Campus. Instituição de Ensino Superior

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1 Projecto de Redes de Computadores I 2005/2006 Campus de Instituição de Ensino Superior Hugo Laibaças 4444

2 Índice Introdução 3 1. Definição do ambiente de projecto Objecto do projecto Definição dos princípios orientadores Cablagem Tecnologias Equipamentos Estrutura lógica Estrutura física 9 2. Especificação dos materiais e equipamentos Equipamento passivo e cablagem Especificação do equipamento activo de dados Endereços IP Identificação e análise das sub-redes Atribuição dos endereços 15 Anexos Anexo A: Tabelas 18 Anexo B: Peças desenhadas 22 Lista de acrónimos e abreviaturas 25 Bibliografia 26 2

3 Introdução Este projecto consiste na definição da infra-estrutura de rede dos 3 primeiros níveis do modelo OSI para um campus de uma Instituição e Ensino Superior (IES). Ao longo do projecto serão tomadas decisões que visam assegurar as premissas que do enunciado do projecto fazem parte, com o objectivo de se constituir uma infra-estrutura ofereça recursos para satisfazer as necessidades da instituição em objecto. 3

4 1. Definição do ambiente de projecto A definição do ambiente do projecto inclui a identificação do ambiente do projecto, a definição dos princípios orientadores, a apresentação da arquitectura lógica e a análise da estrutura física da infra-estrutura Objecto do projecto O projecto visa a elaboração de uma rede informática para um campus com uma área bruta de aproximadamente m 2 (400mx270m), que engloba 11 edifícios (Figura B.1, Anexo B), sendo a maioria constituídos por vários pisos. A infra-estrutura deverá ter capacidade para dar resposta a um total de cerca de 1058 utilizadores, distribuídos por todos os edifícios, conforme Tabela A.2 do Anexo A. A rede informática deverá ter uma intranet que ofereça suporte a diversos serviços disponíveis para todos os utilizadores, de forma a evitar acessos ao exterior do campus. Deverá ter também características de elevada disponibilidade, fiabilidade, tolerância a falhas e redundância, de forma a garantir, tanto quanto possível, comunicações constantes e continuadas, de qualidade, em qualquer ponto do campus. Dado o investimento considerável que representa, a infra-estrutura a instalar deverá ter um horizonte temporal o mais alargado possível, com boa capacidade de evolução e expansão, não só em termos de utilizadores, como em termos de volume e tipo de tráfego Definição dos princípios orientadores É aqui apresentado um conjunto de princípios orientadores para os diversos aspectos do projecto, nomeadamente para a cablagem, tecnologias a adoptar e para o equipamento activo a instalar Cablagem Dado tratar-se de um campus de uma Instituição de Ensino Superior, onde existe um conjunto de serviços que se pretende oferecer a todos os 4

5 utilizadores e porque se pretende que a rede tenha um tempo de vida relativamente elevado, decidiu-se implantar um sistema de cablagem estruturada, de forma a ser possível suportar um leque alargado de tecnologias de comunicação e de aplicações telemáticas (dados, voz, vídeo, multimédia, etc.), e suficientemente flexíveis para poderem acompanhar a evolução das TIC e o crescimento das organizações sem necessidade de alterações frequentes nos componentes instalados. Nesta perspectiva, será implantada uma cablagem estruturada e com os seguintes princípios genéricos: Normalização no subsistema horizontal, instalação blindada de tomadas, painéis e cablagem S/UTP, com propriedades LSZH (Low Smoke Zero Halogen), de acordo com as normas internacionais ISO/IEC e com a norma europeia EN O subsistema de backbone de edifício e o subsistema de backbone de campus será realizado utilizando cabo de fibra óptica (de 8 pares), de acordo com as normas e 802.3u, respectivamente, igualmente previstas na norma internacional ISO/IEC 11801; Capacidade no subsistema horizontal, instalação de cabos de par entrançado S/UTP, com largura de banda de 100 MHz (ligações de classe D) em quatro pares, possibilitando comunicações a 1 Gbps; Funcionalidade o backbone de infra-estrutura deverá oferecer suporte para tecnologias de comunicação em rede local (Ethernet, FastEthernet, GigabitEthernet e ATM), bem como possibilidade de interligação de acordo com as normas de comunicação série assíncrona (terminais não inteligentes, ligações a modems e impressoras) e capacidade de integração de voz na cablagem (telefones e fax). Para além disso, deverá ser instalada cablagem redundante, especialmente no que diz respeito ao backbone de campus (conforme ilustra a Figura B.2, Anexo B). Adaptabilidade capacidade de adaptação a mudanças nos equipamentos terminais, de modo a poder ser instalado qualquer equipamento de voz ou informático, com capacidade de comunicação a 10, 100 ou a 1000 Mbps, em qualquer dos postos de trabalho; Flexibilidade instalação de tomadas para acesso à rede em todos os compartimentos em que esteja prevista a necessidade de utilização de equipamento informático ou de voz. 5

