Implementação de Projetos de Integração Versão 2.0 / Dez 2012

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1 Implementação de Projetos de Integração Versão 2.0 / Dez 2012 DSI-Arquitectura Aplicacional DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 1 de 34

2 Controlo de Versões 0,12 Actualização de versões de software Rui Miguel (DSI) 0,13 Actualização de versões de software Filipe Pateiro (Tibco) 0,14 0,15 0,16 0,17 Actualização de documento. Novos templates e processos Actualização de documento. Novos templates e processos Alteração do template PIGENT020 em virtude da migração da BD de EH para Oracle Alteração do descritivo do PIGENT012 e inclusão dos documentos de suporte BAM. Actualização da matriz de documentos a entregar Rui Miguel (DSI) Rui Ventura (DSI) Rui Miguel (DSI) Rui Ventura (DSI) 0,18 Integração dos processos ETL Rui Miguel (DSI) 0,19 Adaptação do documento à imagem GALP Rui Ventura (DSI) 0.20 Inclusão da obrigação, aquando da alteração de serviços TIBCO que estejam em versões anteriores, de migrar os mesmos para a framewok mais actual Rui Ventura (DSI) 2.0 Inclusão de capítulo sobre o BAM Rui Miguel (DSI) DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 2 de 34

3 Direitos Autorais Documento inédito com todos os direitos reservados. A inscrição COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA foi atribuída a este documento para, em caso de publicação acidental, proteger os direitos da Galp Energia SA. Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sob qualquer forma, inclusive fotocópia ou transmissão electrónica para qualquer computador, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. Confidencialidade As informações contidas neste documento são confidenciais e da propriedade exclusiva da Galp Energia SA, não podendo ser utilizadas, divulgadas, ou cedidas a terceiras partes, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 3 de 34

4 Table of Contents 1 Introdução Arquitectura Introdução Arquitectura EAI COM Common Object Model UBL Universal Business Language Messaging Desenho e Desenvolvimento Cuidados a ter com o desenho TIBCO Framework de Desenvolvimento SmartMapper Ambientes ETL Framework de Desenvolvimento Ambientes BAM Business Activity Monitoring Introdução Logging de Actividade e Erros Introdução Implementação na Framework Codificação comum de códigos de Erro Schema de logging Business Keys Regras de roteamento Error handling Cockpit de Monitorização Documentação Introdução TIBCO Documentos referência Normas, standards e melhores práticas Guia de Integração Arquitectura Global Normas e Regras Standards Deployment Templates ETL Guia de Integração Normas e Regras Templates Software TIBCO - Versões de Software DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 4 de 34

5 8.2 ETL - Versões de Software DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 5 de 34

6 1 Introdução Este breve documento tem como objectivo apresentar um breve enquadramento das principais vertentes da arquitetura de integração existente na Galp Energia, de modo a facilitar futuros desenvolvimentos/projetos por parte de novos integradores. Os projetos com componentes de integração deverão seguir as diretivas definidas. Estas diretivas acompanham todo o ciclo de vida do projeto, desde a identificação da necessidade até ao seu deployment em produção. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 6 de 34

7 2 Arquitectura 2.1 Introdução Na Galp Energia são utilizados maioritariamente dois modos de integração de aplicações: EAI ETL (Extract, Transform and Load) O EAI é a plataforma de integração mais abrangente em termos de funcionalidades e capacidades, e deverá ser utilizado quando: A transferência é de pequenas quantidades de informação (até 10 MB); Os requisitos de transformação de dados são médios/altos; As transferências de informação entre os sistemas são assíncronas (batch ou perto do real-time); Se processa conectividade entre múltiplas aplicações ou componentes de sistemas; Há integração de processos entre múltiplos sistemas; Há bi-direccionalidade no fluxo de dados entre aplicações; Há necessidade de robustez na infraestrutura de comunicações para garantir a entrega e integridade da mensagem; Há necessidade de melhorar as infraestruturas para que possam suportar capacidades de restart/recovery. No caso em que a integração utiliza grandes quantidades de dados, de vários sistemas heterogéneos, que seja necessário transformar esses dados e incorporá-los nas bases de dados das aplicações, seja em processos batch (massivos) ou em mesmo em tempo-real (embora as ferramentas de ETL não tenham, por definição, esse propósito), a opção deve passar pela utilização da ferramenta de ETL. Estas deverão ser utilizadas especificamente quando: A transferência é de médias/grandes quantidades de informação (> 10 MB); Os requisitos de transformação de dados são médios/altos; As transferências de informação são em batch; Se processa conectividade de múltiplas bases de dados a uma única arquitetura de base de dados; Não há necessidade de Integração de processos; Há uni-direccionalidade do fluxo de dados entre aplicações; Há necessidade de realizar operações de agregação a dados batch; Há necessidade de repositório de metadata; Não há capacidade de queuing para aumento da performance Para o caso de fluxos assíncronos, ambos os modos de integração deverão ser avaliados de forma a se identificar a opção que trará maiores benefícios. Só poderão ser utilizadas outras soluções de integração para situações muito específicas em que os dois métodos anteriormente identificados não consigam responder às necessidades. De qualquer forma, a opção de qualquer outra solução de integração terá sempre que ser justificada para validação da opção pela DSI. Os capítulos seguintes deste documento são direcionados para integração através de EAI, com exceção do capítulo de Logging que também se aplica ao ETL. 2.2 Arquitectura EAI A plataforma EAI da Galp Energia utiliza a tecnologia TIBCO, é orientada ao serviço, e foi desenhada de modo a privilegiar a composição e a reutilização, tendo um enfoque especial no loosely coupled. É baseada no conceito de domínio, tendo sido definidos 2 tipos de domínio: DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 7 de 34

