CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L"

Transcrição

1 CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L JOSÉ ALBERTO PINT~* LEONARDO RAPOSO ROCHA GOMES. 1 ' SUMO uma anáiise das características espedficas do voleiboi, bem como dos idos no treinamento c nas partidas desse desporto. Professores e técnicos nçáo de melhor 1 iz que UNITERMOS: Voleibol, treinamento desportivo. O voleibol, desporto de características particulares, nos últimos anos vem sofrendo grande evolução, devido a mudanças no regulamento e, principalmente, do aprimoramento da técnica e da tática, o que gera a necessidade dos métodos de treinamento das equipes de alto nível. De acordo com RODRIGUES (1980), "a única possibilidade de continuar elevando o rendimento de um jogador com um elevado nível de preparação técnico-tática é através do melhoramento de sua condição física, e para haver esta melhora, ou seja, aplicar a preparação física no voleibol, é necessário conhecer os elementos específicos que se produzem na competição". Com base nesses conhecimentos sobre voleibol, é possível determinar os fatores fisiológicos envolvidos no treinamento das equipes de alto nível. Durante uma partida de voleibol, o atleta faz movimentos explosivos, seguidos de curtos intervalos de repouso, de forma acíclica, esteja na rede ou no *' Professor do Departamento de Educação Flsica da Universidade Federal de Viçosa. Aiuno do Curso de Educação Flsica da Universidade Federal de Viçosa. R. min. Educ. Fla, V i l(1): 4454,

2 fundo da quadra. Essa aciclidade cria os elementos específicos do jogo, os quais ser80 estudados, neste trabalho, com base na fisiologia do exercício, a fim de que se possa adequar melhor o treinamento das equipes, ajudando-as a obter melhores resultados. REYISÁO DE LITERATURA O voleibol é uma modalidade desportiva acíclica, isto é, momentos de intensa atividade física intercalados com momentos de repouso, ativo ou náo. Um jogador de voleibol, no decorrer de uma partida, executa ações na rede e no fundo da quadra. No trabalho de rede, o jogador executa saltos máximos combinados com deslocamentos rápidos; já no trabalho de fundo de quadra, executa diversas formas de deslocamentos, que podem vir acompanhados por saltos máximos (ataque de linha de três metros), quedas e peixinhos. Esses trabalhos não acontecem continuadamente, pois, sempre que a bola está com o adversário ou quando se está armando uma jogada ofensiva, na qual um dos jogadores não participa, nos intervgos de bola morta, nos pedidos de tempo e no final de um "set", há sempre um interiralo de repouso, ativo ou não, para o jogador. O gráfico seguinte demonstra essa aciclidade do voleibol no decorrer de uma partida:.- - Tempos (segundos) (Gráfico proposto por RODRIGUES no livro "Lu Preparación Física en Voleibol", 1980, página 15). Analisando o gráfico, percebe-se, claramente, que o jogo alterna momentos de trabalho físico com outros de repouso e que há "troca de intensidade dentro da mesma jogada" (RODRIGUES, 1980). BOSCO (1985), fazendo um exame detalhado do voleibol, relata que "este tipo de atividade física está condicionado por uma insólita variabilidade de movi R. min. Educ. Fls., Viçosa, l(1): 4454, 1993

3 mentos que podem durar de 120 a 150 minutos". Com a introdução da disputa direta de pontos no quinto "set" ("tie break"), reduziu-se a duração das partidas com cinco "sets", mas ainda não é possfvel determinar com exatidão a sua duração. RODRIGUES (1980), citando JIMENEZ e colaboradores, faz a seguinte estatística da duração das partidas de um jogo, em termos de média: Duração mínima de uma jogada (rally) - 3" Duração máxima de uma jogada (rally) - 35" - Tempo mínimo entre jogada e jogada (bola morta) - 7" - Tempo máximo entre jogada e jogada (bola morta) - 42" - Duração média de uma jogada Tempo médio entre jogada e jogada Duração média de cada fase de permanência na rede ou no fundo da quadra - 3,06" - Duração média total de tempo na rede ou no fundo da quadra ao longo de um set - 10,18 É importante destacar que, em função das modificações das normas do voleibol a partir de 1988, alguns valores médios tendem a diminuir pelo aumento de velocidade das ações no jogo. RODRIGUES (1980) relata que durante um "set" são realizados de três a quatro rodfzios e que, em cada fase de permanência na rede, um jogador executa uma média de cinco saltos, totalizando, ao final do set, 17 saltos em média. Com base nesses dados e relacionando-se com eles a duração das partes do jogo, é possfvel determinar o volume e a intensidade das sessões de treinamento, pois o autor destaca que a única solução prática para determinar o volume das sessões de treinamento é utilizar o mesmo volume de uma partida de cinco "sets", na qual o jogador executa de 80 a 130 saltos em uma média de 90 minutos de jogo. Para o autor, a intensidade dos treinamentos deverá ser maior que a das partidas. BELIAEV, apud BOSCO (1985), sugere um método para aumentar as condições físicas dos jogadores, baseado em exercícios executados com elementos técnicos. BOSCO (1985) afirma que a repetição periódica de cargas de treinamento provoca uma adaptação, reestruturando os sistemas funcionais estimulados e de acordo com WEINECK (1986), estímulos específicos provocam reaqões específicas de adaptar,ão. P oí isso, nas sessões de txe\namento, devem-se usa1 exexcic~os c-- forme as características específicas do voleibol, a fim de conseguir a adaptação fisiológica dos jogadores, deixando-os condicionados fisicamente para cumprir com eficiência as exigências das partidas. BOSCO (1985) admite que o tipo de exercício determina O número de músculos comprometidos no trabalho; que a intensidade tem influência direta sobre a produção de energia; e que os intervalos de repouso são importantes na determinação da adaptaçáo as cargas de treinamento. Explica, ainda, que o movimento de cada segmento corporal é produzido pela contração e pelo relaxamento dos grupos musculares agonistas e antagonistas. Para serem possíveis esses dois processos, é necesshrio o uso da energia bioquímica. O trifosfato de adenosina (ATP) é a fonte básica de energia para o músculo. Um impulso originário do sistema nervoso do jogador libera o fosfato terminal do ATP, juntamente com grande quantidade de energia, que pode ser usada tanto para a contração como para o relaxamento do R. min. Educ. Fís., Viçosa, l(1): 49-54,