6 Estes princípios genéricos garantem a máxima versatilidade de utilização da cablagem, permitindo, sem necessidade de qualquer alteração, a escolha da tecnologia mais adequada a cada momento Tecnologias Relativamente às tecnologias de comunicação, tendo em conta as aplicações previstas e tendo também em conta a relação custo/desempenho das tecnologias disponíveis, serão utilizadas as seguintes opções tecnológicas: Postos de trabalho normais tecnologia Ethernet, na variante 10- Base-T comutada, nos postos de trabalho sem exigências de débito elevado. A adopção desta solução é motivada pelo facto de se tratar de tecnologia com muito bom desempenho e normalizada (norma IEEE 802.3); Postos de trabalho especiais tecnologia FastEthernet, na variante 100-Base-TX comutada, nas ligações dos servidores informáticos e postos de trabalho com necessidades especiais, sendo uma tecnologia com um excelente desempenho e também normalizada (norma IEEE 802.3u); Ligações de backbone tecnologia FastEhernet, na variante 100-Base- FX, comutada, também regida pela norma IEEE 802.3u; Ligações de voz tecnologia analógica (a dois fios) e/ou digital (RDIS ou tecnologias proprietárias a dois e a quatro fios) nas ligações dos terminais de voz ao PPCA (central telefónica). Acesso ao exterior suporte de um leque alargado de opções tecnológicas no acesso ao exterior (RDIS, Frame Relay, tecnologia série síncrona, etc.), de modo a poder ser, em cada momento e para cada situação, seleccionada a melhor opção em termos da sua relação custo/desempenho. A diferenciação entre postos de trabalho normais e especiais, assenta em princípios de gestão da largura de banda, uma vez que como nem todos os postos de trabalho terão as mesmas necessidades, não deverão consumir os mesmos recursos. 6

7 Equipamentos Os equipamentos activos a instalar deverão respeitar os seguintes princípios genéricos: Normalização deverão ser utilizados equipamentos que respeitem as normas internacionais relativas a comunicação de dados e protocolos de comunicação, concretamente, normas ISO, ITU-T, IEEE, EIA e às normas de facto IETF; Modularidade preferencialmente, deverão ser utilizados equipamentos modulares ou de funcionalidade equivalente (por exemplo, stockable), reconfiguráveis, de forma a poderem acompanhar modificações na infraestrutura; Expansibilidade deverão ser utilizados equipamentos com capacidade vaga e margens para futuras expansões, de forma a poderem acompanhar o crescimento da infra-estrutura; Funcionalidade a comunicação entre todos os equipamentos da rede deverá ser realizado em modo full-duplex; os equipamentos deverão suportar as arquitecturas de comunicação TCP/IP, IPX/SPX (Novell) e NetBIOS/NetBEUI, bem como de todas as aplicações suportadas por estas arquitecturas protocolares; Disponibilidade os equipamentos deverão possuir características de tolerância a falhas, na medida em que deverão dispor de capacidades de auto-diagnóstico e de possibilidade de montagem de fontes de alimentação redundantes e de substituição de módulos sem interrupção do funcionamento (módulos hot-swapable); Segurança os equipamentos deverão dispor, na medida do possível, de mecanismos de segurança que garantam protecção contra intrusões, escutas e outros ataques à segurança dos equipamentos, aplicações e informação. Estas características ganham particular relevância nos equipamentos do subsistema de acesso ao exterior; Facilidade de gestão os equipamentos deverão dispor da possibilidade de gestão e monitorização remota e permitirem login remoto para tarefas de manutenção e monitorização. 7

