POESIA NO ENSINO MÉDIO: ANÁLISE DE RECEITAS RESUMO

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1 POESIA NO ENSINO MÉDIO: ANÁLISE DE RECEITAS Caroline Orlandini Moraes (Bolsista Fundação Araucária / G CLCA UENP/CJ) (Integrante do GP Literatura e Ensino - UENP/CJ) Rafaela Stopa (Orientadora - CLCA-UENP/CJ) RESUMO Pensando na importância do texto poético para o desenvolvimento da sensibilidade estética do aluno, esta comunicação tem por objetivo fazer uma análise do livro Poesia na escola: 12 receitas do professor Jeosafá: Ensino Médio (2009), do professor e escritor Jeosafá Fernandez Gonçalves. Geralmente, neste nível de ensino, a literatura está presente em virtude do vestibular, o que traz um viés utilitarista às abordagens, resultando em pouco espaço para a apreciação da poesia. Assim, busca-se averiguar se as receitas propostas, ou seja, se as estratégias de trabalho com a literatura são válidas ou podem comprometer as singularidades inerentes a todo bom texto poético. Introdução Tendo em vista a importância do texto poético para o desenvolvimento da sensibilidade estética do aluno, este artigo traz uma análise de algumas receitas do livro Poesia na escola: 12 receitas do professor Jeosafá: Ensino Médio (2009), do professor e escritor Jeosafá Fernandez Gonçalves. Geralmente, neste nível de ensino, a literatura está presente em virtude do vestibular, o que traz um viés utilitarista às abordagens, resultando em pouco espaço para a apreciação da poesia. Assim, busca-se averiguar se as receitas propostas, ou seja, se as estratégias de trabalho com a literatura são válidas ou podem comprometer as singularidades inerentes a todo bom texto poético. No livro em questão, Gonçalves faz uma introdução na qual chama a atenção sobre a situação em que a poesia se encontra, questionando onde estão os leitores de poesia e as livrarias. Ressaltando o pouco espaço que é dado à poesia, o autor também comente que para outros gêneros é destinada maior importância, alertando que a poesia está cada vez mais extinta. De forma bastante crítica, há os seguintes questionamentos: Exagero? Quantos livros de poemas você tem em sua biblioteca? Aliás você tem biblioteca em sua casa? (2009, p. 14). O autor expõe sua batalha para resgatar esse espaço que a poesia perdeu, e nos convida a conhecer suas receitas para o trabalho com o gênero no ensino médio. 790

2 Jeosafá Fernandez Gonçalves cursou Letras pela USP, é doutor em Estudos Comparados de Literatura de Língua Portuguesa, é professor universitário, e também autor de poesias, ficção e obras didáticas sobre literatura e língua portuguesa. Escreveu o livro Poesia na escola: 12 receitas apresentado em três volumes, um para o Ensino Fundamental, séries iniciais; um para o Ensino Fundamental, séries finais; e outro para o Ensino Médio, objeto de nossa análise. Vemos a preocupação do escritor em fazer um alerta sobre as dificuldades da abordagem do gênero poesia, não só em sala de aula, mas também com a crise da falta de leitores, que parece só aumentar em virtude da falta de espaço e atenção à temática. O livro não traz as poesias abordadas em cada receita na íntegra, certamente, em virtude dos direitos autorais, mas segue todo um percurso com o intuito de orientar os professores na batalha para que a poesia chegue até o aluno. Ao trazer sua primeira receita o autor explica a escolha por um gênero utilitarista, a receita, para dividir com os leitores suas estratégias, pois afirma acreditar que através dela irá atingir seus objetivos: [...] não há uma receita, o que é um tanto desorientador. Porém, há muitas receitas, o que é ótimo. (2009, p. 23). Gonçalves usa o termo receita para nos trazer dicas, ou seja, estímulos de como preparar uma boa aula sobre poesia, oferecendo a proposta e a incrementando como se fosse uma receita de bolo, falando em ingredientes, como fazer etc. Os ingredientes seriam os materiais básicos e recursos didáticos disponíveis na escola ou oferecidos pelo próprio professor. Já o item Como fazer é o procedimento metodológico que o professor irá seguir para se orientar no desenvolvimento das atividades com os alunos para obter um bom aproveitamento da aula. O autor também acrescenta os itens Sugestões e Dica para melhor aproveitamento de suas receitas, apontando livros, músicas e atividades para elaboração e produtividade dos exercícios. Das doze receitas disponibilizadas no livro, há de se ressaltar um equívoco que parece ter ocorrido na receita número dois, Traindo a literatura. Gonçalves menciona o que seria uma anti-receita, parecendo que iria demonstrar como não abordar a poesia em sala de aula, ou seja, seria uma receita listando os erros mais comuns. No entanto, ele foge do gênero poesia e propõe a utilização de um texto narrativo, o conhecido Conto de escola de Machado de Assis. Apresenta-se uma estratégia muito pertinente para o trabalho com o conto, o que tornou confuso o seu real objetivo, pois não seria possível chamar a estratégia de antireceita só porque se trata de um texto narrativo, haja vista que é bem interessante. 791

