Contexto económico internacional

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2 1 ENQUADRAMento MACroeConóMICO

3 1 ENQUADRAMento MACroeConóMICO Contexto económico internacional O ano de 21 ficou marcado pela crise do risco soberano na Zona Euro e pela necessidade de ajuda externa à Grécia e à Irlanda. Enquanto no caso da Grécia esta necessidade foi em grande parte resultado do forte desequilíbrio das contas públicas, no caso da Irlanda foi consequência das dificuldades do sector financeiro afectando assim as respectivas contas públicas. A necessidade de apoio financeiro da União Europeia ( UE ) e do Fundo Monetário Internacional ( FMI ) a estas economias alimentou um receio de contágio às economias da periferia da Zona Euro, em particular a Portugal e Espanha. A revisão em baixa dos ratings soberanos dos países da periferia da Zona Euro e os receios sobre a deterioração da qualidade do crédito, tanto ao nível da dívida soberana como do crédito hipotecário, penalizaram o financiamento, verificando-se uma deteriorização das condições do mesmo, o acesso por parte dos governos, empresas e sector financeiro. Reflectindo a quebra de confiança dos investidores: (1) os spreads da dívida soberana a 1 anos da Grécia, Portugal e Espanha aumentaram 58, 321 e 162 pontos base, respectivamente, com os investidores a solicitarem yields de 11,3%, 7,% e 5,4% para cada país; (2) o spread dos credit default swaps dos índices itraxx Generic Corporations e Índices Financeiros aumentaram 29 e 12 pontos base em 21 para 15 e 177 pontos base, respectivamente, resultando no aumento do gap entre empresas e instituições financeiras; (3) o Euro registou uma depreciação de 6,7% face ao dólar ao longo de 21, cotando-se em Eur/USD 1,336, e (4) os mercados de capitais da Zona Euro estiveram também sob pressão, particularmente os da periferia da Zona Euro (CAC4, IBEX-2 e PSI2 desvalorizaram 3,3%, 17,4% e 1,3%, respectivamente). Em contraste, reflectindo o desempenho favorável da economia Alemã, o DAX valorizou 16,1% em 21 e teve um impacto positivo no Eurostoxx 6, que valorizou 8,8% em 21. Crescimento do PIB (%) 9,6 9,1 1,3 7,5, 5,1 3,9 2,9 1,7,5 -,2-1,2-2,6-4,1-5,2 EUA ZONA EURO CHINA BRASIL JAPÃO Fonte: IMF, Institutos Nacionais de Estatistica 16 PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21

4 Apesar da instabilidade acima referida, 21 foi também marcado por uma melhoria do desempenho económico face a 29. O PIB cresceu 3,6% na Alemanha, 1,7% na Zona Euro e 2,9% nos E.U.A, reflectindo um impacto tardio dos estímulos dados através de políticas económicas e monetárias na procura doméstica e, especialmente, nos fluxos de comércio internacional. Neste contexto, em 21, o Dow Jones, Nasdaq e S&P5 valorizaram 11,%, 16,9% e 12,8%, respectivamente. Este desempenho beneficiou também de uma posição expansionista da política monetária da reserva federal Americana. As maiores economias emergentes mantiveram a sua dinâmica de crescimento sólido, registando um crescimento de 1,3% e 7,5% na China e no Brasil, respectivamente. Spreads das yields dos títulos de dívida pública a 1 anos vs. Alemanha, economias seleccionadas (pb) Pontos base GRÉCIA IRLANDA PORTUGAL ITÁLIA ESPANHA OUT. 27 ABR. 28 OUT. 28 ABR. 29 OUT. 29 ABR. 21 OUT. 21 Em 21 a inflação tornou-se uma forte preocupação, particularmente no final do ano, devido à expectativa de aumento da procura global que levou ao aumento dos preços das matérias-primas. Em 21 o preço do petróleo (Brent Oil) aumentou 18,7% para 92,5 dólares por barril. Adicionalmente, algumas restrições da oferta, em parte relacionadas com condições meteorológicas adversas, tiveram também impacto neste aumento de preços. Em 21, o índice de commodities (Jefferies TR/J CRB commodity excess return index) aumentou 15,8% face ao mesmo período do ano anterior. EVOLUÇÃO DOS PRINCIPAIS ÍNDICES BOLSISTAS EM 21 9,% 11,% 12,8% 16,1% 16,9% 1,% 3,% -3,3% -1,3% -17,4% IBEX PSI2 CAC BOVESPA DJ TELECOM FOOTSIE DOW JONES S&P 5 DAX NASDAQ PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21 17