8 1.3. Estrutura lógica Na decomposição modular vai ser adoptado um modelo composto por seis níveis hierárquicos (subsistemas), a partir dos quais se irá desenvolver a estrutura física. Subsistema horizontal Interliga cada posto de trabalho com o distribuidor (ou bastidor). Neste subsistema será adoptada uma topologia física em estrela (de acordo com as normas e 802.3u), construída em cabo S/UTP, que estabelecerá a conexão entre o distribuidor de piso e as tomadas, onde se fará a ligação dos postos de trabalho. Subsistema de backbone de edifício Será utilizado neste caso, uma topologia física em barramento. Para constituição do backbone de edifício será utilizado cabo de fibra óptica multimodo, de 8 pares, obedecendo à norma ISO/IEC Subsistema de backbone de campus Será utilizado neste caso, uma topologia física em anel, combinado com uma topologia em estrela, de forma a criar redundância nas ligações. Será também utilizado cabo de fibra óptica multimodo, de 8 pares, obedecendo igualmente à norma ISO/IEC Subsistema de acesso Engloba os circuitos de comunicação com o exterior. A ligação da rede do campus ao exterior será efectuada com recurso a um operador, acessível a partir do distribuidor principal. O acesso à Internet será realizado através de um firewall. Subsistema de distribuição Refere-se às ligações entre o subsistema de acesso até um dos nós do subsistema de núcleo. A ligação é efectuada por fibra óptica, ligando o router dos serviços de informática (nó que pertence ao subsistema de núcleo) a um firewall, que por sua vez é ligado a um gateway. Subsistema de núcleo Corresponde ao nível onde é realizada a interligação do conjunto dos nós principais da infra-estrutura (nós de core). 8

9 Cada sub-rede (que está concentrada num nó) será conectada a um comutador (switch de campus) de elevado desempenho, que se situará no edifício dos serviços informáticos Estrutura física A estrutura física é obtida a partir da decomposição da estrutura lógica no conjunto de elementos que integram cada um dos subsistemas de comunicação. A localização das tomadas para voz e postos de trabalho informáticos deve resultar de um levantamento, preferencialmente, in loco. Na determinação do número e localização das tomadas devem ser consideradas as necessidades actuais e previsíveis de cada sector, sendo deixada margem que garanta uma razoável flexibilidade de localização. Em cada posto de trabalho será instalada uma tomada ISO 8877 (vulgarmente designadas de RJ45). As tomadas serão servidas a partir do distribuidor de piso, que será equipado com painéis passivos de patching (para ligação às tomadas), sendo nele também instalado o equipamento de rede activo. Dado o elevado número de tomadas, e numa perspectiva de expansibilidade e simplificação, em todos os edifícios existirá um distribuidor por piso, que deverá albergar todo o equipamento associado à rede do piso (subsistema horizontal), nomeadamente o switch (comutador). Apenas o distribuidor do piso zero de cada edifício terá instalado um router e um switch. Cada distribuidor dos restantes de pisos terá apenas um switch. Os switchs de cada piso do edifício, irão estar interligados entre si, através de cabo de fibra óptica multimodo, de 8 pares cada. Estas ligações correspondem ao subsistema de backbone de edifício. De acordo com os princípios atrás definidos, no subsistema horizontal será instalada uma cablagem em cabo S/UTP (Screened/Unshielded Twisted Pair) de Categoria 5. A escolha de utilização deste tipo de cabo recai sobre seguintes motivos: dado que o cabo possui uma blindagem exterior, oferece alguma protecção contra interferências electromagnéticas; 9

