo proposta por variados atores sociais na contemporaneidade

Leia mais

COBERTURA DE MAMOGRAFIAS REALIZADAS NO MUNICÍPIO DE SOUSA PARAÍBA COM REGISTRO NO SISMAMA

COBERTURA DE MAMOGRAFIAS REALIZADAS NO MUNICÍPIO DE SOUSA PARAÍBA COM REGISTRO NO SISMAMA COBERTURA DE MAMOGRAFIAS REALIZADAS NO MUNICÍPIO DE SOUSA PARAÍBA COM REGISTRO NO SISMAMA 1 Introdução/ Desenvolvimento Alinne Vieira Alves 1 Ana Claudia Moreira Santaba 2 Ana Janielli de Souza 3 Juliana

Leia mais

Situação do papel do fisioterapeuta nas unidades públicas de saúde enquanto integrante da equipe multiprofissional no município de Jataí-GO.

Situação do papel do fisioterapeuta nas unidades públicas de saúde enquanto integrante da equipe multiprofissional no município de Jataí-GO. Situação do papel do fisioterapeuta nas unidades públicas de saúde enquanto integrante da equipe multiprofissional no município de Jataí-GO. ASSIS, Thaís Rocha; FERREIRA, Walkyria Silva; REIS, Silênio

Leia mais

2) ATIVIDADES O Conselho Comunitário é um fórum de caráter consultivo e, por natureza a ele compete:

2) ATIVIDADES O Conselho Comunitário é um fórum de caráter consultivo e, por natureza a ele compete: PROTOCOLO PROTOCOLO DE CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO COMUNITÁRIO CONSULTIVO, CELEBRADO ENTRE AS EMPRESAS DO POLO PETROQUÍMICO DO SUL, SIGNATÁRIAS DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL, E OS MEMBROS DAS COMUNIDADES

Leia mais

a) Estar regularmente matriculados no curso;

a) Estar regularmente matriculados no curso; (35) 3690-8900 / 3690-8958 (fax) br ESTÁGIO CURRÍCULAR SUPERVISIONADO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (ANO LETIVO 2014) 1 Caracterização Os cursos de Engenharia de Produção do Brasil são regidos pelas

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

PREVALÊNCIA DE MULHERES QUE REALIZARAM MAMOGRAFIA EM TRÊS UNIDADES DE SAÚDE DECRUZ ALTA - RS

PREVALÊNCIA DE MULHERES QUE REALIZARAM MAMOGRAFIA EM TRÊS UNIDADES DE SAÚDE DECRUZ ALTA - RS PREVALÊNCIA DE MULHERES QUE REALIZARAM MAMOGRAFIA EM TRÊS UNIDADES DE SAÚDE DECRUZ ALTA - RS CERBARO, Kamila 1 ; ROSA, Jéssica 2 ; CARVALHO, Lidiane 3 ; HANSEN, Dinara 4 ; COSER, Janaina 5 Palavras-Chave:

Leia mais

Empresa. A ACEL foi fundada em novembro de 1998, e reúne 20 empresas do setor de telefonia móvel celular.

Empresa. A ACEL foi fundada em novembro de 1998, e reúne 20 empresas do setor de telefonia móvel celular. 1 Empresa A ACEL foi fundada em novembro de 1998, e reúne 20 empresas do setor de telefonia móvel celular. O presidente da ACEL é Luiz Alberto Garcia o qual foi eleito para um mandato de dois anos, que

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA CURSO DE GESTÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA CURSO DE GESTÃO PÚBLICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA CURSO DE GESTÃO PÚBLICA 1 Professor: Ernesto Friedrich de Lima Amaral Disciplina: Metodologia

Leia mais

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO Entrevista Cláudia Peixoto de Moura Nós da Comunicação tendemos a trabalhar com métodos qualitativos, porque, acredito, muitos pesquisadores desconhecem os procedimentos metodológicos quantitativos ED

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 18/2014/CONEPE Aprova criação do Programa de Pós-Graduação em Administração

Leia mais

Sistema de cotas na Uerj - uma análise quantitativa dos dados de ingresso

Sistema de cotas na Uerj - uma análise quantitativa dos dados de ingresso Ano 1, n. 2, 2008 Seção Artigos 03/10/2008 Sistema de cotas na Uerj - uma análise quantitativa dos dados de ingresso Stella Amadei Stella Amadei é psicóloga e Coordenadora Acadêmica do Departamento de

Leia mais

Nome e contato do responsável pelo preenchimento deste formulário: Ubiratan de Brito Fonseca e Mariana Oliveira marianap@mh1.com.

