O TRABALHO DOCENTE NO ENSINO DOS ATOS DE LEITURA Adriana Naomi Fukushima da Silva; Dagoberto Buim Arena Universidade Estadual Paulista

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O TRABALHO DOCENTE NO ENSINO DOS ATOS DE LEITURA Adriana Naomi Fukushima da Silva; Dagoberto Buim Arena Universidade Estadual Paulista"

Transcrição

1 O TRABALHO DOCENTE NO ENSINO DOS ATOS DE LEITURA Adriana Naomi Fukushima da Silva; Dagoberto Buim Arena Universidade Estadual Paulista Introdução Nas instituições escolares é possível verificar por meio de práticas e pesquisas que os professores encontram dificuldades quanto à realização de práticas significativas, uma vez que dão grande espaço aos livros didáticos, compreendidos como o único tipo de material de leitura acessível ao aluno, [...] expondo a criança ao que há de mais inconsistente, incoerente e incompreensível em matéria de textos. (KLEIMAN, 2008, p. 9). Os professores, com dificuldades para trabalhar de forma significativa com este material, pedem aos alunos que abram em uma determinada página e leiam o texto. Assim, essa leitura [...] fica reduzida, quase sem exceções, à manipulação mecanicista de sequências discretas de sentenças, não havendo preocupação pela depreensão do significado global do texto. (KLEIMAN, 2008, p. 18). Durante as avaliações, o enfoque se restringe à oralização dos textos uma vez que a leitura, ao ser materializada, teria melhores condições de controle. As estratégias de formação de leitor são deixadas como uma atividade complementar. Assim, o professor, ao invés de avaliar as práticas de leitura que lidam com os conhecimentos prévios do aluno, de modo a buscar articulá-los com a leitura a ser proposta, exige práticas sem orientação, pelas quais é levado a ler determinada página, mas sem direcionamento, sem atribuição de sentido. Outra prática de avaliação presente nas salas de aulas é aquela muito conhecida pela qual o professor solicita que os alunos leiam em voz alta, dividindo os parágrafos do texto entre eles. Mais uma vez, o aluno preocupado em pronunciar de forma correta, apenas vocaliza o texto, sem procurar atribuir sentido ao que está lendo. Ainda que alguns professores proporcionem dentro da sala de aula estratégias de formação de leitor, eles não ensinam essas atividades, apenas as proporcionam com a intenção de cumprir orientações de alguma instituição. As atividades que de fato fazem os professores são as de ensino de atos nas quais é apenas estabelecida a relação grafema-fonema, e, ao avaliar o aluno, é exigido que ele saiba reproduzir a técnica ensinada.

2 Diante destas duas práticas de leitura e sua relação com a avaliação, surgiram questionamentos a respeito das intenções de ensino e do modo como elas são realizadas e avaliadas uma vez que o professor deseja que os alunos compreendam o texto, mas apenas exige que eles o pronunciem. A fim de responder a tais questionamentos e compreender a respeito dos procedimentos didáticos utilizados para desenvolver a aprendizagem do ato de ler especificamente no Ensino Fundamental Ciclo I- foi realizada a pesquisa relatada neste trabalho. A metodologia escolhida baseou-se em uma abordagem qualitativa, pelo método de pesquisa do tipo etnográfico. Contou com duas etapas. A primeira consistiu no levantamento bibliográfico que trabalham com o tema leitura, atos de leitura, estratégias de leitura e avaliação para orientar as ações da pesquisadora. A segunda etapa foi caracterizada pela leitura de documentos (projeto Político Pedagógico e o semanário), observação e entrevista com o professor da escola selecionada. Foram realizadas as observações no ano de 2012 no período da tarde, cinco horas por dia, em um período de nove dias, durante três meses, em uma escola situada em um bairro periférico da zona oeste da cidade de Marília/SP. As observações eram feitas na sala do professor do terceiro ano do ensino fundamental para compreender o que o professor realizava dentro da sala de aula, para que todas as crianças dessa idade finalizassem o terceiro ano do ensino fundamental sabendo ler. A indicação da turma do terceiro foi feita após uma conversa com a diretora. Foi feita também a aplicação de uma entrevista semiestruturada, ou seja, uma entrevista com um roteiro que permitisse que novas questões fossem formuladas de acordo com o desenrolar da conversa, para verificar o que o professor compreendia por leitura e também para buscar informações mais específicas e subjetivas a respeito das atividades destinadas ao ensino do ato de ler, das intenções e avaliações de leitura, com o objetivo de fazer uma análise na formação do professor, no planejamento e na execução das práticas oferecidas em sala. Os dados gerados e coletados foram transcritos e analisados dentro de três núcleos temáticos que foram elaborados com base nos dados coletados. Os núcleos temáticos intitularam-se Ensino intencional dos atos de leitura e a sua avaliação; Ensino não intencional do ato de ler; e Leitura a serviço de criação de textos.

3 Para melhor discussão, foram destacadas algumas concepções de leitura e formação do leitor e é apresentado um recorte dos dados gerados e coletados durante a pesquisa. Leitura e formação do leitor: das concepções às práticas Existem duas concepções, grosso modo, que dizem respeito à leitura: a primeira defende, inicialmente, a decifração do código, acompanhada de uma segunda etapa que seria a extração de sentido ao texto; a segunda toma a compreensão como princípio para a leitura em vez de ser consequência da decifração. A decifração do código parte da ideia ligada à área da fonoaudiologia ou de certas áreas da psicologia cognitiva,segundo as quais para ler a criança deve ter como requisito necessário o conhecimento de todas as letras e palavras do texto para que, por meio da oralidade, consiga entender o que o outro quer transmitir, ou seja, [...] o texto deve ser introduzido de modo gradual, com complexidade crescente, e à medida que a criança for adquirindo uma boa habilidade de fazer decodificação grafofonêmica fluente, ou seja, depois que ela tiver recebido instruções explícitas e sistemáticas de consciência fonológica e de correspondência entre grafemas e fonemas. (CAPOVILLA; CAPOVILLA, 2007, p. 12) No que se diz respeito à concepção de leitura, cujo princípio é a compreensão com o uso dos olhos em vez dos ouvidos, Bajard (2002, p. 81) afirma que Ler é compreender, é, portanto, construir sentido. [...] Realmente, se não há compreensão, não pode haver leitura.. Do mesmo modo, Foucambert (1994, p. 38) defende que Ler - e, portanto, aprender a ler- é uma negociação entre o conhecido, que esta na nossa cabeça, e o desconhecido, que está no papel; entre o que está atrás e o que está diante dos olhos. É um trabalho de detetive que utiliza índices (paginação, palavras conhecidas...) para elaborar hipóteses, verificá-las com base em outros índices, voltar aos pontos que permanecem obscuros, com ajudas externas, etc. Nas instituições de ensino a prática de ensino de leitura mais comum é a que se fundamenta na concepção segundo a qual a compreensão é resultado da leitura, uma vez que os professores partem para o texto sem trabalhar os conhecimentos prévios dominados pelos alunos. No que se refere à avaliação, os professores encontram