8 Domínio Funcional Os domínios funcionais encapsulam aplicações para o EAI, agrupando-as segundo o tipo de informação que disponibilizam, isolando assim os sistemas finais através de uma camada lógica. Exemplo: Atualmente, o domínio funcional CRM da Galp contém Siebel, Siege e Silub. Domínio Corporativo Embora os domínios funcionais disponibilizem ações pré-definidas (get, insert, etc.) sobre as aplicações que agrupam, um sistema cliente não deverá saber quais os sistemas envolvidos quando um serviço EAI é invocado. O domínio Corporativo pode ser visto como uma camada que contém todos os serviços de todos os domínios, que estão disponíveis para qualquer sistema cliente. Também, qualquer orquestração de serviços funcionais será feita sempre a nível deste domínio. As aplicações cliente apenas podem invocar serviços do domínio Corporativo. SIEBEL Service A Service B Service C CRM Domain SIEGE Service A Service B SILUB Service C Service D CORP Domain Service E SAP Service D Service E ERP Domain LUBCEL SIC Figure 1 Exemplo da utilização dos Domínios Um outro conceito importante na arquitetura de integração é a diferenciação entre Serviços e Interfaces. Alguns sistemas cliente não são capazes de interagir com a plataforma de integração utilizando o protocolo de transporte definido. Nesses casos, deverá ser criada uma Interface que liga o sistema cliente ao serviço que este pretende consumir. Simplificando, se um sistema cliente não conseguir invocar diretamente um Serviço Corporativo, deverá ser criada uma Interface específica para ele. E será a Interface criada que invocará o domínio Corporativo - As Interface mapeiam pedidos no protocolo standard EAI. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 8 de 34

9 Service Service... Service Service Service... Service CRM CORP Siebel Interface COM Common Object Model Figure 2 Exemplo de invocação de Serviço através de Interface Para potenciar a reutilização de serviços na Galp Energia, foi definido um Common Object Model. Foram também definidas várias entidades COM, cada uma com atributos que permitem acções sobre si mesma. As entidades definidas já se encontram relacionadas entre si e qualquer alteração às mesmas terá que ser justificada e documentada. Segundo a arquitetura definida, cada ação sobre uma entidade representa um serviço EAI, que pode ser invocado seguindo as regras de invocação existentes. Cada entidade COM embora possa ter qualquer número de ações deverá por norma ter que suportar as seguintes ações primárias: GET CREATE DELETE UPDATE Figure 3 Exemplo de COM definido para a Galp Energia DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 9 de 34

10 Nota: O diagrama presente na Figura 3, é meramente indicativo. Durante a fase de análise os serviços a usar deverão ser validados pela Galp de forma a enquadrar os mesmos no modelo existente UBL Universal Business Language O standard UBL (http://docs.oasis-open.org/ubl/os-ubl-2.0/) é utilizado na Galp Energia em integrações com empresas externas B2B como complemento ao COM, que é utilizado apenas internamente. A versão escolhida foi a 2.0, e esta deverá ser utilizada sempre que possível Messaging Transporte O transporte standard utilizado na Galp Energia é JMS sobre o EMS Server da Tibco. Protocolo O protocolo standard utilizado na Galp Energia para invocação de serviços síncronos e assíncronos é o SOAP 1.1. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 10 de 34

11 3 Desenho e Desenvolvimento 3.1 Cuidados a ter com o desenho O desenho de novos projetos deverá ter como objectivo a reutilização e composição de serviços, sendo que a arquitetura definida deverá ser sempre seguida. Deverá também ser complementado com um plano de testes, com testes técnicos, de integração e de carga. Existem também três pormenores/notas importantes, que deverão ser sempre respeitadas: TIBCO: o o o o Integrações Assíncronas com Siebel serão feitas através de adaptador de Siebel, recorrendo a Business Components e Integration Objects, sendo a segunda opção preferencial. Integrações Síncronas com Siebel poderão ser feitas tanto através de adaptador ou usando Webservices, sendo preferível este último. Integrações com SAP deverão ser feitas através de SAP/PI, com o protocolo de comunicação XML/JMS. Integrações com parceiros (empresas terceiras) serão sempre feitas numa óptica B2B, recorrendo ao Business Connect da Tibco. Para estas integrações são utilizados 2 protocolos distintos: HTTP/AS2 cifado HTTPS/AS2 (preferencial) As ligações de dentro para fora serão directas, enquanto ligações de fora para dentro passarão obrigatoriamente por uma DMZ utilizando o componente TIBCO Business Connect DMZ ETL: o o Dever-se-á sempre que possível adequar fluxos já existentes par dar resposta à novas necessidades em detrimento da criação de fluxos novos que sejam muito similares nos dados que processam; Os fluxos de ETL, novos ou que sejam alvo de alterações, têm que efetuar logging para o sistema de logging transversal da Galp Energia. Para mais informação sobre este tema, consultar o capítulo 6 Logging de Actividade e Erros. BAM o Os processos de integração considerados críticos deverão ser alvo de atenção particular no sentido possibilitar a sua monitorização no Cokcpit (Tempo Real), ou seja no BAM. 3.2 TIBCO Framework de Desenvolvimento Para o célere e simples desenvolvimento de projetos de integração, foi criada uma Framework. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 11 de 34

