ECA. Ambiente e sustentabilidade ECA DECivil / IST Manuel Duarte Pinheiro.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ECA. Ambiente e sustentabilidade ECA 2012. DECivil / IST manuel.pinheiro@ist.utl.pt. Manuel Duarte Pinheiro. www.lidera.info. www.lidera."

Transcrição

1 Ambiente e sustentabilidade ECA 2012 DECivil / IST

2 Ambiente e sustentabilidade (introdução) 1. Ambiente e evolução da perspetiva ambiental 2. Desenvolvimento sustentável 3. Impactes ambientais e construção 4. Apostar na construção sustentável 5. Concluindo

3 Ambiente e evolução da perspetiva ambiental

4 Pressão e efeitos ambientais crescentes

5 Do crescimento ao desenvolvimento? 1972

6

7 Evolução das estratégias ambientais Correcção Requisitos Legais e Conformidade Prevenção Desenvolvimento Sustentável Outras Dimensões Parcerias Agenda 21, ISO 14001,...

8 Desenvolvimento sustentável

9 Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento que dê resposta às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade das gerações futuras Necessidades Capacidade de Carga

10 Impactes ambientais e construção

11 Poluição e degradação de recursos Recursos (não Renováveis) Gases efeito de estufa Alteração camada de ozono Ecossistemas Solo Água Poluição do Ar

12 Impactes ambientais Efeitos ambientais em determinados fases ou atividades No ciclo de vida (fases desde a extração das matérias primas, transformação, obra, operação e fim de vida

13 Pressão crescente e elevada sobre o ambiente Consumos Materiais Consumos de Água PT (DMI ) combustiveis fósseis 16% mineirais indústria 10% mineirais construção 44% biomassa 30% 17 toneladas Material Directo per capita ano, 582 /tonelada Total 1100 m3 per capita 69 m3 água potável (ton) per capita apenas na habitação Intensidade em Energia Pressão sobre espaço Pégada Ecológica 4,92 ha per capita (2001) Aumento da energia necessária por milhão de euros -88 % importação - aumento das emissões GEE?? % ,1 x x

14 Impactes Ambientais da Construção a nível mundial SBCI (2006)

15 Edificado Perdura por 50 anos ou mais ECA Impacte do ambiente construído Portugal 50% 29,6 % PT Edificado +4,7 % ->34,3% 46 % Lisboa Construção Edificado Energia 90 % do Tempo no Edificado 10 a 15 anos de operação Energia Incorporada 44 % DMI (2001) DMI PT 44% 33 % Industriais Construção Construção Materiais Resíduos 30 % CO2 Edificado Emissões atmosféricas 18,3 % Construção 11 % (potável 74 %) Edificado Água Solo Edificado Existente

16 Necessidades e Impacte? Impacte = População x Actividade x Tecnologia (pressão) Ehrlich e Holdren (1971, 1972 a,b) População - Factor 2,4 Consumo de Fuel - Factor 7,3 Actividade económica - Factor 17 Energia - Factor 11 População - Factor 4 50 anos 100 anos * Meadows, et al, 2004

17 LUZES DAS CIDADES DO ECA MUNDO Exº Iluminação Consumo Energia OPORTUNIDADE... AMBIENTAL Tempo População,... FACTOR 4 FACTOR 10 Inovação Recursos Desmaterialização Desenergização Cargas Reduzir Valorizar...

18 Potencialidade de ganhos de eficiência Através dos certificados emitidos até ao momento (cerca de 300 mil), verifica-se que quase dois terços das habitações portuguesas apresentam um enorme potencial de reabilitação urbana, especialmente as construídas nas décadas de 70 e 80, podendo melhorar a sua eficiência energética de 25% a 50%. Fonte: Adene, 2010 Energia, água, materiais, mobilidade, paisagem,, dinâmica económica Sustentabilidade

19 Apostar na Construção sustentável

20 Construção Sustentável Criação e gestão responsável de um ambiente construído saudável, baseado na eficiência de recursos e princípios ecológicos Kibert, Charles (Tampa, 1994) Actividade Produto Obra Edificado Operação e Gestão Ambiente construído

21 Sistema para suportar sustentabilidade LiderA Sistema voluntário de orientação para a procura a sustentabilidade nas várias fases dos empreendimentos(vertentes, áreas, critérios, limiares) - Sistema de certificação da sustentabilidade na construção quando se comprova desempenho

22 Edifícios, infraestruturas e zonas urbanas que procura a sustentabilidade ECA Habitação Misto/ Serviços... Turismo Torre Verde (Lisboa) Casa Peneda (Peneda) Hotel Jardim Atlântico (Calheta, Madeira) Plano Reconhecimento Ponte da Pedra Fase II (Matosinhos) Parque Oriente (Lisboa) Reconhecimento Conjunto Turístico Falésia D El Rey (Óbidos) Casas dos Arcos 42 Moradias (Óbidos) Reconhecimento Centro Escolar de Alcanede (Santarém) Casa Oásis (Faro)