10 por ser de Categoria 5, oferece capacidade de suporte a aplicações e serviços que pressuponham altos débitos nas comunicações; No que diz respeito às fibras ópticas, no backbone de campus serão usados cabos de oito fibras ópticas multimodo, com armadura de aço, destinadas à utilização no exterior. Para utilizações no interior (bacbone de edifício) será utilizado cabo com as mesmas características, mas com revestimento em PVC. É uma premissa deste projecto, minimizar o impacto resultante do facto de o número de utilizadores aumentar substancialmente num determinado edifício, pois, tal facto não deve contribuir para prejudicar o desempenho da rede noutros edifícios do campus. Para alcançar este objectivo, cada edifício constituirá uma sub-rede (subnet). Todas as sub-redes (edifícios) estarão ligadas entre si através de ligações físicas redundantes. Como já foi referido, o backbone será constituído por duas cablagens independentes (ver Figura B.2, Anexo B), de forma a garantir redundância nas comunicações. Os traçados possuem as seguintes características: Traçado representado a cor-de-laranja Este traçado afigura uma topologia em anel. Cada edifício representa uma rede independente, que estará acessível a partir de dois edifícios que lhe estão próximos. Traçado representado a azul Este traçado afigura uma topologia em estrela. Será utilizado um switch para interligar os vários nós do backbone de campus, correspondentes às sub-redes provenientes dos edifícios. Esse switch estará localizado no edifício dos serviços informáticos. Para uma melhor compreensão do resultado da conjugação dos dois traçados, aconselha-se a análise da Figura B.7. O switch que está ao centro da figura localiza-se no edifício dos serviços informáticos, estando apenas representado ao centro por uma questão de simplificação da ilustração e compreensão. Os switchs terão como função o suporte da ligação dos servidores, routers e postos de trabalho. O distribuidor a partir do qual se fará o acesso ao exterior, ficará localizado no piso zero do edifício dos serviços informáticos, o qual passará a ser 10

11 denominado de distribuidor principal (DP). Este, será semelhante aos distribuidores de piso dos restantes edifícios, contudo, terá instalado mais algum equipamento activo, como o firewall e um router multiprotocolo, deforma a garantir segurança à rede e permitir acesso ao exterior. Junto a este distribuidor ficará também o PPCA, de modo a facilitar a sua interligação com este equipamento. Para possibilitar a integração de serviços de voz na cablagem estruturada, serão estabelecidas ligações de cabo de Categoria 3 entre o distribuidor principal, de modo a serem garantidos, através de patching adequado, acessos ao PPCA em todos os postos de trabalho equipados com tomadas ISO As ligações ao exterior serão executadas através de circuitos digitais comutados RDIS. O PPCA e o router multiprotocolo suportarão estas ligações. 2. Especificação dos materiais e equipamentos Com base nos princípios orientadores, anteriormente definidos, são agora apresentadas as especificações dos equipamentos activos (dados e voz), passivos e cablagem, necessários à construção da infra-estrutura. É especificado ainda o firewall, que garantirá a segurança das comunicações com o exterior Equipamento passivo e cablagem Considera-se equipamento passivo, o distribuidor devidamente equipado com painéis de ligação (patch panels), o cabo S/UTP, o cabo de fibra óptica, as tomadas de conectores ISO 8877 e os chicotes de patching (patching cords). Os distribuidores de piso deverão ser equipados com painéis passivos para tomadas ISO 8877, destinados às ligações de cabo S/UTP, referentes às ligações do subsistema horizontal, devendo além disso, albergar todo o equipamento associado à rede local. O distribuidor principal deverá conter também, equipamento destinado às comunicações com o exterior. Na interligação de todos dos distribuidores será usada fibra óptica (de 8 pares), obedecendo à norma ISO/IEC

