UNIVERSIDADE DA AMAZONIA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E EDUCAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM MODA MARINA KALIF DOS SANTOS

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1 1 UNIVERSIDADE DA AMAZONIA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E EDUCAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM MODA MARINA KALIF DOS SANTOS AS TRADIÇÕES CRIADAS PELA RAINHA VITORIA NOS VESTIDOS DE NOIVA DA MONARQUIA BRITÂNICA BELÉM-PARÁ 2012

2 2 MARINA KALIF DOS SANTOS AS TRADIÇÕES CRIADAS PELA RAINHA VITORIA NOS VESTIDOS DE NOIVA DA MONARQUIA BRITÂNICA Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Bacharelado de Moda do Centro de Ciências Humanas e Educação CCHE da Universidade da Amazônia como requisito para a obtenção do título de Bacharel. Orientado pela professora Yorrana Priscila Maia. BELÉM-PARÁ 2012

3 3 MARINA KALIF DOS SANTOS AS TRADIÇÕES CRIADAS PELA RAINHA VITÓRIA NOS VESTIDOS DE NOIVA DA MONARQUIA BRITÂNICA Trabalho de conclusão de curso apresentado de Bacharelado de Moda do Centro CCHE da Universidade da Amazônia como requisito para a obtenção de título de Bacharelado em moda. Banca Examinadora: Profa. Esp. Yorrana Priscila Maia Orientadora Profa. Ms. Rosyane Rodriguez - Examinadora Prof. Msc. Fernando Hage - Examinador Apresentado em: / / Conceito: BELÉM-PARÁ 2012

4 4 AGRADECIMENTOS A Deus, meu melhor amigo, que me ajudou, fortaleceu, proveu o que precisei. Mostrou-me o caminho por onde deveria andar e me fez ver que com o poder dele em minha vida posso alcançar lugares altos. Pelo Seu imensurável amor demonstrado através de Seu Filho Jesus. Aos meus pais, Antonio e Helena pelo amor que me dão a cada dia, por terem me ajudado em tudo que precisei. Pela compreensão da minha ausência nos momentos em família para poder concluir este trabalho. A minha irmã Juliana, por ter me desculpado das vezes em que não pude assistir filmes com ela e nem desenhar as roupas que me pedia. A minha orientadora Yorrana Maia, que ficará guardada em meu coração. Pela ajuda, grande contribuição e pelos momentos em que ela deixou de estar com seus familiares e amigos para poder ajudar a mim e aos meus colegas, de alguma maneira. A minha professora Rosyane Rodrigues pela paciência e considerável contribuição, ajuda e orientação durante o meu pré-projeto. Ao meu examinador, professor Fernando Hage, pela sua grande contribuição e amizade conquistada. A minha colega Diana pela execução da minha peça conceitual. Pelo seu excelente trabalho. A minha colega Marcela Araújo pela disponibilidade em me ajudar. A minha colega Eligilza Salazar pela ajuda com as fichas-técnicas. A professora Lucilene Lobato, também pela ajuda nas fichas- técnicas e pela amizade conquistada ao longo dos três anos de curso. A Socorro, por ter arrumado a bagunça que fiz em meu quarto, ao longo do desenvolvimento deste trabalho.

5 5 Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece. (Filipenses 4: 13, Bíblia Sagrada).

6 6 RESUMO Este trabalho pretende mostrar as tradições criadas pela Rainha Vitória nos casamentos reais da monarquia inglesa. Nele serão identificadas quais são essas tradições e de que maneira elas influenciam os vestidos usados pelas noivas de cada monarca que ascendeu ao trono inglês depois de Vitória. Observando o contexto histórico, político e econômico em que cada casamento se encontra, será feita uma análise de como acontecimentos como grandes guerras, por exemplo, foram importantes influenciadores na composição dessas roupas, mostrando a tradição como algo que se adequa ao período e ao ambiente em que está inserida. Ele terá uma coleção feita de vestidos de noivas com o título de Vitória e Albert: o casamento real que retratará a relação de amor do casal, mas também de muitos conflitos que eles tiveram, referentes a suas posições de príncipe e rainha. Palavras-chave: Rainha Vitória. Vestido de noiva. Tradição. Monarquia Britãnica. Contexto.