23 Triplo caminho Dos materiais e edifícios (projectos) Bairro, Cidades (Planos) Comunidades sustentáveis (Vivência)

24 Concluindo

25 Sustentabilidade na construção Pressão sobre ambiente é crescente. I=PAT Acréscimos factoriais Perspectiva ambiente evolui, procurando a sustentabilidade. Economia Social Ambiente E=SUST

26 Dimensão Preventiva Evitar degradação de recursos e ecossistemas Honeybees are dying. In America, one in three hives was left lifeless at the beginning of In France, the death rate might be 60 percent. In Britain, a government minister has warned that honey bees could be extinct within a decade. A third of all that we eat, and much of what we wear, relies on pollination by honeybees. So if - or when - the world loses its black-and-yellow workers, the consequences will be dire. What is behind this catastrophe? Viruses, parasites, pesticides and climate change have all been blamed. As has modern mono culture agribusiness. Sistemas tratamento Redução dos impactes

27 Dimensão proactiva Tornar o edificado mais eficiente ambientalmente Criar infra-estruturas positivas (sustentáveis) Zonas urbanas e modos de operação e vivências sustentáveis Abordagens de construção sustentável

28 Produção e consumo sustentável Construção sustentável base chave para o desenvolvimento sustentável

29 Bibliografia sugerida, (2006). Ambiente e construção sustentável. Agência Portuguesa do Ambiente. Disponível em

Avaliação da sustentabilidade da construção O sistema LiderA

Avaliação da sustentabilidade da construção O sistema LiderA Avaliação da sustentabilidade da construção O sistema LiderA Necessidade de? na construção DECivil Pressão sobre ambiente é crescente. I=PAT Acréscimos factoriais Edificado Perdura por 50 anos ou mais

Leia mais

Gestão ambiental e Sustentabilidade Tópicos Abordados

Gestão ambiental e Sustentabilidade Tópicos Abordados Gestão Ambiental e Sustentabilidade Dase 10 (manuel.pinheiro@civil.ist.utl.pt) Gestão ambiental e Sustentabilidade Tópicos Abordados 1. Necessidade de gerir para a procura da sustentabilidade 2. Sistema

Leia mais

Aula 3 Impactes e perspectivas. 1. Necessidade de sistemas de orientação e avaliação

Aula 3 Impactes e perspectivas. 1. Necessidade de sistemas de orientação e avaliação Aula 3 Impactes e perspectivas 1. Necessidade de sistemas de orientação e avaliação 2. Sistema LiderA 3. Multi aplicações 4. Será mais oneroso? Necessidade de sistemas de orientação e avaliação Construimos

Leia mais

Comunidades Sustentáveis

Comunidades Sustentáveis Comunidades Sustentáveis Ph.D., Engº do Ambiente Dep. Engª Civil, Arquitectura / Instituto Superior Técnico manuel.pinheiro@civil.ist.utl.pt ou manuel.pinheiro@lidera.info Comunidades? Comunidade communitas,

Leia mais

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva O papel do Ambiente Urbano na sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva SUMÁRIO O PAPEL DO AMBIENTE URBANO NA SUSTENTABILIDADE DA CONSTRUÇÃO APRESENTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE AMBIENTE URBANO

Leia mais

Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011

Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 A política energética europeia para a promoção da competitividade, sustentabilidade e segurança de abastecimento Jorge de Sousa Professor

Leia mais

A Directiva Europeia EPBD Sistema de Certificação Energética ÍNDICE. Potencial de Medidas de Melhoria Identificadas Estudos de Mercado sobre SCE

A Directiva Europeia EPBD Sistema de Certificação Energética ÍNDICE. Potencial de Medidas de Melhoria Identificadas Estudos de Mercado sobre SCE Congresso LiderA 2011 Evolução do SCE Lisboa, 25 de Maio de 2011 ADENE Agência para a Energia Jorge Barata Marques sce@adene.pt ÍNDICE A Directiva Europeia EPBD Sistema de Certificação Energética Evolução

Leia mais

Congresso LiderA Criar valor com a sustentabilidade Maio 2010

Congresso LiderA Criar valor com a sustentabilidade Maio 2010 Congresso Criar Valor com a Sustentabilidade Prof. Congresso LiderA Criar valor com a sustentabilidade Maio 2010 Ph.D., Engº do Ambiente DECivil / Instituto Superior Técnico manuel.pinheiro@civil.ist.utl.pt

Leia mais

Estratégia e Política Energética do Governo de Cabo Verde

Estratégia e Política Energética do Governo de Cabo Verde Estratégia e Política Energética do Governo de Cabo Verde Caracterização do Sector Energético de Cabo Verde Sistema Eléctrico de Cabo Verde O sector eléctrico é dividido em sistemas de produção e distribuição.

