MÁRIO NÉLSON ALVES JÚNIOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MÁRIO NÉLSON ALVES JÚNIOR"

Transcrição

1 MÁRIO NÉLSON ALVES JÚNIOR A CONTRIBUIÇÃO ESTRATÉGICA DAS OUVIDORIAS PARA A MELHORIA DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO NA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA Orientador: Professor Mário César Barreto Moraes, Dr. Florianópolis 2002

2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO - ESAG CURSO DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GESTÃO ESTRATÉGICA DAS ORGANIZAÇÕES A CONTRIBUIÇÃO ESTRATÉGICA DAS OUVIDORIAS PARA A MELHORIA DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO NA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA Mário Nélson Alves Júnior Florianópolis, novembro de 2002.

3 A CONTRIBUIÇÃO ESTRATÉGICA DAS OUVIDORIAS PARA A MELHORIA DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO NA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Mário Nélson Alves Júnior Essa dissertação foi julgada adequada para obtenção do Título de Mestre em Administração (Gestão Estratégica das Organizações), e aprovada em sua forma final pelo Curso de Mestrado em Administração da Universidade do Estado de Santa Catarina. Professor Mário César Barreto Moraes, Dr. Coordenador do Curso de Mestrado Apresentada à Comissão Examinadora, integrada pelos professores: Professor Mário César Barreto Moraes, Dr. (Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC ORIENTADOR) Professor Octávio Renê Lebarbenchon Neto, Msc. (Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC) Professor João Carlos Caetano, Dr. (Universidade Federal de Santa Catarina UFSC)

4 AGRADECIMENTOS Ao ex-secretário de Estado da Saúde, Deputado Federal Eni Voltolini, que abraçou a idéia e confiou à equipe da Diretoria de Planejamento a missão de instituir a Ouvidoria da Saúde. Ao atual Secretário de Estado da Saúde, Dr. João José Cândido da Silva, que ao fazer parte da história da construção do Sistema de Saúde no país, sempre foi exemplo de dedicação e competência aos funcionários desta Secretaria. Ao Diretor de Planejamento e Coordenação, Clécio Antônio Espezim, pelo apoio necessário na construção e desenvolvimento da Ouvidoria da Saúde. Ao colega Anilton Francisco Hack que compartilhou sua experiência profissional na estruturação dos primeiros anos da Ouvidoria da Saúde. À Adriana, Sayonara, Maria da Graça, Maria Isabel, Joseane, Dulce e toda a equipe da Ouvidoria da Saúde, cujo trabalho e dedicação foram fundamentais na condução desse novo serviço e na elaboração dessa dissertação. À Andréa Cristiane Borb, que participou dos momentos felizes bem como das horas difíceis dessa jornada. Aos colegas do Curso de Mestrado, em especial Mariá Terezinha Nascimento Pereira, pelo exemplo de persistência e solidariedade no grupo. Aos Professores Mário César Barreto Moraes, Octávio Renê Lebarbenchon Neto e João Carlos Caetano que aceitaram o convite de apreciar este tema no meio acadêmico. À minha família, que sempre esteve presente na minha vida.

5 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS 08 LISTA DE FIGURAS 09 LISTA DE SIGLAS 11 RESUMO 12 ABSTRACT INTRODUÇÃO EXPOSIÇÃO DO TEMA DEFINIÇÃO DO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos JUSTIFICATIVA E RELEVÊNCIA ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO DEFINIÇÃO DOS TERMOS REVISÃO DA LITERATURA A FORMAÇÃO DA CIDADANIA PARTICIPAÇÃO: PALAVRA-CHAVE DA CIDADANIA OUVIDORIA: CANAL INSTITUCIONAL DE COMUNICAÇÃO HISTÓRICO DA OUVIDORIA Cronologia As Ouvidorias setoriais A Ouvidoria no Brasil Iniciativas pioneiras A OUVIDORIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ouvidor no Poder Legislativo, Judiciário ou Executivo? Perfil do Ouvidor na Administração Pública Funções do Ouvidor na Administração Pública Limitações do Ouvidor na Administração Pública Interação com outros órgãos de controle PRESSUPOSTOS PARA INSTALAÇÃO DE OUVIDORIAS 50

6 Estrutura operacional para uma Ouvidoria Meios de acesso Fluxo de encaminhamento das solicitações Relatórios Prescrição das denúncias e reclamações ARGUMENTOS FAVORÁVEIS AO DESENVOLVIMENTO 55 DE OUVIDORIAS 2.8. ARGUMENTOS DESFAVORÁVEIS À IMPLANTAÇÃO DE OUVIDORIAS METODOLOGIA DA PESQUISA TIPO DE ESTUDO FONTE E COLETA DE DADOS ANÁLISE E CATEGORIZAÇÃO DOS DADOS LIMITAÇÕES DO ESTUDO DESCRIÇÃO E ANÁLISE DA REALIDADE INVESTIGADA HISTÓRICO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE HISTÓRICO DA OUVIDORIA DA SAÚDE INFRA-ESTRUTURA DA OUVIDORIA DA SAÚDE COMPETÊNCIAS DA OUVIDORIA DA SAÚDE FLUXOS DE ENCAMINHAMENTO DAS SOLICITAÇÕES ANÁLISE ESTADUAL ANÁLISE REGIONAL ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde 104

7 ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ª Regional de Saúde ANÁLISE MUNICIPAL Florianópolis São José Joinville Blumenau Palhoça Criciúma Biguaçú Itajaí Lages Imbituba PRINCIPAIS AÇÕES IMPLEMENTADAS Unidades próprias da Secretaria de Estado da Saúde Unidades da rede básica de saúde CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES QUANTO À GESTÃO DO SUS EM SANTA CATARINA QUANTO AO INSTITUTO DA OUVIDORIA RECOMENDAÇÕES PARA OUTROS TRABALHOS 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS 157