12 Esta, não só contém recursos e processos que podem ser reutilizados, como obriga os developers a seguirem determinadas normas e directivas de desenvolvimento. Se estas normas forem respeitadas, qualquer developer terá grande facilidade em ler desenvolvimentos não seus, estando deste modo facilitado o processo de reutilização. Pertencem à Framework recursos como: Configurações de adaptadores, processos de logging e tratamento de exceções, schemas variados (entre os quais o COM), lista de erros comuns (*), etc. Uma chamada de atenção especial para as nomenclaturas utilizadas: embora a estruturação da Framework leve à utilização das nomenclaturas definidas para o projeto, caberá sempre ao developer respeitá-las. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 12 de 34

13 3.2.2 SmartMapper A utilização do produto TIBCO SmartMapper deverá ser sempre equacionada quando um dos seguintes pontos se verifique (não deverá ser limitado somente a estes pontos) Listas de Pesquisa o Por exemplo: códigos de moedas, códigos de pais, códigos postal - Localidade, etc. Cruzamento de códigos entre sistemas Sempre que uma entidade tenha códigos diferentes entre sistemas. (por exemplo uma Conta no Siebel poderá ser identificada por 1-XYZ enquanto no SAP poderá ser ) Cache Devido às capacidades de preservar dados em memória, este produto deverá ser equacionado caso hajam necessidades de implementação de cache Ambientes Existem 3 ambientes Tibco distintos na Galp Energia: Desenvolvimento, Qualidade e Produção. Embora passagens a Qualidade e Produção sejam da responsabilidade da equipa de Manutenção da Galp Energia, terão sempre o suporte efectivo da equipa de Desenvolvimento. A equipa de Desenvolvimento terá também ao seu dispor uma aplicação para controlo de versões Team Foundation Server da Microsoft. 3.3 ETL Framework de Desenvolvimento A Galp Energia, ao contrário do que existe para a plataforma TIBCO, não tem uma definição ao nível de framework para o ETL. No entanto, os desenvolvimentos nesta plataforma devem seguir as best practices de mercado e as best practices definidas pela Galp Energia Ambientes Existem 3 ambientes ETL distintos na Galp Energia: Desenvolvimento, Qualidade e Produção. Embora passagens a Qualidade e Produção sejam da responsabilidade da equipa de Manutenção da Galp Energia, terão sempre o suporte efetivo da equipa de Desenvolvimento. A equipa de Desenvolvimento terá também ao seu dispor uma aplicação para controlo de versões Team Foundation Server da Microsoft. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 13 de 34

14 4 BAM Business Activity Monitoring 4.1 Introdução A framework de desenvolvimento já incluiu um conjunto de capacidades que permite BAMizar os fluxos e processos de integração. Para que tal seja possível é necessário que: Os serviços a monitorizar estejam registados no catálogo de serviços ( processo automático para os serviços TIBCO); Desenvolvimento das máquinas de estados necessárias em TIBCO Business Events; Desenvolvimento dos écrans associados às máquinas de estados para serem incluídos no TIBCO RTView; Os serviços associados ao fluxo ou processo de integração consigam enviar uma chave única ( a mesma pode ser composta por vários campos) que identifica cada evento do fluxo ou processo. Adicionalmente, e caso o processo de integração envolva sistemas que ainda não estão a ser monitorizados, poderá ser necessário a criação da sonda para esse sistema. A plataforma BAM é alimentada pelo resultado da invocação dos serviços, ou seja, sempre que um serviço é invocado este deverá enviar um evento, através do log unificado, com todos os dados necessários à sua correlação. Decorrente da existência da framework BAM, a criação da máquina de estados no Business Events limita-se a identificar quais as transições que são efetuadas e porque ordem: DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 14 de 34

15 Para os écrans de BAM deverão ser utilizados os templates disponibilizados, de forma a uniformizar o look and feel dos vários fluxos ou processos de integração. Para informação mais detalhada sobre as capacidades do BAM da Galp Energia dever-se-á consultar a documentação específica (ex.: parametrização e definição de SLA s, de tempos de inactividades, de alertas, etc.). DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 15 de 34