4 músculo. A concentração de ATP e de outro composto parecido, a creatina fosfato (CP), está disponível em quantidade limitada e dura apenas 10 segundos, quando o exercício é intenso. Quando se precisa manter uma intensidade de trabalho elevada, por mais de 10 segundos, a energia bioquímica necessária é completada pela dissociação anaeróbica do glicogênio muscular. É importante destacar que, no voleibol, é improvável que a dissociação anaeróbica do glicogênio ocorra durante toda a partida, pois um trabalho prolongado com esse mecanismo (40 a 100 segundos) não pode manter-se, porque essa dissociação leva ao acúmulo de ácido Iático (HLA) nas fibras musculares, diminuindo a sua capacidade contrátil. Além disso, Beliaev, citado por BOSCO (1985), afirma que um trabalho intenso no voleibol não se prolonga por mais de 10 segundos. Por isso, a ressíntese de ATP e CP é complementada pelo metabolismo aeróbico de produção de energia - transformação dos carboidratos e das gorduras em C02 e água mais energia - que se verifica geralmente nos intervalos entre as fases de maior intensidade. Convém ressaltar que as fontes de energia encontram-se ligadas entre si e que no decurso de um mesmo esforço todas entram em açáo, variando apenas a porcentagem de uma e de outra, sendo a maior a que caracteriza o esforço (BAR- BANTI, 1986). Esses sistemas de produção de energia podem ser aprimorados com eficiência por meio de treinamento, previamente planificado, de exercícios específicos do voleibol. Os exercícios característicos do voleibol são classificados por BOSCO (1985) em quatro grupos, de acordo com seu volume, sua intensidade e suas variações fisiológicas. São eles: Grupo 1 - exercícios com efeito principal aeróbico (treinamento do sistema cardiocirculatório e respiratório). Exercícios realizados com intensidade moderada e freqüência cardíaca (FC)não superior a 150 BPM (batimento por minuto), com duração em torno de 10 minutos ou mais. Grupo 2 - exercícios com efeito aeróbico/anaeróbico. FC em torno de BPM. com intensidade variada. Grupo 3 - exercícios com efeito anaeróbico alático (melhoramento da força e da velocidade). Duração de 1 a 5 segundos, intensidade máxima, 1 a 2 minutos de repouso e de 5 a 7 repetições. Grupo 4 - exercícios com efeito anaeróbico glicolítico (treinamento da resistência específica, velocidade e capacidade de salto). Intensidade próxima da máxima, 1 a 2 minutos de duração, 2 a 4 minutos de repouso e de 5 a 8 repetições. É importante salientar que "na fase de treinamento anterior à competição, está o perigo de se perder a alta capacidade de trabalho físico por via do emprego de exercícios sobretudo táticos no treinamento; é eficaz executar os exercicios dos grupos 2,3 e 4 nesta fase. Porém o efeito do treinamento se obterá somente quando os exercícios de um s6 grupo forem executados em cada um dos treinamentos" (BOSCO, 1985). Portanto, o técnico deverá variar os grupos de exercicios no decorrer dos dias da semana (microciclo), intercalando períodos de recuperação e adequando volume e intensidade. Propóe-se, após um dia de exercícios de intensidade forte, um dia de exercícios de intensidade fraca ou de descanso, ativo ou não. É importante que durante o microciclo os dias de jogos coincidam com dias de intensidade alta. 52 R min. Educ Fls, V i l(1): 4454, 1993

5 Antes de se iniciar um treinamento de alto rendimento no voleibol, é necessário fazer a sua planificação, dividindo-o em períodos. Sugere-se a seguinte periodização para o voleibol de alto nível: período pré-preparatório, período de competição e período de transição. No período pré-preparatório, elabora-se o projeto de treinamento, mobilizam-se recursos humanos, materiais e financeiros e, ainda, fazem-se avaliaçoes física, técnica, tática, psicológica e intelectual dos futuros membros da equipe. O período preparatório ocupa, normalmente, dois terços de todo o treinamento e está dividido em fase básica e fase específica. Na fase básica, deve-se procurar desenvolver o condicionamento físico geral dos atletas, sendo esta uma preparação para a fase específica, na qual o treinamento visa à obtenção da forma desejada ("peak) para a competição por meio da preparação técnico-tática, preparaçiío psicológica e desenvolvimento da preparação física específica. O período de competição divide-se em pré-competitivo, no qual são realizados jogos de menor importância, e em competitivo, quando se atinge a competitiçáo-alvo do treinamento. No período de competição, deve-se fazer a manutenção da forma obtida e prosseguir no aperfeiçoamento técnico-tático e físico, para que o "peak atingido no final do período específico seja mantido ou até elevado um pouco mais ao final do pré-competitivo. O período de transição inicia-se após o término da competição-alvo e é o intervalo entre uma e outra periodização; serve para a recuperação dos desgastes físico e psicológico da equipe, podendo ser ativo ou passivo, considerando o desgaste na temporada ou na competição-alvo. Com o desenrolar dos períodos de treinamento das equipes de voleibol, é importante observar a porcentagem dos componentes físico, técnico e tático, assim como o seu volume e sua intensidade. É lógico que na fase básica do período preparatório, o físico deve prevalecer sobre o técnico e o tático; que, na fase específica, há aumento do técnico e tático, mas sem desprezar o físico; e que, durante a competição-alvo, deve haver um polimento de detalhes técnicos e táticos. Por isso a principal preocupação dos treinadores é com a variação desses componentes durante os períodos de treinamento, sem que haja prejuízo de um deles. Isso poderá ser atingido se observarem as características específicas do voleibol e se adequarem as situaçóes dos treinamentos aos objetivos. Caso um técnico, no período preparatório especifico, deseje aprimorar o condicionamento aeróbico e anaeróbico de sua equipe, sem deixar de treinar a técnica, sugere-se, como exemplo, diminuir o tempo de bola morta durante os coletivos, fazendo com que rapidamente outra bola entre em jogo. Por meio de soluções simples, os técnicos poderão variar o volume e a intensidade e os componentes físico, técnico e tático, sem perdas na preparação global dos jogadores. O voleibol C um desporto de características específicas. Ao longo de uma partida são executados trabalhos físicos intensos, intercalados por repouso, ativo ou náo. Isso dá ao desporto característica acíclica. Apesar de, em 1988, o "tie break ter sido introduzido no quinto set, para reduzir a duração das partidas, estas continuaram com duração indeterminada. Por isso, ao analisar o voleibol de alto nível, deve-se observar a duração médias das partes de um jogo, bem como as ações nelas desenvolvidas, para que se possa R min. Educ. Fls, V i 1(1): 4454,