8 LISTA DE TABELAS TABELA 1 População da pesquisa: âmbito estadual 60 TABELA 2 População da pesquisa: âmbito regional 60 TABELA 3 População da pesquisa: âmbito municipal 61

9 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Fluxograma para informações 74 FIGURA 2 Fluxograma para reclamações, denúncias, sugestões e elogios 75 FIGURA 3 Solicitações respondidas 76 FIGURA 4 Tipos de solicitações: Estado de Santa Catarina 77 FIGURA 5 Informações sobre número de telefones 78 FIGURA 6 Informações sobre procedimentos e campanhas do SUS 78 FIGURA 7 Informações o funcionamento do Serviço de Ouvidoria 79 FIGURA 8 Reclamações sobre atendimento ruim de funcionários 80 FIGURA 9 Reclamações sobre falta de médicos 80 FIGURA 10 Reclamações sobre não marcação de exames 81 FIGURA 11 Denúncias sobre cobrança irregular de exames 82 FIGURA 12 Denúncias sobre cobrança irregular de consultas 82 FIGURA 13 Denúncias sobre cobrança irregular de cirurgias 83 FIGURA 14 Tipos de solicitações: 1ª Regional de Saúde 84 FIGURA 15 Tipos de solicitações: 2ª Regional de Saúde 86 FIGURA 16 Tipos de solicitações: 3ª Regional de Saúde 88 FIGURA 17 Tipos de solicitações: 4ª Regional de Saúde 90 FIGURA 18 Tipos de solicitações: 5ª Regional de Saúde 92 FIGURA 19 Tipos de solicitações: 6ª Regional de Saúde 94 FIGURA 20 Tipos de solicitações: 7ª Regional de Saúde 96 FIGURA 21 Tipos de solicitações: 8ª Regional de Saúde 98 FIGURA 22 Tipos de solicitações: 9ª Regional de Saúde 100 FIGURA 23 Tipos de solicitações: 10ª Regional de Saúde 102 FIGURA 24 Tipos de solicitações: 11ª Regional de Saúde 104 FIGURA 25 Tipos de solicitações: 12ª Regional de Saúde 106 FIGURA 26 Tipos de solicitações: 13ª Regional de Saúde 108 FIGURA 27 Tipos de solicitações: 14ª Regional de Saúde 110 FIGURA 28 Tipos de solicitações: 15ª Regional de Saúde 112 FIGURA 29 Tipos de solicitações: 16ª Regional de Saúde 114 FIGURA 30 Tipos de solicitações: 17ª Regional de Saúde 116

10 FIGURA 31 Tipos de solicitações: 18ª Regional de Saúde 118 FIGURA 32 Tipos de solicitações: Florianópolis 121 FIGURA 33 Tipos de solicitações: São José 124 FIGURA 34 Tipos de solicitações: Joinville 126 FIGURA 35 Tipos de solicitações: Blumenau 128 FIGURA 36 Tipos de solicitações: Palhoça 130 FIGURA 37 Tipos de solicitações: Criciúma 132 FIGURA 38 Tipos de solicitações: Biguaçú 134 FIGURA 39 Tipos de solicitações: Itajaí 136 FIGURA 40 Tipos de solicitações: Lages 138 FIGURA 41 Tipos de solicitações: Imbituba 140

11 LISTA DE SIGLAS CEDRHUS Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos em Saúde CONASEMS Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde CONASS Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde CS Centro de Saúde INPS Instituto Nacional da Previdência Social NOAS Norma Operacional da Assistência à Saúde NOB Norma Operacional Básica PAB Piso de Atenção Básica RS Regional de Saúde SES Secretaria de Estado da Saúde SMS Secretaria Municipal de Saúde SUS Sistema Único de Saúde

12 RESUMO Sensíveis aos direitos e à importância central que os consumidores de serviços públicos e privados vêm alcançando nas democracias avançadas, algumas empresas de médio e grande porte no Brasil, assim como várias unidades da Federação, vêm implantando suas Ouvidorias visando atender às necessidades e expectativas da população. Esse instituto, novo no Brasil, mas concebido há dois séculos atrás nos países escandinavos, tem divido opiniões entre os usuários. De um lado, os propositores da manutenção de Ouvidorias como instrumento de melhoria dos serviços oferecidos pela administração pública e privada. De outro lado, os que vêem com desconfiança esse instituto, sob argumento de ser utilizado como fomento à demagogia ou tentativa de intrujar clientes, para que não recorram a meios danosos à instituição. Diante desses posicionamentos contrários, surge a questão: qual o nível de resolubilidade de uma Ouvidoria, ou seja, que ações podem ser efetivamente esperadas e implantadas através desse instituto? Para responder a esta questão, este estudo se propõe a identificar de que forma a Ouvidoria pode contribuir para melhoria dos serviços prestados pela organização. Visando alcançar este objetivo, foi procedida uma revisão da literatura sobre o assunto e um estudo de caso num órgão da administração direta do Poder Executivo estadual. A pesquisa foi realizada na Ouvidoria da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, que tem sua sede em Florianópolis. Esta Secretaria, enquanto gestora estadual do Sistema Único de Saúde - SUS, tem entre outras atribuições, a responsabilidade pelo acompanhamento, controle e avaliação de todos os gestores e prestadores de serviços de saúde próprios ou credenciados pelo SUS, localizados no Estado de Santa Catarina. A Ouvidoria da Saúde tem, portanto, sua clientela potencial baseada em todos os usuários do SUS no Estado. Considerando o caráter qualitativo da pesquisa, o modo de investigação utilizado foi o estudo de caso observacional. Pela análise das solicitações mais freqüentes apresentadas, buscou-se identificar as áreas que mais merecem atenção dos gestores, agrupando-as no âmbito estadual, regional e municipal. Também são apresentadas as principais ações já implementadas pelos gestores através da manifestação dos cidadãos ao Serviço de Ouvidoria. Finalmente, são propostas ações complementares que poderão favorecer a melhoria dos serviços prestados à população.

