UKLÉBERTTON DA SILVA BARROS ANÁLISE E COMPARAÇÃO DO NÍVEL DE FLEXIBILIDADE DE PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO DA ACADEMIA NOVAFORMA - DF

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1 UKLÉBERTTON DA SILVA BARROS ANÁLISE E COMPARAÇÃO DO NÍVEL DE FLEXIBILIDADE DE PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO DA ACADEMIA NOVAFORMA - DF Artigo apresentado ao Curso de graduação em Educação Física da Universidade Católica de Brasília, como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Educação Física. Orientadora: Prof Msc Nilza Martinovic do Curso de Educação Física UCB. BRASÍLIA 2010

2 2 Artigo de autoria de Uklébertton da Silva Barros, intitulado de Análise e Comparação do Nível de Flexibilidade de praticantes de Musculação da Academia NovaForma - DF, apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Educação Física da UCB, em 12 de junho de 2010, defendido e aprovado pela banca examinadora abaixo assinada: Prof Msc Nilza Maria do V. P. Martinovic Curso de Educação Física UCB Orientadora Prof Waldir Delgado Assad Curso de Educação Física UCB Avaliador Brasília 2010

3 3 Uklébertton da Silva Barros Análise e Comparação do Nível de Flexibilidade de praticantes de musculação da Academia NovaForma - DF RESUMO Introdução: A busca por mudanças na estética corporal tem sido ainda um dos motivos pelos quais os indivíduos optam pela prática da musculação, porém se o objetivo for hipertrofia a palavra flexibilidade ou o exercício de alongamento, assusta muitos atletas e não atletas, que não admitem um trabalho de flexibilidade em seus treinamentos de contra-resistência, vendo nisto uma ameaça para um bom desenvolvimento muscular. Objetivo: Este estudo teve como objetivo principal analisar e comparar o nível de flexibilidade de indivíduos praticantes de musculação após oito semanas de treino da Academia NovaForma de Brasília DF. Materiais e Métodos: Fizeram parte da amostra 32 indivíduos do sexo masculino, idade entre 20 e 35 anos, praticantes de musculação, com o objetivo em hipertrofia muscular e há pelo menos três meses de treino, da Academia NovaForma Brasília -DF. Todos indivíduos participaram dos pré e pós-testes de sentar e alcançar para avaliar a flexibilidade após 8 semanas de treino na musculação. Resultados: No pré-teste a flexibilidade foi classificada como Fraca em 16 indivíduos e no pós-teste reduziu para 10 indivíduos, ou seja, 06 destes indivíduos saíram desta classificação. Na classificação Acima da Média observou-se também uma melhora na flexibilidade onde 04 indivíduos da amostra foram inseridos nesta classificação no pós-teste. Ao analisar e comparar os valores médios obtidos nos pré e pós-testes de flexibilidade foi encontrada uma diferença significativa. Conclusão: Conclui-se que o treinamento de força, com objetivo de hipertrofia muscular, feito na musculação, por meio de alternância de amplitudes articulares e de exercícios de alongamentos, podem contribuir na melhora da flexibilidade do quadril, região lombar e músculos posteriores dos membros inferiores. Palavras-chave: Mobilidade Articular e Muscular; Musculação; Adultos.

