CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS UNIS/MG GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MARCO ANTÔNIO GONÇALVES PAULO CÉSAR STOLLE DESSIMONI

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS UNIS/MG GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MARCO ANTÔNIO GONÇALVES PAULO CÉSAR STOLLE DESSIMONI CONTROLADOR DE DOMÍNIO NO LINUX Professor Lázaro Eduardo da Silva VARGINHA 2007

2 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO SUL DE MINAS UNIS/MG GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MARCO ANTÔNIO GONÇALVES PAULO CÉSAR STOLLE DESSIMONI CONTROLADOR DE DOMÍNIO NO LINUX Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Bacharel em Ciência da Computação do Centro Universitário do Sul de Minas - UNIS/MG, como requisito para obtenção do título do curso sob as orientações do Prof. Lázaro Eduardo da Silva. VARGINHA 2007

3 FOLHA DE APROVAÇÃO MARCO ANTÔNIO GONÇALVES EDUARDO PAULO CÉSAR STOLLE DESSIMONI Controlador de Domínio no Linux Monografia apresentada ao curso de Ciência da Computação do Centro Universitário do Sul de Minas UNIS/MG, como pré-requisito para obtenção do grau de (bacharel ou licenciatura) pela Banca Examinadora composta pelos membros: ( ) Aprovado ( ) Reprovado Data 10/12/2007 Profº. Lázaro Eduardo da Silva Profº. Fabrício Pelloso Piurcosky Profº. Ricardo Bernardes Mello

4 Dedicamos este feito às nossas famílias que sempre compreenderam e nos ajudaram nas tomadas de decisões importantes e nos apoiaram sempre nas horas mais difíceis assim como durante o tempo do curso também. Finalmente dedicamos a Deus, pela fé e perseverança de não desistirmos de nossos objetivos facilmente.

5 Agradecemos muito aos professores Lázaro Eduardo e Fabrício Peloso, que respectivamente, foram nosso orientador e coordenador, não medindo esforços para nos auxiliar na criação e encaminhamento deste trabalho, sempre eliminando as nossas dúvidas e sugerindo idéias para um resultado melhor. Agradecemos também aos colegas de sala que sempre trocaram idéias sobre os assuntos tratados nas aulas, nos dando a oportunidade de visualizar o mesmo assunto com vários pontos de vista nos proporcionando uma melhoria na ascensão da carreira acadêmica.

6 Para quem sabe olhar para trás, não existe rua sem saída! (Gabriel o Pensador).

7 Tentar e errar é aceitável, mas não tentar... isto não é viver! (Autor desconhecido).

8 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS I INTRODUÇÃO OBJETIVOS Geral Específicos JUSTIFICATIVA II RESUMO ABSTRACT III REFERENCIAL TEÓRICO KURUMIN DISTRIBUIÇÕES LINUX Como escolher uma distribuição SOFTWARE LIVRE Diferença entre Software Livre e Gratuito Sobre Distribuição e Comercialização SISTEMAS OPERACIONAIS Windows Linux LICENÇA GPL GNU REDES DE COMPUTADORES Modelo OSI TCP/IP IP DHCP Funcionamento do DHCP Breve histórico do DHCP BREVE HISTÓRICO SOBRE APT-GET DAEMONS SERVIDOR SAMBA Breve história do Samba O que o servidor Samba faz SHELL SCRIPT NETBIOS NeTBEUI IV DESENVOLVIMENTO INSTALAÇÕES INSTALAÇÃO DO KURUMIN... 46

9 4.3 INSTALAÇÃO DO DHCP INSTALAÇÃO DO SAMBA Configurações manual do arquivo smb.conf INSTALAÇÃO DO DCWARE LOGANDO O CLIENTE WINDOWS O SERVIDOR Configurando o Cliente no Windows XP Professional V CONCLUSÕES TRABALHOS FUTUROS VI BIBLIOGRAFIAS SAMBA, DISPONÍVEL EM: ACESSADO EM 11/ JOSE TADEU BARROS, ACESSADO EM 11/ VII ANEXOS ANEXO I CÓDIGO FONTE DO SOFTWARE DCWARE... 67