6 adequar o volume e a intensidade dos treinamentos à especificidade do jogo. Em um treinamento, quando se deseja obter adaptações fisiológicas específicas da modalidade nos jogadores, é necessário que se treinem atividades específicas usadas no desenrolar da partida. No voleibol, tanto no trabalho de rede como no de fundo de quadra, os jogadores executam saltos máximos e várias formas de deslocamentos e quedas. Esses exercícios, executados de forma acíclica, logicamente têm influência direta sobre os sistemas metabólicos dos atletas, assim como o nível de condicionamento desses sistemas influenciam a eficiência de execução dos exercicios. De acordo com BOSCO (1985), o ATP é a fonte básica de energia para o músculo. A creatinafosfato (CP) também estáligada àprodução de energia. Quando chega às fibras musculares o impulso originário do SNC, o fosfato terminal desses compostos é liberado com grande quantidade de energia, que pode ser usada na contração ou no relaxamento do músculo. Quando o exercício t intenso, a concentraçáo de ATP e CP dura no máximo 10 segundos. Após isso, a energia é complementada pela dissociação anaeróbica do glicogênio muscular, porém esta não pode manter-se ao longo de 40 a 100 segundos, pois isso leva ao acúmulo de ácido lático nas fibras musculares, que têm sua contratilidade reduzida. O processo aeróbico de produção de energia auxilia na ressíntese de ATP e QP, havendo, assim, no decorrer de um mesmo esforço, a ação de todos os sistemas de produção de energia, variando apenas a porcentagem de um ou de outro. Por isso é importante o treinamento de todos esses sistemas energtticos, com base nas características específicas do voleibol de alto nível, conforme descrito na fase inicial do desenvolvimento deste estudo. Portanto, a aplicação desses conhecimentos certamente elevar6 ainda mais o nível dos jogos de voleibol. E somente a seriedade profissional na aplicação desse conhecimento levará aos resultados almejados. BARBANTI, WALDIR J. Treinamento Físico: Bases Cientfticas. São Paulo: Baliero, BOSCO, Carmelo. ia Preparación Fisica en el Voleibol y el Desarollo de Ia Fuerza en 10s Deportes de Caracter Explosivo-Balfstico. México, Sociedade de Prensa Deportiva, NADEAU, M. e PERONET, F. Fisiologia Aplicada na Atividade Física. São Paulo: Manole, RODRIGUES, R. Vargas. La Preparación Fisica en Voleibol. Madrid: Minuesa, WEINECK, Jurge. Manual de Treinamento Esportivo. Sáo Paulo: Manole, R. min. Educ Fls.. V i l(1): 49-54, 1993

ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE

ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE INTRODUÇÃO AGNELO WEBER DE OLIVEIRA ROCHA RONÉLIA DE OLIVEIRA MELO VIANA UFAM UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício

Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício O exercício é uma atividade ativa, portanto, demanda muita energia. Durante o exercício, a demanda energética do muculo esquelético aumenta consumindo uma

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique

Leia mais

REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL

REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL ÍNDICE CAPITULO I - O JOGO DE MINIVOLEIBOL - REGRA 1 - Concepção do Jogo - REGRA 2 - A quem se dirige - REGRA 3 - Finalidade do Jogo CAPITULO II - INSTALAÇÕES E MATERIAL - REGRA

Leia mais

ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1

ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1 ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1 Resumo O futebol é o esporte mais popular do planeta, praticado por milhões de participantes.

Leia mais

REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL

REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL ÍNDICE CAPITULO I - O JOGO DE MINIVOLEIBOL - REGRA 1 - Concepção do Jogo - REGRA 2 - A quem se dirige - REGRA 3 - Finalidade do Jogo CAPITULO II - INSTALAÇÕES E MATERIAL - REGRA

Leia mais

Navarro, F. In Planificacion del entrenamiento a largo plazo

Navarro, F. In Planificacion del entrenamiento a largo plazo Um programa de treino bem organizado e planificado, durante um período de tempo prolongado, aumenta a eficácia da preparação para as competições futuras mais importantes, uma vez que: introduz uma utilização

Leia mais

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do.