13 ABSTRACT Sensitive to the rights and the central importance that the customers of public and private services are reaching in the advanced democracies, some medium and big companies in Brazil, as well as several units of the Federation, are implanting their Ombudsman seeking to assist to the needs and expectations of the population. This system, new in Brazil, was created two decades ago at Scandinavian countries and it has generated divergent opinions within customers. Supporters of this system as an instrument to improve public administration s services are on one hand. On the other hand, those that do not believe in this system, arguing that it is utilized as a demagogy instrument or as an attempt to deceive customers, in order to prevent the use of means unfavorable for the institution. Facing these divergent opinions, there arises a question: how much resoluble is the Ombudsman? It is, which actions could be effectively hoped and implanted through this institution? In order to answer to this question, this study aims to identify how this office could contribute to improve the organization s services. To achieve this objective, we reviewed literature about this subject and a case study at an office of State Executive Power. Research was accomplished at Ombudsman of Health Secretary of Santa Catarina State, located in Florianópolis. This Secretary, as state manager of Single System of Health (SUS), has between other duties, the responsibility of following, control, and evaluating all administrators of health services, either proprietors or authorized by SUS, located in Santa Catarina State. Ombudsman of Health considers, then, all users of SUS at this state as potential customers. In view of qualitative nature of this research, we used the observational case study as investigation method. By analyzing more frequent solicitations, we attempted to identify the areas that need more attention from administrators, classifying them into state, regional and municipal domains. We present also the main actions already implemented by administrators through citizens expressions to the Ombudsman. Finally, we suggest complementary actions that could help to improve services destined to population.

14 14 1. INTRODUÇÃO 1.1. EXPOSIÇÃO DO TEMA O cidadão comum tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento está diante da ampliação do acesso à defesa dos seus direitos através da representação do Ouvidor ou Ombudsman, como também é conhecido. Espelhado à instituição sueca, hoje, a figura do Ouvidor está presente na administração pública e privada de vários países. Sensíveis aos direitos e à importância central que o cidadão-cliente vem alcançando nas democracias avançadas, algumas empresas de médio e grande porte no Brasil, assim como algumas unidades da Federação, vêm implantando suas Ouvidorias visando atender as necessidades e expectativas daqueles que os mantêm. Entre outros resultados buscados pela utilização do Ombudsman na iniciativa privada, observa-se a recuperação e retenção de clientes, maior eficácia das ações de marketing, maior credibilidade da empresa no mercado, fortalecimento da imagem institucional, criação de um diferencial competitivo e, principalmente, a realização da missão empresarial. A idéia é que o Ombudsman percebe o padrão de qualidade da empresa sob a ótica do consumidor e com sua visão e independência, pode mobilizar toda a organização em função do cliente. Na administração pública, o instituto da Ouvidoria tem focalizado a simplificação da máquina administrativa, a maior eficácia, transparência e credibilidade do governo junto à população, o fortalecimento da imagem do administrador público e, acima de tudo, o aprimoramento da democracia e do exercício da cidadania. Colocando-se no lugar do cidadão, o Ouvidor procura apontar as falhas da administração pública sobre a qual tem alçada, buscando soluções.

15 DEFINIÇÃO DO PROBLEMA Em países de precárias tradições democráticas, a discussão e adoção de novas formas de controle do cidadão comum sobre a administração pública ou privada ganham status de algo promissor. Ao assegurar um canal direto de comunicação com os usuários, as organizações passam a oferecer aos cidadãos uma oportunidade de compartilhar sua responsabilidade social. O Ouvidor, neste contexto, assume um papel de fundamental importância para o aprofundamento do sistema democrático, bem como para reorientação das ações desenvolvidas pelas organizações. Entretanto, como verificar se a Ouvidoria é capaz de atender a todas essas expectativas? Nesse particular, torna-se importante identificar aspectos sobre como este instituto deva ser utilizado para que colabore efetivamente no aprimoramento dos serviços oferecidos pela organização e assegure a satisfação dos usuários. Para tanto, desenvolveu-se a presente pesquisa em um caso concreto, a partir da seguinte questão: QUAL A CONTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO DE OUVIDORIA DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA PARA MELHORIA NOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE NO PERÍODO ? A escolha da organização para o estudo de caso baseou-se no fato de que a Secretaria de Estado da Saúde é o único órgão da administração direta do Estado de Santa Catarina a manter uma Ouvidoria, além do autor ter colaborado na estruturação desse serviço e atualmente ser seu coordenador. O período escolhido corresponde aos três primeiros anos de funcionamento da Ouvidoria da Saúde.

16 OBJETIVOS Objetivo geral Verificar se o instituto da Ouvidoria constitui-se num instrumento para melhoria dos serviços prestados aos cidadãos Objetivos específicos - Descrever o contexto histórico e o cenário atual do instituto da Ouvidoria no Brasil e no mundo. - Levantar junto à literatura especializada os quadros teóricos relativos à Ouvidoria na administração pública. - Identificar os pressupostos para manutenção de Ouvidorias, bem como os argumentos favoráveis e desfavoráveis a sua implantação. - Apontar as áreas que estejam merecendo atenção dos gestores de saúde em Santa Catarina, considerando as solicitações mais freqüentes apresentadas à Ouvidoria da Saúde, agrupando-as no âmbito estadual, regional e municipal. - Identificar as principais ações já desenvolvidas pelos gestores e prestadores de serviços credenciados pelo SUS em Santa Catarina, decorrentes da manifestação dos usuários à Ouvidoria da Saúde. - Propor aos gestores de saúde de Santa Catarina ações complementares para melhoria dos serviços prestados, a partir da análise das solicitações mais freqüentes apresentadas à Ouvidoria da Saúde.