16 5 DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 16 de 34

17 6 Logging de Actividade e Erros 6.1 Introdução Como foi referido no capítulo 3, existem, na Framework, mecanismos para logging e tratamento de erros. Estes servem não só para permitir uma monitorização eficaz, como também alimentam o Cockpit de Monitorização (portal que permite consulta de atividade e erros de fluxos assim como o tratamento dos erros (error handling) que estão em Produção). A componente de logging é suportada por uma base de dados específica, a qual tem por objectivo ser o mais transversal possível. Neste contexto, o processo de logging deverá ser efectuado não só pela componente de integração, mas também pelo sistema origem e pelo sistema destino. 6.2 Implementação na Framework Por omissão, o comportamento dos serviços e interfaces existentes consiste na publicação para log após processamento. Todos têm configuração independente do nível de debug e quando um erro ocorre na sua invocação, toda a informação relativa aos steps executados vai para log. Se a Framework for respeitada, os logs requeridos (nos formatos pretendidos) serão produzidos. A correta criação de logs por parte dos serviços permite uma visualização sequencial das invocações a fluxos complexos (transações) ou orquestrações de serviços. Esta visão sequencial pode ser complementada com uma visão end-to-end, uma vez que foi criada a possibilidade dos sistemas cliente e dos sistemas destino poderem enviar log da sua atividade para a Base de Dados de log EAI. Este envio é feito através de vários serviços disponibilizados pela plataforma de integração da Galp Energia, onde vários protocolos/interfaces foram disponibilizados (as): XML/JMS com uma queue específica. Este serviço é utilizado por exemplo pelo SAP/XI, e deverá ser a primeira opção a ser considerada. Através da criação de um schema de Base de Dados no sistema cliente/destino, no qual será montado um Adaptador de Base de Dados Tibco para publicação dos registos. Este método deverá ser considerado como segunda opção. Através de SPs disponibilizadas pela plataforma EAI, que permitem a inserção direta na Base de Dados de Log. Este método deverá ser considerado como última opção. Através de um interface específico, como acontece com o Siebel, que tem um Business Component para publicação de registos de log EAI através de um adaptador de Siebel. No que respeita à alteração de serviços/interfaces que estejam implementados em frameworks de versões anteriores, o projeto terá que proceder à migração dos mesmos para a framework atual. O não cumprimento desta regra só poderá ser efetuada com a aprovação formal por parte da área de Arquitetura da DSI/DIS (Direção de Sistemas de Informação/Desenho e Implementação de Soluções). DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 17 de 34

18 6.3 Codificação comum de códigos de Erro A lista de erros comuns existente é apresentada de seguida, sendo que apenas estes códigos deverão ser utilizados na implementação de Serviços e Interfaces. Error Code Error Meaning Error description COM-000 Success The process was executed with Success COM-001 Failed If there is a need to inform just Success or failure, this error code should be used in the later one. COM-002 Partial Success The process received a vector of actions (list of actions) to do, or there is a need to execute a service a determined number of times. This error informs that the result sent back must be checked since some of the iterations have failed. COM-003 Sucesso - Filtragem Used when a filtre is applied to the message and because of that it doesn t makes sense to process the message (e.g. Filter to let it pass only information regarding portuguese clientes, and the message is related to a spanish cliente) Instead of raising a COM-997 error the system must send a COM-003 code. COM-100 Not Found Used when a service must retrieve, update or delete something and the criteria it was used wasn t satisfied to do it. This code should be used generically. Example: o Update a record that doesn t exist o Trying to get information of an entity with an inexistent code o Poll for a file in a directory but the file isn t there o Etc COM-101 No Destination This error code should be written whenever the dynamic message routing encounter a message without a target destination. The message will therefore be discarded. This error code is in most situations only a warning. COM-102 Transport Error connection to target system fails (connecting to JMS server, to a target system, etc) COM-103 Error in received message The message received couldn t be parsed correctly (usually due to invalid received SOAP) COM-104 Channel Closed The client system that invoked the service closes the connection before receiving the reply COM-400 Treated This code is not to be used by the development teams. It is only used in the Monotoring Tool to set a message that had an error as treated. COM-500 Timeout Used whenever the process tries to connect to some component and the maximum time to wait for the connection (or data) is reached. COM-502 Invalid Parameters Field doesn t have the correct format. (trying to put a text in a number field for instance) COM-998 Unknown Error in target system returned an error back to the EAI service Target System COM-999 Unknown Error Unexpected error occurred inside a TIBCO component DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 18 de 34

19 6.4 Schema de logging Atualmente, o schema de Base de dados que suporta todo o log de atividade da integração Galp é o seguinte: EAI_LOG_HEADER PK LogID TrackingID Step UserName Component ComponentName Domain Type Service Action StartTime EndTime ecode edescription ncode ndescription Trace EAI_LOG_KEYS PK,FK1 LogID Field Values EAI_LOG_DEBUG PK,FK1 LogID startmsg endmsg Figure 4 Schema de Base de Dados utilizado para registo de logs Cockpit de Monitorização (Componente de Pesquisa de Logs) 6.5 Business Keys O conceito de Business Key é utilizado na Galp Energia para identificar as chaves primárias das invocações à plataforma de integração. Estas permitem correlacionar mensagens com sistemas de modo a se ter uma rápida identificação de eventos. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 19 de 34

20 6.6 Regras de roteamento Utilizando as Business Keys definidas, e através de regras de roteamento dinâmicas, é possível identificar: Sistema origem Sistema destino Entidade COM Estas regras estão suportadas em tabelas específicas, as quais têm que ser parametrizadas pela equipa de projeto. 6.7 Error handling A plataforma de integração da Galp Energia contém um sistema de registo e tratamento de erros. Este sistema, por via de parametrização, permite definir regras de tratamento os erros: Reprocessamento automático/manual; Envio de notificação de erros para contas de ; Nº tentativas de reprocessamento automático e intervalo entre retries. Cockpit de Monitorização (Componente de Tratamento de Erros) O reprocessamento é configurável (através de script sql - PIGENT020, capítulo 5.3). No caso dos reprocessamento automáticos, deverá ser utilizado, sempre que possível, as definições já existentes. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 20 de 34