3 Vale também comentar a receita número 3, Poesia não é coisa de macho, porque acaba não trazendo especificamente o trabalho com um texto poético, mas traz uma sugestão diferente que pode ser bastante motivadora para os alunos se interessarem pela poesia, no caso de professores dispostos a tentar abordar o gênero. Passemos agora à análise de três receitas, haja vista que foi preciso fazer uma seleção devido ao número significativo de estratégias. Na receita número 4, Do fundo da memória para o coração, o autor propõe o resgate das memórias dos próprios alunos, acreditando que em cada um já exista um dom poético, sobre o qual ele afirma: [...] não há estudante que não traga na memória um verso. (2009, p. 47). A proposta é que os alunos leiam o poema Profundamente, de Manuel Bandeira. Trata-se de um poema saudosista, no qual o poeta compartilha com o leitor lembranças de sua infância que o tempo deixou, repleto de saudades, em um tom melancólico. É um poema simples e muito criativo. Certamente os alunos se identificarão justamente pela singeleza do poema. Através dele inicia-se um processo de reflexão das memórias que estão no íntimo de cada um, levando os alunos a resgatarem poesias ouvidas na infância, fatos já pensados e esquecidos, tudo que já viram e viveram ao longo da vida, salientando o que os toca mais. Também é indicado que os alunos troquem entre si poemas produzidos por eles, deixando-os à vontade para a escolha de outros contos populares, ou imagens que lhes tragam mais significado. Apontamos essa receita, pois parece realmente poder levar o aluno a ter um contato maior com a poesia e se tornar mais espontâneo em relação à leitura de poesia, adquirindo o gosto em compartilhar leituras. Nessa proposta, Gonçalves se preocupa em apresentar aos alunos o objeto livro, uma vez que por se tratar de um único poema, certamente o professor acabará levando cópias impressas, o que não é problemático, mas pode tornar-se se o aluno acabar tendo pouco contato com o livro em si. Assim, no item Dica, por exemplo, ele sugere que o professor leve para a sala o livro Estrela da vida inteira, ou seja, para que o aluno conheça a obra e tenha a oportunidade de ler mais textos de Manuel Bandeira. Abrindo espaço para mais uma receita, a número 7, Para ver, ouvir e... rir!, encontramos uma dica que quebra o paradigma de que a poesia só expressa a tragédia e a melancolia. A maioria dos adolescentes gosta de humor, e nessa receita a ousadia pode ser muito produtiva, ajudando a romper obstáculos com os alunos em relação à leitura. Aqui se trabalha a comédia através de Chacal, um poeta do início dos anos 70, cujos textos são 792

4 conhecidos como poesia marginal. Também são apontadas poesias de Cordel que são textos da memória cultural nordestina muito populares, e trava-línguas que também servem para produzir humor. No procedimento Como fazer sugere-se ao professor que disponha a sala sob forma de teatro dividindo-a em grupos. Cada grupo lê em voz alta suas poesias escolhidas através de sorteios. No momento de leitura dos trava-línguas, das quadras populares e das poesias de Cordel os alunos que erram saem. Terminada essa etapa, são distribuídos os poemas de Chacal: Uma palavra e Papo de índio que são repletos de humor e rimas. Depois de lerem, os discentes são orientados a produzir seus próprios poemas inspirados em Chacal. Gonçalves sugere essa produção e logo após essa atividade, sugere ainda uma antologia com os poemas dos alunos, e uma pesquisa com outros autores bemhumorados, como dos poetas Mário de Andrade, Mário Quintana etc. Assim os alunos poderiam ver os resultados de seus trabalhos de forma real e efetiva. Na receita número 9, Pesar as palavras é julgar com sabedoria, encontramos um desafio que exige mais empenho tanto dos alunos quanto dos professores. A poesia está presente em vários lugares e em várias épocas, passando de geração em geração, causando emoções e sensações distintas, e nessa proposta os alunos farão uma busca através de vários fatos históricos na tentativa de fazer com que se sensibilizem e tenham uma visão mais ampla e humanitária sobre esses fatos, como ilustra Gonçalves: [...] o poeta viaja no tempo e convida seus leitores a não desperdiçarem suas vidas com o imediato presente [...] (2009, p. 89). Essa reflexão ajuda muito no desenvolver das atividades porque cada aluno levará em conta sua subjetividade. Nessa proposta, o professor entrega materiais que contenham fotos históricas como ilustrações de guerras, prédios degradados, acontecimentos ou tragédias marcantes, e também poemas que os levem a reflexões, como o de Bertolt Brecht Aos que virão depois de nós, a letra da canção Guardanapo de papel, e cópias de Carta da Terra, que tem o intuito de conscientizar a população sobre a preservação do planeta e o respeito pela vida. Em seguida o professor organiza um debate sobre todas as imagens que os alunos viram, e sugere que comentem tudo que sentiram através de cartas que serão abertas em um prazo máximo de 3 anos, tendo por objetivo observar as mudanças no decorrer desse tempo. 793