Leia mais

Certificação energética e auditoria energética em edifícios a serem reabilitados; Situação actual da Certificação Energética;

Certificação energética e auditoria energética em edifícios a serem reabilitados; Situação actual da Certificação Energética; Certificação energética e auditoria energética em edifícios a serem reabilitados; Situação actual da Certificação Energética; Monitorização energética dos edifícios Isabel Santos ECOCHOICE Estoril, Abril

Leia mais

4. Indicadores de desenvolvimento sustentável

4. Indicadores de desenvolvimento sustentável 4. es de desenvolvimento sustentável para o Município de Fronteira 1. Os indicadores de desenvolvimento sustentável são instrumentos de monitorização do caminho que é percorrido desde a situação existente,

Leia mais

VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios

VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios Sheraton Lisboa Hotel & Spa, na sala White Plains Lisboa, 25 de Outubro de 2011 ADENE Agência para a Energia Rui

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2008/2009 PROJECTO ECOXXI

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2008/2009 PROJECTO ECOXXI RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2008/2009 PROJECTO ECOXXI 1. O ECOXXI 2008/2009 1.1. O PROJECTO: objectivos e indicadores Os principais objectivos do Projecto são: Sensibilizar os municípios para uma maior integração

Leia mais

(Setembro de 2002) sobre as Determinantes e Estratégias Empresariais do Investimento Directo Português em Cabo Verde.

(Setembro de 2002) sobre as Determinantes e Estratégias Empresariais do Investimento Directo Português em Cabo Verde. RESULTADOS DO QUESTIONÁRIO AO INVESTIMENTO DIRECTO DE PORTUGAL EM CABO VERDE PATROCINADO PELA CÂMARA DE COMÉRCIO INDÚSTRIA E TURISMO PORTUGAL CABO VERDE 1 (Setembro de 2002) 1 O presente trabalho foi elaborado

Leia mais

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR)

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Em consulta pública O Projecto de Plano Nacional de Gestão de Resíduos (PNGR 2011-2020), bem como o Relatório Ambiental e o Resumo Não Técnico da Avaliação

Leia mais

A DB Schenker está comprometida com o programa Climático 2020 do Grupo DB

A DB Schenker está comprometida com o programa Climático 2020 do Grupo DB A DB Schenker está comprometida com o programa Climático 2020 do Grupo DB, tendo como principal objectivo a redução de 20%, até ao ano de 2020, nas emissões de CO2. Formação em Eco condução, novas tecnologias

Leia mais

Anexos Arquitectura: Recurso Estratégico de Portugal

Anexos Arquitectura: Recurso Estratégico de Portugal Anexos. Arquitectura: Recurso Estratégico de Portugal e dos Portugueses ordem dos arquitectos. manifesto para as eleições legislativas 2011. maio 2011 Anexos Arquitectura: Recurso Estratégico de Portugal

Leia mais

PROGRAMA CAIXA CARBONO ZERO

PROGRAMA CAIXA CARBONO ZERO 1 RELATÓRIOS CGD NEUTRALIDADE CARBÓNICA 2010 PROGRAMA CAIXA CARBONO ZERO www.cgd.pt 2 1. A compensação de emissões como COMPROMISSO do Programa Caixa Carbono Zero A compensação de emissões inevitáveis

Leia mais

Sumário executivo. Em conjunto, as empresas que implementaram

Sumário executivo. Em conjunto, as empresas que implementaram 10 Sumário executivo Conclusões coordenadas pela Deloitte, em articulação com os membros do Grupo de Trabalho da AÇÃO 7 Sumário executivo Em conjunto, as empresas que implementaram estes 17 projetos representam

Leia mais

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos? WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...

Leia mais

Portugal Eficiência 2015 Análise 2008

Portugal Eficiência 2015 Análise 2008 Portugal Eficiência 2015 Análise 2008 Coordenação : Apoio : 0 Forte inversão da intensidade energética nos 2 últimos anos No entanto, a intensidade energética nacional continua significativamente acima

Leia mais

Alterações Climáticas. Formação e Sensibilização sobre Energia e Alterações Climáticas 03-07-2009

Alterações Climáticas. Formação e Sensibilização sobre Energia e Alterações Climáticas 03-07-2009 Formação e Sensibilização sobre Energia e Alterações Climáticas 5º Encontro Nacional da RENAE Portalegre 1 de Julho de 2009 Alterações Climáticas 1 Responsabilidade Social Pensar Soluções e Executá-las!

