Manejo de Pastagens e Suplementação na Pecuária. Ari José Fernades Lacôrte Engenheiro Agrônomo MS

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2 Manejo de Pastagens e Suplementação na Pecuária Ari José Fernades Lacôrte Engenheiro Agrônomo MS 2

3 PECUÁRIA NO MUNDO GRAFICO 1: REBANHO MUNDIAL EM ,1 17,8 26,5 29,9 51,2 87,0 96,5 138,90 281,9 169,8 INDIA BRASIL CHINA EUA UE (27) ARGENTINA AUSTRÁLIA MEXICO RUSSIA OUTROS FONTE: ANUALPEC

4 PERFIL DA PECUÁRIA BRASILEIRA ITEM POPULAÇÃO (MM) 177,8 179,8 181,9 184,0 186,7 190,3 192,5 REBANHO (MM) 176,1 175,1 169,9 167,5 169,8 173,2 176,6 DISPONIBILIDADE (cab/capta) 0,99 0,97 0,93 0,91 0,91 0,91 0,92 VACAS DE LEITE (MM cab) 16,9 16,6 15,5 15,1 15,5 15,8 16,1 ABATE (MM CAB) 41,3 44,3 47,1 42,1 38,9 40,1 41,2 DESFRUTE (% REB) 23,3 25,3 27,7 25,1 22,9 23,1 23,3 LEITE (Bilhões, L /ano) 20,3 20,9 21,4 22,6 22,4 22,9 CONSUMO CARNE (kg/ano) CONSUMO DE LEITE (kg/ano) 34,0 35,0 36,0 31,0 28,0 32,0 32,0 71,7 74,5 75,6 55,3 57,2 - - FONTE: ANUALPEC

5 PERFIL DA PECUÁRIA BRASILEIRA item % POPULAÇÃO (MM) 177,8 179,8 181, ,7 5% REBANHO (MM) 176,1 175,1 169,9 167,5 169,8-4% DISPONIBILIDADE (cab/capta) VACAS DE LEITE (MM cab) 0,99 0,97 0,93 0,91 0,91 16,9 16,6 15,5 15,1 15,5-8% -8% ABATE (MM CAB) 41,3 44,3 47,1 42,1 38,9-6% DESFRUTE (% REB) 23,3 25,3 27,7 25,1 22,9-2% LEITE (Bilhões, L /ano) CONSUMO CARNE (kg/ano) CONSUMO DE LEITE (kg/ano) 2,4 2,9 3,9 4,2 4, ,7 74,5 75,6 55,3 57,2 71% -18% -20% FONTE: ANUALPEC

6 EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA GRAFICO 2: EXPORTAÇÕES (SALDO) EM US$ MM $5.000 $4.000 $3.000 $2.000 $1.000 $

7 PECUÁRIA NO ESTADO DE SÃO PAULO ANO REBANHO (MM cab) 11,6 11,2 10,4 9,6 9,1 8,9 8,8 ABATE (MM cab) 4,8 5,1 5,2 4,7 4,1 3,8 3,8 DESFRUTE (%) VACAS DE LEITE SP (MM de cab) VACAS DE LEITE DE SP/BRASIL (%) PROD BR (L/cab/dia) PROD SP (L/cab/dia) 1,3 1,2 1,1 1,0 1,0 0,9 1, ,4 4,7 5,1 5,6 5,4 5,3 5,4 3,8 4,1 4,5 5,1 4,9 4,8 5,0 7

8 PECUÁRIA NO ESTADO DE SÃO PAULO REBANHO (MM cab) 11,6 11,2 10,4 9,6 9,1 8,9 23% ABATE (MM cab) 4,8 5,1 5,2 4,7 4,1 3,8 21% DESFRUTE (%) % VACAS DE LEITE SP (MM CAB) VACAS DE LEITE DE SP/BRASIL (%) 1,3 1,2 1, , % 25% PROD BR (L/cab/dia) 4,4 4,7 5,1 5,6 5,4 5,3 20% PROD SP (L/cab/dia) 3,8 4,1 4,5 5,1 4,9 4,8 26% 8

9 PREÇOS MÉDIOS DO BOI GORDO ESTADO DE SÃO PAULO 160,00 140,00 120,00 100,00 80,00 60,00 40,00 20,00 0,00 Fonte :www.agroeconomica.com.br 9

10 R$/CABEÇA PREÇOS MEDIO MENSAL DO BEZERRO NO ESTADO DE SÃO PAULO 1200, ,00 800,00 600,00 400,00 200,00 0,00 jan/90jan/91jan/92jan/93jan/94jan/95jan/96jan/97jan/98jan/99jan/00jan/01jan/02jan/03jan/04jan/05jan/06jan/07jan/08jan/09jan/10 MES E ANO Fonte :www.agroeconomica.com.br 10