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do. Sociedade União 1º.Dezembro Das teorias generalistas à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol Programação e Periodização do Treino em Futebol 1 Programação e Periodização do Treino em Futebol Ter a convicção

Leia mais

O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas

O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas 1 O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas Resumo: O professor de Educação Física tem uma grande importância na prevenção de lesões em atletas, se o mesmo respeitar os

Leia mais

O Volume Do Treinamento No Futsal

O Volume Do Treinamento No Futsal O Volume Do Treinamento No Futsal Quando se fala de volume de treino é importante primeiramente entender quais são as vias metabólicas predominantemente envolvidas no esporte a ser treinado, e, respeitar

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA *

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA * QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA * Estélio H. M. Dantas * INTRODUÇÃO Graças à democratização e à abertura que ocorreu na Rússia com

Leia mais

ANÁLISE FUNCIONAL DO FITNESS

ANÁLISE FUNCIONAL DO FITNESS ANÁLISE FUNCIONAL DO FITNESS Sobre a Avaliação: O profissional conecta os sensores nos dedos do cliente para que possam captar os sinais do sistema nervoso e enviá-los ao computador, gerando resultados

Leia mais

POLIMENTO: O PERÍODO COMPETITIVO DA NATAÇÃO *

POLIMENTO: O PERÍODO COMPETITIVO DA NATAÇÃO * POLIMENTO: O PERÍODO COMPETITIVO DA NATAÇÃO * Moacyr da Rocha Freitas RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar um estudo sobre o Polimento, fundamentado na Teoria do Treinamento Desportivo. Através

Leia mais

Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com

Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com Esquema de Aula Atividade Física Bioenergética - Sistemas Produtores de Energia Princípio do Treinamento Identificação de Índices Fisiológicos Capacidade

Leia mais

Os juízes de linha devem apresentar-se, junto da mesa do marcador, no mínimo 45 minutos antes do início do jogo.

Os juízes de linha devem apresentar-se, junto da mesa do marcador, no mínimo 45 minutos antes do início do jogo. INTRODUÇÃO As Regras de Jogo regulamentam as funções dos juízes de linha, a sua localização (27.1) e as suas responsabilidades (27.2). Além disso, a Regra 28.2 indica os gestos oficiais com as bandeirolas

Leia mais

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL.

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. 1 ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. Bernardino Sogabe Priante Aluno concluinte do CEDF/UEPA bernardinosogabepriante@yahoo.com.br Carlos Dorneles Professor Mestre orientador

Leia mais

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade II Controle e Prescrição do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Prescrição de Atividades Físicas Condições de saúde; Estado geral do aluno (cliente);

Leia mais

APOSTILA DE VOLEIBOL

APOSTILA DE VOLEIBOL APOSTILA DE VOLEIBOL O voleibol é praticado em uma quadra retangular dividida ao meio por uma rede que impede o contato corporal entre os adversários. A disputa é entre duas equipes compostas por seis

Leia mais

VELOCIDADE APLICADA EM ATACANTES DO FUTEBOL

VELOCIDADE APLICADA EM ATACANTES DO FUTEBOL CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO - FAE MATHEUS HENRIQUE DOS SANTOS VELOCIDADE APLICADA EM ATACANTES DO FUTEBOL SÃO JOÃO DA BOA VISTA SP 2009 9 INTRODUÇÃO Segundo (Tubino apud Alves

Leia mais

A classificação do exame corresponde à média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações das duas provas (escrita e prática).

A classificação do exame corresponde à média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações das duas provas (escrita e prática). INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Nº 2/2015 EDUCAÇÃO FÍSICA Abril de 2015 Prova 28 2015 2.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) O presente documento divulga as

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 1 CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2012.2 BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA... 4 02 BIOLOGIA HUMANA... 4 03 NATAÇÃO... 4 04 ESPORTE

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHAELADO (Currículo de início em 2015)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHAELADO (Currículo de início em 2015) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHAELADO (Currículo de início em 2015) ANATOMIA HUMANA C/H 102 Estudo da estrutura e função dos órgãos em seus respectivos sistemas no corpo humano,

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013-2014

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013-2014 REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013-2014 Índice 1. Introdução 2 2. Escalões etários 3 3. Constituição das Equipas 4 4. Regulamento Técnico Pedagógico 5 5. Classificação, Pontuação e Desempate 6 6.

Leia mais

Desenvolvimento das capacidades motoras

Desenvolvimento das capacidades motoras Desenvolvimento das capacidades motoras Capacidades motoras Todos nós possuímos capacidades motoras ou físicas e é através delas que conseguimos executar ações motoras, desde as mais básicas às mais complexas

Leia mais

Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo

Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo Licenciado em Ciências do Desporto (FMH); Treinador de Futebol há 15 anos; Pós-Graduação em Treino de Alto Rendimento; Especialização

Leia mais

Uni FMU Centro Universitário EDUCAÇÃO FÍSICA

Uni FMU Centro Universitário EDUCAÇÃO FÍSICA Uni FMU Centro Universitário EDUCAÇÃO FÍSICA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DESEMPENHO NOS FUNDAMENTOS DE VOLEIBOL DE ATLETAS ACLIMATADOS DA CATEGORIA INFANTO- JUVENIL MASCULINA DE ALTO NÍVEL. JOANILDO COSTA JÚNIOR

Leia mais

Voleibol. Professor:Pedro Engler Neto

Voleibol. Professor:Pedro Engler Neto Voleibol Professor:Pedro Engler Neto Histórico O voleibol foi criado por William G. Morgam em 09 de fevereiro de 1895. Na Associação Cristã de Moços,HoYolke Massachussets, Eua. E a intenção de Morgan era

Leia mais

A RELEVÂNCIA DOS INTERVALOS DE REPOUSO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE MUSCULAÇÃO OBJETIVANDO A HIPERTROFIA MUSCULAR