7 7 ABSTRACT This work pretend to show the traditions created by queen Victoria in the England monarchy s royal weddings. On it will be identificated what is the traditions and how it influenced the dresses used by the brides of which monarch that ascended in the british throne then Victoria. Watching the historic, politic and economic context in which wedding is inserted, will be made an analysis of how events like big wars, for example, were important influencers in this clothe s compositions, showing the tradition like something that can adapt itself in the environment and in the period that it is inserted. It will have a wedding dress collection called: Victoria and Albert: the truth marriage that will show the love relationship of the couple but some conflicts regarding their positions as a prince and queen. Keywords: Queen Victoria. Wedding dress. Tradition. British Monarchy. Contexto.

8 8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 11 2 RAINHA VITÓRIA E A MODA 13 3 AS TRADIÇÕES CRIADAS PELA RAINHA VITÓRIA NOS CASAMENTOS REAIS 35 DA MONARQUIA BRITÂNICA 4 COLEÇÃO 67 5 PAINÉIS CAPA PÚBLICO ALVO RELEASE AMBIÊNCIA CARTELA DE CORES CARTELA DE MATERIAIS LOOK CONCEITUAL COLEÇÃO 79 6 CONCLUSÃO 81 7 FICHAS TÉCNICAS 83 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 95

9 9 LISTA DE IMAGENS IMAGEM 1- Quadro pintado por Franz Xaver Witerhalter 14 ( ). IMAGEM 2- Vestido de casamento da rainha Vitória, IMAGEM 3- Xadrez Balmoral: pintura de Le Follet, IMAGEM 4- IMAGEM 4: Rainha Vitória na foto de seu jubileu, IMAGEM 5- Modelo de bicicleta Penny Farthing. 25 IMAGEM 6- Traje de ciclismos para homens e mulheres IMAGEM 7- Homem burguês. 30 IMAGEM 8- Espartilho de origem britânica ou francesa, Produtor desconhecido. 32 IMAGEM 9- Crinolina de, aprox.1860, V&A Museum. IMAGEM 10- Mulher caindo de um veículo devido a 34 sua grande crinolina; pintura de 1859, aprox. IMAGEM 11- Árvore Genealógica da Monarquia Britânica. 37 IMAGEM 12- Detalhes da renda do vestido de noiva da princesa 41 Alexandra, IMAGEM 13- Broche com o emblema da ordem de Vitória e Albert 42 dado para a princesa Alexandra na ocasião de seu casamento com o príncipe Eduardo. IMAGEM 14- Princesa Alexandra da Dinamarca, retratada em. 43 seu vestido de casamento em 1863 com o Príncipe Eduardo do Reino Unido. IMAGEM 15- Vestido de casamento da princesa Maria de Teck. 45 IMAGEM 16- Chefe da casa real inglesa, a princesa Vitória com. 46 uma outra dama de honra posam para um retrato, no casamento de

10 10 Maria de Teck, em IMAGEM 17- Vestido de noiva de Elizabeth Bowes- Lyon, IMAGEM 18- Alegoria de primavera (1482), Sandro Botticelli. 53 IMAGEM 19- Elizabeth II vestida em seu vestido de noiva ao lado de 54 seu noivo, o duque de Edinburgo, 20 de novembro de IMAGEM 20- Vestido de casamento de Lady Di, IMAGEM 21- Modelo pirata de Vivienne Westwood e Malcolm 59 McLaren, V&A Museum. IMAGEM 22- Detalhes do vestido da Duquesa. 61 IMAGEM 23- Vestido de noiva de Catherine Middleton. 62 IMAGEM 24- A atriz Grace Kelly em seu vestido de noiva, quando se casou 63 com o Príncipe Rainier de Mônaco em IMAGEM 25- Detalhe das ombreiras do príncipe Albert no filme: 70 A jovem rainha Vitória.