4 dificuldades em avaliar a leitura dita silenciosa o que justifica a ação deles em avaliar e ensinar os alunos pedindo que oralizem o escrito uma vez que por ser materializada, seria facilmente controlável e avaliável. (ARENA, 2009, p. 2). Através dos estudos sobre linguagem com enfoque histórico-cultural (VIGOTSKI, 2001) pode-se considerar que o professor interfere na aprendizagem do aluno uma vez que a aprendizagem [...] se realiza sempre em forma de colaboração com as crianças mais experientes ou com adultos e constitui um caso particular de interação. (VYGOTSKI, 1996 apud FACCI, 2006, p. 143). Assim, o professor exerce influência constante para o desenvolvimento da criança, pois, conforme Vygostky e Luria (1996 p. 215) afirmam, O desenvolvimento começa com a mobilização das funções mais primitivas (inatas), com seu uso natural. A seguir, passa por uma fase de treinamento, em que, sob influência de condições externas, muda sua estrutura e começa a converter-se de um processo natural em um processo cultural complexo, quando se constitui uma nova forma de comportamento, com a ajuda de uma série de dispositivos externos. Desta forma, as práticas e ensino de leitura que o professor utiliza em sala de aula influenciam a formação de crianças que verbalizam o texto sem criar sentidos e que apenas vocalizam as palavras diante dos olhos. É necessário que o professor promova questionamentos, faça previsões, levante hipóteses, relacione dados e situações textuais com os conhecimentos que já fazem parte do universo cultural da criança, mas, para isso, não deve ficar presa ao escrito, uma vez que [...] a leitura se torna um ato difícil se o leitor tiver de se apoiar somente na informação que está no texto, sem o suporte das informações por ele dominadas. Nesse caso, o leitor está incapacitado para a antecipação do significado do texto. (BARBOSA, 1994, p. 116). Diante dessas concepções, se tornou necessário compreender como o ensino dos atos de leitura e como a formação de leitores ocorria dentro das instituições escolares, especificamente no terceiro ano do ensino fundamental. As observações realizadas e uma entrevista com o professor da sala permitiram coletar e gerar os dados e a organizá-los dentro de eixos temáticos que correspondem às formas com que o professor realizou os atos de leitura para a turma do terceiro ano. No eixo temático Ensino intencional dos atos de leitura e a sua avaliação foi possível verificar quatro situações que o professor tinha a intenção explícita do

5 professor de ensinar às crianças os atos de leitura: as avaliações da disciplina Matemática, Momento Leitura, as Rodas de leitura, e a leitura de poemas. Nas avaliações da disciplina de Matemática ocorreram situações em que a criança oralizou diversas vezes o enunciado, mesmo em uma situação individual, na tentativa de compreendê-lo. As situações observadas revelam que o professor ensina atos de leitura que impedem a criança de aprender atos orientados para a compreensão, porque a ensina a extrair os sons das marcas gráficas, a traduzir do escrito para o oral e a não dialogar com as ideias discutidas do texto. Em vez de realizar essa prática constante de oralizar o escrito sem atribuir sentido, o professor poderia trabalhar com situações que as crianças possam expressar o que leram e compreenderam. (COLOMER; CAMPS, 2002). Os Momentos Leitura, atividade que aluno tinha a oportunidade de selecionar um livro e fazer a leitura individual, eram trabalhados a fim de que contribuíssem para a formação do leitor, porque se tratavam de momentos em que as crianças tinham a oportunidade de aprender os atos de leitura, porém a maneira como ela era realizada é que poderia ou não contribuir positivamente para a formação. Embora não conseguisse ser realizada com a frequência que estava no semanário, o professor compreendia que era de extrema importância, porque se tratava de um momento que estava constantemente registrado. Provavelmente entendia essa importância, porque, em cursos de formação, os formadores evidenciam o ensino de estratégias de leitura, principalmente as analisadas por Girotto e Souza (2010), tais como as conexões, inferência, visualização, sumarização e síntese. Na situação observada, o professor buscava utilizar estratégias, fazendo constantes perguntas e conexões, porém, quando tentava ensinar às crianças os atos de leitura, acabava voltando ao método tradicional de decodificação. Considera-se que as perguntas contribuem para a compreensão e para a provocação da necessidade da leitura porque, na formulação de perguntas e hipóteses, o leitor tem o interesse em verificar se as hipóteses serão ou não concretizadas. Nas Rodas de Leitura, atividades que o professor faria leitura de determinadas histórias e que eram constantemente registradas no semanário do professor, ele tinha a intenção de realizar diversas situações para ensinar os atos de leitura, porém na prática isso não ocorreu porque, assim como nos Momentos Leitura, embora o registro fosse