Leia mais

Landscape, Lifestyles, Livelihoods. Triple helix da Construção Sustentável

Landscape, Lifestyles, Livelihoods. Triple helix da Construção Sustentável MEC, 4º ano, 1º sem, 2008-09 Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia Landscape, Lifestyles, Livelihoods Triple helix da Construção Sustentável 12ª aula Maria do Rosário Partidário Conteúdo

Leia mais

04 Financiar o Desenvolvimento Sustentável

04 Financiar o Desenvolvimento Sustentável PAULO CATRICA 1965, Lisboa, Portugal Rio Murtiga, Alentejo, Agosto, 2005 Prova cromogénea de ampliação digital (Processo LightJet Lambda) 155 x 125 cm Edição 1/5 Fotografia de Paulo Catrica, Cortesia Galeria

Leia mais

Governança urbana, Estratégia 2020 e Crescimento Inteligente: Da retórica das cidades criativas à facilitação das dinâmicas criativas

Governança urbana, Estratégia 2020 e Crescimento Inteligente: Da retórica das cidades criativas à facilitação das dinâmicas criativas Governança urbana, Estratégia 2020 e Crescimento Inteligente: Da retórica das cidades criativas à facilitação das dinâmicas criativas Pedro Costa Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-IUL (Dep. Economia

Leia mais

ENERGIA em Portugal. maio de 2015

ENERGIA em Portugal. maio de 2015 213 ENERGIA em Portugal maio de 215 [página em branco] Índice 1. Sumário Executivo 1 2. Principais Indicadores Energéticos 2 2.1 Dependência Energética 2 2.2 Intensidade Energética 3 2.3 Indicadores per

Leia mais

Eixo III _ Desenvolvimento Sustentável. III.3. Gestão Ambiental Sustentável, Conservação da Natureza e Biodiversidade. Tipologia de Investimento

Eixo III _ Desenvolvimento Sustentável. III.3. Gestão Ambiental Sustentável, Conservação da Natureza e Biodiversidade. Tipologia de Investimento Eixo III _ Desenvolvimento Sustentável III.. Gestão Ambiental Sustentável, Conservação da Natureza e Biodiversidade Tipologia de Investimento Eixo III III. CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data Descrição N.

Leia mais

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE Tema: A Agricultura A agricultura Um dos principais problemas da humanidade é conseguir fornecer a todas as pessoas alimentação suficiente e adequada. Crescimento

Leia mais

Competitividade Chinesa e Impactos Ambientais

Competitividade Chinesa e Impactos Ambientais Seminário FIESP A competitividade industrial chinesa no século XXI Competitividade Chinesa e Impactos Ambientais Prof. Moacir de Miranda Oliveira Junior mirandaoliveira@usp.br São Paulo, 04 de setembro

Leia mais

Página Web 1 de 1. Ana Oliveira

Página Web 1 de 1. Ana Oliveira Página Web 1 de 1 Ana Oliveira De: GEOTA [geota@mail.telepac.pt] Enviado: quarta-feira, 11 de Abril de 2001 20:53 Para: erse@erse.pt Assunto: Comentários do GEOTA à proposta de Revisão dos Regulamentos

Leia mais

04-06-2009. Dia 27 de Maio - Abertura. Dr.ª Isabel Santos. Vila Lago Monsaraz

04-06-2009. Dia 27 de Maio - Abertura. Dr.ª Isabel Santos. Vila Lago Monsaraz Dia 27 de Maio - Abertura Dr.ª Isabel Santos Vila Lago Monsaraz Lisboa, Maio 2009 1 1. Projecto 2. Áreas estratégicas para a Estratégia de Sustentabilidade Áreas de desenvolvimento Medidas / Soluções 3.

Leia mais

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia MEC, 4º ano, 2º sem, 2008-09 Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia 1ª aula Maria do Rosário Partidário Desafios Ambientais e

Leia mais

A PARCERIA PORTUGUESA PARA A ÁGUA Visita da Delegação da Comissão de Recursos Hídricos do Rio das Pérolas 17 de Maio 2011

A PARCERIA PORTUGUESA PARA A ÁGUA Visita da Delegação da Comissão de Recursos Hídricos do Rio das Pérolas 17 de Maio 2011 O que quer que possuamos, duplica o seu valor quando temos a oportunidade de o partilhar com outros. JEAN-NICOLAS BOUILLY (1763-1842) A PARCERIA PORTUGUESA PARA A ÁGUA Visita da Delegação da Comissão de

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional Green Value Energy Building Solutions Janeiro de 2014 Índice Apresentação Áreas de Negócio Consultoria em Eficiência Energética e Ambiental Clientes Contactos Auditorias energéticas

Leia mais

Política de mudanças climáticas. Versão resumida

Política de mudanças climáticas. Versão resumida Política de mudanças climáticas Versão resumida 29/06/2015 objetivo A política de Mudanças Climáticas da Oi visa estabelecer o direcionamento estratégico e orientar as decisões relativas à temática da

Leia mais

Portugal 2020: O foco na Competitividade e Internacionalização

Portugal 2020: O foco na Competitividade e Internacionalização Portugal 2020: O foco na Competitividade e Internacionalização Duarte Rodrigues Vogal da Agência para o Desenvolvimento e Coesão AIP, 5 de março de 2015 Prioridades Europa 2020 Objetivos Europa 2020/ PNR

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. ADENE Agência para a Energia Maio de 2010

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. ADENE Agência para a Energia Maio de 2010 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ADENE Agência para a Energia Maio de 2010 0 PLANO NACIONAL DE ACÇÃO PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA RESULTADOS 1 Programas do Portugal Eficiência 2015 Transportes Residencial e Serviços

