Palavras-chave: Concepção histórico-cultural pedagogia histórico-crítica Vila Princesa Interação social - processos psicológicos superiores.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chave: Concepção histórico-cultural pedagogia histórico-crítica Vila Princesa Interação social - processos psicológicos superiores."

Transcrição

1 AS PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY DANDO ÊNFASE AOS PROCESSOS PSICOLÓGICOS SUPERIORES NO ASPECTO EDUCACIONAL DE CRIANÇAS DE CINCO E SEIS ANOS: UMA EXPERIÊNCIA NA COMUNIDADE DA VILA PRINCESA Cilene de Souza Matias 1,3 ; Antônio Carlos Maciel 1 Graduanda em Pedagogia pela UNIR. 2 Orientador da pesquisa. 3 Colaboradora do PIBIC/CNPq. RESUMO: A presente pesquisa busca contribuir para um melhor entendimento da teoria da aprendizagem dentro da concepção vygotskiana de desenvolvimento da criança, em que a mesma internalize o conhecimento que adquire através da interação social. Identificando as contribuições pedagógicas de Vygotsky, sobretudo, sob os aspectos psicológicos para a alfabetização infantil, explicando a partir de uma experiência histórico-crítica, como essas contribuições constituem a prática pedagógica e como elas podem contribuir para a educação infantil. Este resumo tem por objetivo apresentar os resultados da pesquisa que se propôs demonstrar e caracterizar os processos psicológicos superiores no aspecto educacional de crianças de cinco e seis anos, e têm seu campo de atuação na comunidade da Vila Princesa na alfabetização com crianças de cinco e seis anos. Nesta pesquisa a metodologia utilizada foi a pesquisa-ação, onde os sujeitos pesquisadores se inserem no meio estudado para junto com este universo poder contribuir com propostas diante das soluções encontradas. Palavras-chave: Concepção histórico-cultural pedagogia histórico-crítica Vila Princesa Interação social - processos psicológicos superiores.

2 INTRODUÇÃO A presente pesquisa compõe o Projeto As contribuições de Vygotsky à pedagogia histórico-crítica, um estudo a partir de uma experiência na educação infantil com crianças de cinco e seis anos, e se originou a partir de discussões realizadas no curso de Pedagogia acerca da concepção histórico-cultural e da pedagogia históricocrítica. Está sendo realizada na escola rural e municipal João Afro Vieira com trinta e seis crianças de cinco e seis anos na comunidade da Vila Princesa que é localizada na BR 364, KM 11,5 sentido Rio Branco-AC. A economia dessa comunidade está baseada em 90% na coleta e seleção de materiais recicláveis. O objetivo desta pesquisa é demonstrar e caracterizar os processos psicológicos superiores no aspecto educacional de crianças de cinco e seis anos, explicando a partir de uma experiência histórico-crítica, como essas contribuições constituem a prática pedagógica e como elas podem contribuir para a educação infantil. A metodologia em que baseou esta pesquisa foi a pesquisa ação, onde os sujeitos pesquisadores e os sujeitos pesquisados interagem amplamente em busca de respostas aos problemas pesquisados. Embasadas pela teoria histórico-crítica de Dermeval Saviani onde o meio deve ser o ponto de partida do trabalho a ser desenvolvido no contexto escolar, é que a equipe pesquisadora desde o mês de outubro de 2003 começou a participar de reuniões na comunidade da Vila que visa à criação de uma cooperativa de catadores e coletores de material reciclável na mesma comunidade, para a apreensão e compreensão dos costumes, cultura e universo lingüístico local. A partir desta participação nas reuniões da comunidade é que se pode fazer um levantamento da estrutura familiar, econômica, social e política da comunidade. A partir desses conhecimentos a equipe pesquisadora elaborou um projeto de atuação prática com base no projeto do PIBIC denominado Alfabetização pré-escolar: uma proposta sócio-cultural. sob a ótica da pedagogia histórico-crítica na Amazônia que está sendo

3 desenvolvido na comunidade da Vila Princesa. Para obter os resultados esperados foi seguido o passo da metodologia de Saviani onde foi feito um diagnóstico sócio-cultural através da uma pesquisa de campo; análise através de observação dialógica, do universo lingüístico dos moradores a partir da realidade sócio-cultural em que a comunidade está inserida; a partir disso vem sendo elaborado um roteiro de alfabetização com base no lúdico e no processo teórico de acordo com os estudo que estão sendo desenvolvidos com letras, palavras, sílabas, ou seja, a instrumentalização; após observação dialógica, em fevereiro de 2004 foi promovido um seminário com os pais das crianças de cinco e seis anos que seriam os sujeitos da pesquisa.. Este seminário teve como objetivo a apresentação do projeto de alfabetização e a partir deste encontro foi possível a apresentação e a discussão do mesmo com a comunidade da Vila Princesa. PROCESSOS PSICOLÓGICOS SUPERIORES Lev Semenovich Vygotsky elaborou uma psicologia alicerçada na teoria marxista do funcionamento intelectual humano juntamente com seus colaboradores Alexandre Romanovich Luria e Alexei Leontiev. Segundo Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo se dá pelo processo de internalização da interação social com materiais fornecidos pela cultural e de acordo com Oliveira (1997:38) a interação social, seja diretamente com os outros membros da cultura, seja através dos diversos elementos do ambiente culturalmente estruturados, fornece a matéria prima para o desenvolvimento psicológico do indivíduo. Segundo Rego (2002, p. 24) o projeto principal de seu trabalho consiste na tentativa de estudar os processos de transformação do desenvolvimento humano na sua dimensão filogenética, histórico social e ontogenética. Dentro da teoria vygotskiana, através da interação social a criança entrará em contato com elementos mediadores e também fará uso deles e com isso surgem os processos mentais. A criança estrutura o seu conhecimento utilizando-se de diferentes signos (mediadores internos, ferramentas auxiliares no controle da atividade