4 4 INTRODUÇÃO Muitos estudos e a própria mídia tem-se falado bastante sobre á saúde e qualidade de vida, e isso tem levado diversos indivíduos às academias, preocupados não somente com a estética, mas com a qualidade da saúde e bem estar. Consideram-se as três valências físicas: flexibilidade, força e resistência aeróbia, como aptidões básicas necessárias para saúde (COSTA, 1998; FLECK; KRAEMER, 1999). Dentre as aptidões mencionadas, as qualidades físicas flexibilidade e força são consideradas as mais importantes para a independência funcional e execução de tarefas comuns do cotidiano (SANTARÉM, 2001 citado por Shiromoto et. al 2002). Tanto a flexibilidade como a força decrescem significativamente com a idade, porém, em ambos os casos estas perdas podem ser amenizadas com atividades físicas regulares. Achour Júnior (1999) pontua, em relação à flexibilidade, que a redução desta ocorre principalmente devido ao desuso e realização de movimentos com pequenos arcos articulares e não ao processo de envelhecimento. O termo flexibilidade assume diversos conceitos, principalmente por sua abrangência e especificidade (HALL, 1993). Para Dantas (1989) a flexibilidade é entendida como qualidade física responsável pela execução voluntária de um movimento de amplitude angular máxima, por uma articulação ou um conjunto de articulações, dentro dos limites morfológicos, sem o risco de provocar lesões. A flexibilidade é um termo geral que inclui a amplitude de movimento de uma articulação simples e múltipla e a habilidade para desempenhar as tarefas específicas (ROBERTS, 1999 citado por Dantas, 2005). A amplitude de movimento de uma dada articulação depende primariamente da estrutura e função do osso, músculo e tecido conectivo e de outros fatores tais como o desconforto e a habilidade para gerar força e potência muscular suficiente (SHRIER, 2000 citado por Monteiro, 2006).

5 5 Segundo Novaes & Vianna (1998); a flexibilidade é definida como qualidade física que condiciona a capacidade funcional das articulações a movimentarem-se dentro dos limites ideais de determinadas ações. Achour Júnior (1999) comenta que o alongamento é um exercício físico que por meio da sua prática poderá manter ou desenvolver a flexibilidade. A diferença está entre as intensidades aplicadas no momento da prática do exercício. Portanto, a prática do exercício de alongamento com intensidade baixa, realizado de forma confortável, após a tensão ocasionará a deformação elástica no tecido, retornando ao tamanho original e conseqüentemente a manutenção da flexibilidade. Já para desenvolver a flexibilidade deverá ser praticado de forma mais intensa, com a presença da dor, sendo assim haverá a deformação plástica e o tecido não retornará ao seu tamanho original. Reforça ainda que na primeira situação o exercício de alongamento poderá ser praticado a qualquer hora do dia, confortavelmente e na segunda será necessária uma preparação por meio de um aquecimento e aplicação dos métodos de flexibilidade de forma correta e segura. Em relação à qualidade de vida, exercícios de alongamentos são amplamente utilizados no alívio de tensões, atuando positivamente em nodosidades e encurtamentos musculares, otimizando gestos esportivas, melhorando a circulação sanguínea, diminuindo a incidência de lesões, além de atuarem na reabilitação terapêutica e nos casos de patologias musculares, articulares e tendinosas (MONTEIRO, 2006). A prescrição dos exercícios resistidos tomou impulso na década de 50, visando reabilitação e desempenho desportivo, e na década de 60, quando se disseminou a aplicação em adultos saudáveis (CARPENTER, 1999 citado por Novaes e Viana, 2003). De forma geral os resultados foram positivos e o treinamento de força foi reconhecido pela comunidade científica como benéfico. Treinamento contra resistência ou exercícios resistidos são termos geralmente utilizados para descrever uma grande variedade de métodos e modalidades que aprimoram a força muscular (COSSENZA, 1995). O termo hipertrofia muscular é definido como o aumento volumétrico de um músculo, devido ao aumento volumétrico das fibras que o constituem (GENTIL, 2005).