21 6.8 Cockpit de Monitorização O Cockpit de Monitorização, na sua componente de pesquisa permite visualizar transações EAI end-to-end (tirando partido dos logs existentes criados pelo EAI, sistemas cliente e sistemas finais), é de configuração manual e necessita ser actualizado aquando da entrada em Produção de um projeto novo. Cockpit de Monitorização DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 21 de 34

22 7 Documentação 7.1 Introdução De forma a suportar a arquitetura de integração da Galp Energia, foi produzido um conjunto de documentação de suporte e respectivos templates. Esta documentação deverá servir de base para o desenvolvimento, instalação e monitorização dos serviços/interfaces a implementar. A documentação e templates encontram-se disponíveis no portal do colaborador mygalp, sob a categoria Programa de Integração, mediante atribuição de acesso. t.aspx 7.2 TIBCO Documentos referência Normas, standards e melhores práticas. Os documentos que deverão ser compreendidos numa primeira abordagem a um projeto de integração Tibco encontram-se listados no mygalp ( Arquitectura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 02. Arquitectura> 01. Tibco ). Eles são: DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 22 de 34

23 Guia de Integração PIGEND006 Guia de Integração O documento consolida a visão da Galp Energia em termos de arquitetura de integração, da documentação e dos templates que a suportam. Arquitectura Global PIARQD012 EAI Global Architecture Este documento contém a arquitetura EAI base da GALP assim como todas as regras que deverão ser seguidas num modelo lógico baseado em componentes TIBCO e domínios funcionais tendo como objectivo normalizar o desenvolvimento permitindo uma melhor reutilização do mesmo quer pela mesma ou por diferentes equipas. Qualquer projeto que envolva que necessite de integração deverá obrigatoriamente de seguir as regras descritas neste documento. PIARQD012a COM Criação e Implementação Documento explicativo da criação e desenvolvimento do COM, que contém um mapa visual da relação das entidades definidas. Este documento deverá ser actualizado sempre que se alterar o COM. PIARQD012b Definição COM Documento Excel que contém a listagem de todas as entidades COM definidas, assim como os seus atributos. Este documento deverá ser actualizado sempre que se alterar o COM. PIARQD015 EAI Monitorization Este documento contém a arquitectura de monitorização que existe na GALP. Normas e Regras PIQASD001 Metodologia de Testes Em face da importância que a componente de testes tem para o sucesso dos projetos, no sentido de reduzir os riscos de inconformidade da solução desenvolvido face aos requisitos do negócio, foi definida uma metodologia de abordagem ao teste, baseado no modelo V-Model. O documento apresenta o modelo e a forma como as diferentes fases de teste se encontram associadas às diferentes atividades do ciclo de vida de desenvolvimento de aplicações. Para cada fase de teste são identificados os aspectos que deverão ser validados e monitorizados, em que ambientes é que os testes devem ser efectuados, em que fases devem ser efectuados os planeamentos dos testes e quando é que estes devem ser executados. PIARQD003 - Normas Funcionais e Técnicas de Integração DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 23 de 34

24 Este documento define um conjunto de normas funcionais e técnicas que pretendem assegurar uma correcta implementação do paradigma e estabelecer critérios de actuação e responsabilidade de cada uma das aplicações e do EAI. PIARQD021 - Galp Regras de Promoção entre Ambientes Este documento define como é que estão montados os vários ambientes (Desenvolvimento, Qualidade, Produção, etc.) na Galp Energia e quais a regras e processos a seguir para que os desenvolvimento sejam promovidos de ambiente. PIARQD022 - Galp Regras utilização do TFS Este documento define como é que a ferramenta de gestão de versões está montada e respectivas regras de utilização. PIARQD023 - Regras de Roteamento Este documento define como utilizar regras de roteamento para envio das mensagens. PIARQD024 - Regras Cálculo consumo de espaço de EH Este documento define forma básica de cálculo do espaço necessário ao nível do Error HAndling para suportar novas capacidades. Standards PIARQD017 - Development Framework Deployment Este documento explica como desenvolver utilizando a framework comum de serviços desenvolvida especificamente para a GALP. As regras descritas neste documento obedecem a todas as normas de arquitetura e deverão ser vistas como obrigatórias em todos os desenvolvimentos EAI. PIARQD014 Deployment Rules Contém as regras, variáveis e nomenclaturas que deverão ser seguidas em todos os deployments de serviços/processos EAI. PIGENT022 CheckList Deploy Contém a lista de passos a executar/verificar antes do deployment Templates Além dos documentos de referência, também existem templates no mygalp ( Arquitectura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 99. Templates> 00. Regras Transversais e Arquitectura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 99. Templates> 01. Tibco ), que deverão ser utilizados aquando do desenvolvimento de projetos. De notar que a entrega desta documentação, por parte da Equipa de Projeto, é fundamental para se assegurar a autorização de promoção de ambiente e a total aceitação do sistema por parte do fornecedor de manutenção aplicacional, e que servirá de base ao bom cumprimento das suas funções. Apresenta-se de seguida alguns dos documentos que os projetos terão que produzir: DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 24 de 34

