VI GESTÃO E CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL PARA HOTÉIS

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1 VI GESTÃO E CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL PARA HOTÉIS Fernando Soares Pinto Sant Anna 1 Engenheiro Civil pela Universidade Federal do Espírito Santo, (UFES). Mestre em hidráulica e saneamento pela Universidade de São Paulo, (USP). Doutor em Química Industrial e Meio Ambiente pela Universite de Rennes I, (U.R.I). Professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental/Centro Tecnológico/ Universidade Federal de Santa Catarina, (UFSC). Fábio Martinho Zambonim Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestrando do Programa de Pós- Graduação em Engenharia Ambiental/Centro Tecnológico/Universidade Federal de Santa Catarina Endereço 1 : Rodovia SC 406, 647 Porto da Lagoa Florianópolis/SC - CEP Brasil - Tel (48) (217)- RESUMO As belezas naturais constituem os principais atrativos turísticos do Brasil e de outras partes do mundo. Paradoxalmente, diversas pesquisas e trabalhos científicos mostram que o turismo, incluindo-se aqui a atividade hoteleira, é responsável por uma série de impactos ambientais negativos, provocados nas comunidades e nos ecossistemas receptores de turistas. A adoção de sistemas de gestão ambiental e o desenvolvimento de programas de certificação pela indústria do turismo - incluindo os hotéis - aparecem como importantes ferramentas na minimização dos impactos ambientais negativos. Este trabalho descreve alguns dos principais impactos ambientais gerados pela atividade hoteleira e faz uma reflexão sobre os principais programas de gestão e certificação ambiental adotados pelos hoteleiros no Brasil, comparando suas principais características e adequações à realidade brasileira.. PALAVRAS-CHAVE: Gestão ambiental; certificação; impactos ambientais; hotéis. INTRODUÇÃO O turismo, atividade constituída por um conjunto de prestadores de serviço, é considerado por especialistas de diversas áreas como setor responsável por grande parte da movimentação financeira mundial, caracterizandose como uma das principais fontes de divisas para diversas nações, desenvolvidas ou não Também no âmbito nacional a atividade turística assume importante papel na economia. Robahy (1990) assinala que para o Brasil o turismo possui significativa importância em termos de receita de divisas, colocando-se entre os principais itens da arrecadação internacional do país. Informações obtidas no site do Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR- instituição oficial ligada ao Ministério do Esporte e Turismo) revelam que o Brasil pulou do 43 lugar em 1994 para 29 em 1999 no concorrido ranking da Organização Mundial de Turismo de destino turístico mais demandado no mundo. Tal evolução no ranking refletiu-se, ainda segundo o site, na receita de US$ 3,6 bilhões em divisas, em 1998, só perdendo para a arrecadação obtida pelos exportadores de veículos (US$ 4,9 bilhões). No caso específico dos municípios da Grande Florianópolis, o desenvolvimento econômico e social tem como fator de sustentação a atividade turística responsável, direta e indiretamente, por grande parte dos empregos e divisas gerados na região. Pesquisas de opinião e trabalhos científicos comprovam que o turismo no Brasil, e especificamente em Florianópolis, está estreitamente ligado às suas belezas naturais. Um estudo realizado pela EMBRATUR, também publicado no jornal A NOTÍCIA de 23/07/99, aponta Florianópolis como a terceira cidade mais visitada do Brasil, e Balneário Camboriú como a nona. Este mesmo estudo afirma que o motivo da presença de 85,1% dos visitantes em Florianópolis é o turismo, e que 69,2% dos turistas que visitam o Brasil são motivados pelos atrativos e belezas naturais do País. Os ecossistemas costeiros catarinenses, traduzidos por suas belas praias, enseadas, lagoas e lagunas, matas, dunas e restingas, associados à riqueza cultural e arquitetônica característica das colonizações européias ocorridas no litoral do estado são o maior atrativo turístico dos municípios litorâneos de Santa Catarina. Para Coriolano (1993), a grande matéria prima do turismo é a natureza, as paisagens e os lugares... o turista procura natureza protegida e não degradada.... ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 1