5 1 ENQUADRAMENTO MACroeCONÓMICO Contexto económico internacional Brent Índice Commodities 14 BRENT 12 1 Pontos base USD/ Barril ÍNDICE COMMODITIES Estados Unidos da América Num cenário de grande incerteza e após uma contracção de 2,6% do PIB em 29, a economia Norte- Americana cresceu 2,9% em 21. No 1S1, este desempenho resultou principalmente de uma marcada política económica expansionista seguida pelo governo e pela Reserva Federal Americana após a recessão de 29, que incluiu: (1) a aquisição de títulos pela Reserva Federal; (2) um novo programa para a aquisição de treasuries de maturidades longas, no montante de 6 mil milhões de dólares, com o objectivo de manter um ambiente de baixas taxas de juro de longo prazo, e (3) novos incentivos fiscais à procura interna, incluindo o prolongamento dos pacotes existentes, numa verba superior a 8 mil milhões de dólares. Estas medidas foram mais sentidas no final de 29 e no 1º semestre de 21. Apesar deste esforço, durante o 1º semestre de 21, a persistência de uma elevada capacidade produtiva excedente e uma relativamente alta, embora em declínio, taxa de desemprego (9,5% da população activa no final do 1º semestre de 21) contribuíram para um ambiente de decrescimento e inflação baixa. No inicio do Verão, o receio de ocorrência de uma nova recessão e dos riscos acrescidos de uma conjuntura de deflação tornaram-se mais visíveis. No 2º semestre de 21, as medidas tomadas pelas autoridades públicas levaram a uma inversão do sentimento negativo do mercado, embora tenham criado algum receio de futuras pressões inflacionistas dada a manutenção de uma política monetária expansionista. Esta tendência foi consolidada durante o semestre enquanto os indicadores económicos mais relevantes sugeriam a redução da probabilidade de uma dupla recessão e de uma conjuntura de deflação. Até ao fim de 21, e contra uma evolução favorável dos resultados das empresas, tanto no 18 PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21

6 sector financeiro como no sector não financeiro, houve uma maior propensão dos bancos Norte- Americanos para financiarem o sector empresarial. Neste contexto, o PIB Norte-Americano registou um crescimento anualizado de 2,6% e de 3,2% no 3º trimestre de 21 e no 4º trimestre de 21, suportado pelo consumo privado (crescimento anualizado de 4,4% no 4º trimestre de 21). EUR/ USD 1,7 1,6 1,5 1,4 EUR / USD 1,3 1,2 1,1 1,9, União Económica e Monetária Zona Euro Durante 21 a economia na Zona Euro consolidou uma recuperação iniciada no 2º semestre de 29, marcando o fim da recessão que começou no 2º trimestre de 28. Em 21, o PIB aumentou 1,7%, face ao mesmo período do ano anterior, após uma contracção de 4,1% em 29, face ao mesmo período do ano anterior. Esta melhoria do desempenho foi devida a : (1) um forte desempenho das exportações, beneficiando da dinâmica dos fluxos de comércio internacional e, em particular, da procura oriunda das economias emergentes, que exerceu um efeito bastante favorável na produção industrial; (2) uma melhoria do consumo privado, e (3) um declínio mais moderado do investimento seguido por uma melhoria dos níveis de confiança e da normalização das condições de financiamento nas principais economias. procura externa zona euro INDEX (PONTOS) PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21 19