Nome e contato do responsável pelo preenchimento deste formulário: Ubiratan de Brito Fonseca e Mariana Oliveira marianap@mh1.com. PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado Dados da empresa Razão Social: Instituto Amapaense de Línguas Ltda. Nome Fantasia: Instituto Amapaense de Línguas

Leia mais

Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção na Área de Saúde da Mulher

Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção na Área de Saúde da Mulher PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE 1 Identificação Título Implantação da linha de cuidado em Saúde da Mulher na USF Hidrolândia Área temática Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção

Leia mais

AULA 15 Análise de dados e conclusões

AULA 15 Análise de dados e conclusões 1 AULA 15 Análise de dados e conclusões Ernesto F. L. Amaral 12 de maio de 2011 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.131-140 & 141-147.

Leia mais

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA COORDENAÇÃO DE INTERAÇÃO SERVIÇO ESCOLA-EMPRESA MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO COLINAS

Leia mais

PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA FORMADOS ENTRE 2000 2009

PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA FORMADOS ENTRE 2000 2009 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA FORMADOS ENTRE 2000 2009 Isabella Caroline Belem 1 ; Raphael de Oliveira Delfino 2 ; Valquíria Félix Rocha

Leia mais

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de Recomendada Por quê? A coleção apresenta eficiência e adequação metodológica, com os principais temas relacionados a Ciências adequados a cada faixa etária, além de conceitos em geral corretos. Constitui

Leia mais

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA Naiane Novaes Nogueira 1 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB n_n_nai@hotmail.com José

Leia mais

PESQUISA INDUSTRIAL ANUAL DE EMPRESA (PIA-Empresa) FONTE DE DADOS O cadastro básico de seleção da PIA-Empresa é obtido a partir do Cadastro Central

PESQUISA INDUSTRIAL ANUAL DE EMPRESA (PIA-Empresa) FONTE DE DADOS O cadastro básico de seleção da PIA-Empresa é obtido a partir do Cadastro Central PESQUISA INDUSTRIAL ANUAL DE EMPRESA (PIA-Empresa) FONTE DE DADOS O cadastro básico de seleção da PIA-Empresa é obtido a partir do Cadastro Central de Empresas - CEMPRE, cuja gestão está sob a responsabilidade

Leia mais

Quanto ao discurso dos gestores de Sustentabilidade e de Recursos Humanos, estes demonstraram um alinhamento parcial, com visões similares,

Quanto ao discurso dos gestores de Sustentabilidade e de Recursos Humanos, estes demonstraram um alinhamento parcial, com visões similares, 5 Conclusões Considerando os objetivos principais desta pesquisa de identificar as competências necessárias do Grupo EBX para a Sustentabilidade, é possível condensar algumas conclusões. 1- As competências

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: um estudo de caso do Projeto Teste da Orelhinha em Irati e Região (TOIR)

REFLEXÕES SOBRE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: um estudo de caso do Projeto Teste da Orelhinha em Irati e Região (TOIR) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

P L A N O S DIRETORES

P L A N O S DIRETORES PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO Como operacionalizar o aspecto participativo dos planos diretores: sistematização do processo participativo, através da inserção dos insumos participativos em banco de dados

Leia mais

PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital?

PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? Cartilha de Segurança do PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? CARO PACIENTE, Esta Cartilha foi desenvolvida para orientá-lo sobre

Leia mais

Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14

Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14 Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14 1 ANDAMENTOS DOS TRABALHOS GTAI/FMASE FMASE 2005 = Coordena ações de interesse do setor sobre aspectos socioambientais geração, transmissão,

Leia mais

BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DO ENVELHECER

BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DO ENVELHECER BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DO ENVELHECER Kenia Anifled de Oliveira Leite Professora do curso de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande-PB. kaleite@ig.com.br Carla Giullianna Meira

Leia mais

A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOACIAL NA UNIDADE DE SAÚDE DR. NILTON LUIZ DE CASTRO

A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOACIAL NA UNIDADE DE SAÚDE DR. NILTON LUIZ DE CASTRO A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOACIAL NA UNIDADE DE SAÚDE DR. NILTON LUIZ DE CASTRO AJUZ, Jamili Guimarães¹. NADAL, Isabela Martins². WERNER, Rosiléa Clara³. Resumo: O presente trabalho é referente

Leia mais

Pesquisa inédita avalia conhecimento da população sobre a tuberculose

Pesquisa inédita avalia conhecimento da população sobre a tuberculose Pesquisa inédita avalia conhecimento da população sobre a tuberculose Uma pesquisa quantitativa de opinião pública realizada pelo Núcleo de Pesquisas da Universidade Federal Fluminense (DataUFF) demonstra