6 frequente no semanário, elas não eram realizadas na mesma frequência. Se as intenções das Rodas de leitura pudessem se efetivar na prática, poderiam contribuir para a aprendizagem dos atos de leitura na escola, porque o trabalho com desenvolvimento de estratégias de leitura objetiva [...] ensinar as crianças a pensar e a aprender rotinas que incorporem as estratégias de compreensão, isto é, ensinar as estratégias modelando-as na sala, guiando os alunos na prática [...] proporcionando amplos blocos de tempo para lerem independentemente e praticarem a leitura usando e aplicando as estratégias inerentes a esse processo de elaboração da compreensão. (GIROTTO; SOUZA, 2010, p. 56) Ao ensinar as crianças alguns modos de ler, o professor contribui para que elas aprendam e possam realizar autonomamente a leitura aplicando estratégias e assim buscando atribuir sentido ao texto. Dessa forma, foi possível constatar que o professor, quando tinha a intenção de ensinar os atos de leitura, ficava preso aos aspectos da vocalização do escrito e avaliava seus alunos por esse aspecto. Embora buscasse recorrer com a utilização de estratégias, não conseguia desenvolvê-las plenamente, restringindo-se a questões superficiais. Além disto, em muitas das situações observadas, apenas realizava a leitura vocalizada, mesmo que os alunos tivessem acesso ao texto, o que contribuía para formar bons pronunciadores, apenas. Na leitura de poemas de escritos por Manuel Bandeira,Vinicius de Moraes, Fernando Pessoa, Florbela Espanca e Pablo Neruda, o professor ampliou a cultura e desenvolveu a apreciação estética dos alunos, deixando marcas importantes em sua formação como leitores, tanto para o presente, quanto para o futuro. O professor também ensina um aspecto importante quando realiza locução de poemas: ensina as crianças a escutar. Ao fazer as indagações, contribuía para que as crianças acompanhassem a leitura, fizessem previsões e conexões com outro poema lido, buscassem expressar o que o poema queria dizer e apreendessem algumas informações dos livros onde os poemas estavam localizados. Além disso, para finalizar a atividade, o professor permitiu que as crianças tivessem contato com o livro, manipulando-o e lendo alguns trechos. Puderam, elas próprias, visualizar o que fora lido. Solé (1998, p. 71) afirma que [...] para o leitor poder compreender, o texto em si deve se deixar compreender e o leitor deve possuir conhecimentos necessários que vão lhe permitir a atribuição de significado aos conteúdos do texto.. Dessa forma,

7 verifica-se a importância de o leitor utilizar algumas estratégias que permitam que ele possa dizer os conhecimentos que tem sobre o tema, que possa fazer perguntas que direcionem o olhar dele ao texto, que possibilitem que ele possa sintetizar o que compreendeu, entre outros. Assim, embora não seja o enfoque do professor ensinar as crianças a utilizar essas estratégias para os atos de leitura, ele possibilita que se utilizem disso para que compreendam o conteúdo. No segundo núcleo temático, Ensino não intencional do ato de ler, verificaram-se situações em que o professor não tinha como principal objetivo ensinar as crianças a ler, mas as suas ações envolviam atos de leitura. Nelas ocorreram momentos em que o professor distribuía textos que tratavam dos índios, em um projeto chamado Hoje é Dia e atividades na sala de informática. A atividade com textos que tratavam dos índios não tinha claramente a intenção de ensinar dos atos de leitura, mas apenas um conteúdo específico. As crianças foram divididas em grupos, para que pudessem ter acesso ao material, e o professor as auxiliou na compreensão do texto e no registro dos aspectos mais importantes. Para que toda a turma pudesse também conhecer todos os textos distribuídos em cada grupo, pediu para que dissessem o que fora lido, ou seja, pediu que fizessem uma sumarização 1 das ideias dos textos. As crianças, porém, tiveram dificuldades para contar o que tinham lido e permaneciam presas à leitura do registro que continham os aspectos mais importantes. Em todos os momentos que tiveram a oportunidade de expressar a compreensão do texto, tiveram dificuldades, talvez por dar mais atenção à oralização, sem se remeterem para a atribuição de sentido. Verificando o impasse, o professor mudou a metodologia e buscou fazer perguntas e relações com o conteúdo trabalhado. Para criar sentidos ao ler, é necessário que ocorra um diálogo do leitor com o texto e, nesse diálogo, o leitor deve atribuir sentido ao escrito, concordar e discordar do autor, assim Não se trata somente de ativar um sentido presente no texto, mas também de produzir esse sentido a partir das interações entre as experiências do sujeito e o material gráfico. (BAJARD, 2002, p. 38). Essas interações podem ocorrer de diversas 1 Uma das estratégias de leitura discutidas por Girotto e Souza (2010) no qual se busca os aspectos mais importantes do texto.

8 maneiras, mas a opção escolhida pelo professor foi a de fazer perguntas para que as crianças desenvolvessem a atitude de criar objetivos ao ler. Em todos os dias observados, o professor trabalhou com o projeto Hoje é dia. Nesse projeto, faziam-se leituras ou contavam-se a respeito do que é comemorado naquele dia. Nos dias observados o professor fez a locução de textos que tratavam sobre William Shakespeare e o Dia da Vitória. Ao fazer a locução, amplia o universo cultural dos alunos e seu conhecimento histórico. Para que compreendessem as temáticas, utilizava a previsão, conexões, perguntas e inferências e isso contribuiu para que as crianças compreendessem o que era dito por ele. Apesar de utilizar estratégias, essas ações não eram intencionais, porque a intenção estava em compreender o conteúdo. Ao utilizá-las, contribuía para que as crianças, por meio da leitura, compreendessem o escrito porque [...] estratégias são as responsáveis pela construção de uma interpretação para o texto e, pelo fato de o leitor ser consciente do que entende e do que não entende, para poder resolver o problema com o qual se depara.. (SOLÉ, 1998, p. 71) Na aula de informática realizada, o professor vocalizou o conteúdo blog 2, apesar de os alunos terem acesso ao texto nos computadores e ao projetor; fez perguntas relacionando-as com a experiência de café 3 realizada na sala de aula. Quando fez uma pausa na leitura vocalizada, os alunos a continuaram também vocalizando. Após a apresentação do conteúdo do tema café, deixou que as crianças acessassem as paginas do blog livremente. Essa atividade permitiu verificar que não se atinha a único tipo de suporte, mas buscava apresentar os diversos tipos, desde os fixos, como os livros, até os móveis como a tela de um computador com a leitura de textos de um blog. Ao criar condições para isso, permitia que as crianças tivessem acesso e conhecessem os diferentes suportes. Apresentou o blog, que, de acordo com Pereira (2010, p. 65), são [...] espaços muito democráticos de difusão de literatura: coexistem pacificamente na rede blogs de autores consagrados e de ilustres desconhecidos.. 2 Blog elaborado por um professor da escola que, por motivos de anonimato, não se pode disponibilizar o link. 3 A experiência de café foi realizada na sala de aula no mesmo dia em que professor levou as crianças para a sala de informática, para consultar um blog que tinha informações sobre o café. A experimentação se baseou na apresentação das etapas do café, partindo desde o início da plantação (como é o grão antes da colheita) até o momento de moê-lo. As crianças moeram os grãos torrados para experimentar o costume rural.

