Revista de Biologia e Ciências da Terra ISSN: Universidade Estadual da Paraíba Brasil

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1 Revista de Biologia e Ciências da Terra ISSN: Universidade Estadual da Paraíba Brasil Terceiro Neto Pereira Cordão, Cícero; Hernandez Ferreyra, Fernando Felipe; Bezerra Carvalho, Fred; Sousa Farias de, Ridelson; Cavalcanti Farias, Mário Luiz Efeito de diferentes substratos na aclimatação ex vitro de mudas de Violeta Africana (Saintpaulia ionantha Wendl) Revista de Biologia e Ciências da Terra, vol. 4, núm. 2, segundo semestre, 2004 Universidade Estadual da Paraíba Paraíba, Brasil Disponível em: Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

2 A produção de flores e plantas ornamentais constitui uma atividade altamente promissora, porém, para que essa atividade traga benefícios satisfatórios para o produtor, é necessário o uso de tecnologias avançadas. A violeta africana (Saintpaulia ionantha Wendl) é uma dais plantas de interior mais populares e tem apresentado nos últimos anos uma demanda crescente. Uma etapa importante na produção de flores e plantas ornamentais está relacionada à utilização de mudas de qualidade. Neste contexto, a produção de mudas através da micropropagação, surge como uma alternativa viável para obtenção de mudas em escala comercial com alta qualidade genética e fitossanitária, em um curto espaço de tempo, atendendo desta forma, as necessidades dos produtores. A aclimatização constitui uma etapa fundamental na produção de mudas obtidas por cultura de tecidos, uma vez que, as condições de cultura in vitro modificam REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN Volume 4- Número 2-2º Semestre 2004 Efeito de diferentes substratos na aclimatação ex vitro de mudas de Violeta Africana (Saintpaulia ionantha Wendl) 1 Cícero Pereira Cordão Terceiro Neto 2 ; Fernando Felipe Ferreyra Hernandez 3 ; Fred Carvalho Bezerra 4 ; Ridelson Farias de Sousa 5 ; Mário Luiz Farias Cavalcanti 6 RESUMO O estudo teve como objetivo testar o efeito de nove substratos sobre a aclimatização ex vitro de mudas de violeta africana. As mudas foram provenientes de cultura de tecidos e transplantadas para bandejas de 63 células (40ml/célula). Aos 60 dias após o transplante foram avaliadas as variáveis: matéria fresca da parte aérea e parte aérea + raiz, matéria seca da parte aérea + raiz, diâmetro da copa, número de folhas e nutrientes totais da parte aérea. Os melhores resultados para todas as variáveis foram observados naquelas mudas aclimatadas nos substratos comerciais plantagro e bioplant, seguidos pelos substratos pó de coco seco e vermiculita. Palavras chaves: cultura, transplante, micropropagação, violeta africana, substrato, aclimatização ABSTRACT The objective of this study was to test the effect of nine substrates on aclimatization of african violet. The seedlings from tissue culture were transplanted in plastic trays containing 63 cells (40ml/cell). The fresh weight of the shoots and of shoots + roots, dry weight of shoots + roots, shoot diameter, leaf number and nutrients all of the shoots were evaluated in 60 days old seedlings. The best results for all parameters were observed by seedlings grown in commercial plantagro and bioplant substrates, followed by those from dry coir dust and vermiculite. Key Words; culture, transplant, micropropagation, African violet, substrates, aclimatization 1. INTRODUÇÃO