2 Mas, o turismo também é apontado por especialistas como atividade responsável pela degradação de diversos ecossistemas naturais e urbanos. Ouriques (1993) considera o turismo, na forma como vem se desenvolvendo na Ilha de Santa Catarina, co-responsável pela manifestação de problemas de toda ordem. Alguns exemplos citados pelo autor são: redução da balneabilidade das praias como conseqüência direta do despejo dos esgotos sanitários diretamente no mar, problemas de abastecimento de água e energia nas altas temporadas e descaracterização da orla marítima, afetando o ambiente e destruindo a beleza natural das praias, que são o atrativo principal do próprio turismo local. Em função dessas constatações, proteger o cenário natural dos impactos ambientais negativos da atividade turística significa promover o desenvolvimento sustentado para o setor. Os meios de hospedagem (hotéis, pousadas, resorts, campings, etc) caracterizam-se por representar um dos mais importantes segmentos constituintes da atividade turística e por contribuir consideravelmente tanto para o desenvolvimento sócio-econômico (geração de emprego e renda) como para a degradação ambiental. A adoção de sistemas de gestão ambiental pelos hotéis e a certificação ambiental (selo verde) têm-se confirmado, principalmente por experiências internacionais, como ferramentas importantes no combate ao desperdício de recursos naturais e financeiros, bem como no controle da poluição e na sua prevenção. OBJETIVO GERAL Formular soluções para os principais impactos ambientais de hotéis de pequeno, médio e grande porte em Florianópolis, dentro do contexto de um sistema de gestão e certificação ambiental adequados ao setor hoteleiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Levantar os principais aspectos e impactos ambientais da atividade hoteleira, na forma de uma matriz de impactos ambientais. Analizar os principais programas de gestão e certificação ambiental adotados pelos hoteleiros no Brasil. METODOLOGIA A matriz de impactos ambientais foi construída a partir de revisões bibliográficas e visitas técnicas a quatro hotéis (pequeno, médio e grande porte) localizados na costa leste da Ilha de Santa Catarina. A análise dos sistemas de gestão e certificação ambiental para hotelaria foi realizada a partir de revisão bibliográfica e visitas técnicas a hotéis localizados em Foz do Iguaçu-PR que adotaram sistemas de gestão ambiental e que obtiveram algum tipo de certificação ambiental. RESULTADOS E DISCUSSÃO ASPECTOS AMBIENTAIS DA ATIVIDADE HOTELEIRA E MATRIZ DOS PRINCIPAIS IMPACTOS AMBIENTAIS OBSERVADOS. Neste trabalho foi considerado impacto qualquer modificação, positiva ou negativa, causada no ambiente natural ou na sociedade em decorrência das atividades/processos praticados em hotéis. A hotelaria, como qualquer outra atividade econômica, é potencialmente impactante ao meio físico (recursos hídricos, solo, atmosfera), o biótico (fauna e flora) e o antrópico (o homem e sua organização sócio-cultural) do local onde está inserido. A função básica de um hotel é oferecer hospedagem. Desconsiderando-se as particularidades e os atrativos específicos existentes em cada unidade hoteleira, quatro setores estão presentes na grande maioria dos estabelecimentos, independentemente do seu porte: hospedagem, alimentos e bebidas, manutenção, ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 2

3 administração. Para garantir o funcionamento desses principais setores, são necessários, além obviamente dos funcionários e da estrutura física, diversos insumos os inputs, tais como energia, água, alimentos, produtos químicos, etc. Em seu desenvolvimento, as atividades desses setores geram lixo, esgoto, fumaça, etc. - os outputs. Os aspectos ambientais de um hotel estão diretamente relacionados com a dimensão desses inputs e outputs, assim como estão relacionados com as práticas operacionais e atividades nele desenvolvidas. Com o objetivo de conhecer os principais aspectos ambientais relacionados com a operação de um hotel, foram realizadas visitas técnicas a quatro hotéis, um de grande porte (96 unidades habitacionais - uh) e outros três de pequeno porte (variando entre 16 e 20 uh). Os hotéis, localizados na porção leste da ilha de Florianópolis, estão todos situados próximos à orla, a distâncias que variam de 50 a 500 metros, no que seria originalmente um ecossistema de restinga. Os aspectos ambientais decorrentes da ocupação do solo e do desenho arquitetônico de suas instalações não foram objetos da presente pesquisa, embora sejam pontos importantes a serem considerados. Os principais aspectos ambientais identificados nas visitas técnicas são descritos a seguir. Consumo de água: Observou-se que os quatro hotéis visitados, mesmo tendo acesso à rede de abastecimento de água tratada da CASAN (Companhia de