17 JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA Uma das conseqüências de um mundo cujas decisões são em sua imensa maioria moldadas pela burocracia está na inevitável tensão que se estabelece entre a organização e o indivíduo, que pode ter direitos pessoais atingidos ou não considerados pela estrutura burocrática. Dada a massificação dos serviços e a inevitável rotina administrativa, os erros e faltas cometidas pelos prestadores de serviços não raro passam despercebidos, o que os torna dificilmente detectáveis e corrigíveis pela própria organização. Nesse contexto, a Ouvidoria busca estabelecer um canal de comunicação entre os cidadãos-clientes e a organização, visando o estreitamento dessa relação. Além das características de informalismo na apuração dos fatos e da flexibilidade de ação de seus agentes, a Ouvidoria pretende humanizar algumas soluções burocráticas que tendem à impessoalidade, sugerindo novos procedimentos inclusive quando deixem de levar em conta razões individuais ou de conveniência das pessoas atingidas pelo ato administrativo. A ação de permanente crítica da organização para localizar e corrigir suas falhas reais, defendendo-a, ao mesmo tempo, aos que lhe apontam erros fictícios proporciona ao Ouvidor segura visão da mecânica administrativa, legitimando-o a apresentar sugestões voltadas à melhoria dos serviços prestados. Não obstante a importância do tema no campo da Administração existe uma lacuna na literatura brasileira, dada a escassez de títulos que abordam o assunto. A Associação Brasileira de Ouvidores ABO, fundada em 1995, da qual o autor é membro, tem se esforçado para disseminar o instituto da Ouvidoria em nosso país. Entretanto, seu desenvolvimento tem se baseado em grande parte no empirismo de seus precursores. A presente pesquisa pode, portanto, contribuir para o desenvolvimento desse instituto em termos acadêmicos e práticos, ao aproximar o referencial teórico com a especificidade da realidade brasileira, em especial na Administração Pública.

18 18 Importante ainda ressaltar que a Secretaria de Estado da Saúde, enquanto gestora estadual do Sistema Único de Saúde SUS, tem entre outras atribuições definidas pela Norma Operacional da Assistência à Saúde NOAS-SUS 01/2002, a responsabilidade pela avaliação da satisfação dos usuários do sistema, considerando a acessibilidade, a integralidade da atenção, a resolubilidade e a qualidade dos serviços prestados. Entretanto, é notória a limitação dos recursos logísticos disponíveis para realização de tais atividades em todo o espaço territorial catarinense. O próprio controle social da saúde exercido pelos Conselhos de Saúde no âmbito federal, estadual e municipal, passados mais de dez anos de sua instituição através das Leis Orgânicas da Saúde, ainda atravessa uma fase de amadurecimento e preparação dos seus membros. Ao implantar a Ouvidoria da Saúde, a Secretaria de Estado da Saúde não pretendeu substituir as instâncias já existentes. Pelo contrário, sua proposição foi de ser um mecanismo complementar dessas ações, mas, sobretudo ser um canal de aproximação com os usuários do SUS, buscando o aprimoramento da democracia e do exercício da cidadania. Nesse sentido, decorridos três anos de funcionamento da Ouvidoria da Secretaria de Estado da Saúde e considerando o ineditismo dessa iniciativa no âmbito da administração direta do Estado de Santa Catarina, é salutar que seja verificado até que ponto este novo instituto está contribuindo para a melhoria dos serviços públicos de saúde em nosso Estado ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO A presente dissertação está estruturada em sete capítulos. No primeiro capítulo, são apresentados o tema e o problema apontado pela pesquisa, bem como a definição dos objetivos geral e específicos que permitirão elucidar o problema estabelecido.

19 19 Também é descrita a contribuição do estudo para academia e para organização pesquisada, além da interpretação dos principais termos utilizados na pesquisa. No segundo capítulo são descritos os fundamentos teóricos sobre a Ouvidoria, incluindo seu histórico no mundo e no Brasil, além do crescente desenvolvimento das Ouvidorias setoriais. É aprofundado o estudo da Ouvidoria no contexto da Administração Pública, discutindo sua localização nos Poderes da República, o perfil de seus ocupantes, suas funções e limitações, bem como a interação com órgãos de controle já consolidados. São abordados ainda os pressupostos para instalação de uma ouvidoria, compreendendo sua estrutura operacional, meios de acesso, fluxo de encaminhamento das solicitações, relatórios gerenciais e a prescrição das denúncias e reclamações. Finalizando a revisão da literatura, são apresentados os argumentos comumente favoráveis e desfavoráveis à implantação de ouvidorias. O terceiro capítulo aborda os procedimentos metodológicos adotados na realização da pesquisa, incluindo o tipo de abordagem e o nível do problema, o enfoque do trabalho, a perspectiva do estudo, o modo de investigação e amplitude da pesquisa. São apresentadas ainda as fontes e as técnicas de coleta de dados, a análise e categorização das informações e as limitações no que se refere à revisão de literatura e às conclusões da pesquisa. No quarto capítulo é apresentado um breve histórico da Secretaria de Estado da Saúde e da própria Ouvidoria da Saúde, com o intuito de contextualizar o leitor acerca das mudanças ocorridas no setor saúde nos últimos anos. É descrito ainda, a composição da infra-estrutura da Ouvidoria da Saúde, incluindo a definição de suas competências e os fluxos de encaminhamento das solicitações. O quinto capítulo é reservado para análise das informações obtidas pela Ouvidoria da Saúde no período considerado pela pesquisa. Através da classificação dos assuntos apresentados à Ouvidoria pelos usuários do SUS em Santa Catarina, são elencadas as três solicitações mais freqüentes, relativas a informações, reclamações e denúncias. Com o objetivo de identificar as esferas de atuação e facilitar a leitura pelos respectivos gestores, os assuntos são agrupados no âmbito estadual, regional e municipal. Nesse capítulo são apresentadas ainda as principais ações implementadas decorrentes da manifestação dos cidadãos à Ouvidoria da Saúde.