10 LISTA DE FIGURAS FIGURA 01: CENTRO DE CONTROLE DO KURUMIN - CLICA-AKI FIGURA 02: PARTICIONADOR GPARTED FIGURA 03: DEFINIÇÃO DA SENHA ROOT DO KURUMIN FIGURA 04: INSTALAÇÃO DO DHCP FIGURA 05: CONFIGURAÇÕES DO DHCP FIGURA 06: INSTALANDO O SAMBA COM O COMANDO APT-GET FIGURA 07: CONTINUAÇÃO DA INSTALAÇÃO DO SAMBA FIGURA 08: CONFIGURANDO O SERVIDOR DE INICIALIZAÇÃO FIGURA 09: CONFIGURAÇÃO DE SENHAS FIGURA 10: SISTEMA SOLICITANDO A SENHA DE ROOT FIGURA 11: MENSAGEM DO TESTPARM FIGURA 12: TELA PRINCIPAL DO SWAT FIGURA 13: TELA PRINCIPAL DO DCWARE FIGURA 14: CADASTRO DE USUÁRIO FIGURA 15: VERIFICAÇÃO DE USUÁRIO FIGURA 16: CONFIGURAÇÃO DE NOME E DOMÍNIO FIGURA 17: TELA PARA DIGITAR A SENHA DO ROOT FIGURA 18: MENSAGEM DE CONFIGURAÇÃO COM SUCESSO... 63

11 I INTRODUÇÃO Atualmente quase cem por cento das empresas utilizam computadores para agilizar os processos dos seus negócios, resolvendo vários tipos de problemas relacionados ao setor operacional. Porém outros problemas de administração surgem com relação à organização, pois quanto maior a agilidade, maior pode ser a quantidade de processos. Neste trabalho foi abordado o tema de comunicação entre os computadores, tendo como ponto chave as redes de comunicação dos computadores. Diante do fato de que as empresas de grande porte sem experiência têm dificuldade de coordenar este tipo de comunicação, foi proposto desenvolver um software 1 para facilitar a interação entre o administrador de uma rede local e a rede de computadores. 1.1 Objetivos Geral Desenvolver uma ferramenta free 2 como recurso alternativo para administração de redes de computadores bem como estudar em baixo nível como é feita a comunicação entre os computadores Específicos Instalação do Kurumin; Instalação do SAMBA; 1 Software: Programas, dados e rotinas desenvolvidos para computadores. Os programas de software precisam ser instalados nos computadores para que eles passem a desempenhar determinadas funções. 2 Free: Programa distribuído livremente, que pode ou não ser gratuito. O usuário pode modificar e recompilar o programa fonte. 11

12 Mostrar a configuração para o controle de domínio no Linux; Instalação do DCWare; Explicitar a aplicação do software para uma empresa; Avaliar a ferramenta na administração de redes de computadores. 1.2 Justificativa Com o crescimento abundante das redes de computadores se fez necessário ter um maior controle sobre tais, centralizar todos os direitos de uma rede, isto é, os logins 3, as senhas, quem acessa o quê e quando. As máquinas então se autenticam contra o controlador de domínio e são permitidas ou não na rede para aqueles usuários específicos. Este trabalho visa aplicar a teoria da área de redes de computadores na prática como uma forma de aprimorar os conhecimentos acadêmicos, podendo ser criada uma ferramenta de trabalho para as empresas. O controlador de Domínio no Linux tem como objetivo, também, estudar o funcionamento e implementação do controlador de domínio para Linux, tendo resultados rápidos e positivos em segurança e flexibilidade de redes entre Windows e Linux, recomendado para médias e grandes empresas que pretendem investir em tecnologia a baixo custo. Esta implementação já existe para Windows Server, e a meta deste projeto é criar a mesma, porém em Linux, estudar suas aplicações e desenvolver um software, na linguagem Shell Script, para auxiliar nas configurações em modo texto. 3 Login: é um conjunto de caracteres solicitado para os usuários que por algum motivo necessitam acessar algum sistema computacional. 12