11 11 1 INTRODUÇÃO Este trabalho tem como título As tradições criadas pela rainha Vitória nos casamentos Reais da monarquia britânica. Sua proposta consiste em mostrar quais foram as tradições e modas criadas pela monarca enquanto estava no poder, sua importância para a historia da moda, dando especial ênfase aos vestidos das noivas dos monarcas que subiram ao trono britânico. A rainha Vitória, a partir do casamento com seu primo, o príncipe Albert do reino de Saxe-Coburgo e Gotha foi responsável pela criação de muitas das tradições que cercam o cerimonial dos casamentos reais ingleses, sendo muitas destas usadas na maior parte das festas de casamento ao redor do Ocidente, como o vestido de noiva branco, o qual será o objeto de estudo deste trabalho. Esta pesquisa tem como diferencial fazer uma análise das tradições criadas pela rainha observando o contexto social, econômico e histórico em que o seu casamento e os dos monarcas sucessores estavam inseridos, visto que acontecimentos como revoluções e guerras de cada momento tiveram uma importância e influência considerável na moda de cada época, e, dessa forma, também no vestido de noiva. Portanto, os objetivos consistem em mostrar quem foi a rainha Vitória e a importância de seu governo para a moda, analisando o contexto histórico, econômico e politico em que está inserida; Identificar quais foram as tradições que ela inventou no casamento real inglês e demonstrar como essas foram fortemente influenciadas por acontecimentos do período de cada matrimônio, contando um pouco da história de cada casamento através dos vestidos das noivas de cada um. Para alcançar os objetivos propostos, no primeiro capítulo será contada uma história do tempo em que a rainha permaneceu no poder (de 1837 a 1901), o qual ficou conhecido como Era Vitoriana. Usando referências de historiadores de moda, tais como James Laver, no livro A roupa e a moda: uma historia concisa e..ismos: para entender a moda, da autora Mairi Mackenzie, que descrevem com detalhe a moda do século XIX. Neste capítulo será feito um paralelo entre as vestimentas usadas na época e os acontecimentos históricos como a Revolução Industrial, através de referências de autores como José Jobson de Arruda no livro Historia Moderna e contemporânea.

12 12 Depois da contextualização histórica mostrada no primeiro capítulo, o segundo irá focar no vestido de noiva, inserido no contexto da realeza inglesa. Com referências retiradas de sites como o do Museu Victoria and Albert e do Palácio de Kensington, esta parte do trabalho irá descrever os vestidos das noivas reais, chamando a atenção para cada detalhe das tradições inventadas por Vitória, observando também os principais acontecimentos no mundo que foram fortes influenciadores do corte, do modelo e das formas de cada um. No terceiro capítulo estará presente uma coleção de vestidos de noiva. Essa terá como título Vitória e Albert: um casamento real, onde será contada, através das roupas que eles usavam, a famosa, mas também contrastante história de amor do casal devido as suas condições de rainha e príncipe. Portanto, uma parte da vida de Alexandrina Vitória será relatada neste trabalho, que mostrará um pouco do seu lado rainha, esposa, líder e, em especial, criadora e influenciadora da moda do seu tempo. Alguém que deixou uma parte de sua época e seus feitos nas rendas, tecidos e alguns adereços que estão presentes nos casamentos da monarquia britânica.

13 13 2 A ERA VITORIANA E A MODA De acordo com o site Historic Royal Palaces (s.d) 1, na manhã do dia 20 de junho de 1837, Alexandrina Vitória, de apenas 18 anos de idade, recebeu a notícia de que seu tio, o rei William IV havia falecido. Como esse não tinha filhos, Vitória passava a ser a mais nova rainha da Inglaterra, dando início a um reinado que durou de 1837 a O dia de sua coroação foi muito esperado pela nação inglesa. Uma jovem mulher com menos de vinte anos de idade passaria a ser a autoridade máxima no país. Certamente, Vitória dava início a um novo tempo na monarquia britânica e, no dia de sua coroação, escolheu uma roupa que fazia jus ao seu novo papel. A jovem (princesa Fedora, sua meia irmã) ajustou uma anágua de cetim branco com efeitos dourados à cintura de Vitória e, por cima, assentou o vestido cujo corte na parte da frente permitia entrever a riqueza da anágua bordada. Que depois caia em dobras fartas formando uma longa cauda. Sobre os ombros, Vitoria colocou um manto carmesim forrado com pele de arminho debrudado com renda dourada. O toque final da toalete foi dado por um pequeno diamante de brilhantes, colocado sobre a cabeça da jovem princesa. (SHERMAN, 1987, p. 7) 1 HISTORIC ROYAL PALACES. Victoria awakes: 20 june 1837-Princess Victoria Awakes at Kensington Palace to descover that she is the new Queen. S.d. Disponível em: <http://www.hrp.org.uk/kensingtonpalace/stories/victoriaawakes>. Acesso em 31 de outubro de 2012.