9 Os novos suportes estão cada vez mais disponíveis para as crianças, e a leitura e a escrita estão neles presentes cada vez mais, sendo [...] significativa a influência da presença de uma leitura de imagens desencadeada pelo próprio ambiente icônico da cidade e principalmente encontrada nas telas da TV, do cinema ou do computador. (FREITAS, 2002, p. 102). Ao considerar essa constante inserção, torna-se relevante o trabalho na escola para que o professor possa ensinar os procedimentos de atos de leitura também nesses veículos. Nas situações de Leitura a serviço de criação de textos, terceiro núcleo temático analisado, ocorreram situações de leitura, porém o objetivo final não era o de ensinar a ler, mas a escrever, por meio da atividade com as chamadas tirinhas em quadrinhos, projeto Livro da vida, projeto de Leitura Individual e projeto Roda da leitura. Para trabalhar com a leitura da tirinha, o professor tinha a intenção de utilizá-la para o desenvolvimento da escrita, quando, na roda da conversa, discutia com as crianças a maneira como o personagem fala, a diferença ortográfica das palavras com a letra R e L e o distanciamento entre pronúncia e escrita. Além disso, destacou as características do gênero textual das histórias em quadrinhos e a reescrita da tirinha. Dessa forma, o trabalho realizado evidencia que, embora tenha ensinado as crianças a ler a tirinha, apresentando algumas características que este gênero possui, o objetivo era o de ensinar a escrever. Essa ação ensina às crianças que depois de ler, devem escrever, entretanto não é essa a função do ato de ler. Ao trabalhar com o Livro da Vida, o professor realizava a oralização dos registros relevantes para colocar no livro. Além disso, outras práticas de leitura eram realizadas: leitura enquanto o professor escrevia na lousa; leitura para correção dos erros; leitura para escrita no caderno e, em especial, a um único aluno selecionado; leitura para escrita no livro da vida. Todas as atividades de leitura que deveriam ser realizadas envolviam ações de monitorar, controlar e regular a escrita em construção. Dessa forma, utilizavam-se da leitura para controlar as atividades de escrita, centrandose nos resultados que a leitura poderia proporcionar, do que realmente no ensino dos atos. Desse modo, O professor ensinava aos alunos outra prática cultural: a de ler para controlar a escrita, cuja estrutura seria diferente de outras tantas práticas, em razão de suas funções e, por essa mesma razão, de suas estruturas. (ARENA, 2009, p ).

10 No projeto de Leitura Individual,o professor tinha a intenção de trabalhar com o diário, ensinava as crianças como deveria ser realizada a escolha do livro e elas aprendiam como deveria ser essa escolha. Foucambert (1994) afirma que o leitor não deve ler um livro porque ele foi proposto, mas deve ele mesmo escolhê-lo por seus próprios meios e assim encontrar um de seu interesse. É isso que o professor se propôs ensinar: que as crianças encontrem bons livros por meio de algumas ações próprias. Ao ensinar essas ações, contribui para a formação de bons leitores, porque de acordo com Foucambert (1994), um dos problemas com a leitura é o fato de o aluno não saber como ter acesso às ferramentas especificas de cada gênero, portanto há a necessidade de iniciar a experiência com os diferentes materiais. Na atividade de Roda da leitura o professor a vinculou à atividade da disciplina de Artes. Utilizou o desenho para verificar se as crianças tinham compreendido a história transmitida. Dessa forma, Novamente a leitura é de controle, de comparação, de certificação, mais das palavras gráficas que do sentido. (ARENA, 2009, p. 14). Quando pediu para a criança desenhar uma situação ridícula, estava recapitulando o que fora lido e, assim, avaliando se compreenderam a história. O professor, quando indagado sobre como planeja as atividade de ensino do ato de leitura, afirmou: É realizado em parceria com o ato de escrita também. Nós trabalhamos a gramática e a ortografia. Pretendo deixar durante a semana um dia para gramática e um dia para ortografia. Muitas vezes caímos na besteira de pensar que a gramática e a escrita são referentes apenas escritas, mas não, procuro relacionar e sempre partir da leitura. Partimos de uma leitura, para dessa leitura tirar exemplos e situações para trabalhar a escrita. (ENTREVISTA, 29 jun. 2012) Portanto, quando evidencia que parte da leitura para procurar exemplos para a escrita, é possível concluir que há a intenção de ensinar os atos de escrita por meio de atos de leitura. Essa metodologia não contribui para que possa realmente ensinar as crianças tanto os atos de leitura como os atos de escrita, porque por meio da relação dos atos de leitura e escrita não consegue ensinar a função específica de cada uma delas. Essa prática de escrever por meio de leitura é encontrada com frequência nas escolas, provocando confusão, porque a criança compreende que a leitura está a serviço da escrita, desvalorizando, desse modo, o próprio ato de ler.