3 características bioquímicas, anatômicas e morfológicas das plantas, alterando os processos fisiológicos normais (Lucas et al., 2002). Na fase de aclimatação, as mudas são retiradas do meio de cultivo e transferidas para recipientes contendo substratos. Esses substratos podem influenciar as respostas das mudas através de suas características químicas, físicas e biológicas (Gonçalves, 1995). A escolha e o manejo correto dos mesmos é de suma importância para a obtenção de mudas de qualidade. Esse trabalho teve como objetivo estudar a influência de diferentes substratos sobre a aclimatização ex vitro de mudas de violeta africana. 2. MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi conduzido em casa de vegetação no Departamento de Ciências do Solo da UFC, localizado em Fortaleza-CE, com altitude de 47m, latitude Sul 3 o 44' 35'' e longitude Oeste 38 o 34' 33''. No interior da casa de vegetação, foram registradas ao longo do experimento, temperatura e umidade relativa médias de 31,5 o C e 58,5%, respectivamente, obtidos por meio de um termohigrógrafo. As plantas utilizadas foram obtidas por micropropagação no Laboratório de Cultura de Tecidos do Departamento de Fitotecnia - UFC, a partir de explantes de folhas de plantas de violeta, adquiridas no comércio local e mantidas em casa de vegetação. Os explantes foram inoculados em meio de cultura MS (Murashige e Skoog, 1962) e as brotações obtidas foram multiplicadas e depois colocadas em meio de enraizamento durante 45 dias, quando foram utilizadas no experimento com aproximadamente 2,5cm de altura. Para a realização da aclimatização, mudas com 2,5cm foram retiradas dos frascos e, após lavagem das raízes em água corrente para retirar todo o meio de cultura aderido às mesmas, foram colocadas em bandejas de 63 células (40ml/célula), contendo os substratos (Tabela 1). Tabela 1 - Substratos (tratamentos) utilizados na aclimatização da violeta africana. UFC, Fortaleza CE, 2004 N o SÍMBOLOS DESCRIÇÃO 1 PCS Pó de coco seco 2 B Bioplant 3 P Plantagro 4 V Vermiculita 5 PC Palha de carnaúba 6 PCV Pó de coco verde 7 PC + PCS Palha de carnaúba + pó de coco seco (1:1 em volume) 8 PCV + CA Pó de coco verde + casca de arroz (3:1 em volume) 9 PC + PCS + CA Palha de carnaúba + pó de coco seco + casca de arroz (1,5:1,5:1) As mudas foram irrigadas uma vez ao dia por submersão das bandejas, sendo que a cada 3 dias essa submersão era feita com solução nutritiva de Murashige & Skoog (1962), diluída 1:100, e outros dias com água de poço. Após 60 dias de cultivo, as mudas foram avaliadas quanto as seguintes variáveis: matéria

4 seca da parte aérea + raiz (MSPAR); número de folhas (NF), diâmetro maior (D) e nutrientes totais da parte aérea. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com nove tratamentos (substratos), 3 repetições e 10 plantas por repetição, totalizando 270 plantas. Os dados foram submetidos à análise de variância através do teste F, e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO De uma maneira geral, os melhores resultados para todas a variáveis foram observados naquelas mudas aclimatadas nos substratos comerciais plantagro e bioplant, seguidos pelo pó de coco seco e vermiculita (Tabela 2). Tabela 2 Matéria fresca da parte aérea e da parte aérea + raiz, matéria seca da parte aérea + raiz, diâmetro da parte aérea e número de folhas de mudas de violeta africana micropropagadas aclimatadas e diferentes substratos. Fortaleza, Substratos MFPAR MSPAR MFPA D NF (g/muda) (g/muda) (g/muda) (cm) PCS 5,52 b 0,19 b 5,24 b 5,67 b 8,27 a B 6,17 ab 0,20 ab 5,66 b 6,41 a 8,50 a P 6,99 a 0,22 a 6,56 a 6,51 a 8,93 a V 5,71 b 0,18 b 5,11 b 5,60 b 