14 14 IMAGEM 1: Quadro pintado por Franz Xaver Witerhalter ( ) com o título Queen Victória ( ), cerca de Mostra a rainha com as vestes de sua coroação. FONTE: Vitória do Reino Unido: wikipedia.org, 2012 Vitória estava diante de uma grande responsabilidade. Todo reino passaria a ser governado por essa mulher que, a partir de então, precisaria colocar em prática sua autoridade como uma monarca. O tempo em que a rainha permaneceu no poder foi de grande importância para o país. Esse período passou a ser denominado de Era Vitoriana. Segundo Sitwell (1946), essa foi considerada uma época notável da classe média, do capitalismo e dos valores comerciais, quando o mundo era repleto de máquinas, os motores eram mais ágeis que os cavalos e os teares mecânicos suplantavam homens, tornando-se, portanto, a idade da indústria. De acordo com a autora, o reinado de Vitória estava fadado a ser testemunha do crescimento do capitalismo e de seus ideais. Em relação à moda, é comum que esta sofra influências do contexto histórico da época em que está inserida, de sua economia e dos anseios das pessoas de tal fase. Durante a Era vitoriana, não foi diferente. Este foi um momento muito marcante

15 15 na historia do vestuário devido aos grandes acontecimentos que marcaram o período, os quais serão retratados adiante. Segundo Johnstone (s.d), quando a rainha ascendeu ao trono em 1837, a imprensa da época logo a viu com a expectativa de que surgissem novas modas, transformando-a em um ícone para as garotas de sua idade, apesar do fato dela não ter passado, talvez, de uma pessoa que apenas se interessava pelo assunto, como relata a citação abaixo: Em 1837 Vitória subiu ao trono. A imprensa de moda olhou para esta rainha jovem para endossar novas modas e, geralmente, se tornou um ícone para a sua idade. Contrariamente à crença popular, Vitoria foi, até a morte do príncipe Albert, pelo menos, interessada em moda. (JOHNSTONE, s.d) 2 Mesmo, talvez, não passando de uma mulher que gostava de saber o que estava se usando na época de seu reinado, é provável que a rainha Vitória tenha sido mais fonte de referências de moda que muitas moças altamente conhecedoras do assunto e empenhadas em lançar novas maneiras de vestir, durante o período em que a monarca esteve no poder. Ao longo deste trabalho, serão mostradas diversas maneiras como a rainha influenciou o vestuário durante o seu reinado, enfatizando a figura da noiva da realeza britânica a qual carrega muitas tradições criadas por Vitória, que identificadas no contexto de cada casamento estudado. Em 10 de fevereiro de 1840, logo no início de seu reinado, a monarca se casa com o seu primo, o príncipe Alberto, do reino de Saxe-Gotha e Coburgo e transforma esse dia em um marco na história da moda. A cor branca se torna uma tradição nos vestidos de noiva da monarquia britânica, conseguindo ultrapassar as fronteiras reais e influenciar grande parte das noivas do mundo ocidental até os dias de hoje. Antes da moda gerada pela rainha, as roupas usadas pelas mulheres da realeza no dia do casamento, como um todo, eram de diversas cores, com o objetivo de 2 In 1837 Victoria ascended to the throne. The fashion press looked to this new young queen to endorse new fashions and generally become an icon for her age. Contrary to popular belief Victoria was, until Prince Albert's death at least, interested in fashion (JOHNSTONE. Corsets & crinolines in Victorian fashion. Sd. Disponível em : <http://www.vam.ac.uk/content/articles/c/corsets-and-crinolines-in-victorianfashion/>. Acessado em 26 de outubro de Londres, UK. Tradução nossa.)

