PLANO DE ACTIVIDADES Objectivos para 2016 no âmbito da actividade central da APCL:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE ACTIVIDADES 2016. 1. Objectivos para 2016 no âmbito da actividade central da APCL:"

Transcrição

1 PLANO DE ACTIVIDADES 2016 A Associação portuguesa Contra a Leucemia submete à apreciação dos seus Associados reunidos em Assembleia Geral, dia 10 de Novembro de 2015, o Plano de Actividades para o exercício de Este plano visa prosseguir com a missão a que se propôs aquando da sua fundação em Janeiro de 2002, de uma forma mais activa e mais diversificada, e reforçar a credibilidade do trabalho realizado como Instituição de referencia na luta contra a Leucemia e outras doenças do foro hemato oncológico em Portugal, tendo em conta a actual conjuntura económica e as necessidades dos doentes. Todos os investimentos deverão ser feitos com rigor e total transparência na aplicação de fundos angariados. 1. Objectivos para 2016 no âmbito da actividade central da APCL: 1.1. BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO Terminado projeto de investigação do cientista Haakan Norell do Instituto de Medicina Molecular (IMM), da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, a APCL fará todos os esforços no sentido de tentar obter fundos pata abertura de mais uma bolsa Semapa, ou de outra instituição. Estas bolsas de investigação representam uma actividade determinante para o prestigio alcançado pela APCL perante a comunidade médica e como tal é objectivo da APCL encontrar novo patrocinador de Bolsa de investigação futura e/ou tentar renovar o apoio da SEMAPA nesta área APOIO SOCIAL A APCL tem como objectivo reforçar o investimento no apoio social para As Bolsas Sociais são atribuídas a doentes e/ou familiares carenciados sempre mediante solicitação dos Assistentes Sociais dos Serviços onde o doente é seguido. Pretendemos que o Programa de apoio Social da APCL seja conhecido pelos Serviços Sociais das Unidades Hospitalares com Hematologia fora da grande Lisboa e continuaremos a desenvolver esforços no sentido de reforçar a divulgação nacional do programa para que mais doentes possam vir a beneficiar deste apoio CASA DE ACOLHIMENTO A APCL, no âmbito da sua missão, tem vindo a notar uma crescente necessidade de apoio a famílias com carências económicas que têm que se deslocar dos locais onde vivem para se submeter a um transplante de medula óssea (ou para acompanhar um familiar nessas circunstâncias). É do conhecimento geral que em Portugal existem seis Unidades de Transplante de Medula, óssea.

2 Assim, considerámos para nós projeto prioritário criar a primeira Casa de Acolhimento, batizada em 2014 como Casa Porto Seguro, destinada a doentes e familiares de doentes a transplantar. Durante o período de tratamentos e isolamento necessário à recuperação, o doente e/ou o familiar poderão permanecer na CASA da APCL, onde encontrarão o seu espaço próprio (ajudando a recriar um ambiente familiar mais propicio à recuperação e descanso) e em simultâneo a possibilidade de convívio com outras famílias nas mesmas circunstâncias FORMAÇÃO AVANÇADA Manter e dinamizar o protocolo com a FCG (Fundação Calouste Gulbenkian) no âmbito da atribuição de bolsas de Formação Avançada em centros especializados na área da hematologia oncológica, para profissionais de saúde. O protocolo foi renovado em 2013 e encontrase activo até Durante este ano será aberta nova bolsa no valor de euros, montante que se poderá destinar a apoiar uma ou mais bolsas de formação, desde que o total não exceda o montante acordado com a FCG. A divulgação das Bolsas é feita através do website da APCL, das redes sociais, por comunicação electrónica para a base de dados, através de revistas da especialidade e durante o congresso da Sociedade Portuguesa de hematologia (SPH). 2. Outros objectivos: 2.1. INFORMAÇÃO AOS DOENTES A APCL tem como objectivo continuar a melhorar a qualidade e a quantidade da informação disponibilizada para doentes, familiares. Assim, para além do reforço e actualização da informação do website, pretendemos organizar sessões de esclarecimento orientadas por um hematologista, sobre temas relevantes para o dente hemato oncológico, dentro das várias áreas terapêuticas ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS Evento de Awareness para o Dia Internacional do Linfoma (15/09) Evento de Awareness para o Dia Internacional da Leucemia mieloide Crónica (22/09) À semelhança do já tem sido feito e em linhas com todas as tendências internacionais, temos como objectivo organizar um evento no dia 22 de Setembro (22/9), em parceria com a Novartis Oncology, para criar notoriedade acerca da Leucemia Mieloide Crónica, que, com os avanços terapêuticos, representa uma enorme mensagem de esperança para todos os doentes oncológicos. Este evento será essencialmente um evento de awareness para a doença. Data do evento: 22 de Setembro de Ateliers e wokshops temáticos para doentes Continuação da organização de workshops de maquilhagem para doentes com sequelas cutâneas pós tratamentos de quimioterapia ou de radioterapia e/ou da doença do enxerto

