O USO DO PODER DE COMPRA DO GOVERNO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Artes, Ciências e Humanidades O USO DO PODER DE COMPRA DO GOVERNO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Deloise de Fátma B. Jesus Luiza Yorioka Rodrigues Taiara Vitória Nelly Vaitare. São Paulo 2010

2 SUMÁRIO 1-INTRODUÇÃO 2-USO DO PODER DE COMPRA DO ESTADO EM TI 3-ESTUDOS DE CASO: SOFTWARE LIVRE E COMPRAS SUSTENTÁVEIS 4-COMPUTADORES VERDES e NORMAS DA COMPRA DE TI PELO ESTADO 5-CONCLUSÃO 6-BIBLIOGRAFIA

3 1-INTRODUÇÃO Ainda que o governo tenha que usar seus recursos de forma mais eficiência possível, para atender a um número maior de demandas da população, o modo como são alocados os recursos também pode aumentar a eficácia e a efetividade dos gastos governamentais. Isso acontece quando o governo, ao planejar suas compras, não escolhe apenas comprar os bens e serviços mais baratos, mas também aqueles que irão trazer maiores retornos para a sociedade, que respeitem ao meio ambiente, e apresentem outros tipos de benefícios que se mostraram mais vantajosos a médio e longo prazo. Ao escolher comprar de micro empresas, ou empresas que são da comunidade local, assim como optar por alternativas tecnológicas e produtos ambientalmente sustentáveis o governo está proporcionando muitos benefícios para a população além da própria aquisição. Como estas empresas tem um custo inicialmente maior, com as vendas para o governo será possível produzir mais e aumentar a sua competitividade, além disso, o restante da população irá conhecer estas alternativas de compra e as empresas que tem como marca a responsabilidade social tendem a sentir-se constrangidas a dar continuidade a esta atitude do governo. Quando utiliza seu poder de compra em tecnologia da informação, o governo consegue auferir motivação a indústria nacional de tecnologia da informação, além de inovação e diminuição de custos em tecnologia, assim como, promover cidadania, democracia e inclusão digital para sua população. O governo pode utilizar seu poder de compra de diversas formas, neste trabalho mostraremos o poder de compra do Estado em TI por meio das normas que o especificam, do plano nacional de banda larga e das compras sustentáveis que serão objeto central deste trabalho.

4 2-USO DO PODER DE COMPRA DO ESTADO EM TI Podemos definir o poder de compra do Estado como a capacidade que este tem de direcionar a demanda por bens e serviços para assim desenvolver a economia local, micros e pequenas empresas e setores sensíveis da economia ou de interesse estratégico, gerando emprego e renda e primando pelo desenvolvimento econômico sustentável. Atualmente é possível perceber um novo paradigma a respeito do poder de compra do Estado que é a busca por eficiência nas compras públicas, ou seja, comprar mais rápido e melhor pelo menor custo possível. Uma das ações do Estado na busca por essa eficiência é o atual investimento crescente em recursos de tecnologia da informação. Que além de oferecer maior eficiência nas compras do governo também promove maior transparência no processo de compra. A TI também facilita que as empresas de pequeno porte tenham maior acesso a concorrência no oferecimento de serviços públicos dado o menor custo de participação, assim as pequenas empresas podem concorrer com as maiores, por exemplo, em pregões realizados na internet pela concorrência de alguma licitação. Isso é interessante já que conforme a própria Lei 8.666/1993 que regula as compras governamentais do país essas compras devem ocorrer num mercado de concorrência livre e ampla, sem levar em conta o tamanho das empresas, ou seja, as empresas pequenas têm o direito a concorrer às compras do governo, o que também acaba beneficiando o desenvolvimento do país. Apesar de o governo brasileiro apresentar cada vez mais medidas promissoras no uso de Tecnologia da Informação, o país ainda tem grande defasagem em algumas áreas específicas. E em comparação com as empresas privadas e com os governos dos países desenvolvidos o governo brasileiro ainda está bem atrasado. O que acaba diminuindo a eficiência do governo nas relações com a sociedade e nos serviços prestados gerando altos custos econômicos. Um dos principais problemas enfrentando pelo Brasil é encontrar soluções tecnológicas para integrar o sistema de informação, para assim orientar a tecnologia para o atendimento voltado para as necessidades dos cidadãos e do próprio governo. Se houvesse uma integração o processo ocorreria de forma mais ágil, além de reduzir os custos. Essa multiplicidade de esforços para o mesmo fim não deveria ocorrer, pois gera uma baixa eficiência. Para melhorar o governo tem que investir na integração do sistema de informação, o que culminaria numa prestação de serviço mais econômica e eficaz.

5 Assim, é necessário que o governo do Brasil desprenda esforços na modernização do seu sistema de informação, visto que isto promove melhores serviços aos cidadãos e menores custos governamentais. Além de impulsionar a economia do país. As seguintes áreas são consideradas estratégicas para o desenvolvimento de TI no governo, dado o grande benéfico que elas iriam produzir para a sociedade como um todo: serviços de atendimento ao cidadão e às empresas; a promoção da cidadania; inclusão social; a integração entre governo e sociedade; a disponibilização de informações e de conhecimentos para a sociedade; a transparência e a democratização; no cumprimento da legislação; na otimização de projetos de longo prazo; na arrecadação justa e eficiente; e na otimização dos processos e recursos do governo. Em vista da importância da TI para o desenvolvimento do país o governo vem investindo cada vez mais nesse setor, no restante desse trabalho iremos analisar algumas dessas iniciativas. Como o software livre, o Plano Nacional de Banda Larga e a compra de computadores verdes. Analisando por fim um pouco mais profundamente as compras sustentáveis e as normas da compra de TI verde. 3-ESTUDOS DE CASO: SOFTWARE LIVRE E COMPRAS SUSTENTÁVEIS Com o software público não será mais necessário pagar o uso de licença para as grandes corporações que controlam sua oferta, assim, o governo pode desenvolver a economia interna ao incentivar a produção dos mesmos por empresas nacionais. Além disso, a compra do software público beneficia principalmente o governo e os órgãos a ele relacionados, pois são eles os maiores consumidores de tecnologia da informação no Brasil. (VASCONCELOS, 2004) Os softwares livres ficaram disponíveis na internet permitindo sua utilização sem a necessidade de pagar licença para tal. A intenção é de que os sistemas de administração deixem de utilizar softwares que possuem patentes e que exigem pagamento de licença para seu uso. Desta forma, haverá um estimulo no setor nacional que produz esses programas, pois o escopo de participação das empresas brasileiras será ampliado, junto a uma diminuição do gasto do governo e ampliação ao seu acesso por parte da população. No entanto, os outros serviços relacionados a ele continuam sendo pagos, como os cursos de capacitação. Mesmo assim, o Comitê Técnico de Implantação de Software Livre (CISL) apresentou uma economia de 28,5 milhões de reais com a compra de licenças em 2004 i. In: MACEDO, Hildebrando Rodrigues; CARVALHO, Alexandre Xavier Ywata de (2010). Aumento do acesso à internet em banda larga no Brasil e sua possível relação com o crescimento econômico: uma análise de dados em painel.

6 No que diz respeito às compras sustentáveis, ao direcionar seu poder de compras a elas, o governo promove progresso por meio de um desenvolvimento sustentável. Desta forma, é possível gerar benefícios de longo prazo, ao passo que essas compras são pautadas em uma preocupação sócio-ambiental e economicamente sustentáveis. Como exemplo no Brasil, o governo de Minas Gerais adotou uma política de compras sustentáveis cujo objetivo é diminuir e amenizar os impactos no meio ambiente, de modo a, concomitantemente, não trazer prejuízos para o governo -reduzir os gastos e indicar resultados sociais- junto a benefícios gerados ao meio ambiente. O Governo de Minas economizou R$ 61,19 milhões nas compras efetuadas entre julho de 2007 e setembro, ao comprar equipamentos de informática, medicamentos, papel e matéria prima para pavimentação. Nessa perspectiva, o governo deve fazer suas compras pensando não somente no que é mais viável economicamente, ou seja, no que é mais barato, ele deve levar em consideração os impactos causados no meio ambiente. O próximo tópico deste trabalho pretende apresentar o caso do uso de poder de compra do governo em TI, por meio dos computadores verdes. 4. COMPUTADORES VERDES e NORMAS DA COMPRA DE TI PELO ESTADO Os computadores verdes utilizam quantidades reduzidas de metais poluentes como ferro, alumínio e cobre, os componentes desses equipamentos são totalmente recicláveis e em sua composição não há substâncias perigosas como mercúrio, chumbo, cromo hexavalente, cádmio, bifenil polibromados, éteres difenil-polibromados, em concentração acima da recomendada pela diretiva da Comunidade Econômica Européia Restriction of Certain Hazardous Substances. Como a eficiência desses computadores é superior a 80% no fator de potência do seu desempenho (Power Factor Correction), há redução no consumo de energia elétrica. Ainda, esses computadores podem ser classificados por Especificações Padrão de Estações de Trabalho - nas categorias básicas, padrão e avançada. A categoria "básica" possui as características essenciais para utilização no ambiente de trabalho, como aplicações de escritório, acesso à internet, correio eletrônico, entre outros. Já a categoria "padrão" possui características de processamento superiores relativamente à estação básica e possui melhor desempenho para um uso mais intenso. Enquanto a categoria "avançada" possui recursos computacionais avançados e se destina ao uso intensivo do

7 computador, como na utilização de programas gráficos ou no desenvolvimento de sistemas informatizados.