6 6 A busca por mudanças na estética corporal tem sido ainda um dos motivos pelos quais os indivíduos optam pela prática da musculação, porém se o objetivo for hipertrofia a palavra flexibilidade ou o exercício de alongamento, assusta muitos atletas e não atletas, que não admitem um trabalho de flexibilidade em seus treinamentos de contra-resistência, vendo nisto uma ameaça para um bom desenvolvimento muscular. Pois o que se observa na sociedade é que grande parte dos praticantes de musculação tendem, a se desinteressarem pela prática do exercício de alongamento e até mesmo a abandoná-lo, quando é abordado pelo profissional de Educação Física, para a realização de um trabalho de flexibilidade. Diversos mitos ainda persistem quando se discute o desenvolvimento simultâneo de força e flexibilidade, a crença de que o treinamento de um deprime o outro é a maior causa de polêmica, embora este conceito venha sendo eliminado através de pesquisas realizadas na área. Portanto, o objetivo deste estudo é analisar e comparar o nível de flexibilidade de indivíduos praticantes de musculação após oito semanas de treino da Academia NovaForma de Brasília DF. MATERIAIS E MÉTODOS A amostra deste estudo foi selecionada de forma aleatória e composta por 32 indivíduos do sexo masculino, idade entre 20 e 35 anos, praticantes de musculação, com o objetivo em hipertrofia muscular e há pelo menos três meses de treino, da Academia NovaForma Brasília -DF. Foi entregue à direção da Academia um termo de autorização para realizar a pesquisa com os alunos matriculados na musculação, com todas as informações sobre o objetivo e procedimentos da coletada de dados. Para a coleta de dados inicialmente foi realizado um levantamento das características de cada indivíduo da amostra como: a idade, peso corporal, estatura, tempo de prática da musculação, quantas sessões semanais de musculação, se pratica outra atividade. Em seguida deu-se o início da avaliação da flexibilidade (préteste), por meio do teste de sentar e alcançar, que tem como objetivo avaliar a

7 7 flexibilidade do quadril, região lombar e músculos posteriores dos membros inferiores. O teste foi repetido com os mesmos alunos após oito semanas (pós-teste), a fim de obter dados comparativos, sendo aplicados sempre no mesmo horário que os anteriores. O teste de sentar e alcançar consiste em permanecer na posição sentado no solo, pernas estendidas com as solas dos pés descalços apoiadas no Banco de Wells. Com os braços estendidos sobre a cabeça, o avaliado avança à frente vagarosamente com ambas as mãos sobrepostas e se deslizam sobre o banco o máximo de distância possível, mantendo esta posição momentaneamente. Considerando a melhor das três execuções como resultado final do teste, tendo o valor registrado em centímetros (FERNANDES FILHO, 2003). Conforme ACSM (1999) recomenda-se que no momento que antecede ao teste de sentar e alcançar deve-se realizar alguns exercícios de alongamento dinâmico e estáticos como forma de aquecimento. De acordo com Guedes & Guedes (2006) o Banco de Wells, apresenta as seguintes dimensões de 30,5 x 30,5 x 30,5cm, tendo a parte superior plana com 56,5cm de comprimento, na qual foi fixada uma amplitude de 0 a 50 cm, tal forma que o valor 23 cm coincide com a linha onde o avaliado acomoda seus pés. Todos os componentes da amostra tiveram uma freqüência de treino de três a cinco vezes semanais de musculação sob o acompanhamento do professor e registro feito na ficha de freqüência. O início de cada sessão de treinamento, o aquecimento, era feito por meio de cinco a dez minutos de ergometria e em seguida uma sessão de alongamentos estáticos para todo o corpo; permanecendo de dez a vinte segundos em cada posição. A metodologia utilizada nos exercícios resistidos nesta academia é sempre de forma diversificada, no que diz respeito à execução dos movimentos corporais utiliza-se sempre a alternância das amplitudes articulares. Diante dos resultados dos testes foi utilizada uma tabela para a classificação para a análise do nível da flexibilidade de cada indivíduo. Posteriormente foi realizada a classificação do nível da flexibilidade de dois grupos por faixa etária, sendo o primeiro grupo G I com idade de 20 a 29 anos e o segundo grupo GII de 30 a 39 anos. Ao final foi feita a análise geral dos dois grupos.

8 8 Tabela 1.1- Valores para análise dos resultados do teste sentar e alcançar pela idade e gênero (adaptado, segundo CSTF, 1978), e citado por Monteiro, (2006). Classificação: Faixa etária Fraca Abaixo da Média Acima da Excelente média Média < > < > < > < > < > < >33 Os dados do teste de flexibilidade sentar e alcançar foram obtidos em centímetros e digitados no programa Excel 2007 e posteriormente importados para o programa estatístico SPSS for Windows versão 14. Sendo os resultados obtidos no primeiro momento por média, e desvio-padrão e as diferenças entre os pré e póstestes da flexibilidade foram contrastadas mediante o teste t de Student para medidas repetidas. RESULTADOS E DISCUSSÃO As características físicas dos indivíduos (n=32) que fizeram parte da amostra deste estudo estão apresentadas na Tabela 02. Mínimo Máximo Média Desvio Padrão Idade ,17 Peso corporal ,47 Estatura 1,57 1,90 1,75 1,94 A classificação do Nível da Flexibilidade nos Pré e Pós-testes está apresentada nas tabelas 03, 04 e 05 utilizando-se a divisão da amostra inicialmente

