Imparidades e amortizações. Até onde vão os juízos de valor? Luisa Anacoreta Iscac 16.março.2012

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1 Imparidades e amortizações Até onde vão os juízos de valor? Luisa Anacoreta Iscac 16.março.2012

2 Imparidades Valor de balanço vs Quantia recuperável Justo valor c. vender Valor de uso

3 Imparidades QUANDO? Teste anual obrigatório em qualquer momento, desde que sempre na mesma altura do ano Indícios Externos: mercado; contexto legal, tecnológico, económico ; taxa de juro; capitalização bolsista Internos: dano físico; alterações no uso; desempenho económico

4 Imparidades QUANDO?

5 Imparidades QUANDO? Unidade Geradora de Caixa Ativos Tangíveis Ativos Intangíveis teste anual Goodwill teste anual A qual fazer primeiro o teste?

6 Imparidades QUANDO? Negócio adquirido UGC 1 UGC 2 Ativos tangíveis Marca Quantia escriturada GW Quantia total

7 1º teste ao gw; depois teste a cada marca Teste de imparidade ao goodwill UGC 1 UGC 2 Ativos tangíveis Marca Quantia escriturada GW Quantia total conjunto de UGC Quantia recuperável das UGC Perda de imparidade no gw Teste de imparidade a cada marca Marca 1 Marca 2 UGC Quantia recuperável Perda de imparidade n/a

8 1º teste a cada marca; depois teste ao gw Teste de imparidade a cada marca Marca 1 Marca 2 UGC Quantia recuperável Perda de imparidade n/a Teste de imparidade ao goodwill UGC 1 UGC 2 após realização do teste às marcas Ativos tangíveis Marca Quantia escriturada GW Quantia total conjunto de UGC Quantia recuperável das UGC Perda de imparidade no gw 0

9 Imparidades Estimativas de fluxos de caixa futuros!? orçamentos/previsões financeiros mais recentes aprovados pela gerência nos mais recentes orçamentos/previsões para um máximo de cinco anos taxa de crescimento estável ou decrescente para os anos subsequentes

10 Imparidades Taxa de desconto a(s) taxa(s) de desconto aplicada(s) às projeções de fluxos de caixa Sonae: As simulações são feitas com um custo médio ponderado de capital entre 7 e 10% dependendo do mercado e do segmento da insígnia Jerónimo Martins: Essas estimativas foram elaboradas considerando uma taxa de desconto entre 7,5% e 7,9% para Portugal, e de 10,1% na Polónia PT: O valor recuperável foi calculado para valores mínimo e máximo da taxa de desconto aplicada aos fluxos de caixa previsionais (7,7% e 9,7%) Zon:

11 Imparidades e no futuro? Se uma entidade reorganiza a sua estrutura de relato de forma que altera a composição de uma ou mais unidades geradoras de caixa às quais tenha sido imputado goodwill, o goodwill deve ser reimputado às unidades afetadas.

12 Imparidades CIRC Artigo 38.º Desvalorizações excecionais 1 Podem ser aceites como perdas por imparidade as desvalorizações excecionais referidas na alínea c) do n.º 1 do artigo 35.º provenientes de causas anormais devidamente comprovadas, designadamente, desastres, fenómenos naturais, inovações técnicas excecionalmente rápidas ou alterações significativas, com efeito adverso, no contexto legal.

13 Amortizações Cada parte de um item do ativo fixo tangível com um custo que seja significativo em relação ao custo total do item deve ser depreciada separadamente.

14 Amortizações Uma entidade pode escolher depreciar separadamente as partes de um item que não tenham um custo que seja significativo em relação ao custo total do item.

15 Amortizações A vida útil de um ativo é definida em termos da utilidade esperada do ativo para a entidade; a quantia depreciável de um ativo é determinada após dedução do seu valor residual Vida útil contabilística Vida útil económica Vida útil física

16 Amortizações O valor residual e a vida útil de um ativo devem ser revistos pelo menos no final de cada ano financeiro e, se as expectativas diferirem das estimativas anteriores, a(s) alteração(ões) deve(m) ser contabilizada(s) como uma alteração numa estimativa contabilística.

17 Amortizações O método de depreciação usado deve refletir o modelo por que se espera que os futuros benefícios económicos do ativo sejam consumidos pela entidade Quotas constantes Dígitos Degressivas Consumo efetivo Unidades de produção..

18 Amortizações intangíveis Vida útil finita vs vida útil indefinida É muito raro haver, se é que há, evidência persuasiva para apoiar um método de amortização para ativos intangíveis que resulte numa quantia de amortização acumulada inferior à do método da linha reta O valor residual de um intangível é zero a menos que: (a) Haja um compromisso de um terceiro de comprar o ativo no final da sua vida útil; ou (b) Haja um mercado ativo

19 Conclusão Responsabilização Complexidade / formação Substância sobre a forma Conflito de interesses Comparabilidade Consistência

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