3 contra o hospedeiro, em parceria com a marca de dermocosmética La Roche Posay. Datas previstas: Mar Jun Out (3 ateliers por ano) Corrida Cascais Guincho Grupo Onyria A Corrida pela Vida será a terceira edição de um evento proposto pelo grupo hoteleiro Onyria e que conta com o apoio da APCL. A actividade surgiu em 2014 como demonstração colectiva de apoio e solidariedade por parte dos colaboradores deste hotel ao colega Rafael que sofria de Leucemia Mieloblastica Aguda. E repetiuse durante o ano de 2015 com um aumento de 50% do número de pessoas inscritas na corrida Jantar de solidariedade Organização de um jantar de solidariedade para 150 a 200 pessoas, servido num espaço acolhedor e animado por um conjunto musical. O publico alvo deste jantar são essencialmente empresas parceiras da APCL que poderão comprar mesas para utilizarem como entenderem. Data prevista para o evento: a definir Congressos médicos em Portugal Presença na reunião da Sociedade Portuguesa de Hematologia. Nestes eventos será ativamente divulgada a Bolsa do Programa de Formação Avançada em parceria com FCG, caso o protocolo do mesmo já tenha sido renovado e a abertura de nova Bolsa de Investigação, caso as negociações com a Semapa se revelem um sucesso Relações Internacionais As relações internacionais com congéneres dentro das várias áreas de actividade da APCL tem permitido visibilidade internacional para a Associação, aprendizagem e partilha de conhecimentos e experiencias e possibilidade de participação em eventos e networking à escala mundial. Para 2016 estão previstas as seguintes participações nesta área: Participação em reuniões que envolvam outras Associações de doentes, redes e coligações internacionais na área da hemato oncologia e atividades de Patients Advocay e networking com congéneres e com potenciais patrocinadores. As principais reuniões identificadas à data como importantes para este propósito são: CML Horizons 2016; EHA 2016; Partners for Progress, uma inicitiva da Celgene internacional Lymphoma Coalition Global Summit, reunião AGM Myeloma Patients Europe e eventualmente ASH Participação em eventos à escala internacional, normalmente apresentados e propostos nas reuniões referidas no ponto anterior, dentro das várias doenças do foro hemato oncológico, nomeadamente World CML International Day, International Lymphoma day, international Child Leukemia awareness week, International Myeloma Day e outros que surjam entretanto.

4 3. Meios para obter receitas: 3.1. IRS CONSIGNADO A divulgação contínua e o apelo à colocação do NIF da APCL para consignação do IRS tem sido uma fonte importante de receitas. Continuaremos este apelo nas redes Sociais e por correio electrónico para os contactos da base de dados CAMPANHA PONTO t (MEO) Manter e continuar a dinamizar o protocolo Ponto T com a MEO (possibilidade de troca de pontos acumulados em chamadas efectuadas através da rede MEO por donativos a favor da APCL, entre outras instituições sem fins lucrativos) INICIATIVAS DE PARTICULARES Tem vindo a aumentar a organização de eventos que surgem por iniciativa de grupos privados, com organização autónoma, que requerem a nossa participação e divulgação e cujas receitas revertem para a APCL. A identificar já ao evento COMIC COM 2016, que terá lugar em Dezembro no Porto e que é dinamizada pela Legião 501 e por um grupo de voluntários do Norte, e cujas receitas reverterão a favor da APCL CONCEITO BELIEVE e HOPE O conceito Believe desenvolvido em 2012 com o duplo objectivo de angariar fundos e de unir os apoiantes da nossa causa através do recurso a uma mensagem de esperança curta e forte, revelouse um enorme sucesso. Continuaremos a desenvolver a colecção Believe Hope com o lançamento de vários artigos ao longo do ano, planeados de acordo com a sazonalidade da procura SÓCIOS A angariação de novos sócios é uma tarefa complicada. Vão surgindo esporadicamente pessoas que pretendem associarse à nossa causa, por motivos normalmente pessoais. Excepto estes casos é difícil recrutar novos sócios entre a sociedade civil. Assim, nesta área o nosso objectivo mais realista é recuperar antigos sócios que deixaram de pagar quotas e fidelizar os sócios atualmente existentes EVENTOS O ponto 2.3 destinouse à organização de eventos. Dos eventos já mencionados, alguns têm como principal objectivo exatamente a angariação de fundos, nomeadamente os eventos referenciados nos pontos , respectivamente Corrida Cascais Guincho e Jantar de solidariedade.