5 Vale lembrar que é preciso a aceitação da grande maioria dos alunos e a disposição da classe para a realização dessas tarefas, levando em consideração que são receitas (dicas) que podem dar certo, mas desde que haja a colaboração e dedicação de todos, principalmente no processo de leitura. Porém, pensando justamente no processo de leitura, está aí o ponto principal da questão: até que ponto essas receitas são eficazes, a ponto de fazer estudantes do ensino médio se converterem em leitores de poesia? Caberá também ao professor uma grande parcela do sucesso dessas receitas, pois com certeza ele será o maior responsável pela motivação e o envolvimento desses alunos. No texto Entre vacas e gansos, de Ana Maria Machado, a autora expõe uma de suas experiências de como o professor leitor de literatura pode ajudar no processo de formação de novos leitores. A autora explica que em suas palestras notou que vários professores não se manifestavam em relação à leitura, o que se reflete diretamente na sala de aula. Pensando na importância desse profissional para despertar a curiosidade da leitura no aluno, ela diz: [...] estou convencida de que o que leva uma criança a ler, antes de mais nada, é o exemplo. (2001, p. 116). O professor que lê e oferece ao aluno a oportunidade de estar em contato com o livro passa para ele o hábito de sempre procurar mais livros. Machado também comenta: Sempre há exceções, claro, professores maravilhosos e inventivos, apaixonados, que transmitem o fogo sagrado à geração seguinte. (2001, p. 118). Através desse contágio, o aluno passa a ter curiosidade de ler por incentivo do professor e certamente levará esse hábito para a vida. O professor pode levar o aluno a compreender a importância da boa literatura, não só para fins escolares, mas também para que ele atinja conhecimentos e continue lendo, buscando cada vez mais livros e não perca esse hábito. Com a realização dos estágios em salas de aula do ensino médio, pode-se observar que a poesia vem sendo deixada de lado pela maioria dos professores por diversos motivos, o que pode comprometer a eficácia dessas receitas. Fazendo um paralelo entre receitas e professores, podemos encontrar a falta de motivação exteriorizada pelos docentes na prática, de tal modo que acabam esquecendo a poesia devido a barreiras impostas pelo sistema que visa o ensino voltado somente para o vestibular. A falta de tempo também seria um motivo para justificar a ausência da poesia, sendo uma matéria menos importante por ser mais subjetiva, ou seja, ainda persiste o preconceito assombroso contra o gênero. Nessa lacuna entre o tentar e o fazer será possível mostrar a pertinência das receitas, uma vez que se o problema do professor é a falta de tempo ou falta de recursos, 794

6 as receitas apresentadas são curtas e exigem poucos materiais. Os livros didáticos também exploram pouco a poesia ou a exploram de modo pouco envolvente, deixando uma carência em seu ensino. Então a parceria entre os professores e os alunos é fundamental para o bom andamento do trabalho, porque afinal os primeiros podem ter a chave para o estímulo à leitura de poesia, e sendo assim, poderão trabalhar de maneira efetiva fazendo com que todo o percurso funcione e, quem sabe, com o tempo se aperfeiçoe. No final do livro, o autor ressalta sua missão e faz o convite para os apaixonados pela poesia também lutarem por sua sobrevivência. Referências GONÇALVES, Jeosafá F. Poesia na escola: 12 receitas do professor Jeosafá: ensino médio. São Paulo: Biruta, MACHADO, Ana Maria. Entre vacas e gansos escola, leitura e literatura. In:. Texturas: sobre leituras e escritos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, Para citar este artigo: MORAES, Caroline O. Poesia no ensino médio: análise de receitas. In: IX SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA SÓLETRAS - Estudos Linguísticos e Literários Anais... UENP Universidade Estadual do Norte do Paraná Centro de Letras, Comunicação e Artes. Jacarezinho, ISSN p

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