11 PREÇOS NA PECUÁRIA DE LEITE 0,7 GRAFICO 5: PREÇO MEDIO DO LEITE C ESP 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,

12 HISTORICO DO FOMENTO DA PECUÁRIA Viagem a Vale do Rosário - novembro/2.003 Estudo Boitel Cosan- jan /2.004 I, II e III Curso de Gestão Agroeconômica na Pecuária de Corte, setembro/2.005 e Julho/2.007 e abril de Coplac Agosto/2.007 Boitel Coplacana- Julho /2.008 Viagem ao EUA-Texas- Outubro/2.008 Lançamento Coplasal- Dezembro /2.008 Projeto PECUÁRIA EM FOCO Janeiro/

13 BOITEL COPLACANA 13

14 BOITEL COPLACANA 14

15 COPLAC 15

16 Parceira Coplacana + Bellman

17 Coplasal Boi

18 Coplasal 60

19 Coplasal 80

20 Coplasal Ovinos

21 Coplasal Equinos

22 22

23 AMBIENTE DA PECUARIA DE CORTE E LEITE FRONTEIRA AGRÍCOLA COMPETIÇÃO COM OUTRAS ATIVIDADES. MUDANÇAS TECNOLÓGICAS PRESSÃO AMBIENTAL PRESSÃO NOS PROCEDIMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA DIMINUIÇÃO DAS ÁREAS PARA PASTAGENS AUMENTO DA PRODUTIVIDADE: EXIGÊNCIA PARA SE MANTER COMPETITIVO 23

24 EXIGENCIAS NUTRICIONAIS DE BOVINOS (Kg/dia) ANIMAL PESO VIVO DESEMPENHO MS NDT PB BEZERRA (L) 200 Kg 0,5 Kg/dia 4,60 2,99 0,562 BEZERRO (C) 200 kg 0,5 kg/dia 6,00 3,5 0,580 VACA (L)* 400 kg 10 litros/dia (3,5% gordura) VACA (C) 400 Kg 1º terço da lactação 10,14 6,95 1,655 7,6 3,90 0,650 BOI MAGRO 350 Kg 1,1 kg/dia 9,9 5,9 1,2 * Perda de peso de 200 g/dia. 24

25 Consumo de matéria seca (MS) e proteina bruta (PB)/cabeça para recria e engorda de um bezerro de 150 a 450 kg de peso vivo (PV), correlação com ganho de peso diário (GPD) e o tempo gasto. GPD (Kg/cab/dia) TEMPO (dias) TEMPO (anos e meses) CONSUMO (Kg de MS) CONSUMO (Kg de PB) 0, a 4 m , a 8 m , a 2 m , m FONTE: Adaptado de Blaser e Paulino,

26 IMPORTÂNCIA DAS PASTAGENS vs DESEMPENHO TABELA 6: PRODUTIVIDADE E USO DE PASTAGENS TIPO DE GADO PARTICIPAÇÃO % DAS PASTAGENS TIPO DE GADO Leite (8 l) 100 Corte (> 3 anos) Leite (8 a 15 l) 70 Corte (ate 2 anos) PARTICIPAÇÃO % DAS PASATAGENS Leite (15 a 30) 50 Corte ( até 16 meses) 54 26

27 POTENCIAL PRODUTIVO DAS PASTAGENS PRODUTIVIDADE POTENCIAL DAS PASTAGENS. FORRAGEM BRACHIARÃO DECUMBENS ANDROPÓGON TANZÂNIA PRODUTIVIDADE TONELADAS DE MO / HA 40 a a a a 112 TONELADAS DE MS / HA 10 a a 18 8 a a 28 27

28 ASPECTOS QUANTITATIVOS B. humi SAZONALIDADE DA PRODUÇÃO DAS FORRAGENS B. Ruziziensis 25 P. Maximum Tonelada de MO/ha Meses Fonte: Adaptado de Barioni e Outros (2.003) 28

29 Catanduva-SP 29

30 EVOLUÇÃO DOS CULTIVARES DE PANICUM MAXIMUM FORRAGEM Colonião Tanzânia Tobiatã Mombaça PRODUTIVIDADE (MO, t/ha) PRODUTIVIDADE MS,FOLHAS (t/ha) % Crescimento seca 3,4 10, Fonte: Jank, Liana, 12o Simpósio de Pastagens, Esaq-USP 30