Águas e Saneamento do Estado de Santa Catarina), utilizavam normalmente água de poços artesianos. Foi verificado que, em todos, a água captada dos poços artesianos não passa em momento algum por hidrômetros, o que significa que os hoteleiros não têm idéia de quanto consomem de água ou de quanto descartam de efluentes. Constatou-se nas visitas que em todos os hotéis as unidades habitacionais e os banheiros sociais apresentam torneiras cujas vazões são superiores às necessárias, causando desconforto para o usuário e desperdício de água. Poucas unidades habitacionais e banheiros sociais possuem equipamentos sanitários projetados para baixo consumo de água. Apesar de possuírem extensos telhados e calhas coletoras, nenhum dos hotéis faz uso de água de chuva. Três dos quatro hotéis possuem lavanderia própria. Todos possuem vastos jardins regados regularmente com água potável. Consumo de energia: Foi observado que nenhum dos quatro hotéis visitados monitora sistematicamente o consumo de energia elétrica. Apenas dois utilizam fontes alternativas de energia para aquecimento de água: um utiliza o gás butano e o outro, painéis solares. Flagraram-se nas visitas diversas situações de desperdício de energia elétrica e de gás, tais como: luzes acesas desnecessariamente, ausência de regulagem e de manutenção em equipamentos de ar condicionado, equipamentos de baixa eficiência energética (lâmpadas, motobombas, equipamentos de banho-maria, freezers e geladeiras etc.), condutores de água quente sem isolamento térmico, diversas conexões de fios elétricos inadequados e suscetíveis a curto-circuito, frigobars e freezers apresentando acúmulos de gelo e borrachas de vedação em mal estado. Efluentes e emissões: Os quatro hotéis visitados não são atendidos por rede coletora pública de esgotos e possuem sistemas individuais de tratamento (fossa séptica/filtro anaeróbio e vala de drenagem). Nenhum dos hotéis faz monitoramento sistemático dos sistemas de tratamento, nem da qualidade dos efluentes tratados; nos quatro empreendimentos o solo é essencialmente arenoso e permeável, além do nível do lençol freático ser bastante próximo à superfície do solo. Todos os hotéis possuem relativa facilidade para implantar sistemas de reuso de água, em especial o estabelecimento de grande porte, uma vez que já possui sistemas de tratamento independentes (separados) para as águas residuais não contaminadas (cozinha, lavanderia e chuveiros) e para as águas residuais contaminadas (vasos sanitários). Os outros três estabelecimentos, de pequeno porte, não possuem sistemas independentes de tratamento para as águas servidas, porém todos os tubos do sistema de esgoto dos hotéis conduzem separadamente a água contaminada e a não contaminada, misturando-as apenas na caixa de passagem anterior à fossa séptica. Apesar de observadas essas facilidades para implantar sistemas de reuso de água, nenhum dos hoteleiros planeja investir em projeto dessa natureza. Em relação às emissões atmosféricas, notou-se que nenhum dos hotéis possui filtros nos exaustores das cozinhas, o que seria recomendável no estabelecimento de grande porte. Diversos equipamentos, como frigobars e geladeiras, notados nos quatro empreendimentos, não são livres do gás CFC (cloro-fluor-carbono). Os hoteleiros afirmam que não consideraram essa característica na compra dos refrigeradores. Resíduos sólidos: Nenhum dos quatro hotéis possui qualquer sistema de monitoramento do volume de lixo gerado pela sua atividade. Com exceção de um hotel de pequeno porte, os hotéis não disponibilizam lixeiras especiais para que os hóspedes separem seus resíduos recicláveis, bem como não destinam seu resíduos secos (vidros, plásticos, papel e lata) para reciclagem. Os resíduos orgânicos provenientes das aparas de grama, podas de árvores e varrição do jardim são aproveitados, pelos quatro hotéis, através da compostagem, porém só um inclui nesse processo os resíduos orgânicos provenientes da cozinha. Dos hotéis visitados, ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 3