16 16 ostentar as riquezas de seus reinos, como demonstra a citação extraída do livro O vestido de noiva : [...] em tons de vermelho, roxo ou preto como sinal de prosperidade. As princesas se casavam em longos vestidos de veludo, seda e cetim e tecidos adamascados adornados com peles, ouro rubis e brilhantes. Mas o luxo tinha uma razão de ser. Os casamentos reais uniam laços entre os Estados e na cerimônia a noiva representava os mais ricos de seu reino (WORSLEY, 2009, p. 257). A noiva da realeza, portanto, através de suas roupas suntuosas, poderia ser considerada uma espécie de vitrine que mostrava o que o seu reino tinha de mais caro. A rainha Vitória, todavia, não quis passar essa imagem ao escolher o branco como a cor de seu vestido de casamento, como relata a curadora Joanna Marschner (2011): Vitória já era rainha quando se casou e quando percebeu, como uma jovem e esperta mulher, que o casamento tinha sido usado muitas vezes como uma ferramenta política. Ela não queria que isso fosse um fator no dia de seu casamento com o príncipe Albert. (MARSCHNER, 2011?) 3 A história do casal é muito conhecida pelo forte e recíproco sentimento de amor que eles possuíam. Porém, mesmo querendo mostrar que os fatores principais de seu casamento não eram os interesses políticos e econômicos, tais pontos não foram desprezados e a cor branca passou a significar status, como mostra Worsley (2009) (...) ela endossou o vestido branco como símbolo de status para noivas abastadas. A rainha era vista como uma romântica moderna que se casou por amor, em um vestido adornado por rendas simples para uma integrante da família real (WORSLEY, 2009, p.12) 3 Victoria was already Queen when she is married and while she realised as a clever young woman that marriage had been used often as a political tool, she didn t want that to be a factor on her wedding day to Prince Albert. (MARSCHNER, Joanna. Roayal wedding dress: a history. 2011?. Londres;UK. Entrevista, acessado em: < oyal-wedding-dresses>. Acessado em: 19 de novembro de Londres, UK. Tradução nossa. Entrevista)

17 17 Juntar nobreza e uma bonita história de amor poderia parecer conto de filme ou livro, principalmente se tratando de realeza na qual, em grande parte dos enlaces, o amor parece não ser o principal motivo. No caso da rainha, essa não ignorou fatores como a economia e o simbolismo de riqueza. Além de valorizar a indústria inglesa e empregar pessoas, na produção do vestido, como será mostrado adiante, a cor branca era um simbolismo de status, como afirma Worsley: A cor pode ser também um indicativo de classe social. O branco era normalmente associado às classes mais abastadas, já que suja facilmente e era caro mantê-lo sempre bonito. Logo, não era qualquer mulher que poderia ter uma roupa dessa cor. (WORSLEY, 2006, p. 258) É interessante perceber os vários significados que o branco representa quando se refere aos vestidos de noiva. Uma cor que no século XIX passa a ter um sinônimo de posses, em períodos anteriores como na Grécia antiga e o período da Idade Média, representa pureza e virgindade, como relata a citação a seguir, que afirma que algumas mulheres inglesas e hindus do período vitoriano usavam véu e vestido branco no período de luto. Embora no Ocidente o branco represente pureza e virgindade, ele é associado à morte em outras culturas. É a cor usada nos funerais hindus, por exemplo; até mulheres da Inglaterra do século XIX usavam vestidos brancos e véus quando estavam de luto. Mas a história das noivas de branco remonta à Grécia antiga, quando a cor simbolizava alegria e pureza; na Idade Média, algumas noivas usavam branco para indicar virgindade. (WORSLEY, 2009, p.257). A rainha Victória não foi desse modo, a primeira noiva a se casar de branco, mas, foi a partir de seu casamento que ele ficou tradicionalmente conhecido como a cor de grande parte dos vestidos das noivas ocidentais, os quais se tornaram uma vestimenta que leva muitas mulheres a investirem verdadeiras fortunas para adquirir um, mesmo que seja para usar apenas uma vez. O modelo do vestido da monarca descrevia com detalhes a moda da época, por meio de peças frequentemente usadas no século XIX, como a pelerine 4. 4 Elegante capa usada pelas mulheres em meados do século XIX. Tinha extremidades compridas na parte da frente e curtas atrás. (CALLAN, 2007, p.244)