6,37b PC 3,59 c 0,12 c 3,38 c 3,93 c 4,67 c PCV 2,25 e 0,07 e 2,09 e 2,95 d 3,73 c PC + PCS 3,44 cd 0,11 cd 3,14 cd 3,21 d 4,47 c PCV + CA 2,68 de 0,09 de 2,48 de 3,39 cd 4,17 c PC + PCS + 2,03 e 0,06 e 1,88 e 2,83 d 3,83 c CA Medias seguidas pela mesma letra na coluna não diferem entre si pelo Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. PCS= pó de coco seco; B= bioplant; P= plantagro; V= vermiculita; PC= palha de carnaúba; PCV= pó de coco verde; PC + PCS= palha de carnaúba + pó de coco seco; PCV + CA= pó de coco verde + casca de arroz; PC + PCS + CA = palha de carnaúba + pó de coco seco + casca de arroz. Tal desempenho pode estar associado às características desses substratos, que proporcionaram condições favoráveis para o melhor desenvolvimento das mudas. Estudos de Bianchini e Pântano (1991), com violeta africana, mostraram que o substrato ideal para o cultivo desta espécie deve ser poroso, bem drenado e rico em matéria orgânica. Os demais substratos apresentaram resultados semelhantes, sendo que a mistura composta por C+PCS+CA obteve os piores resultados para todas as variáveis analisadas. Os resultados obtidos nesse trabalho foram inferiores aos encontrados por Ferreira e colaboradores (2001), também avaliando a aclimatação de violeta africana em diversos substratos. Essa diferença pode estar relacionada ao tamanho do recipiente usado por

5 Em todos os tratamentos as plantas apresentaram teores de cálcio abaixo da faixa de suficiência para a cultura da violeta (10-20 g/kg) indicada por Malavolta (1997). No trabalho foi usado bandeja com células com 40 ml/célula. O tamanho do recipiente tem grande influência no desenvolvimento de mudas, pois esse deve proporcionar um bom desenvolvimento do sistema radicular. Trabalho de Marsh e Paul (1988) mostram a influência de tamanho do recipiente na produção de mudas de couve. Outros fatores como temperatura e umidade do ambiente em que as plantas foram cultivadas, poderão também ter afetado o desenvolvimento das mudas, uma vez que a temperatura média e umidade do ambiente foram respectivamente, 31,5 o C e 58,5%. Maciel (2000), destaca a importância desses fatores na fase de aclimatização. Xu (1984), trabalhando com mudas de violetas africana durante a fase de aclimatização, obteve 100% de pegamento, com de temperatura entre 20 o C 26 o C e alta umidade relativa. TEORES DE NUTRIENTES TOTAIS DA PARTE AÉREA Os teores de nitrogênio nas plantas em todos os tratamentos se encontraram dentro da faixa considerada adequada à cultura da violeta africana que é de g/kg (Malavolta, 1997), indicando que este elemento não foi limitante para o desenvolvimento das plantas (Tabela 3). Para os tratamentos em que as plantas foram cultivadas nos substratos palha de carnaúba, palha de carnaúba + pó de coco seco + casca de arroz e palha de carnaúba + pó de coco seco, esses teores se encontraram um pouco acima do recomendado à cultura, podendo ser associado ao aproveitamento do N da solução nutritiva utilizada. Com relação ao fósforo, todos os tratamentos apresentaram valores de P dentro da faixa considerada adequada à cultura da violeta por Malavolta, 1997 (3-7 g/kg), sendo que, nas plantas cultivadas nos substratos bioplant e no plantagro esses teores ficaram no limite superior da faixa, podendo ser associados aos altos teores desse nutriente nos substratos utilizados, os quais são enriquecidos com esse nutriente quando formulados. Os teores de potássio em todos os tratamentos se encontraram dentro da faixa considerada adequada à cultura da violeta