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.041.02 II Nos termos do DecretoLei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos DecretosLei n.º 243A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

Gestão Ambiental. Disciplina Ciências do Ambiente Profa Elizete A Checon de Freitas Lima

Gestão Ambiental. Disciplina Ciências do Ambiente Profa Elizete A Checon de Freitas Lima Gestão Ambiental Disciplina Ciências do Ambiente Profa Elizete A Checon de Freitas Lima Gestão Ambiental Ato de administrar o ambiente natural ou antrópico (PHILIPPI Jr e BRUNA, 2004). Gestão Ambiental

Leia mais

Portugal 2020 Lançados Programas Operacionais

Portugal 2020 Lançados Programas Operacionais Portugal 2020 Lançados Programas Operacionais Novos PO detêm um valor global de quase 12,2 mil M de financiamento comunitário Alerta de Cliente Dezembro de 2014 Temas/Assuntos: Numa cerimónia realizada

Leia mais

VISÃO ESTRATÉGICA PARA PENICHE

VISÃO ESTRATÉGICA PARA PENICHE VISÃO ESTRATÉGICA PARA PENICHE II Convenção Sou de Peniche A. Oliveira das Neves 13 de Junho de 2008 ÍNDICE A. OBJECTIVOS DA MAGNA CARTA PENICHE 2025 B. DOCUMENTOS DE TRABALHO C. INTEGRAÇÃO REGIONAL A

Leia mais

GHG Protocol in EDP. Pedro Sirgado

GHG Protocol in EDP. Pedro Sirgado GHG Protocol in EDP Pedro Sirgado EDP Empresa de referência no mercado Ibérico, com uma presença de destaque no mercado Brasileiro e forte investimento nos E.U.A. Renováveis E.U.A. Capacidade de produção

Leia mais

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião PROJECTO NAZARÉ XXI - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião Nazaré XXI é um projecto turístico de impacto regional, inserido na política de desenvolvimento económico que a Câmara Municipal

Leia mais

- a educação no sentido da sustentabilidade; - a qualidade ambiental.

- a educação no sentido da sustentabilidade; - a qualidade ambiental. O Projecto ecoxxi procura reconhecer as boas práticas de sustentabilidade desenvolvidas ao nível do município, valorizando um conjunto de aspectos considerados fundamentais à construção do Desenvolvimento

Leia mais

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras Emilio Lèbre La Rovere Coordenador, CentroClima/LIMA/PPE/COPPE/UFRJ 2º Encontro dos Secretários

Leia mais

Case study. Galpshare UM PROGRAMA DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL EMPRESA

Case study. Galpshare UM PROGRAMA DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL EMPRESA Case study 2009 Galpshare UM PROGRAMA DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL EMPRESA A Galp Energia é um operador integrado presente em toda a cadeia de valor do petróleo e do gás natural e cada vez mais activo nas

Leia mais

ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DE JANELAS

ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DE JANELAS ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DE JANELAS Mais inovação Maior valor-acrescentado para o sector APCMC 27 de Fevereiro 2013 Em parceria com 1 Indústria da caixilharia: um sector em mudança A indústria de caixilharia

Leia mais

Open Innovation: Caso Brisa

Open Innovation: Caso Brisa 2013 Brisa Inovação e Tecnologia SA Open Innovation: Caso Brisa Lisboa, 9/10/2013 Tomé Pereira Canas Brisa Inovação e Tecnologia Inovar está na ordem do dia Inovação fechada 2 Mas muitas vezes está fechada

Leia mais

RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 2008 INDICADORES

RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 2008 INDICADORES RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 28 1 INDICADORES ÁGUA 8 Evolução do número de análises em cumprimento do valor paramétrico 1, Análises (n.º) 7 6 5 4 3 2 1 591 65 64 278 97,48% 97,53% Fonte: ERSAR, 29 623

Leia mais

Dia 27 de Maio Promoção Imobiliária e Sustentabilidade. Eng.º Gonçalo Costa. Alta de Lisboa

Dia 27 de Maio Promoção Imobiliária e Sustentabilidade. Eng.º Gonçalo Costa. Alta de Lisboa Dia 27 de Maio Promoção Imobiliária e Sustentabilidade Eng.º Gonçalo Costa Sustentabilidade na A é um empreendimento que abrange uma área de cerca de 300 ha, junto ao aeroporto de Lisboa, que tem prevista

Leia mais

A Reabilitação Urbana e a Energia na Legislação Nacional e na Gestão Municipal (SIM Porto e. Eduardo de Oliveira Fernandes AdEPorto

A Reabilitação Urbana e a Energia na Legislação Nacional e na Gestão Municipal (SIM Porto e. Eduardo de Oliveira Fernandes AdEPorto A Reabilitação Urbana e a Energia na Legislação Nacional e na Gestão Municipal (SIM Porto e outros ) Eduardo de Oliveira Fernandes AdEPorto 3 de Abril de 2013 INDICE - A importância da Reabilitação - A