18 18 Diante da moda lançada por Vitória, pode-se dizer que ela não só foi influenciada pelas roupas do período, mas que essas foram revolucionadas pela rainha, no que se diz respeito ao vestido de noiva. Segundo a descrição feita por Marschner (2011) 5, o modelo do vestido era composto por um corpete, com mangas volumosas. Tinha um decote que deixava os ombros à mostra, com o detalhe de uma pelerine ao redor dele. A cintura era pontiaguda com pregas profundas na parte da frente. Possuía seis metros de tecido e foi bordado com flores de laranjeira, combinando com uma tiara feita do mesmo material, ao invés das tradicionais coroas de pedras preciosas. Na imagem que segue, é possível visualizar a roupa descrita retirada do livro História do vestuário no Ocidente. IMAGEM 2: Vestido de casamento da rainha Vitória, 1840 FONTE: Boucher, MARSCHNER, Joanna. Factsheet: Historic royal wedding dress at Kensington Palace Disponível em: < _royal_wedding_dresses_april_2011_2.pdf.>. Acessado em: 19 de novembro de 2012.

19 19 Alexandrina Vitória passa a ser uma pessoa muito influente na cultura britânica, desde 1840 até os nossos dias. O vestido usado em seu casamento dava inicio a um reinado repleto de novas modas, das quais, algumas serão mostradas ao longo deste trabalho e que surgiram por diversos motivos, tais como a baixa estatura da rainha e também por motivos de protocolos, como foi o caso do luto. A rainha, assim como inventou a tradição do branco para o casamento, disseminou o preto como cor de luto. Quando o seu marido, o príncipe Albert veio a falecer em 1861, a rainha passou a usar roupa preta para representar o luto pela perda de seu esposo. A partir de então, até certo período, a maioria das viúvas, em grande parte do mundo, adotaram essa cor na triste ocasião. Mackenzie (2010, p.48) relata que, durante o reinado de Vitória, rituais sociais e complexos códigos de etiqueta regiam o período. O uso desses padrões representava distinção da pessoa que os aderia. A autora conta ainda que o luto era dividido em três fases: luto completo ou fechado, segundo luto, luto comum e meioluto, cada um com um período determinado. A mulher vitoriana vivia em meio a rigorosas regras devido ao seu papel na sociedade. Suas roupas eram reflexo disso. Repletas de contrições, essas eram muito mais restritas do que a dos homens, os quais, durante o luto, precisavam usar trajes específicos. Porém, de uma maneira muito menos rígida e por um período de tempo muito mais curto que o das mulheres, como mostra Mackenzie: A viúva, na patriarcal era vitoriana, encarava contrições muito mais rígidas e abrangentes: tinha de passar dois anos e meio publicamente de luto pelo marido. De sua parte, o viúvo devia respeitar um luto ostensivo de apenas três meses, sinalizado pelo uso de uma faixa de crepe negro no braço. (MACKENZIE; 2009, p.48) Portanto, a mulher da Inglaterra do século XIX passava por restrições severas em relação ao seu traje, em especial quando o seu marido falecia. Até detalhes como o tipo de tecido, peças íntimas e acessórios estavam sujeitos a regras sociais, as quais precisavam ser minuciosamente cumpridas. Além disso, para cada fase do