20 20 No sexto capítulo são apresentadas as conclusões da pesquisa e as recomendações gerais decorrentes da análise das informações obtidas, dirigida tanto aos gestores do SUS em Santa Catarina como também ao próprio Serviço de Ouvidoria da Secretaria de Estado da Saúde. No sétimo capítulo são feitas as considerações finais sobre o tema, apontando para as perspectivas do desenvolvimento desse instituto no país DEFINIÇÃO DOS TERMOS Com o intuito de uniformizar a compreensão dos termos empregados nessa pesquisa, especialmente os utilizados pela Ouvidoria da Saúde, são atribuídos a seguir os seus significados para fins desse estudo: 1. Ombudsman/Ouvidor: Os países de língua inglesa que adotaram o Ombudsman sob inspiração do modelo sueco ou, mais amplamente, escandinavo, também adotaram sua denominação original, incorporando-a ao vocabulário sem se preocuparem com a busca de tradução adequada. O Dicionário Executivo Michaelis Inglês-Português (Simões, 1989) define Ombudsman como deputado ou representante. Leite (1975) afirma que o termo não flexiona em gênero e número. Portanto, seriam incorretas as formas Ombudswoman e Ombudsmen. Salienta ainda que tanto em sueco como em inglês a palavra se pronuncia com o acento tônico na primeira sílaba. O mesmo autor optou por usar a tradução Corregedor Administrativo. Entretanto, para Braz (1992), a palavra "corregedor" enseja o sentido de sanção coercitiva, o que não se coaduna com a figura do Ombudsman, em face das suas características fundamentais. Sustenta Braz (1992) que como mecanismo de controle da atividade administrativa, a designação mais adequada para a instituição parece ser a de "Fiscal da Administração Pública", que sugere idéia mais precisa de sua finalidade: fiscalização da Administração Pública pelo povo, no que tange à garantia de seus direitos subjetivos individuais e coletivos. Entretanto, reconhece que a denominação "Ouvidor Geral" é mais consagrada e conhecida da população, em razão de algumas experiências brasileiras. A

21 21 nomenclatura tem variado em cada país onde o Ombudsman é instituído: Il Difensore Cívico, na Itália; El Defensor del Pueblo, na Espanha e Argentina; El Defensor del Cidadano, no México; Provedor de Justiça, em Portugal; Le Mediatéur, na França; State comptroller em Israel. No Brasil, tem-se observado uma tendência em utilizar o termo Ombudsman para iniciativa privada e Ouvidor para administração pública. Entretanto, no presente trabalho será utilizado a palavra Ouvidor para designar esse instituto tanto na iniciativa privada como na administração pública. 2. Solicitação: é o termo geral utilizado para todas as manifestações apresentadas à Ouvidoria da Saúde, podendo ser uma reclamação, denúncia, sugestão, elogio ou informação. 3. Reclamação: são queixas, manifestações de desagrado ou protestos. 4. Denúncia: é mais grave do que uma reclamação; significa dar a conhecer, delatar um fato de caráter ético, ilegal, sigiloso ou de risco coletivo. 5. Sugestão: são propostas de mudanças, alterações de procedimentos submetidos à apreciação da instituição. 6. Elogio: reconhecimento ou demonstração de satisfação para com o serviço recebido. 7. Informação: fornecimento de dados sobre um serviço ou prestador de serviços. 8. Unidades da rede básica de saúde: Órgãos sob responsabilidade dos gestores municipais, podendo ser Posto de Saúde, Centro de Saúde, Policlínica entre outros. 9. Gestores de saúde: No âmbito municipal, são os Secretários Municipais de Saúde; no âmbito estadual, é o Secretário de Estado da Saúde; no âmbito federal, o Ministro de Estado da Saúde.

22 22 2. REVISÃO DA LITERATURA 2.1. A FORMAÇÃO DA CIDADANIA A cidadania tem assumido historicamente várias formas em função dos diferentes contextos culturais. O conceito de cidadania, enquanto direito a ter direitos, tem se prestado a diversas interpretações. Entre elas, tornou-se clássica a concepção de Marshall (1967), que, analisando o caso inglês, generalizou a noção de cidadania e de seus elementos constitutivos. A cidadania seria composta dos direitos civis e políticos - direitos de primeira geração - e dos direitos sociais - direitos de segunda geração. Os direitos civis, conquistados no século XVIII, correspondem aos direitos individuais de liberdade, igualdade, propriedade, de ir e vir, direito à vida e segurança. São os direitos que embasam a concepção liberal clássica. Já os direitos políticos, alcançados no século XIX, dizem respeito à liberdade de associação e reunião, de organização política e sindical, à participação política, eleitoral e ao sufrágio universal. São também chamados direitos individuais exercidos coletivamente, e acabaram se incorporando à tradição liberal. Os direitos de segunda geração, os direitos sociais, econômicos ou de crédito, foram conquistados no século XX a partir das lutas do movimento operário e sindical. São os direitos ao trabalho, saúde, educação, aposentadoria, seguro-desemprego, enfim, a garantia de acesso aos meios de vida e bem estar social. Segundo Vieira (1997) no que se refere à relação entre direitos de cidadania e o Estado, existe uma tensão interna entre os diversos direitos que compõem o conceito de cidadania (liberdade x igualdade). Enquanto os direitos de primeira geração - civis e políticos - exigiriam, para sua plena realização, um Estado mínimo, os direitos de segunda geração - direitos sociais - demandariam uma presença mais forte do Estado para serem realizados.