25 PIARQT011 Checklist de Projeto Identifica os serviços/interfaces a serem usados/criados/alterados pelo projeto e serve de controlo à documentação a produzir pelo projeto (que tem que ser produzida e respectivo estado de aceitação pela Galp). PIARQT002 Inventário de Serviços Inventário dos interfaces, serviços corporativos e funcionais a serem desenvolvidos/alterados no âmbito do projeto, identificando, a alto nível, as respectivas características (ex.: Nome, Descrição, Criticidade, Síncrono/Assíncrono, Manual/Automático, Picos, Volume de Dados, Tempo de Resposta, etc.). PIARQT003 Cadastro de Interfaces Identificação detalhada dos campos e regras de todos os serviços e interfaces desenvolvidos. Este documento é preenchido com o documento PIGENT16 por cada projeto implementado, e será criado após o fecho do projeto. PIGENT004 Análise de Gap s Usado em projetos de grande dimensão servindo para avaliar o Gap existente entre o que está implementado e as necessidades futuras. PIGENT005 Inventário de Requisitos Identificação detalhada dos requisitos funcionais e técnicos. PIGENT011 Definição Desenho Funcional da Solução Neste documento é efectuada a especificação da Arquitetura técnica e em especial dos fluxos alto nível com uma descrição sintética da situação atual e da solução to-be. PIGENT012 Definição Desenho Técnico da Solução Neste documento é efectuada a especificação da Arquitetura técnica nas suas várias componentes de uma forma detalhada, e é efectuado o desenho dos vários processos e das suas componentes. Este documento está estruturado para que a informação esteja alinhada com a documentação funcional, no sentido de garantir ligação entre a especificação de um processo/subprocessos e respectivos fluxos em termos funcionais com a respectiva especificação técnica (no que diz respeito as componentes suportadas pelo SI da Galp Energia). Assim, deverá ser elaborado um documento por cada subprocesso o qual deverá conter a especificação dos respectivos fluxos e respectivas dependências. PIGENT016 Mapeamento de dados Documento por Projeto que estabelece a interligação entre interfaces/objetos ao nível de regras de validação e regras de conversão. Este documento será o ponto principal de contacto entre as equipas de projeto. PIGENT018 Especificação do Interface DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 25 de 34

26 Cada documento conterá o desenho funcional (workflow) e regras especificas do Interface indicando o(s) serviço(s) corporativo(s) que serão invocados assim como os projetos onde este interface é utilizado. A criação deste documento só é necessária caso o interface necessite de ser atualizado ou é novo na GALP. PIGENT019 Especificação do Serviço Cada Documento conterá o desenho funcional e regras específicas do Serviço. A criação deste documento só é necessária caso o interface necessite de ser atualizado ou é novo na GALP. PIGENT020 Regras SQL de Error Handling Sempre que um serviço necessite de regras específicas de Error Handling, deverá ser criado um documento PIGENT020 por cada serviço com todas as suas ações. Atenção: Em virtude da migração da base de dados de Error Handling de SQL Server para Oracle foram efectuadas alterações à estrutura das tabelas de suporte. Neste sentido, os projetos deverão ter em atenção que quando submeterem os PIGENT020 alterados os mesmos deverão ser convertidos de forma a estarem alinhados com o layout do template atualmente em vigor. PIGENT021 Regras SQL de Roteamento Sempre que um serviço necessite de regras específicas de Roteamento, deverá ser criado um documento PIGENT021 por cada serviço com todas as suas ações. PIGENT025 Regras SQL de Filtragem Sempre que um serviço necessite de regras específicas de filtragem, deverá ser criado um documento PIGENT025 por cada serviço com todas as suas ações. PIGENT015 Inventário de erros e de avisos Identificação dos erros e avisos que podem ser gerados e respectivas ações a serem efectuadas pelas várias áreas intervenientes, em especial manutenção aplicacional. PIGENT017 Regras Hawk Identificação, por domínio, das regras a serem implementadas ao nível do Hawk. PIGENT022 Checklist Deploy Deverá ser criado com as ações de todas as equipas para se assegurar que nenhum ponto seja esquecido aquando a passagem a qualidade/produção. PIGENT013 Deployment Deverá ser preenchido sempre que um projeto passe de ambiente (Qualidade e Produção). Este documento conterá regras, variáveis e nomenclaturas adicionais que não se encontrem já definidas no documento de Deployment Global PIARQD014. PIQAST003 Plano de Testes Documento com a especificação dos testes a serem executados: Condições de Teste; Ciclos de Teste; Cenários de Teste; Script de Teste; Gestão de erros Controlo da resolução das anomalias identificadas. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 26 de 34