4 psicológica), e instrumentos (mediadores externos, transformação e controle da natureza), idealizando e problematizando situações para as quais cria hipóteses que desvenda com criatividade e originalidade e segue internalizando conhecimentos a cada dia através das relações estabelecidas dentro de seu meio social.. A mediação simbólica é um pressuposto essencial para explicar o funcionamento das funções mentais superiores sendo uma característica presente em toda atividade humana, pois dentro da teoria vygotskiana a relação do homem com o mundo não é direta e sim mediada através dos instrumentos e signos, sendo que o primeiro é externo e o segundo interno. Para Vygotsky esses processos mentais podem ser agrupados em dois níveis: processos psicológicos elementares (sensações, percepções imediatas, emoções primitivas, memória indireta) e os processos psicológicos superiores (atenção, percepção, memória, imaginação). Os processos elementares estão presentes na criança desde pequena e nos animais, tais como reações automáticas, ações reflexas e associações simples. E dessa análise é possível visualizar duas linhas da constituição humana, os processos elementares que são de origem biológica e as funções psicológicas superiores de origem sócio cultural e que a partir do entrelaçamento dessas duas linhas surge a história do comportamento da criança. Vygotsky elaborou em sua teoria um conceito muito importante para a compreensão do desenvolvimento das funções psicológicas superiores através do ensino que é a Zona de Desenvolvimento Proximal, onde ele identificou dois níveis de desenvolvimento que é o nível de desenvolvimento real, é o estágio onde a criança domina algumas capacidades, já conseguindo realizar sozinha sem a assistência de alguém (pai, criança mais adiantada ou o professor) este estágio se dirige àquelas funções já amadurecidas. Já o nível potencial é aquele em que a criança necessita da ajuda de alguém mais experiente. Neste momento a criança realiza tarefas só que com a mediação de outros. A distância entre aquilo que a criança consegue fazer sozinha e aquilo em que necessita da ajuda de outra pessoa se caracteriza como Zona de Desenvolvimento Proximal.

5 SALA DE AULA: A EXPERIÊNCIA Em 16 de fevereiro as pesquisadoras deram início ao trabalho em sala de aula como alfabetizadoras de crianças de cinco e seis anos na Comunidade da Vila Princesa, sendo que, as mesmas assumiram o papel de docência e gestão do trabalho educacional. Nas atividades realizadas em sala de aula os instrumentos utilizados são papeis, lápis de cor, giz de cera, hidrocor, massa de modelar, alfabeto móvel e materiais confeccionados em grupo de acordo com a cultura local. Com o uso dos instrumentos as crianças, significam e ressignificam os seus conceitos, proporcionando a mediação interna através dos signos, com essa atividade, a catarse se oficializa. Com o trabalho desenvolvido a partir desses instrumentos pode-se observar as funções psicológicas em relevo através da interação que acontece em sala de aula, pois nos desenhos e nas brincadeiras as crianças verbalizam seu pensamento, memória, atenção, percepção através dos instrumentos citados anteriormente que são dispostos para as crianças no âmbito da sala de aula. A linguagem dentro da sala de aula é muito valorizada e incentivada, pois dentro da teoria vigotskiana é um pressuposto essencial para se compreender a formação e estruturação das funções psicológicas superiores sendo um signo mediador por excelência, pois ela fornece os meios e formas de organização do real, a mediação entre os sujeitos e estes com o objeto. Nas propostas desenvolvidas em sala de aula com o instrumento do desenho as crianças põem em relevo a percepção de sua realidade, mostrando a influência de seu meio e sua cultura e, as representações que elas tem de seu meio. No trabalho com massinha, que é um dos instrumentos utilizados nas atividades em sala de aula pode-se observar a interação entre as crianças, por exemplo, quando as mesmas fizeram uns bonecos que significam suas famílias, sendo um momento muito prazeroso para elas. Nas atividades desenvolvidas em sala a ocasião do brinquedo é de muita diversão e de muita criação. Neste momento há um processo

6 psicológico que fica em relevo: a imaginação. Nas atividades em sala com o alfabeto móvel, elas procuram, criam alternativas com as letras para a formação de seus nomes e outras palavras, usando a imaginação, e principalmente a memória, pois aqui elas se utilizam as aulas dadas anteriormente, onde sempre se trabalha com as letras e nesse estágio elas internalizam esses conhecimentos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: CONTRIBUIÇÃO PSICOLÓGICA DA CONCEPÇÃO SÓCIO CULTURAL À PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA O objetivo central da concepção histórico-cultural é segundo Vygotsky (1984, p. 21) Caracterizar os aspectos tipicamente humanos do comportamento e elaborar hipóteses de como essas características se formaram ao longo da história humana e de como se desenvolvem durante a vida de um indivíduo. Já a pedagogia Histórico-crítica nasceu da necessidade de se tornar a educação crítica e voltada para a elevação da qualidade de ensino das classes populares, como verificou Saviani (2000, p. 31) o papel da teoria crítica é retomar vigorosamente a luta contra a seletividade, a discriminação e o rebaixamento do ensino das classes populares e isso dar-se-á através do método Histórico-crítico. Uma teoria só é crítica quando visa a transformação da sociedade e estas mudanças se dão a partir da modificação das estruturas desta sociedade. O papel da pedagogia Histórico-crítica é agudizar as contradições no interior de uma dada sociedade, como Saviani quis demonstrar com a curvatura da vara. Na medida em que o fundamento marxista unifica essas duas teorias, a concepção histórico-cultural vem trazer o fundamento psicológico de que necessita a pedagogia Históricocrítica. pois a mesma está embasada nas ciências sociais, particularmente em sociologia, economia e antropologia. Essa contribuição psicológica se traduz através dos conceitos desenvolvidos por Vygotsky como a mediação simbólica, a

7 linguagem, os Processos Psicológicos Superiores e o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal. REFERÊNCIAS ANTUNES, Celso. Vygotsky, quem diria?! Em minha sala de aula: fascículo 12. Petrópolis, RJ: Vozes, BAQUERO, Ricardo. Vygotsky e aprendizagem escolar. Tradução: Ernani F. da Fonseca Rosa. Porto Alegre: Arte Médicas, CURY, Carlos Roberto Jamil. Educação e contradição; elementos metodológicos para uma teoria crítica do fenômeno educativo. 4ª. ed., São Paulo: Cortez, l989. DUARTE, Newton. Vigotski e o aprender a aprender : críticas às apropriações neoliberais e pós-modernas da teoria vigotskiana. 2ª ed. Campinas, SP: Autores Associados, FARIA, Ana Lúcia Goulart de; DEMARTINI, Zeila de Brito Fabri e PRADO, Patrícia Dias (orgs.). Por uma cultura da infância: metodologias de pesquisa com crianças. Campinas, SP: Autores Associados, GARCIA, Regina Leite. (org.) Revisitando a pré-escola. 5ª ed. São Paulo: Cortez, GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. Campinas, SP: Autores Associados, LUDKE, Menga & ANDRÉ, Marli. Pesquisa em educação; abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, MARX, K. & ENGELS, F. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes,1983. MOLL, Luis C. Vygotsky e a educação: implicações pedagógicas da psicologia sócio-histórica. Trad. Fani A Tesseler. Porto Alegre: Artes Médicas, OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1997.

8 OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky. In: Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva históricocultural da educação. 14 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. 34 ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2000a. SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações.7ª ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2000b. SCALCON, Suze. Á procura da unidade psicopedagógica: articulando a psicologia histórico-cultural com a pedagogia histórico-crítica. Campinas, SP: Autores Associados, SNYDERS, Georges. Escola, classe e luta de classes. 2ª ed., Lisboa: Moraes Editores, THIOLLENT, Michael. Notas para o debate sobre pesquisa-ação. In: Brandão Carlos R. (org.). Repensando a pesquisa participante. 2ª ed., São Paulo: Brasiliense, THIOLLENT, Michael. Metodologia da pesquisa-ação. 2ª ed., São Paulo: Cortez, VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Organizadores: Michael Cole (et al); tradução: José Cipolla Neto, Luís Silveira Menna Barreto, Solange Castro Afeche. 6º ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL Elisa Nélia da Cunha Brasiliense 1 Resumo: O objetivo deste texto é expor, segundo Vygotsky, a importância das brincadeiras de fazde-conta

Leia mais

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo 1 MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Resumo Patricia Santos de Barros/UFRJ A nossa vivência pedagógica situa-se no âmbito do curso de Licenciatura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 7 ANO TURMAS A e B Prof. Alexandre Magno Guimarães Ementa:

Leia mais

O JOGO COMO RECURSO PARA APRENDIZAGEM DE ALUNOS EM CIÊNCIAS NATURAIS: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY

O JOGO COMO RECURSO PARA APRENDIZAGEM DE ALUNOS EM CIÊNCIAS NATURAIS: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY O JOGO COMO RECURSO PARA APRENDIZAGEM DE ALUNOS EM CIÊNCIAS NATURAIS: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY Mariana Silva Lustosa (1); Josenilde Bezerra de Souza Costa (1); Eduardo Gomes Onofre

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

A disciplina conceitua numa perspectiva histórica as principais concepções de ensinoaprendizagem.

A disciplina conceitua numa perspectiva histórica as principais concepções de ensinoaprendizagem. Unidade Universitária Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - 040 Curso Psicologia Disciplina PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Professor(es) e DRTs Alex Moreira Carvalho 1120814 Daniel Sá Roriz Fonteles 1138998

Leia mais

A PRODUÇÃO DE VÍDEOS COMO RECURSO METODOLÓGICO INTERDISCIPLINAR

A PRODUÇÃO DE VÍDEOS COMO RECURSO METODOLÓGICO INTERDISCIPLINAR A PRODUÇÃO DE VÍDEOS COMO RECURSO METODOLÓGICO INTERDISCIPLINAR Maria Aparecida Monteiro Deponti (cida_mw@yahoo.com.br) Carlos Henrique Campanher (carloscampanher@oi.com.br ) Resumo O presente trabalho

Leia mais

A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1

A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1 64 A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1 Edson da Silva Santos e-mail: edsonsporte@hotmail.com Bolsista FAPESB, Bacharelando

Leia mais

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem.

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. 1 Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. Cristiane Vinholes Jacomelli Prof(a). Dr(a) Maria do Carmo de Sousa

Leia mais

OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS

OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CHERUBINI, Iris Cristina Barbosa (UNIOESTE) Resumo: Este trabalho tem por propósito divulgar a importância da brincadeira

Leia mais

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Mara Pereira da Silva IFPA- CRMB pereiracantora1@hotmail.com RESUMO A pesquisa foi realizada mediante análise

Leia mais

TITULO: O JOGO DE FAZ-DE-CONTA NAS AÇÕES MOTORAS DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EJE:

TITULO: O JOGO DE FAZ-DE-CONTA NAS AÇÕES MOTORAS DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EJE: TITULO: O JOGO DE FAZ-DE-CONTA NAS AÇÕES MOTORAS DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EJE: Incorporación curricular de la extensión AUTORES: Giovanna de Matos Moraes Carneiro, Ida Carneiro Martins, Luiz Alberto

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO

FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO 0 FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO Karinne Gonçalves de Lira Universidade Federal da Paraíba-UFPB Resumo A formação profissional do futuro educador se estende em um processo

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

A utilização de jogos no processo de ensino aprendizagem de matemática no Ensino Fundamental

A utilização de jogos no processo de ensino aprendizagem de matemática no Ensino Fundamental A utilização de jogos no processo de ensino aprendizagem de matemática no Ensino Fundamental Adaiane Cristina Calegari Unisalesiano adaiane_calegari@yahoo.com.br Ana Luiza Viscovicce Unisalesiano analuiza_viscovicce@yahoo.com.br

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: PLANO DE CURSO Curso: Bacharelado em Psicologia Disciplina: Teorias Psicogenéticas Professora: Camila Vasconcelos Carnaúba Lima Código: PSI06 Carga Horária: 40h Créditos: - Pré-requisito(s):

Leia mais

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação 1 Processo de formação de professores um olhar para a dança. Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação A Constituição Federal de

Leia mais

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS. BARBOSA, S. L; BOTELHO, H. S. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 2008. 34 f. Monografia (Graduação em Normal Superior)* - Centro Universitário de Lavras, Lavras, 2008. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA

XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA CLASSE HOSPITALAR DO HOSPITAL INFANTIL ISMÉLIA SILVEIRA: O OLHAR DO ALUNO/PACIENTE SOBRE O AMBIENTE E SUAS PERSPECTIVAS SOBRE O PÓS-ALTA Maria Inês de

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

Jogos digitais e a mediação na perspectiva da psicologia históricocultural

Jogos digitais e a mediação na perspectiva da psicologia históricocultural Jogos digitais e a mediação na perspectiva da psicologia históricocultural Prof. Me. Wagner Antonio Junior Secretaria Municipal da Educação de Bauru e-mail: wag.antonio@gmail.com Comunicação Oral Pesquisa

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Edna Aparecida Pereira 1 Vanessa Rodrigues Ferreira 2 RESUMO A música na Educação Infantil vem atendendo a objetivos alheios a questões próprias dessa linguagem

Leia mais

NOVEMBRO: 7-14- Realização do exercício de pesquisa 21-28- Elaboração e apresentação do relatório dos exercícios de pesquisa.

NOVEMBRO: 7-14- Realização do exercício de pesquisa 21-28- Elaboração e apresentação do relatório dos exercícios de pesquisa. 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE ENSINO IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA: Prática de Observação II CURSO: Pedagogia 2º semestre 1997 PROFESSORA: Tania Maria Esperon Porto

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA BALDINOTTI O LÚDICO E A LÍNGUA INGLESA

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA BALDINOTTI O LÚDICO E A LÍNGUA INGLESA SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA BALDINOTTI O LÚDICO E A LÍNGUA INGLESA Projeto apresentado e desenvolvido na Escola Estadual Domingos Briante

Leia mais

TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL E PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: O DESAFIO DO MÉTODO DIALÉTICO NA DIDÁTICA

TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL E PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: O DESAFIO DO MÉTODO DIALÉTICO NA DIDÁTICA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL E PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: O DESAFIO

Leia mais

Cognição: Piaget e Vygotsky

Cognição: Piaget e Vygotsky Cognição: Piaget e Vygotsky - 1 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DISCIPLINA - ERGONOMIA COGNITIVA Cognição: Piaget e Vygotsky Professor: Francisco Antônio

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE A BUSCA DO INTERESSE NA SALA DE AULA LUCILEIA NAVARRO GARCIA Profª. FABIANE

Leia mais

O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA

O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA Nome: Dilma Célia Mallard Scaldaferri GT do Ensino de História e Educação Área temática: Teoria, historiografia e metodologia - Simpósio 37 O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA...

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO NO AMBIENTE ESCOLAR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO NO AMBIENTE ESCOLAR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO NO AMBIENTE ESCOLAR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE CAMPINAS AUTOR(ES): DENISE CRISTINA

Leia mais

OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS APRENDER BRINCANDO INVESTIDAS DA PRÁTICA EDUCACIONAL EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES JUNTO AO PROGRAMA INTEGRAÇÃO AABB COMUNIDADE, UMA EXPERIÊNCIA COM CRIANÇAS E JOVENS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DA CIDADE DE

Leia mais

O Jogo e os Processos de Aprendizagem e Desenvolvimento: Aspectos Cognitivos e Afetivos

O Jogo e os Processos de Aprendizagem e Desenvolvimento: Aspectos Cognitivos e Afetivos O Jogo e os Processos de Aprendizagem e Desenvolvimento: Aspectos Cognitivos e Afetivos Autora: Thaís Cristina Rodrigues Tezani Profissionais da área educacional, comprometidos com a qualidade da sua prática

Leia mais

TEORIAS DA APRENDIZAGEM: DA TEORIA À PRÁTICA

TEORIAS DA APRENDIZAGEM: DA TEORIA À PRÁTICA TEORIAS DA APRENDIZAGEM: DA TEORIA À PRÁTICA José Edivam Braz Santana UEPB edivamsantana@hotmail.com André Ferreira de Lima UEPB andre_lyma@hotmail.com Gilberto Beserra da Silva Filho UEPB gilbertobeserra.filho@bol.com.br

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO.

PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO. PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO. LETICIA VICENTE PINTO TEIXEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS). Resumo É sabido o quanto é grande o esforço das escolas em ensinar a leitura

Leia mais

MATERIAL DIDÁTICO E GEOGRAFIA ESCOLAR: APROXIMAÇÕES POSSÍVEIS COM JOGO DA MEMÓRIA

MATERIAL DIDÁTICO E GEOGRAFIA ESCOLAR: APROXIMAÇÕES POSSÍVEIS COM JOGO DA MEMÓRIA MATERIAL DIDÁTICO E GEOGRAFIA ESCOLAR: APROXIMAÇÕES POSSÍVEIS COM JOGO DA MEMÓRIA Gabriel de Souza Cruz Isabela Duarte Fernandes RESUMO O presente artigo busca apresentar a atividade pedagógica realizada

Leia mais

Maria Auxiliadora Máximo 1, 3 ; Antônio Carlos Maciel 2. Rondônia-UNIR. Orientador da pesquisa. Colaboradora do PIBIC/CNPq.

Maria Auxiliadora Máximo 1, 3 ; Antônio Carlos Maciel 2. Rondônia-UNIR. Orientador da pesquisa. Colaboradora do PIBIC/CNPq. AS CONTRIBUIÇÕES METODOLÓGICAS DA CONCEPÇÃO HISTÓRICO-CULTURAL À LUZ DA PEDAGOGIA HISTÓRICO- CRÍTICA ENFATIZANDO OS MÉTODOS DE ENSINO NA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL NA VILA PRINCESA Maria Auxiliadora Máximo

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA Luciana Pereira de Sousa 1 Carmem Lucia Artioli Rolim 2 Resumo O presente estudo propõe discutir o contexto da formação dos pedagogos para o ensino da

Leia mais

A mediação nos cursos de graduação a distância: que mediação é essa?

A mediação nos cursos de graduação a distância: que mediação é essa? A mediação nos cursos de graduação a distância: que mediação é essa? Noelma Silva 1 Universidade Estadual de Goiás - UEG noelmasilv@yahoo.com.br Resumo: Este artigo pretende problematizar a importância

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DE APRENDER UM SEGUNDO IDIOMA NA PRIMEIRA INFÂNCIA

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DE APRENDER UM SEGUNDO IDIOMA NA PRIMEIRA INFÂNCIA TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DE APRENDER UM SEGUNDO IDIOMA NA PRIMEIRA INFÂNCIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE ABC AUTOR(ES): LILIAM

Leia mais

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO 28380 Antropologia Teológica A 1 34 28380 Antropologia Teológica A 1 34 A partir de conceitos teológicos, estimula o aluno a problematizar e analisar, criticamente, Equivalente Estuda a cultura humana,

Leia mais

LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE

LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE Martyhellen Maria Monteiro da Silva - Acadêmica do 8º período do Curso de Pedagogia-UVA, Bolsista do PIBID/UVA-Pedagogia

Leia mais

PIBID 2015 GÊNERO E SEXUALIDADE

PIBID 2015 GÊNERO E SEXUALIDADE PIBID 2015 GÊNERO E SEXUALIDADE Autores/: Murilo Silva, Allison Martinelli, Cahuane Correa, Renan Macedo de Meira Professora supervisora: Thayana Ribeiro da Cruz Coordenadora: Maria Regina Ferreira da

Leia mais

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo LIMA, Márcia Regina Canhoto de - FCT/UNESP marcialima@fct.unesp.br LIMA, José Milton de - FCT/UNESP miltonlima@fct.unesp.br ORLANDI, Leonardo

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS O JOGO SEGUNDO A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE WALLON Cleudo Alves Freire Daiane Soares da Costa Ronnáli da Costa Rodrigues Rozeli Maria de Almeida Raimunda Ercilia Fernandes S. de Melo Graduandos

Leia mais

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL RESUMO Luana da Mata (UEPB) 1 Patrícia Cristina de Aragão Araújo (UEPB) 2 Este artigo tem como objetivo refletir como as brincadeiras

Leia mais

O JOGO COMO UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO E DE TRABALHO NA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL

O JOGO COMO UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO E DE TRABALHO NA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL O JOGO COMO UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO E DE TRABALHO NA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL Resumo Regiane Laura Loureiro 1 - UFPR Verônica Branco 2 - UFPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e

Leia mais

SER CRIANÇA NA VILA RURAL

SER CRIANÇA NA VILA RURAL 20 a 24 de outubro de 2008 SER CRIANÇA NA VILA RURAL Marina Tiemi Kobiyama Sonohara 1 ; Aline Fernanda Sartori Kanegusuku 1 ; Keila Mary Gabriel Ganen 2 RESUMO: Partindo do pressuposto que a vila rural

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS

UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS Resumo Regiane Aparecida Kusman 1 - TUIUTI-PR Grupo de Trabalho - Educação e Meio Ambiente Agência Financiadora: não

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

COLÔNIA DE FÉRIAS JOGOS E BRINCADEIRA SOCIOINTERATIVAS. Área Temática: Área 4 Educação. Joicemara Severo Silveira (Coordenadora da Ação de Extensão)

COLÔNIA DE FÉRIAS JOGOS E BRINCADEIRA SOCIOINTERATIVAS. Área Temática: Área 4 Educação. Joicemara Severo Silveira (Coordenadora da Ação de Extensão) COLÔNIA DE FÉRIAS JOGOS E BRINCADEIRA SOCIOINTERATIVAS Área Temática: Área 4 Educação Joicemara Severo Silveira (Coordenadora da Ação de Extensão) Joicemara Severo Silveira 1 Aline Keryn Pin 2 Ana Cristina

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

EDUCAÇÃO INTEGRAL EM TEMPO INTEGRAL: Interfaces com os princípios da inclusão educacional

EDUCAÇÃO INTEGRAL EM TEMPO INTEGRAL: Interfaces com os princípios da inclusão educacional EDUCAÇÃO INTEGRAL EM TEMPO INTEGRAL: Interfaces com os princípios da inclusão educacional Joselaine Aparecida Campos Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG Gilmar de Carvalho Cruz Universidade Estadual

Leia mais

O processo de aquisição da linguagem escrita: estudos de A. R. Lúria e L. S. Vygotsky

O processo de aquisição da linguagem escrita: estudos de A. R. Lúria e L. S. Vygotsky O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA: ESTUDOS DE A. R. LÚRIA E L. S. VYGOTSKY Ana Carolina Rosendo Gonzalez C. Baptista Edileusa Lopes de L. Alves Kátia Garcia Vanessa Leite * INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Orientanda: Daniéle de Matos Machado Orientadora: Prof.ª Dr.ª Magda Sarat Co-orientadora:

Leia mais

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL 1003 ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL Cristina Angélica Aquino de Carvalho Mascaro Carla Fernanda Siqueira Vanessa Cabral Amanda Carlou Andrade Santos Fundação

Leia mais

DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA

DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CÓDIGO: EDU348 DISCIPLINA: ENSINO-APRENDIZAGEM DE HISTÓRIA CARGA HORÁRIA: 45h EMENTA: Docência

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: FUNÇÕES PSÍQUICAS ESSENCIAIS NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA PEQUENA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: FUNÇÕES PSÍQUICAS ESSENCIAIS NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA PEQUENA PENSAMENTO E LINGUAGEM: FUNÇÕES PSÍQUICAS ESSENCIAIS NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA PEQUENA Bárbara Emille de Cristo Marçal (UEL) barbarah_emille@hotmail.com Marta Silene Ferreira Barros (UEL) mbarros_22@hotmail.com

Leia mais

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA Roberta Ferreira Cavalcanti Solange Regina Silva Almeida Rosangela Alves de Godoy Nilson Fernandes Dinis (Universidade

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM José Cícero Santos (UFAL) [cjnego2007@gmail.com] Aldisío Alencar Gomes (UFAL) [aldisioalencar@gmail.com] Ana Paula Perdigão Praxedes

Leia mais

A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E A (IN)DISCIPLINA: SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA

A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E A (IN)DISCIPLINA: SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E A (IN)DISCIPLINA: SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA OLIVEIRA, Marisa Cristina Aparecida Manchini de Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP

Leia mais

FACULDADES UNIFICADAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS DIVISÃO ACADÊMICA

FACULDADES UNIFICADAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS DIVISÃO ACADÊMICA PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA Nome da Disciplina: Didática para o ensino da Química Curso: Licenciatura Plena em Química Termo: 5º Carga Horária Semanal (h/a): 2 Carga Horária Semestral (h/a): 34

Leia mais

ENSINO DE CIÊNCIAS: O QUE SE AVALIA NA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL?

ENSINO DE CIÊNCIAS: O QUE SE AVALIA NA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL? ENSINO DE CIÊNCIAS: O QUE SE AVALIA NA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL? BAULE, Vera Lucia Granzotti (UEM) GALUCH, Maria Terezinha Bellanda (Orientadora/UEM) No Brasil, as reformas e políticas educacionais,

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO À LUZ DA PERSPECTIVA HISTÓRICO CULTURAL

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO À LUZ DA PERSPECTIVA HISTÓRICO CULTURAL ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO À LUZ DA PERSPECTIVA HISTÓRICO CULTURAL Maria Inez da Silva da Cunha Universidade Estadual de Londrina m.inez@hotmail.com.br Marta Regina Furlan de Oliveira Universidade Estadual

Leia mais

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE Ana Cristina Oliveira Lima, bolsista PIBIC/ CNPq, anacristinaoliveiralima@yahoo.com.br, UECE. Brena de

Leia mais

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL ANTUNES, Clarice Filipin de Castro (UNIOESTE) 1 ROSSETTO, Elisabeth (Orientadora/UNIOESTE)

Leia mais

O USO DAS REDES SOCIAIS EM SALA DE AULA: REFERÊNCIAS AO MODELO SÓCIO INTERACIONISTA PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM

O USO DAS REDES SOCIAIS EM SALA DE AULA: REFERÊNCIAS AO MODELO SÓCIO INTERACIONISTA PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM 1 O USO DAS REDES SOCIAIS EM SALA DE AULA: REFERÊNCIAS AO MODELO SÓCIO INTERACIONISTA PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM Lygia de Assis Silva (lygia1@hotmail.com) - UFPE Rayanne Angela Albuquerque dos Santos

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 07/02/2012 19:33

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 07/02/2012 19:33 7//1 19:33 Centro de Ciências da Educação Curso: 9 Pedagogia (Noturno) Currículo: 11/ 1 CNA.157.-3 Biologia Humana Ementa: Natureza Biológica e Visão Sistêmica do Ser humano. Sistemas do corpo humano.

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

INCUBADORAS SOCIAIS UNIVERSITÁRIAS: A PROMOÇÃO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA COM O FORTALECIMENTO DA EDUCAÇÃO POPULAR 1

INCUBADORAS SOCIAIS UNIVERSITÁRIAS: A PROMOÇÃO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA COM O FORTALECIMENTO DA EDUCAÇÃO POPULAR 1 INCUBADORAS SOCIAIS UNIVERSITÁRIAS: A PROMOÇÃO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA COM O FORTALECIMENTO DA EDUCAÇÃO POPULAR 1 Fabio Jardel Gaviraghi 2, Caroline Goerck 3, Walter Frantz 4. 1 Projeto de Pesquisa do Doutorado

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA E INTERDISCIPLINARIDADE NA CORREÇÃO DE FLUXO EM ITAJAÍ/SC

MODELAGEM MATEMÁTICA E INTERDISCIPLINARIDADE NA CORREÇÃO DE FLUXO EM ITAJAÍ/SC ISSN 2316-7785 MODELAGEM MATEMÁTICA E INTERDISCIPLINARIDADE NA CORREÇÃO DE FLUXO EM ITAJAÍ/SC Rafael Borini Martins Costa Borini Instituto Federal Catarinense - Campus Camboriú rborini@hotmail.com Resumo

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-2 DISCIPLINA: Experiências de Aprendizagem em Gestão Educacional JP0016 PROFESSOR: Ms. Elbio Gerardo Silveira Ramos I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária

Leia mais

QUEBRA CABEÇA: EQUACIONANDO O BRINCAR E SUA IMPORTÂNCIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

QUEBRA CABEÇA: EQUACIONANDO O BRINCAR E SUA IMPORTÂNCIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL QUEBRA CABEÇA: EQUACIONANDO O BRINCAR E SUA IMPORTÂNCIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL Elaine Bueno Macêdo 1 RME/GO Neste trabalho apresentamos pesquisa de conclusão do curso de pedagogia/2006/1, na Faculdade

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

Palavras chaves: Pedagogia da alternância, Pedagogia empreendedora, formação profissional, ensino-aprendizagem.

Palavras chaves: Pedagogia da alternância, Pedagogia empreendedora, formação profissional, ensino-aprendizagem. O PRINCÍPIO DA PEDAGOGIA EMPREENDEDORA NO CURSO TÉCNICO DE AGROPECUÁRIA, DA ESCOLA FAMÍLIA AGRÍCOLA DO PACUÍ. DARLENE DO SOCORRO DEL-TETTO MINERVINO DR. SANDRA REGINA GREGÓRIO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

Crenças, emoções e competências de professores de LE em EaD

Crenças, emoções e competências de professores de LE em EaD Crenças, emoções e competências de professores de LE em EaD Patrícia Roberta de Almeida Castro MACHADO (FL-UFG) patricia_cultura@hotmail.com Lucielena Mendonça de LIMA orientadora (FL-UFG) lucielenalima@gmail.com

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL EM RIO CLARO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA CENTRADA NA ESCOLA

GESTÃO EDUCACIONAL EM RIO CLARO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA CENTRADA NA ESCOLA 1 GESTÃO EDUCACIONAL EM RIO CLARO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA CENTRADA NA ESCOLA Valéria Aparecida Vieira Velis Orientador: Prof. Dr. Celso Luiz Ap. Conti Mestrado em Educação Linha de pesquisa:

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): O Rapto da Letra U 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio O Rapto da letra U faz

Leia mais

MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: TRABALHANDO E DISCUTINDO OS JOGOS BOOLE.

MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: TRABALHANDO E DISCUTINDO OS JOGOS BOOLE. MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: TRABALHANDO E DISCUTINDO OS JOGOS BOOLE. Marivete Girelli Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE Campus de Foz do Iguaçu mariveteg@hotmail.com Renata Camacho

Leia mais

OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA

OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA JOSE MABEL PEREIRA LOPES DAS NEVES (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS). Resumo A pesquisa tem como objetivo conhecer quais os saberes que as ingressantes

Leia mais

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nilson Duarte Rocha 1 Lúcio Jorge Hammes 2 Resumo Este artigo apresenta a epistemológica para a efetivação de uma educação ambiental transformadora do sujeito-aluno

Leia mais

PEDAGOGIA EM AÇÃO: O USO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COMO ELEMENTO INDISPENSÁVEL PARA A TRANSFORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL

PEDAGOGIA EM AÇÃO: O USO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COMO ELEMENTO INDISPENSÁVEL PARA A TRANSFORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL PEDAGOGIA EM AÇÃO: O USO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COMO ELEMENTO INDISPENSÁVEL PARA A TRANSFORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL Kelly Cristina Costa de Lima, UEPA Aline Marques Sousa, UEPA Cassia Regina Rosa

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

Palavras-chave: Letramento, Ludicidade, Aprendizagem, Formação de professores

Palavras-chave: Letramento, Ludicidade, Aprendizagem, Formação de professores Biblioteca para a Primeira Infância Ler é Saber Ivani Capelossa Nacked, Roseli Mônaco Modalidade: Relato de Experiência Instituto Brasil Leitor Resumo: O Brasil é um país com grande diversidade cultural

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santos

Prefeitura Municipal de Santos Prefeitura Municipal de Santos Estância Balneária SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Seção de Suplência/ SESUPLE Parceiros do Saber Projeto de alfabetização de Jovens e Adultos Justificativa

Leia mais

Palavras-chave: Formação continuada de professores, cinema, extensão universitária.

Palavras-chave: Formação continuada de professores, cinema, extensão universitária. CINEMA UNIVERSITÁRIO: A EXTENSÃO COMO ESPAÇO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO (UNEMAT) André Luiz Borges Milhomem (UNEMAT) Egeslaine de Nez (UNEMAT) Maria

Leia mais

Que as escolas que oferecem Educação Infantil considerem estas diretrizes na elaboração e/ou adequação dos seus Projetos Político-Pedagógicos.

Que as escolas que oferecem Educação Infantil considerem estas diretrizes na elaboração e/ou adequação dos seus Projetos Político-Pedagógicos. RECOMENDAÇÕES As recomendações propostas para uma melhor qualidade na Educação Infantil no município de Natal decorrem das diretrizes, ora sistematizadas, para essa instância educativa. Para que os objetivos

Leia mais

prática instrumental acontece pelo exercício de repetição e logo estrutura-se na linguagem formal da escrita musical - a partitura musical.

prática instrumental acontece pelo exercício de repetição e logo estrutura-se na linguagem formal da escrita musical - a partitura musical. FAZENDO MÚSICA NO ELZIRA PONTA GROSSA, PARANÁ. Musicalização através da flauta-doce, uma ideia que deu certo Fátima Beatriz de Castro Santos 1 Resumo: O presente trabalho relata uma prática musical desenvolvida

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Anália Cássia Gonçalves de Souza 1 INTRODUÇÃO A presente investigação

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: DIMENÇÕES CONCEITUAIS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: DIMENÇÕES CONCEITUAIS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: DIMENÇÕES CONCEITUAIS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Departamento Educação e Sociedade (DES) Programa de Pós-Graduação em Educação,

Leia mais

METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS

METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS GT 06 Formação de professores de matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, Univates, madalena@univates.br Angélica

Leia mais