11 Conclusão Ao analisar o trabalho do professor em que foi realizada a observação, foi possível verificar que, embora tenha tido frequentemente a intenção de ensinar a ler e, algumas vezes, tenha utilizado previsões, questionamentos e ampliado o acervo cultural das crianças com a leitura de poemas de autores renomados, ele não explorava muito essas situações e ensinava e avaliava intencionalmente por meio das técnicas centradas na fonologia. Quando o ensino de atos de leitura não era intencional, o professor ampliava de diversas maneiras o acervo cultural das crianças, inclusive partindo do conhecimento delas e utilizando-se de suportes para leitura que não se restringiam aos fixos, como os livros, mas usando também o computador. Além disso, foram observadas situações em que ele fez da leitura um meio para ensinar a escrever; essa ação pode deslocar a importância da leitura para a escrita, porque aquela passa a ser um meio apenas para aprender esta última. De modo geral, foi possível verificar situações significativas com a utilização de estratégias, porém, a vocalização ainda era uma prática frequente quando a intenção era o ensinar as crianças a ler, de modo a também formar crianças que decodificavam o escrito e tinham dificuldades na compreensão do texto. Referências ARENA, D. B. Função e estrutura em atos de leitura. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPED, 32., 2009, Caxambu. Anais eletrônicos... Rio de Janeiro: Anped, Disponível em: <http://www.anped.org.br/reunioes/32ra/arquivos/trabalhos/gt int.pdf>. Acesso em: 15 dez BAJARD, E. Caminhos da escrita: espaços de aprendizagem. São Paulo: Cortez, BARBOSA, J. J. Alfabetização e leitura. 2. ed. São Paulo: Cortez, CAPOVILLA, A. G. S.; CAPOVILLA, F. C. Alfabetização: método fônico. 4. ed. São Paulo: Memmon, COLOMER, T.; CAMPS, A. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução Fátima Murad. Porto alegre: Artmed, FACCI, M. G. D. Vigotski e o processo ensino- aprendizagem: a formação de conceitos. In: MENDONÇA, S. G. L; MILLER, S.(Orgs.) Vigotski e a escola atual:

12 fundamentos teóricos e implicações pedagógicas. Araraquara: Junqueira&Marin, 2006, p FREITAS, M. T. A. Leitores e escritores de um novo tempo. In: FREITAS, M. T. A.; COSTA, S. R. (Org.). Leitura e escrita na formação de professores. Juiz de Fora: UFJF, 2002, p FOUCAMBERT, J. A leitura em questão. Tradução Bruno Charles Magne. Porto Alegre: Artes Médicas, GIROTTO, C. G. G. S.; SOUZA, R.J. Estratégias de leitura: para ensinar alunos a compreender o que leem. In: MENIN, A.M. C.S. et al. Ler e compreender: estratégias de leitura.campinas: Mercado das letras, KLEIMAN, A. Leitura: ensino e pesquisa. 3. ed. Campinas: Pontes, PEREIRA, M. L. Blogs literários no trabalho com professores de Língua Portuguesa: as possibilidades de palavras e contrapalavras. In: FREITAS, M. T. A.; RAMOS, B. S. (Org.). Fazer pesquisa na abordagem histórico-cultural: metodologias em construção. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2010, p SOLÉ, I. Estratégias de leitura. Tradução ClaúdiaSchilling. 6. ed. Porto Alegre: ArtMed, VIGOTSKI, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ 19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ Waldemar dos Santos Cardoso Junior (Universidade Federal do Pará /Campus Universitário

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR Cristina Marico Matsubara Prefeitura do Município de São Paulo cr.matsubara@gmail.com Emilio Celso de Oliveira Prefeitura

Leia mais

UM OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS DE LEITURA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EM 5ª E 8ª SÉRIES

UM OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS DE LEITURA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EM 5ª E 8ª SÉRIES UM OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS DE LEITURA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EM 5ª E 8ª SÉRIES VERA LUCIA MAZUR BENASSI (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA). Resumo O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Isabel Cristina Alves da Silva Frade(1) Introdução Como realizar um planejamento de trabalho de alfabetização e letramento com crianças de

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DA ESCRITA ALFABÉTICA: UMA ANÁLISE DA ESCRITA DE DISCENTES DO 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

O DESENVOLVIMENTO DA ESCRITA ALFABÉTICA: UMA ANÁLISE DA ESCRITA DE DISCENTES DO 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL O DESENVOLVIMENTO DA ESCRITA ALFABÉTICA: UMA ANÁLISE DA ESCRITA DE DISCENTES DO 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Francisca Roseneide Gurgel Campêlo Graduanda de Pedagogia CAMEAM/UERN Francisca Rozângela Gurgel

Leia mais

READ IN WEB APRENDENDO INGLÊS POR MEIO DA

READ IN WEB APRENDENDO INGLÊS POR MEIO DA READ IN WEB APRENDENDO INGLÊS POR MEIO DA INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS ONLINE ANÁLISE DE UMA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM BASEADA NAS TIC Marilia Lopes Justino, Roberta Caroline Silva Salomão Universidade Estadual

Leia mais

AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita. CURSO Alfabetização Linguística e Matemática na Educação Infantil

AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita. CURSO Alfabetização Linguística e Matemática na Educação Infantil AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita Meta Retomar alguns conceitos importantes relativos à alfabetização na educação. Infantil. Sugerir práticas que aproximem a criança do código

Leia mais

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA 178 REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA FEBA, Berta Lúcia Tagliari 1... ler é solidarizar-se pela reflexão, pelo diálogo com o outro, a quem altera e que o altera (YUNES, 2002,

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A VISÃO DE ALGUMAS BOLSISTAS DO PIBID SOBRE SUA ATUAÇÃO EM CONTEXTOS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS

Leia mais

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59 Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br Graduada em pedagogia e fonoaudiologia, Pós-graduada em linguagem, Professora da Creche-Escola

Leia mais

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM CURRÍCULO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM ORALIDADE Formar frases com seqüência e sentido. Relacionar palavras que iniciam com vogais. Associar primeira letra/som em palavras iniciadas por vogal. Falar