23 23 Assim, a tese atual de Estado mínimo - patrocinada pelo neoliberalismo, que parece haver predominado sobre a social-democracia na última década - corresponde não a uma discussão meramente quantitativa, mas de estratégias diferenciadas dos diversos direitos que compõem o conceito de cidadania e dos seus respectivos atores sociais. O Estado mínimo desde o século XVIII se constitui no núcleo central da doutrina liberal, direcionando para um tipo ideal no qual o Estado governaria o mínimo possível, restando seu domínio sobre a esfera das relações econômicas reduzido ao estritamente indispensável. Já na segunda metade do século XX, surgiram os chamados "direitos de terceira geração". Trata-se dos direitos que têm como titular não o indivíduo, mas grupos humanos como o povo, a nação, coletividades étnicas ou a própria humanidade. É o caso do direito à autodeterminação dos povos, direito ao desenvolvimento, direito à paz, etc. Na perspectiva dos "novos movimentos sociais", os direitos de terceira geração seriam os relativos aos interesses difusos, como direito ao meio ambiente e direito do consumidor, além dos direitos das mulheres, das crianças, das minorias étnicas, dos jovens e dos anciãos. Atualmente se fala de "direitos de quarta geração", relativos à bioética, ou seja, direitos voltados aos valores inerentes à existência humana, de que são exemplos a preservação da própria vida, da individualidade e dignidade humanas, o bem individual e o bem coletivo. Para Marshall (1967) a cidadania é um status concedido àqueles que são membros integrais de uma comunidade. Todos aqueles que possuem o status são iguais com respeito aos direitos e obrigações pertinentes ao status. Não há nenhum princípio universal que determine o que estes direitos e obrigações serão, mas as sociedades nas quais a cidadania é uma instituição em desenvolvimento criam uma imagem de uma cidadania ideal em relação à qual o sucesso pode ser medido e em relação à qual a aspiração pode ser dirigida. A insistência em seguir o caminho assim determinado equivale à obstinação pela efetiva igualdade de direitos e obrigações entre as pessoas. De acordo com Marshall (1967) os direitos do cidadão não podem ser definidos de modo preciso. O elemento qualitativo pesa muito na balança. Um mínimo de direitos

Universidade Federal de Uberlândia OUVIDORIA

Universidade Federal de Uberlândia OUVIDORIA Universidade Federal de Uberlândia OUVIDORIA 2008 Universidade Federal de Uberlândia Ouvidoria Avenida João Naves de Ávila, nº. 2121 Sala 14, Bloco 1A - Bairro Santa Mônica Uberlândia-MG CEP: 38400-902

Leia mais

UNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS SÃO PAULO FACULDADE DE TAQUARITINGA REGULAMENTO DA OUVIDORIA DA FACULDADE DE TAQUARITINGA

UNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS SÃO PAULO FACULDADE DE TAQUARITINGA REGULAMENTO DA OUVIDORIA DA FACULDADE DE TAQUARITINGA UNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS SÃO PAULO FACULDADE DE TAQUARITINGA REGULAMENTO DA OUVIDORIA DA FACULDADE DE TAQUARITINGA 2013 1 SUMÁRIO 1.APRESENTAÇÃO... 2 2. Um pouco de história -A Origem

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Ouvidoria do SUS públicos ou privados Sistema Único de Saúde - SUS-SP Serviço DISQUE-SUS Ouvidoria da Saúde 2ª Conferência Estadual de Saúde

Ouvidoria do SUS públicos ou privados Sistema Único de Saúde - SUS-SP Serviço DISQUE-SUS Ouvidoria da Saúde 2ª Conferência Estadual de Saúde A Ouvidoria do SUS como instrumento de garantia dos direitos dos cidadãos, enquanto usuários dos serviços de saúde públicos ou privados, no Sistema Único de Saúde - SUS-SP, foi instituída em outubro de

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ao sistema de controle interno, consoante o previsto nos arts. 70 e 74 da Constituição Federal, incumbe a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial,

Leia mais

Organizações de defesa do cidadão

Organizações de defesa do cidadão Organizações de defesa do cidadão Denise Catarina Silva Mangue Ser cidadão na sociedade da informação Em 1976, o inglês T. H. Marshall um dos principais pensadores contemporâneos envolvidos na discussão

Leia mais

ANTONIO CARLOS NARDI

ANTONIO CARLOS NARDI ANTONIO CARLOS NARDI QUE DEMOCRACIA QUEREMOS? A conquista do estado democrático de direito na década de 1980 no Brasil, após longo período burocrático-autoritário, trouxe o desafio de construção de uma

Leia mais

Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social

Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social PAPER DA CARTILHA DO FÓRUM INTERSETORIAL DE CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS NO MUNICÍPIO

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA CETESC - CENTRO DE ENSINO E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA REGULAMENTO DA OUVIDORIA Campinas/SP SUMÁRIO CAPÍTULO I Da Natureza, Objetivos e Finalidade 1 CAPÍTULO II Da Vinculação Administrativa 2 CAPÍTULO

Leia mais

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR 1 Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR A Definição e organização do sistema: 1 O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

Política Nacional de Participação Social

Política Nacional de Participação Social Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos

Leia mais

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE A INSTITUIÇÃO A Universidade Livre do Meio Ambiente - Unilivre, instalada em Curitiba, Paraná, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, recentemente

Leia mais

A OUVIDORIA NAS UNIVERSIDADES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OUVIDORES