A RELEVÂNCIA DOS INTERVALOS DE REPOUSO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE MUSCULAÇÃO OBJETIVANDO A HIPERTROFIA MUSCULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DEF PROGRAMA ESPACIAL DE TREINAMENTO PET A RELEVÂNCIA DOS INTERVALOS DE REPOUSO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE MUSCULAÇÃO

Leia mais

A PLANIFICAÇÃO DO TREINO DA FORÇA NOS DESPORTOS COLECTIVOS por Sebastião Mota

A PLANIFICAÇÃO DO TREINO DA FORÇA NOS DESPORTOS COLECTIVOS por Sebastião Mota A PLANIFICAÇÃO DO TREINO DA FORÇA NOS DESPORTOS COLECTIVOS por Sebastião Mota INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado segundo uma adaptação da obra de Gilles Cometti, que nos propõe uma matriz inovadora

Leia mais

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR Os textos são de responsabilidade de seus autores. ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR RESUMO Daiane Grando 1 2 O propósito

Leia mais

2 CLASSIFICAÇÃO / PONTUAÇÃO

2 CLASSIFICAÇÃO / PONTUAÇÃO 1 CONSTITUIÇÃO DAS EQUIPAS E CONFIGURAÇÃO DOS JOGOS O número de praticantes desportivos por equipa que podem ser inscritos no boletim de jogo é os seguintes: 2º Ciclo: 4 jogadores (Jogos 2x2); 3º Ciclo

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700

FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700 FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700 QUALIDADES FÍSICAS DO ESPORTE ORIENTAÇÃO POTÊNCIA Santa Maria 2004 1 JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES

Leia mais

DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS CONTEÚDOS OBJETIVOS. 1.º Período: ATIVIDADES DESPORTIVAS

DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS CONTEÚDOS OBJETIVOS. 1.º Período: ATIVIDADES DESPORTIVAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO Metas Intermédias Atividades Desportivas O aluno cumpre o nível introdutório de quatro matérias diferentes: Um nível introdutório na categoria

Leia mais

O TREINAMENTO MENTAL COMO UMA VARIÁVEL SIGNIFICATIVA NA PERFORMANCE DE ATLETAS E NA APRENDIZAGEM DE HABILIDADES MOTORAS *

O TREINAMENTO MENTAL COMO UMA VARIÁVEL SIGNIFICATIVA NA PERFORMANCE DE ATLETAS E NA APRENDIZAGEM DE HABILIDADES MOTORAS * O TREINAMENTO MENTAL COMO UMA VARIÁVEL SIGNIFICATIVA NA PERFORMANCE DE ATLETAS E NA APRENDIZAGEM DE HABILIDADES MOTORAS * *Graduada em Educação Física pela ULBRA **Docente da Faculdade de Educação Física

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO (Currículo de início em 2015)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO (Currículo de início em 2015) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO (Currículo de início em 2015) ANATOMIA HUMANA C/H 102 3248 Estudo da estrutura e função dos órgãos em seus respectivos sistemas no corpo

Leia mais

Colégio Adventista de Rio Preto Educação Física BASQUETEBOL. Basquetebol 8º ano. basquetebol

Colégio Adventista de Rio Preto Educação Física BASQUETEBOL. Basquetebol 8º ano. basquetebol Colégio Adventista de Rio Preto Educação Física BASQUETEBOL Basquetebol 8º ano Basquetebol Origem e Evolução: Estados Unidos - 1891 Prof. James Naismith Universidade Springfield - USA Ginástica - inverno

Leia mais

Prof. Kemil Rocha Sousa

Prof. Kemil Rocha Sousa Prof. Kemil Rocha Sousa Preparo Físico Termo geral usado para descrever a habilidade para realizar trabalho físico. A execução de trabalho físico requer: - funcionamento cardiorrespiratório - força muscular

Leia mais

A PLIOMETRIA por Sebastião Mota

A PLIOMETRIA por Sebastião Mota por Sebastião Mota O termo pliometria refere-se a exercícios específicos que envolvam o Ciclo Alongamento- Encurtamento (CAE), isto é, um rápido alongamento da musculatura seguido de uma rápida acção concêntrica.

Leia mais

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL Prof. MsC Cláudio Diehl Nogueira Professor Assistente do Curso de Educação Física da UCB Classificador Funcional Sênior

Leia mais

17/02/2016. Mestrando Dagnou Pessoa de Moura - Dog. A partida é supervisionada por três árbitros

17/02/2016. Mestrando Dagnou Pessoa de Moura - Dog. A partida é supervisionada por três árbitros Mestrando Dagnou Pessoa de Moura - Dog Formado em Educação Física Unisalesiano Lins Especialista em Fisiologia do Exercício UFSCar Especialista em Biomecânica, Avaliação Física e Prescrição de Exercícios

Leia mais

Orientações para montagem

Orientações para montagem Orientações para montagem das aulas de condicionamento CONCEITO CORAÇÃO RELAXAMENTO ESTRUTURA Finalidade do treinamento disponibilização de mais energia química aos músculos em velocidades maiores reposição

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1 CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) Atualizado em 15 de janeiro de 2015 pela 2014 Assessoria de Desenvolvimento, conforme Parecer 2 SUMÁRIO 1ª FASE...

Leia mais

Métodos de treino da resistência

Métodos de treino da resistência Métodos de treino da resistência Índice 1. Introdução... 2 2. Noções básicas sobre exercício e sistemas energéticos... 2 2.1. Capacidade e potência dos sistemas energéticos... 3 3. Métodos de Treino da

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Bacharelado em Educação Física

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Bacharelado em Educação Física EMENTÁRIO Disciplina: Introdução à Educação Física EMENTA: Disciplina que estuda as diferentes concepções de Educação Física, assim como suas perspectivas no campo da ciência em relação à intervenção profissional.