13 II RESUMO A tecnologia é algo que vem crescendo rapidamente graças à globalização e juntamente com ela a telecomunicação. Vários computadores conectados na rede mundial são utilizados por milhares de usuários, criando cada vez mais informações em diversas áreas do mercado de trabalho. Com esta alta demanda de cadastros, usuários e informações específicas, o principal problema que surge é a administração de toda essa estrutura, gerenciando senhas de acesso a arquivos, identificações e integridades relacionadas à segurança. As soluções que existem podem gerar muitos custos, e com este trabalho, foi visado criar uma solução que pode ser utilizada como recurso alternativo na categoria de software livre. O software Controlador de Domínio é implementado na linguagem de Shell Script 4 que é usado para auxiliar nas configurações do software SAMBA que estabelece as conexões entre as redes de computadores Windows e LINUX através do protocolo NetBEUI. Palavras-Chave: Controlador de Domínio, Globalização, LINUX, Redes de Computadores, Shell Script, Software livre. 2.1 Abstract The technology is something that has been growing steadily thanks to globalization and the telecommunications along with it. Several computers connected in the network are used worldwide by thousands of users, creating ever more information in several regions of the labor market. With this high demand for entries, users and specific information, the major problem that arises is the administration of entire structure, managing 4 Shell Script: Termo usualmente utilizado para se referir aos programas de sistemas do tipo Unix. 13

14 passwords for access to files, labels and integrities related to security. The solutions exist that can generate many costs, and this work has been endorsed creating a solution that can be used as an alternative in the category of free software. The Domain Controller software is implemented in the language of Shell Script which is used to assist in the settings of the software SAMBA establishing the connections between the networks of computers Windows and LINUX through the NetBEUI protocol. Keyword: Domain Control, Globalization, Linux, Network of Computers, Shell Script, Free Software. 14

15 III REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 Kurumin Segundo MORIMOTO (2006) a distribuição do Sistema Operacional Kurumin Linux é baseada no Knoppix e que mantém o mesmo sistema de detecção de hardware desta distribuição. O Kurumin foi projetado para ser bem mais compacto, cabendo, assim, em suas versões iniciais, em um mini- CD de 80 mm. Seu desenvolvedor, Carlos E. Morimoto, deu início ao projeto apenas para fins de uso pessoal; porém, ao anunciar a sua criação no seu site, muita gente demonstrou interesse pelo projeto, o que incentivou Morimoto a levar o projeto adiante, por isso o Kurumin é a distribuição Linux mais popular no Brasil. O nome kurumin vem da Língua tupi-guarani, onde "curumim" significa menino, criança, em uma alusão a uma distribuição Linux mais leve e simples, para iniciantes no sistema. A letra k no início da palavra é uma referência ao Knoppix. O logotipo do Kurumin é um pingüim com aspecto infantil: pequeno, simpático e mais magro do que o Tux, o pingüim que representa o Linux em si. Outras características notáveis são o cocar na cabeça do mascote e uma bandeira do Brasil em sua barriga. Tendo sido focado sempre na língua portuguesa, recentemente foi anunciada a formação de um grupo de trabalho para traduzir a versão 6.0 para as línguas inglesa e espanhola. Principais características: Leveza Facilidade de uso 15