31 BALANÇO ALIMENTAR DE FORRAGEM NO VERÃO E INVERNO PRODUTIVIDADE : 9 t MS/Ha ou 45 t de MF/ha/ano (20% de MS, 50% de ef. Pastejo + perdas, animal de 450 kg de PV= 12 kg de MS/dia) ITEM MÊS Disponibilidade (T de MS /Ha) Demanda (T de MS/CABEÇA) SETEMBRO A ABRIL (8 meses) MAIO A AGOSTO (4 meses) TOTAL 3,6 0,900 4,50 2,8 1,44 4,24 Balanço 0,8 0,540 0,26 31

32 ASPECTOS QUALITATIVOS Gráfico 8:Variação do teor de PB ( % da MS) de acordo com a idade DECUMBENS RUZIZIENSES COLONIÃO 4 2 Fonte: Pereira e Matos Anais do 11 0 simpósio de pastagens da ESALQ-USP 0 30 dias 60 dias 90 dias 32

33 VARIAÇÃO SAZONAL GANHO DE PESO DIÁRIO (GPD) EM NOVILHOS EM PASTEJO DE ACORDO COM A ÉPOCA DO ANO (KG/CAB/DIA) GRAMINEA GPD NOV GPD FEV GPD MAIO GPD SET GPD MEDIA ANUAL Colonião 1,2 0,72 0,370 (0,166) 0,373 Tobiata 1,15 0,893 0,281 (0,312) 0,380 Potiporã 1,11 0,959 0,255 (0,192) 0,398 Marandu 1,11 0,6 0,460 (0,140) 0,272 Decumbens 0,78 0,571 0,380 (0,490) 0,254 Fonte: Euclides (1.989) citado por Zanine (2.007) 33

34 NOMENCLATURA UTILIZADA EM PASTAGENS UA : Vaca de 450 kg de peso vivo com bezerro ao pé. Taxa de Lotação (TXL): número de animais (ou UA) por unidade de área total. DL ou TXLinstantânea: No de aninais ou UA por área efetivamente pastejada, pe, um piquete, é uma medida instantânea. Indice de área foliar: IAF (% de intercepção de luz) Eficiência de Pastejo: % da forragem disponível consumida Pressão de Pastejo: é a relação instatanea entre quantidade de PV e OF. kg de Peso Vivo /kg de Forragem em Materia Seca (tempo determinado ) 34

35 CONCEITOS ENVOLVIDOS NO CRESCIMENTO DAS PASTAGENS Crescimento das pastagens tem padrão sigmoide, com 3 fases na Taxa de Acúmulo de Forragem após intensa desfolha: 1a fase IAF baixo, Taf baixo 2a fase- IAF maior, Taf Crescente. 3a fas- IAF se estabiliza, Taf constante = senescência. (Brougham, 1955, Vilella 1975) 1) Nível de reservas energéticas, 2) meristemas de crescimento 3) Iníce de Area Foliar (2 e 3 conceitos incorporados ao Modelo de Rebrota ) (Gomide, Corsi e outros 1997) Intensidade e frequência de desfolha (pastejo) é decisivo. 35

36 CARACTERÍSTICAS DAS PASTAGENS E COMPORTAMENTO DO PASTEJO Teor de MS é muito variável, de acordo com a idade e a época do ano (20 a 45% de MS). Consumo voluntário cai com a disponibilidade menor. Em média após a desfolha, após 5 dias se estabelece uma nova rebrota (Boin, 2.000). O Dossel forrageiro na altura do pastejo é bastante variável. Os animais tem capacidade de selecionar o que comem Em pastejo contínuo (PC) tem mais chance de selecionar a ingestão quando comparado ao Pastejo Rotacionado. 36

37 Quantidade de MS ingerida pelo animal é expressa em relação ao seu peso vivo, variando de 1,5 a 3 % do PV (Consumo Proporcional). Consumo voluntário: principal fator determinante do desempenho animal, 70% das variações do desempenho a pasto são explicados por variações no consumo e 30% são explicados por variações na digestibilidade da forragem. (Pedreira, 2.005) O consumo voluntário é proporcional a qualidade e a disponibilidade de forragem. Qualidade: < 7% de PB na dieta, queda ef. rumen Quantidade: < kg de MS/ha, limita o pastejo 37

38 PLANEJAMENTO DO PASTEJO Relevo. Fertilidade do solo. Planejamento do rebanho (evoluçao do rebanho) Aguadas naturais. Divisão de pastagens Investimento áreas de descanso (água e cercas). Formação do lotes de manejo. Intensidade de manejo (lotação)/uso de adubo. Suplementação e/ou confinamento. Especie Manejo (Continuo ou Rotacionado) 38