4 apesar de constatada a utilização de diversos produtos químicos e lâmpadas fluorescentes, nenhum adota procedimento adequado de descarte das embalagens e das lâmpadas queimadas. Quando questionados, todos os hoteleiros afirmaram não priorizar produtos a granel, reutilizáveis (esquema de refil), com pouca embalagem no momento de selecionar fornecedores ou produtos a serem adquiridos. No hotel de grande porte (que gera bastante resíduo) e em um dos hotéis de pequeno porte, o armazenamento do lixo nas calçadas para a coleta municipal mostrou-se precário, com contentores/lixeiras insuficientes ou inadequados. Produtos químicos: Em todos os hotéis constatou-se a utilização de produtos químicos e tóxicos, tais como: alvejantes, desinfetantes, amaciantes, inseticidas, herbicidas e raticidas. Em todos verificou-se que os produtos eram armazenados e manuseados inadequadamente; em três estabelecimentos esses produtos são armazenados junto com alimentos. Não existe, em nenhum dos hotéis visitados, procedimento definido para a compra desses produtos, nem treinamento apropriado de funcionários para aplicá-los. Os hoteleiros nunca consideraram a hipótese de substituir os diversos produtos de limpeza utilizados por um multiuso e menos agressivo ao meio ambiente. Aspectos sócio-econômicos: No momento da seleção de recursos humanos, nenhum dos hoteleiros visitados prioriza a contratação de candidatos pertencentes à comunidade local. Verificou-se no hotel de grande porte, através de conversas com funcionários, que a rotatividade de mão-de-obra e a sazonalidade da oferta de trabalho são características marcantes no empreendimento. Nenhum dos hotéis possui política de compra que privilegie produtos produzidos pela comunidade local, e apenas um dos hoteleiros (de hotel de pequeno porte) indica aos hóspedes passeios de barco realizados por pescadores da comunidade. Alimentos orgânicos (livres de agrotóxicos e de adubos químicos) produzidos por pequenos agricultores da região, apesar de serem amplamente oferecidos nos mercados e feiras do município, não são priorizados pelos hotéis no momento das compras. A TABELA 1 sintetiza os principais aspectos e impactos ambientais relativos à atividade hoteleira levantados nesta pesquisa. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 4

5 Tabela 1. Matriz dos principais impactos ambientais negativos verificados na pesquisa aos hotéis No. Processo/atividade Setor Aspectos Impactos Ambientais Ações Recomendadas Abastecimento de Coleta de água do poço 1 água Man artesiano Esgotamento de rec. hídricos Monitoramento setorial do consumo Utilização de equipamento de baixo consumo. Captação da água da chuva p/ uso secundário Racionalização de processos de limpezas. 2 Lavanderia Gov Emissão de efluente Degradação de rec. hídricos Racionalização de processos. Tratamento e reuso para uso Uso de energia Esgotamento de rec. naturais secundário 3 Limpeza de AS e UH s Gov Emissão de efluente Degradação de rec. hídricos (área social e unidades habitacion.) Utilização de produtos químicos Conscientização dos hóspedes Racionalização de processos de limpeza. Tratamento e reuso para uso secundário Conscientização dos hóspedes 4 Limpeza de piscinas Man Uso de água Esgotamento de rec. hídricos Tratamento e reuso para uso secundário Utilização de produtos menos Utilização de produtos químicos Degradação de rec. hídricos agressivos 5 Copa A&B Utilização de produtos químicos Degradação de rec. hídricos Utilização de produtos menos agressivos Manutenção e instalação de redutores 6 Torneiras Man Vazamento/vazão exagerada Esgotamento de rec. hídricos de vazão 7 Jardinagem Man Uso de água Esgotamento de rec. hídricos Utilização de efluente tratado para irrigação Resíduos orgânicos/podas/aparas Degradação rec. hídricos/solo Compostagem Efeitos negativos na saúde humana (sensibilização, Utilização de adubos orgânicos e Utilização de produtos químico intoxicação, alergias) banimento de agrotóxicos 8 9 Iluminação UH s e AS Freezers/Motores elétricos. Gov Uso de energia (termoelétrica) A&B Uso de energia (termoelétrica) Man Uso e emissão de CFC 10 Aquecimento de água Man Uso de energia (termoelétrica) 11 Cozinha A&B Emissão de resíduos 12 Bar e Minibar (uh's) A&B Emissão de resíduos (Uso de latas/vidros descartáveis) Emissão de resíduos (Embalagem plástica 13 Sabontes, shaampoos Gov descartável) Esgotamento de recursos naturais Redução da qualidade do ar Racionalização do uso Utilização de lâmpadas econômicas Utilização de sensores e controladores eletrônicos Priorização de iluminação natural na arquitetura Esgotamento de recursos naturais Redução da qualidade do ar Racionalização do uso Priorização de equipamentos com alta Degradação da qualidade do ar eficiência energética Priorização de equipamentos livre de CFC Degradação de recursos naturais Redução da qualidade do ar Racionalização do uso Degradação de rec. hídricos/solo Degradação de rec. hídricos/solo Degradação de rec. hídricos/solo Priorização de energia solar Minimização da geração de lixo Segregação de resíduo na fonte Reciclagem Segregação de resíduo na fonte Reciclagem Minimização de embalagens Priorização de produtos à granel e ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 5