Leia mais

Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções. Sertã, 06 de Junho 2011

Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções. Sertã, 06 de Junho 2011 Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções Promover a eficiência energética É tornar o mundo melhor e mais assustentável tá e ADENE Agência para a Energia Paulo Nogueira Auditório

Leia mais

2. as JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO

2. as JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO 2. as JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO ENGENHARIA CIVIL OS NOVOS DESAFIOS A SUSTENTABILIDADE COMO MAIS-VALIA uma abordagem do ponto de vista da Física das Construções 1.Tema

Leia mais

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio:

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Mudança de paradigma energético em Portugal, com um implícito Desenvolvimento Sustentável suportado no seu crescimento económico, justiça

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.197.03 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS Comissão para as Alterações Climáticas Comité Executivo Fundo Português de Carbono FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS CANDIDATURA DE PROGRAMA [de acordo com o Anexo do Regulamento] Resumo

Leia mais

Ações Programa ECO EDP 2007-2010

Ações Programa ECO EDP 2007-2010 Ações Programa ECO EDP 2007-2010 Seminário PPEC - Avaliação de Resultados e Perspetivas Futuras Centro Cultural de Belém, 11 de fevereiro de 2011 Conjuntamente com o PPEC, o Programa ECO EDP estrutura

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD)

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) Recomenda ao Governo que utilize sistemas de teleconferência e videoconferência em substituição de reuniões presenciais I - Exposição de motivos A proposta de

Leia mais

Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade

Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade Divulgação do primeiro relatório Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade O Turismo de Portugal apresentou ontem o seu Relatório de Sustentabilidade, tornando-se no primeiro Instituto Público

Leia mais

Mais clima para todos

Mais clima para todos Mais clima para todos 1 Mais clima para todos Na União Europeia, entre 1990 e 2011, o setor dos resíduos representou 2,9% das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), e foi o 4º setor que mais contribuiu

Leia mais

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2016 Água e Emprego DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março foi instituído em 1992 pela Organização

Leia mais

Agenda 21 Local de Figueiró dos Vinhos 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Figueiró dos Vinhos 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Figueiró dos Vinhos 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro de 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DA SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Com uma visão inovadora a CÉSAR FREITAS ARQUITECTOS aposta no Desenvolvimento Sustentável

Com uma visão inovadora a CÉSAR FREITAS ARQUITECTOS aposta no Desenvolvimento Sustentável O seu parceiro de confiança! Com uma visão inovadora a CÉSAR FREITAS ARQUITECTOS aposta no Desenvolvimento Sustentável A NOSSA EMPRESA 2 A CÉSAR FREITAS ARQUITECTOS é uma empresa pluridisciplinar focalizada

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade, paisagens e ecossistemas visualmente atraentes e que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade e de paisagens e ecossistemas visualmente atraentes que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

MAIS JANELAS EFICIENTES

MAIS JANELAS EFICIENTES MAIS JANELAS EFICIENTES MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA nos edifícios portugueses TEKTÓNICA 2014 Lisboa 06 de Maio de 2014 1 JANELAS EFICIENTES E A REABILITAÇÃO URBANA 2 JANELAS EFICIENTES E A SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Juntos pela excelência ambiental

Juntos pela excelência ambiental Juntos pela excelência ambiental 1 Pontos em Agenda 1 3 Ponto Verde Serviços Enquadramento Quem somos A nossa missão As nossas marcas Ponto Verde Serviços Os nossos serviços Certificação 3R 6 Certificação

Leia mais

Introdução à Construção Sustentável

Introdução à Construção Sustentável Introdução à Construção Sustentável Origem do conceito Desenvolvimento Sustentável O conceito de Desenvolvimento Sustentável teve origem em 1987 pela Comissão Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento em

Leia mais

Energia e Ambiente Seminário: A Diversidade como Valor: Energia e Ecossistemas

Energia e Ambiente Seminário: A Diversidade como Valor: Energia e Ecossistemas Energia e Ambiente Seminário: A Diversidade como Valor: Energia e Ecossistemas Fernando Caetano Universidade Aberta fcaetano@univ-ab.pt As necessidades actuais 85% da energia consumida mundialmente, provém

Leia mais

Construção Sustentável

Construção Sustentável 14.as Jornadas de Engenharia de Climatização Estratégias e Tecnologias de AVAC para a Sustentabilidade dos Edifícios Auditório da Ordem dos Engenheiros 16 de outubro de 2014 Construção Sustentável Manuel

Leia mais

III Conferência Anual da RELOP

III Conferência Anual da RELOP Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade III Conferência Anual da RELOP Rio de Janeiro 4 Novembro 2010 Vítor Santos Agenda 1. A Política Energética Europeia e Nacional 2. Remuneração e alocação