7 1 ENQUADRAMENTO MACroeCONÓMICO Contexto económico internacional No entanto, a recuperação económica na Zona Euro não foi uniforme, demonstrando uma heterogeneidade evidente entre os seus Estados-membros. Foi notável o desempenho da economia Alemã, que cresceu 3,6% em 21 face ao mesmo período do ano anterior, obtendo o crescimento mais acelerado desde a sua reunificação, com uma forte contribuição das exportações e do investimento em equipamento. Este desempenho favorável contrasta com a desaceleração, ou mesmo contracção, registada pelas economias periféricas da Zona Euro como a Grécia (-4,5% face ao mesmo período no ano anterior), a Irlanda (-,5% face ao mesmo período no ano anterior) e a Espanha (-,1% face ao mesmo período no ano anterior), em resultado de um esforço, em curso, de consolidação fiscal nestes Estados membros. No plano dos preços, a taxa de inflação média anual foi de 1,4%, após registar,3% em 29, um aumento que foi originado principalmente pelos componentes de energia, transportes e alimentação. No entanto, a taxa de inflação subjacente, que exclui os componentes referidos, registou um decréscimo face ao ano anterior, reflectindo a ausência de pressões inflacionistas, algo patente também na elevada capacidade instalada não utilizada e no aumento da taxa de desemprego, que ficou nos 1% da população activa. Neste contexto, o Banco Central Europeu manteve inalterada, durante todo o ano, a taxa de juro de referência em 1%, o nível a que se encontra desde Maio de 29, fornecendo simultaneamente uma ampla liquidez ao sistema bancário e participando, ocasionalmente, no mercado secundário de títulos de dívida pública, visando reduzir as tensões observadas em alguns mercados, particularmente nos Estados periféricos. TAXAS REFI E EURIBOR ZONA EURO (%) 5,5 5, 4,5 4, 3,5 % 3, 2,5 2, 1,5 1,,5 EURIBOR A 6 MESES EURIBOR A 3 MESES EURIBOR A 1 MÊS REFI, JAN.7 JUL.7 JAN.8 JUL.8 JAN.9 JUL.9 JAN.1 JUL.1 2 PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21