6 14 Administração Adm Uso de papel / cartucho de tintas Emissão de resíduos 15 Pilhas e Baterias Man Disposição dos resíduos Esgotamento do rec. naturais Degradação rec. hídrico/solo Degradação de recursos hídrico/solo embalagens reutilizáveis Segregação de resíduo na fonte Destinar resíduos à reciclagem Reutilizar papel para comunicado interno/rascunho Destinação de papel usado para reciclagem Destinação adequada de resíduos tóxicos Legenda: (Gov-governança/hospedagem) (Man-manutenção) (A&B-alimentos e bebidas) (Adm-administração) ANÁLISE CRÍTICA DOS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL ISO E HÓSPEDES DA NATUREZA Diversos hotéis no Brasil procurando equacionar de forma racional suas relações com o meio ambiente implantaram sistemas de gestão ambiental baseado na norma ISO Visando comprovar ao público que efetivamente atenderam todos os requisitos da norma, estes empreendimentos solicitaram a certificação de seus sistemas de gestão. Instituições voltadas para o turismo, em diversos países (Inglaterra, Costa Rica,etc.), desenvolveram sistemas de gestão ambiental específicos para empreendimento turísticos, com suas respectivas certificações.um desses sistemas, adaptada às condições brasileiras veio dar origem ao Programa Hóspedes da Natureza, da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis ABIH. Valle (1995) define gestão ambiental como o conjunto de medidas e procedimentos bem definidos e adequadamente aplicados que visam reduzir e controlar os impactos introduzidos por um empreendimento sobre o meio ambiente. Referindo-se à abrangência do ciclo de atuação da gestão ambiental, o autor a considera ideal quando cobre desde a fase de concepção do projeto até a eliminação efetiva dos resíduos gerados pelo empreendimento depois de implantado, durante toda sua vida útil.... É importante ressaltar que Valle (1995) atribui ao sistema de gestão ambiental (SGA) uma responsabilidade social que nem sempre é considerada com a devida importância nas organizações que o implantam:...[ o SGA ] deve também assegurar a melhoria contínua das condições de segurança, higiene e saúde ocupacional de todos seus empregados e um relacionamento sadio com os segmentos da sociedade que interagem com a empresa [organização]. Hojda (1998) aponta, entre outras, as seguintes vantagens competitivas como resultado do tratamento correto das questões ambientais em uma organização: redução de custos através da economia de recursos e a minimização da produção e disposição de resíduos, criação de um apelo de marketing e melhoria de sua imagem no mercado, facilidades com os órgãos de desenvolvimento. Em relação à redução de custos operacionais, experiências internacionais revelam que a adoção de práticas de gestão ambiental em hotéis resulta nos seguintes índices de economia: de até 30 % no consumo de energia elétrica; de até 20% no consumo de água; de até 25% na geração de resíduos sólidos; de 15% no consumo de gás (ABIH, 2001). A importância da certificação de determinados produtos ou serviços está diretamente relacionada com um direito básico dos consumidores: o direito à informação. A opção de escolha entre determinados produtos ou serviços pelo consumidor - no caso específico, o turista - só pode ser exercida se as informações essenciais sobre eles lhe forem apresentadas. Salvati (2001) faz uma análise da função genérica da certificação afirmando: Os programas de certificação têm como objetivo orientar o consumidor na escolha de produtos com diferencial ambiental e social, entre outros, bem como motivar empresas a atingir, com responsabilidade, a eficiência de produtos e serviços [...] mediante o cumprimento de normas e padrões préestabelecidos. Em retorno, essas empresas certificadas adquirem maior competitividade no mercado por estarem associadas ao selo certificador, obtêm economia nos custos de produção e gestão e alcançam ainda: maior qualidade nos produtos e serviços, maior aceitabilidade por parte do consumidor e a penetração em mercados internacionais. É importante ressaltar que certificação ambiental é considerada neste trabalho o processo voluntário de adequação a uma norma ou padrão, que envolve processos de auditoria e emissão de selos e logotipos que representem, aos olhos do consumidor, práticas sócio-ambientalmente corretas por parte da organização ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 6

