PROJETO GRÁFICO, DIAGRAMAÇÃO E REVISÃO

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1 MANUAL DO SERVIDOR

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3 REITOR Professor Jerônimo Rodrigues da Silva (Quadriênio ) CONTEÚDO Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional Diretoria de Recursos Humanos Coordenação de Cadastro e Pagamento Coordenação de Gestão de Pessoas Coordenação de Aposentadorias e Pensões PROJETO GRÁFICO, DIAGRAMAÇÃO E REVISÃO Diretoria de Comunicação Social Distribuição Gratuita e Dirigida. 1ª edição - Junho/2014

4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 6 MENSAGEM DO REITOR 7 A INSTITUIÇÃO 9 Atuação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no Estado de Goiás 10 Histórico 11 Reitoria 12 Câmpus do IFG 14 Modalidades de Ensino Ofertadas pelo IFG 15 DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO 17 Principais Deveres Legais do Servidor Público 17 Principais Deveres Éticos do Servidor Público 18 DIREITOS DO SERVIDOR PÚBLICO 20 Planos das Carreiras 20 Adicionais, Benefícios e Gratificações 25 SUBSISTEMA INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SERVIDOR (SIASS) 36 VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR 39 GESTÃO DE PESSOAS 46 SIAPENET 53 SUAP E CORREIO ELETRÔNICO 55 ALGUMAS FONTES DE CONSULTA 56 ANEXOS 58

5 ANEXO I Tabela de Vencimento dos Professores Tabelas de Retribuição por Titulação (RT) ANEXO II Tabela de Vencimento dos Técnicos-Administrativos ANEXO III Cursos de Educação Formal com relação direta aos Ambientes Organizacionais para Incentivo à Qualificação ANEXO IV Decreto nº 7.806/2012 Regulamenta critérios e procedimentos para progessão de servidores na carreira do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico ANEXO V Lei nº /2008 Instituti a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria os Institutos Federais ANEXO VI Resolução nº 1/2007 Estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização ANEXO VII Lei nº /2012 Institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais ANEXO VIII Decreto nº 7.808/2012 Cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo ANEXO IX Lei nº /2005 Dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação ANEXO X Contatos dos Câmpus

6 Manual do Servidor - IFG APRESENTAÇÃO O Instituto Federal de Goiás (IFG) mantém, por meio da Diretoria de Recursos Humanos, da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional, seu Programa de Iniciação ao Serviço Público, para facilitar a ambientação dos servidores recém-empossados. O servidor que chega recebe uma grande quantidade de informações sobre a Instituição, o serviço público federal e sua vida funcional. Por isso, o IFG resume as principais informações neste Manual. São informações necessárias para que o servidor possa inserir-se na vida institucional, possa exigir seus direitos e cumprir seus deveres. O Manual do Servidor deve ser uma publicação para consultas recorrentes. Nele, grande parte das dúvidas dos servidores pode ser esclarecida e muitos procedimentos podem ser conhecidos. Ele é, portanto, um companheiro, um auxiliar de todo servidor do IFG. 6

7 IFG - Manual do Servidor MENSAGEM DO REITOR Somos todos responsáveis! Cada servidor ou servidora que chega ao Instituto Federal de Goiás (IFG) nos traz uma grande alegria e uma nova expectativa; é sempre mais um que vem contribuir para o engrandecimento da Instituição. Essa soma de esforços individuais para gerar um trabalho coletivo, que vai produzir resultados de dimensões sociais, é uma das características do serviço público. Por isso, ser um servidor público federal é uma honra e também uma grande responsabilidade. Servidor público é aquele que tem muitos deveres, mas também direitos. Entre os deveres, é sempre bom lembrar o dever cidadão de ser ético e de visar sempre o bem comum. Entre os direitos, destaca-se a possibilidade concreta de construção de uma carreira profissional, com progressões e promoções, inclusive pecuniárias. Mas, nós do IFG, ainda temos uma outra característica marcante: somos servidores públicos da educação. Lidamos cotidianamente com um dos direitos fundamentais dos brasileiros, que é o de receber educação de qualidade. Isso aumenta nossa responsabilidade! Nosso trabalho transforma vidas de adolescentes que decidem fazer o ensino médio profissionalizante, de jovens e de trabalhadores que buscam escolarização e formação profissional. Por isso, pedimos a todos os servidores que chegam ao IFG que procurem conhecer a Instituição, que busquem se informar sobre os cursos que ofertamos, os projetos que desenvolvemos e os resultados que conquistamos. Temos a certeza de que todos querem contribuir e de que todos vão se orgulhar do trabalho realizado. Afinal, somos todos responsáveis pelas conquistas que temos e pelas que virão! Sejam bem-vindos! Professor Jerônimo Rodrigues da Silva Reitor do IFG 7

8 Goiânia Jataí Itumbiara Uruaçu Inhumas Luziânia Formosa Anápolis Aparecida de Goiânia Cidade de Goiás Câmpus em Implantação: - Águas Lindas - Novo Gama - Senador Canedo - Goiânia Oeste - Valparaíso

9 IFG - Manual do Servidor A INSTITUIÇÃO O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) é uma instituição de ensino que oferece educação pública, gratuita e de qualidade para adolescentes, jovens e adultos, com o objetivo de formar e qualificar profissionais para os diversos setores da economia. Também realiza pesquisas e promove o desenvolvimento tecnológico de novos processos, produtos e serviços, em estreita articulação com os setores produtivos e com a sociedade, oferecendo mecanismos para a educação continuada. O IFG atua na verticalização do ensino na medida em que oferta cursos em diferentes níveis e modalidades da educação profissional e tecnológica, da educação básica à pós-graduação. São oferecidos cursos de ensino médio integrado à educação profissional técnica; ensino técnico em geral; cursos superiores de tecnologia, licenciatura e bacharelado em áreas em que a ciência e a tecnologia são componentes determinantes, em particular as engenharias, bem como programas de pós-graduação lato e stricto sensu. Também oferta cursos pelo Programa de Educação de Jovens e Adultos (Proeja), pelo Programa Mulheres Mil e pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), além de cursos na modalidade de Educação a Distância (EaD), pelo e-tec Brasil, sem deixar de assegurar a formação inicial e continuada do trabalhador e dos futuros trabalhadores. Atualmente, o IFG atende mais de 20 mil estudantes nos seus doze câmpus, localizados nas cidades de Anápolis, Aparecida de Goiânia, Cidade de Goiás, Formosa, Goiânia, Inhumas, Itumbiara, Jataí, Luziânia, Uruaçu e Águas Lindas. Nos próximos anos o IFG implantará unidades em Senador Canedo, Valparaíso e Novo Gama. 9

10 Manual do Servidor - IFG Atuação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no Estado de Goiás Com a mudança para Instituto Federal, Goiás ficou com duas novas instituições: o Instituto Federal de Goiás (IFG), formado pelo CEFET Goiás e seus 12 câmpus em funcionamento, sendo a reitoria instalada em Goiânia; e o Instituto Federal Goiano (IF Goiano), formado inicialmente pela fusão dos CEFETs de Rio Verde e de Urutaí e da Escola Agrotécnica Federal de Ceres. O Instituto Federal de Goiás continua mantendo a tradição da Escola Técnica Federal de Goiás e do CEFET Goiás ao oferecer educação pública, gratuita e de qualidade para jovens e trabalhadores do Estado. Inserido na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que engloba os institutos federais, os ainda CEFETs e o Colégio Dom Pedro II, o IFG vem ampliando sua inserção social, com a implantação dos novos câmpus, e também sua contribuição para o desenvolvimento social e econômico do Estado. O Instituto, ao longo de sua história, foi e continua sendo ambiente de formação e de realização de ações políticas, artísticas e culturais, reafirmando sua identidade como centro formador de ideias, conhecimentos, artistas, lideranças e, principalmente, profissionais qualificados e conscientes de suas responsabilidades com a vida e com a sociedade. 10

11 IFG - Manual do Servidor Histórico O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), criado pela Lei Federal nº , de 29 de dezembro de 2008, que transformou os Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs) em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, é uma autarquia federal detentora de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar. Equiparada às universidades federais, é uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurricular e multicâmpus, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino. A história do Instituto Federal de Goiás possui uma longa trajetória, com origem no início do século passado. No dia 23 de setembro de 1909, por meio do Decreto n.º 7.566, o então presidente da República, Nilo Peçanha, criou 19 Escolas de Aprendizes Artífices, uma em cada Estado do País. Em Goiás, a escola foi criada na antiga capital do Estado, Vila Boa, atualmente cidade de Goiás. Em 5 de julho de 1942, com a construção de Goiânia, a escola foi transferida para a nova capital, se transformando em palco do Batismo Cultural da cidade. Recebeu, então, o nome de Escola Técnica de Goiânia. Com a Lei n.º 3.552, em 1959, a Instituição alcançou a condição de autarquia federal, adquirindo autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar, recebendo a denominação de Escola Técnica Federal de Goiás, em agosto de Em 1988, a Escola Técnica Federal de Goiás ampliou sua presença no Estado com a criação da Unidade de Ensino Descentralizada de Jataí, hoje denominada Câmpus Jataí. Por meio do decreto sem número, de 22 de março de 1999, a Escola Técnica Federal de Goiás foi transformada em Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás (CEFET-GO), uma instituição de ensino especializada na oferta de educação tecnológica nos diferentes níveis e modalidades de ensino, com prioridade na área tecnológica. A partir daí, a Instituição recebeu autorização para ofertar cursos superiores. No mês de dezembro de 2008, o CEFET-GO passou a ser Instituto Federal de Goiás, com a aprovação da lei nº , que criou os institutos de todo o País. 11

12 Manual do Servidor - IFG Reitoria A Reitoria é a instância executiva do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), responsável pela administração, coordenação e supervisão de todos os assuntos que envolvem a Instituição, direta e indiretamente. É composta pelo Reitor, Gabinete, Diretoria Executiva, Assessoria de Relações Institucionais, Pró-Reitorias, Auditoria Interna e demais instâncias. Reitor: Jerônimo Rodrigues da Silva Diretor Executivo: Paulo Henrique de Souza Pró-Reitorias São instâncias que compõem a Reitoria e que planejam, superintendem, coordenam, fomentam e acompanham as atividades de ensino, pesquisa, extensão, administração e desenvolvimento institucional. São dirigidas por pró-reitores nomeados pelo reitor. Pró-Reitoria de Administração: propõe e conduz as políticas de gestão administrativa, patrimonial, de suprimento de bens e serviços e de aplicação dos recursos orçamentários e financeiros; propõe, planeja, coordena e avalia as políticas, rotinas e ações de administração que otimizem recursos, busquem eficiência e eficácia; elabora o Planejamento de Gestão; apresenta os processos de prestação de contas da Instituição. Pró-Reitor: Ubaldo Eleutério da Silva Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional: propõe e sistematiza o planejamento estratégico da Instituição, propõe e conduz as políticas de gestão de pessoal, de tecnologia da informação; levanta, atualiza, sistematiza e avalia dados estruturais para dar subsídio à definição das políticas institucionais, bem como compila dados institucionais; orienta e coordena a elaboração e atualização e supervisiona a efetivação do Plano de Desenvolvimento Institucional; propõe, planeja, implementa, supervisiona e avalia a política de gestão de recursos humanos, de avaliação do desempenho institucional, da política de capacitação; orienta, subsidia e sistematiza a elaboração do Relatório Anual de Gestão. Pró-Reitor: Weber Tavares da Silva Júnior 12

13 IFG - Manual do Servidor Pró-Reitoria de Ensino: propõe, planeja, coordena, executa e avalia as ações necessárias ao desenvolvimento de políticas de ensino nos diferentes níveis de atuação institucional, no âmbito de todos os câmpus; propõe e promove políticas e programas de democratização do acesso, procedimentos de seleção, de indução e estímulo aos estudantes para a continuidade e conclusão dos cursos; estabelece e sistematiza princípios e diretrizes para a estruturação e reestruturação dos cursos e currículos, propõe e promove o cumprimento do calendário acadêmico. Pró-Reitor: Adelino Candido Pimenta Pró-Reitoria de Extensão: propõe e conduz políticas de formação inicial e continuada de trabalhadores; de assistência estudantil; de estágio, de inserção, valorização e interação dos profissionais formados pelo IFG com o mundo do trabalho, bem como propõe e desenvolve toda a política de extensão; propõe, planeja, supervisiona e avalia o desenvolvimento das ações institucionais de extensão, interação e intercâmbio entre o IFG e as instituições públicas, empresas, entidades, organizações, representações sociais e a comunidade. Pró-Reitor: Sandro Ramos de Lima Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação: propõe, conduz, planeja, coordena, executa e avalia as políticas institucionais de pesquisa, inovação e pós-graduação, no âmbito de todos os câmpus; implementa os planos de formação e aperfeiçoamento do corpo docente e técnico-administrativo em nível de pós-graduação; implementa e coordena os programas e planos de concessão de bolsas de pesquisa e de pós-graduação; planeja, avalia e supervisiona a elaboração de propostas de implementação, alteração ou extinção de cursos de pós-graduação. Pró-Reitor: Ruberley Rodrigues de Souza 13

14 Manual do Servidor - IFG Câmpus do IFG Atualmente o IFG possui 12 câmpus em funcionamento (Águas Lindas, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Cidade de Goiás, Formosa, Goiânia, Goiânia Oeste, Inhumas, Itumbiara, Jataí, Luziânia e Uruaçu) e com a expansão serão implantadas novas unidades em: Novo Gama, Senador Canedo e Valparaíso de Goiás. A expansão da Instituição possibilitará a ampliação da oferta de cursos e vagas e da população atendida no Estado. Diretores-Gerais Câmpus Goiânia - Alexandre Silva Duarte Câmpus Jataí - Mara Rúbia de Souza Morais Câmpus Inhumas - Alan Keller Gomes Câmpus Itumbiara - Aline Silva Barroso Câmpus Uruaçu - Leonne Borges Evangelista Câmpus Anápolis - Daniel Silva Barbosa Câmpus Formosa - Edson Rodrigo Borges Câmpus Luziânia - José Carlos Barros Silva Câmpus Aparecida de Goiânia - Ana Lucia Siqueira Câmpus Cidade de Goiás - Lisandra Lavoura Passos Câmpus Águas Lindas - Wagner Pereira Lopes Câmpus Goiânia Oeste - Mad Ana Ribeiro de Castro Câmpus Senador Canedo - Aldemi Coelho Lima Câmpus Valparaíso - João Marcos Bailão de Lima 14

15 IFG - Manual do Servidor Modalidades de Ensino Ofertadas pelo IFG O IFG oferta cursos desde a educação básica à pós-graduação, nas modalidades: Educação Básica Formação Inicial e Continuada (FIC) Oferta de cursos de curta duração para trabalhadores. Os cursos não são regulares; são ofertados de acordo com a demanda do mercado, por meio da publicação de edital. A forma de ingresso e a exigência de escolaridade são especificadas no edital. Ensino Técnico Oferta de cursos técnicos de nível médio. Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio Curso no qual o ensino técnico profissionalizante é simultâneo ao ensino médio. O estudante obtém a escolarização e a formação profissional. Curso Técnico Subsequente ao Ensino Médio Curso técnico profissionalizante (de nível médio) ofertado para estudantes que já concluíram o ensino médio. Curso Técnico pelo Proeja Curso no qual o ensino técnico profissionalizante é ofertado simultaneamente ao ensino médio. O estudante obtém a escolarização e a formação profissional. É oferecido dentro do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos especificamente para pessoas com 18 anos ou mais. 15

16 Manual do Servidor - IFG Educação Superior Oferta de cursos superiores destinados aos que já concluíram o ensino médio nas seguintes modalidades: Bacharelado Os cursos de bacharelado preparam profissionais habilitados para atuar na área de sua formação. Licenciatura Os cursos de licenciatura formam profissionais aptos a trabalhar em ambientes educacionais, em todos os níveis de ensino. Tecnologia Os cursos de tecnologia são graduações de nível superior com enfoque na atuação técnica profissional. Possuem uma cargahorária menor em relação aos cursos de bacharelado e licenciatura. Pós-Graduação Lato Sensu (Especialização) Os cursos de especialização possuem duração mínima de 360 horas, destinados a quem possui diploma de graduação. Atualmente o IFG oferta especializações nos câmpus Goiânia e Jataí. Stricto Sensu São cursos de mestrado e doutorado, destinados a quem possui diploma de graduação. O IFG oferta atualmente dois cursos de mestrado profissional, um no Câmpus Goiânia e outro no Câmpus Jataí. Educação a Distância É o processo de ensino-aprendizagem mediado por tecnologias, que permite a dispensa da presença física diária do estudante em sala de aula. O IFG oferta cursos técnicos subsequentes pelo Programa e-tec Brasil. 16

17 IFG - Manual do Servidor DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO Os principais deveres do servidor público estão expressos na Lei nº 8.112/1990, que regulamenta o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, e no Decreto nº 1.171/1994, que institui o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. Principais Deveres Legais do Servidor Público exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo; ser leal às instituições a que servir; observar as normas legais e regulamentares; cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; atender com presteza: a) ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas por sigilo; b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal; c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para apuração; zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público; guardar sigilo sobre assunto da repartição; manter conduta compatível com a moralidade administrativa; ser assíduo e pontual ao serviço; tratar com urbanidade as pessoas; representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. Conheça a Lei nº 8.112/1990. Acesse o link: 17

18 Manual do Servidor - IFG Principais Deveres Éticos do Servidor Público exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; ser probo, reto, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu caráter, escolhendo sempre, quando estiver diante de duas opções, a melhor e a mais vantajosa para o bem comum; jamais retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da coletividade a seu cargo; tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público; ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos; ser cortês, ter urbanidade, disponibilidade e atenção, respeitando a capacidade e as limitações individuais de todos os usuários do serviço público, sem qualquer espécie de preconceito ou distinção de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, cunho político e posição social, abstendo-se, dessa forma, de causar-lhes dano moral; ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal; resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las; zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva; ser assíduo e frequente ao serviço, na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o sistema; comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público, exigindo as providências cabíveis; manter limpo e em perfeita ordem o local de trabalho, seguindo 18

19 IFG - Manual do Servidor os métodos mais adequados à sua organização e distribuição; participar dos movimentos e estudos que se relacionem com a melhoria do exercício de suas funções, tendo por escopo a realização do bem comum; apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da função; manter-se atualizado com as instruções, as normas de serviço e a legislação pertinentes ao órgão onde exerce suas funções; cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em boa ordem; facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito; exercer com estrita moderação as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas, abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do serviço público e dos jurisdicionados administrativos; abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo qualquer violação expressa à lei; divulgar e informar a todos os integrantes da sua classe sobre a existência deste Código de Ética, estimulando o seu integral cumprimento. O IFG possui uma Comissão de Ética desde O contato com a comissão pode ser feito pelo Conheça o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. Acesse o link: 19

20 Manual do Servidor - IFG DIREITOS DO SERVIDOR PÚBLICO Os principais direitos do servidor público estão expressos na Lei nº 8.112/1990, que regulamenta o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, e nas leis que estruturam os planos de carreira de cada categoria. Planos das Carreiras Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Anexo I) O Plano de Carreira e Cargos do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico foi estruturado na Lei nº , de 1º de julho de O Plano alterou a Lei nº 7.596, de 1987, promovendo a mudança na denominação dos cargos de professor e o enquadramento na Carreira de Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. A mudança não representou, para qualquer efeito legal, inclusive para efeito de aposentadoria, descontinuidade em relação à carreira, ao cargo e às atribuições atuais desenvolvidas pelos seus titulares. A partir de 1º de março de 2013, ocorreu o reenquadramento da carreira de professor de acordo com a Lei nº , de 28 de dezembro de a) Estrutura do Plano de Carreira: Titular: 1 nível D IV: 4 níveis D III: 4 níveis D II: 2 níveis D I: 2 níveis b) Estrutura da Remuneração do Plano: I - Vencimento Básico (Anexo I); II - Retribuição por Titulação - RT (Anexo I). 20

21 IFG - Manual do Servidor Progressão ou Promoção na Carreira Progressão é a passagem do servidor para o nível de vencimento imediatamente superior dentro de uma mesma classe. Promoção é a passagem do servidor de uma classe para outra subsequente. A promoção ocorrerá observados o interstício mínimo de 24 (vinte e quatro) meses no último nível de cada Classe antecedente àquela para a qual se dará a promoção, bem como processo de avaliação de desempenho individual. 1. A Promoção (ou aceleração da progressão) Os servidores que ingressaram na Carreira Docente antes de 1º de Março de 2013 poderão solicitar promoção quando obtiverem o título de especialista (Classe D I para D II) e quando obtiverem o título de mestre ou doutor (Classe D I ou D II para DIII). Aos docentes que ingressaram após 1º de Março de 2013, a promoção pode ser solicitada após a conclusão/aprovação no estágio probatório, de acordo com a Lei nº /2012, em seu artigo 15. Para protocolar pedidos de promoção, o servidor deve preencher o requerimento e anexar o diploma de sua última titulação. Caso o servidor não possua o diploma, poderá apresentar cópia original dos seguintes documentos: Especialização: a) relação das disciplinas, carga-horária, nota ou conceito obtido pelo aluno e nome e qualificação dos professores por elas responsáveis; b) período em que o curso foi realizado e a sua duração total, em horas de efetivo trabalho acadêmico; c) título da monografia ou do trabalho de conclusão do curso e nota ou conceito obtido; d) declaração da instituição de que o curso cumpriu todas as disposições da Resolução n 1, de 8 de junho de 2007 e a citação do ato legal de credenciamento da instituição. Verificar a Relação de Cursos de Educação Formal com relação direta aos Ambientes Organizacionais (ANEXO III). Mestrado e Doutorado: Cópia da ata de defesa da dissertação ou tese; declaração da instituição de que o servidor está quite com as obrigações do mestrado/doutorado e cópia do histórico escolar. 21

22 Manual do Servidor - IFG 2. A Progressão por Mérito ou Desempenho Acadêmico Observará os seguintes critérios, de acordo com o artigo 14, parágrafo 2º, da Lei nº /2012: a) cumprimento de Interstício de 24 meses de efetivo exercício em cada nível; b) aprovação em avaliação de desempenho individual. Técnico-Administrativo (Anexos II e IX ) O Plano de Carreira do Servidor Técnico-administrativo é dividido em cinco classes: A; B; C; D; e E. Estas classes são conjuntos de cargos de mesma hierarquia, classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas atribuições. Cada uma das classes divide-se em quatro níveis de capacitação (I, II, III e IV). Há também 16 níveis para progressão por mérito profissional, ligada à avaliação de desempenho. Os servidores podem progredir, dentro de uma classe, os quatro níveis, mas não podem ascender de uma classe para a outra. O servidor que ingressar na classe A, por exemplo, não tem a opção de passar para a B. Ele pode apenas progredir de um nível para o outro dentro da classe A. Formas de Progressão na Carreira Progressão por Capacitação Profissional É a mudança de nível de capacitação, dentro do mesmo cargo e da mesma classe, decorrente da obtenção pelo servidor de certificação em programa de capacitação. Essa mudança, por exemplo, pode ser do nível I para o II, chegando até o IV. O curso deve ser compatível com o cargo ocupado, o ambiente organizacional e a carga-horária mínima exigida. As cargas-horárias podem ser somadas (mais de um certificado para totalizar a carga-horária mínima), desde que a carga-horária mínima seja de 20 horas. Esses requisitos são analisados no processo de progressão. Para requerer a progressão funcional por esse tipo de processo, o servidor deve respeitar o interstício de 18 meses entre a entrada em exercício e cada uma das progressões. 22

23 IFG - Manual do Servidor Tabela para Progressão por Capacitação Profissional Redação dada pela Lei nº , de 28 de dezembro de 2012 Nível de Classificação* Nível de Capacitação Carga Horária de Capacitação A B C D E I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV Exigência mínima do cargo 20 horas 40 horas 60 horas Exigência mínima do cargo 40 horas 60 horas 90 horas Exigência mínima do cargo 60 horas 90 horas 120 horas Exigência mínima do cargo 90 horas 120 horas 150 horas Exigência mínima do cargo 120 horas 150 horas Aperfeiçoamento ou curso de capacitação igual ou superior a 180 horas (*) Nível de escolaridade formal superior ao previsto para o exercício do cargo. Curso reconhecido pelo Ministério da Educação. 23

24 Manual do Servidor - IFG Progressão por Mérito Profissional É a mudança para o padrão de vencimento (que vai do 1 ao 16, dentro de cada uma das classes) imediatamente subsequente e pode ser realizada ao completar 18 meses de efetivo exercício, desde que o servidor apresente resultado positivo fixado em programa de Avaliação de Desempenho Funcional. Incentivo à Qualificação Além da progressão profissional, o plano de carreira do servidor técnico-administrativo oferece um incentivo ao servidor que possui educação formal excedente ao requisito do cargo de que é titular. O benefício é pago em percentuais, fixados em tabela, que podem variar de 5% a 75%. O servidor deve verificar a Relação de Cursos de Educação Formal com relação direta aos Ambientes Organizacionais no Anexo III deste Manual. Para solicitar o Incentivo à Qualificação, o servidor deve procurar o protocolo de seu respectivo câmpus, com a seguinte documentação: original e uma cópia do diploma de sua última titulação; em caso de Especialização, também entregar cópia do histórico escolar, e o Requerimento Geral preenchido e assinado (fornecido pelo Protocolo do câmpus). Caso o servidor ainda não possua o diploma, deverá apresentar cópia e original dos seguintes documentos: a) Especialização: histórico escolar contendo: a) relação das disciplinas, cargahorária, nota ou conceito obtido pelo aluno e nome e qualificação dos professores por elas responsáveis; b) período em que o curso foi realizado e a sua duração total, em horas de efetivo trabalho acadêmico; c) título da monografia ou do trabalho de conclusão do curso e nota ou conceito obtido; d) declaração da instituição de que o curso cumpriu todas as disposições da Resolução n 1, de 08 de junho de 2007, e a citação do ato legal de credenciamento da instituição; certidão da instituição de ensino declarando que o aluno concluiu o curso de especialização. b) Mestrado ou Doutorado: ata de defesa da tese ou dissertação; histórico escolar; declaração da instituição de ensino esclarecendo que o aluno cumpriu com todas as obrigações referentes ao programa. 24

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