Leia mais

PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS

PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS Elvis Fabio Roman (Bolsista programa universidade sem fronteiras/projeto associativismo apícola no município de Prudentópolis), e-mail:

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Este capítulo descreve os princípios metodológicos adotados no estudo, bem como os procedimentos escolhidos para a coleta e análise dos dados, além das considerações sobre as possíveis limitações

Leia mais

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR ADRIANA DE SANT ANA GASQUEZ (UNINGÁ)¹ EVERTON FERNANDO ALVES (G-UNINGÁ)² RESUMO Este

Leia mais

Papiloma Vírus Humano - HPV

Papiloma Vírus Humano - HPV VACINAÇÃO HPV 2015 Papiloma Vírus Humano - HPV O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição. A sua transmissão se dá por contato direto com a pele ou mucosa

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/ProEn/ProPPEC/2005

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/ProEn/ProPPEC/2005 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/ProEn/ProPPEC/2005 REGULAMENTA A REALIZAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA, EXTENSÃO, TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO, DISSERTAÇÕES E TESES DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS COM SERES HUMANOS.

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO.

PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO. PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO. LETICIA VICENTE PINTO TEIXEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS). Resumo É sabido o quanto é grande o esforço das escolas em ensinar a leitura

Leia mais

A situação do câncer no Brasil 1

A situação do câncer no Brasil 1 A situação do câncer no Brasil 1 Fisiopatologia do câncer 23 Introdução O câncer é responsável por cerca de 13% de todas as causas de óbito no mundo: mais de 7 milhões de pessoas morrem anualmente da

Leia mais

OUTUBRO ROSA REFORÇA A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE NA CURA DO CÂNCER DE MAMA

OUTUBRO ROSA REFORÇA A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE NA CURA DO CÂNCER DE MAMA OUTUBRO ROSA REFORÇA A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE NA CURA DO CÂNCER DE MAMA Enviado por LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 01-Out-2015 PQN - O Portal da Comunicação LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - 01/10/2015

Leia mais

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento.

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento. PROGRAMA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS FUNDEP REGULAMENTO PARA CADASTRAMENTO DE PROJETOS UFMG A Fundep//Gerência de Articulação de Parcerias convida a comunidade acadêmica da UFMG a cadastrar propostas de acordo

Leia mais

Processos de Gerenciamento de Projetos. Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR. Processos

Processos de Gerenciamento de Projetos. Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR. Processos Processos de Gerenciamento de Projetos Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR Prof. Esp. André Luís Belini 2 Processos O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimento, habilidades, ferramentas

Leia mais

DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM DOSE UNITÁRIA - OPINIÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE AS MUDANÇAS NO PROCESSO DE TRABALHO

DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM DOSE UNITÁRIA - OPINIÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE AS MUDANÇAS NO PROCESSO DE TRABALHO DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM DOSE UNITÁRIA - OPINIÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE AS MUDANÇAS NO PROCESSO DE TRABALHO FARHAT,Eleide Margarethe 1 SANTOS, Danielle Teixeira 2 TOMCZAK, Maria Isabel 3 AMARAL,

Leia mais

PREMIO UNOESTE SOLIDÁRIA

PREMIO UNOESTE SOLIDÁRIA PREMIO UNOESTE SOLIDÁRIA A Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE convida seus estudantes, professores e demais profissionais habilitados, de todas as áreas do conhecimento, com ações extensivas cadastradas

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico

Leia mais

Programa Novos Talentos

Programa Novos Talentos Programa Novos Talentos FAQ Perguntas Frequentes 1. SOBRE O PROGRAMA 1.1. O que é o Programa Novos Talentos? O Programa Novos Talentos visa apoiar a realização de atividades extracurriculares cursos, oficinas

Leia mais

Estruturação dos processos de trabalho relativos a Serviços de Interesse à Saúde

Estruturação dos processos de trabalho relativos a Serviços de Interesse à Saúde Estruturação dos processos de trabalho relativos a Serviços de Interesse à Saúde Brasília, 23 de março de 2015. 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 1.1. Título do Projeto Estruturação dos processos de trabalho

Leia mais

ITAUTEC S.A. GRUPO ITAUTEC REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA E DE GESTÃO D RISCOS

ITAUTEC S.A. GRUPO ITAUTEC REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA E DE GESTÃO D RISCOS ITAUTEC S.A. GRUPO ITAUTEC REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA E DE GESTÃO D RISCOS (Aprovado em RCA de 03.11.2010) Página 1 de 5 ÍNDICE 1. REGIMENTO 2. OBJETIVOS 3. COMPOSIÇÃO 4. FUNCIONAMENTO 5.