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS Beatriz de Vilas Boas de Oliveira 1, Keyleytonn Sthil Ribeiro 2 1 Faculdade de Pindamonhangaba, Curso de Fisioterapia, biavilasboas@yahoo.com.br

Leia mais

Modalidades esportivas Sesc

Modalidades esportivas Sesc Faça sua carteira COMERCIÁRIO: TITULAR: CPTS atualizada, Comp. de residência, GFIP (Guia de Recolhimento e Informações do FGTS), Taxa CONVENIADOS: TITULAR: Comp.de residência, documento que comp. de vínculo

Leia mais

MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM PRATICANTES DE GINÁSTICA RÍTMICA DO PARANÁ

MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM PRATICANTES DE GINÁSTICA RÍTMICA DO PARANÁ ESTUDOS E REFLEXÕES V 5 - Nº 9 PÁGS. 43 A 50 V Encontro de Pesquisa em Educação Física 1ª Parte RECEBIDO EM: 00-00-0000 ACEITO EM: 00-00-0000 ARTIGO ORIGINAL MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM

Leia mais

Curso Técnico em Agropecuária integrado ao Ensino Médio

Curso Técnico em Agropecuária integrado ao Ensino Médio 1 Curso Técnico em Agropecuária integrado ao Ensino Médio DISCIPLINA: Educação Física PROFESSOR(A): Paulo Fernando Mesquita Junior paulo.junior@ifc-sombrio.edu.br Os sistemas (Parte 2) Sistema 5 X 1 A

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA INICIAÇÃO DESPORTIVA DO FUTEBOL NO DESENVOLVIMENTO MOTOR DE CRIANÇAS DO SEXO MASCULINO COM IDADES ENTRE 11 A 13 ANOS.

A INFLUÊNCIA DA INICIAÇÃO DESPORTIVA DO FUTEBOL NO DESENVOLVIMENTO MOTOR DE CRIANÇAS DO SEXO MASCULINO COM IDADES ENTRE 11 A 13 ANOS. A INFLUÊNCIA DA INICIAÇÃO DESPORTIVA DO FUTEBOL NO DESENVOLVIMENTO MOTOR DE CRIANÇAS DO SEXO MASCULINO COM IDADES ENTRE 11 A 13 ANOS. Introdução AUTOR: JOÃO EDUARDO BICCA CARMO CORONEL Faculdade Metodista

Leia mais

MÉTODOS DE TREINAMENTO INTERVALADOS 2 COMPONENTES DO MÉTODO DE TREINO INTERVALADO

MÉTODOS DE TREINAMENTO INTERVALADOS 2 COMPONENTES DO MÉTODO DE TREINO INTERVALADO MÉTODOS DE TREINAMENTO INTERVALADOS 1 INTRODUÇÃO O método de treino por intervalos caracteriza-se por exercícios onde o organismo é submetido a períodos curtos, regulares e repetidos de trabalho com períodos

Leia mais

Dist. da linha saída à 1ª barreira

Dist. da linha saída à 1ª barreira TÉCNICA DAS CORRIDAS COM BARREIRAS Antes de mais nada podemos dizer que as corridas com barreiras são provas de velocidade rasa porque, muito embora o barreiristas se depare com uma série de barreiras

Leia mais

COLETIVO VOLEIBOL e FUTSAL ESPORTE AVALIAÇÃO CONTEÚDO BÁSICO CONTEÚDOS ESPECÍFICOS CONTEÚDOS ESTRUTURAN TES METODOLÓGICO E RECURSOS DIDÁTICOS

COLETIVO VOLEIBOL e FUTSAL ESPORTE AVALIAÇÃO CONTEÚDO BÁSICO CONTEÚDOS ESPECÍFICOS CONTEÚDOS ESTRUTURAN TES METODOLÓGICO E RECURSOS DIDÁTICOS PLANO DE TRABALHO DOCENTE (PTD) Professora: PAULA LUÍZA SCHAFER KARPINSKI Disciplina: Educação Física Ano: 2015 Período: 1ºTRIMESTRE Série: 9º Ano C e D ESTRUTURAN TES CONTEÚDO BÁSICO ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Educação Física - Licenciatura

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Educação Física - Licenciatura EMENTÁRIO ANATOMIA I Ementa:. Estudo da forma, estrutura, função e localização de órgãos que compõem os sistemas que formam o aparelho locomotor: sistema esquelético, sistema articular, sistema muscular

Leia mais

Informação - Prova de Equivalência à Frequência

Informação - Prova de Equivalência à Frequência Informação - Prova de Equivalência à Frequência Prova de Equivalência à Frequência de EDUCAÇÃO FÍSICA Código: 28 Ano de escolaridade: 6º ano (Decreto Lei n.º 139/2012, de 5 de julho e Despacho Normativo

Leia mais

Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão

Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão por Mestre Francisco Batista Escola Superior de Educação de Almeida Garrett - Lic. Educação Física 1 Introdução Como sabemos uma

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º ANO. PROFESSOR: Thiago Rosario da Cruz

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º ANO. PROFESSOR: Thiago Rosario da Cruz COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150. PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º ANO PROFESSOR: Thiago

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES (EDUCAÇÃO FÍSICA) 5º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014/2015 5.º Ano 1. CONTEÚDOS DE APRENDIZAGEM Atletismo

Leia mais

INCIDÊNCIAS DE LESÕES EM JOGADORES DE FUTEBOL E FUTSAL EM CAMPO GRANDE-MS

INCIDÊNCIAS DE LESÕES EM JOGADORES DE FUTEBOL E FUTSAL EM CAMPO GRANDE-MS INCIDÊNCIAS DE LESÕES EM JOGADORES DE FUTEBOL E FUTSAL EM CAMPO GRANDE-MS INTRODUÇÃO PAULO CÉSAR MONTEIRO RAMON GUSTAVO DE MORAES OVANDO Dom Bosco Catholic University - UCDB, Campo Grande - MS - Brazil

Leia mais

PERIODIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO ESPORTIVO. SÍNTESE BIBLIOGRÁFICA *

PERIODIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO ESPORTIVO. SÍNTESE BIBLIOGRÁFICA * PERIODIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO ESPORTIVO. SÍNTESE BIBLIOGRÁFICA * Norberto Alarcón INTRODUÇÃO A periodização e planejamento do treinamento esportivo, como área especializada deste, e a sua

Leia mais

COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO

COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO Corridas Especialidades Velocidade Meio-Fundo Fundo Barreiras Estafetas Provas 60m, 100m, 200m, 400m 800m, 1500m,

Leia mais

Código de Ética da CBWKC

Código de Ética da CBWKC Código de Ética da CBWKC Capítulo I Dos Fundamentos Éticos Art. 1º O Código de Ética da Confederação Brasileira de Wushu e Kuoshu Chinês define os princípios de conduta que devem pautar as atividades e

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROFESSOR PAULO BARROSO CREF 06081 G/RJ PREPARADOR FÍSICO DOS ÁRBITROS FFERJ PROFESSOR DA SECRETARIA MUNICIPAL DE

Leia mais

(2) converter as moléculas dos nutrientes em unidades fundamentais precursoras das macromoléculas celulares;

(2) converter as moléculas dos nutrientes em unidades fundamentais precursoras das macromoléculas celulares; INTRODUÇÃO AO METABOLISMO Metabolismo é o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. O metabolismo tem quatro

Leia mais

Que tal dar um up em seu visual e melhorar sua auto-estima? Promover sua saúde sem o cigarro aproveitando os sabores da vida e recuperar seu fôlego?

Que tal dar um up em seu visual e melhorar sua auto-estima? Promover sua saúde sem o cigarro aproveitando os sabores da vida e recuperar seu fôlego? Você que está tentando largar o vício do cigarro e não consegue encontrar forças para se livrar desse mal. Anda sentindo dores nas costas, cansaço e/ou inchaço nas pernas, problemas com acnes ou querendo

Leia mais

Deficiência de Desempenho Muscular. Prof. Esp. Kemil Rocha Sousa

Deficiência de Desempenho Muscular. Prof. Esp. Kemil Rocha Sousa Deficiência de Desempenho Muscular Prof. Esp. Kemil Rocha Sousa Desempenho Muscular Refere-se à capacidade do músculo de produzir trabalho (força X distância). (KISNER & COLBI, 2009) Fatores que afetam

Leia mais

NECESSIDADES NUTRICIONAIS DO EXERCÍCIO

NECESSIDADES NUTRICIONAIS DO EXERCÍCIO Departamento de Fisiologia Curso: Educação Física NECESSIDADES NUTRICIONAIS DO EXERCÍCIO Aluno: Anderson de Oliveira Lemos Matrícula: 9612220 Abril/2002 Estrutura de Apresentação Líquidos Eletrólitos Energia

Leia mais

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo.

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo. V O L E I B O L A quadra de jogo A quadra de voleibol mede 18 x 9 metros e é demarcada por linhas de 5 centímetros de espessura. Possui uma linha central que divide a quadra em duas áreas com 9 x 9 metros.

Leia mais

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Recebido em: 12/3/2010 Emitido parece em: 9/4/2010 Artigo original ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Emerson Luiz

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL COORDENADORA SANDRA MARA KUCHNIR

ENSINO FUNDAMENTAL COORDENADORA SANDRA MARA KUCHNIR ENSINO FUNDAMENTAL COORDENADORA SANDRA MARA KUCHNIR 2014 EDUCAÇÃO FÍSICA EDUCAÇÃO FÍSICA PRODUÇÃO CULTURAL DA SOCIEDADE EXPRESSADA ATRAVÉS DO MOVIMENTO EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS EDUCAÇÃO FÍSICA EIXOS ESPORTE

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DOS JOGOS UNIVERSITÁRIOS EINSTEIN

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DOS JOGOS UNIVERSITÁRIOS EINSTEIN CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DOS JOGOS UNIVERSITÁRIOS EINSTEIN Artigo 1º - Os Jogos Universitários tem como objetivo: * Incentivar a participação dos jovens em atividades saudáveis do ponto de vista social,

Leia mais

BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010.

BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010. 167 Armando Lourenço Filho BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010. Pedagogia do esporte aplicada

Leia mais

As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha

As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha As funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro FERNANDO PAIVA CORRÊA

Leia mais

ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1. Curso: Missão do Colégio: Promover o desenvolvimento do cidadão e, na sua ação educativa,

Leia mais

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva.