5 3.7. PROGRAMAS DE FORMAÇÃO AVANÇADA E BOLSAS CIENTÍFICAS A APCL desenvolverá todos os esforços para renovar este programa de formação. O objectivo é termos profissionais de Saúde na área da hemato oncologia cada vez mais bem preparados e capazes de assumir desafios e contribuir com valor acrescentado para o tratamento do doente e para a evolução da medicina em Portugal PARCERIAS E PROTOCOLOS As parcerias e protocolos com empresas credíveis são fundamentais para a APCL. Para o ano de 2016 temos a decorrer ou projetadas a seguintes parceiras: Renovar o Protocolo com a FCG, na área da Formação Avançada; Renovar o Protocolo de atribuição de uma Bolsa científica patrocinado pela empresa Semapa, que terá a denominação de Bolsa de Investigação Semapa ; Manutenção do protocolo com a MEO, através da campanha ponto t que permite a troca de pontos MEO a favor de instituições de solidariedade, entre as quais a APCL a decorrer; Manutenção do protocolo com a fundação PT que permite a existência permanente de uma linha de valor acrescentado, a divulgar via Facebook e site da APCL, em que cada chamada contribui efectuada contribui com 0,48 euros a favor da APCL a decorrer; Manutenção do protocolo com os CTT, Correios de Portugal, através da atribuição de um plafond de portes de correio; Outros protocolos que permitam reforçar o nosso investimento na área da formação cientifica e da informação ao doente; Outros protocolos, para benefício dos Sócios da APCL ou dos doentes.

PLANO DE ACTIVIDADES 2017

PLANO DE ACTIVIDADES 2017 PLANO DE ACTIVIDADES 2017 A Associação portuguesa Contra a Leucemia submete à apreciação dos seus Associados reunidos em Assembleia Geral, dia 9 de Dezembro de 2016, o Plano de Actividades para o exercício

Leia mais

ESTATUTOS DA LIGA PARA O ESTUDO E APOIO À INSERÇÃO SOCIAL (LINADEM) Capítulo I (Constituição, denominação, sede, âmbito social e fins)

ESTATUTOS DA LIGA PARA O ESTUDO E APOIO À INSERÇÃO SOCIAL (LINADEM) Capítulo I (Constituição, denominação, sede, âmbito social e fins) ESTATUTOS DA LIGA PARA O ESTUDO E APOIO À INSERÇÃO SOCIAL (LINADEM) Capítulo I (Constituição, denominação, sede, âmbito social e fins) Artigo 1º. - A Liga para o Estudo e Apoio à Inserção Social, designada

Leia mais

APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina Dentária, Médicos, Médicos Dentistas e Gestores de Clínicas NIPC: 508826020

APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina Dentária, Médicos, Médicos Dentistas e Gestores de Clínicas NIPC: 508826020 ESTATUTOS Artigo Primeiro (Denominação e sede social) 1 - A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina. 2 - A sociedade

Leia mais

Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact

Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact Descentralização da rede de call centres Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact Francisco Cesário PT Contact A PT CONTACT A PT Contact, Empresa do grupo Portugal Telecom,

Leia mais

Apoios gratuitos a doentes e seus familiares

Apoios gratuitos a doentes e seus familiares União Humanitária dos Doentes com Cancro Quanto mais olharmos o cancro de frente, mais ele se afasta de nós Exmo(a). Senhor(a), Os melhores cumprimentos. A União Humanitária dos Doentes com Cancro está

Leia mais

António Lobo Antunes e Eduardo Lourenço. Colóquio "Viver Mais, Viver Melhor", Fórum Gulbenkian de Saúde, Abril de 2009.

António Lobo Antunes e Eduardo Lourenço. Colóquio Viver Mais, Viver Melhor, Fórum Gulbenkian de Saúde, Abril de 2009. Caridade Graça Franco, Laborinho Lúcio, Manuel Braga da Cruz, António Leuschner e António Lobo Antunes. Colóquio "Viver Mais, Viver Melhor", Fórum Gulbenkian de Saúde, Abril de 2009. António Lobo Antunes

Leia mais

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES Art. 1º 1. GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA

Leia mais

1. Enquadramento geral... 3. 2. Resultados e Balanço... 4. 2.1 Demonstração de resultados... 5. 2.2 O financiamento das diferentes atividades...