12 A instalação dos distribuidores deverá ser efectuada de acordo com as normas IEC 297, DIN e EIA RS310C. As características específicas (dimensões, número e tipo de painéis, e guias de cabos de patching) de cada distribuidor a instalar, deverão ser determinadas pela quantidade e tipo de tomadas que dele irradiam. Na determinação da configuração do distribuidor foram seguidas as seguintes regras: as dimensões são estabelecidas de acordo com o número de tomadas servidas e o equipamento previsto, deixando uma margem para a instalação de equipamento adicional que se venha a revelar necessário; determinação do número de painéis de forma a deixar alguma margem para a eventual instalação de tomadas adicionais; colocar as ligações às tomadas ISO 8877 e as ligações ao PPCA em painéis diferentes; colocar um guia de patching entre cada dois painéis e entre os painéis e o equipamento activo. Os chicotes de ligação (patch cords) são destinados à ligação do equipamento activo (switch) e os painéis passivos (patch panels), dentro do distribuidor, e entre as tomadas e o equipamento informático Especificação do equipamento activo de dados Considera-se equipamento activo de dados, todo o equipamento gerador, receptor ou conversor de sinais eléctricos ou ópticos. No presente caso, as peças mais importantes do equipamento são o router, router multiprotocolo, o switch e o firewall. É ainda especificada uma UPS para alimentação do equipamento activo. As ligações da rede serão suportadas por routers e comutadores (switchs) de N portas 10-Base-T/100-Base-TX/100-Base-FX, com auto-sensering e suporte de VLAN s. Os switchs (comutadores) terão como função o suporte da ligação do backbone de campus, dos servidores e as ligações dos postos de trabalho, quer sejam a 10 Mbps ou a 100 Mbps. 12

13 O router multiprotocolo deverá ser instalado no distribuidor principal (edifício SI) e garantirá o acesso ao exterior. Este equipamento poderá também desempenhar funções de packet filter (por filtragem de endereços), garantindo em conjugação com o firewall, a segurança contra intrusões na intranet. O sistema de firewall a instalar visa garantir a protecção contra intrusões de origem externa. Será composto por um pacote de software instalado em hardware dedicado, ou, em alternativa, instalado num computador com configuração adequada, consoante a solução adoptada. Para garantir uma alimentação ininterrupta do equipamento activo de comunicações (router e switch), serão instaladas unidade de alimentação ininterrupta (UPS). 3. Endereços IP Com o objectivo de minimizar o desperdício de endereços IP, dado que existem sub-redes (subnets) de diferentes tamanhos, será utilizado VLSM (Variable Length Subnet Masks) para o cálculo das máscaras de rede e consequente constituição dos endereços a atribuir Identificação e análise das sub-redes Antes de mais, é necessário identificar o número de hosts e as sub-redes irão constituir a rede geral. O número de sub-redes resulta da topologia conferida à infra-estrutura. De acordo com a estrutura projectada para a IES e com as necessidades apuradas, foram identificadas 23 sub-redes e 1092 hosts. Serão utilizados endereços privados para constituição dos endereços referentes a cada uma das sub-redes. Dado o número de hosts, torna-se necessário utilizar um endereço privado de classe B, que neste caso será , sendo o mais adequado às circunstâncias e deixando capacidade para continua expansão. De seguida é efectuada a análise de todas as sub-redes, de onde será depois extraída a informação para realização da tabela de VLSM. 13

14 Rede SI: 21 endereços IP Bloco de 32 (2 5 ) 5 bits para hosts 11 bits para redes Total de subnets = 2048 (2 11 ) Possíveis subnets = Máscara = (/27) Rede SC: 31 endereços IP Bloco de 32 (2 5 ) 5 bits para hosts 11 bits para redes Total de subnets = 2048 (2 11 ) Possíveis subnets = Máscara = (/27) Rede EC: 201 endereços IP Bloco de 256 (2 8 ) 8 bits para hosts 8 bits para redes Total de subnets = 256 (2 8 ) Possíveis subnets = Máscara = (/24) Rede CB: 41 endereços IP Bloco de 64 (2 6 ) 6 bits para hosts 10 bits para redes Total de subnets = 1024 (2 10 ) Possíveis subnets = Máscara = (/26) Rede BS: 126 endereços IP Bloco de 128 (2 7 ) 7 bits para hosts 9 bits para redes Total de subnets = 512 (2 9 ) Possíveis subnets = Máscara = (/25) Rede P: 4 endereços IP Bloco de 8 (2 3 ) 3 bits para hosts 13 bits para redes Total de subnets = 8192 (2 13 ) Possíveis subnets = Máscara = (/29) Rede DepI: 151 endereços IP Bloco de 256 (2 8 ) 8 bits para hosts 8 bits para redes Total de subnets = 256 (2 8 ) Possíveis subnets = Máscara = (/24) 14