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva. ARTIGO Paulo Lanes Lobato * RESUMO Considerando que o marketing é hoje integrante de grande parte das conversas relacionadas ao esporte e, principalmente, que se transformou na esperança do esporte em

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA AUTOR(ES): RODRIGO

Leia mais

A NEUROPSICOLOGIA E O MEDO DA DOR

A NEUROPSICOLOGIA E O MEDO DA DOR FACULDADE DA SERRA GAÚCHA PÓS-GRADUAÇÃO PSICOTERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL PSICOTERAPIAS COGNITIVAS E NEUROCIÊNCIAS PROF. MS. DANIELLE IRIGOYEN DA COSTA A NEUROPSICOLOGIA E O MEDO DA DOR CASSIANA MARTINS

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PARA PATINAÇÃO ARTÍSTICA

CÓDIGO DE ÉTICA PARA PATINAÇÃO ARTÍSTICA CÓDIGO DE ÉTICA PARA PATINAÇÃO ARTÍSTICA CÓDIGO DE ÉTICA PARA PATINAÇÃO ARTÍSTICA Dos Fundamentos Éticos ARTIGO 1º - O Código de Ética da Confederação Brasileira de Hóquei e Patinação define os princípios

Leia mais

TRABALHO DE FISIOLOGIA

TRABALHO DE FISIOLOGIA TRABALHO DE FISIOLOGIA ALUNOS: WELLINGTON LUIZ ALEX BEZERA EDUCAÇÃO FÍSICA UFC / FACED INTRODUÇÃO Os carboidratos cnstituem uma importante fonte de enerfia para o metabolismo dos seres humanos. O glicogênio

Leia mais

Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa)

Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) (CBCa) Palestra: Programação anual dos treinamentos na Canoagem Slalom. Os Ciclos de Treinamento Na Água Trabalho Intensidade Fisiológico Periodização de: Aeróbia Capacidade Continua Aeróbia Capacidade

Leia mais

ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º E.M.

ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º E.M. Nome: n.º Barueri, / / 2009 1ª Postagem Disciplina: Educação Física 3ª série E.M ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º E.M. Orientações para desenvolvimento da atividade: Esse será um texto a ser utilizado no

Leia mais

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2 RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UM PROJETO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO CARNEIRO DOS SANTOS Keegan Bezerra Ponce Escola Estadual Augusto Carneiro dos Santos RESUMO Ao exercer seu papel social,

Leia mais

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Liga Desportiva de Taekwon-do do Estado de Minas Gerais - LDTEMG Mestre Ronaldo Avelino Xavier Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Belo Horizonte, 06 de Fevereiro de 2013. Mestre

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1º PERÍODO

EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1º PERÍODO EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1º PERÍODO DISCIPLINA: Anatomia Humana Aplicada à Educação Física B108168 04 1º 80 Introdução ao estudo da Anatomia. Nomenclatura anatômica, estudo descritivo dos sistemas

Leia mais

O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS

O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS O ENSINO DO HANDEBOL NA ESCOLA: UMA PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS Resumo Scheila Medina 1 - PUCPR Luís Rogério de Albuquerque 2 - PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO - 2015

INFORMAÇÃO - PROVA EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO - 2015 INFORMAÇÃO - PROVA EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO - 2015 O presente documento visa divulgar as características da prova final do 2º ciclo do ensino básico da disciplina

Leia mais

TREINAMENTO DE FORÇA RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

TREINAMENTO DE FORÇA RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA TREINAMENTO DE RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA Como regra geral, um músculo aumenta de força quando treinado próximo da sua atual capacidade de gerar força. Existem métodos de exercícios que são

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

O sonho do treinador específico = Sonho de guarda-redes Apenas 32 equipas profissionais, o que não impede a exigência de profissionalismo noutras divisões Num mundo de poucas oportunidades, só a qualidade

Leia mais

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL Gabriel Weiss Maciel Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil Henrique Cabral Faraco Universidade do Estado de Santa Catarina,

Leia mais

INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO

INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO ROGER MARCHESE INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Especialização em Ciência do Treinamento Desportivo

Leia mais

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal futsalcoach.com la web para el técnico de fútbol sala C Copyright 2005, F U T S A L C O A C H, Spain Todos los derechos reservados Autor: Prof. João Carlos Romano Preparador Físico de la Selección Brasileña

Leia mais

CEF Periodização e Sistemas de Treino

CEF Periodização e Sistemas de Treino CEF Periodização e Sistemas de Treino João Pedro Ramos, CPT, PES National Academy of Sports Medicine Certified Personal Trainer Performance Enhancement Specialist Periodização TF Sistemas de TF 1 PLANO

Leia mais

Departamento de Formação

Departamento de Formação FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE BADMINTON Departamento de Formação Documento Orientador de Formação de Treinadores Nível I, II e III Com apoio de: ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 OBJECTIVOS 4 FUNÇÃO DO TREINADOR 4 SISTEMA

Leia mais

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO DISCIPLINA: Fisiologia neural: estrutura, funcionamento e adaptações ao treinamento EMENTA: Arranjo funcional das unidades motoras e

Leia mais

Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013

Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013 Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013 CURRICULUM VITAE Chefe do Departamento e Preparação Física do Minas Tênis Clube desde 1978 Preparador

Leia mais

INFORMAÇÃO - EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO

INFORMAÇÃO - EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO INFORMAÇÃO - EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CÓDIGO DA PROVA: 28 ANO LETIVO: 2014/15 MODALIDADE: PROVA PRÁTICA 1. Introdução O presente documento

Leia mais

Design Pedagógico do módulo III Origem dos Movimentos, Variação

Design Pedagógico do módulo III Origem dos Movimentos, Variação Design Pedagógico do módulo III Origem dos Movimentos, Variação Escolha do tópico O que um aluno entre 14 e 18 anos acharia de interessante neste tópico? Que aplicações / exemplos do mundo real podem ser

Leia mais

Malhar em jejum é nova 'modinha' para perda de gordura Sex, 20 de Dezembro de 2013 09:38 - Última atualização Sex, 20 de Dezembro de 2013 13:11

Malhar em jejum é nova 'modinha' para perda de gordura Sex, 20 de Dezembro de 2013 09:38 - Última atualização Sex, 20 de Dezembro de 2013 13:11 Existem alguns conceitos sobre alimentação e boa forma que, por osmose, já estão dentro da cabeça das pessoas: comer de três em três horas faz bem; exercícios aeróbicos ajudam a queimar gordura; beber

Leia mais