Leia mais

Eficiência Energética

Eficiência Energética Eficiência Energética O Sistema de Certificação Energética e o seu Impacto Energia 2020, FCUL, 8 Fevereiro 2010 Sistema de Certificação Energética e de QAI Certificados Energéticos e de QAI Ponto de situação

Leia mais

Aquecimento global Rise of temperature

Aquecimento global Rise of temperature Aquecimento global Rise of temperature Drop by drop. Comenius project What is Global warming? Aquecimento global é o aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra ocorrido

Leia mais

www.neyahotels.com Pedro Teixeira Qualidade, Ambiente e Segurança QAS III SEMINÁRIO NACIONAL GREEN KEY 25 de Novembro de 2015

www.neyahotels.com Pedro Teixeira Qualidade, Ambiente e Segurança QAS III SEMINÁRIO NACIONAL GREEN KEY 25 de Novembro de 2015 Pedro Teixeira Qualidade, Ambiente e Segurança QAS III SEMINÁRIO NACIONAL GREEN KEY 25 de Novembro de 2015 No centro de Lisboa, nasceu a primeira unidade hoteleira do Grupo NEYA Hotels: NEYA LISBOA HOTEL

Leia mais

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 RUI AZEVEDO II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011 PONTOS A ABORDAR

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO

Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO SÍNTESE METODOLÓGICA Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO

Leia mais

Administrador da EDP Produção Bioeléctrica, S.A. Uma parceria EDP / ALTRI

Administrador da EDP Produção Bioeléctrica, S.A. Uma parceria EDP / ALTRI Avaliação de Impactes e Energia Geração de Energia Eléctrica a partir de Biomassa A experiência pioneira da EDP Produção Bioeléctrica, S.A. na Central Termoeléctrica a Biomassa Florestal Residual de Mortágua

Leia mais

Certificação energética dos edifícios existentes

Certificação energética dos edifícios existentes Certificação energética dos edifícios existentes Metodologias simplificadas, vantagens, dificuldades e inconvenientes Helder Gonçalves e Laura Aelenei 8ª Jornadas de Climatização Lisboa, 15 de Outubro

Leia mais

Circular nº 36/2014. 06 de Outubro de 2014. Caros Associados,

Circular nº 36/2014. 06 de Outubro de 2014. Caros Associados, Circular nº 36/2014 06 de Outubro de 2014 Assunto: Quadro Técnico das empresas de construção: enquadramento dos Técnicos de Manuseamento de gases fluorados com efeito de estufa face à Portaria n.º 16/2004,

Leia mais

Apoios comunitários Portugal 2020 JORNADA GNV

Apoios comunitários Portugal 2020 JORNADA GNV Apoios comunitários Portugal 2020 JORNADA GNV 26 Março 2014 Dina Ferreira, Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional, IP Novos contornos da Política de Coesão Cobertura Geográfica em PT TRÊS

Leia mais

Energia, investimento e desenvolvimento económico

Energia, investimento e desenvolvimento económico Energia, investimento e desenvolvimento económico Aníbal Fernandes ENEOP Eólicas de Portugal Mesa Redonda Energia Eólica ERSE, 10 Fevereiro 2010 Prioridades de política energética e benefícios económicos

Leia mais

O Solar- Térmico na Melhoria da Eficiência Energética. www.kleanenergie.c om www.selfenergysolu tions.eu 1

O Solar- Térmico na Melhoria da Eficiência Energética. www.kleanenergie.c om www.selfenergysolu tions.eu 1 O Solar- Térmico na Melhoria da Eficiência Energética www.kleanenergie.c om www.selfenergysolu tions.eu 1 Áreas de Actividade Fornecedor Equipamentos de Energias Renováveis a Escolas. Fornecedor Equipamento

Leia mais

Resultados PRIMEIRO SEMESTRE 2010. 30 Julho 2010. Do sucesso para novos desafios

Resultados PRIMEIRO SEMESTRE 2010. 30 Julho 2010. Do sucesso para novos desafios Resultados PRIMEIRO SEMESTRE 2010 30 Julho 2010 Do sucesso para novos desafios Envolvente de mercado Análise financeira Perfil exportador Inovação e partilha do conhecimento 2 Sinais de retoma mostram

Leia mais

Não é tarde demais para combater as mudanças climáticas O sumário do IPCC diz:

Não é tarde demais para combater as mudanças climáticas O sumário do IPCC diz: Sumário dos resultados-chave do Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, Grupo de Trabalho III de Mitigação de Mudanças Climáticas Bangkok, Maio de 2007 Não é

Leia mais

TRENDS AND FORECAST SERVICES FOR THE NEW ECONOMY

TRENDS AND FORECAST SERVICES FOR THE NEW ECONOMY TRENDS AND FORECAST SERVICES FOR THE NEW ECONOMY Triologia do Crescimento Inteligente: Investimento, Inovação e Política Industrial Sofia Santos CRESCIMENTO INTELIGENTE Inovação Investimento Política Industrial

Leia mais

América Latina. Diferentes oportunidades

América Latina. Diferentes oportunidades América Latina Diferentes oportunidades Casa da América Latina Missão: estreitar relações culturais, cientificas e económicas entre AL e Portugal e vice-versa. Fundada em 1998, como uma divisão da Câmara

Leia mais

A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES. Ana Paula Vitorino. por ocasião do

A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES. Ana Paula Vitorino. por ocasião do INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES Ana Paula Vitorino por ocasião do Workshop Livro Verde Para uma nova cultura de Mobilidade Urbana Hotel Sheraton Porto 18 de Fevereiro

Leia mais

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia.