8 i Por isso, ao destinar seu poder de compra em bens e serviços que visem a sustentabilidade, o governo estimula uma produção que utilize de forma racional os recursos naturais por parte dos fabricantes, já que todas suas esferas do governo devem consumir esse tipo de compra. É tarefa do governo incentivar o tratamento do lixo eletrônico, dando preferência, nas compras, a fabricantes que recolhem e reciclam sucatas. A idéia é incluir esses critérios em editais de compra de equipamentos eletrônicos. O governo tem um papel fundamental de indutor da produção de equipamentos com padrão ambientalmente sustentável, já que tem uma participação de 30% a 40% nas compras nacionais. A demanda atual do governo exige dos fornecedores a produção de computadores com especificações de menos tóxicos, o que acaba influenciando os demais compradores, sejam públicos ou privados. Os números do governo são impressionantes, somente na Esplanada dos Ministérios, estão em funcionamento cerca de 70 mil computadores. Deste total, cerca de 17 mil computadores são trocados anualmente, considerando que a vida média é de quatro anos. Tem ministérios em que a demanda é superior aos demais, como o da Educação, que tem as universidades federais vinculadas a ele, e o Ministério da Previdência, com várias agências de atendimento aos aposentados espalhadas pelo País. E também órgãos que não estão diretamente subordinados a seguir norma de tratamento de lixo eletrônico, como o Banco do Brasil, mas que tendem a seguir as especificações. Atualmente o assunto está sendo discutido em projeto de lei que tramita no Senado, propondo modificações na Lei de Licitações 8.666/93. A recomendação é para que sejam adotados nas licitações critérios sustentáveis, com prioridade para bens que produzam menor impacto ambiental, como material reciclado, reciclável e biodegradável. Entre as Exigências legais para uso de computadores verdes, estão o uso mais eficiente de energia e condicionamento do uso de substancias nocivas a saúde e ao meio ambiente. Para isso, os órgãos devem apresentar em seus editais equipamentos que não contenham substâncias nocivas que apresentamos acima, e consumir menos energia. A instrução normativa no 01, de 19 de janeiro de 2010, vai ao encontro dessa recomendação já que é a responsável pela determinação das características de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, contratação de serviços ou obras serviços, que devem ser adotados pelas Administração pública Federal direta, autárquica e fundacional. Na disposições gerais, em seu Art. 1º, determina, Nos termos do art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, as especificações para a aquisição de bens, contratação de serviços e obras por parte dos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional deverão conter critérios de sustentabilidade ambiental, considerando os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias-primas. Ainda em seu Capítulo III, Dos bens e serviços, no Art. 5º especifica que Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, quando da aquisição de bens, poderão exigir os seguintes critérios de sustentabilidade ambiental: I que os bens sejam constituídos, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR e ; II que sejam observados os requisitos ambientais para a

9 obtenção de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO como produtos sustentáveis ou de menor impacto ambiental em relação aos seus similares; III que os bens devam ser, preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento; e IV que os bens não contenham substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain HazardousSubstances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenilpolibromados (PBDEs). VER TODAS AS FOTOS 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS As iniciativas apresentadas no decorrer deste trabalho (software livre, compras sustentáveis e os computadores verdes) demonstram que o governo brasileiro está atento às responsabilidades do seu poder de compra, ao mesmo tempo em que está investindo cada vez mais em recurso de TI, para aumentar a eficácia do governo, tornar as ações públicas mais transparentes, e focar o atendimento ao cidadão. Se os esforços forem mantidos neste sentido, as novidades do modelo de compra introduzidas pela instrução normativa número 1, que atenta para o modo como foi produzido o bem, o tipo de matéria prima, seu consumo de energia e a sua facilidade de descarte podem introduzir uma transformação no modelo de produção nacional, dado o peso das compras governamentais no país e a influência que elas podem ter nos demais consumidores. Esperamos ainda que esta iniciativa possa ser ampliada, ao privilegiar nas compras e licitações públicas setores estratégicos da sociedade, como as micro e pequenas empresas que, quando bem sucedidas, contribuem para o desenvolvimento local, que por sua vez pode promover melhora na qualidade de vida local, otimizando tanto quanto possível o uso dos recurso públicos, e abrindo uma janela de oportunidade para que este tipo de compra seja valorizada no restante do país 6-BIBLIOGRAFIA MACEDO, Hildebrando Rodrigues; CARVALHO, Alexandre Xavier Ywata de (2010). Aumento do acesso à internet em banda larga no Brasil e sua possível relação com o crescimento econômico: uma análise de dados em painel VASCONCELOS, Lia. (2004) Programa livre: A administração federal começa a adotar softwares livres em seus computadores e estimula o crescimento de empresas nessa área. INSTRUÇÃO NORMATIVA NO 01, DE 19 DE JANEIRO DE Sites:

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