15 Rede DepF: 91 endereços IP Bloco de 128 (2 7 ) 7 bits para hosts 9 bits para redes Total de subnets = 512 (2 9 ) Possíveis subnets = Máscara = (/25) Rede DepQ: 181 endereços IP Bloco de 256 (2 8 ) 8 bits para hosts 8 bits para redes Total de subnets = 256 (2 8 ) Possíveis subnets = Máscara = (/24) Rede DepE: 91 endereços IP Bloco de 128 (2 7 ) 7 bits para hosts 9 bits para redes Total de subnets = 512 (2 9 ) Possíveis subnets = Máscara = (/25) Rede DepM: 121 endereços IP Bloco de 128 (2 7 ) 7 bits para hosts 9 bits para redes Total de subnets = 512 (2 9 ) Possíveis subnets = Máscara = (/25) Rede A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L: 2 endereços IP Bloco de 4 (2 2 ) 2 bits para hosts 14 bits para redes Total de subnets = (2 14 ) Possíveis subnets = Máscara = (/30) Rede X: 11 endereços IP Bloco de 16 (2 4 ) 4 bits para hosts 12 bits para redes Total de subnets = 4096 (2 12 ) Possíveis subnets = Máscara = (/28) 3.2. Atribuição dos endereços Depois de analisadas todas as redes que constituem a rede geral, ir-se-á organizar e atribuir os endereços às sub-redes, da forma que se julga ser 15

16 mais eficiente. Após escolhidos os endereços para cada uma das sub-redes, foram elaboradas as Tabelas A.3 e A.4 que constam no Anexo A. A partir dessas tabelas será extraída a informação para posterior configuração dos routers que servem de suporte às ligações da rede informática. 16

17 Conclusão Este projecto foi minuciosamente elaborado de acordo com os princípios e normas em vigor, com o objectivo de construir uma infra-estrutura estável e com boa disponibilidade, mesmo nas situações mais exigentes. As opções tecnológicas tomadas ao nível do equipamento passivo e activo, recaíram sobre dois aspectos fundamentais: a relação preço/desempenho (dentro do que é usual actualmente) e a eficiência da rede face aos requisitos solicitados, se bem que, a maioria das opções penderam para o lado da eficiência, dado esse ser um dos objectivos primordiais do projecto. Houve uma clara preocupação em projectar uma rede facilmente escalável e com uma estrutura que ofereça suporte para uma futura migração tecnológica, ao nível dos vários subsistemas. A solução implementada ao nível do backbone de campus (núcleo das comunicações), foi projectada com recurso à tecnologia FastEthernet (100 Mbps), contudo, no futuro, se assim se tornar necessário por imposição das necessidades, poderá ser transposta para tecnologia GigabitEthernet (1000 Mbps), ou outras, uma vez que a cablagem implementada oferece esse suporte, bastando apenas substituir alguns equipamentos. Para a exposição das soluções apresentadas ao longo deste documento, tentou utilizar-se uma estrutura organizada, para que da sua elaboração resultasse um projecto facilmente interpretável, e que reflectisse da forma mais fiel possível a ideia de quem o projectou. Hugo Alexandre Lopes Laibaças ESTIG Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja Aluno n.º 4444 Engenharia Informática - Nocturno 17