20 20 luto existiam certos tipos de vestimentas com cores específicas que precisavam ser usadas. As especificações detalhavam elementos como o tecido, o corte, a silhueta, botões, roupa de baixo, penduricalhos e acessórios. O crepe (uma gaze de seda fosca) ou bombazine eram os tecidos permitidos para o luto, permitia-se adicionalmente a meia escura. Quando se alcançava o meio-luto, tonalidades, incluindo cinza, malva e violeta tornavam-se permitidas, além do preto. (MAKENZIE; 2009 p.48) A importância da rainha Vitória para a moda não para por aí. Acontecimentos de sua vida pessoal, como a morte de seu marido, foram motivos para as vestimentas da época serem influenciadas por ela, assim como os momentos de lazer que o casal tinha. Antes da morte do Príncipe, a monarca e seu esposo costumavam ter momentos de lazer em uma propriedade que adquiriram na cidade de Balmoral, no sul da Escócia. Albert supervisionou pessoalmente a decoração do local, no qual se faziam presentes os tecidos tartans, típicos de tal região, tendo até um desenhado por ele e outro por Vitória. A partir de então o uso desses virou moda (STEVENSON, 2012). IMAGEM 3: Xadrez Balmoral: pintura de Le Follet, 1848

21 21 FONTE: Laver, 2010 Durante a Era vitoriana, até a pequena altura da monarca foi motivo para que as roupas do período sofressem influencia, fazendo com que as moças da época raramente fizessem uso dos saltos altos. Segundo Laver (2006, p.124), as mulheres tentavam parecer menores do que eram, talvez em respeito à pequenez de Vitória. O autor relata que raramente os sapatos tinham saltos e o tipo mais comum era a sapatilha amarrada ao tornozelo, como as de bailarina, as quais eram feitas de seda ou crepe, em cores que combinavam com o vestido; além disso, os pés pequenos eram admirados como sinal de nobreza. O pequeno tamanho da monarca fez também com que ela buscasse alternativas estratégicas que disfarçassem seus defeitos e lhe dessem a ideia de ser menos baixa, como foi o caso da sua coroa miniatura. De acordo com o texto de abertura da exposição denominada de Royal Colection Trust 6, a pequena coroa usada pela rainha Vitória, no seu retrato de Jubileu de Diamantes em 1897, foi feita por R&S Garrard em Ela foi projetada para ser usada sobre um véu, o qual a rainha adotou após a morte do príncipe Albert em A coroa com 1,187 diamantes media apenas 9 por 10 cm e proporcionava à Vitória uma estatura maior do que a que realmente tinha, disfarçando, assim, seu pequeno tamanho. Segundo o texto, essa joia foi uma de suas favoritas, quando comparada a outras coroas que ela possuía, e foi usada durante trinta anos pela monarca, podendo ser vista na imagem que segue. 6 PALÁCIO DE BUCKINGHAN. Royal Colection Trust. (2012). Disponível em: <http://www.royalcollection.org.uk/sites/default/files/null/diamonds a_jubilee_celebration_press_rele ase_2012_1.pdf>. Acesso em 11 de outubro de 2012.

22 22 IMAGEM 4: Rainha Vitória na foto de seu jubileu, Fonte: Victoria Revealed: Sabe-se, além disso, que a Era Vitoriana foi um período importante da História. Muitos acontecimentos de relevância considerável para a humanidade aconteceram nesse momento, tais como o surgimento da energia elétrica, do telefone e de muitos outros inventos, os quais fizeram parte da Revolução Industrial. Durante o século XIX, a Inglaterra exercia grande supremacia na Europa. Esse acontecimento a colocou quase um século à frente de outros Estados Europeus. O avanço industrial desse período causou mudanças tão profundas e radicais na sociedade inglesa que foram consideradas revolucionárias e, por isso, esse acontecimento pode ser também de caráter social. (ARRUDA, 1974) O surgimento das máquinas durante esse período permite que a sociedade seja, de certa forma, reformulada. Surge uma nova maneira de se trabalhar. A partir de então, o trabalho humano é substituído por um maquinário: Embora tenha provocado transformações técnicas, comerciais e agrícolas, a revolução industrial pode ser considerada essencialmente a passagem da sociedade rural para a sociedade industrial, a mudança do trabalho artesanal para o assalariado, utilização da energia a vapor no sistema fabril em lugar da energia humana (ARRUDA, 1974, p. 237)

23 23 Dessa forma, as mudanças ocorridas no ambiente de trabalho permitiram que várias áreas da sociedade sentissem as mudanças da revolução. A substituição do trabalho manual pelo maquinário implicou também em uma mudança na forma como os trabalhadores passavam a ser remunerados pelo seu ofício. Esses, a partir de então, passaram a receber um salário. Já a passagem da indústria doméstica para a manufatura foi marcada pela transformação do artesão em trabalhador assalariado. Isso ocorreu quando os artesãos deixam de comprar a matéria prima e de possuir sua própria máquina, passando a receber ambas de um grande comerciante. O produto foi produzido a preço fixo, contratado entre o comerciante e o artesão, que nesse caso, recebia apenas um pagamento pelo seu trabalho, o salário. (ARRUDA, 1974, p.120) É possível que a nova maneira de trabalhar e receber pelo trabalho realizado, tenha feito com que os artesãos perdessem a sua autonomia no processo de produção. Estes agora estavam sujeito a uma hierarquia, precisavam obedecer a regras e se sujeitar a um patrão. Ainda que a sua média de produção em certo mês tenha superado a do anterior, esse continuaria a receber o mesmo valor, não recebendo nenhum aumento pela sua produção. Portanto, o salário surgia com prós e contra. Diante das circunstâncias, o comércio inglês no mundo oriental permitiu que os comerciantes passassem a ter acesso à matéria prima, ao produto e ao meio de produção, fazendo com que essa indústria prosperasse, principalmente devido a facilidades como, por exemplo, a grande quantidade de mão-de-obra barata proveniente dos Estados Unidos, como a citação abaixo evidencia: Logo depois que o comércio inglês no Oriente colocou os comerciantes em contato como o algodão e tecido de algodão, a indústria de fiação e tecelagem do algodão prosperou rapidamente, pelas seguintes razões: abundância de matéria-prima, tanto no Oriente quanto nos Estados unidos, então colônia da Inglaterra, disponibilidade de mão de obra barata, mercado consumidor seguro, inexistência de legislação que impedisse a expansão desta indústria, como acontecia com a fabricação de tecidos de lã. (ARRUDA; 1947, p.122) Com base no relato, a Inglaterra passava por um ótimo período industrial e econômico. A manufatura britânica parecia estar em seu melhor momento. A rainha Vitória certamente viu todo esse crescimento de maneira bastante positiva, ao ponto

24 24 de, no dia de seu casamento com seu primo Albert, querer que todo o material usado em seu vestido de noiva fosse produto inglês. De acordo com Marschner (s.d) 7, Vitória fez questão de mostrar as qualidades da indústria da Inglaterra e estava desejosa para que todo material usado em seu vestido fosse produto de seu reino. Sendo assim, usou um cetim de seda, obtido em Spitafields, no leste de Londres, e decorado com rendas da cidade Honiton, no próprio Reino Unido, além de empregar mais de 200 artesãos, durante o período de março a novembro de 1839, para produzirem a renda de seu vestido no condado de Devon no Sudoeste da Inglaterra. Vitória, além de valorizar a indústria de seu país através do uso de matéria prima interna, permitiu também a geração de emprego e renda para uma parte da população deste, em um período muito oportuno, pois, com advento das máquinas, muitos trabalhadores ficaram desempregados, permitindo que não só esses fossem beneficiados com o valor do trabalho, mas, em grande parte, seus familiares também, o que pode ter proporcionado uma melhor qualidade de vida para algumas famílias durante o período da confecção de seu vestido. Diante dos relatos, é possível perceber a maneira como o Contexto histórico, social e econômico de uma época afetam diretamente a moda. A revolução industrial, de uma maneira geral foi uma forte influenciadora, como foi mostrado através do vestido que a rainha usou. As facilidades e novas tecnologias geradas durante o período também permitiram a criação de muitos inventos que foram de fundamental importância para a História, tais como novas fontes de energia como a hidrelétrica, por exemplo, combustíveis derivados do petróleo, além da maioria dos principais meios de transportes utilizados 7 MARSCHNER, Joanna. Factsheet: Historic royal wedding dress at Kensington Palace Disponível em: < _royal_wedding_dresses_april_2011_2.pdf.>. Acessado em: 19 de novembro de 2012.

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