16 Feito para o uso em Desktops 5 "Ícones mágicos" (scripts) que facilitam a instalação de novos programas e a configuração do sistema. Português do Brasil como língua nativa Detecção otimizada para hardwares comumente usados no Brasil (a partir da versão 4.1) Detecção automática de muitos modelos de softmodems 6. Pode ser executado direto do CD, sem depender do HD, com ou sem outro sistema operacional instalado. Mesmo quando executado pelo CD, preserva todas as suas capacidades, inclusive de instalar novos programas. Porém, para que novos programas e dados pessoais sejam preservados no desligamento do sistema, é necessário um meio separado de armazenamento (como um pendrive 7 ). A velocidade do sistema (principalmente durante o carregamento inicial de programas) é menor ao executar o Kurumin pelo CD, mas o sistema ainda é usável. Alta velocidade de desenvolvimento, corrigindo rapidamente quaisquer bugs 8. Versão atual: Kurumin light 7.0, publicada em 4 de Janeiro de 2007 (Estável). 7.0R3 Final, publicada em 18 de Junho de Versão completa, final e estável release Distribuições Linux Uma distribuição de Linux é um sistema operacional Unix-like incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um 5 Desktop: 1; Microcomputador de mesa ou PC s, da sigla em inglês "personal computer". 2; Uma área de trabalho na tela que utiliza ícones e menus para simular uma mesa comum de escritório. 6 Softmodems: Um modem que trabalha utilizando recursos do processador. 7 Pendrive: Dispositivo flexível via USB usado para armazenarem dados. 8 Bugs: É um erro no funcionamento comum de um software, também chamado de falha na lógica programacional. 16

17 conjunto. Distribuições mantidas por organizações comerciais, como a Red Hat, Ubuntu, SUSE e Mandriva, bem como projetos comunitários como Debian e Gentoo montam e testam seus conjuntos de software antes de disponibilizá-los ao público. Como o Linux e a maior parte dos softwares incluídos em distribuições são livres, qualquer organização ou indivíduo suficientemente motivado podem criar e disponibilizar (comercialmente ou não) a sua própria distribuição. Isso faz com que hoje haja registro de mais de 300 distribuições ativamente mantidas, embora menos de 20 delas sejam largamente conhecidas. Algumas distribuições populares oferecem (como opção ou como seu único modo de operação) a possibilidade de execução em modo Live CD, que permite o uso integral do Linux sem instalação ou alteração dos dados armazenados no disco rígido do computador: o sistema roda integralmente a partir de um CD-ROM desde o momento em que o computador é ligado. Exemplos de Live CDs bastante conhecidos são o alemão Knoppix 9 e o brasileiro Kurumin Como escolher uma distribuição Pode-se obter o Linux de diversas origens. Nunca se deve optar por uma versão antiga - é comum encontrar usuários novos com dificuldades típicas de dois anos atrás ("O Linux não reconhece meu hardware", "Não consigo discar para a Internet") justamente porque instalaram uma versão de dois anos atrás, que estava guardada num armário. O Linux evolui muito rapidamente, e os principais distribuidores tendem a lançar versões novas a cada três ou quatro meses, ou pelo menos semestralmente. 9 Knoppix: É uma distribuição GNU/Linux baseado no Debian e gravado em CD bootável, dotado de um sistema de detecção automática de hardware 17

18 Como em geral pode-se obter o software gratuitamente ou a custo baixíssimo, não faz sentido optar pela versão antiga - espere mais alguns dias, e instale a mais recente. Outro erro a ser evitado é optar por uma mini-distribuição, "para ver como é o Linux". De fato, existem mini-distribuições de boa qualidade, que podem ser instaladas na mesma partição que o Windows, e cujo download 10 pode ser bem menor do que uma distribuição completa. Mas em geral o que você pode fazer com ela é limitado, e o suporte que você encontra na comunidade usuária é mais restrito, porque são raros os usuários experientes (portanto aptos a responder perguntas) que utilizam esse tipo de sistema. Todas as distribuições têm vantagens e desvantagens. Cada caso é um caso, e elas devem ser escolhidas de acordo com a necessidade do momento. Para saber as características de cada uma, pode se pesquisar nos artigos do BR-Linux, ou consultar os sites de cada uma delas. Segue uma lista parcial de distribuições de Linux para facilitar sua escolha: Conectiva (braço brasileiro da Mandriva) Kurumin (brasileira) Debian BR CDD (brasileira) Debian Fedora Gentoo Knoppix Mandriva Red Hat Slackware 10 Download: Significa baixar em português (embora não tenha uma tradução exata), é a transferência de dados de um computador remoto para o seu próprio computador, usando qualquer protocolo de comunicações. 18

19 SUSE Ubuntu Yellow Dog Linux (para Mac) Em geral, podem-se encontrar grupos de usuários brasileiros de cada uma destas distribuições de Linux digitando no Google o nome dela, seguido pela palavra Brasil, como no exemplo: Ubuntu Brasil. Para saber mais detalhes sobre distribuições populares, visite o Distrowatch (http://distrowatch.com/dwres.php?resource=major, 2005). Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux - a melhor sempre será a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que se pretende fazer com o sistema, da capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas questões políticas e filosóficas. 3.3 Software Livre O impulso inicial para a história do software livre foi dado em 1969, quando Ken Thompson, pesquisador do Bell Labs, criou a primeira versão do Unix, um sistema operacional multi-tarefa 11. Este sistema era utilizado pelos grandes computadores que existiam na década de setenta em universidades e grandes empresas, os mainframes. O Unix era distribuído gratuitamente para as universidades e centros de pesquisa, com seu códigofonte (suas linhas de programação) aberto. A sigla OSS (Open Source Software) é a que designa esse tipo de programa, cuja estrutura pode ser modificada por qualquer usuário com conhecimentos em informática, diferentemente dos sistemas operacionais mais usados atualmente, como o 11 Multi-tarefa: Característica dos sistemas operativos modernos que permite repartir a utilização do processador entre várias tarefas simultaneamente. 19

20 Windows. A partir daí foram surgindo novas versões do Unix, igualmente abertas e compartilhadas pelo meio acadêmico. Em 1971, Richard Stallman, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), inaugurou o movimento Open Source. Ele produziu no Laboratório de Inteligência Artificial do MIT diversos programas com código-fonte aberto. Em 1979, quando a empresa AT&T anunciou seu interesse em comercializar o Unix, a Universidade de Berkley criou a sua versão do sistema, o BSD Unix. A AT&T se juntou as empresas como IBM, DEC, HP e SUN para formar a Open Source Foundation, que daria suporte ao BSD. Em 1983, Stallman criou o Projeto GNU, com o objetivo de desenvolver uma versão do Unix com código-fonte aberto, acompanhada de aplicativos e ferramentas compatíveis (como um editor de textos, por exemplo) igualmente livres. Em 1985, ele publicou o manifesto GNU e um tratado anti-copyright intitulado General Public License. Esse tratado criava a Free Software Foundation, explicando a filosofia do software livre (ANUNCIAÇÃO, 2007). O uso do adjetivo "free" para qualificar um software não tem a conotação de "gratuito", mas indica que o seu usuário é livre para executar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o programa. Com o avanço da internet, diversas versões do Unix foram surgindo em todo o mundo, sendo disponibilizadas pela rede para modificação e melhoria por parte de outros pesquisadores e usuários. O Linux é apenas uma delas. A filosofia do Software Livre encontra as suas raízes na livre troca de conhecimentos e de pensamentos que podem tradicionalmente ser encontrado no campo científico. Tal como as idéias, os programas de computador não são tangíveis e podem ser copiados sem perda. A sua distribuição é à base de um processo de evolução que alimenta o desenvolvimento do pensamento. 20

21 No início dos anos 80, Richard M. Stallman foi o primeiro a conseguir a formalizar esta maneira de pensar para o software sobre a forma de quatro liberdades: 1ª liberdade: A liberdade de executar o software, para qualquer uso. 2ª liberdade: A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades. 3ª liberdade: A liberdade de redistribuir cópias. 4ª liberdade: A liberdade de melhorarem o programa e de tornar as novas modificações públicas de modo que a comunidade inteira se beneficie da melhoria. O software, seguindo esses quatro princípios, é chamado "Software Livre" (ou Free Software). Software livre se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. É uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em "liberdade de expressão", não em "cerveja grátis" Diferença entre Software Livre e Gratuito Para suportar essa idéia e fazer com que tudo isso se realize, Richard M. Stallman criou a "Free Software Foundation" em 1984 e lançou o projeto GNU. A licença do projeto GNU, a Licença Geral Pública GNU (GNU General Public License ou GPL), não somente concede as quatro 21

22 liberdades descritas acima, mas também as protege. Graças a essa proteção, a GPL é, hoje em dia, a licença mais utilizada para o Software Livre. Ao lado da GPL existem outras licenças que concedem essas liberdades, o que as qualifica de licenças de Software Livre. Uma delas, a licença FreeBSD, merece uma menção particular. A principal diferença com a GPL é que ela não procura proteger a liberdade. Embora algumas pessoas digam que o termo "Free Software" (Software Livre) é ambíguo, uma vez que, em inglês, "free" tem dois significados: gratuito e livre. No entanto, em várias línguas, o termo "free" (livre) não é ambíguo. E mesmo nas línguas, como o inglês, em que o significado é ambíguo, qualquer confusão pode ser evitada chamando a atenção que o termo "free" refere-se à liberdade, não ao preço. A terminologia "Open Source" refere-se a ter acesso ao código-fonte. Mas o acesso ao código-fonte é apenas um requisito de duas das quatro liberdades que definem o software livre. Muitas pessoas não percebem que apenas o acesso ao código-fonte não é suficiente. Usar o termo "Software Livre" evita a continuação e desenvolvimento deste mal-entendido. Em 1998, a "Definição do Open Source" (Open Source Definition) foi escrita tendo o cidadão dos E.U.A. Bruce Perens como autor principal. O seu objetivo era descrever as propriedades técnicas do Software Livre e ser utilizada como texto fundador do movimento "Open Source" (Open Source Movement). A "Definição do Open Source" é ela mesma derivada das "Linhas Directoras do Software Livre Debian", que derivam das quatro liberdades mencionadas acima. Consequentemente, as três definições descrevem as mesmas licenças; a "Licença Pública Geral GNU" (GPL) é a licença de base de todas as definições. O movimento "Open Source" tem por objetivo ser um programa de marketing do Software Livre. Esse objetivo deliberadamente ignora todos 22

23 os aspectos filosóficos ou políticos; estes aspectos são considerados prejudiciais à comercialização. Por outro lado, o movimento Software Livre considera o ambiente filosófico/ético e político como uma parte essencial do movimento e um dos seus pilares fundamentais (ANUNCIAÇÃO, 2007) Sobre Distribuição e Comercialização Um programa é software livre se os usuários seguirem os quatro princípios de liberdade descritos acima. Portanto, deve-se ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão. Deve-se também ter a liberdade de fazer modificações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se forem publicadas as modificações, não é obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre. Para que essas liberdades sejam reais, deve ser irrevogável desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que não se tenha dado motivo, o software não é livre. Entretanto, certos tipos de regras sobre a maneira de distribuir software livre são aceitáveis, quando elas não entram em conflito com as 23

24 liberdades principais. Por exemplo, copyleft 12 (apresentado de forma bem simples) é a regra de que, quando redistribuindo um programa, não se podem adicionar restrições para negar para outras pessoas as liberdades principais. Esta regra não entra em conflito com as liberdades; na verdade, ela as protege. Portanto, pode-se ter pagado para receber cópias do software GNU, ou pode-se ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como seja obtido a cópia, sempre haverá a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias (ANUNCIAÇÃO, 2007). Software Livre não significa "não-comercial". Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes. 3.4 Sistemas Operacionais Windows O sistema operacional MS Windows criado pela Microsoft, empresa fundada por Bill Gates é um produto comercial, com preços diferenciados para cada uma de suas versões, ele é o sistema operacional mais usado do mundo. Apesar de o sistema ser conhecido pelas suas falhas críticas na segurança e como plataforma de vírus de computador e programas-espiões (spywares 13 ), o impacto deste sistema no mundo atual é simplesmente incalculável devido ao enorme número de cópias instaladas. 12 Copyleft: É uma forma de proteção dos direitos autorais que tem como objetivo prevenir que não sejam colocadas barreiras à utilização. 13 Spyware: Consiste em um programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre seus costumes na Internet. 24

25 Conhecimentos mínimos desse sistema, do seu funcionamento, da sua história e do seu contexto são, na visão de muitos, indispensáveis, mesmo para os leigos em informática. Explanando sobre o primeiro sistema operacional da Microsoft, o DOS foi ponto-chave para o sucesso do atual sistema Windows. O nome DOS é a sigla de Disk Operating System (sistema operacional de disco). Bill Gates contratou Tim Paterson, o desenvolvedor do DOS, para a sua nova empresa Microsoft. Com algumas modificações, o MS-DOS (MicroSoft Disk Operating System) surgiu então e rapidamente dominou o mercado dos computadores. O DOS possui nativamente uma interface de linha de comandos através do seu interpretador de comandos, command.com, porém não existe apenas uma versão do DOS. A mais conhecida e popular é o MS-DOS, da Microsoft (por isso, as iniciais MS). Outros sistemas são os PC-DOS, DR-DOS e, mais recentemente, FreeDOS Linux O Linux surgiu da mistura entre o Linus mais Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua história. O nome do mascote Tux (o pingüim do Linux), foi escolhido por votação, pelo próprio Linus. Segundo ele "gostaria de um pingüim cheio, satisfeito por ter comido muitos peixes". O motivo por trás da escolha do Tux 14 como mascote foi uma mordida que Linus levou de um pingüim em um zoológico. A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell 14 Tux: É a mascote oficial do sistema operativo GNU/Linux. O Tux, criado por Larry Ewing em

26 (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador), sendo assim, o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já existia uma versão do Multics rodando num computador GE645. Ken Thompsom era um pesquisador do Multics 15 e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema. Desde então, sua idéia não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as idéias básicas do sistema. A partir daí, começa a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da Bell Labs, foi quem deu esse nome. Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, reescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs. Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, SUN, etc. Segundo ANUNCIAÇÃO (2007) o Unix System IV é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos (como mainframes) por diversas multinacionais. Para falar a relação entre o Unix e o Linux, ou entre o Unix e Linus Torvalds, é necessário falar de outro sistema operacional, o Minix. O Minix é uma versão do Unix, porém, gratuita e com o código fonte disponível. 15 Multics: (Multiplexed Information and Computing Service) era um sistema modular montado em uma bancada de processadores. 26

27 Isso significa que qualquer programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado originalmente para uso educacional, para quem quisesse estudar o Unix "em casa". No entanto, vale citar que ele foi escrito do zero e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T e por isso pode ser distribuído gratuitamente. A partir daí, é que Linus Torvalds começa a agir sobre o Linux. Ele era um estudante de Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, na Filândia e em 1991, por hobby, Linus decidiu desenvolver um sistema mais poderoso que o Minix. Para divulgar sua idéia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela Usenet (uma espécie de antecessor da Internet). A mensagem pode ser vista no final deste artigo. No mesmo ano, Torvalds disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994 disponibilizou a versão 1.0. O Linux é um sistema operacional livre e é uma reimplementação das especificações POSIX 16 (padronização da IEEE, Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica) para sistemas com extensões System V e BSD. Isso significa que o Linux é bem parecido com Unix, mas não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma, segundo MORIMOTO (2006). Linus Torvalds, quando desenvolveu o Linux, não tinha a intenção de ganhar dinheiro e sim fazer um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas necessidades. O estilo de desenvolvimento que foi adotado foi o de ajuda coletiva, ou seja, ele coordena os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema que criou. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor. 16 POSIX: Um acrônimo para Interface de Sistemas Operacionais Portáveis. Um conjunto de padrões que cresceram fora do sistema operacional UNIX. 27

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