7 certificada. Molina (1998), referindo-se ao histórico dos programas de certificação para o turismo, afirma:...na década de noventa surgiu um movimento generalizado entre diversos setores ambientalistas e do próprio turismo: a certificação da qualidade ambiental dos destinos turísticos. O autor também faz referência ao papel desempenhado pelos programas de certificação:... outorgar um aval de qualidade e uma hierarquia ambiental a empresas e destinos turísticos, sobre a base de cumprimento de um conjunto de parâmetros que permitem avaliar a qualidade de suas práticas e dos cenários naturais que aproveitam para levar a cabo seus negócios. Na mesma linha de raciocínio, Molina (1998) explica a eficácia de um dos mecanismos da certificação: Esta iniciativa teria um duplo efeito: por um lado premiar as empresas e destinos que efetivamente realizam esforços sérios por aproveitar racionalmente os recursos naturais, por outro assinalar - por omissão - empresas e destinos que pretendem se beneficiar de uma oportunidade de mercado, ostentando uma qualidade ambiental que está muito longe de possuir. Avaliando os conceitos aqui transcritos, pode-se perceber que a certificação também se caracteriza por ser uma ferramenta bastante útil na busca da sustentabilidade da atividade turística. Conscientes da relevância de todas as questões ambientais referidas e das importantes ferramentas de gestão e certificação ambiental, grupos ao redor do mundo geraram aproximadamente 250 iniciativas voluntárias voltadas para a atividade turística. Empresas, ONG s e instituições governamentais elaboraram códigos de ética e de conduta ambiental, manuais de boas práticas ambientais, instituíram selos-verdes, prêmios etc. Dessas ações, 100 são iniciativas voluntárias de programas de certificação oferecendo logomarcas e selos de aprovação designados para significar práticas de turismo sócio-ambientalmente responsáveis. Grande parte desses programas é voltada para sistemas de hospedagem, mas há um crescente número de programas de certificação voltados a outros setores da indústria do turismo, como, por exemplo, cursos de golfe, praias, unidades de conservação, passeio de barcos, guias turísticos, operadoras de turismo (Honey & Rome, 2001). No Brasil estão sendo adotados pelos hoteleiros o Programa Hóspedes da Natureza e o Sistema de Gestão Ambiental ISO A análise descrita na TABELA 2 é realizada através do entendimento das particularidades de cada programa e da comparação entre as especificidades de cada um deles, levando-se em conta as características consideradas por Salvati (2001) como as mais significativas, a saber: 1) área geográfica de abrangência; 2) unidades certificadas; 3) critério de avaliação; 4) requisitos para participação e uso da logomarca; 5) formas de credenciamento e certificação. A interpretação dessas características é feita tendo-se como referencial (ou pano de fundo) alguns princípios considerados inerentes a um programa de certificação ideal, tais como: harmonia com um sistema internacional de certificação e monitoramento, credibilidade entre todos os principais atores e grupos de interesse, independência da entidade credenciadora (não deve haver conflito de interesses), transparência, satisfação plena da demanda (neste caso, promoção do turismo sustentável), não discriminação e consistência técnica (por exemplo, deve ser acessível financeiramente a empresas de pequeno porte e aplicável tecnicamente) (Salvati, 2001; Sanabria, 2001; Azevedo, 2001). ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 7

8 Tabela2: Pontos fortes e fracos do Programa Hóspedes da Natureza e ISO Itens Área de abrangência geográfica Hóspedes da Natureza ISO14001 Característica Pontos fortes Pontos fracos Característica Pontos fortes Pontos fracos Nacional Permite adequações regionais Dificuldade em reconhecimento internacional Internacional Internacionalmente conhecido Não permite adequações regionais Unidades de certificação Exclusivo hotéis a Critérios mais específicos a hotelaria Sistema de avaliação Processo Exige a incorporação de um sistema de gestão ambiental ao sistema global de gestão da empresa. Requisitos para participação e uso da logomarca Formas de credenciamento e certificação Cobrança de taxa de adesão e exigência de adequação ambiental. Certificação por parceiros Exige por parte do hotel adequação ambiental de suas operações para concessão do selo Não tem Não tem Não garante que as empresas certificadas não continuem causando impactos ambientais significativos. Ações contemplam apenas a esfera ambiental dos impactos. Custo considerado elevado para pequenos