A OUVIDORIA NAS UNIVERSIDADES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OUVIDORES A OUVIDORIA NAS UNIVERSIDADES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OUVIDORES Edson Luiz Vismona - Presidente DEMOCRACIA PROCESSO CONTÍNUO REPRESENTAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NÃO EXISTE DEMOCRACIA SEM CONFLITOS O SENTIDO

Leia mais

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados PRESIDENCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Assunto: DISCURSO DO EXMO. SUBCHEFE DE ASSUNTOS FEDERATIVOS DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA

Leia mais

O acesso a informações públicas será assegurado mediante:

O acesso a informações públicas será assegurado mediante: SIMRECI Sistema de Relacionamento com o Cidadão O SIMRECI é um programa de computador que oferece ferramentas para a gestão do relacionamento com o cidadão e, especialmente garante ao poder público atender

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição,

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição, DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América Relativo à Cooperação entre suas Autoridades de Defesa

Leia mais

RESOLUÇÃO CNAS Nº 11, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015.

RESOLUÇÃO CNAS Nº 11, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. RESOLUÇÃO CNAS Nº 11, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. Caracteriza os usuários, seus direitos e sua participação na Política Pública de Assistência Social e no Sistema Único de Assistência Social, e revoga a

Leia mais

INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL

INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Marcela Tapajós e Silva Painel

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 Institui orientação para regulamentação do art. 3º

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO -BIOTECNOLOGIA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO -BIOTECNOLOGIA 1. IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) é uma disciplina curricular do curso de Biotecnologia. É composto do desenvolvimento das seguintes atividades: a) Elaboração de um

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 30/06/2015 Boletim Administrativo Eletrônico de Pessoal Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 Revisa e altera os objetivos estratégicos do plano

Leia mais

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau XII CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau FUNDAMENTOS

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia

Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia Sistema Político Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia A 20 de Dezembro de 1999 Macau passa a Região Administrativa Especial da República Popular da China, sendo simultaneamente

Leia mais

mudanças qualitativas radicais na vida econômica, social e política das nações.

mudanças qualitativas radicais na vida econômica, social e política das nações. PRONUNCIAMENTO DO MINISTRO EDUARDO CAMPOS NA SOLENIDADE DE INSTALAÇÃO DA III ASSEMBLÉIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE PARLAMENTARES PARA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (IPAIT), NA CÂMARA DOS DEPUTADOS,

Leia mais

Objetivo da Contratação. Nosso número Antecedentes (breve histórico justificando a contratação)

Objetivo da Contratação. Nosso número Antecedentes (breve histórico justificando a contratação) Objetivo da Contratação Nosso número Antecedentes (breve histórico justificando a contratação) TERMO DE REFERÊNCIA - CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA Projeto BRA/11/008 Edital 09/2014 DADOS DA CONSULTORIA Contratar

Leia mais

PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA

PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA SALVADOR 2012 GOVERNADOR Jaques Wagner VICE-GOVERNADOR Otto Alencar SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO Osvaldo Barreto Filho SUB-SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO Aderbal de Castro Meira Filho

Leia mais

Serviço Social na Previdência Social INSS

Serviço Social na Previdência Social INSS Gerência Executiva do INSS em Cuiabá Seção de Saúde do Trabalhador SERVIÇO SOCIAL Serviço Social na Previdência Social INSS Maio/2015 1 Introdução O Serviço Social do INSS é um serviço previdenciário,

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO INTRODUÇÃO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO INTRODUÇÃO Ser reconhecido como o melhor tribunal para se trabalhar e de melhores resultados. Visão de Futuro do TRT da 8ª Região. INTRODUÇÃO Prática adotada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região que consiste

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

. 61. BOLSA FAMÍLIA Relatório-SÍNTESE

. 61. BOLSA FAMÍLIA Relatório-SÍNTESE CAPÍTULO BOLSA FAMÍLIA Relatório-SÍNTESE. 61 7 Funcionamento do programa As etapas qualitativa e quantitativa da pesquisa mostraram enorme desconhecimento das famílias beneficiadas com relação às regras

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 NOTA DESCRITIVA FEVEREIRO/2008 Nota Descritiva 2 2008 Câmara dos Deputados. Todos os direitos reservados. Este trabalho poderá ser reproduzido ou transmitido na íntegra,

Leia mais

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Apresentação 1.Identificação do órgão:tribunal do Trabalho da Paraíba/ Assessoria de Comunicação Social 2.E-mail para contato:rdaguiar@trt13.jus.br, rosa.jp@terra.com.br

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 Regina Beatriz Bevilacqua Vieira 1 SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 BRASIL/INEP. SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior:

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Confere nova regulamentação ao Conselho Municipal de Segurança

Leia mais

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA Tarciso Dal Maso Jardim 1 A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

RESOLUÇÃO nº08/2005. Art. 4º. A Ouvidoria será exercida por um Ouvidor, escolhido, de comum acordo, pela

RESOLUÇÃO nº08/2005. Art. 4º. A Ouvidoria será exercida por um Ouvidor, escolhido, de comum acordo, pela RESOLUÇÃO nº08/2005 Cria, no âmbito da FAMENE, a Ouvidoria, baixa normas para seu funcionamento, e dá outras providências. O Conselho Técnico Administrativo CTA da Faculdade de Medicina Nova Esperança

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES SECRETRIA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Leia mais

AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão Estratégica e Qualidade DISCIPLINA: Estratégia Empresarial

AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão Estratégica e Qualidade DISCIPLINA: Estratégia Empresarial AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão Estratégica e Qualidade DISCIPLINA: Estratégia Empresarial ALUNO(A): MATRÍCULA: NÚCLEO REGIONAL: DATA: / / QUESTÃO 1: Que escola de pensamento reúne aspectos

Leia mais

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa O GOVERNO Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa «O Governo é o órgão de condução da política geral do país e o órgão superior da Administração Pública.» 1 Pela própria ideia que se retira

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015.