1. Enquadramento geral... 3. 2. Resultados e Balanço... 4. 2.1 Demonstração de resultados... 5. 2.2 O financiamento das diferentes atividades... RELATÓRIO E CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2014 Índice 1. Enquadramento geral... 3 2. Resultados e Balanço... 4 2.1 Demonstração de resultados... 5 2.2 O financiamento das diferentes atividades... 8 2.3 Grau de

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

Programa de atividades 2015

Programa de atividades 2015 Programa de atividades 2015 Programa de atividades 2015 (Documento de trabalho) Lisboa, 2015 Plano Nacional de Formação Financeira www.todoscontam.pt Edição Conselho Nacional de Supervisores Financeiros

Leia mais

Regulamento da Universidade Sénior de Almada ( USALMA )

Regulamento da Universidade Sénior de Almada ( USALMA ) Regulamento da Universidade Sénior de Almada ( USALMA ) Preâmbulo O regulamento da Universidade Sénior de Almada (USALMA) foi aprovado pela Associação de Professores do Concelho de Almada (APCA) em reunião

Leia mais

Responsabilidade Social na Câmara Municipal de Lisboa

Responsabilidade Social na Câmara Municipal de Lisboa Direcção Municipal de Recursos Humanos Responsabilidade Social na Semana da Responsabilidade Social, Lisboa 03 a 07 Maio 2010 Sumário da Apresentação Quem Somos Programas de Apoio à Comunidade Iniciativa

Leia mais

APC Associação Portuguesa de Criminologia www.apcriminologia.com. Introdução...2

APC Associação Portuguesa de Criminologia www.apcriminologia.com. Introdução...2 Plano de atividades e orçamento para 2013 Índice Introdução...2 1. Objetivos gerais do plano de actividades.2 2. Atividades previstas para 2013 3 2.1. Divulgação e promoção da licenciatura.4 2.2. Planeamento,

Leia mais

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada Artigo 1.º Denominação A cooperativa de interesse público adopta a denominação

Leia mais

Conferência do Fórum Gulbenkian de Saúde, Auditório 2, Fundação Calouste Gulbenkian.

Conferência do Fórum Gulbenkian de Saúde, Auditório 2, Fundação Calouste Gulbenkian. Conferência do Fórum Gulbenkian de Saúde, Auditório 2, Fundação Calouste Gulbenkian. Serviço de Saúde e Desenvolvimento Humano Valores em euros Encargos com pessoal 323 430 Despesas de funcionamento 74

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO ANO DE 2015

PROGRAMA DE ACÇÃO ANO DE 2015 PROGRAMA DE ACÇÃO ANO DE 2015 1. 1º ENCONTRO DE MULHERES COM DISTÚRBIOS HEMORRÁGICOS Objetivo: Efectuar uma reunião destinada a elementos do seo feminino com distúrbios hemorrágicos, bem como a portadoras

Leia mais

Outonos da Vida Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo APRESENTAÇÃO

Outonos da Vida Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo APRESENTAÇÃO Outonos da Vida Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo APRESENTAÇÃO OUTONOS DA VIDA Instituição sem fins lucrativos, candidata a IPSS da área da Saúde com interacção com a Segurança

Leia mais

I INTRODUÇÃO II PLANO DE ACTIVIDADES

I INTRODUÇÃO II PLANO DE ACTIVIDADES Entidade Reconhecida de Utilidade Pública Pág. 1 I INTRODUÇÃO O Plano de Actividades da Direcção eleita em Julho de 2005, para o ano 2006, tem como objectivos a angariação de fundos para a construção da

Leia mais

Estatutos. Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas. CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração)

Estatutos. Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas. CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração) Estatutos Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração) Artigo Primeiro A Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas (APDM) é uma Sociedade Cientifica

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES ORÇAMENTO

PLANO DE ACTIVIDADES ORÇAMENTO Associação Portuguesa de Ostomizados Avenida João Paulo II, Lt. 552 2º B 1950-154 Lisboa Telefone: 21 859 60 54 Fax: 21 839 42 95 Email: informacoes@apostomizados.pt PLANO DE ACTIVIDADES & ORÇAMENTO Introdução

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

Relatório de Atividades 2015

Relatório de Atividades 2015 1 Introdução No ano de 2015, a FNERDM desenvolveu diversas atividades e representou as suas Entidades Associadas em vários organismos. Neste relatório são apresentadas as acções concretizadas pela FNERDM,

Leia mais

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral.

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral. Plano de Atividades 2016 INTRODUÇÃO O Plano de Atividades para 2016 agora apresentado tem como mote central DAR SENTIDO. Dar Sentido a tudo o que fazemos, o que nos envolve e o que envolve os outros. Centrarse-á

Leia mais

Apresentação. -> Actividades realizadas em 2008 -> Actividades planeadas para 2009

Apresentação. -> Actividades realizadas em 2008 -> Actividades planeadas para 2009 Apresentação -> Actividades realizadas em 2008 -> Actividades planeadas para 2009 Apresentação -> Actividades realizadas em 2008 Enquadramento Nº PAs em Contact Centers A actividade de Customer Service