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I - DO PROGRAMA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I - DO PROGRAMA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I - DO PROGRAMA Art. 1. O Programa de Atendimento Psicopedagógico visa oferecer atendimento psicoterapêutico,

Leia mais

INSTITUTO CAMPINENSE DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE ENFERMAGEM. NOME DOS ALUNOS (equipe de 4 pessoas) TÍTULO DO PROJETO

INSTITUTO CAMPINENSE DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE ENFERMAGEM. NOME DOS ALUNOS (equipe de 4 pessoas) TÍTULO DO PROJETO 1 INSTITUTO CAMPINENSE DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE ENFERMAGEM NOME DOS ALUNOS (equipe de 4 pessoas) TÍTULO DO PROJETO CAMPINA GRANDE-PB 2014 2 NOME DOS ALUNOS (equipe de 4

Leia mais

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Por Zilda Knoploch, presidente da Enfoque Pesquisa de Marketing Este material foi elaborado pela Enfoque Pesquisa de Marketing, empresa

Leia mais

DIRETORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO CURSOS DE EXTENSÃO. Meses: JANEIRO a DEZEMBRO / 2007

DIRETORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO CURSOS DE EXTENSÃO. Meses: JANEIRO a DEZEMBRO / 2007 DIRETORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO CURSOS DE EXTENSÃO Meses: JANEIRO a DEZEMBRO / 2007 Título e Mês da recepção do Projeto pela CPGPE Despacho Final da Presidência CPGPE ou Curso de Graduação

Leia mais

TRABALHADORES DE ENFERMAGEM E OS IDOSOS HOSPITALIZADOS: UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO

TRABALHADORES DE ENFERMAGEM E OS IDOSOS HOSPITALIZADOS: UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO TRABALHADORES DE ENFERMAGEM E OS IDOSOS HOSPITALIZADOS: UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO JULIANA PETRI TAVARES 1 CARMEM LÚCIA COLOMÉ BECK 2 ROSÂNGELA MARION 3 SUSAN BUBLITZ 4 SABRINA MEDIANEIRA WIETHAN QUINHONES

Leia mais

EDITAL Nº 001/2015 - PROCIENT

EDITAL Nº 001/2015 - PROCIENT FACULDADE CATÓLICA DOM ORIONE - FACDO NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO NUPEX PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PROCIENT FACULDADE CATÓLICA DOM ORIONE Rua Santa Cruz, 557. Centro - 77804-090

Leia mais

01 Nos casos de histerectomia é necessário fazer a citologia do colo do útero?

01 Nos casos de histerectomia é necessário fazer a citologia do colo do útero? 01 Nos casos de histerectomia é necessário fazer a citologia do colo do útero? R. Conforme Diretrizes Brasileiras para Rastreamento do Câncer do Colo do Útero de 2001, na página 36, a recomendação é que:

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO USUÁRIO DO CRAS CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA DE PASSOS: Perfil dos usuários do CRAS Novo Horizonte Passos/MG

CARACTERIZAÇÃO DO USUÁRIO DO CRAS CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA DE PASSOS: Perfil dos usuários do CRAS Novo Horizonte Passos/MG 1 CARACTERIZAÇÃO DO USUÁRIO DO CRAS CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA DE PASSOS: Perfil dos usuários do CRAS Novo Horizonte Passos/MG Adriana de Souza Lima Queiroz 1 Cynthia Silva Machado 2 RESUMO Esta

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: IDENTIFICAÇÃO DE CASOS E ATENDIMENTO NO CREAS

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: IDENTIFICAÇÃO DE CASOS E ATENDIMENTO NO CREAS VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: IDENTIFICAÇÃO DE CASOS E ATENDIMENTO NO CREAS Jakson Luis Galdino Dourado CREAS - jaksonpsi@gmail.com Joana Grazziele Bomfim Ribeiro CREAS Silvia Catarina Dourado Vasconcelos -

Leia mais

AULA 13 Dados verbais

AULA 13 Dados verbais 1 AULA 13 Dados verbais Ernesto F. L. Amaral 05 de maio de 2011 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.105-118. OBJETIVO DA AULA 2 Apresentar

Leia mais

Processo de Pesquisa Científica

Processo de Pesquisa Científica Processo de Pesquisa Científica Planejamento Execução Divulgação Projeto de Pesquisa Relatório de Pesquisa Exposição Oral Plano de Pesquisa Pontos de referência Conhecimento Científico É a tentativa de

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Nutrição é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais