Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação

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1 Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação Regulamento para Apresentação de Projetos Artigo 1º Enquadramento A Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação insere-se no âmbito do Programa de Apoio à Elaboração, Desenvolvimento e Avaliação de Projetos Educativos Municipais e do Projeto Educativo Metropolitano, a cargo da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica Porto. O Programa envolve os 16 municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP) e visa o estabelecimento de práticas sistemáticas de cooperação, no quadro de um processo evolutivo e de uma dinâmica de auscultação, participação, implicação e compromisso dos atores educativos, no âmbito de uma estratégia de afirmação da identidade dos territórios educativos, assumindo a educação como fator de desenvolvimento articulado e sustentado, enquanto elemento inspirador e catalisador da ação e como vantagem mobilizadora das políticas educativas. 1 Artigo 2º Objetivos A Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação visa distinguir os projectos mais inovadores desenvolvidos por instituições de educação e formação da AMP ao nível da Educação e da Formação, com vista à promoção das aprendizagens e do desenvolvimento pessoal e social em contexto educativo/formativo. Pretende-se com esta iniciativa: 1. promover a dinâmica de construção dos Projetos Educativos Municipais junto das diferentes instituições de educação e formação da AMP, incentivando o seu envolvimento e participação ativa; 2. estimular a inovação como estratégia de resolução de problemas e de melhoria dos resultados educativos/formativos 3. fomentar a aprendizagem ao longo da vida, visando o enriquecimento dos cidadãos e a valorização do seu capital humano;

2 4. promover e valorizar as boas práticas em educação/formação desenvolvidas pelas instituições de educação e formação da AMP; 5. contribuir para o desenvolvimento das comunidades municipais nos planos cultural, educativo e formativo; 6. incentivar a melhoria dos processos educativos formais e não formais na Área Metropolitana do Porto, no sentido de valorizar uma educação pluridimensional. Artigo 3º Destinatários 1. Podem participar nesta Mostra de projetos os municípios da Área Metropolitana do Porto, através de projetos próprios ou de instituições concelhias parceiras do município na área da educação/formação, designadamente escolas e agrupamentos de escolas, centros de formação profissional, associações culturais e empresariais. 2. Cada município poderá apresentar até três projetos. 2 Artigo 4º Objeto São objeto da Mostra projetos inovadores já em implementação pelas instituições concorrentes, que se situem numa das seguintes áreas: 1. Inovação pedagógica e organizacional para o sucesso educativo Projetos que assentem na reorganização das instituições educativas com vista ao desenvolvimento de práticas pedagógicas diferenciadas e promotoras do sucesso educativo. 2. Educação e Cidadania Projetos inovadores que visem o desenvolvimento das comunidades educativas e da consciência cívica, contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos, ativos e interventivos. 3. Saúde e Ambiente Projetos inovadores que promovam estilos de vida saudáveis e contribuam para o desenvolvimento da consciência ambiental.

3 4. Arte e Cultura Projetos inovadores de caráter artístico ou cultural, que estimulem a criatividade, os talentos e o desenvolvimento pessoal. 5. Tecnologias educativas ao serviço da aprendizagem Projetos que recorram a plataformas informáticas e outros suportes tecnológicos inovadores com vista à promoção de aprendizagens diversificadas e significativas. 6. Relação Escola-Comunidade Projetos inovadores que promovam e valorizem a integração da escola na comunidade local. 7. Redes e Parcerias Projetos que promovam e valorizem a cooperação institucional e a partilha e integração de experiências e de recursos. Artigo 5º Candidatura 1. O período para apresentação dos projetos tem início no dia 24 de janeiro de 2012 e termina a 22 de março de A divulgação da Mostra e respetivo Regulamento junto das instituições referidas no número 1 e a pré-seleção dos projetos competem ao respetivo município. 3. A candidatura deverá ser formalizada através do preenchimento de formulário eletrónico disponível em de acordo com as instruções de preenchimento do mesmo. 4. Não serão consideradas as candidaturas que não cumpram rigorosamente as instruções constantes do formulário eletrónico de candidatura. 5. Não serão admitidos projetos que não sejam apresentados através dos municípios. 6. A admissão dos projetos só será formalizada após conferência do cumprimento dos requisitos necessários previstos no presente Regulamento e será comunicada, por , ao responsável pela candidatura no prazo máximo de 15 dias após a entrada na Católica Porto.

4 Artigo 6º Critérios para apreciação das candidaturas 1. As candidaturas serão apreciadas tendo em conta os seguintes fatores e respetivas ponderações: a) Qualidade geral da candidatura, aferida com base na exposição clara e bem fundamentada do objeto, nos objetivos, destinatários e desenvolvimento do projeto b) Pertinência do projeto e sua ligação às necessidades educativas da comunidade c) Capacidade de mobilização de diferentes atores sociais d) Grau de inovação do projeto, aferido com base na oportunidade, criatividade, diferenciação de respostas a problemas concretos, interação com os destinatários/beneficiários, eficiência, mudança, encontro de novas oportunidades, avaliação dos resultados e) Evidências dos impactos do projeto nas aprendizagens e no desenvolvimento pessoal e coletivo 2. O Júri poderá, se assim o entender, elaborar instrumentos que facilitem a análise e ponderação dos fatores mencionados no número 1 do presente artigo, designadamente ao nível da especificação dos indicadores de análise. 4 Artigo 7º Apreciação das candidaturas 1. O período de apreciação das candidaturas decorre entre 25 de março e 19 de abril de Para efeitos de apreciação das candidaturas será constituído um Júri composto por dois membros da Comissão de Gestão do Programa de Apoio à Elaboração, Desenvolvimento e Avaliação de Projetos Educativos Municipais e do Projeto Educativo Metropolitano e por dois indicados pelo Conselho Metropolitano de Vereadores da Educação, cabendo a presidência a um dos membros da Comissão de Gestão. 3. No decorrer da apreciação pode ser solicitada informação complementar sobre os projetos aos responsáveis pelas candidaturas em análise. 4. Após a apreciação de cada projeto pelo Júri, será elaborada uma lista dos projetos, até ao máximo de 16, que melhor se enquadram nos critérios estabelecidos no Art.º 6º e distribuídos pelas diferentes áreas definidas no Art.º 4º.

5 5. O Júri delibera com total independência e de forma soberana. 6. A lista deverá ser remetida, para conhecimento, aos responsáveis pelas candidaturas, até ao dia 23 de abril de 2013, e será publicada na plataforma PEM da Católica. Artigo 8º Reconhecimento e divulgação pública Os projetos constantes da lista referida no nº 4 do Art.º 7º serão publicados no Guia de Boas Práticas e terão direito a uma apresentação pública no decurso de um seminário a organizar para o efeito durante o mês de maio. Porto, 28 de novembro de 2012 A Comissão de Gestão 5

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