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MORMAÇO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUÍS CARLOS MACHADO PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio

Leia mais

*486EBBAA* PROJETO DE LEI N.º, de 2014. (DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO)

*486EBBAA* PROJETO DE LEI N.º, de 2014. (DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO) ** PROJETO DE LEI N.º, de 2014. (DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO) Dispõe sobre a criação de cargos de provimento efetivo e de cargos em comissão no Quadro de Pessoal da Secretaria do Tribunal Regional

Leia mais

MESA 4 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE 3 AS ORGANIZAÇÕES DE CONTROLE

MESA 4 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE 3 AS ORGANIZAÇÕES DE CONTROLE COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DO SENADO FEDERAL MESA 4 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE 3 AS ORGANIZAÇÕES DE CONTROLE LIMITAÇÕES ORGANIZACIONAIS E POSSIBILIDADE

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao Desenvolvimento Rural

Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao Desenvolvimento Rural Universidade Federal da Paraíba - UFPB / Centro de Ciências Agrárias - CCA / Campus II Areia, Paraíba - 27 a 30 de outubro de 2014. Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao

Leia mais

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins)

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) CÂMARA DOS DEPUTADOS *PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) Dispõe sobre o patrimônio público digital institucional inserido na rede mundial de computadores e dá outras providências.

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

OGU Ações e Projetos 2011/2012

OGU Ações e Projetos 2011/2012 OGU Ações e Projetos 2011/2012 FUNDAMENTOS NORMATIVOS Constituição Federal Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR CURITIBA Maio 2012 1 PROGRAMA TÍTULO: Formação de Gestores para o Terceiro Setor. JUSTIFICATIVA:

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Brasília,12 de Dezembro de 2012. O Comitê Brasileiro de Defensoras/es

Leia mais

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte!

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte! Câmara Municipal de Barueri Conheça a Norma SA8000 Você faz parte! O que é a Norma SA 8000? A SA 8000 é uma norma internacional que visa aprimorar as condições do ambiente de trabalho e das relações da

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO

CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO OBJETIVO DO CURSO MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA Oferecer condições ferramentais para o profissional

Leia mais

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

SAC: Fale com quem resolve

SAC: Fale com quem resolve SAC: Fale com quem resolve A Febraban e a sociedade DECRETO 6523/08: UM NOVO CENÁRIO PARA OS SACs NOS BANCOS O setor bancário está cada vez mais consciente de seu papel na sociedade e deseja assumi-lo

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Por que criar Ouvidorias nos Tribunais de Contas?

Por que criar Ouvidorias nos Tribunais de Contas? Por que criar Ouvidorias nos Tribunais de Contas? Autora: Edna Delmondes: Mestre em Adminstração de Empresas, pela Universidade Federal da Bahia. Auditora do Tribunal de Contas do Estado da Bahia. Para

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA GABINETE DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO N 3431

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA GABINETE DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO N 3431 RESOLUÇÃO N 3431 O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Complementar Estadual n 85, de 27 de dezembro de 1999, tendo em vista o contido

Leia mais

Blumenau, 24 de junho de 2015. Ilustríssimo(a) Senhor(a) Vereador(a).

Blumenau, 24 de junho de 2015. Ilustríssimo(a) Senhor(a) Vereador(a). 1 Ofício nº 01/2015 - CDS - OAB/BLUMENAU Aos(as) Excelentíssimos(as) Vereadores(as) de Blumenau. Blumenau, 24 de junho de 2015. Ilustríssimo(a) Senhor(a) Vereador(a). Conforme se denota do sítio eletrônico,

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº Dispõe sobre a criação do Conselho de Ética Pública e estabelece medidas de transparência e controle de atos de agentes políticos, dirigentes, empregados e servidores públicos.

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Tribunal de Contas da União. Controle Externo Tribunal de Contas da União Controle Externo 1224 Controle Externo Objetivo Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos federais em benefício da sociedade e auxiliar o Congresso Nacional

Leia mais

Por que criar mecanismos de gênero nos órgãos governamentais?

Por que criar mecanismos de gênero nos órgãos governamentais? Presidência da República Secretaria de Políticas para as Mulheres Seminário de Capacitação dos Mecanismos de Gênero no Governo Federal Por que criar mecanismos de gênero nos órgãos governamentais? Lourdes

Leia mais

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO O presente estudo é resultado de uma revisão bibliográfica e tem por objetivo apresentar a contextualização teórica e legislativa sobre

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta: COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005 Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN com vistas em assegurar o direito

Leia mais

O DIREITO CONSTITUCIONAL NO BRASIL E NA CHINA: ANÁLISE COMPARATIVA

O DIREITO CONSTITUCIONAL NO BRASIL E NA CHINA: ANÁLISE COMPARATIVA SÃO PAULO RIO DE JANEIRO BRASÍLIA CURITIBA PORTO ALEGRE RECIFE BELO HORIZONTE LONDRES LISBOA XANGAI BEIJING MIAMI BUENOS AIRES O DIREITO CONSTITUCIONAL NO BRASIL E NA CHINA: ANÁLISE COMPARATIVA DURVAL

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE INTERNACIONAL CONTEXTO HISTÓRICO -1978 Declaração de Alma Ata Cazaquistão: Até o ano de 2000 todos os povos do mundo deverão atingir um nível

Leia mais

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ),

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ), ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ARGENTINA RELATIVO À COOPERAÇÃO ENTRE SUAS AUTORIDADES DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA NA APLICAÇÃO DE SUAS LEIS DE CONCORRÊNCIA A República

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais