ANEXO 6B LOTE B CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS TÉCNICOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO

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1 ANEXO 6B LOTE B LT 500 KV MARIMBONDO II CAMPINAS, CS ANEXO 6B LOTE B LT 500 KV MARIMBONDO II CAMPINAS, CS CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS TÉCNICOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO VOL. III - Fl. 485 de 998

2 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES DESCRIÇÃO GERAL CONFIGURAÇÃO BÁSICA DADOS DE SISTEMA UTILIZADOS REQUISITOS GERAIS REQUISITOS TÉCNICOS NO CASO DE SECCIONAMENTO DE LINHA DE TRANSMISSÃO LINHAS DE TRANSMISSÃO AÉREA - LTA REQUISITOS GERAIS CARACTERÍSTICAS OPERATIVAS BÁSICAS PARÂMETROS ELÉTRICOS CAPACIDADE DE CORRENTE REQUISITOS ELÉTRICOS REQUISITOS MECÂNICOS REQUISITOS ELETROMECÂNICOS LINHA DE TRANSMISSÃO COMPOSTA POR PARTE AÉREA E PARTE SUBTERRÂNEA LTAS (NÃO SE APLICA.) LINHA DE TRANSMISSÃO SUBTERRÂNEA LTS (NÃO SE APLICA.) SUBESTAÇÕES - SE INFORMAÇÕES BÁSICAS ARRANJO DE BARRAMENTOS CAPACIDADE DE CORRENTE SUPORTABILIDADE EFEITOS DE CAMPOS INSTALAÇÕES ABRIGADAS EQUIPAMENTOS DE SUBESTAÇÃO DISJUNTORES SECCIONADORAS, LÂMINAS DE TERRA E CHAVES DE ATERRAMENTO PARA-RAIOS TRANSFORMADORES DE CORRENTE E POTENCIAL VOL. III - Fl. 486 de 998

3 6.5 UNIDADES TRANSFORMADORAS DE POTÊNCIA INSTALAÇÕES ABRIGADAS TRANSFORMADOR DEFASADOR (NÃO SE APLICA) REATORES EM DERIVAÇÃO TRANSFORMADOR DE ATERRAMENTO (NÃO SE APLICA) BANCOS DE CAPACITORES SÉRIE (NÃO SE APLICA.) BANCO DE CAPACITORES EM DERIVAÇÃO (NÃO SE APLICA.) COMPENSADORES ESTÁTICOS DE REATIVOS - CER (NÃO SE APLICA.) COMPENSADORES SÍNCRONOS (NÃO SE APLICA.) EQUIPAMENTOS LOCALIZADOS EM ENTRADAS DE LINHAS SISTEMAS DE PROTEÇÃO DEFINIÇÕES BÁSICAS REQUISITOS GERAIS PARA PROTEÇÃO, REGISTRADORES DE PERTURBAÇÕES E TELECOMUNICAÇÕES REQUISITOS GERAIS DE PROTEÇÃO LINHA DE TRANSMISSÃO GERAL COMPATIBILIZAÇÃO DO SISTEMA DE PROTEÇÃO DAS EXTREMIDADES DE UMA LINHA DE TRANSMISSÃO LINHA DE TRANSMISSÃO COM TENSÃO NOMINAL IGUAL OU SUPERIOR A 345 KV LINHA DE TRANSMISSÃO COM TENSÃO NOMINAL DE 230 KV LINHA DE TRANSMISSÃO COM TENSÃO NOMINAL IGUAL OU INFERIOR A 138 KV ESQUEMAS DE RELIGAMENTO AUTOMÁTICO FUNÇÃO PARA VERIFICAÇÃO DE SINCRONISMO REQUISITOS PARA VERIFICAÇÃO DE SINCRONISMO MANUAL TRANSFORMADORES OU AUTOTRANSFORMADORES TRANSFORMADORES DE ATERRAMENTO REATORES EM DERIVAÇÃO BANCOS DE CAPACITORES EM DERIVAÇÃO BANCOS DE CAPACITORES SÉRIE BANCOS DE FILTROS COMPENSADOR ESTÁTICO VOL. III - Fl. 487 de 998

4 7.13 COMPENSADORES SÍNCRONOS BARRAMENTOS COM TENSÃO NOMINAL IGUAL OU SUPERIOR A 138 KV FALHA DE DISJUNTOR COM TENSÃO NOMINAL IGUAL OU SUPERIOR A 138 KV SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO SISTEMAS DE SUPERVISÃO E CONTROLE INTRODUÇÃO REQUISITOS DOS SISTEMAS DE SUPERVISÃO E CONTROLE DOS AGENTES INTERLIGAÇÃO DE DADOS RECURSOS DE SUPERVISÃO E CONTROLE DOS AGENTES REQUISITOS PARA A SUPERVISÃO E CONTROLE DE EQUIPAMENTOS PERTENCENTES À REDE DE OPERAÇÃO INTERLIGAÇÃO DE DADOS INFORMAÇÕES REQUERIDAS PARA A SUPERVISÃO DO SISTEMA ELÉTRICO INFORMAÇÕES E TELECOMANDOS REQUERIDOS PARA O CONTROLE AUTOMÁTICO DE GERAÇÃO (CAG) TELECOMANDOS REQUERIDOS PARA O CONTROLE AUTOMÁTICO DE TENSÃO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO REQUISITOS DE QUALIDADE DA INFORMAÇÃO REQUISITOS PARA O SEQUENCIAMENTO DE EVENTOS INFORMAÇÕES REQUERIDAS PARA O SEQUENCIAMENTO DE EVENTOS TRANSFORMADORES E AUTOTRANSFORMADORES:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO REATORES EM DERIVAÇÃO:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO BANCOS DE CAPACITORES:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO LINHAS DE TRANSMISSÃO:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO BARRAMENTOS:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO COMPENSADORES SÍNCRONOS:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO COMPENSADORES ESTÁTICOS:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO DISJUNTORES:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO SEP (ECS, ECE E ERAC):... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO BANCOS DE CAPACITORES SÉRIE:... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO REQUISITOS DE QUALIDADE DOS EVENTOS RESOLUÇÃO DO SELO DE TEMPO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO EXATIDÃO DO SELO DE TEMPO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 8.5 ARQUITETURA DE INTERCONEXÃO COM O ONS ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE SUPERVISÃO DAS EXTREMIDADES DE UMA LINHA DE TRANSMISSÃO REQUISITOS DE SUPERVISÃO PELOS AGENTES PROPRIETÁRIO DAS INSTALAÇÕES (SUBESTAÇÕES) COMPARTILHADAS DA REDE DE OPERAÇÃO AVALIAÇÃO DA DISPONIBILIDADE E DA QUALIDADE DOS RECURSOS DE SUPERVISÃO E CONTROLE GERAL... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. VOL. III - Fl. 488 de 998

5 8.8.2 CONCEITO DE INDISPONIBILIDADE DE RECURSOS DE SUPERVISÃO E CONTROLE... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO CONCEITO DE QUALIDADE DOS RECURSOS DE SUPERVISÃO E CONTROLE... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 8.9 REQUISITOS PARA A ATUALIZAÇÃO DE BASES DE DADOS DOS SISTEMAS DE SUPERVISÃO E CONTROLE REQUISITOS DE CADASTRAMENTO DE EQUIPAMENTOS... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO REQUISITOS PARA TESTE DE CONECTIVIDADE DA(S) INTERCONEXÃO(ÕES) E TESTES PONTO A PONTO ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 9 REQUISITOS TÉCNICOS DOS SISTEMAS DE REGISTRO DE PERTURBAÇÕES REQUISITOS GERAIS REQUISITOS FUNCIONAIS REQUISITOS DA REDE DE COLETA DE REGISTROS DE PERTURBAÇÕES PELOS AGENTES REQUISITOS MÍNIMOS DE REGISTRO DE PERTURBAÇÕES TERMINAIS DE LINHA DE TRANSMISSÃO COM TENSÃO NOMINAL INFERIOR A 345 KV TERMINAIS DE LINHA DE TRANSMISSÃO COM TENSÃO NOMINAL IGUAL OU SUPERIOR A 345 KV BARRAMENTOS AUTOTRANSFORMADORES CUJO NÍVEL MAIS ALTO DE TENSÃO NOMINAL É IGUAL OU SUPERIOR A 345 KV TRANSFORMADORES/AUTOTRANSFORMADORES CUJO NÍVEL MAIS ALTO DE TENSÃO NOMINAL É INFERIOR A 345 KV REATORES EM DERIVAÇÃO BANCOS DE CAPACITORES SÉRIE COMPENSADORES ESTÁTICOS DE REATIVOS (CER) BANCO DE CAPACITORES EM DERIVAÇÃO COMPENSADORES SÍNCRONOS REQUISITOS TÉCNICOS DO SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES REQUISITOS GERAIS DISPONIBILIDADE QUALIDADE SISTEMA DE ENERGIA SUPERVISÃO INFRA-ESTRUTURA... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO ÍNDICES DE QUALIDADE CONTATO TÉCNICO REQUISITOS TÉCNICOS DOS CANAIS PARA TELEPROTEÇÃO TELEPROTEÇÃO PARA LINHAS DE TRANSMISSÃO COM TENSÃO NOMINAL IGUAL OU SUPERIOR A 345 KV TELEPROTEÇÃO PARA LINHAS DE TRANSMISSÃO COM TENSÃO DE 230 E 138 KV REQUISITOS PARA SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE VOZ ENTRE SUBESTAÇÕES ADJACENTES VOL. III - Fl. 489 de 998

6 COM CENTRO DE OPERAÇÃO LOCAL SEM CENTRO DE OPERAÇÃO LOCAL OUTROS REQUISITOS PARA SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS PARA SUPERVISÃO E CONTROLE COM CENTRO DE OPERAÇÃO LOCAL SEM CENTRO DE OPERAÇÃO LOCAL RECURSOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS PARA A REDE DE REGISTRO DE PERTURBAÇÕES OUTROS SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS DEMONSTRAÇÃO DA CONFORMIDADE DOS EQUIPAMENTOS AOS REQUISITOS DESSE ANEXO TÉCNICO TENSÃO OPERATIVA CRITÉRIOS PARA AS CONDIÇÕES DE MANOBRA ASSOCIADOS ÀS LINHAS DE TRANSMISSÃO SOBRETENSÃO ADMISSÍVEL PARA ESTUDOS A 60 HZ ENERGIZAÇÃO DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO RELIGAMENTO TRIPOLAR DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO RELIGAMENTO MONOPOLAR REJEIÇÃO DE CARGA CRITÉRIOS PARA MANOBRAS DE FECHAMENTO E ABERTURA DE SECCIONADORES E SECCIONADORES DE ATERRAMENTO CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE DISJUNTORES SOB CONDIÇÕES DE MANOBRA ESTUDOS DE TENSÃO DE RESTABELECIMENTO TRANSITÓRIA (TRT) ESTUDOS DE ENERGIZAÇÃO DE TRANSFORMADORES ESTUDOS DE FLUXO DE POTÊNCIA NOS BARRAMENTOS DAS SUBESTAÇÕES ESTUDOS ESPECÍFICOS ESTUDOS DE RESSONÂNCIA SUBSÍNCRONA ESTUDOS DE DIMENSIONAMENTO DOS COMPENSADORES ESTÁTICOS ESTUDOS DE DIMENSIONAMENTO DA COMPENSAÇÃO SÉRIE CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS REQUISITOS TÉCNICOS DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA RELATIVA AO EMPREENDIMENTO ESTUDOS DE ENGENHARIA E PLANEJAMENTO RELATÓRIOS RELATÓRIOS DAS CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES EXISTENTES RELATÓRIOS DAS CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES EXISTENTES MEIO AMBIENTE E LICENCIAMENTO DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTUDOS DE SISTEMA E ENGENHARIA VOL. III - Fl. 490 de 998

7 14.2 PROJETO BÁSICO DAS SUBESTAÇÕES PROJETO BÁSICO DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO PROJETO BÁSICO DO SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES PROJETO BÁSICO DO SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE PROJETO BÁSICO DO SISTEMA DE PROTEÇÃO PROJETO BÁSICO DO SISTEMA DE OSCILOGRAFIA DIGITAL PLANILHAS DE DADOS DO PROJETO CRONOGRAMA CRONOGRAMA FÍSICO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO (TABELA A) CRONOGRAMA FÍSICO DE SUBESTAÇÕES (TABELA B) VOL. III - Fl. 491 de 998

8 1 REQUISITOS BÁSICOS DAS INSTALAÇÕES 1.1DESCRIÇÃO GERAL Este anexo apresenta as características e os requisitos técnicos básicos do empreendimento linha de transmissão Marimbondo II - Campinas, em 500 kv, circuito simples, integrante do Lote B deste Leilão nº 007/2013, que atenderá à expansão do sistema de transmissão que integrará à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional - SIN. 1.2CONFIGURAÇÃO BÁSICA A configuração básica é caracterizada pelas instalações listadas nas Tabelas e a seguir: TABELA LINHA DE TRANSMISSÃO Origem Destino Circuito km Marimbondo II Campinas Simples, 500 kv 373 (1) (1) Obs.: Extensão da linha de transmissão de acordo com a alternativa indicada no Relatório R3. TABELA SUBESTAÇÕES Subestação Tensão (kv) Equipamento SE Marimbondo II 500 SE Campinas 500 Legenda: - DJM Arranjo Disjuntor e Meio - AN Arranjo ANEL 1 entrada de linha EL - DJM 4 reatores monofásicos em 500/ 3 kv de 52,3 Mvar cada LT para SE Campinas (1) 1 conexão de reator de linha (sem disjuntor) 1 módulo de interligação de barramentos IB - DJM 1 entrada de linha EL - AN 4 reatores monofásicos em 500/ 3 kv de 52,3 Mvar cada LT para SE Marimbondo II (1) 1 conexão de reator de linha (sem disjuntor) (1)A TRANSMISSORA deverá verificar, para o projeto de linha de transmissão adotado, se os reatores estão adequados para a operação do sistema na faixa de frequência entre 56 Hz e 66 Hz. A configuração básica supracitada se constitui na alternativa de referência. Os requisitos técnicos deste ANEXO 6B caracterizam o padrão de desempenho mínimo a ser atingido por qualquer solução proposta. Este desempenho deverá ser demonstrado mediante justificativa técnica comprobatória. A utilização pelo empreendedor de outras soluções, que não a de referência, fica condicionada à demonstração de que a mesma apresente desempenho elétrico equivalente ou superior àquele proporcionado pela alternativa de referência. VOL. III - Fl. 492 de 998

9 O corredor preferencial destinado à implantação da LT 500 kv Marimbondo II - Campinas, está indicado no relatório R3, bem como na Figura Já o local destinado às instalações de conexão da linha e os equipamentos de compensação reativa associados, estão indicados no relatório R2 e R4, bem como nas Figuras e 1.2.3, a seguir. Figura Mosaico de cartas topográficas contendo a Diretriz preferencial do corredor proposto para a LT 500 kv Marimbondo II - Campinas VOL. III - Fl. 493 de 998

10 Figura Diagrama Unifilar da SE Marimbondo II - previsão de obras para o empreendimento proposto VOL. III - Fl. 494 de 998

11 Figura Diagrama Unifilar da SE Campinas - previsão de obras para o empreendimento proposto A TRANSMISSORA poderá propor alterações de traçado da linha de transmissão, bem como da disposição dos módulos de entradas de linha nas subestações, mantendo proximidade ao ponto indicado, mediante justificativa técnica a ser submetida junto com o Projeto Básico para aprovação da ANEEL. No entanto, nesta proposta de configuração alternativa, a TRANSMISSORA NÃO tem liberdade para modificar: Níveis de tensão (somente CA); Distribuição de fluxo de potência em regime permanente; O empreendimento objeto do leilão compreende a implementação das instalações detalhadas nas Tabelas e Estão incluídos no empreendimento os equipamentos terminais de manobra, proteção, supervisão e controle, telecomunicações e todos os demais equipamentos, serviços e VOL. III - Fl. 495 de 998

12 facilidades necessários à prestação do SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSMISSÃO, ainda que não expressamente indicados neste ANEXO 6B. 1.3DADOS DE SISTEMA UTILIZADOS Os dados de sistema utilizados nos estudos em regime permanente e transitório, efetuados para a definição da configuração básica estão disponibilizados, conforme documentação relacionada no item 13.1 deste ANEXO 6B. Os dados relativos aos estudos de regime permanente estão disponíveis nos formatos dos programas do CEPEL de simulação de rede, ANAREDE, ANATEM/ANAFAS no site da Empresa de Pesquisa Energética EPE ( Os dados relativos aos estudos de transitórios eletromagnéticos estão disponibilizados, conforme documentação relacionada no item 13.1 deste ANEXO 6B. 1.4 REQUISITOS GERAIS O projeto e a construção das linhas de transmissão e das subestações terminais devem estar em conformidade com as últimas revisões das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, no que for aplicável e, na falta destas, com as últimas revisões das normas da International Electrotechnical Commission - IEC, American National Standards Institute - ANSI ou National Electrical Safety Code - NESC, nesta ordem de preferência, salvo onde expressamente indicado. Os requisitos aqui estabelecidos aplicam-se ao pré-projeto, aos projetos básico e executivo bem como às fases de construção, manutenção e operação do empreendimento. Aplicam-se ainda ao projeto, fabricação, inspeção, ensaios e montagem de materiais, componentes e equipamentos utilizados no empreendimento. É de responsabilidade da TRANSMISSORA obter os dados, inclusive os descritivos das condições ambientais e geomorfológicas da região de implantação, a serem adotados na elaboração do projeto básico, bem como nas fases de construção, manutenção e operação das instalações. É de responsabilidade e prerrogativa da TRANSMISSORA o dimensionamento e especificação dos equipamentos e instalações de transmissão que compõem o Serviço Público de Transmissão, objeto desta licitação, de forma a atender este ANEXO 6B e as práticas da boa engenharia, bem como a política de reserva. 1.5REQUISITOS TÉCNICOS NO CASO DE SECCIONAMENTO DE LINHA DE TRANSMISSÃO (Não se aplica) VOL. III - Fl. 496 de 998

13 2 LINHAS DE TRANSMISSÃO AÉREA - LTA 2.1REQUISITOS GERAIS Os requisitos mínimos aqui apresentados são válidos para a Linha de Transmissão, exceto quando houver necessidade de especificar requisitos especiais aplicados aos trechos contendo grandes travessias de rio, travessias sobre florestas com restrição de corte de árvores, locais onde existam restrições à abertura da faixa de segurança e regiões alagadas com dificuldades construtivas. 2.2CARACTERÍSTICAS OPERATIVAS BÁSICAS PARÂMETROS ELÉTRICOS O desempenho sistêmico do conjunto formado pela linha de transmissão e sua compensação reativa série e/ou paralela deve ser similar ao do conjunto considerado na configuração básica. Esse desempenho é caracterizado pelo resultado obtido em termos de fluxo de potência e resposta dinâmica em regime normal e nas situações de contingência apresentadas nos estudos documentados nos relatórios listados no item CAPACIDADE DE CORRENTE A linha de transmissão deve ter capacidade operativa de longa duração não inferior aos valores apresentados na Tabela Com base na temperatura de projeto da linha de transmissão, o empreendedor deve disponibilizar uma capacidade operativa de curta duração, admissível durante condição de emergência, conforme regulamento da ANEEL, não inferior aos valores apresentados na Tabela TABELA CAPACIDADE OPERATIVA DE LONGA E CURTA DURAÇÃO Linha de Transmissão Longa Duração (A) Curta Duração (A) LT 500kV Marimbondo II Campinas (CS) A capacidade de corrente de longa duração corresponde ao valor de corrente da linha de transmissão em condição normal de operação e deve atender às diretrizes fixadas pela norma técnica NBR 5422 da ABNT. A capacidade de corrente de curta duração refere-se à condição de emergência estabelecida na norma técnica NBR 5422 da ABNT REQUISITOS ELÉTRICOS Definição da flecha máxima dos condutores A linha de transmissão deve ser projetada de acordo com as prescrições da Norma Técnica NBR 5422, da ABNT, de forma a preservar, em sua operação, as distâncias de segurança nela estabelecidas. Devem ser previstas a circulação das capacidades de longa e de curta duração na linha de transmissão e a ocorrência simultânea das seguintes condições climáticas: (a) temperatura máxima média da região; (b) radiação solar máxima da região; e (c) brisa mínima prevista para a região, desde que não superior a um metro por segundo. VOL. III - Fl. 497 de 998

14 Na operação em regime de longa duração, as distâncias do condutor ao solo ou aos obstáculos devem ser iguais ou superiores às distâncias de segurança (mínimas) em condições normais de operação estabelecidas na Norma Técnica NBR 5422 da ABNT ou sua sucessora. Na operação em regime de curta duração, as distâncias do condutor ao solo ou aos obstáculos devem ser iguais ou superiores às distâncias de segurança (mínimas) em condições de emergência estabelecidas na Norma Técnica NBR 5422 da ABNT ou sua sucessora. As linhas de transmissão para cuja classe de tensão essa norma não estabeleça valores de distâncias de segurança devem ser projetadas segundo as prescrições contidas no NESC, em sua edição de Em condições climáticas comprovadamente mais favoráveis do que as estabelecidas acima, a linha de transmissão pode ser solicitada a operar com carregamento superior à capacidade de longa ou curta duração, desde que as distâncias de segurança, conforme definidas nos itens acima, sejam respeitadas. A linha de transmissão deve ser projetada de forma a não apresentar óbices técnicos à instalação de monitoramento de distâncias de segurança, uma vez que, a qualquer tempo, pode vir a ser solicitada pela ANEEL a sua implantação Definição da capacidade de condução de corrente dos acessórios, conexões e demais componentes Os acessórios, conexões e demais componentes que conduzem corrente devem ser dimensionados de forma a não criar restrição à operação da linha, incluindo as condições climáticas comprovadamente mais favoráveis referidas no item Deverão ser atendidas, também, as prescrições das normas de dimensionamento e ensaios de ferragens eletrotécnicas de linhas de transmissão, em especial da Norma Técnica NBR 7095 da ABNT, ou sua sucessora Capacidade de corrente dos cabos para-raios Nas condições climáticas estabelecidas no item , os cabos para-raios conectados ou não às malhas de aterramento das subestações terminais e ao sistema de aterramento das estruturas da linha devem ser capazes de suportar, sem dano, durante o período de concessão da linha de transmissão, a circulação da corrente associada à ocorrência de curto-circuito monofásico franco em qualquer estrutura por duração correspondente ao tempo de atuação da proteção de retaguarda. Para efeito de dimensionamento dos cabos para-raios, deve ser considerado o nível de curto-circuito fase-terra de 50 ka nos barramentos de 500 kv das subestações Marimbondo II e Campinas. As linhas de transmissão devem ter pelo menos um cabo para-raios do tipo Optical Ground Wire OPGW Perda Joule nos cabos condutor e para-raios A resistência de sequencia positiva por unidade de comprimento de cada circuito das linhas de transmissão deve ser igual ou inferior às da configuração básica, como segue: (a) Linha de Transmissão Marimbondo II Campinas, circuito simples, em 500 kv, para frequência nominal de 60 Hz e temperatura de 50 ºC, igual a 0,0143 /km. A perda Joule nos cabos para-raios deve ser inferior a 5% das perdas no cabo condutor para qualquer condição de operação. VOL. III - Fl. 498 de 998

15 Desequilíbrio As linhas de transmissão de comprimento superior a 100 km devem ser transpostas com um ciclo completo de transposição, de preferência com trechos de 1/6, 1/3, 1/3 e 1/6 do comprimento total. Caso a linha não seja transposta, os desequilíbrios de tensão de sequencia negativa e zero, em vazio e a plena carga, devem estar limitados a 1,5%. Linhas de transmissão em paralelo na mesma faixa ou em faixas contíguas ou linhas de circuito duplo, que necessitem ser transpostas, devem ter os ciclos de transposição com sentidos opostos Tensão máxima operativa A tensão máxima operativa da linha de transmissão para a classe de tensão correspondente está indicada na Tabela Tensão nominal do sistema (kv) TABELA TENSÃO MÁXIMA OPERATIVA Tensão máxima operativa (kv) (*) (*) valor não padronizado pela ABNT Coordenação de isolamento A TRANSMISSORA deverá comprovar por cálculo ou simulação que o dimensionamento dos espaçamentos elétricos das estruturas da família de estruturas da linha de transmissão foi feito de forma a assegurar o atendimento dos requisitos abaixo. (a) Isolamento à tensão máxima operativa Para dimensionar o isolamento da linha de transmissão para tensão máxima operativa deve ser considerado o balanço da cadeia de isoladores sob ação de vento com período de retorno de, no mínimo, 30 (trinta) anos. A distância de escoamento mínima da cadeia de isoladores deve ser determinada conforme a norma IEC 60815, limitada a um mínimo de 14 mm/kv fase-fase eficaz. Deve ser garantida a distância de segurança entre qualquer condutor da linha e objetos situados na faixa de segurança, tanto para a condição sem vento quanto para a condição de balanço dos cabos e cadeias de isoladores devido à ação de vento com período de retorno de, no mínimo, 50 (cinqüenta) anos, conforme indicado na NBR Na condição de balanço dos cabos e cadeias de isoladores devido à ação de vento, essa distância de segurança deve ser também garantida: VOL. III - Fl. 499 de 998

16 ao longo de toda a LT, independentemente do comprimento do vão, mesmo que para tanto a largura da faixa de segurança seja variável ao longo da LT, em função do comprimento do vão; e para qualquer topologia de terreno na faixa de segurança, especificamente quando há perfil lateral inclinado (em aclive). (b) Isolamento para manobras A sobretensão adotada no dimensionamento dos espaçamentos elétricos das estruturas deverá ser, no mínimo, igual à maior das sobretensões indicadas nos estudos de transitórios eletromagnéticos. Os riscos de falha (fase-terra e fase-fase) em manobras de energização e religamento devem ser limitados aos valores constantes da Tabela TABELA O RISCO MÁXIMO DE FALHA POR CIRCUITO EM MANOBRAS DE ENERGIZAÇÃO E RELIGAMENTO Manobra Risco de falha (adimensional) Fase - terra Fase - fase Energização Religamento (c) Desempenho a descargas atmosféricas O número total de desligamentos por descargas atmosféricas da linha de transmissão, para a configuração de cabos para-raios adotada, deve ser inferior ou, no máximo, igual àquele indicado na Tabela : TABELA NÚMERO MÍNIMO DE CABOS PARA-RAIOS POR ESTRUTURA E DESEMPENHO DA LTA FRENTE A DESCARGAS ATMOSFÉRICAS Classe de tensão [kv] Número mínimo de cabos para-raios por estrutura Desligamentos de um circuito por 100 km por ano Devido a falha de blindagem Total Emissão eletromagnética Os efeitos tratados nas alíneas (a) a (c) devem ser verificados à tensão máxima operativa da linha indicada na Tabela : (a) Corona visual A linha de transmissão, com seus cabos e acessórios, bem como as ferragens das cadeias de isoladores, não deve apresentar corona visual em 90% do tempo para as condições atmosféricas predominantes na região atravessada pela linha de transmissão. VOL. III - Fl. 500 de 998

17 (b) Rádio-interferência A relação sinal/ruído no limite da faixa de segurança deve ser, no mínimo, igual a 24 db, para 50% do período de um ano. O sinal adotado para o cálculo deve ser o nível mínimo de sinal na região atravessada pela linha de transmissão, conforme Resolução ANATEL nº 116/99, devendo ser apresentada as correspondentes referências técnicas e relatório de cálculo. (c) Ruído audível O ruído audível no limite da faixa de segurança deve ser, no máximo, igual a 58 dba em qualquer uma das seguintes condições não simultâneas: durante chuva fina (0,00148 mm/min); durante névoa de 4 (quatro) horas de duração; ou durante os primeiros 15 (quinze) minutos após a ocorrência de chuva. (d) Campo elétrico Devem ser atendidas as exigências da Resolução Normativa ANEEL nº398, de 23 de março de (e) Campo magnético Devem ser atendidas as exigências da Resolução Normativa ANEEL nº398, de 23 de março de Travessia de linhas de transmissão existentes A TRANSMISORA deve evitar ao máximo o cruzamento sobre linhas de transmissão existentes. Caso o cruzamento seja inevitável, a TRANSMISSORA deve identificar esses casos, tanto nas entradas/saídas das subestações quanto ao longo do traçado das LTs, e informar no projeto básico as providências que serão tomadas no sentido de minimizar os riscos inerentes a esses cruzamentos, ficando a critério da ANEEL a aprovação dessas providências. A TRANSMISSORA deverá relacionar no projeto básico os cruzamentos da LT em projeto com outra(s) LT(s) existente(s) da Rede Básica. Seguem, abaixo, as informações mínimas da(s) LT(s) em cruzamento a serem prestadas pelo agente: (a) identificação com as SEs terminais do trecho em questão; (b) tensão nominal; (c) número de circuitos;e (d) disposição das fases (horizontal, vertical, triangular etc). Nos casos relacionados a seguir, de cruzamento da LT em projeto com outra(s) LT(s) da Rede Básica, a LT em projeto deverá cruzar necessariamente sob a(s) existente(s): (a)quando um circuito simples (em projeto) cruzar, num mesmo vão de travessia, mais de um circuito de LT existente com tensão igual ou superior à de projeto; ou; (b) quando a tensão nominal da LT em projeto for menor que a da LT existente REQUISITOS MECÂNICOS Confiabilidade VOL. III - Fl. 501 de 998

18 O projeto mecânico da linha de transmissão deve ser desenvolvido segundo a IEC International Electrotechnical Commission: Loading and Strength of Overhead Transmission Lines. O nível de confiabilidade do projeto eletromecânico, expresso pelo período de retorno do vento extremo, deve ser compatível com um nível intermediário entre os níveis 2 e 3 preconizados na IEC Deve ser adotado período de retorno do vento igual ou superior a 150 anos para LT de tensão nominal igual ou inferior a 230 kv e igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) anos para LT de tensão superior a 230 kv Parâmetros de vento Para o projeto mecânico de uma linha de transmissão, os carregamentos oriundos da ação do vento nos componentes físicos da linha de transmissão devem ser estabelecidos a partir da caracterização probabilística das velocidades de vento da região, com tratamento para fenômenos meteorológicos severos, tais como, sistemas frontais, tempestades, tornados, furacões, etc. Os parâmetros explicitados a seguir devem ser obtidos a partir de dados fornecidos por estações anemométricas selecionadas adequadamente para caracterizar a região atravessada pela linha de transmissão: (a) Média e coeficiente de variação (em porcentagem) das séries de velocidades máximas anuais de vento a 10 m de altura, com tempos de integração da média de 3 (três) segundos (rajada) e 10 (dez) minutos (vento médio). (b) Velocidade máxima anual de vento a 10 m de altura, com período de retorno correspondente ao vento extremo, como definido no item , e tempos de integração para o cálculo da média de 3 (três) segundos e 10 (dez) minutos. Se o número de anos da série de dados de velocidade for pequeno, na estimativa da velocidade máxima anual deve ser adotado, no mínimo, um coeficiente de variação compatível com as séries mais longas de dados de velocidades de ventos medidas na região. (c) Coeficiente de rajada para a velocidade do vento a 10 m de altura, referenciado ao tempo de integração da média de 10 (dez) minutos. (d) Categoria do terreno adotada para o local das medições. No tratamento das velocidades de vento, para fins de dimensionamento, deve ser considerada a categoria de terreno definida na IEC que melhor se ajuste à topologia do corredor da LT Cargas mecânicas sobre os cabos. O cabo deve ser dimensionado para suportar três estados de tracionamento básico, de tração normal e de referência, definidos a partir da combinação de condições climáticas e de envelhecimento do cabo como se segue. (a) Estado básico Para condições de temperatura mínima, a tração axial máxima deve ser limitada a 33 % da tração de ruptura do cabo. Para condições de vento com período de retorno de 50 anos, a tração axial máxima deve ser limitada a 50 % da tração de ruptura do cabo. Para condições de vento extremo, como definido no item , a tração axial máxima deve ser limitada a 70 % da tração de ruptura do cabo. VOL. III - Fl. 502 de 998

19 (b) (c) Estado de tração normal (EDS everyday stress) No assentamento final, à temperatura média, sem vento, o nível de tracionamento médio dos cabos deve atender ao indicado na norma NBR Além disso, o tracionamento médio dos cabos deve ser compatível com o desempenho mecânico no que diz respeito à fadiga ao longo da vida útil da linha de transmissão conforme será abordado no item Estado de referência A distância mínima ao solo do condutor (clearance) deve ser verificada sem considerar a pressão de vento atuante Fadiga mecânica dos cabos Os dispositivos propostos para amortecer as vibrações eólicas devem ter sua eficiência e durabilidade avaliadas por ensaios que demonstrem sua capacidade de amortecer os diferentes tipos de vibrações eólicas e sua resistência à fadiga, sem perda de suas características de amortecimento e sem causar danos aos cabos. É de inteira responsabilidade da TRANSMISSORA a elaboração de estudos, o desenvolvimento e a aplicação de sistema de amortecimento para prevenção de vibrações eólicas e efeitos relacionados com a fadiga dos cabos, de forma a garantir que estes não estejam sujeitos a danos ao longo da vida útil da linha de transmissão. A solicitação aos cabos deve ser dimensionada de forma compatível com seu tipo e sua formação Cargas mecânicas sobre as estruturas O projeto mecânico de uma linha de transmissão deve ser desenvolvido segundo a IEC Além das hipóteses previstas na IEC, é obrigatória a introdução de hipóteses de carregamento que reflitam tormentas elétricas. Devem ser previstas necessariamente as cargas a que as estruturas estarão submetidas nas condições mais desfavoráveis de montagem e manutenção, inclusive em linha viva. Para o caso de uma linha de transmissão construída com estruturas metálicas em treliça, as cantoneiras de aço-carbono ou microligas laminadas a quente devem obedecer aos requisitos de segurança estabelecidos na Portaria nº 178 do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO, de 18 de julho de Fundações No projeto das fundações, para atender o critério de coordenação de falha, as solicitações transmitidas pela estrutura às fundações devem ser majoradas pelo fator mínimo 1,10. Essas solicitações, calculadas a partir das cargas de projeto da estrutura, considerando suas condições particulares de aplicação vão gravante, vão de vento, ângulo de deflexão, fim de linha e altura da estrutura passam a ser consideradas cargas de projeto das fundações. As fundações de cada estrutura devem ser projetadas estrutural e geotecnicamente de forma a adequar todos os esforços resultantes de cada estrutura às condições específicas do solo. As propriedades físicas e mecânicas do solo devem ser determinadas de forma reconhecidamente científica, de modo a retratar, com precisão, os parâmetros geomecânicos do solo. Tal determinação deve ser realizada a partir das seguintes etapas: VOL. III - Fl. 503 de 998

20 Estudo e análise fisiográfica preliminar do traçado da linha com a conseqüente elaboração do plano de investigação geotécnica. Estabelecimento dos parâmetros geomecânicos a partir do reconhecimento do subsolo com a caracterização geológica e geotécnica do terreno, qualitativa e quantitativamente. Parecer geotécnico com a elaboração de diretrizes técnicas e recomendações para o projeto. No cálculo das fundações, devem ser considerados os aspectos regionais geomorfológicos que influenciem o estado do solo de fundação, seja no aspecto de sensibilidade, de expansibilidade, seja de colapsividade, levando-se em conta a sazonalidade. A definição do tipo de fundação, bem como o seu dimensionamento estrutural e geotécnico, deve considerar os limites de ruptura e deformabilidade para a capacidade de suporte do solo à compressão, ao arrancamento e aos esforços horizontais, valendo-se de métodos racionais de cálculo, incontestáveis e consagrados na engenharia geotécnica REQUISITOS ELETROMECÂNICOS Descargas atmosféricas Os cabos para-raios de qualquer tipo e formação devem ter desempenho mecânico frente a descargas atmosféricas igual ou superior ao do cabo de aço galvanizado EAR de diâmetro 3/8. Todos os elementos sujeitos a descargas atmosféricas diretas da superestrutura de suporte dos cabos condutores e cabos para-raios, incluindo as armações flexíveis de estruturas tipo Cross- Rope, Trapézio ou Chainette, não devem sofrer redução da suportabilidade mecânica original após a ocorrência de descarga atmosférica. As cordoalhas de estruturas estaiadas mono-mastro ou V protegidas por cabos para-raios estão isentas deste requisito Corrosão eletrolítica É de inteira responsabilidade da TRANSMISSORA a elaboração de estudos para prevenção dos efeitos relacionados à corrosão em elementos da linha de transmissão em contato com o solo, de forma a garantir a estabilidade estrutural dos suportes da linha de transmissão e o bom funcionamento do sistema de aterramento ao longo da vida útil da linha de transmissão Corrosão ambiental Todos os componentes da linha de transmissão devem ter sua classe de galvanização compatível com a agressividade do meio ambiente, particularmente em zonas litorâneas e industriais. 3 LINHA DE TRANSMISSÃO COMPOSTA POR PARTE AÉREA E PARTE SUBTERRÂNEA LTAS (NÃO SE APLICA.) 4 LINHA DE TRANSMISSÃO SUBTERRÂNEA LTS NÃO SE APLICA.) VOL. III - Fl. 504 de 998

21 5 SUBESTAÇÕES - SE 5.1INFORMAÇÕES BÁSICAS A TRANSMISSORA deve desenvolver e apresentar os estudos necessários à definição das características e dos níveis de desempenho de todos os equipamentos, considerando que os mesmos serão conectados ao sistema existente. Todos os equipamentos devem ser especificados de forma a não comprometer ou limitar a operação das subestações, nem impor restrições operativas às demais instalações do sistema interligado. Nas subestações, a configuração básica deve contemplar equipamentos com características elétricas básicas similares ou superiores às dos existentes, as quais estão apresentadas nos documentos listados no item 13. O dimensionamento dos novos equipamentos deve considerar as atuais e futuras condições a serem impostas pela configuração prevista pelo planejamento da expansão do Sistema Interligado Nacional SIN. Deverão ser realizadas, dentre outras, as obras necessárias de infraestrutura, descritas no módulo geral Resolução ANEEL nº. 191, de 12 de dezembro de 2005, necessárias para a implantação, manutenção e operação da configuração básica caracterizada pelas instalações listadas no item deste Anexo Técnico. O Módulo Geral é composto pelos custos diretos de: terreno, cercas, terraplenagem, drenagem, grama, embritamento, arruamento, iluminação do pátio, proteção contra incêndio, sistema de abastecimento de água, sistema de esgoto, malha de terra, canaletas principais, acessos, edificações, serviço auxiliar, área industrial, sistema de ventilação e ar condicionado, sistema de comunicação, sistema de ar comprimido e canteiro de obras. A TRANSMISSORA, acessante às subestações Campinas 500 kv e Marimbondo II 500 kv, deverá observar os critérios e requisitos básicos da subestação, bem como deve providenciar as obras de infraestrutura incluídas no Módulo Geral Resolução ANEEL nº 191, de 12 de dezembro de 2005, necessárias para a instalação, manutenção e operação dos módulos de entrada de linha. Entre as possíveis obras necessárias encontram-se, dentre outros: a extensão de barramentos, serviços auxiliares, cabos, tubos, estruturas, suportes, pórticos, cercas divisórias de seus ativos, conexões de terra entre seus equipamentos e a malha de terra da subestação, canaletas secundárias e recomposição da infraestrutura construída como, por exemplo, reposição de britas. Caso seja necessária alguma realocação de instalações existentes em função da ampliação das subestações, a sua execução será responsabilidade da TRANSMISSORA. Os serviços auxiliares, sistema de água, sistema de incêndio, edificações existentes nas subestações Campinas e Marimbondo II (casa de comando, casa de relés, guaritas), bem como acesso, área industrial, sistema de ventilação e ar condicionado, sistema de comunicação, e canteiro de obras podem ser compartilhados com outra(s) transmissora(s), não havendo impedimento que a transmissora atenda as suas necessidades de forma autônoma, observando sempre a adequada prestação do serviço público de transmissão de energia elétrica, Cláusula Terceira do Contrato de Concessão. Deverá ser previsto espaço adicional, externo e contíguo às casas de comando da TRANSMISSORA em ambas subestações, com área no mínimo igual à utilizada para a construção desta. Este espaço ficará reservado para expansões futuras das casas de comando da TRANSMISSORA ou VOL. III - Fl. 505 de 998

22 alternativamente para eventuais novas casas de comando de outras transmissoras, quando da implantação de novas instalações de transmissão. O local destinado aos acessos, bem como a implantação dos bancos de reatores nas subestações Campinas 500 kv e Marimbondo II 500 kv, estão indicados nos relatórios R1 e R4. A TRANSMISSORA poderá propor alterações dessa localização, mantendo proximidade ao ponto indicado, mediante justificativa técnica a ser submetida junto com o Projeto Básico para aprovação da ANEEL. Os equipamentos deverão ser implantados de imediato conforme a configuração prevista nas Tabelas e do item 1.2 deste Anexo Técnico. 5.2ARRANJO DE BARRAMENTOS A Transmissora deve seguir as configurações de barramento explicitadas na Tabela CAPACIDADE DE CORRENTE (a) Corrente em regime permanente Os barramentos da subestação devem ser dimensionados considerando a situação mais severa de circulação de corrente, levando em conta a possibilidade de indisponibilidade de elementos da subestação e ocorrência de emergência no Sistema Interligado Nacional SIN, no horizonte de planejamento. No caso de subestação existente, se a máxima corrente verificada for inferior à capacidade do barramento, o trecho de barramento associado a esse empreendimento deve ser compatível com o existente. A TRANSMISSORA deve informar a capacidade de corrente dos barramentos, para todos os níveis, rígidos ou flexíveis, para a temperatura de projeto. Para o dimensionamento da capacidade de corrente nominal dos equipamentos a serem implantados na subestação, tais como, disjuntores, chaves seccionadoras e transformadores de corrente, deve ser considerado que indisponibilidades de equipamentos, pertencentes ou não a este empreendimento, podem submeter os remanescentes a valores de correntes mais elevados, cabendo a TRANSMISSORA identificar as correntes máximas que poderão ocorrer nos seus equipamentos, desde a data de entrada em operação até o ano horizonte de planejamento, por meio de estudo específico descrito no item 11 deste anexo técnico. Os equipamentos das subestações Marimbondo II e Campinas, devem ser dimensionados para suportar, no mínimo, A continuamente. (b) Capacidade de curto-circuito Os equipamentos e demais instalações devem suportar, no mínimo, nos pátios de 500 kv, as correntes de curto-circuito simétrica e assimétrica relacionadas a seguir: corrente de curto-circuito nominal: 50 ka VOL. III - Fl. 506 de 998

23 valor de crista da corrente suportável nominal: 130,0 ka (fator de assimetria de 2,6) Ressalta-se que o atendimento a fatores de assimetria superiores àqueles acima definidos pode ser necessário em função dos resultados dos estudos, considerando inclusive o ano horizonte de planejamento, a serem realizados pela TRANSMISSORA, conforme descrito no item 11 desse anexo técnico. (c) Sistema de aterramento O projeto das subestações deve atender ao critério de um sistema solidamente aterrado. 5.4SUPORTABILIDADE (a) Tensão em regime permanente O dimensionamento dos barramentos e dos equipamentos para a condição de operação em regime permanente deve considerar os valores de tensão da tabela a seguir. TABELA CONDIÇÃO DE OPERAÇÃO EM REGIME PERMANENTE TENSÃO NOMINAL DO SISTEMA (kv) TENSÃO NOMINAL DOS EQUIPAMENTOS (kv) 13, , ,5 88 (*) 92, (*) ou (*) valores não padronizados pela ABNT (b) (c) O dimensionamento dos equipamentos conectados às extremidades das linhas de transmissão deve observar o disposto no item Isolamento sob poluição As instalações devem ser isoladas de forma a atender, sobretensão operativa máxima, às características de poluição da região, conforme classificação contida na Publicação IEC 815 Guide for the Selection of Insulators in Respect of Polluted Conditions. Proteção contra descargas atmosféricas O sistema de proteção contra descargas atmosféricas das subestações deve ser dimensionado de forma a assegurar um risco de falha menor ou igual a uma descarga por 50 anos. Além disso, deve-se assegurar que não haja falha de blindagem nas instalações para correntes superiores a 2 ka. VOL. III - Fl. 507 de 998

24 Caso existam edificações, as mesmas devem atender às prescrições da Norma Técnica NBR EFEITOS DE CAMPOS (a) Efeito corona Os componentes das subestações, especialmente condutores e ferragens, não devem apresentar efeito corona visual em 90% do tempo para as condições atmosféricas predominantes na região da subestação. A tensão mínima fase-terra eficaz para início e extinção de corona visual a ser considerada no projeto para os pátios são as seguintes: Tabela Tensão mínima para início e extinção de corona visual. Tensão nominal (kv) Tensão mínima (kv fase terra eficaz) ou (b) (c) (d) Rádio interferência O valor da tensão de rádio interferência externa à subestação não deve exceder V/m a khz, com 1,1 vezes a tensão nominal do sistema. Campo elétrico Devem ser atendidas as exigências da Resolução Normativa ANEEL nº 398, de 23 de março de Campo magnético Devem ser atendidas as exigências da Resolução Normativa ANEEL nº 398, de 23 de março de INSTALAÇÕES ABRIGADAS Todos os instrumentos, painéis e demais equipamentos dos sistemas de proteção, comando, supervisão e telecomunicação devem ser abrigados e projetados segundo as normas aplicáveis, de forma a garantir o perfeito desempenho destes sistemas e sua proteção contra desgastes prematuros. VOL. III - Fl. 508 de 998

25 Em caso de edificações, é de responsabilidade da TRANSMISSORA seguir as posturas municipais aplicáveis e as normas de segurança do trabalho. 6 EQUIPAMENTOS DE SUBESTAÇÃO 6.1DISJUNTORES (a) (b) (c) (d) (e) (f) (g) (h) (i) (j) (k) O ciclo de operação dos disjuntores deve atender aos requisitos das normas aplicáveis. O tempo máximo de interrupção para disjuntores classe de tensão de 550 kv e 362 kv deve ser de 2 ciclos e, para os disjuntores classe de 245 kv, 145 kv e 72,5 kv deve ser de 3 ciclos para a frequência de 60 Hz. A corrente nominal do disjuntor deve ser compatível com a máxima corrente possível na indisponibilidade de um outro disjuntor, no mesmo bay ou em bay vizinho, pertencente ou não a este empreendimento, para os cenários previstos pelo planejamento e pela operação. Os disjuntores devem ser dimensionados respeitando os valores mínimos de corrente de curto - circuito nominal (corrente simétrica de curto-circuito) e valor de crista da corrente suportável nominal (corrente assimétrica de curto-circuito) dispostos no item 5.3 (b). Fatores de assimetria superiores ao indicado em 5.3 (b) poderão ser necessários, em função dos resultados dos estudos a serem realizados pela própria TRANSMISSORA, descritos nos item 11 deste anexo técnico. Os disjuntores devem ter dois circuitos de disparo independentes, lógicas de detecção de discrepância de polos e acionamento monopolar. O ciclo de operação nominal deve ser compatível com a utilização de esquemas de religamento automático tripolar e monopolar. Para disjuntores em níveis de tensão iguais ou inferiores a 138 kv, não se aplica o religamento automático monopolar, podendo o acionamento ser tripolar. Caberá à nova TRANSMISSORA fornecer disjuntores com resistores de pré-inserção ou com mecanismos de fechamento ou abertura controlados, quando necessário. Os disjuntores devem ser especificados para operar quando submetidos às solicitações de manobra determinadas nos estudos previstos no item 11. Os disjuntores que manobrem linhas a vazio devem ser especificados como de baixíssima probabilidade de reacendimento de arco, classe C2, conforme norma IEC Os requisitos mínimos para o disjuntor na manobra de linha a vazio devem levar em conta o valor eficaz da tensão fase-fase da rede de 770 kv à frequência de 60 Hz, para os disjuntores dos pátios de 500 kv; de 339 kv à frequência de 60 Hz, para os disjuntores de 230 kv e de 102 kv à frequência de 60 Hz, para os disjuntores de 69 kv. Valores superiores a estes podem ser necessários, caso os estudos definidos no item 11 assim o determinem. Os disjuntores que manobrem banco de capacitores em derivação devem ser do tipo de baixíssima probabilidade de reacendimento de arco, classe C2 conforme norma IEC Caso os estudos de manobra especificados no item 11 indiquem a necessidade de adoção de chaveamento controlado ou resistores de pré-inserção, os disjuntores deverão ser equipados com estes dispositivos. Os disjuntores devem ser especificados para abertura de corrente de curto-circuito nas condições mais severas de X/R no ponto de conexão do disjuntor, condições estas que VOL. III - Fl. 509 de 998

26 deverão ser identificadas pelo Agente. Em caso de disjuntores localizados nas proximidades de usinas geradoras, especial atenção deve ser dada à determinação da constante de tempo a ser especificada para o disjuntor. Isto se deve à possibilidade de elevada assimetria da corrente de curto-circuito suprida por geradores. (l) Capacidade de manobrar outros equipamentos / linhas de transmissão existentes na subestação onde estão instalados, em caso de faltas nesses equipamentos seguidas de falha do referido disjuntor, considerando inclusive disjuntor em manutenção. (m) Capacidade de manobrar a linha de transmissão licitada em conjunto com o(s) equipamento(s) / linha(s) de transmissão a elas conectadas em subestações adjacentes, em caso de falta no equipamento / linha de transmissão da subestação adjacente, seguido de falha do respectivo disjuntor. (n) (o) Os disjuntores utilizados na manobra de reatores em derivação devem ser capazes de abrir pequenas correntes indutivas e ser especificados com dispositivos de manobra controlada. Nos casos em que forem utilizados mecanismos de fechamento ou abertura controlados devem ser especificados a dispersão máxima dos tempos médios de fechamento ou de abertura, compatíveis com as necessidades de precisão da manobra controlada. 6.2SECCIONADORAS, LÂMINAS DE TERRA E CHAVES DE ATERRAMENTO Estes equipamentos devem atender aos requisitos das normas IEC aplicáveis e serem capazes de efetuar as manobras listadas no item As seccionadoras devem ser especificadas com, pelo menos, a mesma corrente nominal utilizada pelos disjuntores deste empreendimento, aos quais estejam associadas. A TRANSMISSORA deve especificar o valor de crista da corrente suportável nominal (corrente de curto circuito assimétrica) e a corrente suportável nominal de curta duração (corrente de curto simétrica) respeitando os valores mínimos dispostos no item 5.3 (b). Fatores de assimetria superiores ao indicado em 5.3 (b) poderão ser necessários, em função dos resultados dos estudos a serem realizados pela TRANSMISSORA, descritos no item 11 deste anexo técnico. As lâminas de terra e chaves de aterramento das linhas de transmissão devem ser dotadas de capacidade de interrupção de correntes induzidas de acordo com a norma IEC Caso os estudos transitórios identifiquem valores superiores aos normalizados, as lâminas de aterramento deverão ser especificadas para atender a estas solicitações. Esses equipamentos devem ser dimensionados considerando a relação X/R do ponto do sistema onde serão instalados. 6.3PARA-RAIOS Deverão ser instalados para-raios nas entradas de linhas de transmissão, nas conexões de unidades transformadoras de potência, de reatores em derivação e de bancos de capacitores não autoprotegidos. Os para-raios devem ser do tipo estação, de óxido de zinco (ZnO), adequados para instalação externa. VOL. III - Fl. 510 de 998

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