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Bolsa Emprego IPL - FAQS

Bolsa Emprego IPL - FAQS Bolsa Emprego IPL - FAQS EMPRESAS Para poder colocar uma oferta na Bolsa de Emprego tenho que estar registado? Sim. O primeiro passo deverá ser o registo da empresa/instituição. Posteriormente, e após

Leia mais

18 a 20 de Novembro de 2011. Estoril. Organização: Auditório do Centro Escolar - ESHTE. www.cim-estoril.com

18 a 20 de Novembro de 2011. Estoril. Organização: Auditório do Centro Escolar - ESHTE. www.cim-estoril.com 18 a 20 de Novembro de 2011 Organização: Estoril Auditório do Centro Escolar - ESHTE www.cim-estoril.com Apresentação Na sequência das três edições realizadas em anos anteriores, a Associação Desportos

Leia mais

CULTURSOL Apresentação e Plano de Actividades 2012

CULTURSOL Apresentação e Plano de Actividades 2012 CULTURSOL Apresentação e Plano de Actividades 2012 I. APRESENTAÇÃO 2 Objectivos...2 Âmbito de Actuação.3 Projectos para 2012..4 II. PLANO DE ACTIVIDADES PARA 2012.. 5 Actividades de Carácter Cultural (ACC)...

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA CONTRA A LEUCEMIA ESTATUTOS. CAPÍTULO I Natureza, duração e Fins. Art 1 (Natureza)

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA CONTRA A LEUCEMIA ESTATUTOS. CAPÍTULO I Natureza, duração e Fins. Art 1 (Natureza) ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA CONTRA A LEUCEMIA ESTATUTOS CAPÍTULO I Natureza, duração e Fins Art 1 (Natureza) A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) é uma instituição particular de solidariedade social.

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO. Maria Helena Patrício Paes CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012. mhpaes@prosalis.

SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO. Maria Helena Patrício Paes CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012. mhpaes@prosalis. CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012 SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO Maria Helena Patrício Paes mhpaes@prosalis.pt Unidos por uma causa, por causa de quem precisa! Introdução

Leia mais

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Capítulo I Objecto e Âmbito do Regulamento Interno Artigo 1º O presente Regulamento tem como objecto a PROMUNDO

Leia mais

Criar um laço entre nós é também ajudar a Laço a continuar o seu trabalho ao abrir cada vez mais caminhos, onde possam nascer flores em vez de

Criar um laço entre nós é também ajudar a Laço a continuar o seu trabalho ao abrir cada vez mais caminhos, onde possam nascer flores em vez de Criar um laço entre nós é também ajudar a Laço a continuar o seu trabalho ao abrir cada vez mais caminhos, onde possam nascer flores em vez de pedras. Simone de Oliveira 2012 A Laço A Laço é uma associação

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

01 de Novembro de 2013. Construção

01 de Novembro de 2013. Construção 01 de Novembro de 2013 Construção Revista de Imprensa 01-11-2013 1. (PT) - Diário de Notícias, 01/11/2013, Soares da Costa ganha obra nos EUA 1 2. (PT) - Exame, 01/11/2013, A força do betão 2 3. (PT) -

Leia mais

1 Ponto de situação sobre o a informação que a Plataforma tem disponível sobre o assunto

1 Ponto de situação sobre o a informação que a Plataforma tem disponível sobre o assunto Encontro sobre a Estratégia de Acolhimento de Refugiados 8 de Outubro de 2015 Este documento procura resumir o debate, conclusões e propostas que saíram deste encontro. Estiveram presentes representantes

Leia mais

BES Crowdfunding promove apoio social através da Internet

BES Crowdfunding promove apoio social através da Internet BES Crowdfunding 1 BES Crowdfunding promove apoio social através da Internet O BES Crowdfunding surge para responder ao aumento dos pedidos de instituições, selecionar projetos com impacto e promover o

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2009

PLANO DE ACTIVIDADES 2009 PLANO DE ACTIVIDADES 2009 Ao longo do último ano, a Direcção da Associação ILGA Portugal alcançou vários objectivos importantes, incluindo: o registo definitivo da Associação enquanto Instituição Particular

Leia mais

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE)

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça, da Liberdade e da Segurança Unidade B/4 Fundo Europeu para os Refugiados B-1049 Bruxelas Estado-Membro: PORTUGAL

Leia mais

Sílvia Castro. Um laboratório do Instituto Gulbenkian de Ciência.

Sílvia Castro. Um laboratório do Instituto Gulbenkian de Ciência. Sílvia Castro Um laboratório do Instituto Gulbenkian de Ciência. Instituto Gulbenkian de Ciência Valores em euros Encargos com pessoal 1 520 055 Despesas de funcionamento 1 986 170 Subsídios e bolsas 2

Leia mais

Porquê Economia Social?

Porquê Economia Social? Porquê Economia Social? A economia social, para além do seu peso quantitativo, tem vindo nas últimas décadas a afirmar a sua capacidade de colaborar de uma forma eficaz para: Resolução dos novos problemas

Leia mais

FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL DE LISBOA. Câmara Municipal de Lisboa

FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL DE LISBOA. Câmara Municipal de Lisboa FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL DE LISBOA Câmara Municipal de Lisboa FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL DE LISBOA O que é o Fundo de Emergência Social de Lisboa (FES)? É um programa municipal criado em 2012 e que se

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X Benefícios fiscais relativos ao mecenato Artigo 61.º Noção de donativo Para efeitos fiscais, os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos,

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Gabinete do Ministro CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Breve apresentação da proposta de Orçamento de Estado para 2008 23 de Outubro de 2007 Texto

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS A INICIATIVAS DE COOPERAÇÃO BILATERAL NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIDADANIA ATIVA

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS A INICIATIVAS DE COOPERAÇÃO BILATERAL NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIDADANIA ATIVA AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS A INICIATIVAS DE COOPERAÇÃO BILATERAL NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIDADANIA ATIVA Nos termos do Regulamento Geral do Programa Cidadania Ativa (doravante o Regulamento

Leia mais

Visita a Portugal do importador. Exclusivos Camacho

Visita a Portugal do importador. Exclusivos Camacho Visita a Portugal do importador Exclusivos Camacho Sector Cerâmica e Faiança Decorativas Espanha 14 a 16 de Janeiro de 2014 Enquadramento : Como consequência da nova situação económica em Espanha, os últimos

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

OFERTA DE PUBLICAÇÕES DE SERRALVES REGULAMENTO DE CANDIDATURA. 1. Enquadramento

OFERTA DE PUBLICAÇÕES DE SERRALVES REGULAMENTO DE CANDIDATURA. 1. Enquadramento OFERTA DE PUBLICAÇÕES DE SERRALVES REGULAMENTO DE CANDIDATURA 1. Enquadramento A Fundação de Serralves é uma instituição de utilidade pública que tem como missão sensibilizar e interessar o público para

Leia mais

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU)

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) Para que a Pediatria portuguesa e as nossas crianças portadoras

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016 Preâmbulo O departamento de Acção Cultural da Fundação GDA, através do programa de Apoio a Bolsas de Qualificação

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social A investigação do Serviço Social em Portugal: potencialidades e constrangimentos Jorge M. L. Ferreira Professor Auxiliar Universidade Lusíada Lisboa (ISSSL) Professor Auxiliar Convidado ISCTE IUL Diretor

Leia mais

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação 2011-2015 Maputo, Janeiro de 2011 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO......... 3 1.1 Contextualização............ 3 1.2 Justificativa (Porquê

Leia mais

FALTA A CAPA RELATÓR IO ECONTAS 2009. PRODUTECH Associação para as Tecnologias de Produção Sustentável www.produtech.org

FALTA A CAPA RELATÓR IO ECONTAS 2009. PRODUTECH Associação para as Tecnologias de Produção Sustentável www.produtech.org FALTA A CAPA RELATÓR IO ECONTAS 2009 PRODUTECH Associação para as Tecnologias de Produção Sustentável www.produtech.org ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJECTIVOS... 3 3 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES... 5 3.1 DESENVOLVIMENTO

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE)

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE) ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE) CAPÍTULO I Da denominação, sede e âmbito de actividade Artigo 1.º Designação 1. É constituída,

Leia mais

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores Aprovadas pelo Conselho de Acção Social do IPVC em 1 de Fevereiro de 2011 Serviços de Acção Social do IPVC Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores O Conselho de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

INICIATIVA EMPREGO 2009

INICIATIVA EMPREGO 2009 INICIATIVA EMPREGO 2009 SUPORTE LEGAL: Portaria 129/2009 de 30 de Janeiro CONCEITO DE ESTÁGIO Formação prática em contexto laboral, que visa a inserção ou reconversão de desempregados para a vida activa,

Leia mais

1º Jornada Responsabilidade Social em Portugal. New Atlântica 16 de outubro de 2015

1º Jornada Responsabilidade Social em Portugal. New Atlântica 16 de outubro de 2015 1º Jornada Responsabilidade Social em Portugal New Atlântica 16 de outubro de 2015 AGENDA 1/2 OEIRAS SOLIDÁRIA O que é o POS Objetivos O que fazemos Estrutura Organizativa Potencialidades Tipologia de

Leia mais

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO.

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO. CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO O emprego tem uma enorme importância tanto para os indivíduos como para a sociedade Para além de ser uma fonte de rendimento, uma forma de ocupação e

Leia mais

BOLSAS DE FINANCIAMENTO A PROJECTOS DE APOIO A DOENTES REGULAMENTO. Artigo 1º (Objecto)

BOLSAS DE FINANCIAMENTO A PROJECTOS DE APOIO A DOENTES REGULAMENTO. Artigo 1º (Objecto) BOLSAS DE FINANCIAMENTO A PROJECTOS DE APOIO A DOENTES REGULAMENTO Artigo 1º (Objecto) 1. A ROCHE concederá 5 Bolsas a projectos que visem a dinamização de iniciativas por parte das Associações de Doentes

Leia mais

ESTATUTOS. Artigo Primeiro. Denominação, natureza jurídica, sede e duração

ESTATUTOS. Artigo Primeiro. Denominação, natureza jurídica, sede e duração ESTATUTOS Artigo Primeiro Denominação, natureza jurídica, sede e duração 1. É constituída a contar da data de hoje e por tempo indeterminado uma associação privada denominada de "LusNIC Associação de Registries

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira FORMULÁRIO DE CANDIDATURA PROGRAMA DE APOIO ÀS PESSOAS COLECTIVAS

Leia mais

P L A N O D E A C T I V I D A D E S

P L A N O D E A C T I V I D A D E S Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo P L A N O D E A C T I V I D A D E S = 2008 = Janeiro de 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ACTIVIDADES A DESENVOLVER NO ANO DE 2008... 5

Leia mais

O TALENTO NÃO TEM LIMITES

O TALENTO NÃO TEM LIMITES O TALENTO NÃO TEM LIMITES MENSAGEM Em 2009 Portugal ratificou a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência que refere, no artigo 27º, que as pessoas com deficiência devem ter a oportunidade de

Leia mais

Junta de Freguesia de Santiago PLANO DE ACTIVIDADES 2011. Introdução

Junta de Freguesia de Santiago PLANO DE ACTIVIDADES 2011. Introdução Junta de Santiago PLANO DE ACTIVIDADES 21 Introdução O ano de 21, para além de ser um ano de continuidade de Projectos idealizados e iniciados no ano transacto é sem sombra de dúvidas um ano complicado

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2014

PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2014 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA ESPONDILITE ANQUILOSANTE PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2014 I INTRODUÇÃO Nos termos da alínea b) do Artigo 35.º dos Estatutos da ANEA, a Direcção desta associação apresenta

Leia mais

NOTÍCIAS À SEXTA 05.12.2014

NOTÍCIAS À SEXTA 05.12.2014 RELATÓRIO Portugal-Saúde Mental em Números 2014 O relatório "Portugal - Saúde Mental em Números 2014", que se baseia no 1º Estudo Epidemiológico Nacional de Saúde Mental divulgado em 2013, afirma que um

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Despacho Normativo Nº 30/2002 de 23 de Maio

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Despacho Normativo Nº 30/2002 de 23 de Maio S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho Normativo Nº 30/2002 de 23 de Maio Ao abrigo do disposto no n.º 6 da Resolução nº 76/2002, de 2 de Maio determino: É aprovado o Regulamento do programa Mobilidade e

Leia mais

Regulamento de Apoio à Mobilidade e Intercâmbio Cultural

Regulamento de Apoio à Mobilidade e Intercâmbio Cultural Regulamento de Apoio à Mobilidade e Intercâmbio Cultural Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade cultural no concelho

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O INTRODUÇÃO O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património imobiliário

Leia mais

3 meses AproCS Divulgação AproCS AproCS

3 meses AproCS Divulgação AproCS AproCS Faz hoje 3 meses que foi lançada a AproCS. Quero agradecer a todos os que entretanto já aderiram à nossa Associação, pela confiança depositada na equipa e no projecto. Divulgação Durante estes primeiros

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. Mensagem do Presidente

1. INTRODUÇÃO. Mensagem do Presidente Data de início de vigência: 1 de setembro de 2013 1. INTRODUÇÃO Mensagem do Presidente O Mundo de hoje obriga-nos a uma presença em inúmeros quadrantes e a uma enorme capacidade para que possamos adaptar-nos

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO SUL GABINETE DE DESPORTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO

REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO Preâmbulo A qualificação dos farmacêuticos é um requisito fundamental para a sua adequada intervenção no Sistema de Saúde. A maximização da qualidade desta intervenção

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

Trabalhar com Paramédicos no Terreno

Trabalhar com Paramédicos no Terreno Transmitindo ao Mundo a sua mensagem de solidariedade e humanismo, sobretudo através das suas missões e do desenvolvimento de técnicas e métodos de intervenção em situações de crise evolutivas. As nossas

Leia mais

Decreto-Lei nº 24/2007 De 30 de Julho

Decreto-Lei nº 24/2007 De 30 de Julho Decreto-Lei nº 24/2007 De 30 de Julho A estratégia de desenvolvimento sustentável e harmonioso do país, tendo por paradigma a melhoria contínua das condições de vida dos cabo-verdianos, só pode ser bem