9 9 por duas categorias de faixa etária Grupo I (idade de 20 a 29 anos) e Grupo II (idade de 30 a 39 anos) e posteriormente incluindo toda a amostra. Tabela 03 Classificação do Nível da Flexibilidade - Pré-Teste : Grupos I e II Fraca Abaixo da Média Média Acima da Média Excelente GI (n=24) GII (n=8) Tabela 04 Classificação do Nível da Flexibilidade - Pós Teste: Grupos I e II Fraca Abaixo da Média Média Acima da Média Excelente GI (n=24) GII (n=8) Na tabela 05 Classificação do Nível da Flexibilidade Pré e Pós Teste (n=32) Fraca Abaixo da Média Média Acima da Média Excelente Pré Teste Pós - Teste Ao analisar os resultados apresentados nesta tabelas pode-se observar a melhora da flexibilidade destes indivíduos. No pré-teste a flexibilidade foi classificada como Fraca em 16 indivíduos e no pós-teste reduziu para 10 indivíduos, ou seja, 06 destes indivíduos saíram desta classificação. Na classificação Acima da Média observa-se também uma melhora na flexibilidade onde 04 indivíduos da amostra foram inseridos nesta classificação no pós-teste. A comparação entre os valores médios e desvios padrão dos Pré e Pós- Testes da Flexibilidade por meio do teste t de Student constam na tabela 06.

10 10 Tabela 06 Valores Médios e Desvios Padrão ( n=32). Mínima Máxima Média DP Pré-Teste (cm) ,1 9,0 * Pós-Teste (cm) ,4 8,9 * * Diferença significativa. p= 0,0007 Os resultados apresentaram diferença significativa na flexibilidade por meio do teste de sentar e alcançar, após a intervenção de 8 semanas de treino com os indivíduos, deste estudo, praticantes de musculação, com 3 a 5 sessões semanais. A idéia de que um treinamento de força com o objetivo de hipertrofia muscular não seja compatível com o desenvolvimento da flexibilidade vinda de profissionais e praticantes de musculação optando por não praticar exercícios de alongamento e utilizando pequenas amplitudes articulares nos exercícios de musculação, verifica-se com base nos resultados encontrados neste estudo e com informações da literatura que este pensamento não procede. Shiromoto et al (2002) comentam que muitos autores afirmam que exercícios resistidos para grande hipertrofia promovem aumento da flexibilidade quando realizados em grandes amplitudes articulares e que uma flexibilidade bem desenvolvida auxilia no ganho de força. Embora o treino com sobrecarga possa aumentar a flexibilidade, esta pode restringir-se, quando não houver uso de toda a amplitude do movimento. Há também um impedimento mecânico, relacionado à hipertrofia, para alcançar toda a amplitude do movimento. Com hipertrofia do bíceps, por exemplo, haverá dificuldade mecânica em realizar uma flexão de cotovelo completa. Da mesma maneira, um indivíduo com abdômen volumoso apresenta maior dificuldade em realizar uma flexão do tronco para aproximá-lo dos joelhos (ACHOUR JUNIOR, 1999).

11 11 A falta de força muscular adequada inibe a amplitude de vários exercícios. Força, portanto, é um componente importante da flexibilidade. Há treinadores e atletas, porém, que pensam que ganhos de força limitam a flexibilidade ou que ganhos substanciais de flexibilidade têm negativa sobre a força. Tais teorias são baseadas no fato de que o aumento do tamanho de um músculo diminui a flexibilidade da articulação (BOMPA, 2002). Ainda Bompa (2002), a força e a flexibilidade são compatíveis porque a primeira depende da secção longitudinal do músculo, e a última depende de quanto um músculo pode se alongar. Há dois mecanismos diferentes e, portanto, não eliminam um ao outro. No estudo Shiromoto et al (2002) ao avaliar a flexibilidade da região posterior dos membros inferiores, com indivíduos adultos de ambos os sexos e praticantes de musculação e ginástica localizada durante seis meses de treinamento. Os resultados encontrados apresentaram uma diferença significativa na flexibilidade. Em um estudo feito por Silva et al (2009) com o objetivo de analisar se o treinamento de força muscular influi na flexibilidade com 17 indivíduos do sexo masculino com idade de 18 a 28 anos, praticantes de musculação todos com o objetivo de hipertrofia muscular. O treinamento fez uso da metodologia de realização dos movimentos corporais com amplitudes máximas. A flexibilidade foi avaliada pelo teste de sentar e alcançar e os resultados mostraram interferir positivamente na flexibilidade na maioria da amostra. Este estudo foi semelhante ao presente estudo no que diz respeito às condições também encontraram resultados positivos na flexibilidade. Outro estudo de Vale et al (2004) realizado com idosas com o objetivo de verificar os efeitos do treinamento resistido na flexibilidade, onde foram submetidas a um treinamento resistido de força com duas sessões semanais durante 16 semanas. Os resultados mostraram um ganho significativo na força e na flexibilidade. Sugerindo que o programa de treinamento pode melhorar o desempenho das

12 12 atividades diárias da amostra com um treinamento de apenas duas sessões semanais. CONCLUSÃO Diante dos resultados apresentados neste estudo onde verificou-se a melhora da classificação no nível da flexibilidade e que houve diferença significativa entre os valores médios entre os pré e pós-testes dos indivíduos que participaram deste estudo. Conclui-se que o treinamento de força, com objetivo de hipertrofia muscular feito na musculação, por meio de alternância de amplitudes articulares, e de exercícios de alongamentos, podem contribuir na melhora da flexibilidade do quadril, região lombar e músculos posteriores dos membros inferiores analisados por meio do teste sentar e alcançar. REFERÊNCIAS ACHOUR JUNIOR, A. Bases para exercícios de alongamento. 2.ed. São Paulo, Phorte, ACSM American College of Sports Medicine. Programa de Condicionamento Físico. 1.ed. São Paulo, Manole, BOMPA, T.O., Periodização: Teoria e Metodologia do Treinamento. São Paulo: Phorte Editora, COSSENZA, C. E. Musculação: métodos e sistemas: Rio de Janeiro: Sprint, COSTA, M. G. Ginástica Localizada. 2ed. Rio de Janeiro, Sprint, DANTAS, E. H. M. Flexibilidade, Alongamento e Flexionamento. 3ª ed. Rio de Janeiro RJ: Shape, 1989.

13 13 FERNANDES FILHO, J. A prática da avaliação física. 2ª Ed, Rio de Janeiro: Shape, FLECK, S. J.; KRAEMER, W. J. Fundamentos do Treinamento de Força Muscular. 2ª ed. Porto Alegre RS. Artmed, GENTIL, P. Bases Científicas do Treinamento de Hipertrofia,1.ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2005 GUEDES E GUEDES, Manual Prático para Avaliação em Educação Física. Ed. Manole, São Paulo, HALL, S. Biomecânica Básica. Rio de Janeiro RJ: Guanabara, MONTEIRO, G. de A. Treinamento da flexibilidade: sua aplicabilidade para a saúde. 1 ed. Londrina, Miodiograf, NOVAES, J. S. & VIANNA, J. M. Personal Training e Condicionamento Físico em Academia. 1ª ed. Rio de Janeiro RJ: Shape, SHIROMOTO, C. E., OLIVERIA FILHO, A. BERTOLINI, S. M. M. Implicações da prática de exercícios resistidos sobre a flexibilidade. Revista da Educação Física de Maringá, v. 13, n.1, p , SILVA, P. H.; SOUZA, N. T. A.; MUNIZ, V. ; DUTRA, D. S. G. Influência do treinamento de força muscular na flexibilidade de alunos da academia de ginástica de Muriaé MG. Revista Inspirar, v.1 n.3 p , Nov/dez 2009.

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