39 RELEVO TABELA 12: EFEITO DA DISTÂNCIA E DECLIVIDADE EM PASTEJO DISTÂNCIA DECLIVIDADE GPD ( gramas/dia) 5% % % PRODUÇÃO DE LEITE (Kg/vaca/dia) 5% 21,4 20,9 19,7 10% 21,2 20,5 19,9 20% 20,9 19,7 17,3 39

40 TABELA 14: PERÍODO DE OCUPAÇÃO E NO DE PIQUETES PERÍDO DE DESCANSO (dias) PERÍODO DE OCUPAÇÃO (pastejo em dias) No de piquetes

41 41

42

43 43

44 PERIODOS DE DESCANSO E ALTURAS DE CORTE NO MANEJO ROTACIONADO TABELA 13: PERIODO DE DESCANSO e ALTURA RESIDUAL DE PASTEJO FORRAGEM PERÍODO DE DESCANSO (dias) ALTURA RESIDUAL DO CAPIM (cm) PANICUM BRACHIÁRIAS CYNODON No de Piquetes = (período de descanso/período de ocupação)+1 44

45 EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO A PASTO Em pastagens de baixa qualidade no inverno pequenas quantidades de energia e N aumentam a digestão e o consumo de forragem. A suplementação proteica resulta num aumento da população microbiana do rúmen resultanto num aumento da digestibilidade e no consumo de MS e energia. Aumento do desempenho animal em função do efeito direto do suplemento (fornecimento de proteina, energia e demais nutrientes) e devido a melhor digestão da forragem. Proteina suplementar é absorvida no trato digestivo posterior (proteina by-pass) estimula o aumento do consumo de forragem pela ativação do metabolismo animal P L A N O C O N S U L T O R I A 45

46 TIPO DE SUPLEMENTAÇÃO A PASTO Conceitos técnicos dos suplementos na pecuária. Suplemento Perfil Consumo Cocho Objetivos Proteinado de baixo consumo Exemplo Lambisk S Lambisk S Lambisk P Lambisk M (repr) 40 a 60% de PB uréia e farelos proteicos proteicos de verão tem PB menor pois tem menos uréia. 1 a 2 g/kg de peso vivo Ou 0,2 a 0,5% do PV Bezerro = 0,300 g/dia 10 a 12 cm/cabeça Aumento de até 20% do desempenho verão e inverno Ganhos moderados ou médios (0,250 a 0,400 kg/cab/dia) ou manutenção de peso vivo de animais adultos 46

47 Conceitos técnicos dos suplementos na pecuária (continuação ) Suplemento Perfil Consumo Cocho Objetivos Proteinado de alto consumo (protéico-energético) Exemplo Bellpeso SV (corte) Bellmina Pasto (leite) 25% de PB 60% de NDT 3 a 5 g/kg de PV ou 0,6 a 1,2% do PV Boi magro = 1,6 kg/cab/dia 40 a 60 cm /cabeça Engorda ou recria acelerada Vacas de leite pode ser fornecido na ordenha 47

48 Conceitos técnicos dos suplementos na pecuária (continuação 2) Suplemento Perfil Consumo Cocho Objetivos Concentrados (rações) + Pasto Exemplos Bellpeso Energia Ração Coplacana PB 18% NDT 75% 1 a 1,2% do PV + pasto 40 a 60 cm Confinamento semi ou recria acelerada de novilhas 48

49 BENFÍCIO CUSTO DA SUPLEMENTAÇÃO Arroba = R$ 81,00 p ou 78,57 vista Leite= R$ 0,79/litro SUPLEMENTO CONSUMO CUSTO MES PRODUÇÃO RECEITA RESULTADO LAMBISK-S R$ 28,53/30 Kg BELLMINA PASTO R$ 31,40/30 Kg 0,270/g/dia 1,5 KG/dia R$ 7,70 R$ 47,10 0,300 KG/ACB/DIA /mês R$ 23,57/MES 3 l/dia 90 litros/mês R$ 71,10 Lucro de R$ 15,87/mês Lucro de R$ 24,00/mês 49

50 COMENTÁRIOS FINAIS Manejo de pastagem exige planejamento do rebanho de curto e longo prazo O uso de suplementação com concentrado e outras técnicas como confinamento deve ser estudada como ferramenta complementar ao manejo de pastagem e desempenho do rebanho O auxílio da assitência técnica é importante ferramenta no planejamento do manejo e na transformação de conceitos em ferramentas práticas. 50

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