africana por Malavolta (1997) que é g/kg. Tabela 3 - Teores de nutrientes totais da parte aérea em plantas de violeta africana (Saintpaulia ionantha Wendl), cultivadas em diferentes substratos, Fortaleza, 2004 Trat. N P K Ca Mg S Na Fe Cu Mn Zn g/kg m.s mg/kg ms T1 21,46 e 6,87 cd 51,16 bc 2,16 f 5,15 d 0,02 fg 19,39a 282,86 c 16,52 d 208,94 h 129,24 c T2 18,5 f 14,30 a 54,53 ab 7,49 b 10,56 b 0,70 a 10,18 cd 460,97 b 11,46 e 173,09 i 130,92 b T3 25,57 d 10,66 b 52,63abc 9,24 a 7,29 c 0,08 d 11,15 cd 230,53 d 23,63 b 692,43 a 176,33 a T4 28,25 cd 3,74 f 39,08 e 3,01 e 13,82 a 0,05 ef 15,47 b 478,68 a 21,63 c 416,13 c 63,15 h T5 36,5 a 5,40 e 50,90 bc 3,61 c 4,29 e 0,05 de 8,63 d 196,01 h 11,70 e 392,48 d 86,31 f T6 26,47 cd 6,12 de 49,53 cd 1,70 g 4,26 e 0,006 g 15,50b 207,89 f 37,23 a 285,04 g 121,09 d T7 28,57 c 7,29 c 56,54 a 3,28 d 4,72 de 0,12 c 10,45 cd 218,38 e 7,70 a 326,82 e 83,36 f T8 26,36 cd 6,56 cde 45,68 d 1,65 g 3,35 f 0,02 fg 14,38 b 200,90 g 11,49 e 318,95 f 97,06 e T9 33,4 b 7,14 cd 52,34abc 3,55 c 4,24 e 0,18 b 11,38 c 188,06 i 11,74 e 430,56 b 98,26 e CV (%) 3,491 5,38 3,193 2,173 3,231 8,349 6,826 0,225 1,344 0,216 0,497 Médias seguidas pela mesma letra nas colunas não diferem entre si pelo Teste de Tukey a 5% de probabilidade. T1 = pó de coco seco; T2 = bioplant; T3 = plantagro; T4 = vermiculita; T5 = palha de carnaúba; T6 = pó de coco verde; T7 = palha de carnaúba + pó de coco seco; T8 = pó de coco verde + casca de arroz; T9 = palha de carnaúba + pó de coco seco + casca de arroz.

6 Ca estiveram próximos ao limite inferior da faixa de teores adequados desse nutriente. Nos demais substratos os teores de Ca apresentaram valores muito baixos (1,5 3,6 g/kg ms), indicando que a deficiência desse nutriente foi um dos fatores limitantes no desenvolvimento das plantas. Em todos os tratamentos, os teores de enxofre na matéria seca das plantas se apresentaram muito abaixo da faixa recomendada por Raij et al (1997), indicando deficiência desse nutriente em todos os tratamentos. Embora a fertirrigação ter sido realizada com uma solução nutritiva com todos os nutrientes essenciais, a quantidade de Ca e S adicionada foi insuficiente para satisfazer as necessidades nutricionais das plantas, ou ainda ter precipitado na forma de sulfato de cálcio, diminuindo sua disponibilidade. Observando os teores de magnésio nas plantas aclimatadas nos substratos vermiculita e bioplant, nota-se que eles apresentaram valores acima da faixa recomendada por Malavolta (1997) que é entre 3,5-7,5 g/kg. O sódio foi encontrado em maior concentração nas plantas cultivadas no substrato pó de coco seco, seguido do pó de coco verde, diferenciando-se da vermiculita e pó de coco verde + casca de arroz que não apresentaram diferença estatística entre eles. Com relação aos micronutrientes ainda na tabela 3, os teores de cobre em todos os tratamentos se encaixaram na faixa de 8-35 mg/kg, recomendada por Raij et al (1997). Para o ferro, apenas os tratamentos com palha de carnaúba + pó de coco seco + casca de arroz, pó de coco verde + casca de arroz e a palha de carnaúba se apresentaram no limite da faixa recomendado à cultura ( mg/kg); os demais tratamentos estão acima do recomendado à cultura. O manganês, apenas nas plantas aclimatadas no substrato bioplant, se encaixou na faixa adequada ( mg/kg) proposta por Raij et al.,1997. Com relação ao zinco, as plantas cultivadas nos substratos pó de coco seco, bioplant, plantagro e o pó de coco verde apresentaram valores acima dos propostos por Malavolta (1997) que está na faixa de 25 a 100 mg/kg, enquanto que os tratamentos com vermiculita, palha de carnaúba, palha de carnaúba + pó de coco seco, pó de coco verde + casca de arroz e a palha de carnaúba + pó de coco seco + casca de arroz, ficaram dentro da faixa recomendada a cultura. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com as características avaliadas os nove substratos testados na aclimatização da violeta africana apresentaram em seu desempenho a seguinte ordem: plantagro > bioplant > pó de coco seco > vermiculita > palha de carnaúba > palha de carnaúba + pó de coco seco > pó de coco verde + casca de arroz > pó de coco verde > palha de carnaúba + pó de coco seco + casca de arroz. A deficiência de Ca e S foram os fatores que mais limitaram o desenvolvimento das mudas de violeta africana nos substratos não tratados. 5. AGRADECIMENTOS Ao CNPq e ao FUNDECI/BNB pelo apoio financeiro. A Universidade Federal do Ceará UFC, pelo infra-estrutura e apoio cedido durante a realização deste trabalho.

7 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BIANCHINI, F.; PANTANO, A.C. Tudo verde: Guia de Plantas e Flores. São Paulo: Ed. Melhoramentos, p. FERREIRA, I.T.; SOUZA, J.A. de; ROCHA, M.T.R. da; VIÉGAS, J.; SILVA, J.B. da. Violetas- africanas micropropagadas: cultivo em diversos substratos. Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Campinas, v.7, n.2, p , GONÇALVES, A.L. recipientes, embalagens e acondicionamento de mudas de plantas ornamentais. In: MINAMI, K. (Ed.) Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. São Paulo: T.A Queiroz, p. LUCAS, M.A.K.; SAMPAIO, N.V.; KOHN, E.T.; SOARES, P.F.; SAMPAIO, T.G. Avaliação de diferentes composições de substratos para a aclimatação de mudas de morangueiro (Fragaria x ananassa Duch). Revista Cient. Rural, v.8, n.1, p , 2002.v MACIEL, A.L.R.; SILVA, A.B.; PASQUAL, M. Aclimatação de plantas de violeta africana (Saintpaulia ionantha Wendl.) obtidas in vitro : efeitos do substrato. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v.24, n.1, p. 9-12, jan/mar., MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional das plantas. princípios e aplicações. 2 ed. Piracicaba/SP: Potafos, 1997, p.319. MARSH, D.B; PAUL, K.B. Influence of container type and cell size on cabbage transplant development and field performance. HortScience, Alexandria, v. 23, n. 200/201, p , MURASHIGE, T.; SKOOG, F. A revised medium for rapid growth and bioassays with tobacco tissue culture. Physiologia Plantarum, Kopenhagen., v.15, p RAIJ, B. VAN., CANTARELLA, H., QUAGGIO, J.A, FURLANI, A.M.C. Recomendações de adubação e calagem para o Estado de São Paulo. 2.ed. Campinas, Instituto Agronômico de Campinas: p. XU, L.Q. The promotive effects of ginseng on rapid clonal in vitro propagation of African Violet (Saintpaulia ionantha Wendl.). Acta Botanica Sinica. Peking, v.26, n.2, p , Fev [1] Parte da Dissertação apresentado pelo primeiro autor ao Centro de Ciências agrárias UFC, como requisito para obtenção do grau de Mestre. [2] Engenheiro Agrônomo; Mestre pela UFC. [3] Professor Titular do Departamento de Ciências do Solo da Universidade Federal do Ceará, , cx. Postal , Fortaleza-CE. [4] Pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, , Fortaleza, CE. [5] Engenheiro Agrícola; Aluno de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola pela UFCG. E- mail: [6] Biólogo; Doutorando em Engenharia Agrícola - Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Engenharia Agrícola.

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