27 Este documento inclui cenários de: testes funcionais, testes técnicos (ex: falhas de componentes) e testes de carga. PIARQT012 Métricas de Projeto Documento para apresentação por parte do projeto das evidências dos testes realizados. Com base nos resultados apresentados (% erros, tipos de erros e tempos de execução apresentados) será ou não dada autorização para passagem de ambiente dos desenvolvimentos efectuados. PIARQD614 DEPLOY RTVIEW (BAM) Deverá ser preenchido sempre que um projeto tenha incluindo no seu âmbito tarefas de BAM, e a sua implementação inclua objetos de RTView. PIARQD615 DEPLOY BUSINESS EVENTS (BAM) Deverá ser preenchido sempre que um projeto tenha incluindo no seu âmbito tarefas de BAM, e a sua implementação inclua objetos de Business Events. PIARQD616 DEPLOY SPOTFIRE (BAM) Deverá ser preenchido sempre que um projeto tenha incluindo no seu âmbito tarefas de BAM, e a sua implementação inclua objetos de Spotfire. PIARQT020 SONDAS (BAM) Deverá ser preenchido sempre que um projeto tenha incluindo no seu âmbito tarefas de BAM, e a sua implementação inclua objetos de monitorização de sistemas externos. Este documento serve também para efetuar o acompanhamento do desempenho dos serviços/interfaces em produção. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 27 de 34

28 7.3 ETL Guia de Integração PIGEND406 Guia de Integração O documento consolida a visão da Galp Energia em termos de Arquitetura de integração, da documentação e dos templates que a suportam Normas e Regras PIQASD001 Metodologia de Testes Em face da importância que a componente de testes tem para o sucesso dos projetos, no sentido de reduzir os riscos de inconformidade da solução desenvolvido face aos requisitos do negócio, foi definida uma metodologia de abordagem ao teste, baseado no modelo V-Model. O documento apresenta o modelo e a forma como as diferentes fases de teste se encontram associadas às diferentes atividades do ciclo de vida de desenvolvimento de aplicações. Para cada fase de teste são identificados os aspectos que deverão ser validados e monitorizados, em que ambientes é que os testes devem ser efectuados, em que fases devem ser efectuados os planeamentos dos testes e quando é que estes devem ser executados. Embora não exista documentação para o ETL relativamente às regras de promoção de ambientes e às regras de utilização do TFS, são seguidos os mesmos princípios e regras aplicados ao nível da plataforma do TIBCO. Nesse sentido os documentos que deverão ser tomados como referência são: PIARQD021 - Galp Regras de Promoção entre Ambientes; PIARQD022 - Galp Regras utilização do TFS Templates Além dos documentos de referência, também existem templates no mygalp ( Arquitetura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 99. Templates> 00. Regras Transversais e Arquitetura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 99. Templates> 01. ETL ), que deverão ser utilizados aquando do desenvolvimento de projetos. De notar que a entrega desta documentação, por parte da Equipa de Projeto, é fundamental para se assegurar a autorização de promoção de ambiente e a total aceitação do sistema por parte do fornecedor de manutenção aplicacional, e que servirá de base ao bom cumprimento das suas funções. Apresenta-se de seguida alguns dos documentos que os projetos terão que produzir: PIARQT011 Checklist de Projeto Este documento tem como objectivo: Identificar os serviços/interfaces a serem utilizados pelo projeto; Possibilitar a verificação de eventuais conflitos com outros projetos; Controlo dos serviços/interfaces a serem disponibilizados pela equipa de manutenção ao projeto DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 28 de 34

29 Controlo dos serviços/interfaces que o projeto está autorizado a solicitar pedidos de promoção de ambiente Controlo sobre o estado de aprovação da documentação do projeto Do mesmo consta: o o o Documentos a serem produzidos; Os serviços/interfaces/ações a criar, alterar e/ou usar, com a respectiva caracterização; Relações de conectividade diretas - entre os serviços/interfaces No início do projeto este documento é preenchido pela equipa de projeto com os serviços que pretende criar, alterar ou utilizar. Após a entrega deste documento o mesmo será mantido pela equipa de Arquitetura Aplicacional numa pasta, em que o projeto só terá acesso em modo de consulta. Após entrega inicial por parte do projeto o documento será a base para: Aprovação dos nomes dos serviços/interfaces/ações a serem usados pelo projeto; Identificação de eventuais conflitos com outros projetos em termos da utilização dos mesmos recursos. Caso tal aconteça haverá que definir um processo de mitigação. Disponibilização por parte da equipa de manutenção dos objetos ao projeto; Controlo por parte da equipa de manutenção dos objetos para os quais o projeto tem autorização para solicitar pedidos de promoção de ambiente; Verificação do status de aprovação da documentação do projeto. PIARQT012 Métricas de Projeto Este documento tem como objectivo dar visibilidade sobre os resultados dos testes efectuados em cada um dos ambientes. Este documento é obrigatório para a autorização de passagem de ambiente, sendo que sempre que é efectuado um ciclo de testes os resultados dos mesmos devem ser incluídos no documento. No entanto, o mesmo só é aplicável caso os processos/interfaces/serviços efetuem logging para a plataforma de logging transversal. Os dados recolhidos irão permitir efetuar avaliação a: Processos/Serviços/interfaces executados; Todos os serviços/interfaces deverão ter sido executados antes de ser solicitada a passagem de ambiente. Nº de execuções dos processos/serviços/interfaces; Os serviços/interfaces deverão ser executados garantindo a passagem por todas as condições de teste. Tipo e Nº de erros ocorridos Os códigos de erros diferentes de sucesso, em caso de ocorrência terão que ser devidamente justificados. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 29 de 34