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. PORTUGAL A INOVAR O Desafio do Desenvolvimento Regional AGENDA Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. Objectivos Plano Tecnológico, a resposta portuguesa

Leia mais

Paulo Zaragoza Pedro. III Faro Empreendedor 2013, 3 de Maio

Paulo Zaragoza Pedro. III Faro Empreendedor 2013, 3 de Maio Paulo Zaragoza Pedro III Faro Empreendedor 2013, 3 de Maio No final de Março de 2011 são conhecidos os vencedores do 3º Concurso de idéias de negócios CICAIXA 2010 promovido pela CGD e o CRIA da Universidade

Leia mais

Relatório de atribuição do Certificado off7. Observatório Português de Boas práticas Laborais

Relatório de atribuição do Certificado off7. Observatório Português de Boas práticas Laborais Relatório de atribuição do Certificado off7 Observatório Português de Boas práticas Laborais Ano: 2011 1. Índice 1. ÍNDICE... 2 2. SUMÁRIO EXECUTIVO... 3 3. INTRODUÇÃO... 5 4. MEDIR... 8 4.1. METODOLOGIA

Leia mais

PLANO DE CURSO. Formação para Profissionais. www.vantagem.com PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL

PLANO DE CURSO. Formação para Profissionais. www.vantagem.com PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL PLANO DE CURSO PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL Formação para Profissionais + 2.000 Cursos Disponíveis A Melhor e Maior Oferta de Formação em Portugal + 1.300 Cursos na

Leia mais

NECESSIDADE DE CONHECIMENTO DAS EMISSÕES NOS PROCESSOS PRODUTIVOS. Inventários de Emissões

NECESSIDADE DE CONHECIMENTO DAS EMISSÕES NOS PROCESSOS PRODUTIVOS. Inventários de Emissões NECESSIDADE DE CONHECIMENTO DAS EMISSÕES NOS PROCESSOS PRODUTIVOS Inventários de Emissões O QUE É UM INVENTÁRIO? Um inventário corporativo de emissões diretas e indiretas de gases de efeito estufa é a

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Agenda Digital Local Formação Smart Cities 29 de Outubro de 2013 estrutura da apresentação Conceito de Smart City para além da tecnologia Smart Cities

Leia mais

INFRAESTRUTURAS DE TRANSPORTE E MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL OPORTUNIDADES DO QUADRO ESTRATÉGICO COMUM 2014 2020 16 DE DEZEMBRO DE 2015 PONTE DE LIMA

INFRAESTRUTURAS DE TRANSPORTE E MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL OPORTUNIDADES DO QUADRO ESTRATÉGICO COMUM 2014 2020 16 DE DEZEMBRO DE 2015 PONTE DE LIMA INFRAESTRUTURAS DE TRANSPORTE E MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL OPORTUNIDADES DO QUADRO ESTRATÉGICO COMUM 2014 2020 16 DE DEZEMBRO DE 2015 PONTE DE LIMA ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO 1 - ESTRATÉGIA EUROPA 2020

Leia mais

Técnicas de recolha e análise de informação para caracterização e diagnóstico do contexto de intervenção

Técnicas de recolha e análise de informação para caracterização e diagnóstico do contexto de intervenção 6º CURSO DE MESTRADO EM REABILITAÇÃO DA ARQUITECTURA E DOS NÚCLEOS URBANOS 1º SEMESTRE Disciplina Economia, Sociedade e Território Aula de 12/1/2007 Manuela Mendes Técnicas de recolha e análise de informação

Leia mais

P L A N O D E A C T I V I D A D E S

P L A N O D E A C T I V I D A D E S Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo P L A N O D E A C T I V I D A D E S = 2008 = Janeiro de 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ACTIVIDADES A DESENVOLVER NO ANO DE 2008... 5

Leia mais

Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade

Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade XIV Reunión Anual Iberoamericana de Reguladores de la Energía Salvador - Bahía 28 a 30 de Abril de 2010 Vítor Santos Agenda 1. A Política Energética Europeia

Leia mais

Certificar para Ganhar o Futuro. Orador: Carla Pinto

Certificar para Ganhar o Futuro. Orador: Carla Pinto Certificar para Ganhar o Futuro Agenda APCER Quem Somos? Porquê Certificar para Ganhar o Futuro? Região da Beira Baixa como Mercado com Potencial Acções Previstas Quem Somos Início de actividade em 1996;

Leia mais