8 Actividade económica nas principais geografias onde a PT está presente Portugal O ano de 21 ficou marcado pela deterioração das condições financeiras da economia Portuguesa, em resultado da maior aversão ao risco dos investidores face à periferia da Zona Euro e, sobretudo, na sequência de um downgrade da República Portuguesa, em dois graus para A-, levado a cabo em Abril de 21 por uma das agências de rating. O spread dos títulos de dívida pública a 1 anos, face ao benchmark Alemão, subiu 296 pontos base para 364 pontos base, decaindo ligeiramente após atingir um máximo de 46 pontos base em meados de Novembro de 21. Estas condições adversas também se propagaram para o sector empresarial da economia, tanto financeiro como não financeiro. Apesar de uma situação sólida a nível de solvabilidade, os bancos Portugueses enfrentaram algumas restrições de financiamento, facto que levou ao ajustamento das condições de financiamento da actividade económica interna. Apesar deste contexto adverso, a economia Portuguesa registou um crescimento anual de 1,4% em 21, acima das expectativas, beneficiando, em particular, do dinamismo das exportações que mais do que compensou a evolução adversa do consumo e do investimento no 2º semestre de 21. Este desempenho contrasta, favoravelmente, com outras economias periféricas, nomeadamente com Espanha, Irlanda e Grécia, o que reflecte o facto da procura interna em Portugal não ter sido afectada por efeitos-riqueza negativos associados a fortes correcções do mercado imobiliário. No contexto de crise do risco soberano da Zona Euro, a política fiscal em 21 incluiu a adopção de medidas restritivas, destinadas a reduzir o deficit de 9,3% do PIB em 29 para 4,6% do PIB em 211. Estas medidas incluíram um aumento da carga fiscal, particularmente nos impostos sobre o rendimento e sobre o consumo (aumento do IVA de 2% para 21% em Julho de 21 e de 21% para 23% a partir de Janeiro de 211). Do lado da despesa estão também a ser implementadas várias medidas: (1) redução de salários na função pública; (2) congelamento das admissões na administração pública; (3) cortes nas despesas sociais, e (4) cortes no investimento. Em 21, o défice das administrações públicas reduziu-se para um valor em torno dos 6,9% do PIB, um desempenho melhor que a estimativa inicial de 7,3%. Em 21, a dívida pública subiu de 76.1% para 82.1% do PIB, mantendo-se abaixo da média da Zona Euro, de 84,1% do PIB. O aumento da taxa média de desemprego de 9,5% para 1,8% da população activa em 21 e a perspectiva de menos rendimento disponível penalizou a confiança dos consumidores levando a uma desaceleração na procura interna na parte final do ano. No entanto, no conjunto de 21, o consumo privado cresceu cerca de 2,%, reflectindo também, de alguma forma, a antecipação das decisões de consumo devido ao aumento planeado do IVA. Em termos médios anuais, a inflação no consumo passou de menos,8% para 1,4%, observando-se uma aceleração mais visível dos preços nos últimos meses do ano, sobretudo em função da subida dos preços da energia. A taxa de inflação atingiu 2,5% em Dezembro de 21. O ambiente adverso da procura interna e externa, os elevados níveis de incerteza e as condições mais restritivas de financiamento levaram a uma queda do investimento de perto de 5,6% em 21, não apenas da administração pública mas também das famílias e empresas. As exportações registaram um crescimento de cerca de 8,7%, suportado pelas exportações associadas à indústria transformadora, que beneficiaram da recuperação da procura e da actividade industrial a um nível global e que também se reflecte nos principais parceiros comerciais de Portugal. O desempenho favorável das exportações e o progressivo ajustamento da procura interna, que reduz as exportações, contribuíram para a redução do défice externo. Em 21, o saldo conjunto das balanças, corrente e de capital, que reflecte as necessidades líquidas de financiamento da economia, reduziu-se de 1,1% do PIB em 29 para 8,7% do PIB em 21. O processo de desalavancagem em curso na economia Portuguesa foi também visível no recuo do stock de responsabilidades externas líquidas, de 111,1% do PIB em 29 para 18,5% em 21. PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21 21