empresários. Apresenta conflito de interesses Aberto a todos tipos de organização Maior facilidade em divulgação e marketing Processo Exige a incorporação de um sistema de gestão ambiental ao sistema global de gestão da empresa. Cobrança de taxa para realização de auditorias externas. Certificação após cumprimento integral das normas pela empresa Certificação independente O selo somente é concedido quando a organização atendea todos os requisitos da norma É considerado o mecanismo mais adequado para certificação Muito generalista, pouca especificidade à realidade hoteleira Não garante que a empresa certificada não continue causando impactos ambientais. Ações contemplam apenas a esfera ambiental dos impactos Custos considerados muito elevado para pequenos e médios empresários Não tem CONCLUSÕES A atividade hoteleira, independentemente do porte do hotel, gera impactos ambientais negativos. A maior parte desses impactos pode ser minimizada através de medidas administrativas ou gerenciais, voltadas para a prevenção da poluição na fonte e com a utilização de tecnologias limpas, como por exemplo, a energia solar. Igualmente, a incorporação de sistemas de gestão ambiental pelos hoteleiros permite que a empresa economize recursos naturais e financeiros e contribua com a conscientização ambiental de hóspedes, funcionários, parceiros e fornecedores. O grande número de programas de certificação ambiental voltado para o turismo no mundo revela uma tendência mundial do mercado para produtos turísticos e serviços verdes. A iniciativa da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) em conceber o Programa Hóspedes da Natureza manifesta-se como atitude singularmente positiva e de vanguarda de um dos principais representantes do segmento hoteleiro no país. É fato que o programa Hóspedes da Natureza, da mesma forma que o ISO14001, não garante que um hotel certificado não cause realmente impactos ambientais. Porém, é certo que os hoteleiros de hotéis certificados pela norma ISO14001 ou pelo programa Hóspedes da Natureza conhecem com detalhes os principais aspectos ambientais de seu negócio, monitoram esses aspectos e conseguem visualizar oportunidades de crescimento, minimizando os impactos negativos e potencializando os positivos de sua operação. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 8

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. ABREU, D.-Os ilustres hóspedes verdes. Salvador: Casa da Qualidade, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA da INDÚSTRIA DE HOTÉIS- Informativo ABIH de Responsabilidade Ambiental. Ano 1, No 000, [www.abih.com.br]. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO Sistemas de Gestão Ambiental: especificações e diretrizes para uso. ABNT, Rio de Janeiro, AZEVEDO, T.-Tipos de Certificação para o Turismo. Palestra proferida no VII Seminário Nacional- Turismo Sustentável na Mata Atlântica. Florianópolis: Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, COCOSSIS, H.-Tourism and sustainability: perspectives and implications. In Sustainable Tourism. Wallingford: CAB International, CORIOLANO, L.N.- Turismo com ética- Lazer em busca de uma sociedade sustentável. Fortaleza: UECE, EMBRATUR- Ranking da OMT de destino turístico mais demandado do mundo. Brasília. Instituto Brasileiro de Turismo. Disponível: [15 de outubro de 2001] 8. HOJDA, R.G.-ISO Sistemas de Gestão Ambiental. São Paulo: Fundação Carlos Alberto Vanzolini; Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, HONEY, M.; ROME, A.- Protecting Paradise: Certification Programs for Sustainable Tourism and Ecotourism. Institute for Policy Studies, IGNARA, L.R.-Fundamentos do turismo. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, Jornal A NOTÍCIA. Florianópolis, 23/07/ MOLINA E. S. Turismo y ecología 6ª ed. México: Trillas, Ouriques, H.R.- O turismo e a questão ambiental na Ilha de Santa Catarina. Geosul Nº 16, ano VIII, Florianópolis. 14. ROBAHY, W.A.- Planejamento do turismo.são Paulo: Loyola,1990, p SALVATI, S. Certificação em Turismo. Brasília: WWF-Brasil, SANÁBRIA, R. Certificación en turismo. Palestra proferida no VII Seminário Nacional-Turismo Sustentável na Mata Atlântica. Florianópolis: Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, outubro de SWARBROOKE, J. - Turismo sustentável: conceitos e impactos ambientais, vol.1; (tradução Margarete Dias Pulido). São Paulo: Aleph, VALLE, C.E.-Qualidade Ambiental: como se preparar para as normas ISO São Paulo: Pioneira, ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 9

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