Leia mais

ESTUDOS DOS ERROS ORTOGRÁFICOS NOS TEXTOS DE ALUNOS DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

ESTUDOS DOS ERROS ORTOGRÁFICOS NOS TEXTOS DE ALUNOS DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO 1 ESTUDOS DOS ERROS ORTOGRÁFICOS NOS TEXTOS DE ALUNOS DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO Dóbia Pereira dos Santos NASCIMENTO Gisele da Paz NUNES Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão dobia@wgo.com.br

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Kelly Cristina Costa Martins 1 Simônica da Costa Ferreira 2 Introdução Nos dias atuais percebemos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA Avaliação Da Prática Docente A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA PRÁTICA DOCENTE Autora: Maria Peregrina de Fátima Rotta Furlanetti Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Estadual

Leia mais

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

Jogos Envolvendo Números Inteiros: Um Episódio na Classe de Sandra

Jogos Envolvendo Números Inteiros: Um Episódio na Classe de Sandra Jogos Envolvendo Números Inteiros: Um Episódio na Classe de Sandra Simone Cristina do Amaral Porto 1 GD7 Formação de Professores que Ensinam Matemática Resumo do trabalho. Este artigo discute um projeto

Leia mais

O PAPEL DAS HABILIDADES DE REFLEXÃO FONOLÓGICA EM TURMAS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

O PAPEL DAS HABILIDADES DE REFLEXÃO FONOLÓGICA EM TURMAS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) O PAPEL DAS HABILIDADES DE REFLEXÃO FONOLÓGICA EM TURMAS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) Autor(a): Ana Paula Campos Cavalcanti Soares Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Educação Centro

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Estratégias matemáticas, operações fundamentais, educação matemática.

RESUMO. Palavras-chave: Estratégias matemáticas, operações fundamentais, educação matemática. ESTRATÉGIAS FORMAIS E INFORMAIS DE OPERAÇÕES MATEMÁTICAS UTILIZADAS POR CRIANÇAS NO TRABALHO E NA ESCOLA Alan Gonçalves Lacerda & Marinalva Silva Oliveira Universidade Federal do Amapá NEC- alan-lacerda@uol.com.br

Leia mais

Profa. Ma. Adriana Rosa

Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade I ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa A teoria construtivista: principais contribuições, possibilidades de trabalho pedagógico. Conceito de alfabetização: história e evolução.

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS

A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS Diana Carvalho (E. M. Argentina Sala de Leitura) Eixo temático: Fazendo escola com múltiplas linguagens RESUMO Este texto relata uma experiência em leitura

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

Resumo. Palavras- chave: alfabetização, Ciclos de Alfabetização, leitura, escrita.

Resumo. Palavras- chave: alfabetização, Ciclos de Alfabetização, leitura, escrita. V SEMINÁRIO SOBRE LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO As práticas de ensino da leitura e escrita dos professores que participaram do Ciclo de Alfabetização (1986-1988) da Secretaria de Educação da cidade do Recife:

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE CRIANÇAS E LEITURA NO INÍCIO DA VIDA ESCOLAR

RELAÇÕES ENTRE CRIANÇAS E LEITURA NO INÍCIO DA VIDA ESCOLAR RELAÇÕES ENTRE CRIANÇAS E LEITURA NO INÍCIO DA VIDA ESCOLAR FABIANA RODRIGUES CRUVINEL (UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO). Resumo O objetivo desse trabalho é compartilhar resultados acerca de pesquisa

Leia mais

Os caminhos para a formação de professores

Os caminhos para a formação de professores Os caminhos para a formação de professores Formar os professores é a principal função do coordenador pedagógico. Veja as melhores estratégias para cumprir essa missão Gustavo Heidrich (gustavo.oliveira@abril.com.br)

Leia mais

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem.

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem. ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Débora Janaína Ribeiro e Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba debora_jr10@yahoo.com.br Resumo Este trabalho teve como

Leia mais

1. Introdução ANAIS DO XV CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA

1. Introdução ANAIS DO XV CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA ESTRATÉGIAS DE LEITURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS NA UNIVERSIDADE: DA DECODIFICAÇÃO À LEITURA CRÍTICA Urbano Cavalcante Filho (UESC, UFBA, IFBA) urbanocavalcante@yahoo.com.br 1. Introdução Todos

Leia mais

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos 27 a 29 de Novembro UEPB Campina Grande, Paraíba. 2014 BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação

Leia mais

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 Débora Rana Introdução Participar da seleção do Prêmio Victor Civita, pela segunda vez, é uma experiência bastante interessante, pois permite estabelecer relações entre

Leia mais

OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS

OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CHERUBINI, Iris Cristina Barbosa (UNIOESTE) Resumo: Este trabalho tem por propósito divulgar a importância da brincadeira

Leia mais

UMA ANÁLISE DO USO DE TECNOLOGIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA NO ENSINO BÁSICO

UMA ANÁLISE DO USO DE TECNOLOGIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA NO ENSINO BÁSICO UMA ANÁLISE DO USO DE TECNOLOGIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA NO ENSINO BÁSICO Bernardete Maria Andreazza Gregio Universidade Federal do Mato Grosso do Sul bernardetegregio@gmail.com

Leia mais

Palavras-chave: Programa Ler e Escrever. Leitura. Práticas de leitura.

Palavras-chave: Programa Ler e Escrever. Leitura. Práticas de leitura. PROGRAMA LER E ESCREVER E O ENSINO DE ATOS DE LEITURA POR PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL. Adriana Naomi Fukushima da Silva; Dagoberto Buim Arena. Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho.

Leia mais

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo.