9 1 ENQUADRAMENTO MACroeCONÓMICO Actividade económica nas principais geografias onde a PT está presente Principais indicadores económicos Taxas de crescimento real (%), excepto quando indicado E PIB -,9 1,6,8 1,4 2,4, -2,5 1,4 Consumo Privado -,2 2,7 1,7 1,8 2,5 1,8-1, 2, Consumo Público,4 2,4 3,3 -,7,5 1,1 3,4 3,2 Investimento -7,9 3,7 -,9 -,6 2, -,5-14, -5,6 Exportações 3,6 4,1,2 11,6 7,6 -,3-11,6 8,7 Importações -,5 7,6 2,3 7,2 5,5 2,8-1,6 5,3 Inflação (IPC) 3,3 2,4 2,3 3,1 2,5 2,6 -,8 1,4 Saldo Orçamental (% do PIB) -3, -3,4-5,9-4,1-2,8-2,9-9,3-6,9 Dívida Pública (% do PIB) 55,1 56,5 61,7 63,9 62,7 65,3 76,1 82,1 Desemprego (% da população activa) 6,4 6,7 7,6 7,7 8, 7,6 9,5 1,8 Saldo Bal. Corrente e Capital (% do PIB) -4,1-6, -8,2-9,1-8,9-11,1-9,4-8,7 Fontes: INE, Banco de Portugal, Ministério das Finanças, Comissão Europeia, OCDE, ES Research. Brasil A economia Brasileira cresceu 7,5% em 21, sobretudo devido ao elevado dinamismo da procura interna. A inflação ficou nos 5,9% no final de 21, reflectindo: (1) a capacidade excedente quase esgotada; (2) o aumento nos preços das commodities, e (3) o reajustamento dos preços do sector dos serviços em resposta ao dinamismo da procura interna. Neste contexto, o Banco Central decidiu ajustar o benchmark das taxas de juro a partir de Abril de 21, revertendo parte do estímulo monetário introduzido após a crise financeira de 28. A taxa SELIC aumentou assim de 8,75% para 1,75%. BRL/USD, BRL/EUR e spread dos CDS 5 anos (pb) USD/ BRL (RHS) 5Y CDS (LHS) EUR/ BRL (RHS) 4, 3,5 Spread CDS , 2,5 2, USD/ BRL; EUR/ BRL ,5 Em 21, o real valorizou em relação ao dólar de 1,74 USD/BRL para 1,66 USD/BRL. Este desempenho foi principalmente devido: (1) a uma perspectiva de crescimento economico sólida, e (2) ao aumento nas taxas de juro de benchmark. Tudo isto traduziu-se, não só num aumento do investimento externo liquido, mas também num aumento do volume das reservas internacionais, que no final do ano eram perto de 3 mil milhões de dólares, um valor bastante superior à divida externa total (pública e privada) do país, consolidando assim a posição liquida de credor da economia Brasileira. Em resumo, em 21, o Brasil consolidou-se como uma região económica de crescente importância no panorama global. Os últimos dois anos demonstraram que o Brasil tem fundamentais económicos que permitem superar panoramas económicos difíceis com menos dificuldades do que no passado. 22 PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21

10 Angola Depois da forte desaceleração observada em 29, com o PIB a cair de 5,6% para 2,5%, o conjunto das economias Africanas registaram uma recuperação significativa. Este desempenho favorável foi sobretudo assente na melhoria da conjuntura dos mercados das commodities, em particular ao nível da energia. Os países exportadores de petróleo da África Subsaariana, incluindo Angola, Camarões, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Gabão e Nigéria registaram um crescimento acima dos 6%, alavancado no preço do petróleo e na crescente procura, em parte baseada na Ásia emergente. CRESCIMENTO PIB E DOS SECTORES NÃO PETROLÍFEROS PIB SECTOR NÃO PETROLÍFERO % P Fonte: FMI, Bloomberg No caso especifico de Angola, a aceleração da actividade económica em 21 foi baseada no aumento das receitas do petróleo e no aumento do dinamismo dos sectores não energéticos (construção, serviços, agricultura, etc.). Este desempenho foi conseguido num contexto de uma política fiscal mais restritiva. Em 21, a economia Angolana cresceu ligeiramente acima dos 2%, demonstrando uma aceleração comparada com a observada em 29 (,7%). A evolução dos preços, em 21, foi condicionada por: (1) a estabilidade do Kwanza Angolano em relação ao dólar Norte-Americano, mesmo seguindo as decisões das autoridades monetárias para abandonar o câmbio para o dólar (USD/AOA teve uma flutuação entre 9-94), o que levou à depreciação em relação ao Euro; (2) o desempenho dos preços da alimentação, e (3) o aumento dos preços internacionais de commodities, que também exerceram uma forte influência na taxa de inflação. Neste contexto, a taxa média anual da inflação aumentou para ligeiramente acima dos 15% em 21. Em termos de política monetária, e pela primeira vez em dois anos, o Banco Nacional de Angola reduziu a taxa de juro que cobra aos bancos comerciais para empréstimos de curto-prazo, procurando apoio para estimular a actividade económica. Em 21, a taxa de redesconto caiu 5pp para 25%. AOA/ USD E EUR/ AOA EUR/AOA and USD/AOA EUR/AOA USD/AOA PORTUGAL TELECOM RELATÓRIO & CONTAS CONSOLIDADAS 21 23

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