Leia mais

Constituem receitas das freguesias o produto da cobrança de taxas, nomeadamente provenientes da prestação de serviços pelas freguesias;

Constituem receitas das freguesias o produto da cobrança de taxas, nomeadamente provenientes da prestação de serviços pelas freguesias; Considerando que: Se torna necessário aprovar um novo Regulamento das Taxas a aplicar pela Junta de Freguesia pela prestação de serviços administrativos, em ordem à sua harmonização com a recente produção

Leia mais

Reino Unido volta a recrutar em Portugal

Reino Unido volta a recrutar em Portugal DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO Núcleo Distrital de Beja da EAPN Portugal março 2015 Ofertas de emprego Reino Unido volta a recrutar em Portugal Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015 A CPL Healthcare está novamente

Leia mais

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS DIRECTRIZES DA APORMED AOS SEUS ASSOCIADOS SOBRE AS INTERACÇÕES COM OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O MERCADO DE PRODUTOS DE SAÚDE Documento aprovado na Assembleia-Geral

Leia mais

Apresentação. -> Apresentação das actividades desenvolvidas em 2010

Apresentação. -> Apresentação das actividades desenvolvidas em 2010 Apresentação -> Apresentação das actividades desenvolvidas em 2010 -> Aprovação das Contas da AproCS referentes a 2010 -> Apresentação e aprovação do Plano de Actividades para 2011 -> Aprovação das alterações

Leia mais

Ensaios Clínicos: A Perspectiva da Indústria Farmacêutica

Ensaios Clínicos: A Perspectiva da Indústria Farmacêutica Ensaios Clínicos: A Perspectiva da Indústria Farmacêutica Plataforma Nacional de Ensaios Clínicos Lançamento Oficial Lisboa, 20 de Março 2012 Paula Martins de Jesus Grupo de Trabalho de Investigação Clínica

Leia mais

OBJECTIVOS PARA O BIÉNIO 2005/2006

OBJECTIVOS PARA O BIÉNIO 2005/2006 OBJECTIVOS PARA O BIÉNIO 2005/2006 Objectivos Gerais: Continuar a lutar pela criação de Emprego Científico; o Organizar uma nova conferência sobre o Emprego Científico; Exigir a regulamentação do novo

Leia mais

REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA

REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA Preâmbulo É cada vez mais consensual a importância estratégica que as pessoas (vulgarmente chamadas de recursos humanos) desempenharão

Leia mais

Programa Eleitoral para a SPP 2103-2016

Programa Eleitoral para a SPP 2103-2016 Programa Eleitoral para a SPP 2103-2016 My Heart Leaps Up My heart leaps up when I behold A rainbow in the sky: So was it when my life began; So is it now I am a man; So be it when I shall grow old, Or

Leia mais

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Para que o início das aulas do novo ano lectivo se realize com facilidade, a Direcção dos Serviços de Educação

Leia mais

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2014 Refª: 008 Tempos Livres em Segurança Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60 Email

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública).

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Ao Jornal I Jornalista Liliana Valente ENQUADRAMENTO PRÉVIO O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Com 44

Leia mais

ESTATUTOS DO INSTITUTO DOS VALORES MOBILIÁRIOS

ESTATUTOS DO INSTITUTO DOS VALORES MOBILIÁRIOS ESTATUTOS DO INSTITUTO DOS VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I - CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1.º (Constituição e denominação) É constituída uma associação cultural sem fins lucrativos denominada Instituto

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INVESTIGAÇÃO EM CANCRO

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INVESTIGAÇÃO EM CANCRO RELATÓRIO DE ACTIVIDADES DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INVESTIGAÇÃO EM CANCRO 2013 ÍNDICE PAG. 1. INTRODUÇÃO 2. RESUMO DOS OBJECTIVOS E RESULTADOS DE 2013 3. REUNIÕES DA DIRECÇÃO 4. RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE PROJECTOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA E DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. Selfenergy

PROGRAMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE PROJECTOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA E DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. Selfenergy PROGRAMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE PROJECTOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA E DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Selfenergy PARCEIRO: SCT Consulting SOLVING CHALLENGES TOGETHER Uma empresa com energia A Vivapower é uma

Leia mais

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa Intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago na abertura da Sessão pública de apresentação das actividades do Conselho Europeu de Investigação (ERC) 3 de Julho 2007

Leia mais

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP WORKSHOP INTERNACIONAL Vencendo os desafios da Educação nos PALOP Seminário para o diálogo e a troca de conhecimento e experiências na área do ensino básico destinado aos Países Africanos de expressão

Leia mais