30 Tempos de execução Tempos de execução que fujam do previamente definido, terão que ser devidamente justificados. Processos/Serviços/interfaces com Código de erro diferente dos códigos definidos; Os códigos de erro possíveis de usar são os que se encontram publicados. Caso os projetos necessitem de novos códigos os mesmos têm que ser previamente discutidos com a área de Arquitetura Aplicacional. PIGENT004 Análise de Gap s Este documento sistematiza os Gap s entre a situação atual e a situação desejada com a implementação do projeto, identificando as ações a executar para colmatar os mesmos. O documento encontra-se dividido em Gap s do tipo: Funcionais; Técnicos; Segurança; Outros (Adicionais). Os Gap s identificados deverão estar claramente associados aos requisitos do projeto, os quais deverão estar sistematizados no documento PIGENT005 Inventário de Requisitos. PIGENT005 Inventário de Requisitos Sistematiza os requisitos do projeto (funcionais, técnicos, de segurança e outros) definindo, entre outros aspectos, a respectiva importância (prioridade), dependência com outros requisitos, e a versão da release em que o mesmo será disponibilizado (caso exista faseamento). PIGENT010 Definição Conceptual da Solução Este documento tem como objectivo definir a alto nível (conceptual) a solução futura e o respectivo plano de implementação (faseamento dos trabalhos). PIGENT011 Definição Desenho Funcional da Solução Com base no documento PIGENT010 Definição Conceptual da Solução é efectuada especificação funcional da solução a implementar em termos de: Processos de Negócio; Diagrama de estados de entidades; Arquitetura técnica de alto nível. PIGENT412 Definição Desenho Técnico da Solução DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 30 de 34

31 Neste documento é efectuado a especificação da Arquitetura técnica nas suas várias componentes de uma forma detalhada, é efectuado o desenho dos vários processos e das suas componentes. Este documento deverá ser complementado com o preenchimento dos documentos: PIGENT415 Inventário de Erros e Avisos; PIGENT016 Mapeamento de Dados. PIGENT413 Deployment Deverá ser preenchido sempre que um projeto passe de ambiente (Qualidade e Produção). Este documento conterá regras, variáveis e nomenclaturas adicionais que não se encontrem já definidas no documento de Deployment Global PIARQD414, nomeadamente: Arquitetura; Pré-requisitos de instalação; Identificação das componentes a instalar e respectiva localização; Variáveis globais utilizadas; Valores específicos utilizados; Distribuição dos objetos/serviços pelas máquinas; Instruções de instalação; Instruções de verificação da instalação; Análise de carga. Sempre que existir um conflito entre as regras globais PIARQD414 e o PIGENT413, esta ultima prevalecerá já que deverá ser entendido como uma necessidade do projeto (caso a mesma tenha tido, como é óbvio, a aprovação da área de Arquitetura e da equipa de manutenção). PIGENT415 Inventário de Erros e Avisos Documento único com a sistematização dos erros que podem ocorrer, das causas, impactos, criticidade e respectivas ações a desencadear. Este documento é único e deverá ser atualizado aquando a conclusão de desenho de um novo projeto PIGENT016 Mapeamento de dados Documento por objecto/fluxo que estabelece a interligação entre interfaces/objetos ao nível de regras de validação e regras de conversão. Este documento será o ponto principal de contacto entre as equipes de projeto e a sua versão final será utilizada para atualizar o PIARQT103 Cadastro de Interfaces Unificado PIGENT419 Especificação do Processo/Fluxo/Serviço DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 31 de 34

32 Cada documento conterá o desenho funcional e regras específicas do Processo/Fluxo/Serviço indicando: Os projetos onde o Processo/Fluxo/serviço é utilizado A Lógica (workflow) do Processo/serviço/Interface Volumes de dados Processos de purga associados Processos de validação Etc. PIGENT022 Checklist Deploy Deverá ser criado com as ações de todas as equipas, de forma a que se possa assegurar que nenhum ponto seja esquecido aquando a passagem a qualidade/produção. PIQAST001 Plano de Abordagem ao Teste Definição da estratégia de abordagem ao teste nos vários ambientes e para os vários tipos de teste ao nível de: Ambiente de teste (Arquitetura); Pré-requisitos; Responsabilidades na execução dos testes; Identificação (inventário) dos casos de testes a executar. Este documento deverá ser complementado com a elaboração do documento PIQAST003 Plano de Testes. A elaboração destes documentos terá que estar de acordo com a metodologia de testes definida pela Galp Energia a qual tem por base o V-Model. PIQAST003 Plano de Testes Documento com a especificação dos testes a serem executados: Condições de Teste; Ciclos de Teste; Cenários de Teste; Script de Teste; Gestão de erros Controlo da resolução das anomalias identificadas. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 32 de 34

33 Change Order Sempre que se pretenda a passagem de ambiente é necessário o preenchimento deste documento com pelo menos 15 dias de antecedência à execução da operação. No entanto, este tempo deverá ser previamente acordado entre o projeto e o Outsourcer. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 33 de 34

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