18 Anexo A: Tabelas Edifício Sigla Pisos 1 Departamento de Matemática DepM 4 2 Departamento de Física DepF 3 3 Departamento de Eng. Química DepQ 3 4 Departamento de Eng. Electrotécnica DepE 3 5 Departamento de Eng. Informática DepI 5 6 Edifício Comum EC 3 7 Serviços Centrais SC 2 8 Biblioteca e Secretaria BS 3 9 Portaria P 1 10 Cantina/Bar CB 2 11 Serviços Informáticos SI 2 Tabela A.1 Discriminação dos edifícios que compõem o campus Edifício Utilizadores Departamento de Matemática 120 Departamento de Física 90 Departamento de Eng. Química 180 Departamento de Eng. Electrotécnica 90 Departamento de Eng. Informática 150 Edifício Comum 200 Serviços Centrais 60 Biblioteca e Secretaria 125 Portaria 3 Cantina/Bar 20 Serviços Informáticos 20 Tabela A.2 Distribuição das necessidades em número de utilizadores 18

19 Rede Descrição Hosts Block Subnet ID Mask First Host Last Host Broadcast EC Rede do Edifício Comum (/24) DepI Rede do Dep. Eng. de Informática (/24) DepQ Rede do Dep. de Química (/24) BS Rede da Biblioteca e Secretaria (/25) DepF Rede do Dep. de Física (/25) DepE Rede do Dep. de Eng. Electrotécnica (/25) DepM Rede do Dep. de Matemática (/25) CB Rede da Cantina/Bar (/26) SI Rede dos Serviços Informáticos (/27) SC Rede dos Serviços Centrais (/27) X Rede que liga todos os edifícios ao edifício SI (/28) P Rede da Portaria (/29) A Rede entre o edifício SI e SC (/30) B Rede entre o edifício SC e EC (/30) C Rede entre o edifício EC e CB (/30) D Rede entre o edifício CB e BS (/30) E Rede entre o edifício BS e P (/30) F Rede entre o edifício P e DepI (/30) G Rede entre o edifício DepI e DepF (/30) H Rede entre o edifício DepF e DepQ (/30) I Rede entre o edifício DepQ e DepE (/30) J Rede entre o edifício DepE e DepM (/30) L Rede entre o edifício DepM e SI (/30) Tabela A.3 VLSM 19

20 20

21 Tabela A.4 Endereços IP das subnets (VLSM) 21

22 Anexo B: Peças desenhadas Figura B.1 Organização do campus Figura B.2 Traçado redundante do bacbone de campus 22

23 Figura B.3 Estrutura geral do bacbone de campus Figura B.4 Ilustração do subsistema de backbone de piso Figura B.5 Ilustração do subsistema horizontal 23

24 Figura B.6 Esquema geral da rede Figura B.7 Representação das sub-redes 24

25 Lista de Acrónimos e Abreviaturas ATM DIN DTE EIA IEC IEEE IETF IP ISO ITU ITU-T LSZH PPCA PVC RDIS S/UTP TCP TIC UPS UTP VLAN VLSM Asynchronous Transfer Mode Deutsche Institute fur Normung Data Terminal Equipment Electrical Industries Association International Electrotechnical Commission Institute of Electrical and Electronics Engineers Internet Engineering Task Force Internet Protocol International Organization for Standardization International Telecomunications Union International Telecomunications Union Telecomunicatios Sector Low Smoke Zero Halogen Posto Privado de Comutação Automática Permanent Virtual Circuit Rede Digital com Interligação de Serviços Screened/Unshielded Twisted Pair Transmission Control Protocol Tecnologias de Informação e Comunicação Uninterrupted Power Supply Unshielded Twisted Pair Virtual Lan Area Netwaork Variable Length Subnet Masks 25

26 Bibliografia CCNA Cisco Certified Network Associate; Todd Lammle; Editora Sybex Redes CISCO Para Profissionais; Mário Vestias; Editora FCA Engenharia de Redes Informáticas; Edmundo Monteiro, Fernando Boavida; Editora FCA 26

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