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo. CAIXA MÁGICA Sala 6 Língua Portuguesa EF I E.E. Heidi Alves Lazzarini Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo Realização: Justificativa Toda história, por mais simples que pareça, transmite

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO Eixo Temático 2 - Pesquisa e Práticas Educacionais Autora: Beatriz de Oliveira Abuchaim Orientadora: Maria Malta

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

INTERESSE E MOTIVAÇÃO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE ESTUDANTES DA PRÁTICA DE ENSINO EM BIOLOGIA

INTERESSE E MOTIVAÇÃO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE ESTUDANTES DA PRÁTICA DE ENSINO EM BIOLOGIA INTERESSE E MOTIVAÇÃO EM SALA DE AULA: UM RELATO DE Resumo ESTUDANTES DA PRÁTICA DE ENSINO EM BIOLOGIA TARGA, Adriano Dias Santos UFPR adrianotargads@gmail.com PAIM, Andressa UFPR dessapaim@gmail.com PAREDES,

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 369 PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Jorge Leonardo Garcia (Uni-FACEF) Sílvia Regina Viel Rodrigues (Uni-FACEF) O Ensino da Matemática Hoje As aulas típicas

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso: Pedagogia - vespertino Disciplina: EDM0323 - Metodologia do ensino de português: a alfabetização. Docente: Prof.ª Nilce da Silva Aluna (nºusp): Flávia

Leia mais

DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES Mercedes Bêtta Quintano de Carvalho Pereira dos Santos ( Centro Universitário São Camilo) GT 02 Formação de Professores As alunas

Leia mais

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA Escola de Ensino Médio João Barbosa Lima PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA DESPERTANDO O GOSTO PELA LEITURA E A ARTE DE ESCREVER Projeto na Sala de PCA da Área de Linguagens e Códigos PROEMI -Programa

Leia mais

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS TESTE 2 SEGUNDO SEMESTRE 2010 Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Presidência do Instituto Nacional

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

Carmem Silvia Rodrigues Pereira, GEPEIS-UFSM

Carmem Silvia Rodrigues Pereira, GEPEIS-UFSM INTERAÇÃO PROFESSOR/ALUNO MEDIADA PELO AUDIOVISUAL: UMA ANÁLISE DO FILME OS MISERÁVEIS Carmem Silvia Rodrigues Pereira, GEPEIS-UFSM Resumo: Este estudo tem como objetivo investigar o processo de ensino

Leia mais

II Congreso Internacional sobre profesorado principiante e inserción profesional a la docencia

II Congreso Internacional sobre profesorado principiante e inserción profesional a la docencia II Congreso Internacional sobre profesorado principiante e inserción profesional a la docencia El acompañamiento a los docentes noveles: prácticas y concepciones Buenos Aires, del 24 al 26 de febrero de

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

Cais da Leitura: leitura em ação

Cais da Leitura: leitura em ação Cais da Leitura: leitura em ação Conceição Flores. Universidade Potiguar (UnP). Carla Rosiane C. Andrade. Universidade Potiguar (UnP). Nos últimos tempos, estamos sendo quase que cotidianamente bombardeados

Leia mais

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS SANTOS, Noeli Batista dos 1 Palavras-chave: imagem, ensino, tecnologia.

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA RAQUEL MONTEIRO DA SILVA FREITAS (UFPB). Resumo Essa comunicação objetiva apresentar dados relacionados ao plano

Leia mais

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Luziana de Magalhães Catta Preta PG/ UFF Nesta comunicação, conforme já dito no título, desejamos apresentar os resultados parciais de uma pesquisa

Leia mais

A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM

A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM 00092 A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM Maria Valcirlene de Souza Bruce 1 Monica Silva Aikawa 2 Resumo: O artigo apresenta o resultado de uma intervenção pedagógica

Leia mais

Colégio Estadual Vicente Tomazini - Ensino Fundamental, Médio e Normal Francisco Alves - Paraná

Colégio Estadual Vicente Tomazini - Ensino Fundamental, Médio e Normal Francisco Alves - Paraná Colégio Estadual Vicente Tomazini - Ensino Fundamental, Médio e Normal Francisco Alves - Paraná PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE METODOLOGIA PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS E ALFABETIZAÇÃO FORMAÇÃO DE DOCENTES

Leia mais

Reunião com pais. Tema: Tarefa de casa. 1. Objetivos da reunião. 2. Desenvolvimento

Reunião com pais. Tema: Tarefa de casa. 1. Objetivos da reunião. 2. Desenvolvimento Reunião com pais Tema: Tarefa de casa 1. Objetivos da reunião 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. Aprofundar reflexões sobre a função da tarefa de casa; Compartilhar facilidades e dificuldades encontradas na realização

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS

A UTILIZAÇÃO DO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS A UTILIZAÇÃO DO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS Juliana Cristina de Santana¹ Quitéria Medeiros² UFRPE RESUMO: Pesquisas em vários níveis de ensino evidenciam preocupações de educadores relacionadas

Leia mais

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE Romero Bomfim dos Santos 1 ; Elida Roberta Soares de Santana²; Bruno Fernandes

Leia mais

Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando Jaime González 4 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS Ijuí, RS

Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando Jaime González 4 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS Ijuí, RS A Utilização das TIC por Professores de Educação Física de Escolas Públicas da Região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul 1 Resumo Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando

Leia mais

Licenciatura em Espanhol

Licenciatura em Espanhol Licenciatura em Espanhol Rebeka Caroça Seixas Apresentação e Objetivos Estamos bem adiantados em nosso curso. Já falamos sobre o conceito de arte, conhecendo um pouco de cada linguagem artística. Hoje,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS II SIMPÓSIO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS 13 e 14 de junho de 2013 O PROJETO DE EXTENSÃO MATEMÁTICA LEGAL

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS RESUMO Eliane Barbosa Éllen Patrícia Alves Castilho Deyse Cristina Brandão Este trabalho refere-se

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

A ESCOLA ITINERANTE DE INFORMÁTICA DA PREFEITURA DO RECIFE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO DIGITAL LIMITES E POSSIBILIDADES

A ESCOLA ITINERANTE DE INFORMÁTICA DA PREFEITURA DO RECIFE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO DIGITAL LIMITES E POSSIBILIDADES 1 A ESCOLA ITINERANTE DE INFORMÁTICA DA PREFEITURA DO RECIFE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO DIGITAL LIMITES E POSSIBILIDADES Recife PE Maio 2009 Flávia Barbosa Ferreira de Santana Universidade Federal de

Leia mais

O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização

O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização Juliana Ferreira Universidade Estadual Paulista UNESP- Araraquara E-mail: juliana.ferreiraae@gmail.com Silvio Henrique

Leia mais

Sebastiana Benedita Coelho de Moraes COUTEIRO; Marília ALVARES. Escola de Música e Artes Cênicas da UFG sabahmoraes@gmail.com

Sebastiana Benedita Coelho de Moraes COUTEIRO; Marília ALVARES. Escola de Música e Artes Cênicas da UFG sabahmoraes@gmail.com O ENSINO DO CANTO POPULAR BRASILEIRO Abordagem Didática: técnica vocal Sebastiana Benedita Coelho de Moraes COUTEIRO; Marília ALVARES. Escola de Música e Artes Cênicas da UFG sabahmoraes@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

ANAIS ELETRÔNICOS - 1ª JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO DO IFTO

ANAIS ELETRÔNICOS - 1ª JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO DO IFTO ANÁLISE DOS DISCURSOS DOS PROFESSORES QUE NÃO UTILIZAM ATIVIDADE EXPERIMENTAL DE BAIXO CUSTO DE FÍSICA Hipollyto Kapristano Amorim S. de OLIVEIRA (1); Weimar Silva CASTILHO (2). (1) Instituto Federal de

Leia mais

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES Aline Patrícia da Silva (Departamento de Letras - UFRN) Camila Maria Gomes (Departamento de Letras - UFRN) Orientadora: Profª Dra.

Leia mais

O LUGAR DA LEITURA E DA ESCRITA EM TURMAS DE ALFABETIZAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO

O LUGAR DA LEITURA E DA ESCRITA EM TURMAS DE ALFABETIZAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO O LUGAR DA LEITURA E DA ESCRITA EM TURMAS DE ALFABETIZAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO Milene Kinlliane Silva de Oliveira Mestranda em Educação da Universidade Estadual do Ceará UECE kinlliane@yahoo.com.br Ana

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Resumo: Este trabalho é resultado do curso de formação Gestar II Matemática,

Leia mais

Nas ondas do rádio produção de programa na Web

Nas ondas do rádio produção de programa na Web Nas ondas do rádio produção de programa na Web O rádio chegou ao Brasil na festa de centenário da Independência, em 7 de setembro de 1922. Hoje é um meio de comunicação amplamente difundido em nosso país,

Leia mais

O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série. Aula de 9 de maio de 2012

O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série. Aula de 9 de maio de 2012 O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série Aula de 9 de maio de 2012 Apresentação Não é um programa inovador O momento não é de procurar

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

DÉFICIT DE APRENDIZAGEM NA LEITURA E NA ESCRITA DOS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SE ESTENDE AO NÍVEL SUPERIOR

DÉFICIT DE APRENDIZAGEM NA LEITURA E NA ESCRITA DOS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SE ESTENDE AO NÍVEL SUPERIOR Revista Eletrônica de Educação de Alagoas Volume 01. Nº 01. 1º Semestre de 2013 DÉFICIT DE APRENDIZAGEM NA LEITURA E NA ESCRITA DOS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SE ESTENDE AO NÍVEL SUPERIOR Alexandre Costa

Leia mais

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR Lindsay Franciane da Costa Melo Reis * RESUMO O presente projeto busca proporcionar uma ação multidisciplinar através do xadrez na Escola de ensino Fundamental Santa

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR QUE ATUA NAS SÉRIES INICIAIS: DESAFIOS NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR QUE ATUA NAS SÉRIES INICIAIS: DESAFIOS NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR QUE ATUA NAS SÉRIES INICIAIS: DESAFIOS NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM Danyelle Ravenna Lopes de Sousa Estudante de Pedagogia - UESPI Janaina Gomes Viana de Souza

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública

A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública Luciana Lopes Xavier 1 Odenise Maria Bezerra 2 Resumo O presente trabalho busca relatar uma experiência

Leia mais

O USO DO BLOG PARA OPORTUNIZAR EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS DE LEITURA E ESCRITA

O USO DO BLOG PARA OPORTUNIZAR EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS DE LEITURA E ESCRITA O USO DO BLOG PARA OPORTUNIZAR EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS DE LEITURA E ESCRITA Tatiana de Oliveira Souza 1 UFRN RESUMO Este artigo apresenta o resultado de pesquisa de natureza qualitativa sobre o projeto

Leia mais

Escolha do tópico: TRANSFUSÃO SANGUÍNEA / DOAÇÃO DE SANGUE / SISTEMA ABO E RH.

Escolha do tópico: TRANSFUSÃO SANGUÍNEA / DOAÇÃO DE SANGUE / SISTEMA ABO E RH. Design pedagógico do objeto de aprendizagem Solidariedade sanguínea. Escolha do tópico: TRANSFUSÃO SANGUÍNEA / DOAÇÃO DE SANGUE / SISTEMA ABO E RH. 1- A quais estratégias e atividades atende cada objetivo

Leia mais

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1 RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Catharine Prata Seixas (PIBIC/UFS) Aline Grazielle Santos Soares Pereira (PIBIX/UFS) INTRODUÇÃO Vygotsky (1991), diz que o pensamento e a linguagem

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

FUNÇÃO E ESTRUTURA EM ATOS DE LEITURA Dagoberto Buim Arena UNESP. Introdução

FUNÇÃO E ESTRUTURA EM ATOS DE LEITURA Dagoberto Buim Arena UNESP. Introdução 1 FUNÇÃO E ESTRUTURA EM ATOS DE LEITURA Dagoberto Buim Arena UNESP Introdução Neste trabalho, pretendo apresentar resultados de pesquisa, cujo tema é o ensino e aprendizagem da leitura como prática cultural

Leia mais